domingo, 8 de março de 2015

MINHA SECRETÁRIA, UMA MORENA DE TIRAR O CHAPEU

 
Quando eu conheci a Debora jamais imaginei que eu um dia comeria aquela morena recem casada, de 22 anos, corpo escultural, cinturinha fina, uma morena tipo globeleza, ela não tinha filhos ainda e disse que não poderia ter, por causa do marido ou coisa assim, e ela me disse que ela e o marido frequentava uma igreja regularmente. e eu tinha 31 anos na epoca, e tudo começou quando eu aluguei duas salas comerciais porque eu tinha aberto uma empresa de vendas, eu tinha equipes de vendedores de rua, na epoca eu vendia purificador de agua, como eu trabalhei numa empresa anterior aprendi os macetes  e resolvi abrir minha propria empresa.
Era assim, eu estava no primeiro andar, tinha um corredor com várias salas, tinha uma imobiliária, duas salas fechadas, o meu escritorio e um salão de beleza que ficava ao lado da minha sala, onde a Debora que tinha uns 23 anos  era manicuri, a dona do salão chamava-se Cinira e ela era uma quarentona já e  também era casada, e a Debora a chamava de mãezona, como eu atendia meus vendedores pela manhã ficava com as tardes livres, e como eramos vizinhos de porta quando eleas não tinham clientes ou eu ia lá ou elas vinham até o meu escritório e sempre ficavamos conversando jogando conversa fora, numa dessas tardes resolvemos ir ao cinema, nós tres, claro que eu assentei-me no meio das duas, depois que terminou a sessão saímos abraçados os tres pra lanchar... e em nossas conversas rolou papo de motel, a Debora deixou escapar que gostaria de conhecer um motel japones que tem na minha cidade chamado Thay Ho, nessa conversa a Cinira foi a mais entusiasta e falou porque a gente não iria conhecer um, eu brinquei só se for com as duas, percebi que a Cinira estava dando em cima de mim e  me dando a maior bola, procurando ter minha atenção o tempo todo, como se sentisse ameaçada porque a Debora era mais jovem, mais bonita que ela, eu era tarado sim pela Debora, nisso a Cinira tinha razão mas eu nunca dei bandeira, mas como eu era casado e a Debora tambem eu me mantinha numa certa compostura evitando cantar qualquer uma das duas, mesmo porque eu achava que com a Debora eu não teria a menor chance, ao contrario da Cinira que  era só convidar e a gente acabaria num Motel .

Passou-se algum tempo o movimento do salão estava diminuindo elas diziam-me que teriam que fechar ali e provavelmente abrir em outro lugar, fiquei meio triste porque se elas saíssem dali a Debora provavelmente iria junto, numa das nossas conversas ela me perguntou se por acaso eu não estava precisando de uma secretária não?? Como eu trabalhava sozinho a ideia de contratar alguém já me passava pela cabeça, então eu perguntei, mas pra quem? ela falou pra mim, eu moro perto e se a Cinira abrir o salão em outro lugar vai ficar dificil pra mim... eu falei bem que eu poderia contrata-la, mas não posso pagar um salario muito alto, no que ela respondeu não tem problema, e falou um valor que eu conseguia pagar, então acertamos, ela começou a trabalhar na semana seguinte, a Cinira continuou no salão por mais algum tempo depois mudou mas continuamos amigos, pra resumir, formamos um triangulo de amizade, mais tarde tornaria-se um triangulo amoroso.
      Com o passar do tempo a Cinira fechou o salão, e nas tardes ficavamos só eu e a Debora sózinhos, ela não entendia nada de computadores, tive que ensina-la, então numa dessas vezes ensinando algo, eu por traz dela que estava assentada, peguei na sua mão em cima do mouse pra conduzir o cursor até onde precisava, inclinei-me propositalmente sobre o seu pescoço de forma que ela sentia minha respiração..., eu não aguentava mais aquela tortura, enquanto ela manuseava o mouse eu estava atraz dela na cadeira comecei a fazer-lhe uma massagem nos ombros, pensei que ela iria reclamar mas aceitou, até comentou que gostoso, essa foi minha deixa pra girar a cadeira dela de forma que ela ficasse de frente pra mim, e beijar seus labios, beijo esse que foi correspondido plenamente, dai pra frente nem preciso dizer que foi indecritivel, e ficamos no maior amasso.

Mas naquele dia não transamos, fechamos o escritório e fomos pra casa pensando no que tinha acontecido, na manhã seguinte eu com medo de que de repente minha família ficasse sabendo afinal ela era minha secretária, depois que os vendedores saíram estavamos na minha escrivaninha quando eu próprio falei DEBORA, o que aconteceu com a gente não deve se repetir, você é casada, eu sou casado, você é minha funcionária etc e tal... ela acabou concordando com isso mas.... não durou uma semana porque a tentação era muito grande, ela ali todas as tardes comigo a proximidade era inevitável que outro beijo rolasse, dessa vez foi ela quem falou vc não disse que não devemos??? A essa altura eu já tinha chutado o balde, como o beijo foi novamente retribuído resolvi que queria transar com aquela morena, eu não respondi nada, e fui direto apalpar seus peitinhos durinhos, os bicos denunciavam que ela estava excitada porque estavam quase rasgando a camiseta, fechei a porta da ante-sala, abri a blusa dela e chupei aqueles peitinhos pela primeira vez, ela tremia e gemia, então enfiei minha mão por dentro do seu jeans, dentro da calcinha e toquei pela primeira vez o seu grelo, comecei a masturba-la ela estava toda molhada, enquanto eu ainda masturbava senti que ela tinha já gozado.

Em seguida encostei-a na parede retirei seu jeans e a calcinha, retirei minha calça e meti meu pau no meio das suas coxas, procurando sua buceta, que logo achei, como de pé era meio dificil a penetração eu peguei em suas coxas levantei-a fazendo que ela entoscasse suas pernas em volta da minha cintura, e comecei a bombar furiosamente, com um tesão incontrolavel, meti gostoso até gozar, logo depois a coloquei em cima da minha escrivaninha deitada de pernas abertas puxei-a até mim e novamente enfiei meu pau novamente naquela buceta  gostosa me aceitando dentro dela, o cenário era meio desconfortável, mas era um cenário diferente, transar no escritório sem nenhum conforto, mas estava excitante, como já era tarde, passava mais de meia hora do horario normal que fechamos sempre, então fechamos o escritório e saimos meio que escondidos como quem tinha feito algo errado, na verdade pesava a consciência de ambos o que tinha acontecido, mas que tinha sido bom isso tinha sido.
Mas apesar de sermos casados apesar de trabalharmos juntos apesar do peso na consciencia acabamos transando mais algumas vezes no proprio escritorio, mesmo porque não poderiamos ir a um motel porque ela nunca poderia ficar alem do horario o marido desconfiaria, até que numa sexta feira a tarde por volta das 15 hs mais ou menos eu já tinha dispensado os vendedores, e não tínhamos nada o que fazer no escritório eu tinha que fazer uma visita rápida a um cliente perguntei se ela queria ir comigo, ela disse sim então peguei meu carro e fui.. quando voltávamos falei hoje vamos a um motel, ela não disse sim mas não disse não então eu fui, mas no caminho eu parei num posto na rodovia das praias perto dos motéis, quando terminei de abastecer ela falou que tava com medo porque conhecia o frentista que o frentista era amigo do marido dela que ia na mesma igreja por isso que  tava com medo.

Eu a tranquilizei e falei oras o que ele vai falar estamos abastecendo e nada demais, ela ficou mais calma, chegamos ao motel então, entramos nos beijamos mas ainda estávamos de roupa ela então me pediu licença e foi até o banheiro, esperei uns momentos quando de repente ela saiu com uma roupa , tipo baby doll de rendas, não sei de onde ela tirou aquilo, porque não tínhamos planejado nada  mas estava exuberante, ela se postou a minha frente numa pose sensual bem provocante, provavelmente ela tinha guardado na bolsa para uma ocasião dessa.

Ela se aproximou de mim, me empurrou me fazendo me deitar na cama, então ela veio por cima e começou a me beijar, a me acariciar, eu nem acreditava, pela primeira vez eu estava livre, num lugar privado, sem risco de ninguem aparecer de repente, era tudo o que eu desejava, uma mulher linda, gostosa e melhor ainda era uma mulher dominadora , ela me cobriu de lambidas e beijos, chegou até meu pau, e fez o melhor boquete da minha vida depois dela ter me dado prazer naquela sessão de carinho foi minha vez, peguei-a deitei-a e comecei a beijar-lhe tambem, da mesma forma beijei seu corpo abaixei a alça do baby doll deixando seus seios a mostra ao meu alcance, chupei-os como uma criança faminta chupa os seios da mãe, retirei sua calcinha e cai de boca naquela buceta morena, molhada melecada porque estava com muito tesão tanto quanto eu, fiz ela gozar em minha boca .

Depois foi a vez de comer aquela buceta gostosa que eu já tinha experimentado no escritorio, mas dessa vez ia saborear cada momento eu iria curtir plenamente aquele corpo, abri suas pernas posicionei o meu pau na porta, e enfiei, enfiei até o fundo, senti bater na parede do seu utero, e ela insaciavel, gemia e se mexia, abraçava-me forte e arranhava minhas costas, eu falei pra ela ir devagar com a unha porque não podiamos ficar marcados mas naquele momento quem se controla, então meu  pau entrava e saia entrava e saia, até que gozamos....

Até então nunca tinhamos feito sexo anal, perguntei se ela já tinha dado aquela bundinha pro maridão, ela respondeu que não então lhe perguntei vc nunca fez sexo anal ela novamente disse não, foi quando eu falei e pra mim vc vai dar, eu posso??? A principio ela meio que ficou receosa e falou-me, vai doer demais, eu então respondi se doer eu paro, prometo então ela ficou mais tranquila e deixou que eu tentasse entrar naquele territorio virgem ainda não desbravado,  peguyei um KY que tinha lá para os clientes lubrifiquei bem o cuzinhbo dela e tambem meu pau eu então comecei a acariciar com o dedo seu cuzinho, enfiei um pouco, deixei ela relaxar, quando ela estava relaxada então eu coloquei meu pau na porta e lentametne comecei a penetrar e tambem pra não machuca-la, o unico problema era que a cabeça do pau é a parte mais sensivel eu estava quase gozando mesmo antes de penetrar e tive que me controlar, quando senti que a cabeça tinha passado e já tinha entrado a metade mais ou menos não aguentei e enfiei o resto num so movimento, ela deu um poulo pra frente e reclamou que eu fui bruto, então aliviei, quando senti que ela já tinha se acostumado com a minha vara comecei a bombar, agarrei-a pela cintura puxei pra mim e enterrei ate o fim, eu estava nas nuvens, porque ela rebolava pra facilar a penetração, até que gozamos juntos.

Depois dessa sessão fomos tomar banho de hidromassagem, relaxados conversamos bastante, e esa foi a ultima vez que eu tranzei com ela porque depois disso na semana seguinte ela veio com o marido no escritório e pediu a conta, eu acho que ela teve uma crise de consciência eu  acho que ela contou ao marido porque ele nunca tinha vindo ao meu escritório, até hoje eu não sei o porque naquela ocasião ele foi acompanha-la, e depois disso nunca mais a vi.

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DIA CHUVOSO, CARONA DO AMIGO, ACABEI POR TRAIR O MARIDO

A PRIMEIRA VEZ DE UMA MULHER CASADA

(categoria traição  narrativa feminina)
Sou casada, hoje tenho mais de 35 anos e  trabalho como relações publicas e aconteceu comigo foi ha alguns anos com um colega de trabalho, imagine aquela pessoa que a gente se  identifica, que almoça todos os dias e acaba ficando muito amigo ? Tudo começou quando consegui um emprego em determinada empresa cujo nome não importa nesse momento, e esse colega foi o encarregado de me ensinar a função que não era dificil mas  ele era todo atencioso talvez por eu ser mulher, só que não sou tão atraente assim, sou branquela  mas  meiga, tenho um corpo bonito apesar de, não ser assim tão magra,  mas sei que sou  bastante admirada pelos homens quando passam acho que é porque sempre usava roupas muito discretas e salto, aço questão de passar uma imagem séria mesmo porque já não era nenhuma jovenzinha . E por essa imagem de mulher séria quem me olha jamais imaginaria que eu um dia seria capaz sair com outro homem que não meu marido… Na verdade, explicitamente nunca tive essa intenção e Nunca tive fantasias a esse respeito também  mas um dia acabou acontecendo com um amigo de trabalho.

Esse meu amigo o Jéferson  que trabalhava na mesma empresa na área de vendas externas, normalmente ele passava a manhã no escritório fazendo relatórios e a tarde saia visitar clientes ele fisicamente não tinha de especial,  alias era um cara pra lá de comum, nem bonito nem feio, até um pouquinho acima do peso. Como trabalhamos quase juntos ele prestava contas das suas vendas e relatórios pra mim, isso durante o tempo que trabalhamos juntos, depois ele foi transferido para outra filial, e nesse tempo desenvolvemos uma amizade gostosa sempre que podíamos saiamos pra almoçar juntos e isso era quase todos os dias, e acabamos por nos conhecer melhor desenvolvemos uma amizade legal viramos uma especie de confidentes de forma que eu sabia de suas ex namoradas e que não estava namorando naquele momento.

Eu também contava um pouco da minha vida conjugal eu acabava me abrindo pouco sobre mim principalmente porque eu não andava muito bem e na  minha relação com meu marido as vezes quando eu discutia em casa ele acabava ouvindo-me e ele era sempre gentil comigo mesmo quando eu não estava legal ou estava de TPM ou coisa do gênero. ele sempre me trazia um cafezinho, ou um bombom pra agradar-me

Então notei que ele começou a olhar-me de forma diferente, e a estar sempre mais prestativo que de costume e quando eu precisava de algo ele procurava sempre estar por perto, mas nunca se insinuou assim eu  achava que era impressão minha e que não era nada e ficava na minha, mesmo porque  eu era casada e ele sempre respeitou essa minha condição.

Apesar de ele sempre me respeitar me oferecia carona no fim do expediente, eu recusava dizendo que era meio fora de mão pra ele, mas ele respondia nem tanto, não me custa desviar a rota em uns 3 ou 4 kms. e te deixar em casa, devido a insistência dele as vezes quando eu me atrasava um pouco eu aceitava mas sempre pedia pra ele parar uns dois quarteirões antes não gostaria que alguém conhecido me visse descendo dum carro de um estranho, e assim foi sempre que eu precisava lá estava ele bem prestativo.

Conforme foi passando os meses virou quase uma rotina  pegar carona com ele só quando ele tinha algum compromisso que falhava a carona e com isso então fomos ficando cada vez mais  íntimos e confidentes a ponto de conversarmos abertamente sobre tudo, ele me contava de mulheres que ele tinha saido do que gostava o que não gostava na cama  e coisas assim,  e eu um dia acabei confidenciando que meu casamento embora tivesse um bom relacionamento com meu marido na área familiar a sexual tinha caido numa rotina e que não era a mesma coisa de quando recém casados talvez por conta dos filhos, enfim apesar das nossas conversas girar em torno desse assunto nunca o Jéferson fez alguma brincadeira ou gracinha no sentido de me cantar sempre nos respeitamos mutuamente  existia uma amizade e porque não dizer afinidade muito grande entre nós.
Numa dia que choveu a tarde toda dai eu perguntei a ele se naquele dia a carona estava de pé, ele falou claro que sim e na volta pra casa estava um transito infernal e justo naquela hora resolveu aumentar a chuva de forma que não se conseguia ver muito a frente, então  ele sugeriu que parássemos um pouco para  evitar algum acidente maior até que a chuva diminuisse ou passasse, eu falei que por mim tudo bem,  então ele saiu da rua principal e paramos numa que achamos lugar pra estacionar, os vidros todos estavam embaçados, paramos e continuamos a conversar, pois o transito estava todo parado mesmo.

Como estavamos parados ele tirou a mão do volante e virou-se pra mim enquanto conversavamos ele começou a passar a mão suavemente acariciando meu cabelo que não era muito comprido mas estava caindo na testa, ele acomodava as minhas mechas por traz da orelha e seu dedo acariciava sutilmente a minha orelha causando com isso uma sensação gostosa,

Comecei achar excitantemente perigosa aquela situação ali naqueles momentos ali sozinha com ele, só que achei que não havia perigo e que era uma forma de  carinho inocente pois eramos bons colegas e ele sempre me tratou com muito respeito e sempre foi muito gentil, que achei até  normal aquela demonstração de carinho como a chuva não parava continuamos conversando, nisso ele calou-se e silenciosamente  passava a mão em minha nuca por baixo dos cabelos fazendo uma leve pressão muito gostosa por sinal,  ao mesmo tempo que me incomodava o fato de eu estar gostando da caricia de outro homem.

Então pela primeira vez desde que nos conhecemos ele falou baixinho quase sussurando, Claudinha vc sabia que é uma mulher muito atraente e de uma beleza singular ..m e mcompletou seu  meu marido tem muita sorte em ter voce como mulher como eu o invejo, ... meus pensamentos ficaram desconcertados na hora e comecei a ter uma  estranha, sensação de excitação com  aquele elogio que  me despertou na hora, não exatamente por ele mas pelo pensamento da possibilidade de ter  outro homem que nao meu marido tão proximo de mim com suas mãos me tocando e me desejando.

Depois desse elogio ele  abraçou-me e puxou-me um pouco mais para perto de si  fazendo minha cabeça apoiar em seu peito e seus braços envolveram-me num abraço gostoso eu não me reconheci porque naquele momento  não sei porque eu não ofereci nenhuma resistencia então ele aproximou-se e com  seus labios beijou meu pescoço suavemente, e eu me arrepiei na hora, e é claro que ele tambem percebeu e aproveitou da situação pra beijar meus labios tambem, naquele momento ali, naquela situação só nós dois no carro, a chuva ainda caía fina la fora, na verdade fiquei sem ação não sabia o que fazer, fiquei surpresa mas acabei cedendo aos encantos daquele beijo, nossos labios colaram-se não mais que uns 5  segundos mas parecia uma eternidade pra mim.
percebendo a situação eu me afastei, ficamos os dois meio que sem jeito, eu mais que ele e a chuva continuava lá fora não tinha niguem transitando na rua a pé, só de carro mas todos os carros estavam muito embaçados ninguem conseguia ver dentro de outro carro nem que quizesse, ficamos em silencio por alguns momentos a chuva continuava estavamos anonimos ali, e esse anonimato aparente de repente favoreceu pra que outros beijos acontecessem, ele continuava com sua mão em meu cabelo e as caricias em minha nuca, tentei tirar sua mão dali mas ele foi insitente e puxou-me novamente pra si, dessa vez beijou-me de lingua eu acabei retribuindo e  acabamos nos beijando ardentemente, aquela situação ali era muito excitante de repente eu já não era mais nenhuma adolescente mas estava me sentindo como uma quando o namorado lhe beija pela primeira vez, estavamos nós dois namorando gostosamente naquele momento

. Entre um beijo e outro estavamos em transe, ele colocou a mão por baixo da minha blusa e tocou minha pele, acariciava minhas costas e habilmente soltou os fechos do soutiem e começou a acariciar meus seios (que ja estavam duros ) eu comecei a gemer baixinho, a falar no ouvido dele que estavamos loucos que deviamos parar,mas ele me beijava com mais impeto, estava deliciosamente excitante aqueles momentos ficamos ali uns 15 minutos nessas caricias, até que ele pegou minha mão direita e colocou sobre seu membro sob a calça, então eu retribui as caricias que ele fazia em meus seios eu apertava seu membro sob as calças e o segurei  comecei a massagear por cima da calça, então ele sussurou Claudinha eu te desejo como nenhum homem jamais a desejou, quero fazer amor com voce vamos a um motel!!! ...Foi quando caiu a ficha e tomei a decisão de parar antes que fossemos  alem porue no fundo eu tambem estava excitadissima.

Falei pra ele que estava tarde que me levasse logo senão ia chegar muito tarde em casa, que provavelmente o marido e os filhos já estavam me esperando etc e tal arranjei todas as desculpas possiveis e ele como um cavalheiro pediu desculpas pela ousadia....eu já esperava essa atitude dele pela nossa amizade, ele novamente falou que o  desculpe e completou....é que alem da nossa amizade vc é uma mulher muito atraente, e eu não me controlei me perdoa, e não disse mais nada, após o que e continuamos o resto do trajeto quase calados e até ficamos alguns dias sem nos falar-mos.



Quando cheguei em casa meu marido já tinha chegado perguntou porque eu atrasei-me respondi que era por causa da chuva e do transito, e a conversa ficou por ai mesmo então  tomei um banho porque confesso que minha calcinha tinha ficado manchada com meus liquidos devido ao acontecido naquele final de tarde o resto da noite foi normal  como outras tantas apenas eu e meus pensamentos não estava muito tranquila parecia que todos que me olhava desconfiava de algo... coisa da minha cabeça... fiquei pensando naquela cena que apesar de ser proibida pra mim tinha me excitado e eu tinha gostado de ter sido desejada por outro homem... aquela  experiencia do beijo e dos amassos no carro foi inesquecivel  era coisa pra se guardar na memoria junto com as lembranças mais gostosas, e eu toda acesa  ao me deitar procurei meu marido  e imagiava que aquela noite a gente faria amor feito animais, pelo menos eu estava no clima pra isso e transamos ... mais foi mais uma daquelas nossas rapidinhas rotineiras e  foi habituais  sem que as estrelas brilhassem mais forte sem aquele brilho que eu tinha visto com apenas um beijo, sinceramente naquela noite eu fiquei meio que decepcionada com meu marido, eu toda acesa querendo que meu marido tomasse a iniciativa e fizesse pelo menos alguns daqueles carinhos que eu tinha recebido naquela tarde e por mais que eu me esforçasse em caricias e tentasse algo novo meu marido gozou acbou adormecendo.. e eu estava ainda excitada, tanto que disfarcei fui ao banheiro e me masturbei pensando nele

Depois disso passei algum tempo o evitando o Jeferson ate que um dia ele me mandou um e-mail   novamente se desculpando dizendo que eramos adultos e o que tinha acontecido era consequencia de que estavamos tão proximos um do outro e foi natural essa atração coisa e tal,alem  da amizade que nos unia e que ele não queria que continuassemos com o silencio, e nesse e-mail ele me propôs que almoçassemos juntos quebrarmos aquele silencio e  pra selarmos a amizade  eu respondi o e-mail que concordava com ele e que poderiamos almoçar no dia seguinte já que para o dia eu já tinha compromisso para o horario, então  naquela tarde ele aproximou-se de minha mesa e trouxe-me um cafezinho como ele fazia antes pra quebrar o gelo.

A partir desse dia voltamos a almoçar juntos como antes afinal eramos adultos só estavamos nos evitando por força da situação que tinha acontecido pra não estragar a amizade entre nós, dai por diante começamos a conversar de novo, e tudo voltou ao normal, numa dessas caronas de nossas voltas pra casa desabafei que tinha discutido com o marido, eram coisas banais mas que estava ficando constante essas nossas discussões isso tava me desgastando.

Jeferson como sempre um bom ouvinte me confortava e como noutro dia  novamente colocou a mão na minha nuca me fazendo uma massagenzinha e disse, relaxa o que voce precisa é ignorar a vida e seguir  em frente e sempre me animava, ele me deixou no lugar de sempre nos despedimos e ao inves do tradicional beijo no rosto como sempre ele na hora do beijo virou seu rosto e beijou meus labios de leve disse essa é bitoca pra vc se acalmar, eu ri e como era só uma bitoca e nos despedimos.

A semana transcorreu normalmente quando chegou a sexta feira eu iria trabalhar so a parte da manhã porque na parte da tarde eu pedi dispensa para resolver alguns assuntos particulares meus, como eu era uma funcionária exemplar e eu tinha algumas regalias, entre elas de sair durante o expediente quando precisasse de resolver assuntos da empresa ou mesmo pessoal meu, não tinha que dar muitas satisfações a ninguem.

Na manhã seguinte ele me mandou um recadinho pelo MSN,
-e dai tudo bem com voce,
-respondi que sim,
- e dai acertou-se com seu marido,
-eu respondi mais ou menos,
- vamos almoçar juntos hoje, quro te fazer uma surpresa
-  claro pode ser no lugar de sempre?
-  Eu escolho o lugar, faz parte da surpresa??
-  Falei surpresa é??? E qual é a surpresa?
-  Se eu falar deixa de ser surpresa.... então vamos?
-  Sim vamos, será que vou gostar da surpresa?
   como chegou gente perto da minha mesa a conversa foi interrompida
Na hora do almoço quando saimos e ao invez de irmos nos restaurantes por perto da empresa que estavamos acostumados a ir, ele pegou o carro e começou a se afastar bastante de onde estavamnos e eu perguntei, onde vamos, ele disse não falei que seria uma surpresa, hoje quero te levar pra almoçar era em uma churrascaria e as churrascarias eram bem mais longe e durante o trajeto ele colocou a mão sobre minha coxa e começou a acariciar de leve, logo fiquei inquieta porque veio em minha mente de novo aquela sensaçao vivida ha uns dias atras e fiquei apavorada só com a ideia, mas durante o trajeto não passou disso finalmente chegamos a churrascaria e almoçamos tranquilamente  conversando sobre tudo como sempre fizemos, falei pra ele que não trabalharia a tarde porque tinha alguns assuntos a resolver.
Talvez por ele saber que eu não iria pro escritorio na volta notei que ele tomou um caminho alternativo, e depois de algum tempo ele puxou o assunto sobre aquele dia começou a perguntar sobre o que eu senti naquele dia, se eu havia gostado, e eu respondi que foi uma experiencia nova que de certa forma gostei, porem não iria se repetir .. ele ficou calado, continuou dirigindo devagar até que  subtamente parou o carro,  olhou pra mim sem cerimonias pediu que o beijasse pela ultima vez, na verdade quase implorando eu disse que não, que eu era casada e a vez anterior já tinha sido um erro, então ele disse que era  pra ele ter uma lembrança gostosa de mim e prometeu que seria nosso segredo porque depois ele nunca mais  falaria mais no assunto.

Eu recusei varias vezes mas por sua insistencia acabei por ceder e ainda complementei que seria apenas um beijo mas no meu intimo correndo o risco e sabendo que poderia se repetir tudo então ele ele se aproximou delicadamente colocou a mão sob minha nuca e me puxou para si novamente e beijou só que eu relutei em retribuir apenas colei os labios e me deixei beijar... ele sussurou mas que beijo mais sem emoção mais mecanico gostaria de um beijo como na ultima vez ... , já que vai ser pra ficar na  lembrança,  fechei os olhos sem dizer nada ele entendeu como um sim  no que  ele colou novamente os labios entre os meus e dessa vez e sua lingua invadiu minha boca messe momento eu num misto de consciencia pesada e excitação, acabamos por trocar  um beijo intenso, depois tentei me desvencilhar mas ele segurando em minha nuca se recusava a terminar aquele beijo, lembrando da vez anterior que nos beijamos e eu gostei, a partir dai eu tambem não fiz muito esforço pra me desvencilhar e   os beijos foram ficando ainda mais intensos só que dessa vez ele foi mais moderado não tocou meu corpo nem meus seios com suas mãos, mesmo porque era de dia..

Apesar de eu estar excitada em meus pensamentos inocentes eu estava era gostando daquela  situação e daquela sacanagem quase colegial foi então que  falei pra ele que parasse porque que minha roupa estava amassando que a tarde eu ainda tinha que trabalhar então pra minha surpresa ele falou que tinhamos uma hora e meia ainda antes do expediente da tarde e que poderiamos ir  a um lugar mais reservado e era  perigoso ficar ali na rua, etc. 
Eu falei é melhor irmos embora me leva até o shoping preciso fazer umas compras, ele falou eu preferiria te levar a um motel, na hora minhas pernas tremeu, meu coração disparou relutei disse instintivamente disse não, mas ele insistiu e completou que eramos adultos e principalmente amigos e nada aconteceria se eu  não  quisesse e por  semos ambos casados era mais seguro e ficariamos mais tranquilos num lugar reservado…não falei nada na hora, e por ser tao meu amigo que eu nao me imaginava transando com ele, falei me leva pro shoping não insista foi só um beijo e  seria ultima vez e depois esqueceríamos que eramos apenas amigos,  ele respondeu tá certo mas  temos a tarde toda pra que tanta pressa tá com medo de mim?

Fiquei quieta  eu não conseguia falar nada ele colocou o carro em movimento pensei que ele ia me deixar onde pedi notei que tomou um caminho diferente, quando dei por mim estavamos na portaria do Motel, quando  chegamos no motel, fiquei encabulada pela 

situação eu quis desistir até peguei no volante do carro ele olhou pra mim e disse deixe de ser  boba, é muito  pior fazer escândalo aqui na frente vai que alguém veja, melhor a gente entrar logo e  lá dentro resolvemos o que fazer,  fiquei quieta bixei a cabeça pensei comigo posso entrar mas não vou dar pra ele ele foi muito insolente , então  ele pegou a chave e entramos, eu estava numa situação delicada, ali no motel com um homem que não era meu marido eu estava com certa raiva dele por essa atitude, então entramos  sentamos na cama eu estava repreeenendo ele pela atitude que ele tinha tomado, conversamos por varios minutos eu tremia de medo e fiquei imaginando que a qualquer momento ele iria tomar a iniciativava e então o que eu faria,, não demorou muito ele me abraçou me deitou na cama contra minha vontade e não falou nada tentou me beijar novamente eu estava nervosa desviava a boca então ele começou a apalpar meus seios e falava em meu ouvido, ñão adianta resistir sei que voce tambem quer, hoje não vou sair daqui sem ter voce, e as caricias dele foram esquentando tentou enfiar  a mão por baixo da minha roupa  da minha calcinha e tocar-me.....  o ambiente já era outro então ele foi  carinhosamente  abrindo os botões e abriu minha blusa, passava mão pelo meu corpo suavemente elogiava minha pele dizia que era bem macia e gostosa de ser acariciada, novamente  colocou a mão embaixo da minha saia enfiou a mão por dentro da minha calcinha e percebeu que eu ja estava toda molhada, nesse momento eu já tinha entregado os pontos e  falei pra ele que minha blusa estava amassando que eu tinha que ir ao shoping depois, então ele gentilmente comecou a tirar a minha blusa,  e a beijar meu pescoço, e eu a esta altura ja estava toda entregue a aquele homem.

Depois de tirar  blusa, meu sutiã e começou  lamber-me por inteiro,  começou pelos bicos dos meus seios passava a lingua por volta dos bicos na aureola, lambia eles debaixo acima de uma maneira delicada que só aumentava minha excitação, eu tentava falar-lhe  a todo momento que nao passariamos daquilo, mas ele continuava nas caricias cada vez mais ousadas e eu baixava as resistencias


       cada vez que eu resistia ele acariciava-me com a lingua chupando meus seios de uma maneira tao maravilhosa que eu tremia de tesão, até que ele retirou a minha saia fiquei só de calcinhas e soutiem até que ele  retirou minha calcinha tambem nem ofereci resistencia e começou a lamber minha virilha depois meu clitoris de uma maneira que eu saí da orbita que eu nem vi que ele já  tinha tirado a calça e a cueca tambem, já não adiantava mais tentar resistir  eu já estava totalmente entregue aquele homem que não era meu marido. Eu ficava maluca principalmente quando ele chupava meu clitoris e ja tinha gozado, mas eu achava que ele ainda estava vestido que eu nem vi que ele tinha tirado a calça e a cueca tambem, não adiantava mais protestar eu já estava totalmente entregue. principalmente, ele me proporcionava um prazer como jamais eu tinha experimentado, e eu imaginava que em poucos momentos ele estaria dentro de mim, era um misto de excitação e medo, mas ali nós dois não tinha mais volta, nem ele pararia nem eu queria que parasse.
Ele começou novamente com sua lingua quente e veio vindo pra cima de mim, me lambendo da virilha até o meu pescoço e se  e habilmente posicionou-se  em cima de mim de forma tal que meus  pés ficassem sobre seus ombros e eu ficasse na posiçao de frango assado nessa posição eu toda encolhida como uma contorcionista  ele começou a chupar meu pescoço eu senti o seu membro encostando  e entrando na minha gruta, eu tomei um susto, instintivamente tentei recuar, mas ja era tarde, ele me segurou pelos ombros, chupou meu pescoço, e comecou a me penetrar vigarosamente, deliciosamente, eu sentia cada centimetro membro até então desconhecido entrar todo dentro de mim, sentia cada estocada então finalmente me entreguei totalmente e  comecei a gemerde prazer, claro que não demorou muito pra eu gozar.

Na minha cabeça só o fato de estar sendo penetrada por outro homem era o afrodisiaco que eu precisava e  era como eu estivesse delirando num sonho daqueles que a gente não quer acordar. Minha excitação era tamanha, a adrenalina aflorava em mim pela situação proibida tanto que quando dei por mim que estava realmente transando e  não era sonho, como não havia volta e eu nao podia fazer mais nada só me restou aproveitar da situação e me entregar interia para aquele homem proibido,
comecei a apertar a bunda dele, fazendo que eu comandasse os movimentos da penetração. Logo invertemos de posiçao e pude ver aquele membro pela primeira vez… peguei-a com muito carinho e fui sentando em cima dela até sentir seus pentelhos roçando na minha bunda, comecei a rebolar, ir pra frente e pra tras até ver a cara de satisfaçao dele.

Então ele me colocou de quatro e comecou a meter vigorosamente na minha gruta, e eu ja estava gozando de novo, ele me segurava pela cintura enquanto enfiava aquele membro gostoso , quando ele estava para gozar ele perguntou se podia gozar dentro de mim e falei que pra não corrermos risco de eu ficar gravida melhor não então  ele tirou pra fora e gozou na minha bunda, onde pude sentir seu liquido quente escorrendo em mim. Nos recompomos, e eu ja estava totalmente descontraida, quando fomos tomar banho de banheira, ficamos nos tocando e eu pude brincar com aquele membro que me deu tanto tesao a minutos atras, ele sentou na bera da banheira e eu fiquei dentro d’aqua apoiada no meio de sua pernas olhando para aquele membro já apontada na minha direçao, ele pediu pra eu chupa-lo então comecei a chupar, passava a lingua desde as bolas a cabeça daquela  circulando sua glande, quando percebi que ele poderia estar pra gozar novamente eu parei e sugeri que voltassemos pra cama, mas ele falou agora é sua vez.

         Ele  começou a lamber minha boceta, passando a lingua no meu cuzinho, eu me contorcia toda e logo senti aquela rola deliciosa na minha gruta  novamente… quando eu estava praticamente gozando de novo, ele perguntou se eu ja tinha feito sexo anal, eu disse já tinha tentado mas nao gostava por isso nunca tinha permitido meu marido ir fundo  entao ele falou que eu iria me surpreender meio acabrunhada deixei ele tomar conta da situação, logo senti que ele pegou um gel que tinha ali a disposição pra essa pratica ele lubrificou bem até que senti uma pressão no meu cuzinho e ele se abrindo para receber aquele intruso bem devagar e com jeitinho …  que eu eu nao sentindo dor apenas uma dor bem suave quando passou o anel anal dei um pulo pra frente com a dor que causou mas dai pra frente ele foi com muito cuidado  pelo contrario, me senti completa sendo possuida por aquele homem, ele fazia movimentos leves, me fazendo ter um gozo anal coisa que eu hamais imaginei fozar assim um dia  Eu nunca havia sentido isso. Derrepente ele começou a urrar de prazer tambem e eu senti aquele gozo quente dentro do meu traseiro confesso foi uma experiencia inesquecivel.

Depois de tudo tomamos banho, nos arrumamos e fomos tratar dos nossos assuntos já que a tarde tinha ficado curta, depois disso no trabalho agiamos  como se nada tivesse acontecido. Depois disso claro que acabamos saimos mais agumas vezes até ele ser transferido para outra filial. Meu marido nunca soube de nada e até hoje, e  vivo muito bem com ele, e de vez em quando quando transamos fico me lembrando dessa aventura gostosa e por que nao, segura.  A primeira transa a gente nunca esquece seja ela boa ou ruim.... e se foi boa então fica na mente e recordar é muito bom.

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TRANSEI COM O MEU PROPRIO FILHO, ACONTECEU

         
Tenho lido relatos eroticos variados, e o que aconteceu comigo resolvi relatar tambem, claro não vou citar nomes reais nem a minha cidade de repente alguem pode ler e ligar os fatos a mim, então por questão de sigilo prefiro omitir, e depois de ler varios contos de incestos criei coragem pra escrever o meu relato.

Sou uma mulher de 42 ainda muito bonita segundo me dizem os que me elogiam, casei-me bem jovem tinha apenas 17 anos porque engravidei do meu namorado que veio a ser meu marido e tive um filho, unico eu e meu marido não tivemos mais filhos porque já desde casados de novo não tivemos uma convivencia muito harmoniosa, tanto  que vivemos 8 anos juntos e nos separamos, eu já tinha 25 anos e meu filho 8, depois de alguns tempo que separei-me me casei novamente com meu atual marido, porem cerca de uns 5 anos atraz ele arranjou um serviço do qual precisa viajar quase que direto, eu sempre digo que sou viuva de marido vivo, é meu filho que me faz companhia na ausência dele

Sempre criei meu filho de uma forma liberal, quando pequeno ele e eu tomávamos banho juntos, isso ele até certa idade até que ele se tornou um adolescente, por isso já não acontecia banhos juntos os dois nús, mas mesmo assim acostumamos com liberdade onde as vezes eu circulava  a vontade só de calcinha e soutiem pela casa antes ou após um banho e as vezes também eu ajudava a esfrega-lo quando ele ainda era mais novo,  eu ficava nesses trajes porque normalmente depois que eu me molhava eu ia tomar banho também  e devido a essa intimidade natural de família  em casa não tínhamos muitos  pudores eu falava de sexo abertamente com ele na maioria das vezes para orienta-lo, quando eu ia rocar de roupa por exemplo, eu andava de camisão e calcinha na frente dele, outras vezes só de calcinha e soutiem, mas não ficava mais nua porque ele tinha crescido, já estava com 14 anos apesar de eu ser mãe.... ele já estava na puberdade é claro que eu tinha de me preservar mais, mas andar em trajes íntimos eu não via nada demais porque sempe andei assim pela casa.

Uma vez quando ele tinha 16 anos peguei ele com uma namoradinha transando na minha cama, dei meia volta e fui pra cozinha deixei os dois lá, logo em seguida ele veio a mim todo sem jeito, então eu lhe falei que ficasse tranquilo que era normal, mais tarde eu em conversa com ele falei que ele se cuidasse que  deveriam usar camisinha, tanto pra prevenir de doenças como de uma gravidez indesejada da garota etc e tal.. e dei alguns conselhos pra ele mas não interferi..

Ele cresceu nesse ambiente e já tinha se tornado um homem,  mas pra mim era sempre meu menino, ele já tinha 18 anos e eu 37, as vezes conversava sobre as namoradinhas dele, eu insinuava que ele sendo um rapaz bonito deveria ter muitas meninas interessadas, e ainda brinquei meu garanhãozinho deve pegar todas, foi então que ele respondeu... namoradinhas.. eu prefiro mulheres mais velhas e experientes, faz um breve silencio e completou... mulheres  como você por exemplo, eu me surpreendi com essa declaração, deduzi que ele se referia a outras mulheres e não a mim mas não entrei em detalhes.

Só depois dessa declaração dele passei a notar que quando eu estava em trajes menores ele me olhava como  homem e não de filho, mas mesmo assim eu achava que era impressão minha, um dia quando eu sai do banho e fui pro meu quarto só com a toalha enrolada nem fechei a porta como de costume,  soltei a toalha no chão eu estava nua quando vi que ele estava a porta em pé me observando, apesar de quando ele era pequeno tomávamos banhos nus juntos mas agora fiquei sem jeito,, peguei a toalha enrolei-me de novo, foi quando ele comentou nossa mãe que corpão você tem....  não sei porque você se cobriu, já vi seu corpo tantas vezes que por sinal é muito bonito, agora é minha vez e dizer que deve ter homens babando pela gostosa  minha mãe, eu mesmo se não fosse filho provavelmente  eu já teria te pegado e a gente teria ficado..., essas palavras mexeram comigo mas interpretei como elogio, jamais eu imaginaria que meu filho me desejava como mulher, meio sem jeito eu coloquei a roupa e depois fomos jantar.

Depois desse episódio passou algum tempo, quando eu fui fazer compra num hiper-mercado, era verão e eu estava vestida com um vestido de verão bem leve que realçava meu corpo, foi quando vi um garoto de uns 18 anos mais ou menos, fazendo compras  sozinho, acho que ele tinha  praticamente da idade do meu filho, alias até o porte físico era semelhante comecei a observa-lo mais atentamente, ele percebeu que eu o olhava mas disfarcei e continuei a minha compra, mas notei que ele me deu uma secada de cima abaixo, como eu já estava com o carrinho cheio me dirigi ao caixa... me distrai colocando as compras pra passar, quando percebi eis que ele estava na mesma fila atras de mim  agora era a vez dele me olhar , fiquei desconcertada, orque quando eu baixava pra pegar as compras no fundo do carrinho, a parte traseira do meu vestido levantava deixando boa parte as minhas coxas a mostra, e ele disfarçadamente não perdeu tempo, depois que passei as compras comecei pegar as sacolas todas pra ir até o carro, foi então que ele já tinha passado a compra dele também que era dois ou três itens, tipo chocolate salgadinhos... como eu estava cheia de sacolas ele se ofereceu pra me ajudar a levar até  o carro, eu disse que não precisava coisa e tal mas ele insistiu em ajudar  e eu acabei aceitando a sua ajuda.

Chegando ao carro agradeci e perguntei pra onde ele ia, quando ele falou  o lugar como era para o mesmo lado que eu iria o minimo que eu podia fazer era oferecer uma carona eu ofereci carona ele prontamente aceitou chegando ao meu condomínio falei pra ele que morava ali, ele disse que não morava longe, que ficaria ali mesmo, então entrei, novamente ele se ofereceu para ajudar a levar minhas sacolas até meu apto, até ali eu não vi nada demais aceitei, mesmo porque ele já tinha me ajudado no mercado, era normal e eu precisava mesmo quando cheguei ao meu apto, como agradecimento ofereci-lhe um cafezinho, ele aceitou e notei que ele não tirava os olhos de mim, percebi que ele me comia com os olhos, e aquela situação mexeu com meu libido, me lembrei que meu filho tinha falado alguns dias antes elogiando meu corpo, fiquei envaidecida por estar sendo desejada por um garoto que poderia até ser meu filho.
trouxe-lhe um cafezinho e assentei no sofá na frente dele, quando cruzei minhas pernas percebi que seus olhos brilharam ao ver minhas coxas parcialmente, notei que um volume se destacava na sua calça imediatamente passou em minha cabeça uma sensação de ser desejada, excitei-me, molhei minhas calcinhas só de pensar, era uma situação inusitada, proibida afinal ele poderia ser meu filho,  conversamos um pouco quando ele me perguntou do meu marido então lhe disse que o trabalho dele exigia que viajasse bastante e ficava semana toda fora as vezes mais de uma semana e que vivia praticamente sozinha com meu filho, perguntou então onde estava meu filho, respondi que tambem estava trabalhando e só voltaria mais tarde, acho que depois dessas informações algo passou pela cabeça dele, então estamos só nós dois sozinhos aqui?? Respondi que sim, e percebi que ele mudou o semblante deu uma risadinha marota  e foi mais ousado e disse, voce sendo uma mulher bonita não tem receio de estando sozinha  receber  um cara estranho no seu apto? Percebi que ele estava me cantando, ele estava ali vendo a oportunidade de uma transa comigo, desconversei e dei uma risada e disse, acho que não tem problema, sei me cuida, alem do que meu faro me diz que vc é uma boa pessoa, e não corro riscos... ou será que corro?

Eu ainda sentada ele falou, já lhe disseram que vc alem de bonita é muito gostosa !!
Isso me envaideceu mas e eu cortei a conversa  por ali, e falei  está na hora de vc ir?
Ele então se levantou e eu levantei-me também dirigimos até a porta, estávamos nos despedindo quando ele aproximou-se de mim pra dar um beijinho na face de despedida, eu inclinei-me pra ele e ele beijou minha face, quando eu achei que era só isso, e num movimento inesperado ele segurou minha cabeça  e beijou minha boca, senti as pernas bambas, fiquei sem ação, ms aquela situação mexeu comigo, acabei deixando rolar, eu estava beijando um rapaz da idade do meu filho de quem eu nem sabia o nome porque não tinha perguntado nem ele sabia o meu, ele empurrou-me pra dentro novamente e fechou a porta, quando afastamos nossa boca eu falei pra ele que não podia, que ele deveria ir embora, mas disse-me, vc não gostou? Eu não respondi, fiquei calada  como quem cala consente ele tomou a iniciativa, abraçou-me e beijou-me de novo, dessa vez a carne falou mais forte e me entreguei, logo nossas línguas que já estavam uma dentro da boca do outro brigando entre si, em pouco tempo ele já
estava tirando meu vestido e eu ali passiva deixando acontecer, eu não me reconhecia estava submissa mesmo porque meu marido estava viajando fazia duas semanas eu estava sem transar nesse tempo todo e estava acesa porque aquele garoto estava mexendo com meu libido, eu sabia que ele queria me comer e que naquele momento eu á estava acesa e não queria voltar atras, e eu ia experimentar um pinto novo, jovem cheio de tesão a minha disposição eu estava louca de tesão, quando ele tirou meu vestido fiquei só de calcinha porque já estava sem soutiem, logo estava sem calcinha também porque ele tirou com uma certa violência quase rasgou ela, eu estava ali passiva a espera daquele macho pra entrar dentro de mim, abraçados e beijando ele me deitou no tapete da sala que era bem felpudo, abaixou sua calça até o joelho e posicionou no meio das minhas pernas e como é natural nessa idade não teve preliminares, ele socou toda aquela vara dentro de mim enquanto me abraçava forte ele metia num movimento forte de vai e vem aquele pau gostoso enfiando na minha xana toda  encharcada que não oferecia resistência  e apesar da brutalidade e da falta de experiencia dele foi muito bom, eu gozei só pelo fato de ter um pau diferente de um garoto que eu nem sabia seu nome enfiado na minha buceta, minha adrenalina foi a mil depois mudei de posição em vez de papai e mamãe fiquei de 4 e falei-lhe para que ele me comesse assim, mesmo porque eu adorava um anal ele socou aquela vara em meu traseiro em movimentos continos de vai e vem, eu já tinha gozado duas vezes ainda estávamos transando
quando  de repente abriu a porta, eis que meu filho entra e pega-nos pelados e ele encaixado em mim com o pau enterrado  na minha bunda, não é preciso nem dizer a vergonha que eu passei, o garoto se vestiu rapidamente e saiu, nunca mais o vi, e eu nem tinha como explicar minha atitude, então nem falei nada,  me cobri com as roupas e fui para o banheiro fechei a porta e tomei um banho, só pensando no que eu diria pra ele devido aquela situação.

Após o banho dirigi ao meu quarto, coloquei a calcinha e o roupão por cima e fiquei deitada na cama olhando fixamente pra cima porque ainda não tinha coragem de encarar meu filho de novo, foi quando ele entrou em meu quarto, e eu instintivamente comecei a me explicar que foi um momento de fraqueza, ele então assentou-se ao meu lado e disse, pode ficar tranquila mamãe seu segredo fica entre a gente, não vou contar nada para o Dinho (Dinho era meu atual marido), dizendo isso ele abriu meu roupão e passava a mão pelo meu corpo por baixo num movimento sutil, mesmo assim eu continuava tentar explicar, pelo que meu filho me falou, para mãe, você é uma mulher jovem, tem um corpo muito bonito, todo homem que te vê te deseja tenho certeza disso, até eu que sou filho já toquei umas punhetas em sua homenagem... quando ele disse isso fiquei sem chão, não sabia onde enfiar a cara, fiquei mais surpresa ainda quando ele começou a alisar meus seios e brincar com os biquinhos, tentei tirar sua mão dali mas ele insistiu naquelas caricias, começou a alisar minha barriga e logo começou a brincar com meus pelos pubianos, percebi onde ele queria chegar e vi que não ia dar certo aquilo não ia prestar.

Notei que ele estava de pau duro, eu falei... filho... melhor me deixar sozinha, mas ele foi incisivo e falou, seu segredo está guardado mas não vou sair (senti uma chantagem),e completou,  ver você transando com aquele carinha quando entrei me deu o maior tesão, e falando assim enfiou a mão dentro da minha calcinha essa situação era constrangedora porque ele era meu filho mas ao mesmo tempo excitante, eu poderia ter dito não e arcar com as consequências mesmo se ele resolvesse contar ao meu marido  mas acho que fui covarde naquele momento e  que quando ele começou a masturbar-me eu pela excitação do momento fiquei melecada e ele percebeu e falou eu sabia que você alem de mãe é a maior gata e uma mulher fogosa, e por isso eu quero transar com você e falando isso tirou minha calcinha, novamente eu estava numa situação difícil meu próprio filho queria me comer, do mesmo jeito que o outro garoto tinha me comido e confesso que isso me deixou excitada, porque depois de anos de casada sem nunca ter traído nenhum dos meus dois  maridos, nem sai com outro homem quando me separei do pai dele e casei com o Dinho,  eu ia pela primeira vez sentir duas picas diferentes que não era a do meu marido, apesar de uma delas ser do meu filho isso era imoral, mas não tive coragem de reagir, não sei se pelo medo ou pela excitação.

Meu filho então abriu minhas pernas e se posicionou, mesmo porque eu estava ali passiva sem ação sendo chantageada e comida contra minha vontade mas era um sacrifício necessário pra manter o meu casamento, eu só não entendia porque meu filho um garoto que teve varias namoradas e transado com todas, porque ele queria transar comigo também que era sua mãe, apesar de na minha mente eu achar errado deixei acontecer, foi então que ele beijando meu pescoço e chupando meus seios falava, mamãe, sempre que a via só de calcinha andando pela casa ficava imaginando o Dinho te comendo toda a noite e eu tocando punheta cada vez que ouvia seus gemidos, mas hoje não vou precisar tocar punheta, e falando isso meteu a sua rola na minha buceta só então eu percebi o tamanho da vara do meu filho, era bem maior e mais grossa que a do meu marido e maior que a do garoto o qual eu tinha transado a pouco, chegou até a incomodar um pouco, mas logo se ajeitou na minha xana e começou a bombar freneticamente.

Confesso que a minha adrenalina estava muito alta, ao mesmo tempo que eu estava fazendo o proibido, quebrando o tabu eu estava gostando, ele bombava forte com toda a virilidade dos seus 18 anos e eu uma mulher no auge dos seus  37 anos esqueci que era meu filho e acabei curtindo o homem, não demorou muito eu gozei e ele gozou também enchendo-me com seu esperma que chegou a escorrer pelas coxas, quando pensei que tinha acabado ele falou-me, que queria me comer de quatro, queria comer meu cuzinho como ele tinha visto aquele rapaz comendo-me  quando chegou, falei que o membro dele era muito grande e grosso e eu não aguentaria, mas ele insistiu que queria que era tarado por um sexo anal etc e tal ...  então eu mesmo protestanto me coloquei de 4, ele posicionou seu pau na minha
bunda, tentou me penetrar mas  eu dei um urro e cai pra frente na cama e falei pra ele que o pau dele era grosso demais que tava doendo, falei pra ele parar que ele já tinha gozado na frente,  mas ele foi insistente então pedi pra ele passar um gel que eu tinha na gaveta e eu ia tentar mas se doesse ele teria que parar...ele concordou lubrificou bem, enfiou um dedo até que  se posicionou novamente eu até ajudei pra encaixar melhor, ele forçou a cabeça contra a portinha do meu cuzinho e deu uma forçada quando entrou a cabeça doeu pra caramba pensei em desistir mas ele tava agarrado na minha cintura e não me deu chance dessa vez de tirar da reta, então pedi pra ele ir devagar, ele aliviou a pressão falei pra ele que deixasse que eu tentasse me acomodar, e fui fazendo leve pressão até que eu senti que tinha entrado a metade, comecei a rebolar no pau dele e isso o levou a loucura, até que ele perdeu o controle e enfiou tudo duma vez, eu vi estrelas naquele momento, estava sendo enrabada pelo bem dotado do meu filho, mas não tinha como voltar atras, então senti que ele começou a bombar, apesar da dor logo me acostumei com a grossura do volume do pau dele até que ele gozou, mas dessa vez eu não gozei, a dor era maior.

Depois dessa experiencia como o padastro dele viajava sempre ele passou a dormir na minha cama de vez em quando, alias sempre que ele queria aliviar sua tensão, ou seja transar comigo, e essa pratica passou a ser rotineira entre eu e ele, já achávamos normal, sem culpas ou remorsos de estarmos praticando o incesto segundo as leis da sociedade, ensinei ele como deveria tratar uma mulher, como agir nas preliminares, ensinei-lhe como chupar uma mulher, e nas nossas transas eu sempre chupava ele e ele adorava.

sábado, 7 de março de 2015

COROA FOGOSA

Sempre morei em São Paulo e sempre gostei de moto.  Com o crescimento da cidade o transito ficou caótico e a moto é a melhor opção para locomoção, e nos tras o sentimento de liberdade e proporciona algumas aventuras...

Tenho 46 anos e esse episódio aconteceu em Abril de 2013, tive que sair do meu roteiro habitual para entregar um documento de um cliente no bairro de Moema, então utilizei a Av. Bandeirantes, oito da manhã e o transito como sempre caotico e engarrafado, eu de moto costurando pelo corredor volta e meia dá pra perceber as pernas de fora dentro do carro e lógico, sempre procuro observar atentamente.

Neste dia o transito estava terrivel e costurava lentamente e observei na esquerda um Ecosport preto, vidros abertos e dentro uma ruiva com um micro-vestido e pernas lindas .  Não pude parar de imediato pois haviam alguns motoboys atras, mas mudei de faixa e deixei o Ecosport passar e no farol parei do lado... olhei descaradamente e falei :" Que visual lindo hein! Ganhei o dia!". 
Ela abriu um sorriso imenso e agradeceu, o semaforo abriu e ela seguiu e fui atrás, no proximo semaforo na maior cara de pau disse que ela era linda e se seria possível um café.  Ela negou dizendo estar atrasada, antes do semaforo abrir novamente saquei um cartão de visitas e joguei no banco do carona e pedi que me ligasse, Fiquei apreensivo, pois se ela decidisse ligar a noite eu estaria com a esposa.. mas quando chegou as 13:00 para minha surpresa ela me ligou e marcamos de tomar café em uma movimentada padaria da zona sul, cheguei 10 minutos antes e ela foi pontual.  Logo de cara ela estampa um sorriso, me dá um beijo no canto da boca e exclama :"Nossa.. .é tudo isso que se esconde embaixo do capacete?".
Fiquei surpreso com a espontaneidade e para completar mandei :"Você também não está nada mal... baixinha assim é meu número!"
Ela sorriu , tomamos café e falamos amenidades.  Na hora de ir embora a acompanhei até o carro, entrei e lhe dei um beijo lascivo, plenamente correspondido, Trocamos endereço de skype, email e passamos a nos falar diariamente e as vezes tomamos café.. até que 10 dias depois disse abertamente :
"Só o café com esses amassos no carro não vira mais.. quero você inteira!"  Ela respondeu :"Eu também lindo.. morro de tesão mas você é casado e eu sou contra isso.. e já estou errando em ficar te beijando no carro!". pareceu balde de agua fria mas me mantive firme.  Bastou mais um café com um amasso no carro com direito a ela chupar meu cacete e ela abriu a guarda.  Teria que ser numa terça-feira, dia do rodizio do carro dela.  Marcamos num motel proximo à sua casa.  Cheguei antes dela entrei tirei a roupa e a esperei completamente pelado.
Ela chegou num salto  alto, meias rendadas, desta vez num vestido mais comportado, começamos a nos beijar e tirei seu vestido,  ela mostrou uma lingerie sensual vermelha e me disse que tinha comprado especialmente para a ocasião,  fui beijando e tirando as peças, mas não tirei as meias 7/8 e nem a sandalia de salto.
Coloquei na beirada da cama e passei a chupar sua buceta.  Enfiava a lingua e ia subindo até o grelo.. chupava forte e logo ela gozou a primeira... fiz ela ficar agachada na cama e pus minha cabeça embaixo da sua buceta.. lambi e chupei gostoso e nessa posição ela gozou mais intenso.. já me xingando de cachorro filho-da-puta.. estava languida.. entregue.
Percebendo o tesão a pus de quatro e soquei forte em sua buceta... variando o angulo fiz ela gozar novamente.  Deitei na cama e pedi pra ela cavalgar... ela começou devagar e foi aumentando o ritmo e estranhei ela demorar pra gozar... ela meio constrangida disse que não conseguia gozar naquela posição.  Firme eu disse :"SEM PRESSA, CONTINUE CAVALGANDO E MUDANDO OS ANGULOS QUE VOCE CONSEGUE!". 
Me concentrei pra não gozar e controlando a ereção ela ficou ali mais uns 6 minutos até que gritou gozando gostoso.

Estavamos ha quase uma hora na vadiagem e ela já suava .. pedi para sair da cama e a coloquei de pe em frente o espelho, encaixei a cabeça do pau na sua buceta e comecei a socar vigorosamente... ela virava os olhos e eu pedi que olhasse no espelho... queria que visse a cena de estar sendo fodida por um homem de verdade... fiz ela gozar de novo e continuei a bombar forte... até que não segurei mais e explodi em gozo dentro da sua buceta!
Ela gozou junto e intenso e suas pernas bambearam... grudei nossos corpos e ficamos uns bons minutos ali até a respiração voltar ao normal.
Tomamos um banho e voltamos pra cama.. papo vai e papo volta ela pede mais sexo!
Sem esperar pulei sobre seu corpo e comecei a beijar do pescoço pra baixo, dando especial atenção ao seios, que apesar da idade, são muito bem conservados, bolinando sua buceta com a outra mão já deixei ela no ponto, visto que estava rebolando em resposta as caricias.
Pus ela novamente de quatro e soquei a vara em sua buceta.. ela gemia alto e xingava... teve 3 orgasmos na sequencia, no terceiro aproveitei e enfiei o dedo em seu cuzinho e continuei bombando.. queria que 

ela pedisse por rola no cuzinho.  Gozou a quarta e na quinta ela pediu pra foder seu cuzinho , confesso que já era hora pois estava ficando cansado, apontei no furico e sem muito esforço consegui por a cabeça pra dentro.. ela estava tão relaxada que não reclamou de dor... fui bombando devagar até por tudo pra dentro.  Ela gemia como boa cadela e xingava.. não perdi a chance e passei a foder gostoso.. forte e ritimado.. e não demorou seus gemidos altos começaram a ecoar.. sinal que iria gozar... não quis segurar mais pois a hora ja avançava e gozamos juntos... delicioso sentir seu cuzinho apertando meu cacete.
Tomamos novo banho e saimos rápido.


Já transamos neste mesmo motel mais 3 vezes, dentro do carro dela mais duas, em seu apartamento mais duas e algumas outras vezes em outros moteis.  A coroa não refuga por conta dos seus 54 anos e diz que apesar de baixinha, meus 18cm são perfeitos para ela e que não liga mais para o fato de eu ser casado, aliás, nestes meses ela também engatou um namoro.. mas o corno não sabe comer direito então sobra pra mim a função de fazê-la delirar.

CONTO ENVIADO POR LEITOR

CONFISSÕES DE UMA MULHER CASADA


Tem coisas que acontecem na vida da gente que simplesmente não tem como a gente explicar, na verdade os acontecimentos vai nos envolvendo e quando a gente percebe já está envolvida como uma borboleta num casulo. 
Ainda mais eu sendo  uma mulher casada,  somos uma família bem estruturada, tenho um maridão em todos os sentidos da palavra,  filhos adolescentes, bem ajuizados, e uma situação financeira bem definida já, enfim,  eu não poderia querer uma vida melhor aliás,  e se a vida da gente e boa ou má,  só sabemos quando comparamos com outros amigos ou parentes, o que é inevitável, por exemplo temos um casal de amigos mais novos que ainda não tem filhos, A Selma é muito minha amiga,  casada com o Milton, mas era chamado de Miltão ,  ela tem uma vida bem diferente da minha porque o Milton apesar de tratá-la muito bem,  é um conquistador por natureza e vive dando em cima das mulheres que aparecem, e amigas da esposa já deu inclusive em cima de mim, embora de uma forma velada    Aproveitando de seu estilo brincalhão e disfarçadamente da em cima de todas,  e claro que não foi diferente comigo também, com frequência  ouço a Selma reclamando achando que ele a esta traindo embora nunca teve provas concretas.

Era apenas  uma desconfiança,  mas considerando o jeito do Milton,  era uma desconfiança muito forte quase uma certeza,   Meu marido  já se aborreceu com ele.  Certa vez , em um almoço uma churrascada,  ele meio alto  disse ao Claudio meu marido que ele tinha uma mulher muito gostosa.  O Claudio claro se aborreceu com isso e desde aquele dia ele já não tinha mais aquela amizade de antes,  meu marido até me preveniu sobre ele  mas ao contrário deles eu e a Selma ,  sempre estávamos sempre juntas falando e comentando sobre as nossas vidas.
Um dia a Selma me chamou em sua casa para conversarmos, quando cheguei encontrei a chorando e eu sem entender eu a abracei e quis saber a razão de tanta tristeza.  Ela falou que tinha visto um torpedo no celular do  Miltão  em que tal de Vera comentava sobre seus encontros com ele,  se até então havia alguma dúvida quanto à fidelidade dele,  naquele momento passou a não haver nenhuma duvida mais então a Selma revoltada chorando desabafou e me confidenciou que iria dar um troco.
Semanas se passaram sem que falássemos mais  sobre esse assunto, eu também não encontrei-me mais com ela, um dia o conversando com meu marido perguntei-lhe se ele tinha noticias da Aline porque eles trabalhavam na mesma empresa, ele me respondeu que se viam frequentemente mas nenhuma novidade, falei-lhe que estava estranhando que ela não tinha mais ligado, no que meu marido respondeu que provavelmente era por causa do fim de ano muito mais trabalho que de costume, então liguei pra Selma e ela confirmou o que o meu marido dissera,  que era por causa do acumulo de serviços estava sempre cansada quando chegava em casa, mas voltamos a nos comunicar com mais frequência.
Depois que virou o ano, tudo voltou ao normal, até que chegou o dia do aniversario do Douglas e a Aline convidou a todos os amigos incluindo a mim e o Claudio, para a festa, meu marido   mesmo a contragosto aceitou e para la fomos nós, quando chegamos a e a festa já tinha começado e estava animada,  tinha muitas pessoas desconhecidas da gente, mas encontramos vários conhecidos nossos, e assim íamos de canto em canto conversando e bebericando e dançando até madrugada, o Miltão  como sempre já estava
meio alto e mexia com todas as mulheres que passavam ao seu lado, olhei para o lado e dei por falta da Aline, mas nem me importei tanto porque tinha tanta gente espalhada pela sala, corredores e jardins que era normal alguém não ser visto, os casais se se formavam naturalmente, eu que já tinha bebido alguns copos de chopp a mais que de costume, me deu vontade de ir ao banheiro, subi as escadas fui ao banheiro e ao sair deu vontade de conversar com a Selma então me dirigi até seu quarto pra ver se ela estava por lá, quando me aproximei apesar da musica da festa eu ouvi sons meio estranhos, e ao aproximar-me um pouco mais da porta que estava entreaberta, para minha surpresa o que vi me deixou atônita, vi a Selma de Costas se deixando ser abraçada e na maior esfregação,  atrás dela um homem que eu não conhecia a  apertava por trás roçando a bunda dela com o pau duro enquanto com as mãos por baixo da saia  massageava a buceta dela por cima da calcinha, não resisti e fiquei observando mais, ele enfiou a mão dentro da calcinha dela e a masturbava, ela dava gemidos bem contidos mas percebi que ela estava gozando e adorando porque ela virava o rosto e se lançava para trás beijando o tal homem que continuava com as mãos massageando dentro da calcinha, a cena me fez ficar excitada a ponto de molhar a calcinha ainda mais que depois eles transaram ali mesmo, rapidamente ainda que meio desajeitado porque ela se inclinou pra frente ele retirou a calcinha dela levantou a sua saia e a penetrou por trás, foi tudo muito rápido provavelmente porque tinha muita gente na festa e seria meio arriscado, percebi que  ela gozou parece que ele também, então se recompuseram e  eles vieram em direção a porta eu tentei sair dali rápido mas meio desajeitada acabei tocando acidentalmente na porta que abriu um pouco mais e com isso eles me viram, mas ela não me falou nada confiando na minha discrição desci e me juntei ao meu marido mas eu sentia uma forte umidade exalar da minha buceta.

Depois de tanto tempo sem que ela tivesse vindo a minha casa, no dia seguinte a Selma veio até a minha casa.  e meio sem jeito me explicou o que tava acontecendo, disse que conheceu o Amigo daquele dia a algum tempo e que já vinha mantendo relações com ele regularmente.  Perguntei se não temia que o Miltão descobrisse, fiquei pasma  quando ela me disse que ele já sabia e ainda falou que desde que ela descobriu aquele torpedo no celular dele quando ela foi tirar satisfação depois de discutirem a relação acabaram fazendo um pacto e cada um poderia ter a vida que desejasse desde que   mantendo as aparências,  Fiquei  estarrecida, com tal acordo mas ao mesmo tempo excitada. Depois dessa revelação com mais calma ela passou a contar das aventuras sexuais e da grande transformação que ocorrera em sua vida.  O tesão que até nem mais sentia voltou e voltou com efervescência,  e o sexo  em sua vida passou a ter uma importância que nunca tivera antes,  com isso  ajudando-a  a ser mais feliz de uma maneira geral, e num momento da sua conversa ela me diz sorrindo:  “  Menina você tem que experimentar,  tenho certeza de que vai gostar “    na hora eu ralhei com ela;    como poderia viver com minha consciência indo para a cama com outros homens como ela??   Ela então retruca, querida,  isso passa !!!! Como pode saber se não experimentar?
Essa conversa permaneceu muito tempo comigo,  e não posso negar que  ela me excitava e com o passar do tempo,  até pelo fato do Claudio já não me procurar com frequência,  e no meu intimo a ideia de transar com um outro homem começou a ter algum sentido.
Certa vez,  ao sair do meu trabalho já escurecendo, chovia moderadamente  eis que me encontro com a Selma  que me fez um convite  para ir num barzinho perto para tomarmos um chopinho, liguei para o meu marido avisando que ia chegar um pouco mais tarde  expliquei o porque ele me disse que não ficasse preocupada porque ele também ia demorar bastante devido a ele ter que resolver alguns pepinos, e me disse ainda acho que chegaria mais tarde, pediu-me apenas que ligasse pra casa pra avisar os filhos, mesmo eles estando com a nossa empregada a gente costumava avisar quando algo assim ocorria.

E lá fomos nós pro tal barzinho  Mal entramos  ela olhou ao redor tentando localizar alguém e em uma mesa próxima um homem lhe sorri.  Ela retribui o sorriso e aproximamo-nos da mesa dele  da um selinho e um abraço esfuziante nesse homem,  em seguida me apresenta,  seu nome é Roberto e me diz que se conheceram há algumas semanas atrás ali mesmo,  logo percebi que era um encontro dela sentamos e  começamos a conversar animadamente.  
Estando ainda num papo bem animado meu celular toca, é meu marido ligando de novo,  achando que ele estava reocupado com minha demora lhe digo que ja tava me preparando pra ir embora, mas ele me avisa que estava em uma reunião e que não teria horário para chegar em casa, provavelmente chegaria de madrugada,   Volto a atenção na conversa e percebo  o Roberto e a Selma no maior chamego,   pude perceber que ele passava as mãos em suas coxas por baixo da mesa disfarçadamente e ela numa boa curtindo ele pensei no marido dela o que ele acharia se fosse ele que tivesse vendo outro homem dando uns amassos na mulher dele, ao mesmo tempo que a situação me excitava no intimo eu reprovava tal atitude, estando entre meus pensamentos surge outro homem que se aproxima da mesa.  Alto,  moreno, mais ou menos a minha idade em torno dos 36/37 anos dono de um  sorriso encantador e se dirige a nossa mesa e o Roberto ao vê-lo, levanta-se e o abraça efusivamente, apresenta a Selma como sua amiga e a mim, percebi que esse cara deu um sorriso meio sarcástico como quem sabia que rolava entre os dois, ele foi apresentado seu nome era  como colega dela Ele é então apresentado,  seu nome é Sergio  foi convidado a sentar,  descobri que ele ao contrário do Roberto era casado,  e falou  de sua vida,  de sua família,  era casado,  também tinha  filhos adolescentes segundo ele passava por uma fase ruim em seu casamento.

Conversa vai conversa vem,  percebo que o Sérgio  se inclina e se aproxima um pouco mais de mim, segura minhas mãos,  Mesmo um pouco alta por conta dos chopinhos, percebo que por baixo da mesa ele toca sua perna em minha perna.  Mantenho a aparência e me afasto de seus toques,  mas ele não desiste e  se aproxima mais, e  ousadamente  me toca de novo.  Já começo a ficar nervosa com a  sua insistência,  mas inegavelmente,  estava ficando excitada também.  
Nesse ínterim a Selma e o Roberto levantam-se e começam a dançar num reservado que o bar oferecia, coladinhos se beijavam-se de quando em quando, não demora muito e   Sergio também me convida, devido ao seu assédio anterior  fico na duvida se devo ou não,  mas a Selma  já estava dançando solta, restou apenas nós na mesa, eu queria ir embora mas a chuva insistia em continuar,  penso comigo mesma, seria apenas uma dança e não teria nenhum problema.  Mal entramos na pista,  Sergio me enlaçou pela cintura puxou-me forte contra si, encostou seu corpo ao meu e seu rosto colado ao meu mais bem próximo ao meu pescoço Suas mãos fortes pressionadas contra  minha bunda, e sinto   seu membro
 muito duro pressionando meu baixo ventre, ele forçava contra mim  e seus lábios roçando meu pescoço começaram a me levar às alturas, lembrei-me do que a Aline me falou sobre um aventura fora do casamento, fiquei excitada e todas as minhas resistências começaram a ser minadas.  Acho que ele percebeu pela minha respiração entrecortada,  então  virou o meu rosto e suavemente me deu beijo nos lábios... em transe acho que involuntariamente  os abri porque quando percebi,  sua língua já se apoderava de minha boca e seus braços me prendiam bem forte senti seu membro duro contra mim... disse me que eu era uma mulher muito atraente e desejável, e que ele me desejava naquele momento... senti que eu chegava a um ponto de excitação que estava ficando perigoso, ele me desejava  e eu o queria também, eu estava molhada era errado o que eu tava sentindo mas, sou mulher antes de tudo tinha a certeza que ele ia tomar uma iniciativa, só não tinha certeza de que resistiria.
Senti que eu chegava a um ponto de difícil retorno... ele me queria e eu o queria também, minha calcinha estava úmida, eu era casada mas se ele forçar a situação não sei se vou resistir, a musica para, retornamos 
a mesa, e a Selma me convidou pra ir a banheiro e me pergunta que achei do Sérgio, ela me explica que não foi acaso ele ter aparecido, porque o Roberto tinha pedido que ela arrumasse uma amiga pra irem ao barzinho naquele dia, percebi então a trama depois me  diz me que o Roberto nos convidou a irmos ao apartamento dele, percebendo o que certamente iria acontecer lá eu reluto mas ela insiste tanto que eu vá, acabo aceitando mesmo sabendo que estou vulnerável, ainda em cima da hora tento desistir mas sou convencida pelos três e acabo indo pro abatedouro, eu sei que a Selma vai ficar com o Roberto e eu sei também que o Sergio vai querer transar comigo, ainda dá tempo de desistir, penso no marido, mas ele avisou que chegaria tarde, penso nos filhos adolescentes, mas não dá tempo pra arrependimentos porque chegamos, subimos de elevador, a Selma e o Roberto sem nenhum pudor se desmanchavam em caricias, e o Sergio vendo os dois me abraçou numa clara intenção de imitar o amigo, eu não sabia o que fazer fiquei passiva mesmo quando ele tocou meus seios por dentro da blusa, chegamos ao andar, nos recompomos a porta se abriu, nos dirigimos ao apto, eramos dois casais abraçados.

Continua...