terça-feira, 28 de julho de 2015

A COLEGA DE TRABALHO COROA CASADA

 Hoje tenho 42 anos e  quando aconteceu esse fato na época  eu tinha 26 casado a 5, porque casei novo e ainda não tinha filhos,  eu trabalhava como vendedor externo em numa empresa de bebidas, então eu entregava meus relatórios de vendas e visitas a clientes para a Silvia uma funcionária exemplar na casa dos seus 40 anos e ela era a pessoa responsável por atender-me, a Silvana era uma mulher exuberante mas era do tipo austera que apesar e ser uma coroa muito da gostosa não dava moral pra homem nenhum, mesmo porque era casada, e por isso eu nunca a olhei como uma provável candidata a uma possivel aventura que eu pudesse ter, mas pelo trabalho que estavamos diretamente ligados e passávamos quase todas as manhãs  juntos fazendo planejamento e acertos do serviço do dia anterior já que eu trabalhava no atendimento direto ao cliente, e   por conta dessa nossa convivência desenvolvemos uma gostosa amizade mas sem  jamais ter havido qualquer tipo de insinuação entre a gente,  porque era ela bem mais velha que eu e acima de tudo uma casada por isso eu sempre a respeitei.

Ela era uma otina colega de trabalho, imagine aquela pessoa que a gente se fala praticamente todo dia, e acaba se tornando grandes amigos,....  enfim  depois de muito tempo nessa rotina, é claro que desenvolvemos uma certa afinidade, e tudo começou porque essa colega era a encarregada de me atualizar tudo que acontecia novos produtos novas diretrizes então estávamos sempre em constante contato ela sempre muito atenciosa era difícil não gostar dela, ela ao mesmo tempo que era autoritária sabia ser meiga,  e sempre usava roupas muito discretas e salto, alto e fazia questão de passar uma imagem sóbria, mesmo porque ela já não era nenhuma jovenzinha e por essa imagem de mulher séria que transmitia, eu jamais imaginaria que eu um dia ela seria capaz sair com outro homem, nem eu jamais imaginaria que esse homem seria eu., 

Eu nunca me achei um cara pegador,  fisicamente não tinha de especial,  alias era um cara pra lá de comum, nem bonito nem feio,  normalmente eu passava todas as manhãs no escritório  fazendo relatórios e contatos por telefone com os clientes as vezes junto com ela me auxiliando e só as tardes eu saia para visitar clientes,  depois antes de eu sair pra rua  como ganhávamos vale refeição a gente sempre que podia almoçamos juntos e depois eu a deixava no escritório e saia em campo, e isso era quase todos os dias, tinhamos uma amizade legal a ponto de trocarmos algumas confidencias, embora eu não precisasse voltar nas tardes pra empresa eu as vezes voltava numa dessas a Silvana estava de saída indo pra casa eu lhe ofereci carona que ela rejeitou mas pela minha insistência ela acabou aceitando afinal almoçávamos juntos, íamos e vinhamos de carro quase todos os dias lhe convenci a aceitar não me custa desviar a rota em uns 3 ou 4 kms. e te deixar em casa, isso  tornou-se rotina, e só quando eu tinha algum compromisso que não dava a carona, mas eu tinha que parar uns dois quarteirões antes porque ela disse-me que não gostaria que alguém conhecido visse descendo dum carro de um estranho.

Por eu também ser casado. acabamos nos tornando uma especie de confidentes íntimos,  a ponto de conversarmos  sobre tudo, eu me contava de mulheres que já tinha saído na vida,  do que eu e ela  gostava e o que não gostava na cama, na hora do rala e rola  e coisas assim,  e eu um dia acabei perguntando sobre o seu casamento como era ela respondeu que embora tivesse um bom relacionamento com o marido em se tratando de família mas  a vida  sexual tinha caído numa rotina e que já não era a mesma coisa de quando recém casados talvez por conta dos filhos, enfim apesar das nossas conversas girar em torno desse assunto nunca tive coragem de fazer algum tipo de  brincadeira ou gracinha no sentido de passar uma cantada e sempre nos respeitamos mutuamente,   existia uma amizade entre nós e porque não dizer afinidade muito grande entre a gente.

 Mas aquela situação mexia comigo, eu era mais novo que Silvana, mas ela era uma mulher muito atraente, sempre impecável, de saia meias escuras e salto alto, ou então botas femininas o que a deixava um tesão de mulher, até numa dessas caronas eu dei um jeito de desviar do trajeto  e parei o carro em uma via pouco movimentada, com a desculpa de que o transito estava congestionado e o carro estava esquentando por isso precisava parar pra esfriar o motor que se continuasse o motor esquentaria demais e poderia fundir,

Estando com o carro parado  parados  enquanto conversávamos ele comecei a passar a mão suavemente acariciando seu cabelo, fazendo uma massagem bem de leve perto da orelha, senti que ela estava gostando daquela caricia causando-lhe com isso uma sensação bem gostosa segundo ela mesmo deixou escapar, então intensifiquei ainda mais era muito excitante aquela situação, excitante pra ambos.

Então pela primeira vez criei coragem e lhe disse, Silvana muitos já devem ter dito-lhe isso, mas você é uma mulher muito atraente, sua beleza é sem igual, seu marido que é um homem de sorte, na hora notei que ela ficou meio acabrunhada, e eu a desejava 
 naquele momento, desejava muito, e sem dar-lhe muito tempo pra pensar puxei-a pra junto a mim e beijei-lhe, ela inicialmente não ofereceu resistência, até facilitou, mas quando tentei enfiar minha língua em sua boca parece que ela caiu em si e  afastou-me e delicadamente me disse não que não poderíamos que não era certo tentei beija-la de novo mas ela me pediu para parar senão sairia do carro ali mesmo, percebendo que eu não teria o que queria naquele momento cedi ainda mais porque eu não queria queimar meu filme com ela que pediu-me para leva-la até o ponto mais próximo que ela iria o fim do caminho de ônibus, é claro que eu não deixei, pedi mil desculpas e disse-lhe que não se repetiria e a deixei no local de costume e ao deixa-la  novamente lhe pedi desculpas e completei ....é que alem da nossa amizade vc é uma mulher muito atraente, e eu não me controlei me perdoa, e não lhe disse mais nada, peguei meu carro e saí pensando no que tinha acontecido.

Após esse episódio ficamos algum tempo sem nos conversarmos  muito provavelmente por causa da vergonha que eu sentia em relação a ela. mas em todo o tempo fiquei pensando naquela cena que apesar de ser proibida tinha me excitado apesar de não ter acontecido mais do que um beijo  eu tinha gostado aquela  experiencia  no carro foi inesquecível  era coisa pra se guardar na memoria junto com as lembranças mais gostosas,

Nossa relação ficou meio estremecida e durante esse tempo não fomos almoçar juntos como sempre fizéramos, apesar de todos os dias eu a ve-la já que  meu serviço assim exigia, até que um dia eu tomei coragem de novo e falei-lhe Silvana que tal almoçarmos juntos hoje, no que ela relutou, mas eu como sempre fui insistente e falei-lhe esqueça aquele dia senão nunca mais vamos nos falar, então ela acabou concordando e voltamos a almoçar juntos como nos velhos tempos, e logo já estávamos soltos e conversando como sempre fomos.

Foi inevitável que em algum dia voltássemos a falar daquele dia e quando toquei no assunto pra minha surpresa ela me respondeu  que eramos adultos e o que tinha acontecido era consequência de estarmos bem  próximos um do outro e foi natural essa atração coisa e tal, certo dia quando cheguei notei que ela estava meio chateada então  levei-lhe um cafezinho e durante o expediente da manhã como sempre fazíamos trocamos ideias, entre uma conversa e outra ela fez um desabafo e  deixou escapar que  tinha discutido com o marido, eram coisas banais mas que estava ficando cada vez mais constante essas  discussões que isso tava desgastando mo relacionamento, e que ia tirar a tarde de folga e que iria ao shopping fazer umas compras, ela por ser chefe tinha essas regalias, não precisava dar satisfações a ninguém, perguntei-lhe mas vamos almoçar juntos antes né, o que ela confirmou então logo na minha cabeça veio um plano, eu ia arriscar era tudo ou nada mesmo que eu levasse um baita fora iria tentar novamente pegar aquela coroa gostosa.
Fomos almoçar como sempre, conversamos um pouco mais sobre o marido dela lhe falei relaxa o que você deve fazer  é ignorar  e seguir sua vida  seguir em frente, você é uma mulher bonita, jovem ainda completei, um dia falei que seu marido era homem de sorte, mas hoje vejo que ele não sabe aproveitar o que tem, parece que essas palavras a deixaram mais animada, após o almoço eu disse que a deixaria no shopping, mas ai eu já estava colocando meu plano em pratica, comecei a me afastar bastante de onde estávamos ela me perguntou onde estávamos indo falei que seria uma surpresa antes de leva-la para o shopping, ela ficou um tanto inquieta principalmente quando coloquei minha mão sobre seus joelhos, mas não falou nada 
Tomei um caminho alternativo, decidido a só parar quando chegasse num motel previamente escolhido,durante o caminho puxei o assunto sobre aquele dia do beijo discretamente perguntei o que ela tinha sentido se tinha gostado pelo menos um pouco que fosse, ela respondeu que no fundo sim, respondeu  que foi uma experiencia nova que de certa forma mas porem não iria se repetir ... fiquei calado passei a dirigir mais devagar, resolvi parar o carro  olhei fixamente  e sem cerimonias pedi-lhe outro beijo, disse-lhe que seria minha mais doce e gostosa lembrança que eu guardaria dela, falei com muito carinho e com um jeitinho  especial, quase implorando mas ela  disse que não, que  era casada e que o beijo acontecido já tinha sido um erro, então eu lhe disse que eu desejava muito esse beijo e pra ele ter uma lembrança gostosa dela e falei-lhe prometendo que seria nosso segredo e que nunca mais  falaria mais no assunto.

Por varias vezes ela recusou terminantemente, mas eu não desisti e insistia mais a cada recusa até que ela resignada falou tá bom, mas só um beijinho de amigos tá!! Aproximei-me coloquei minha mão em torno da sua nuca e a puxei pra mim, mas ela relutava em retribuir o beijo apenas limitou-se a colar os seus lábios fechados aos meus, então eu com aquele jeitinho peculiar reclamei, puxa Silvana que beijo sem gosto sem emoção, aproveitei pra provoca-la um pouco mais e falei  é essa a lembrança que vai me deixar de uma mulher fria? Ela não disse nada mas fechou os olhos, entendi isso como um sinal que eu poderia finalmente ter o meu tão sonhado beijo o que seria o inicio do meu plano de leva-la pra um motel, colei os meus lábios aos dela e dessa vez ela não foi fria, entreabriu os seus lábios e deixou minha língua invadir sua boca e acabamos por trocar  um beijo intenso, depois tentou se  desvencilhar, tentou empurrar-me mas segurei forte sua nuca e recusei a terminar aquele beijo daquele jeito,  ela vendo que eu não desistiria se deixou beijar até correspondeu  e a partir dai ela   não fez muito esforço pra se desvencilhar e   os nossos  beijos foram ficando ainda mais intensos.

Senti que ela estava excitada e gostando daquela  situação e daquela sacanagem quase adolescente entre a gente, aposto que fazia muito tempo em que ela não sentia uma sensação semelhante, até que afinal ela parece ter recobrado a razão e falou-me que parasse porque  estava amassando a sua roupa e que a tarde eu ainda tinha que trabalhar, eu falei mas vc não disse que vai ao shopping, no que ela respondeu ahé... tinha esquecido então lhe falei pra que a pressa afinal passa pouco da hora do almoço temos a tarde toda eu te deixo no shopping depois, mas antes  poderíamos ir  a um lugar mais reservado e era  perigoso ficar ali na rua, etc.

Ela falou melhor não, me leva até o shopping preciso fazer umas compras, na hora lhe falei que  preferiria te levar a um motel, senti que ela ficou toda sem jeito percebi que ela tremia de emoção ou tesão sei lá, relutou e instintivamente disse não, mas eu insisti e completei que eramos adultos e principalmente eramos amigos e por ambos sermos casados nada aconteceria que que ambos não concordassem,  alem do que era mais seguro  num lugar reservado alem de ser mais tranquilo não correria nenhum risco de alguém nos ver…mas ela insistiu e falou  me leva pro shopping não insista foi só um beijo e  foi ultima vez, não vamos estragar nossa amizade, vamos continuar como sempre fomos apenas amigos,  lhe falei você tá certa mas  pra que tanta pressa tá com medo de mim? Pra encerrar aquela discussão coloquei o carro em movimento ela ficou mais tranquila mas ficou quieta durante o trajeto e só se manifestou quando já estávamos na portaria do Motel,

 Ela ficou sem saber o que fazer ou falar diante da minha ousadia tentou desistir, até tentou forçar-me a mudar de direção pegando no volante, só que eu olhei bem pra ela e  lhe disse deixa de ser  boba, se você fizer algum  escândalo aqui na frente vai que alguém veja, pra minha sorte logo parou outro carro atrás da gente de forma que pra dar ré teria ele estava atrapalhando, então lhe falei que tal a gente entrar logo pra não ficar chato e  lá dentro a gente resolve, ela falou tá vamos, mas quero que saiba que não vai rolar nunca trai meu marido e não vai ser agora com você, percebi que ela continuava tremendo de medo do que tava acontecendo.

Peguei uma suite e entramos  quase tive que arrasta-la do carro até o quarto ela não queria entrar de jeito nenhum, mas enfim consegui fazer com que ela entrasse no quarto, ela se assentou na cama cabisbaixa com a mão no rosto e o cotovelo apoiado no joelho, provavelmente ´pensando na situação, talvez pensando no marido nos filhos ou coisa assim, tranquei a porta a chave assentei-me ao lado dela e conversando tentei tranquiliza-la não forcei a barra, eu era todo atencioso e tocava seu cabelo seu ombro seu pescoço enquanto eu fazia carinhos discretos sem ousadias, ela pensativa não dizia nada só soluçava em uma especie de choro contido, eu estava me sentindo um canalha em forçar aquela situação mas não estava disposto a sair daquele quarto sem ter conseguido meu objetivo.

Ela em seu intimo já sabia que era só questão de tempo pra que eu tomasse a iniciativa já que ela estava ali imóvel tremula, depois de um bom tempo mesmo sob forte resistência eu a fiz deitar na cama abraçando-a finalmente beijei novamente seus lábios de uma forma sutil porem ela ainda virava o rosto de forma a dificultar-me, em face dessa resistência comecei a apalpar os seus seios por cima da roupa, inclinando -me até seu ouvido falei-lhe que não adiantava resistir porque eu sabia que ela no fundo  também desejava,  ainda lhe falei que mesmo que ela depois nunca mais falasse comigo eu não sairia daquela suite sem transar com ela, enquanto falava enfiei minha mão embaixo da sua saia e dentro da sua calcinha tocando-lhe intimamente, percebi que apesar da recusa demonstrada ela estava toda molhada, melecada seria o termo mais exato, nesse momento eu já tinha certeza que aquela tarde prometia a realização da minha fantasia sexual com a Silvana.

Não demorou muito e  o ambiente já era outro então fui  carinhosamente  abrindo  os botões da  blusa, passando a  mão pelo seu corpo suavemente elogiando sua pele dizendo-lhe  que era bem macia e gostosa de ser acariciada, novamente  coloquei a mão embaixo da saia por dentro da minha calcinha e toquei-lhe seu clítoris seu ponto G  nesse momento ela já tinha entregado os pontos mas reclamou que a sua blusa estava amassando que teria que ir ao shopping depois, por isso lhe retirei a sua  blusa,  enquanto beijava seu  pescoço, ela continuava tremendo mas   já tinha entregue os pontos.  

Para que ela também tivesse prazer comecei meu ritual de sedução, depois de tirar  blusa, foi a vez do  sutiã e comecei a lambe-la  por inteiro,  primeiro  pelos bicos dos  seios passando a língua por volta dos bicos da aureola, lambendo debaixo acima de uma maneira delicada para aumentar-lhe sua  excitação, ela tentava em vão a todo momento me dizer que não passaríamos das caricias, pedia-me quase implorando que eu parasse, mas eu continuava nas caricias cada vez mais ousadas com o objetivo claro de baixar-lhe todas as  resistências, cada vez que ela tentava resistir  eu investia mais nas caricias até finalmente conseguir retirar lhe sua saia deixando a só de calcinha   e essa peça foi a mais dificil porque ela fechava as pernas eu mal consegui abaixar-lhe um pouco só dava pra ver poucos pelos pubianos bem aparados, foi uma luta mas finalmente consegui retirar totalmente a calcinha e cai e boca, apesar de lambuzada e aquele gosto acido não relutei, ela gemia baixinho já não adiantava mais resistir então parece que ela resolveu curtir o momento, não adiantava mais protestar eu lhe proporcionava um prazer como jamais ela tinha experimentado, comecei novamente com a língua lambendo da virilha até o pescoço e habilmente posicionei-me  em cima  de forma tal que os  pés dela ficassem sobre meus ombros deixando-a na posição de frango assado  toda encolhida como uma contorcionista  e meu  membro já encostando  e entrando na sua  instintivamente ela tentou recuar, mas ja era tarde, comecei a lhe vigorosamente e  deliciosamente ela sentia cada centímetro do meu membro até então desconhecido entrar todo dentro sentia cada estocada até que  finalmente se entregou totalmente sem reservas, começou a gemer  de prazer, claro que não demorou muito pra  gozar.

Ser penetrada por outro homem era o afrodisíaco que ela precisava e  era como um sonho daqueles que a gente não quer acordar. Minha excitação era tamanha, a adrenalina aflorava em mim pela situação proibida tanto que quando dei por mim que estava realmente transando e  não era sonho, ela me segurava pela bunda me puxando apertando na verdade parecia que era ela que estava comandando meus movimentos  durante a  penetração, logo invertemos as posições e ela cavalgava sobre mim, segurou meu membro pela primeira vez e ajeitando-o em direção a sua gruta sentou em cima dele até sentir os pentelhos se unirem como se tivesse fundidos,para então começar o movimento de subir e descer, num vai e vem frenético 

A essa altura do campeonato já não havia mais nenhum pudor entre nós estávamos curtindo de fato aquele momento tanto eu como ela, a coloquei de quatro e comecei a meter com força naquela gruta, segurando-a pelos cabelos e pelos ombros alternadamente, as vezes pegava nos seios sempre com o maior cuidado de não ferir nem deixar marcas,   pelas contrações senti que ela  já estava gozando de novo , e eu a segurava forte pela  cintura enquanto enfiava meu  membro naquela gruta gostosa, eu já estava pra gozar quando ela me pediu que não gozasse dentro já que não estava usando camisinha,   pra não corrermos risco dela ficar gravida então retirei de dentro e gozei em cima da sua bunda, meu liquido quente escorria em cima dela que ja estava totalmente descontraída e participativa.

Ao fim dessa sessão  fomos tomar banho de banheira, ficamos nos tocando e ela brincava com meu  membro, brincava como uma menina encantada por uma boneca nova,  curtimos juntos a Hidro por um bom tempo até que meu membro deu novamente sinais de vida então sentei-me a borda banheira e pedi que ela me fizesse um oral então ela ajoelhou-se dentro d’agua apoiada no meio das minhas meu membro já apontado em sua direção começou a chupa-lo e  passava a língua desde as bolas a cabeça   circulando sua glande, fazia isso com grande maestria eu estava novamente em brasa então sugeri que terminássemos na cama, ela prontamente aceitou a sugestão e fomos pra cama, quando comecei novamente a lamber-lhe sua boceta, abri bem as pernas dela aproveitei pra lamber tambem o seu buraquinho anal o que pra ela foi uma novidade porque depois ela me falou, ela se contorcia toda  e não demorou muito pra eu enfiar minha rola naquela gruta deliciosa  mas tomei o cuidado de não gozar porque eu queria algo mais dela, só não tinha certeza de que ela concordaria mas tentei assim mesmo… 

Perguntei-lhe se ja tinha feito sexo anal, ela disse que já tinha tentado com o marido mas não gostava por isso nunca tinha permitido o marido ir fundo  falei que eu a surpreenderia nesse quesito se ela deixasse, como ela não disse que podia mas também não disse que não podia eu tomei a iniciativa, peguei  um gel que tinha ali a disposição pra essa pratica lubrifiquei bem fiz uma  uma leve pressão naquele  cuzinho sem forçar muito até ela se acostumar mas senti ele aos poucos se abrindo para receber meu intruso então comecei bem devagar e com jeitinho …  para ela não sentir muita dor quando a cabeça passou pelo primeiro  anel anal ela deu um gritinho e um pulo pra frente com a dor que causou mas dai pra frente foi tudo muito bem senti uma entrega completa se deixou ser  possuída até ter um gozo anal  confesso foi uma experiencia inesquecível.

Depois de tudo tomamos banho, nos arrumamos e fomos tratar dos nossos assuntos já que a tarde tinha ficado curta, depois disso no trabalho agíamos  como se nada tivesse acontecido. claro que acabamos saindo mais algumas vezes, mesmo ela sendo casada despertou para um mundo novo que eu lhe proporcionei, ela jurava que até então só tinha transado com o marido e comigo, lhe falei que ela deveria experimentar outros então mas ela se recusava terminantemente a ideia ela disse-me que saia comigo e só comigo, e que se eu já tivesse enjoado dela que não tentasse joga-la pra outro e coisa assim, coisas de mulher

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domingo, 26 de julho de 2015

A CARONA, EU MINHA MULHER E UM DESCONHECIDO


neste relato vou descrever como minha mulher com minha concordância transou com um completo desconhecido em uma de nossas viagens, mas para que o leitor possa entender como tudo aconteceu.

Somos um casal casado de fato, na faixa dos 40 e poucos anos e temos uma vida normal na sociedade em que vivemos, e eu acho que a maioria dos casais tem fetiches e fantasias tipo menage a tres, troca de casais ela transar com um negro, eu do marido ver a mulher transar com outro e assim por diante, e não somos diferentes, na hora do sexo sempre tivemos nossas fantasias, somos casados realmente casados temos filhos e uma vida regular normal como todos os demais casais de classe média quem nos vê jamais imaginaria que somos um casal liberal, isso porque na roda da sociedade e demais lugares tais como igreja, clube etc nunca tivemos coragem para sair da fantasia com ninguém, até que depois de muitas fantasias e dos filhos terem crescidos já adolescentes é que resolvemos cometer essa gostosa loucura.

Nossos filhos já estão na fase da adolescência, 13 e 15 anos já gostam de terem sua vida própria, passearem sozinhos na casa do avós, de amigos e coisas assim, em face disto achamos que se a gente eu e minha esposa quiséssemos fazer uma viagem sozinhos não teríamos dificuldades em deixa-los um fim de semana sozinhos então em nossas transas começamos a tecer um plano para uma aventura sexual para realizarmos uma fantasia, mas tinha um problema, como a maioria dos casais que fantasiam, não querem realizar nada do tipo no rol dos amigos ou conhecidos, nem na sua própria cidade pra não correr riscos de que um dia aconteça de esbarrar por acaso e vier a tona a tal fantasia, mesmo porque sexo ainda é um tabu,  chegamos a conclusão que a melhor forma seria em uma viagem, em outra cidade onde ninguém nos conhecesse.

Combinamos então a tal viagem, nessa viagem estaríamos abertos a qualquer fantasia que viesse a acontecer, enfim essa viagem tinha um objetivo especifico que era realizar fantasias, moramos em São Paulo e escolhemos como destino Porto Seguro, a viagem de carro seria longa então estávamos contando que a oportunidade aparecesse e por fim apareceu logo que passamos Volta Redonda paramos nossa Pajero em um posto de combustível para abastecer e esticar as pernas, já era quase 6 horas, mas como estávamos em horário de verão ainda teríamos umas 4 hs de luz do dia antes de escurecer totalmente então abastecemos e fomos até o restaurante pra tomar algo gelado e compra água mineral pra viagem, foi quando apareceu o Sebastião, um mulato com jeitão de nordestino sofrido, mas era bem saudável e estava bem limpo apesar das suas roupas surradas.

O rapaz que nos atendeu nos falou que ele estava ali a procura de carona pra terra dele, perguntamos de onde ele era descobri que era do interior da Bahia, por ser um total desconhecido ficamos com medo de dar carona, mas mesmo assim o balconista chamou ele e disse pra ele contar a sua historia pra gente, no que ele falou que tinha vindo de lá como a maioria dos nordestinos a procura de trabalho no sul mas não foi muito feliz e estava tentando retornar para a sua terra natal, depois de conversarmos um bom tanto descobrimos que ele não tinha feito nenhuma refeição durante o dia todo, Dirceu era o nome dele e achamos que a historia dele era real e resolvemos dar carona pra ele, mas não sem antes pagar um lanche, viajamos o resto do dia e logo chegaria a noite, nossa preocupação era justamente onde ele iria passar a noite, mas durante o resto do dia conversamos ainda mais e ficamos conhecendo ele melhor, era um pobre coitado sofrido pela vida, casado tinha deixado dois filhos e a mulher na sua cidade, mesmo depois que chegássemos a Porto Seguro ele ainda teria mais 800 kms pra chegar até o destino.

Durante o trajeto minha mulher olhava pra mim como se quisesse dizer alguma coisa, logo percebi que ela tinha aprovado e estava interessada no nosso convidado, dei um jeito de parar em outro posto novamente, com a desculpa de usar o banheiro, ele ficou próximo ao nosso carro enquanto entramos, no caminho do banheiro falei pra mina mulher, percebi que você tava interessada no Dirceu, to certo ou errado, ela respondeu tá certíssimo, ele é um rapagão xucro e rude mas me excita ele não é um negão das nossas fantasias mas é um mulato bem apessoado..  então porque não? Se vc topar é claro, na hora eu também fiquei excitado em pensar na hipótese de realizar a fantasia de um menage a três com minha mulher e o Dirceu, então eu perguntei mas como vamos fazer, você vai dar pra ele no banco do carro enquanto eu dirijo?? Ela falou no carro é desconfortável se no caminho tiver algum Motel a gente para já tá quase anoitecendo mesmo, logo depois da gente combinar voltamos pro carro e retornamos a viagem, e durante o trajeto minha mulher e eu puxamos conversa e demos u jeito de a conversa girar em torno de sexo e fantasias, como ele era bem mais novo perguntamos se ele já tinha transado com alguma mulher bem mais velha que ele, ele disse que não, perguntamos ainda se aparecesse a oportunidade se ele toparia  ele todo timido respondeu, ah!! não sei.. e finalmente quando chegou a noite já por volta das 21 hs já estávamos em Linhares-ES logo na entrada vi um motel olhei pra minha mulher e ela pra mim numa cumplicidade explicita resolvemos que seria ali.

Mesmo a gente já tendo dado todas as dicas do que a gente tava a fim de fazer quando dissemos que a gente ia pousar no motel o Dirceu a principio relutou em entrar com a gente, então tranquilizamos ele que a gente ia dormir ali mesmo etc e tal, enfim ele topou, entramos, e por telefone pedimos o jantar, enquanto o jantar não chegava tomamos um banho eu e a Dayse minha mulher, ao sair do banho ela colocou apenas uma camisola e um shorts de cetim que acostumava usar pra dormir sem sutiã, de forma que os biquinhos apareciam salientes como que querendo furar o tecido, não demorou muito o jantar chegou e depois do jantar deitamos os tres na cama redonda, ligamos a TV e coloquei num filme pornô onde a atriz chupava o ator, minha mulher não perdeu tempo,enfiou a mão dentro da minha calça tirou a minha ferramente pra fora e começou a punhetar, para logo em seguida cair de boca, fazendo um belo dum boquete pra mim, enquanto com a mão masturbava o Dirceu que provavelmente nunca tinha ganhado uma masturbada com tanta qualidade, eu estava totalmente excitado de pau duro na boca da Ana minha mulher eu estava tão excitado que gozei logo.
Em seguida ela retirou toda a roupa ficando nua na nossa frente, para depois desabotoar a calça do Dirceu, retirar o pau dele pra fora e fazer num boquete pra ele tambem, enquanto ela fazia o boquete, estava de bunda pra cima e a buceta arreganhada e oferecendo pra mim, não resisti e meti a vara nela, agarrei pelos ombros e metia gostoso eu sempre comi aquela buceta, era toda minha quando eu quisesse, mas parece que com outra pessoa ao mesmo tempo era muito mais excitante e dava um tesão desgraçado, bombei furiosamente até gozar.

Eu ja tinha gozado mas ela não, então a Ana pegou uma camisinha vestiu na pica do Dirceu deitou na cama abriu bem as pernas e puxou o Dirceu pra cima dela que doido de tesão partiu para o ataque, bombando furiosamente castigando a buceta da Ana minha mulher, e eu do lado só observando a cara de safada que ela fazia safada mas satisfeita, a Ana sempre foi
uma tarada na hora do sexo então pra ela estava sendo um banquete aquela sessão de sexo com dois machos e uma das fantasias dela era fazer uma dupla penetração, essa fantasia era dela, eu resolvi satisfaze-la, enquanto o Dirceu se ajeitou por baixo a Ana veio por cima e se encaixou na vara dele, depois ela se inclinou pra frente, abraçou o Dirceu e beijava ele sem parar enquanto isso eu me ajeitei por trás lubrifiquei bem, apontei a cabeça do meu pau no cuzinho dela e enfiei eita foda mais gostosa foi aquela a Ana estava sendo nossa escrava sexual, e ela estava adorando, adorando tanto que quando eu terminei de gozar cai de lado, ela então olhou pro Nosso convidado e falou você também não quer me comer por traz?  Na hora os olhos dele brilhou, era um convite irrecusável, então ela arrebitou bem a bundinha pra ele que comeu bem gostoso, aquela foi uma noite de sexo com todas as variações possíveis,

No dia seguinte nem levantamos tão cedo tal era o cansaço, por volta das 9 da manhã acordamos pagamos a conta e seguimos viagem faltavam ainda ums 6 hs de viagem então o restante da viagem seria tranquilo, quando chegamos lá nos despedimos do nosso carona, como ele não tinha dinheiro pro resto da viagem então patrocinamos a passagem para ele chegar até o destino, com certeza essa viagem foi inesquecivel, realizamos uma das nossas fantasias, a outra ainda não realizamos que é uma troca de casais....




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sábado, 25 de julho de 2015

DESEJOS DE UMA MULHER CASADA


Sei que o que vou falar aqui hoje, falo por muitas mulheres que casadas que como eu tem um marido que vive mais pro trabalho que pra mulher e no fundo sentem vontade de fazer o mesmo que eu fiz mas não tem coragem, resumindo tenho 31 anos sou casada, sou morena, cabelos e olhos castanhos, seios pequenos bumbum saliente e coxas roliças, sou casada a 10 anos e apesar dos pesares afetivamente vivo muito bem com meu marido e financeiramente vivemos muito bem por sinal nos amamos é verdade, mas me faltava algo, sexualmente o maridão deixa muito a desejar, na verdade ele vive pra ganhar dinheiro, vive pro trabalho, e na hora H na maioria das vezes deita e dorme, sempre fico em segundo plano.

E isso já se tornou uma rotina, nem adianta brigar mais, alias já brigamos muito durante os primeiros anos de casamento, porque eu reclamava da falta de atenção, carinho, sexo, coisas básicas que toda mulher quer do marido....meu marido foi meu primeiro homem e nessa época eu ainda não havia conhecido as delicias do sexo extra conjugal vivida com outro homem, porque eu sempre cobrava a atenção dele e ele sempre muito envolvido com o trabalho e me deixava muito carente de tudo, principalmente de de sexo....foi nessa situação que conheci alguem, que  trabalhava na mesma empresa que eu, o Vicente, ele era um engenheiro que veio de fora pra tocar uma obra em nossa cidade, apesar dos seus 38 anos ele era formado só  a uns 5 anos, por isso ele vivia pra lá e pra cá onde houvesse uma obra pra ele tocar, ele era bem  bonito, charmoso e  apesar de ser casado tinha certa fama de pegador.

Eu andava muito carente, e ele sempre muito simpático e charmoso , foi me conquistando pela educação e pelo seu astral sempre lá em cima, e foi por intermédio de uma amiga dele e minha que estava diretamente ligada a ele pelas funções dela na empresa que eu soube que alem de educado charmoso também sabia como tratar uma mulher na cama, e que corria o boato de que  já havia saído com algumas meninas da empresa, mas que só saia com meninas casadas porque tinha medo de que as solteiras pudessem de alguma forma quererem ficar no seu pé depois, e corria tambem o boato de que alem de ser um ótimo garanhão alem de ser bem dotado,  estranhei esse comentário ter vindo da Vera, porque ela também era casada, como ela sabia de tal atributo, não resisti e perguntei e vc?? Já.... também??  Ela com a maior cara de safada olhou pra mim e respondeu, deixa de ser curiosa, ela não admitiu mas não desmentiu eu ainda curiosa falei, mas vcs são intimos não são?, Ela respondeu somos bem íntimos como colegas sim, eu sarcasticamente falei .. sei ....

A partir desse dia eu mesmo sem perceber passei a ve-lo de outra maneira e eu mesmo mudei sendo mais gentil com ele, mais brincalhona e mais receptiva as brincadeiras que ele normalmente fazia, provavelmente ele notou minha mudança e meu interesse mesmo que disfarçado, o que era só brincadeira passou a ser cantadas disfarçadas, eu dava brecha e ele não perdia a oportunidade, ele sempre me oferecia carona mas como meu marido ia me levar ou buscar dependendo do dia mas as vezes até aceitava quando eu sabia que meu marido não iria, normalmente era quando ele ficava até mais tarde na empresa por algum motivo, e assim foi por algum tempo.

Até que um dia conversando com a Vilma ela me disse que o Vicente demonstrava interesse por mim, e perguntava pra ela coisas sobre mim, sobre meu relacionamento como marido como era etc e tal, ela ainda falou, eu acho que ele tá a fim de você e quer ... bem vc sabe o que ele quer... nem preciso dizer, inocentemente eu perguntei e vc não se importa no que ela falou eu já tive meu quinhão... 

Essa conversa mexeu comigo intimamente,  minha carência era latente, tenho consciência de que eu estava assim devido ao descaso de  meu marido, eu estava muito carente e até fantasiava  situações,  discretamente passei a insinuar-me e ficamos ainda mais amigos que antes, já rolava certa intimidade entre nós, e nas caronas normalmente nossas conversas giravam em torno de nossos casamentos, ele habilmente conduzia a conversa para o campo que a ele interessava, eu me abri totalmente pra ele, revelando meus segredos e minhas frustrações, ele ouvia-me atentamente, eu precisava de um amigo, precisava de alguém que me ouvisse e ele foi esse alguém sempre gentil e cavalheiro, já havia me dado carona muitas vezes mas em nenhuma desas se insinuou ou faltou ao respeito comigo, nem me cantou, o que me causava certa frustração, pela fama dele achei que ia cair matando pra cima de mim, mas não foi assim, a unica coisa que rolava entre a gente era um beijo que ele sempre me dava ao se despedir da carona no canto da minha boca roçando meus labios, acho que até esse beijo fazia parte do jogo de sedução dele pra me deixar ouriçada, e ele sempre deixava.

Numa sexta feira depois do expediente ele me convidou pra um happy hour num barzinho então eu liguei pra meu marido pra ver se ele viria me pegar por ser sexta feira, meu marido me disse que chegaria mais tarde em casa por conta de serviços extras na empresa e que eu não me preocupasse, falei-lhe então que já que ele ficar até mais tarde eu tb iria me atrasar porque tava a fim de pegar um cineminha com uma amiga se ele chegasse primeiro eu chegaria logo em seguida, e lá fui eu com o Vicente para o barzinho, depois de algumas bebidas eu já estava envolvida por ele e trocamos o primeiro beijo, muito delicioso quase tímido, mas no segundo já nos entregamos, ele beijava super gostoso e sua mão investiram nos meus seios e me deixaram molhadinha com os toques nos meus biquinhos, ele dizendo no meu ouvido que me achava um tesão, gostosa, que sempre foi louquinho por mim, isso deixava meu ego lá em cima já estávamos os dois acesos e ele sempre com aquela gentileza toda me falou a gente bem que podia ir pra um lugar mais reservado, perguntei-lhe reservado, onde? Ele então finalmente  fez o inevitável convite pra irmos a um  motel, aceitei prontamente sem a menor recusa, 

Essa falta de preocupação do meu marido, que me dava raiva, e me senti livre de qualquer culpa pelo que iria acontecer naquela noite eu estava disposta a me entregar a outro homem que me dava carinho e prometia prazer, entrei no carro do Vicente, ainda muito nervosa tinha a impressão de que alguém iria nos ver, mas os vidros eram todos escuros  me deixaram mais tranquila, ...e entramos no carro e em um minuto estávamos entrando num motel bem chique, dentro da  suíte a minha timidez sumiu logo com os nossos amassos, minha curiosidade em conhecer outro homem na cama era grande e meu tesão pelo Vicente era maior ainda, ele sempre muito carinhoso e tirou minha roupa sem pressa com calma e classe sempre me elogiando, elogiando cada centimentro de meu corpo, meus seios, minha barriga minha bunda até da minha xoxota ele fez um comentário dizendo que adorava xoxota bem cuidada e depiladinha, detestava mulher peluda ali, dizia que atrapalhava e quando percebi já estava nua na cama e ele apenas decueca, quando aquele belo exemplar de macho me abraçou  me senti no paraíso, me senti ainda mais envaidecida vendo  que me olhava com desejo, me pegava de um jeito diferente, com tesão, com prazer, nunca havia me sentido tão apalpada, ele o tempo todo me dizendo no ouvido, o quanto eu era gostosa, o quanto ele queria me comer, o quanto ele me desejava, 
Ai ele partiu pra ação e dedicou uma atenção especial aos meus seios pequenos mas durinhos, enquanto chupava meus seios masturbava-me passando o dedinho no meu grelinho, estava tão gostoso que gozei  na mão dele....muito gostoso.....ai ele desceu pra minha xotinha,finalmente tirou minha calcinha, e me mandou abrir as pernas,  e colocar meus pés em seu ombro, meu tesão foi a mil, quando ele me chupou como nunca fui chupada antes, tal era minha excitação que gozei novamente na boca dele, ai ele se posicionou na minha frente, tirou a cueca e apareceu um pau lindo, enorme, moreno, grosso, maravilhoso, enfim eu estava na frente de um macho de verdade que se aproximou, segurou minha cabeça com as duas mãos e puxou-a de encontro aquele cacetão lindo......" vem cá minha linda,  chupa ele bem gostoso, chupa ".....aquilo não foi um pedido, foi uma ordem,ao chupa-lo descobri que era mais gostoso do que eu imaginava, e deixava louquinha, ele só me pedia pra  ter cuidado com os dentes, porque a minha boca  mal conseguia e ali eu estava com a boca cheia e ainda punhetava oque sobrava com com a mão cheia, cada gemido dele era um incentivo a mais pra mim, mas ele que era
experiente, me fez parar e veio por cima de mim, para me penetrar, finalmente eu ia experimentar aquele pau que a Vilma insistia em elogiar,  me abri toda pra ele que me penetrou a principio bem devagar, mas firme, senti uma dor gostosa, era o pau dele entrando e era bem grosso e eu não estava acostumada mas foi só um pequeno desconforto inicial logo me assimilei bem depois que entrou tudo, já estava curtindo gostoso.

Ele mandava eu rebolar e continuava metendo,  quando eu senti aquela cabeçorra  encostar no meu útero, e me senti toda  preenchida tive multiplos orgasmos, enquanto eu gozava ele ficou só parado em cima de mim esperando eu me acalmar, quando me acalmei ele me disse " é agora eu vou te comer de verdade, e hoje vc vaisaber oque é um macho "......e  começou o vai e vem,  a meter e a tirar,  com força, com tesão, com gosto, percebi nos olhos dele o prazer que ele estava sentindo  e me senti fêmea, me senti a mulher mais gostosa do mundo...."  "....eu senti muito prazer
uma tontura, minha vista escureceu, meus olhos viravam, sentia um fogo subir da minha boceta que estava sendo bombardeada por aquela piroca grossa e enorme, batia fundo no meu útero eu estava sendo preenchida totalmente sem dó nem piedade, comecei a gritar e chorar e rir ao mesmo tempo  não tava entendendo nada, era um prazer inédito pra mim, e ele gemendo que nem um animal em cima de mim, até que eu senti um jorro quente dentro de mim e gozei de novo junto com ele......antes dele sair de dentro de mim eu agradeci a ele por ter me feito gozar tanto como nunca havia gozado.

-." seu marido nunca te fez gozar minha linda??
- " não, nunca senti um prazer assim "....." então minha linda ele ainda  vai levar muito chifre, pra deixar de ser  incompetente ".
Essa .foi a nossa conversar antes de ir pro banheiro, eu estava feliz, satisfeita, me sentia ótima nua na frente de outro homem, brincando com ele de baixo do chuveiro, sentindo as mãos dele no meu corpo, pegando com carinho aquela pica linda  que havia me mostrado o prazer de ser mulher, na hora pensei no meu marido e me senti revoltada  pelo descaso dele por mim, por todo aquele prazer que ele não me mostrou nesse tempo toda de casada e que eu estava tendo que descobrir com outro, me senti de certa forma vingada, livre, sem peso nenhum na consciência, nascia ali uma outra mulher, uma fêmea no sentido literal da palavra uma puta uma vadia como queiram chamar,....dei uma risada o Vicente me perguntou noque era...” eu tava pensando, eu ri e lhe disse, o meu marido vai levar muito chifre, e que eu até então tinha sido uma boba e ele me falou 
- eu vou te ensinar muita sacanagem minha gostosa, mas deixa aquele idiota pra lá “....
- Nos beijamos, tomamos um banho delicioso, até no banho eu tava aprendendo coisas novas porque e ele me comeu debaixo do chuveiro, depois voltamos pra cama e eu novamente cai de boca naquele pauzão gostoso que não estava totalmente duro.....senti ele crescendo na minha boca, grande, grosso, dei uma paradinha e perguntei se ele já havia medido aquele cacete,  e ele falou já, mede 20 cm....eu lhe  disse pra ele que  era linda gostosa e que eu estava adorando chupa-la..depois ele acendeu um cigarro, tentei fumar mas não consegui e tossi ele falou deixa que eu fumo por nós dois, 

Estando ainda em seus braços liguei pro trabalho do corno do meu marido e ele estava lá trabalhando como havia dito, me senti uma safada ligando pro meu marido, ainda nua dentro de  um motel, ele me perguntou onde eu estava disse que já estava saindo do cinema tava indo pra casa, o Vicente me disse seu meu marido era um idiota, por trocar uma mulher bonita e gostosa como você pelo trabalho ele vai é  levar muito chifre....dei um sorriso e disse que se dependesse de nós dois  iria sim levar muitos sim..... antes de sairmos do motel o Vicente me agarrou e novamente disse vamos dar uma ultima rapidinha me deitou na cama veio por cima de mim e em bombadas viris e rápidas em movimentos freneticos não demorou muito pra gozar, tivemos que tomar outro banho.

Depois  fui pra casa, o maridão ainda não havia chegado, senti minha calcinha umida e fui pro banheiro percebi que  a porra do Otavio ainda estava escorrendo sorri de felicidade eu era outra mulher, tomei um banho, coloquei uma calcinha nova e um absorvente por dois motivos, primeiro aparar o escorrimento e segundo se meu marido chegasse e quisesse alguma coisa eu alegaria que desceu antes ou coisa assim, vesti , uma camiseta e me deitei pela primeira vez saciada, satisfeita....deitei-me de lado quando contrai minha xotinha e senti uma dorzinha gostosa,  lembrei do meu marido e pensei comigo mesmo vc ainda vai levar muito chifres esse foi só o primeiro.

Eu ainda tive  de muitos encontros  com o Vicente, chegamos a transar no escritório da empresa, fiquei viciadinha no Vicente e n prazer e na adrenalina, da pica gostosa, viramos cúmplices de sacanagem fizemos varias brincadeiras eróticas tipo eu chupar  o pau dele na sala do chefe, adorávamos transar em locais inusitados, contei pra minha amiga Vilma que acabou finalmente confessando que antes de mim ela deu pro Vicente também, mas não rolava mais porque tinha ,medo porque o marido dela marcava muito em cima, acabei descobrindo que alem  mim e ela, ele tb já havia pegado a chefe do RH tb casada, bonita e com fama de mulher séria e autoritária a outra foi uma menina da informática, que já não trabalhava mais na empresa, e assim foi por um ano até que ele arranjou outro serviço que pagavam mais e mudou de empresa, mesmo assim saímos mais algumas vezes mas com o tempo foi esfriando, mas sinto saudades dele, porque  foi meu primeiro macho, o homem que me fez descobrir que uma mulher tambem pode ter prazer que me abriu para os prazeres do sexo.

Hoje bem mais experiente nessa matéria, nunca contei pro meu marido não sou vulgar nunca fiquei com mais de um homem por vez, eu sempre fui fiel aos meus casos só partia pra outro quando acabava já tive  alguns amigos e ótimos amantes, que me ajudaram a por pra fora a puta safada dentro mim,  tirando o meu atual casinho que é separado, os outros todos eram casados, com meu atual caso já fiz muitas loucuras, inclusive um menage com um amigo dele, na minha opinião toda mulher deveria passar pela experiencia de dar pra dois machos ao mesmo tempo, meu atual caso foi  quem me incentivou a escrever e enviar esse relato.

Resumindo pra finalizar, meu marido sei das suas limitações e dificuldades, ele é um ótimo esposo e bom amigo, as vezes rude e meio chato mas é boa pessoa, nossas brigas são coisas de casal, eu o amo como marido, só que como amante ele deixa a desejar, então deixei de cobrar dele e busquei fora, ele é uma pessoa normal  que canalizou todas as suas energias para o trabalho



.                                                                                                                                                          .

domingo, 19 de julho de 2015

MINHA IRMÃ CASADA E EU E NOSSO IRMÃO DE CRIAÇÃO

Essa historia que vou narrar agora aconteceu comigo, e com minha irmã depois de casada, pra resumir eramos em três irmãos em casa, um irmão bem mais velho fruto do primeiro casamento de nossa mãe e  eu era a mais nova e minha irmã um pouco mais velha que eu e sempre fomos muito ligadas e eu minha irmã tínhamos uma cumplicidade a toda prova, por ela ser a mais velha  foi ela que sempre cuidou de mim, porque nossos pais trabalhavam fora, e nosso irmão mais velho também, eu sempre fui a mais louquinha das duas, e era  comum a gente brincar com os  primos  que moravam vizinhos de quintal, brincadeiras bem safadas, e assim foi nossa adolescência, nossos pais trabalhavam fora e certa vez  eu os peguei pelados na cama dos nossos pais, mas eles me diziam que era só brincadeira, mesmo eu sendo a mais nova já sabia das coisas e que o proibido estava rolando ali, depois que o Beto ia pra casa dele a Lucia vinha e dizia que não era pra contar nada para nossos pais e acabava por me convencer, e foi desde essa época que nos tornamos cúmplices, esse incesto da minha irmã com o primo durou uns dois anos , até que um dia nossos pais descobriram e eu o maior rolo, e por pressão da família eles ficaram afastados por um bom tempo, mas como nossos pais trabalhavam fora foi inevitável, porque o Beto depois de algum tempo vinha escondido ver minha irmã, como eramos só nos duas na casa eu sempre segurava as pontas

Pelo fato da Lucia ser a mais velha já uma mocinha notei que nosso meio irmão nutria um discreto desejo pela Lucia, mas sempre ficou assim na surdina, o fato é que crescemos minha irmã se casou e eu também casei tive um filho, certa vez eu contei pra Lucia que mesmo casada tinha saído com o meu ex-namorado, ela me chamou de louca, mas como sempre ficou só entre nós,  alias a Lucia não era que nem eu, alias eu sempre a incentivei a ter um casinho extra oficial, mas ela sempre foi do tipo certinha, acho que por eu ser a destrambelhada não fiquei muito tempo casada justamente porque eu adorava uma balada e gostava muito de sexo e meu marido não, por isso acabou, eu fui viver minha vida 

Mas acho que tanto ela como eu casamos mais para podermos sair de casa do que por convicção, porque eu já tinha transado também com todos os  namorados que tive até casar-me com meu ex-marido, ao contrário da Lucia que tirando o nosso primo continua com o mesmo que casou-se e hoje tem dois filhos adolescentes, resumindo  eu sempre fui uma pessoa que gostei muito de sexo, provavelmente por causa da minha irmã e meu primo porque vendo e ouvindo eles transarem escondidos acabei por me interessar e a gostar da coisa, e talvez por conta disso foi que acabei me separando do meu marido, logo nos primeiros anos de casada, eu já tinha um filho de 2 anos, conheci um vizinho que me fazia trepar pelas paredes ele também era  casado e não foi uma vez só que trai meu marido com ele, e como eu disse sempre com a cumplicidade da  minha irmã que quando ia em casa ficava com meu filho eu  falava pra ela que ia pagar conta ou coisa assim e ia ve-lo, até que um dia ela chegou em casa pra me visitar e me pegou com meu vizinho que estava lá, acabei por confessar, ela me chamou de louca mas me deu cobertura,  mas esse foi só um dos meus casos, e por isso resolvi  curtir minha liberdade .

Como sempre fomos cúmplices nas intimidades entre uma conversa e outra a Lucia me confidenciou que o Beto ligava de vez em quando e  sabendo que o maridão dela não estava e que os filhos estavam na escola de vez em quando ele passava lá pra matar a saudade, foi a minha vez de chama-la de louca, eu afinal já estava separada, mas ela continuava e continua casada até hoje, mas depois que ela mudou-se pra outro município da região metropolitana de Sampa, ela nunca mais me falou que o Beto tinha lhe visitado de novo.

Como ela estava morando mais longe a gente se falava por telefone e pela  pela internet nas horas que coincidiam estarmos conectadas e nosso irmão também, formamos um trio e entre irmãos a gente relembrava das loucuras cometidas quando adolescentes, e parece que gostar de sexo era mal de família porque meu irmão também não prestava quando se tratava de sexo, porque ele me falou que já tinha feito um menage junto com a esposa, nos falávamos
pela Web CAM, e apesar de eu ser irmã ele adorava uns joguinhos, principalmente quando trocávamos confidencias eu falava das minhas fantasias  e ele das dele, era comum a gente abrir a Cam, falávamos em sexo abertamente  até que um dia meu irmão fez um pedido estranho por se tratar de irmão, ele me pediu pra mostrar um peitinho, pensei que era brincadeira dele mas ele insistiu, e eu pensei comigo o que que tem ele tá longe mesmo então mostrei, e essa brincadeira foi tomando dimensões maiores e se tornou comum entre a gente, ele era tão cara de pau a ponto de me dizer que me desejava e que ainda ia me comer, eu ficava na minha achava que era por causa do tesão do momento depois passaria.

Fiquei ainda mais surpresa quando certa vez a gente naquela sacanagem de brincadeira  me disse que era um voyeur e gostava de ver as mulheres se despindo na web cam, fiquei ainda mais surpresa quando me disse que conversava sempre com a Lucia pela CAM e que fazia o mesmo com a Lucia, e que a Lucia fazia Strip pra ele tambem  fiquei espantada porque a Lucia era casada, apesar de eu saber do caso dela como  nosso primo não imaginei que ela se prestaria a fazer esse papel com nosso irmão, eu era uma devassa mas ela era a certinha na minha opinião, meu irmão disse ainda que falava e fazia as mesmas coisas com ela, eu não acreditava nem desacreditava, afinal nesse mundo tudo é possivel, fiquei nessa duvida até que um dia a Lucia veio em casa me visitar e entre um assunto e outro acabamos por conversar sobre sexo e eu lhe falei o que eu e o Flavio nosso irmão fazíamos pela WEB CAM, e lhe disse que o Flavio tinha me dito que ela tb fazia perguntei se era verdade, ela meio que envergonhada me confirmou, e me disse que era só uma especie de brincadeira, perguntei-lhe se ele já tinha dado uma cantada nela, ela respondeu que sim por várias vezes.

O assunto rendeu então eu perguntei você teria coragem de transar com o Flavio, ela respondeu, ah!! Ele é irmão..., eu insisti e falei, meio irmão, responda vc teria?? Ela ficou sem jeito e não sabia o que falar então perguntei mais uma vez, teria? No que ela respondeu com outra pergunta pra mim, - E voce teria? Sem titubear eu falei que sim, só então que ela também disse que como homem ela teria se não fosse irmão, novamente eu falei meio irmão, meio irmão, a conversa continuou girando em torno do tema até que ela teve que ir embora.


 Algum tempo depois enquanto eu e o Flavio conversávamos pela WEB CAM, e como sempre acabava em uma sacanagenzinha  e o Flavio novamente falou que queria muito transar comigo, insistiu tanto até que eu falei pra voce bateu o coração tá valendo né, você quer transar com  todas, ele falou claro que quero sou insaciável, foi quando eu falei, inclusive eu e a Lucia né... ele respondeu a Lucia eu já peguei mês passado, eu falei mentiroso duvido, ela veio aqui em casa semana passada e não me falou nada, ele respondeu e você acha que ela ia te falar uma coisa dessa, ainda me falou se quiser eu conto os detalhes, eu então quis saber dos detalhes, dai ele me contou que como a gente ele sempre conversava com ela e tantas foram as vezes que ele cantou ela pelo computador, e ela desconversava mas nunca disse não foi então que ele resolveu ir visita-la numa tarde quando as filhas estariam na aula e o marido trabalhando, com o intuito de seduzi-la e conseguiu, falei como foi?

Ele que gosta de se gabar começou, primeiro eu cheguei lá ela tava sozinha tomamos um café, depois eu falei o que queria e ela a principio não concordou, mas eu não dei chance pra ela e logo parti pra cima, primeiro eu a abracei por trás e fui beijando-lhe o pescoço, depois mordiscava a orelha enquanto pegava nas suas tetas, aos poucos ela foi cedendo e sem ela perceber já tinha conduzido-a até o quarto, e dentro do quarto não tinha mais volta, dai rolou, na hora eu falei, duvido a Lucia é casada ela transaria com você? Mas ele insistia que transou sim, curiosa eu lhe perguntei.
-mas ela foi numa boa sem protestar
-Ah! No inicio ela até protestou, mas vc me conhece sou insistente, dei em cima até conseguir
-E dai como foi que aconteceu, conte os detalhes
-Ah! A gente transou oras,
-Transou, mas como???Foi, papai mamãe só ou rolou algo mais
-Rolou algo mais e claro
-Que tipo?
-Bem!! Eu a deitei na cama, tirei sua saia, a calcinha e dei uma bela duma chupada
-Que mais? Ela te chupou
-Claro, até gozei na boca dela
-Hum delicia, Rolou mais alguma coisa.. conta.. conta vai
-O que vc quer saber, se rolou anal??? Claro que rolou
- E a Lucia gozou, ela gostou
- Acho que sim porque ficamos uma tarde toda juntos...
Enfim ficamos um bom tempo conversando sobre a transa dele com a Lucia e a cada detalhe sórdido que ele me contava eu ficava ainda mais excitada, até que ele falou em tom de brincadeira que tava a fim mesmo era de me passar o rodo, eu tava tão excitada que naquela hora eu daria pra ela ou pra quem tivesse perto de mim, pena que eu tava sozinha enquanto a agente conversava, ele me falou
-hoje tô sozinho posso ir até sua casa
-Mas voce tá tão longe, vai demorar
-Não tem problema de carro demoro uma hora e meia no máximo, chego ai até as 4 da tarde
-Tudo bem então, eu sempre to sozinha a tarde mesmo a gente toma um café juntos
-Vou adorar o seu café, e vou adorar tudo mais que vc vai me dar....
-O que é esse tudo mais???
-Ah!! voce vai descobrir...
Na hora entendi que o que ele queria era me passar o rodo, mas como eu tava toda acesa e fazia algum tempo que eu não transava, aceitei a ideia de boa.

Desligamos e eu fui tomar um banho, depois vesti uma calcinha minuscula e vesti uma saia   até certo ponto provocante, e uma blusa de malha sem sutiã por baixo pensei comigo sutiã pra que se ele vai tirar mesmo,não demorou uma hora ele bateu na porta falei nossa mas chegou rápido foi quando ele falou que o transito estava tranquilo e ele aproveitou pra acelerar um pouco mais que de costume, tirei sarro dele pra que tanta pressa??
-Ora pra que, o que voce acha?
-Não sei não
-Voce vai descobrir já já
E sem muitas cerimônias me abraçou e me beijou e disse
- Aninha, nossa conversa a pouco me deixou aceso, é por isso a minha pressa.. Mana hoje você vai entrar na minha vara
- Vou é!!  E se eu não deixar??
- Pelo estado que me deixou, melhor ve nem tentar senão eu pego a força
- Precisa não porque tambem to Acesa,
Depois não precisamos dizer mais nada, rolou beijos e mais beijos mão boba pra lá e pra cá, ele apertava minha bunda eu pegava em seu pau, em pouco tempo nossas roupas estavam esparramadas pelo chão ele me fez levantar os braços e arrancou  minha blusa, ao mesmo
tempo que eu me livrava da minha saia, e ele da calça, até enfim ficarmos só com uma peça, eu de calcinha ele de cueca, ajoelhei-me e ao retirar sua cueca me surpreendi como tamanho da ferramenta dele não era tamanho extra GG como muitos gostam de exagerar no tamanho, mas era uma ferramenta respeitável, de forma que cai de boca, fazendo-lhe um boquete profissional, alias era essa  minha pratica favorita adorava mamar e fazer meu parceiro subir pelas paredes, em seguida ele me levou para a cama e tentou me penetrar, eu falei não não.. não sem antes vc me dar uma gostosa chupada, se quer comer vai ter que lamber antes... mas ele não tinha problemas em chupar tanto que me deu um trato especial no meu clitoris que é meu ponto "G"  eu gozei gostoso.

Eu tava precisando de um chá de piroca, e tava me fazendo muito bem, meu irmão me surpreendeu na cama, era um amante muito bom, tanto que se eu soubesse disso antes eu teria dado pra ele antes, porque ele me pegou de jeito, sem pressa enfiava e tirava a sua piroca em mim como se fosse um ritual me levando a loucura, não sei se pelo fato de ser um incesto isso me excitou muito mais do que todas as transas que eu já tivera, gozei varias vezes, gozei até pelo traseiro quando ele pegou por trás, confesso que não foi fácil aguentar
passivamente aquela tora no meu traseiro, mas depois que se acostumou eu até curti e não foi difícil gozar, passamos a tarde juntos transamos de todas as formas possíveis e imagináveis, a certa altura eu não resisti e pra lhe provocar eu perguntei com a Lucia foi tão bom quanto foi comigo? Ele respondeu que cada uma era cada uma, pra provocar ainda mais eu falei.. eu tenho certa duvida de que você tenha transado realmente com a Lucia, ele passivamente falou se você duvida é fácil, convida a Lucia pra vir na sua casa uma tarde dessas e me avisa que eu venho dai você vai ver se é verdade ou não, mas se você fizer isso vai ter que me dar de novo, vou comer as duas, vou fazer um menage com as duas
- E você daria conta das duas???
- É só pagar pra ver,
Essa proposta mexeu com minha libido,




continua .....................


EU MINHA IRMÃ CASADA E MEU IRMÃO DE CRIAÇÃO, O MENAGE,

Já fazia algum tempo que eu tava sem sexo, só me virando na mão eu bem que estava precisando de dar uma boa foda mas nunca imaginei que fosse dar uma das melhores fodas da minha vida justamente com meu irmão, e isso de certa forma me fez muito bem porque como eu disse  meu irmão me surpreendeu na cama, não sei se pelo fato de ser um incesto foi que me deixou ainda mais excitada me até hoje quando me lembro fico excitada. me excitou muito mais do que todas as transas que eu já tivera, gozei varias vezes, gozei até quando ele me enrabou, não foi fácil mas quem estava na chuva não pode ter medo de se molhar.

Depois disso fiquei encucada cada vez que me lembrava do que ele me dissera convida a Lucia pra vir na sua casa uma tarde dessas e me avisa que eu venho dai você vai ver se é verdade ou não, mas se você fizer isso vai ter que me dar de novo, primeiro vou comer a Lucia bem na sua frente e depois vou comer as duas, apesar de a ideia me excitar eu me questionava se eu mesmo teria coragem pra promover tal encontro dos três, mas o Flavio algum tempo depois veio me visitar novamente e nem preciso dizer o que novamente rolou aquela química entre a gente, como moro sozinha e sempre estou sozinha durante as tardes acabamos na cama, e não foi pra dormir, depois da gente ter transado o Flavio me perguntou - e daí falou com a Lucia? No que respondi eu sempre falo com ela por telefone,
- Não me refiro a falar por falar, me refiro aquele assunto?
- Qual assunto?? (me fazendo de boba)
- Aquele do qual  você duvida?
- Não me lembro (com cara de sonsa)
- Não se lembra ou não quer se lembrar? Confirmou com ela?
- Sobre o que?
- Ah!! Sobre eu ter transado com ela antes de vc
- Não, não tenho essa coragem... e pra ser sincera acho que ela vai negar...
- Ela pode até negar mas que eu comi ela eu comi...
- Tá bom vou fingir que acredito e tudo bem..
- Se você não acredita eu vou lhe provar, mas não hoje, me aguarde.. eu ainda vou comer as duas ao mesmo tempo. e disparou com uma pergunta: Voce toparia?
- Por mim tudo bem, é só sexo mesmo, mas a Lucia toparia?
- Deixa isso comigo...
- O que você vai fazer..
- Deixa comigo na hora certa voce vai saber... mas vai ter que ser aqui na sua casa..
- Porque?
- Porque sim (e não falou mais no assunto)

Passaram-se uns três meses eu até já tinha esquecido do assunto quando num belo dia logo após o almoço a Lucia aparece  em casa pra me visitar, e não foi coincidência  meia hora depois o Flavio me liga, então eu falei que a Lucia estava na minha casa, ele disse eu sei ontem fui eu quem sugeriu que ela fosse te visitar, só liguei pra confirmar se ela tinha ido, e disse, eu to indo ai pra tomar um café com as duas? Na hora me lembrei da fantasia dele e falei:
-Só café né?
- Café e quem sabe algo mais...
- O que seria esse algo mais ?
- Acho que você sabe a que me refiro
- Sei não...
- Então tá, quando eu chegar ai vc vai saber..
Desta vez não demorou meia hora, a mesa já estava posta para o café da tarde, tomamos o café e a Lucia foi me ajudar a lavar a louça do café quando meu irmão se aproximou de nós duas e começou a bolinar as duas, a Lucia estava visivelmente incomodada, mas eu já sabia da intenção do Flavio fiquei na minha só pra ver o circo pegar fogo, ela a provocava beijando no pescoço e na nuca, sempre apalpando os seios na minha frente, a Lucia não sabia o que fazer, ele tentou enfiar amão embaixo da blusa e pegar nos seios dela ela ficou brava, foi então que ele finalmente falou o porque ele estava ali e disse não precisa ficar constrangida a Paulinha já sabe que a gente transou, eu tb já transou comigo, mas meu fetiche é transar com as duas.. por isso eu dei um jeito de nós três nos encontrarmos aqui não foi por acaso, a Paulinha já topou agora  só falta você topar

A Lucia vendo que não tinha mais jeito acabou concordando, em seguida o Flavio começou a bolinar a Lucia e eu só vendo ainda na cozinha ele lhe fazia carinhos beijando o pescoço, apalpava sua bunda e lhe tocava intimamente por baixo da saia, até que levantou a blusa e lhe chupava os seios, é claro que eu vendo aquela cena não podia ficar passiva, e me tocava intimamente por cima da roupa ainda, eu estava só aguardando pra ver os acontecimentos, a que horas eu iria entrar na brincadeira, logo o Flavio conduziu a Lucia até o quarto e me convidou para ir também, a tarde prometia, eu não resisti e brinque, vc tem certeza que dá conta das duas? No que ele respondeu, claro já dei antes não seria agora que vou negar fogo.

Ele deitou nós duas lado a lado não deixou que tirássemos nossa roupa porque ele mesmo queria tirar, e foi retirando peça a peça num ritual até deixar-nos peladinhas, nuinhas como viemos ao mundo, e não decepcionou, eu sabia que ele era bom de cama, ele conseguia dar carinho para as duas ao mesmo tempo, porque deitou entre nós, com a mão direita me masturbava e com a esquerda masturbava a Lucia, com a boca chupava os nossos peitos alternadamente, ora dando atenção a uma ora dando atenção a outra, até na hora de transar deu um jeito de não deixar uma só assistindo porque ele deitou-se na cama, pediu-me que me acomodasse em cima do pau dele, encaixando-o na buceta e sentasse nele, enquanto a Lucia pediu que se acomodasse em cima da boca dela pra ele poder chupa-la enquanto metia comigo, era uma loucura, como eu sempre fui a mais saidinha em matéria de sexo comecei a apalpar os seios da minha irmã, ela perdeu a vergonha e apalpava os meus também, eu não sou lésbica mas quis saber qual é a sensação de beijar uma mulher então beijei a Lucia, achei que ela não gostaria da ideia, mas ela tava bem dentro do clima, sendo chupada pelo Flavio se contorcia de prazer, eu fazia movimento de subir e descer enquanto o Flavio também fazia movimentos de penetrar-me mais forte era uma loucura o gozo que eu tava sentindo, depois que ele gozou invertemos as posições a Lucia veio e se encaixou no pau dele e eu me posicionei pra ser chupada, apesar de eu não ter me lavado e ter resíduos na buceta o Flavio me chupou mesmo assim, lambia meu grelo de forma que me deixava louquinha enquanto fodia na buceta da Lucia que gemia de prazer, na verdade não gemia, quase urrava e dizia algumas palavras desconexas ao meu irmão, me fode, fode forte, vem seu cachorro, eu estava desconhecendo minha irmã que sempre foi do tipo reservada, mas na hora do sexo ela estava ainda mais eufórica que eu, depois mudamos de posição então ele nos colocou de quatro e falou vou foder as duas cadelinhas desse jeito, primeiro vou comer a buceta das duas, depois vou
comer o cuzinho das duas nem adianta reclamar, eu nunca vi tanta disposição em um homem só, normalmente os outros com quem transei dava uma no máximo duas e caia pro lado cansado mas meu irmão não ele já tinha dado uma com cada uma de nós e ainda tinha gaz pra comer o cu das duas, e não fez feio porque primeiro ele veio e  atolou aquele mastro pra dentro do cu da Lucia, na hora vi sair lagrimas dos olhos, perguntei doeu? Ela respondeu sempre doi, ele  bombou com firmeza até gozar, pensei comigo se ele gozar mais uma vez ele não vai querer comer meu cu, eu tava torcendo pra isso porque apesar do pau dele não ser muito grande era grosso e doía bastante  quando entrava, eu sei porque já tinha experimentado aquela tora, mas não teve jeito, depois dele gozar na Lucia veio pro meu lado dizendo agora é tua vez Paulinha, tentei fazer ele desistir da ideia mas a Lucia reclamou, falando se eu tive que dar pra ele vc tambem vai ter que dar... e não teve outro jeito, fiquei de quatro, arrebitei bem a bundinha e relaxei pra poder sentir menos dor, e ele veio, quando passou a cabeça eu vi estrelas deu vontade de desistir xinguei ele de filha da puta, mas ele segurava firme nas minhas ancas e tambem atolou aquele mastro até os ovos e só parou quando gozou novamente.

Depois que finalmente paramos perguntei de onde ele tirou tanto folego pra dar conta das duas, ele respondeu, nada que um comprimido azul não resolva, o desgraçado se garantido antes de chegar em casa, depois disso meu irmão me visitou mais algumas vezes em casa, mas nunca mais fizemos outro menage, se a Lucia teve outras transas com o Flavio eu não sei nunca tive coragem de perguntar, mas que foi uma experiencia diferente isso foi.


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domingo, 14 de junho de 2015

PERDI MINHA VIRGINDADE NO MEIO DO MATO

Quando eu era bem mais jovem e  muito mais ingênua, morávamos no interior  em um sitio da família, e era comum todo mundo morar juntos principalmente em sitio, e quando se casavam continuavam juntos só que  em casas separadas, eu era novinha, tinha 16 e quando os mais adultos falavam sobre sexo mesmo em tom de brincadeira por eu ser a caçula quando eu chegava perto a conversa mudava de rumo e eu ficava sempre a margem das conversas, minha irmã casada vivia a elogiar o marido Pedro mas as  conversas com as amigas eram truncadas quando eu chegava.
Mas eu que nunca fui boba e  sempre se entendia alguma coisa como o tamanho do pau; o desempenho e as performances do marido durante a noite, mesmo elas tentando falar códigos eu conseguia juntar os fragmentos das frases e quando eu ia dormir, deitada na minha cama à noite ficava a imaginar as delicias do sexo.

Meu cunhado Pedro sempre me olhou com um certo desejo, embora disfarçasse eu percebia, mas ele nunca se insinuou porque eu era novinha na concepção dele, mas apesar de eu ainda ser virgem. eu já tinha as minhas fantasias,  e as vezes quando ia tomar banho eu deixava a janela de meu quarto que dava para uma varanda nos fundos da casa e quase nunca ninguém
andava por lá principalmente ao anoitecer,  eu tomava meus banhos e ia para o meu quarto apenas enrolada por uma  toalha, depois que entrava no quarto para me trocar, as vezes eu percebia que ele saia da sala antes de eu sair do banheiro, até que certo dia percebi um barulho do lado de fora e era ele me espiando de longe, já que pelo fato de meu quarto estar iluminado do lado de fora ele me via bem nitidamente enquanto eu colocava minhas roupas, mas eu não o via porque era muito escuro do lado de fora.

Com isso comecei a nutrir certo desejo por ele, nas minhas noites eu me tocava imaginando-me com meu cunhado e até cogitava a possibilidade de dar pra ele, e o que  reforçou ainda mais esse desejo, foi numa ocasião em que família toda fomos a um balneário artificial formado em virtude de uma represa hidroelétrica da minha região, e quando estávamos lá numa brincadeira entre eu, e eu usava um  biquíni bem pequeno, propositalmente   e ele com suas olhadelas me comiam com os olhos, e eu me divertia com a situação ao mesmo tempo que me excitava, estando com a água acima da cintura, naquelas brincadeiras de pega pega, senti sua mão boba acariciando minha bunda, fingi que não percebi e deliciei-me com o pequeno afago mas logo ele  saiu dei um tempinho  e disfarçadamente sai tb e fui até onde ele estava onde nossos carros estavam estacionados, cheguei até ele e perguntei o porquê ele saiu de repente se a brincadeira estava tão animada, mas ele ficou quieto, mas pude observar extasiada o volume entre suas pernas mesmo ele tentando disfarçar, devido a ele estar um tanto constrangido tentei  retribuir o carinho acariciando seu rosto e dizendo pra ele voltar, foi quando ele me abraçou pela cintura e puxou para  junto ao seu corpo dizendo que o motivo dele ter se afastado era eu, e me deu um beijo, senti o seu corpo quente no meu quase em febre e o membro  rígido pressionando minha barriga, então eu fiquei na ponta dos pés e encaixei o volume no meio das minhas pernas,  a minha bocetinha estava em brasa, ele falou-me que não podíamos que eu era cunhada, que eu era nova demais e ele seria um cafajeste se continuasse, mesmo assim ele acariciou minhas tetinhas que estavam com os biquinhos querendo saltar pra fora do top do biquíni, só que quando ele tentou  enfiar a mão dentro da calcinha do biquíni que eu usava eu senti medo e me afastei e corri de volta pra água e para as brincadeiras e ele ficou no estacionamento.

O tempo passou e aquele desejo contido de ambos não diminuiu, ele continuava me espiando pela janela e eu continuava provocando-o, isso durou mais ou menos um ano até que algum tempo depois no carnaval, e como de costume fomos a um retiro espiritual, desses que as igrejas promovem para fugir das tentações do carnaval, nesse ano era um acampamento as margens de uma grande represa, com direito a barraca, pescaria, natação e tudo mais. O local tinha pouca infra-estrutura mas mesmo assim estava divertido provavelmente pela rusticidade do local, onde tudo era improvisado inclusive os banheiros.

Logo na primeira noite, por volta das 8 h, senti vontade de fazer xixi, mas tinha medo de ir até os banheiros que estavam a uns 100 m dali por causa da escuridão, foi quando minha irmã sugeriu que meu cunhado me acompanhasse, claro que ele resmungou reclamando mas aceitou depois da minha irmã insistir, mas notei um sorriso bem malicioso nos seus lábios, eu estava um tanto apreensiva por causa daquela escuridão toda porque sempre fui medrosa. Mas ao  tentar entrar no banheiro vi que era impossível, devido ao mau cheiro que exalava e ao estado deplorável que se encontravam, quando reclamei meu cunhado falou, é só xixi mesmo não é? è só vc você fazer atrás dele, acabei aceitando a sugestão mas a escuridão me apavorava, apesar da lua cheia que fazia,  desci a calcinha e quando ia ficar de cócoras olhei e vi ele me observando, com o pinto de fora e falei que é isso? vire-se pra lá, ele disse, tb to com vontade de mijar e viro não, se virar eu não vou perder ver a sua pele branquinha que fica ainda mais excitante quando iluminada pela lua.

Eu falei pra ele virar mas ao mesmo tempo fiquei excitada, estava eu ali de calcinha arriada e meu cunhado de pinto de fora, nem nas minhas fantasias mais secretas eu poderia imaginar um cenário assim,  afinal eu sempre o provoquei e ele era minha fantasia terminei de fazer xixi, subi de novo a calcinha, ele falou ah!! que pena, vc estava linda de calcinha arriada, e deu uma risada bem safada, sem guardar o pinto dentro da cueca aproxima de mim me segura
pelos ombro e me dá um beijo,  levanta a minha saia, abaixa delicadamente a minha calcinha e me segura bem próximo ao seu corpo de forma que senti o volume  roçar minha xoxota, e me fala, Helen você cresceu, já não é mais uma menina, agora que estamos só nós dois, que tal me provocar como sempre faz vai... abaixou a bermuda e colocou o seu pênis entre as minhas coxas.. roçando meu grelo que estava em brasa devido a situação, eu não esbocei nenhuma resistência, ele era bem másculo e forte devido ao trabalho braçal que fazia no dia a dia, me pegou pelas pernas ergueu-me e encaixou-me na sua cintura, e me disse, é isso que você queria cunhadinha  então vai ganhar,  finalmente eu ia realizar minha fantasia secreta, ele ia me enfiar aquela tora quando ouvimos barulho de alguém aproximando, que atrapalhou nossos planos, abaixei a saia rapidamente e sai dali antes que esse alguém se aproximasse demais e nos pegasse no fragla

O dia seguinte transcorreu na mais absoluta normalidade dentro das atividades programadas para o dia, nem eu nem ele nos falamos nada que não fosse absolutamente corriqueiro, não comentamos sobre a noite anterior, só que no meu intimo eu continuava querendo e tinha certeza depois do dia anterior que meu cunhado Pedro também queria, o local nos favorecia por ter muito espaço e muitos bosques em volta era fácil a gente fugir sem ser notado, então por volta das 17,30 já começava a escurecer, e aproximava-se o horário da janta do pessoal todo e as minhas irmãs mais velhas ficaram encarregadas da cozinha, eu por ser a mais jovem fiquei livre de qualquer tarefa, isso facilitou que eu e o Pedro nos encontrássemos novamente pra terminar o que começamos no dia anterior, eu me afastei dos demais que brincavam, uns cantavam numa roda de violão, alguns casais namoravam e nesse horário era livre e cada um  podia fazer o que quisesse. 

Eu fiquei por ali só observando o movimento e esperando que meu cunhado me observasse, quando o vi fiz um sinal com a cabeça e  me afastei de proposito caminhando lentamente rumo ao bosque sempre olhando disfarçadamente para trás pra ver se o Pedro me seguiria e não deu outra, a certa distancia ele tinha entendido o meu sinal e me seguiu, entrei numa trilha que já estava bem escura devido as arvores em volta, senti certo medo mas não havia outro lugar que fosse favorável,  quando estávamos a uma distancia segura fora da visão de todos ele se aproximou de mim, segurou-me pelos ombros e disse, cunhada você é uma pestinha sabia, me provocando esse tempo todo, agora você não me escapa... e investiu me beijando gostoso que foi prontamente retribuído, afoitamente enfiou a mão dentro da minha blusa apalpando minhas tetinhas que tava durinhas de tesão, 
 Logo em seguida abaixou minha calcinha. e eu de calcinha arriada, meladinha, cheia de tesão, tarada e com corpo em chamas, soltei um suspiro e exclamei algo incompreensível, então ele baixou a calça e tirou o pau pra fora, eu já tinha sentido ele no meio das minhas pernas mas não tinha atentado para o tamanho, não era tão grande assim mas duro parecia bem ,maior ainda mais que eu nunca tinha experimentado, e abobalhada, agarrei seu cacête por baixo, desde o saco e apalpei, corri meus dedos em toda a sua extensão. Não imaginei que um cacete de homem ficasse desse tamanho, enquanto tu massageava lentamente pensei comigo mesmo então esse é que faz a felicidade de minha irmã, explorei todo aquele território desconhecido pra mim.
-Tá assustada? Inquiriu-me. -
- É grande, falei. Não sabia que ficava assim enorme.
- É tamanho de pinto de homem, disse-me ele e juntando-me pelos cabelos levou minha boca em direção a aquela pica gigante.
-De uma mamada  disse ele quase num sussurro. Abri a boca na tentativa de dizer alguma coisa, mas ele nem deixou, colocou toda aquela rola enorme rola e me fez chupar., era minha primeira experiencia oral mas não fiz feio suguei com força, lambi e passei a língua em cada nervura daquela pica  tentei engoli-la todinha, mas engasguei  mesmo assim era uma gostosa sensação enquanto chupava medi  com meu palminho tímido, uns vinte centímetros pensei eu será que eu aguento? De tão excitada que eu estava só queria experimentar, na hora lembrei da minha irmã e   das frases desconexas que ela sussurrava nas noites de amor deles,
De repente ele desce as suas calças abaixo do joelho e arranca totalmente minha calcinha. me ajoelha no chão deixando-me de 4 e por baixo da minha blusa vai massageando minhas tetinhas. Ajeita a glande na entrada de minha bocetinha e força a entrada até sentir uma forte resistência tentou um pouco mais forte e soltei um gemido e travei na hora, quando ele percebeu que eu ainda era virgem, recuou e me falou, cunhada vc ainda é virgem,,, respondi que sim, ele relutou e parou, mas pensou um pouco e começou a acariciar  meu ânus. senti-me me entre a cruz e a espada mas decidi deixar rolar, percebendo que ele queria-me por traz pendei, que se foda, ou melhor que eu me foda mas vou até o fim.
para minha surpresa acho que ele não resistiu a tentação de deflorar-me e tornou a colocar na minha gruta e tornou a forçar a rola pra dentro senti os céus desabar de dor.tentei sair debaixo ele não deixou e soltou de jeito nenhum, percebendo a bobagem que eu tinha feito logo na minha primeira vez ser penetrada por um pau grosso e grande falei 
- Sou muito nova pra você Pedro, acho que não vou aguentar isso tudo, ta doendo muito.
-A primeira vez é  assim mesmo, fica tranquila. Se você relaxar fica bem mais facil.
-Não!!! . por favor  tira um pouquinho.
Não vou parar agora, disse ele. Quero  você. e agora no estado que me deixou eu vou transar com você, queira você ou não não vou deixar serviço incompleto,mas fica tranquila eu vou  bem devagar.
-Tem dó de mim outra hora a gente termina eu prometo, mesmo porque  eu estava tensa, com os músculos tensos, não conseguia relaxar ele percebeu meu estado e recuou um pouco, fiquei na zona do conforto, mas sem ele me largar e sem tirar a vara da porta da minha gruta, buscou minha boca minha língua em um beijo ardente, eu beijava-o com a vara encaixada mesmo levando ferro senti-me desejada e amada com as carícias que ele me fazia, e o dedo médio da mão direita sempre a acariciar meu anus enquanto ele falava sem parar, cunhadinha gostosa, tesuda, eu te amo, senti-me envaidecida e já estava mais relaxada soltando o corpinho. Até que... de repente ele sente o meu corpo frágil relaxado e subitamente me puxa com força pela cintura. e com força enfia o pau que  entra até a metade, contorci-me de agonia, sinto outra forçada e num  solavanco senti que tinha entrado tudo,  dei um gemido de dor mas nem deu tempo pra desespero. meu hímen, já era. 

Depois ele bombou várias vezes até gozar, finalmente suas mãos fortes me soltaram um pouco afrouxando e eu tentei me desvencilhar daquela vara grossa, tentei sair mas não deu porque  quando a cabeçorra do pau estava quase saindo ele me puxou de novo até embaixo. Outro gemido e sinto o saco gelado encostar-se ao meu cuzinho quente, sinto os seus pentelhos no meu púbis ainda lisinho. seu dedo médio me caça novamente. Achou meu buraquinho e forçou a entrada do ânus, percebendo seu intento  joguei meu corpo todo pra frente a fugir e consegui, quando tal qual na noite anterior ouvimos vozes a nossa procura, paramos o que estavamos fazendo e nos escondemos, daria muito na cara se algum nos visse juntos, com as roupas toda cheia de folhas, provavelmente sujas apesar de já ter escurecido, ainda tínhamos mais 1 dia de acampamento isso não acaba por aqui, pensei comigo mesma.