domingo, 14 de junho de 2015

PERDI MINHA VIRGINDADE NO MEIO DO MATO

Quando eu era bem mais jovem e  muito mais ingênua, morávamos no interior  em um sitio da família, e era comum todo mundo morar juntos principalmente em sitio, e quando se casavam continuavam juntos só que  em casas separadas, eu era novinha, tinha 16 e quando os mais adultos falavam sobre sexo mesmo em tom de brincadeira por eu ser a caçula quando eu chegava perto a conversa mudava de rumo e eu ficava sempre a margem das conversas, minha irmã casada vivia a elogiar o marido Pedro mas as  conversas com as amigas eram truncadas quando eu chegava.
Mas eu que nunca fui boba e  sempre se entendia alguma coisa como o tamanho do pau; o desempenho e as performances do marido durante a noite, mesmo elas tentando falar códigos eu conseguia juntar os fragmentos das frases e quando eu ia dormir, deitada na minha cama à noite ficava a imaginar as delicias do sexo.

Meu cunhado Pedro sempre me olhou com um certo desejo, embora disfarçasse eu percebia, mas ele nunca se insinuou porque eu era novinha na concepção dele, mas apesar de eu ainda ser virgem. eu já tinha as minhas fantasias,  e as vezes quando ia tomar banho eu deixava a janela de meu quarto que dava para uma varanda nos fundos da casa e quase nunca ninguém
andava por lá principalmente ao anoitecer,  eu tomava meus banhos e ia para o meu quarto apenas enrolada por uma  toalha, depois que entrava no quarto para me trocar, as vezes eu percebia que ele saia da sala antes de eu sair do banheiro, até que certo dia percebi um barulho do lado de fora e era ele me espiando de longe, já que pelo fato de meu quarto estar iluminado do lado de fora ele me via bem nitidamente enquanto eu colocava minhas roupas, mas eu não o via porque era muito escuro do lado de fora.

Com isso comecei a nutrir certo desejo por ele, nas minhas noites eu me tocava imaginando-me com meu cunhado e até cogitava a possibilidade de dar pra ele, e o que  reforçou ainda mais esse desejo, foi numa ocasião em que família toda fomos a um balneário artificial formado em virtude de uma represa hidroelétrica da minha região, e quando estávamos lá numa brincadeira entre eu, e eu usava um  biquíni bem pequeno, propositalmente   e ele com suas olhadelas me comiam com os olhos, e eu me divertia com a situação ao mesmo tempo que me excitava, estando com a água acima da cintura, naquelas brincadeiras de pega pega, senti sua mão boba acariciando minha bunda, fingi que não percebi e deliciei-me com o pequeno afago mas logo ele  saiu dei um tempinho  e disfarçadamente sai tb e fui até onde ele estava onde nossos carros estavam estacionados, cheguei até ele e perguntei o porquê ele saiu de repente se a brincadeira estava tão animada, mas ele ficou quieto, mas pude observar extasiada o volume entre suas pernas mesmo ele tentando disfarçar, devido a ele estar um tanto constrangido tentei  retribuir o carinho acariciando seu rosto e dizendo pra ele voltar, foi quando ele me abraçou pela cintura e puxou para  junto ao seu corpo dizendo que o motivo dele ter se afastado era eu, e me deu um beijo, senti o seu corpo quente no meu quase em febre e o membro  rígido pressionando minha barriga, então eu fiquei na ponta dos pés e encaixei o volume no meio das minhas pernas,  a minha bocetinha estava em brasa, ele falou-me que não podíamos que eu era cunhada, que eu era nova demais e ele seria um cafajeste se continuasse, mesmo assim ele acariciou minhas tetinhas que estavam com os biquinhos querendo saltar pra fora do top do biquíni, só que quando ele tentou  enfiar a mão dentro da calcinha do biquíni que eu usava eu senti medo e me afastei e corri de volta pra água e para as brincadeiras e ele ficou no estacionamento.

O tempo passou e aquele desejo contido de ambos não diminuiu, ele continuava me espiando pela janela e eu continuava provocando-o, isso durou mais ou menos um ano até que algum tempo depois no carnaval, e como de costume fomos a um retiro espiritual, desses que as igrejas promovem para fugir das tentações do carnaval, nesse ano era um acampamento as margens de uma grande represa, com direito a barraca, pescaria, natação e tudo mais. O local tinha pouca infra-estrutura mas mesmo assim estava divertido provavelmente pela rusticidade do local, onde tudo era improvisado inclusive os banheiros.

Logo na primeira noite, por volta das 8 h, senti vontade de fazer xixi, mas tinha medo de ir até os banheiros que estavam a uns 100 m dali por causa da escuridão, foi quando minha irmã sugeriu que meu cunhado me acompanhasse, claro que ele resmungou reclamando mas aceitou depois da minha irmã insistir, mas notei um sorriso bem malicioso nos seus lábios, eu estava um tanto apreensiva por causa daquela escuridão toda porque sempre fui medrosa. Mas ao  tentar entrar no banheiro vi que era impossível, devido ao mau cheiro que exalava e ao estado deplorável que se encontravam, quando reclamei meu cunhado falou, é só xixi mesmo não é? è só vc você fazer atrás dele, acabei aceitando a sugestão mas a escuridão me apavorava, apesar da lua cheia que fazia,  desci a calcinha e quando ia ficar de cócoras olhei e vi ele me observando, com o pinto de fora e falei que é isso? vire-se pra lá, ele disse, tb to com vontade de mijar e viro não, se virar eu não vou perder ver a sua pele branquinha que fica ainda mais excitante quando iluminada pela lua.

Eu falei pra ele virar mas ao mesmo tempo fiquei excitada, estava eu ali de calcinha arriada e meu cunhado de pinto de fora, nem nas minhas fantasias mais secretas eu poderia imaginar um cenário assim,  afinal eu sempre o provoquei e ele era minha fantasia terminei de fazer xixi, subi de novo a calcinha, ele falou ah!! que pena, vc estava linda de calcinha arriada, e deu uma risada bem safada, sem guardar o pinto dentro da cueca aproxima de mim me segura
pelos ombro e me dá um beijo,  levanta a minha saia, abaixa delicadamente a minha calcinha e me segura bem próximo ao seu corpo de forma que senti o volume  roçar minha xoxota, e me fala, Helen você cresceu, já não é mais uma menina, agora que estamos só nós dois, que tal me provocar como sempre faz vai... abaixou a bermuda e colocou o seu pênis entre as minhas coxas.. roçando meu grelo que estava em brasa devido a situação, eu não esbocei nenhuma resistência, ele era bem másculo e forte devido ao trabalho braçal que fazia no dia a dia, me pegou pelas pernas ergueu-me e encaixou-me na sua cintura, e me disse, é isso que você queria cunhadinha  então vai ganhar,  finalmente eu ia realizar minha fantasia secreta, ele ia me enfiar aquela tora quando ouvimos barulho de alguém aproximando, que atrapalhou nossos planos, abaixei a saia rapidamente e sai dali antes que esse alguém se aproximasse demais e nos pegasse no fragla

O dia seguinte transcorreu na mais absoluta normalidade dentro das atividades programadas para o dia, nem eu nem ele nos falamos nada que não fosse absolutamente corriqueiro, não comentamos sobre a noite anterior, só que no meu intimo eu continuava querendo e tinha certeza depois do dia anterior que meu cunhado Pedro também queria, o local nos favorecia por ter muito espaço e muitos bosques em volta era fácil a gente fugir sem ser notado, então por volta das 17,30 já começava a escurecer, e aproximava-se o horário da janta do pessoal todo e as minhas irmãs mais velhas ficaram encarregadas da cozinha, eu por ser a mais jovem fiquei livre de qualquer tarefa, isso facilitou que eu e o Pedro nos encontrássemos novamente pra terminar o que começamos no dia anterior, eu me afastei dos demais que brincavam, uns cantavam numa roda de violão, alguns casais namoravam e nesse horário era livre e cada um  podia fazer o que quisesse. 

Eu fiquei por ali só observando o movimento e esperando que meu cunhado me observasse, quando o vi fiz um sinal com a cabeça e  me afastei de proposito caminhando lentamente rumo ao bosque sempre olhando disfarçadamente para trás pra ver se o Pedro me seguiria e não deu outra, a certa distancia ele tinha entendido o meu sinal e me seguiu, entrei numa trilha que já estava bem escura devido as arvores em volta, senti certo medo mas não havia outro lugar que fosse favorável,  quando estávamos a uma distancia segura fora da visão de todos ele se aproximou de mim, segurou-me pelos ombros e disse, cunhada você é uma pestinha sabia, me provocando esse tempo todo, agora você não me escapa... e investiu me beijando gostoso que foi prontamente retribuído, afoitamente enfiou a mão dentro da minha blusa apalpando minhas tetinhas que tava durinhas de tesão, 
 Logo em seguida abaixou minha calcinha. e eu de calcinha arriada, meladinha, cheia de tesão, tarada e com corpo em chamas, soltei um suspiro e exclamei algo incompreensível, então ele baixou a calça e tirou o pau pra fora, eu já tinha sentido ele no meio das minhas pernas mas não tinha atentado para o tamanho, não era tão grande assim mas duro parecia bem ,maior ainda mais que eu nunca tinha experimentado, e abobalhada, agarrei seu cacête por baixo, desde o saco e apalpei, corri meus dedos em toda a sua extensão. Não imaginei que um cacete de homem ficasse desse tamanho, enquanto tu massageava lentamente pensei comigo mesmo então esse é que faz a felicidade de minha irmã, explorei todo aquele território desconhecido pra mim.
-Tá assustada? Inquiriu-me. -
- É grande, falei. Não sabia que ficava assim enorme.
- É tamanho de pinto de homem, disse-me ele e juntando-me pelos cabelos levou minha boca em direção a aquela pica gigante.
-De uma mamada  disse ele quase num sussurro. Abri a boca na tentativa de dizer alguma coisa, mas ele nem deixou, colocou toda aquela rola enorme rola e me fez chupar., era minha primeira experiencia oral mas não fiz feio suguei com força, lambi e passei a língua em cada nervura daquela pica  tentei engoli-la todinha, mas engasguei  mesmo assim era uma gostosa sensação enquanto chupava medi  com meu palminho tímido, uns vinte centímetros pensei eu será que eu aguento? De tão excitada que eu estava só queria experimentar, na hora lembrei da minha irmã e   das frases desconexas que ela sussurrava nas noites de amor deles,
De repente ele desce as suas calças abaixo do joelho e arranca totalmente minha calcinha. me ajoelha no chão deixando-me de 4 e por baixo da minha blusa vai massageando minhas tetinhas. Ajeita a glande na entrada de minha bocetinha e força a entrada até sentir uma forte resistência tentou um pouco mais forte e soltei um gemido e travei na hora, quando ele percebeu que eu ainda era virgem, recuou e me falou, cunhada vc ainda é virgem,,, respondi que sim, ele relutou e parou, mas pensou um pouco e começou a acariciar  meu ânus. senti-me me entre a cruz e a espada mas decidi deixar rolar, percebendo que ele queria-me por traz pendei, que se foda, ou melhor que eu me foda mas vou até o fim.
para minha surpresa acho que ele não resistiu a tentação de deflorar-me e tornou a colocar na minha gruta e tornou a forçar a rola pra dentro senti os céus desabar de dor.tentei sair debaixo ele não deixou e soltou de jeito nenhum, percebendo a bobagem que eu tinha feito logo na minha primeira vez ser penetrada por um pau grosso e grande falei 
- Sou muito nova pra você Pedro, acho que não vou aguentar isso tudo, ta doendo muito.
-A primeira vez é  assim mesmo, fica tranquila. Se você relaxar fica bem mais facil.
-Não!!! . por favor  tira um pouquinho.
Não vou parar agora, disse ele. Quero  você. e agora no estado que me deixou eu vou transar com você, queira você ou não não vou deixar serviço incompleto,mas fica tranquila eu vou  bem devagar.
-Tem dó de mim outra hora a gente termina eu prometo, mesmo porque  eu estava tensa, com os músculos tensos, não conseguia relaxar ele percebeu meu estado e recuou um pouco, fiquei na zona do conforto, mas sem ele me largar e sem tirar a vara da porta da minha gruta, buscou minha boca minha língua em um beijo ardente, eu beijava-o com a vara encaixada mesmo levando ferro senti-me desejada e amada com as carícias que ele me fazia, e o dedo médio da mão direita sempre a acariciar meu anus enquanto ele falava sem parar, cunhadinha gostosa, tesuda, eu te amo, senti-me envaidecida e já estava mais relaxada soltando o corpinho. Até que... de repente ele sente o meu corpo frágil relaxado e subitamente me puxa com força pela cintura. e com força enfia o pau que  entra até a metade, contorci-me de agonia, sinto outra forçada e num  solavanco senti que tinha entrado tudo,  dei um gemido de dor mas nem deu tempo pra desespero. meu hímen, já era. 

Depois ele bombou várias vezes até gozar, finalmente suas mãos fortes me soltaram um pouco afrouxando e eu tentei me desvencilhar daquela vara grossa, tentei sair mas não deu porque  quando a cabeçorra do pau estava quase saindo ele me puxou de novo até embaixo. Outro gemido e sinto o saco gelado encostar-se ao meu cuzinho quente, sinto os seus pentelhos no meu púbis ainda lisinho. seu dedo médio me caça novamente. Achou meu buraquinho e forçou a entrada do ânus, percebendo seu intento  joguei meu corpo todo pra frente a fugir e consegui, quando tal qual na noite anterior ouvimos vozes a nossa procura, paramos o que estavamos fazendo e nos escondemos, daria muito na cara se algum nos visse juntos, com as roupas toda cheia de folhas, provavelmente sujas apesar de já ter escurecido, ainda tínhamos mais 1 dia de acampamento isso não acaba por aqui, pensei comigo mesma.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

COMETI UM INCESTO COM MINHA MÃE


Quando aconteceu minha mãe era uma mulher de 36 anos.e eu tinha 17, morávamos sozinhos porque minha mãe separou-se do meu pai quando eu tinha 8 anos e depois ela nunca mais se casou, dedicou-se o tempo todo para me criar e ar uma boa educação tanto em casa como nos estudos, ela sempre me deu tudo que ela podia dentro das suas limitações, estudei em colégio particular e estava fazendo cursinho para entrar na faculdade quando aconteceu, é claro que ela teve vários outros pretendentes mas nunca se casou de novo, foi uma guerreira, em nossa convivência ela pra mim era  mais amiga que mãe, porque estava sempre presente, me ouvia me aconselhava mas nunca se impôs como mãezona linha dura.

Quando minha mãe se separou do meu pai por eu ter apenas 8 anos eu passei a dormir na mesma cama que ela, e era comum a gente brincar a vontade antes de dormir, fazer guerra de travesseiros, e por eu não ter um irmão ela que fazia as brincadeiras comigo e muitas vezes em lutas de mentirinha ela me abraçava me apertava e me desafiava a sair daquele abraço, brincadeiras que toda criança gosta, a gente brincava  na cama em inocentes brincadeiras, era uma forma dela demonstrar seu amor e seu afeto, e assim foi até eu completar 14 anos, eu já tinha um porte físico mais avantajado que o dela e já na minha puberdade  ainda dormíamos juntos na mesma cama, só que  eu já não era mais uma criança, já sabia tudo sobre sexo, e na sua ausência eu já tocava minhas punhetas memoráveis, e quase todas elas em homenagem a minha mãe que era muito gostosa na minha concepção,   ela era bem magra tinha um corpo esguio deveria pesar uns 48 ks, apesar de ter 1.60 de altura ainda era mais baixa que eu aos 14 anos , eu achava ela uma gata principalmente quando ela se vestia pra ir a alguma festa, ela colocava vestidos ou blusas com  decotes bem provocantes, ela sempre gostou de vestir-se elegantemente o que a deixava uma mulher muito desejável até pra mim apesar de ser minha mãe.

Já com 16 anos comecei a frequentar uma academia, eu praticava Jiu Jitsu e muay thai  alem da musculação, sendo eu filho único de mãe praticamente solteira ela estava sempre fazendo tudo  pra me agradar. quando eu chegava ela sempre me perguntava se eu queria que ela preparasse algo pra comer, e eu sempre pedia alguma coisa para tapear a fome até chegar a hora do jantar, e após o jantar era costume assistirmos TV, naquela época não havia internet como tem hoje, e isto aconteceu quando eu tinha 17 e hoje to com quase 50, mas resumindo, naquela época era muito mais difícil se pegar mulher como nos dias de hoje, o que me restava então era memoráveis punhetas, e eu sempre fui praticante desta arte, desde os 11 pra 12 anos quando começou a nascer os primeiros pentelhos eu   já me masturbava e nem sabia direito o que era aquilo, mas adorava a sensação qualquer motivo era motivo pra eu correr para o banheiro e bater uma punheta, se a vizinha gostosa estava de mini saia, se na Tv passasse alguma cena mais ousada lá ia eu, como morávamos em uma casa dessas de madeira antiga, e era fácil espiar as pessoas que nos visitava, principalmente as tias e as primas bastava alguma mulher ir ao banheiro que la ia  eu para espiar pela fechadura inclusive minha própria mãe e depois la ia eu me acabar na punheta.
Nossa rotina era praticamente a mesma todos os dias, minha mãe ia trabalhar e eu estudava a tarde e por eu ser do tipo franzino   a noite ia pra academia de musculação e muai tai até umas 8,30 e chegava em casa por volta das 9 da noite todos os dias, minha mãe chegava um pouco mais cedo e quando eu chegava já estava tudo preparado pra janta, depois da janta ficávamos sentados no sofá as vezes  ficávamos deitados um de frente para o outro assistindo TV, e quanto mais o tempo passava mais tarado eu ficava, afinal minha mãe era bonita como eu já descrevi, e em casa ela sempre ficava mais a vontade em seus trajes  e no verão era normal ela usar vestidos leves que quando assentava subia mostrando suas coxas e quando deitava mostrava mais ainda, as vezes ela adormecia e ao se mexer o vestido subia mais ainda, e mostrava parcialmente a calcinha, eu ficava de pau duro, mas morria de vergonha, e procurava sempre disfarçar meu estado de excitação, e as vezes ela acordada mesmo percebia que eu tava de pau duro mas disfarçava também fazia de conta que nem tinha visto nada., mas eu percebia que ela tinha percebido e morria de vergonha.
Certa vez eu estava todo esparramado pelo sofá ela me pediu para pegar uma caixa pesada que estava no meio de umas bagunças e eu tava assistindo TV eu resmunguei e reclamei que tava cansado, e ela meio que brincando disse, eitha.. esse ano todo de academia pelo jeito não tá servindo pra nada, você nessa idade ainda mais fraco e preguiçoso que eu que tenho o dobro da sua idade.!! Até eu que sou mulher tenho mais força e ganho de você, eu então entrei na brincadeira lembrei-me dos tempos que a gente brincava de luta na cama eu falei em tom de desafio, duvido, mas se quiser tentar ver se consegue, se ganhar de mim eu vou fazer o que vc quer agora senão ganhar deixo pra mais tarde e continuo descansando.
Achei que ela ia ficar só na provocação mas para minha surpresa ela se dirige até onde eu estava com a intenção de me tirar do sofá, eu fiquei na minha  mas ela ao abaixar para me tirar do sofá, deixa os seus seios parcialmente a mostra ela tava sem sutiã e deu pra ver os biquinhos, o engraçado é que ali naquela posição com ela vestida me deu mais tesão que  quando espiava e a via totalmente nua, mas mesmo assim a segurei pelos braços tentei imobilizar, insistentemente ela ria e falava, ah! Moleque vc cresceu hem, mas ainda consigo...   e nesse tom de brincadeira travamos uma luta como já fizéramos muitas vezes, acabamos por cair os dois no tapete devido ao meu treinamento  não foi muito difícil eu a imobiliza-la, ela ali deitada no chão eu por cima sentada em seu quadril segurava os dois braços dela acima da cabeça mas ela se debatia e insistia mesmo assim, eu debochando falava que ela tentasse se livrar, ela se debatia tanto que acabei deitando por cima dela entre suas pernas de forma que ficamos numa posição de ato sexual, eu estava excitado devo ter roçado uma porção de vez na sua buceta por cima do vestido, mesmo eu estando de calça o volume se destacava tamanho era minha excitação  até que cansados ela se deu por vencida e eu aliviei a pressão dos braços sai de cima dela mas deitei-me ao lado e me curvei sobre o seu corpo e deitei minha cabeça entre seus seios e ficamos assim um tempinho juntos, enquanto ela fazia  um cafuné bem gostoso em mim.

Eu estando ali naquela posição com meu corpo sobre o corpo dela e a cabeça apoiada entre seus seios, fiquei excitado e dei um jeito de disfarçar para que ela não percebesse, acabamos ficando ali mesmo deitados no tapete abraçados sem dizer uma palavra, apenas abraçados como filho e mãe, pelo menos naquele momento eu pensava assim.

E essa era nossa rotina, a partir daquele dia era comum a gente brincar esse tipo de brincadeira um forçando a resistência do outro, mesmo porque sempre que ela queria algo de mim que exigisse mais força e eu resmungava lá vinha ela com a mesma provocação, ela tinha a mania de me puxar do sofá para derrubar-me e assim fazer com que eu fizesse o que ela queria, até que certo dia ela me puxou e ao cair no tapete eu me defendi puxando-a também e imobilizando-a  presa pelos meus braços e com meu corpo deitado sobre ela eu provocava dizendo, força, não é você que é durona, não disse que consegue me vencer? Então saia dessa agora e ela  na tentativa de sair se debate erguendo o quadril  para tentar me derrubar de cima dela e eu pra não deixar me deito por cima fazendo o mespo do meu corpo deixa-la imobilizada, mesmo estando ambos vestido eu sinto a pressão da xoxota dela contra meu pau o que  para um garoto no auge da puberdade foi o suficiente para ficar excitado  na hora.

Eu não sabia o que fazer, se saia de cima ou se continuava, se parava, estando eu na minha indecisão ouço ela falar: você vai ter que fazer muita força para me segurar, e levanta o quadril novamente, sinto nova pressão sob meu pau, que já estava duro e ficou como uma pedra depois disso, imagino que ela tenha sentido o volume do meu pau duro pressionando a xoxota, continuei na brincadeira e falei daqui não sai nem se tentar até amanhã cedo. e apertei ainda mais o meu quadril para baixo sob o quadril dela, e a provocava ainda mais, ta vendo como não consegue é melhor desistir , mas ela não desistia ela que ia conseguir,  e voltou alevantar o quadril e a  pressionar a xoxota contra meu pau com mais força e eu apertei meu mais forte ainda contra a xoxota dela. chegamos a um ponto que fomos cansando e as forças forma diminuindo mas sem que nenhum dos dois arredasse daquela posição. 
Minha mente estava a mil, apesar dela ser minha mãe eu nesse momento nem lembrava disso, meu pau estava estourando de tão duro e claro que ela tinha percebido, seria  impossível não sentir um pau apertando sua xoxota fazíamos de conta que não tava acontecendo nada estávamos num silencio provavelmente os dois pensando a mesma coisa, eu receoso por ela ser minha mãe e ela provavelmente relutando por eu ser filho, fazia muito tempo que ela estava sem homem, até que eu rompi o silencio e  falei não vai mais tentar escapar, desistiu de fazer força?, Ela disse não consigo mais, mas eu apertei ainda mais o meu pau contra a xoxota dela, não sabíamos como isso ia acabar mas estava delicioso,  sem dizer nada me  entre as pernas dela, numa posição favorável a copula, numa posição papai-mamãe, ainda vestidos, meu pau dentro da bermuda mas querendo saltar pra fora, encostou mais ainda na xoxota dela por cima da calcinha, fiz pressão pensei que ia ser repreendido, larguei os braços dela para ver se ela iria me tirar de cima dela e para minha surpresa ela me abraçou forte e  apertou a xoxota contra meu pau.
Meu tesão era tanto que  fui levantando  lentamente o vestido até sentir que tinha chegado na calcinha, ela não falou nada nossa respiração estava ofegantes, o silencio reinava, e continuamos nos esfregando, puxei para baixo a calcinha que desceu até metade das coxas, agora já sem pressa,  sem pensar em mais nada continuei, retirei meu pau pela lateral da bermuda e coloquei no meio das coxas dela, sem palavras continuamos, meu pau estava agora diretamente na xoxota eu podia sentir ela toda úmida, tentei forçar mais, mas a calcinha no meio das coxa atrapalhava, retirei-a totalmente, levantei o vestido até a cintura, peguei meu pau e coloquei na entrada da buceta,  e a cabeça do pau entrava num frenesi, e ela instintivamente forçou a xoxota contra meu pau e eu fiz força contrario o pau entrou todo na buceta dela e os movimentos de vai e vem cada vez mais rápidos não demorei mais que 2 ou 3  minutos para gozar, ela tb deve ter gozado porque senti as contrações não falamos nada apenas curtíamos aquele momento incestuoso, mas incestuoso ou não para um garoto recem completado 17 anos não importava. . 
Após o que  sai de cima dela ela levantou-se e foi para o banheiro morrendo de vergonha um do outro, fizemos isso outras vezes mas paramos..se dependesse de mim não pararia mas paramos, não sei porque aconteceu, não foi nada mirabolante nada de sexo anal oral ou coisa assim, simplesmente aconteceu, e foi assim minha experiencia

sexta-feira, 5 de junho de 2015

MINHA PRIMEIRA VEZ FOI COMO MEU PADRASTO

Hoje eu tenho 30 anos, mas sou filha unica e meu pai separou-se da minha mãe eu tinha 7 pra 8 anos, e minha mãe durante 5 anos não namorou com nenhum outro homem, pelo menos até sair o divorcio, eu já tinha 13 quando minha mãe começou a namorar com o Rafael, eles namoraram um tempinho e resolveram casar-se só no civil, até então eramos só nos duas e por isso eu e minha mãe ao sairmos do banho costumávamos andar só de roupas intimas pela casa as vezes só de calcinha porque era muito mais confortável principalmente no verão

E eu adoro andar assim pela casa, mas depois que o Rafael veio morar com a gente tive que mudar alguns hábitos, mas sempre que ele estava fora como era meu costume eu andava quase nua pela casa mesmo eu procurando não andar assim quando ele estava em casa mas era inevitável que as vezes ele chegasse e nos pegasse vestidas assim,  a principio ele era muito respeitador, e por uns 4 anos foi assim, eu fui me acostumando  com a presença dele e com o tempo acabamos tendo intimidade de pai e filha, ele sempre me respeitou e tratou como filha, ele praticamente me criou eu já tinha 17 anos  parecia que e a sensação de ser flagrada nua por ele me excita muito, isso porque fui flagrada algumas vezes e  dos flagras que tomei, foram logo no inicio por não estar acostumada com a presença de um homem aqui em casa.

Apesar de ele ter-me visto peladinha algumas vezes, nunca rolou um clima  entre nós, mesmo porque  eu tinha uma relação  tipo pai e filha com o Rafael meu padrasto  isso foi até uns dias atrás quando meu PC deu problemas e precisava formatar, aproveitando que eu estava sozinha em casa e fui usar o PC dele quando abri o navegador e vi no histórico de navegação que tinha alguns sites pornôs e outros   de contos eróticos ali nos visitados recentemente, eu muito curiosa resolvi abrir pra ver como é, a principio aquelas fotos de capa me enojavam, mas quando  entrei em um  site de  contos por curiosidade comecei a ler e depois via os comentários que me fizeram ficar excitada, percebi que tinha uma grande quantidade de contos sobre incestos, de irmãos,  cunhados,  primos,  mãe e filho, pai e filha,  sogro tc.. mas um me chamou a atenção era sobre padrasto eu li, logo comecei a procurar no índice li outro e mais outro,  cada um mais apimentado que o outro. Eu já estava só de calcinha e sutiã que facilitou eu me tocar comecei a  fantasiar que transava com meu padrasto, foi tão bom que gozei bem gostoso.

Na verdade eu já tinha fantasiado uma vez quando  espiei pelo buraco da fechadura e o vi se masturbando no quarto depois dele  ter esbarrado  comigo saindo do banho coberta apenas com uma pequena toalha que  mal cobria minhas partes íntimas, na hora percebi que seu pau endureceu  por debaixo da bermuda, e isso me deixou excitada a ponto de espia-lo depois.

Minha curiosidade não parou por ai, percebi que ele tinha salvo alguns contos e li alguns títulos e outros por inteiro,  descobri que o safado gostava de contos que envolviam um personagem adulto com a garota nova.

Eu ainda era virgem, mas me masturbava direto, as minhas colegas no colégio que já não eram mais virgens, ou pelo menos diziam não ser,  tiravam sarro de mim diziam pra que guardar se morrer a terra vai comer mesmo, eu tive alguns namorados quando eu tinha 15 anos, mas a nenhum eu me entreguei, o máximo que eu deixava era pegar nos meus seios, e por causa dos estudos porque eu me preparava para a faculdade, fazia cursinho em paralelo ao segundo grau,  já fazia uns 2 anos que não namorava nem ficava com ninguém.

Depois de ler aqueles contos fiquei muito excitada resolvi que iria me entregar a alguem queria transar, como tava sem namorado resolvi que iria transar com o meu padrasto, parece que por ele ser o homem da minha mãe isso me excitava ainda mais, então esperei até chegar a ocasião propicia, minha mãe tinha um pequeno comércio tipo bazar tem de tudo principalmente muamba ela ia sempre para S.Paulo fazer compra na 31 de março e outras vezes para o paraguaí,  esperei até dia em que ela viajasse pra fazer compras para seduzi-lo, ela já tinha viajado outras vezes e eu já tinha ficado com o Rafael, sempre de boa, então não seria difícil eu concretizar meu plano de sedução.


Então numa segunda feira quando minha mãe viajou eu esperei ele chegar do serviço, geralmente ele janta e depois pega uma bebida e vai assistir TV, só que nesse dia eu teria novos planos, tomei meu banho  passei meu creme no corpo todinho, me toquei levemente, com dois dedos em minha xoxota que estava depilada lisinha,  imaginei  o cacete do meu padrasto me tocando, mas não fui até gozar pra não estragar o clima que eu tinha planejado para o dia quando eu sai eu estava bem cheirosa e com muito tesão.

antecipando o que viria d
epois vesti uma calcinha bem sensual embaixo de um shortinho azul bem apertadinho e provocante, quase transparente que mostrava o contorno da calcinha  por baixo, coloquei uma mini blusa um pouco larga sem sutiã que ao abaixar-me deixava meus peitinhos quase a mostra, quando sai do banho daquele jeito vi meu padrasto assistindo Tv, me inclinei de proposito como se fosse pegar algo embaixo na estante, abri a portinha  com a bunda arrebitada parcialmente coberta pelo micro shortinho depois fui até o sofá e me abaixei pra pegar o controle do som, com a folga da blusa os meus peitinhos propositalmente ficaram todos à mostra percebi que ele me comeu com os olhos vendo eu toda gostosinha sentei-me no sofá eu falei toda dengosa:

— Posso sentar do seu ladinho?  Ele achou estranha minha atitude.

— Que está acontecendo com você?

— É que hoje acordei meio carente, que tal em vez da Tv que só tem programa chato a gente  só ouvir música?

— Porque não? Vamos sim!i.

Liguei o som, coloquei uma musica gostosa e deitei me em seu colo, notei que seu pau estava ficando duro, resolvi provocar mais ainda

— Acho que tem alguém acordando aqui! e bem safada  fui  e alisei seu pau por cima do moletom, mas ele ficou de boa não tomou nenhuma iniciativa, então enfiei minha mão dentro do moletom  e comecei a masturba-lo até que eu tirei seu pau todo duro pra fora da cueca, acariciei com as duas mãos e falei:

— Vixi  será que eu aguento  isso?

Nem esperei a resposta e enchi a boca e continuei chupando aquela rola e o punhetava com as duas mãos e chupava.

Ele ainda resistia provavelmente por eu ser como filha, mas continuei chupando e masturbando até que ele finalmente se deu por vencido e  falou:

— Então vamos pro quarto linda, é melhor que no sofá!

Minha xoxota estava toda molhada, meu tesão estava a flor da pele, e no  quarto ele desceu meu shortinho e minha calcinha junta até meus pés, eu os levantei meu quadril para facilitar porque o shortinho era bem apertado,  eu tirava minha camiseta fiquei peladinha, e ele ficou admirando meu corpo enquanto rapidamente se livrava de suas roupas e falou:

— Você não é uma garota, já é uma mulher e muito gostosa!

Ele veio nu em minha direção e me abraçou, nos beijamos loucamente liberando aquele desejo contido em ambos, colocou-me na cama fizemos um 69, que delícia chupar aquele cacete e ao mesmo tempo  ser sugada em minha xotinha, eu via estrelas de tanto tesão e prazer.

Não demorou muito e meu padrasto gozou em minha boca, era tanto esperma que quase me afoguei, e escorreu pelos cantos de minha boca deixando marcas  sobre o lençol.

Ele me colocou deitada de costas olhando para o teto, deitou sobre mim e começou a roçar aquele pau enorme na minha grutinha. com muito jeitinho e carinho, e foi colocando lentamente aquela vara em minha boceta molhadinha. eu tremi me arrepiei e gemia baixinho sentindo aquele membro entrando, até que ele parou, e falou Lucia, voce ainda é virgem??? confirmei que sim, então ele ficou meio indeciso se ia em frente e tirava meu cabacinho ou se desistia, eu falei Rafael, não para, vem logo estou querendo ser fodida agora, então ele forçou a entrada me alargando toda, doeu um bocado mas eu tava decidida a ir até o fim até que finalmente ele tinha vendido o meu himem, estocando cada vez mais forte até gozar, eu já tinha gozado quando me chupou, gozei mais uma vez quando me penetrou, e a meninas me diziam que não gozavam na primeira vez por causa da dor mas eu gozei, 

Ele foi aumentando as estocadas, eu toda cheia de desejos querendo mais forte, agora sentia aquele cacete me tocando bem no fundo, ele levou-me até as nuvens, era puro êxtase, cheguei ao limite do prazer e gemi feito uma louca e gozei muito quando ele encheu-me com seu esperma quente e gostoso...

— Gemi gostoso e falei judia de mim, pode fazer tudo que quiser! me faz  sentir mulher de verdade, o pau dele continuava pulsando dentro de mim enquanto eu soluçava de prazer. Eu estava possuída, ele queria colocar aquele cacete  em meu cuzinho, mas eu disse-lhe que não, combinamos de que outro dia eu deixaria.

Poucas palavras foram ditas naqueles momentos de puro prazer, mas senti que a nossa atração era recíproca, estava faltando somente alguém tomar a iniciativa.

Confesso que foi uma  transa maravilhosa, agora nós transamos sempre feitos dois loucos, mesmo correndo todos os riscos principalmente da minha mãe nos pegar, mas o prazer compensa os riscos.. os orgasmos que sinto são multiplicados pela adrenalina do perigo, o risco vale a pena.




.                                                                                                                                                   .

MEU PRIMO



Meu primo Wellington, desde novo  sempre foi um menino do tipo  que todos gostam, bem comportado, bonitinho, todas as tias sempre elogiavam   a educação que ele demonstrava, e os meus tios pais dele  viviam elogiando o desempenho dele na escola, e depois que ele cresceu na adolescência lá pelos seus 17 anos as primas mais novas achavam ele um gatinho e não estou fora desta lista, porque eu também sempre achei, só que ele era 5 anos mais velho que eu ele nunca me olhou como mulher, mesmo porque eu não era uma mulher ainda, com meus 11 anos de idade eu tinha um físico bem franzino, só depois dos 15 anos que meu corpo deu uma desenvolvida e meus seios se formaram, foi quando eu podia dizer que já era uma mulherzinha.

Crescemos praticamente juntos,  porque quando a gente mudou pra B.H. vindo do interior, ficamos na casa dos pais deles que nos acolheram até a gente encontrar uma casa para morar, e eu tinha cerca de 8 anos quando o conheci, e ele já tinha 13,  passarmos um tempo na casa deles, até que deu certo de o vizinho mudar e meu pai alugou a casa no mesmo terreno onde tinha 4 casas de aluguel, por isso disse que crescemos praticamente juntos, e moramos uns 5 anos  vizinhos, até nos mudarmos para São Paulo, só que por eu ser uma menina miudinha mesmo já com 13 anos ele já era rapaz com 17, ele nunca me notou como mulher apesar de eu ser apaixonada por ele mesmo sem nunca ter demonstrado.

depois que nos mudamos  sempre nos visitávamos regularmente e nos encontrávamos umas tres ou 4 vezes por ano principalmente  em fins de ano ou em festas da família,e nesse tempo todo eu, uma pré adolescente, era muito apaixonada mas ele sempre  me tratava como a irmãzinha, mas a distancia de S.P. a B.H., nos afastou um pouco mais e os encontros de família já não eram tão frequentes, resumia a uma vez por ano  mas a distancia e o tempo se encarregou de aos poucos ir apagando aquela lembrança e a paixonite adolescente e, como toda menina, logo arrumei outros namoradinhos com isto esquecendo, pouco a pouco, minha paixão.de adolescente.
Passaram-se quase 10 anos sem contato nenhum, até que através  das redes sociais, voltamos a  ter contato novamente, então conheci um Wellington casado, responsável, com um filho, bem   diferente daquele garoto namorador que  conheci,  ele me contou que tinha mudado de cidade também, e a tia continuava em BH,  eu já estava casada também, meu marido era bem  mais velho do que o Wellington  (eu sempre gostei de homens mais velhos) e conversávamos através da internet sempre com muito respeito, ele nunca se insinuou pra mim nem eu para ele, conversamos mais ou menos durante um ano, nesse meio tempo a tia Maria mãe do Wellington veio a falecer, eu não pude ir ao velório, mas queria ir a missa de 7 dia porque era uma tia muito querida.

Falei com meu marido que eu gostaria de ir se ele me levava, meu marido não gostou muito da ideia mas me levou assim mesmo,  peguei meu filho e lá fomos nós, encontrei o Wellington lá,  como chegamos no dia já quase na hora da missa, pouco conversamos, mas como era uma quinta eira resolvemos passar o fim de semana lá, para  atualizarmos as noticias e foi assim no dia seguinte ele me falou que não tinha me contado mas estava separando da mulher e que estava procurando uma colocação porque estava desempregado e precisava mudar de ares,  ao que parece, meu marido foi com a cara  dele, pois convidou-o a passar uns tempos em Sampa, eu intimamente torci para que meu primo não aceitasse mas...

Meu primo aceitou, e marcaram uma data porque ele tinha que acertar umas coisas antes, e 
um mês depois, estava eu buscando ele na rodoviária, nem sei porque mas no dia me produzi uma leve maquiagem, coloquei um perfume gostoso e  um vestido bem leve e uma lingerie invisível daquelas que a  calcinha que não marcava o tecido, dando a impressão de que estava sem nada por baixo, o ônibus dele estava marcado pra chegar as 7 da manhã, deixei meu filho com a diarista peguei meu carro e fui busca-lo na rodoviária.

Esperei-o no saguão, ao ve-lo nos abraçamos de uma forma respeitosa mas ao me observar melhor ele  foi  me elogiando dizendo que eu estava muito linda, e que minha roupa estava muito provocante, e num tom de brincadeira me falou você tá vestida pra arrasar, e elogiou a minha beleza me dizendo vc nem de perto é a quela prima que conheci na adolescência, eu ri meio desconcertada, e pedi que parasse com essa brincadeira senão eu ia acreditar.

Como prometido meu marido conseguiu um bom emprego para ele de vendedor externo, com o carro da empresa então ele tinha horário flexível,  nas três  primeira semana transcorreu tudo dentro de uma normalidade e respeito que ele sempre demonstrou, jantávamos juntos os 4, eu meu marido meu filho e meu primo,  a unica coisa que ainda mexia comigo era  o prazer que eu sentia de estar  perto daquele homem pelo qual tive tanta paixão quando adolescente, mas o problema foi quando ele um dia chegou mais cedo em casa por volta das 14:30, dizendo que havia largado mais cedo porque havia visitado todos os clientes e que tinha a tarde de folga e completou assim eu posso curtir um pouco da sua companhia,,,, 

Meu filho estava na escola só chegaria as 17,30, o Wellington começou a relembrar do nosso tempo de adolescência, me dizia que se soubesse o mulherão que eu iria me tornar não teria desdenhado de mim, que meu marido era um sortudo,  senti que ele não estava me elogiando simplesmente no fundo ele tava era me cantando depois dos elogios ele aproximou-se de mim abraçou-me por traz e e me disse que eu tava uma gata, quando percebi suas  intenções eu deveria tê-lo expulso  na hora, mas, não sei se foi pelo medo da repercussão ou se por um tesão guardado no fundo da minha inconsciência, tentei de uma forma civilizada conversar com ele a fim de demovê-lo. falei que era casada, e que meu marido tinha o convidado com a intenção de ajudá-lo e que ele não devia confundir as coisas,  mais tudo que eu disse  só fez foi  deixar ainda mais excitado, devido a insistência dele e, aos poucos, eu  também fui ficando excitada com a ideia.
Estávamos só nós dois sozinhos em casa quando me dei conta, estava sem blusa como não costumo  sutiã em casa, meus seios estavam livres para ele bolinar, eu usava um short, então fiquei só de shorts sendo abraçada por ele que me conduziu até o quarto e assentado na beira da cama, me puxou para ficar de pé entre suas pernas. pude sentir seus braços em volta da minha cintura, chupando meus seios que era meu ponto fraco ele deve ter percebido que ali tenho muita sensibilidade, devo ter tremido em algum momento porque  o danado começou a dar um trato em meus  mamilos, e sem parar de lamber e chupar meus seios ele tirou meu short,  e eu estando ainda de pé ele começou a masturbar-me e a enfiar o indicador na minha xaninha que, de tão molhada de tesão  devia estar pingando no chão.

Não demorou para eu perceber que estava completamente entregue, eu precisava  retomar o controle da situação, ou parando tudo e  saindo de seus braços correndo pra fora do quarto ou partindo para o ataque e tirar o máximo e proveito da situação, como meu tesão era tanto escolhi a segunda opção sem pensar muito empurrei-o para cama, levantei suas pernas e retirei a calça e a cueca – enquanto ele mesmo tirava a camisa – e, me ajoelhando entre suas pernas, comecei a chupar seu pau.
Inicialmente, dava lambidas da base à cabecinha, mas, aos poucos, comecei a usar meus lábios como se fosse uma vagina, subindo e descendo naquele pau gostoso. Ele subiu um pouco mais na cama, a fim de ficar em uma posição mais confortável e eu, esfreguei meu corpo pelo seu corpo sem largar-lhe o cacete, minha saliva lubrificava seu cacete, ele olhava nos meus olhos, e eu com cara de safada, fazendo movimentos de vai e vem acariciando e apertando  levemente, suas bolas.

O Wellington Fabinho elogiava minha performance, dizendo que nunca recebera uma chupada tão gostosa e disse-me  que, se eu não parasse, ele iria gozar na minha boca mesmo falei-lhe que poderia faze-lo se quisesse, ele ficou louco de tesão e na hora inundou minha boca fazendo escorrer  pelos meus lábios o excesso que eu não consegui engolir, em seguida  ele, usando de certa força – embora com muito carinho – me pegou em seus braços e me fez deitar a seguir enfiou toda aquela pica em minha xaninha que esta´sempre bem raspadinha,
devo ter gozado umas duas vezes antes que ele desse sinal de que estava prestes a gozar de novo,  mas, quando achei que ele ia gozar, pedi-lhe que gozasse dentro porque não estávamos usando camisinha e eu poderia engravidar, ele  me tranquilizou, e tirou o pau bem na hora do gozo, e gozou em cima de mim entre meus seios,  
Cansado, deitou-se ao meu lado,  ficamos em silêncio por um tempo, depois ele me pediu pra ficar de 4, falei-lhe que sexo eu não queria,  então ele novamente me tranquilizou e disse que não se preocupasse que só faria o que eu deixasse, então eu fiquei de 4 como ele pedira, me vendo naquela posição me deu umas boas palmadas na bunda até avermelhou minhas nádegas, estando novamente de pau duro me segurou pela cintura, apontou o pau pra minha bucetinha e atolou só deixando as bolas pra fora , pegava em meus ombros puxando-me para traz enquanto enfiava todo até o talo, as vezes pegava em meus seios no cabelo e ficamos num ritual de coito até que ele ia gozar de novo, como eu tinha falado parta ele não gozar dentro ele novamente gozou em cima das minhas nádegas, seu esperma escorria pelo meu rego, estando eu ainda de 4 ele começou a lambuzar o meu buraquinho anal com o edo ora enfiando a pontinha, e irando fez isto várias vezes, até enfiar todo o dedo dentro do meu cuzinho, percebendo que eu não o impedi de me comer com o dedo resolveu colocar a cabeça do seu pau, a principio eu não queria mas devido a insistencia acabei deixando, então ele  afastou minhas nádegas e começou a forçar meu ânus.
Nunca tive preconceito quanto a isto. Meu marido, por sinal mais bem dotado que ele e já tinha me comido assim diversas  vezes.comecei. a gemer baixinho,  meu primo ficou louco  e, enquanto me bombava no rabo, me batia na  bunda e me chamava de vadia. desta vez, ele gozou dentro de mim, mas antes me pediu que abrisse as nádegas com as minhas próprias mãos, e eu o fiz, sentindo, em seguida, aquele esperma quente por dentro. Ele ainda deixou seu pau atolado dentro do meu cú por algum tempo, e quando retirou, ainda pingava.

Depois de tudo acontecido meu primo voltou a ser o homem cordial que sempre conheci, nos recompomos, tomei meu banho troquei de roupa e fui  buscar meu filho no colégio durante o trajeto  pensei muito no que acontecera, mas decidir não comentar nada com meu marido espantada comigo mesma percebi que  se o meu primo quisesse quisesse, estaria disposta a repetir a dose  desde que ele mantivesse a discrição que, afinal, também  era de interesse dele

A AMIGA DA MINHA ESPOSA



Sempre fui louco de tesão pela Fernanda, uma amiga da minha esposa, uma morena alta, com cabelos longos lisos,  belas pernas e quadril, e a Fernanda iniciou um namoro com um cara e passamos a sair em casal, e compartilhamos muitas coisas em comum.

Minha esposa e a Fernanda, não se desgrudavam. Andavam juntas pra cima e pra baixo em consequência eu e Fernanda passamos a ser amigos teclávamos  quase todo dia no face mas nunca rolou nada.

Quando a Fernanda e o namorado ficavam na nossa casa de praia, eu não aquentava, e ia espiá-los no quarto, quando transava com ele. num dia, fui para cozinha, e fui surpreendido com Fernanda saindo do quarto toda suada, só de sutiã e calcinha, como estávamos na praia até que seria normal, fiquei com os olhos arregalados e ela me viu comendo-a com os olhos de cima em baixo. mas ela não falou nada, só disse q estava "calor" e voltou para o quarto.

Até que a Fernanda e o carinha terminaram o namoro, por ser amiga da minha mulher ela continuou frequentando minha casa, mas  já não íamos mais juntos para a minha casa de praia, até que num dia, insisti para que a minha esposa a convidasse para ir junto conosco para a nossa casa de praia, a minha esposa acabou aceitando a ideia, pois eram muito amigas, e nesse fim de semana, fiquei louco de tesão só pensando em arranjar um jeito de transar com as duas. Entretanto, não tive nenhuma brecha.

No sábado, ficamos o dia todo na piscina e a tardinha a minha esposa acabou capotando no sofá da sala, depois de entornar várias cervejas. Ainda na piscina, comecei a puxar papo com a Fernanda que no começo por ser amiga da minha esposa queria sair da piscina e ir descansar também junto com minha esposa, consegui convence-la a ficar até que toquei no assunto  do episódio da cozinha e em tom de brincadeira falei que naquele dia ela devia estar bem  cansada, depois de tanto exercício com o cara, e ainda complementei, que eu tinha ouvido tudo, ela ficou surpresa ao saber que eu tinha ficado acordado, espiando ela com o namorado. 
Ainda na piscina, ela já começou a relaxar, dizendo q gostava muito de sexo e estava sentindo falta porque tava na seca desde que terminaram, e completou que era exigente e que o namoro so durava com caras que conseguia segurar o gozo e não gozar logo porque ela gostava de que fosse bem demorado, e eu disse q a minha esposa já gosta que termine logo  e q sempre busca a mesma posição de ladinho na cama na hora da transa por comodismo eu acho que era mais confortável e pratico pra transar só que eu também gostaria de prolongar o ato  por mais algum tempo...


Mergulhei na piscina, fui até onde a Fernanda já estava, cheguei bem perto dela, forcei-a contra a borda e perguntei-lhe  sobre as suas fantasias,  e ela me disse para pararmos, que aquilo não ia terminar bem, foi a senha que eu precisava, pois na minha experiencia quando alguém diz que não vai terminar bem é porque primeiro precisa começar, me animei, quando ela tentou sair da piscina, eu não deixei envolvi meus braços em torno da cintura dela, puxei-a para bem próximo do meu corpo   tanto que ela podia sentir o volume dentro da minha sunga, explodindo de tesão, e enfiei a minha mão dentro do biquíni dela.
Novamente ela me disse que aquilo iria terminal mal, porque que a minha esposa iria acabar nos pegando e  ela virou-se  de costas para mim, com a intenção de sair segurei-a bem forte e a coloquei em posição de que ela e eu pudêssemos ver da borda da piscina  a entrada da sala de casa, onde minha esposa descansava e qualquer movimentação a gente podia perceber e parar,  meti a mão embaixo dágua; coloquei o biquíni dela de lado; abaixei minha sunga; e comecei a pincelar sua buceta com a cabeça do meu pau até que perdi o controle e meti nela com bastante força!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Era meio desconfortável porque a água tirava parte da lubrificação natural da mulher e doía um pouco a cabeça do meu pau, mas o sacrifício compensou,  nossa, q mulher!!!! Ela jogou a cabeça para trás, no meu ombro e gemeu baixinho , como havia gemido quando metia com o namorado ...

Nem sei como achei a buceta dela de estando pé, como estava meio desconfortável pa ambos eu lhe disse se ela  queria sair da piscina e irmos para quarto onde ela estava hospedada, mas ela estava com medo da minha esposa acordar, pois teríamos que passar pela sala a caminho do do quarto louco de tesão eu tb tinha meus receios mas eu resolvi correr os riscos, se a esposa acordasse iria interromper o que pretendíamos mas mesmo assim valia a pena então nos recompomos e fomos para o quarto, bem do lado da minha esposa, q estava ferrada no sono.

Foi uma foda fenomenal, posso dizer até que foi a melhor da minha vida, porque a Fernanda alem de ter um corpo de deixar babanco qualquer marmanjo tambem gostava de foder tanto quanto eu,!!! Ela realmente gostava da coisa, subiu no meu pau e não parava mais de subir e descer em movimentos frenéticos!!!!!!!!! E ainda me perguntava tá gostoso! Tá se realizando comendo a amiguinha da sua mulher que você sempre ficava espionando?!!!!!! e numa clara provocação dizia, agora a buceta da amiguinha da sua mulher é toda sua!!!!!!!! Pode me comer enquanto sua mulher dorme, gostou de me comer  na sua casa?

Que loucura!!!!!!!! Era tudo que eu sempre fantasiei  nem a proximidade da minha esposa me incomodava,mesmo que a minha mulher acordasse acho que se isso acontecesse, eu ainda continuaria metendo nela até gozar..., falando de gozar, quando ela gozou ela deu um uivo alto até me segurei para não gozar primeiro.... Fiz ela gozar até o final e depois não aguentei. Tirei o pau porque estava sem camisinha e a fiz chupar até enchi a boca dela de porra!!!!!!!!!!!!!!!

Saíamos do quarto,  tomamos banho separados e cada um foi para seu quarto descansar um pouco até que eu peguei no sono,  fomos dormir. Lá pelas tantas, acordei com a minha mulher me beijando, dizendo q já era  noite e que chamaria a Fernanda para jantarmos.... Como se nada tivesse ocorrido!!!!! Até ai tudo perfeito, jantamos e fomos dormir, eu ainda pensando na foda da tarde coma Fernanda procurei minha mulher e comecei a lhe fazer carinhos, como a gente sempre teve nossas fantasias sexuais eu comecei a provocar a Mara minha esposa e na hora da trans quando ambos estávamos bem excitados eu falei Amor eu tava pensando numa fantasia, adoraria realizar com você e a Fe..., e lhe propus fazermos um menage a três, nem preciso dizer que quase apanhei apesar de estarmos excitados, minha mulher me deu a maior bronca mas eu bem que gostaria de realizar e gostandod e sexo como a Fe gosta tenho certeza que ela toparia.

A MÃE DO MEU AMIGO



Sempre gostei de mulheres maduras. , hoje estou com mais 40 anos, e quando lembro duma passagem da minha vida até hoje me excita, minha história começa quando eu tinha 12 anos e tive uma forte  atração por uma mulher que era mãe de  dois coleguinhas de infância, ela tinha 33 anos e parecia-me muito fiel ao marido, não vou citar nomes para não comprometer ninguém e também nomes não interessam muito o que interessa são os fatos acontecidos e agora narrados depois de muito tempo.

Um dia, quando eu estava na casa desses meus amigos e vi  a porta do quarto da mãe deles se abrir. e a vi apenas   de calcinha e sutiã. Era a primeira vez que eu via uma mulher em trajes íntimos, e aquela imagem que jamais saiu de minha mente, ela uma mulher normal, nada de extraordinária, não era mulher do tipo filé mignon, mas a partir daquela visão ela foi a fêmea que eu mais desejei em toda a minha vida.

Eu não sabia quase nada sobre sexo, mas a noite em casa na hora de dormir, comecei a alisar o pau, pensando naquela mulher semi-nua que eu havia visto fiquei de pau duro comecei a me masturbar como eu já tinha visto outros amiguinhos da minha idade e um pouco mais velho fazer, estava tão gostoso que eu não parei, de repente eu tive o meu primeiro orgasmo da vida, e depois daquela noite isso se repetiu por muitas outras noites e sempre pensando naquela mulher que bem poderia ser minha mãe..

Os anos foram se passando e o tesão aumentando, continuei amigo dos filhos dela agora cada vez mais interessado nela, pelo menos eu curtia esse tesão na minha mente, quando eu a via de saia um pouco acima do joelho ou se ela se abaixava pra pegar qualquer coisa já era motivo para eu tocar uma bela duma punheta e eu sempre dava um jeito de estar por perto dela quando completei 16 anos, ela já tinha 37, e eu era literalmente tarado por ela, e meu amigo contou- me que o casamento de seus pais não andava muito bem, achei que era o momento de começar a investir em meu tesão reprimido, cheio de segundas intenções eu sempre que podia tocava na mão dela, esbarrava em seu corpo Comecei, sempre que podia tocar na mão daquela senhora, como se fosse sem querer, mas cheio de segundas intenções. É claro que ela notou... até que num dia ela me chamou- me para conversar a sós, perguntou-me porque eu estava agindo daquela forma, fiquei sem jeito disse que não era nada do que ela estava pensando, que tinha sido sem querer, e blá.. blá... blá..., ela falou-me  que ainda bem, porque até pensou em falar para os seus filhos que eu já era  homem formado e que eu poderia estar com outras intenções na hora e gelei e resolvi parar de frequentar a casa deles, ou pelo menos frequentar menos.., pelo menos não parei totalmente alias até nos tornamos mais amigos eu e ela porque volta e meia ela me pedia um ou outro favor já que eu era mais velho que os filhos dela, mas eu nunca deixei das  minhas punhetas em homenagem a minha diva, só que eu nunca tive coragem de algo mais ousado em relação a ela.

Passado cerca de um ano mais ou menos,  e em conversas de amigos esse meu amigo deixou escapar que seu pai estava tendo um caso amoroso e por isso o casamento deles estava balançando, o disse que seus pais não estavam bem. Disse até que achava que seu pai estava tendo um caso amoroso.
Foi por esse motivo  que a Diva das minhas punhetas um dia me procurou pedindo um favor, disse me que era um favor especial  eu claro fazia qualquer coisa por ela
- Quero que você ligue para um numero não posso ligar porque conhecem minha vóz, eu peguei o telefone pra ligar quando ela me fala para que eu  vá até um telefone público e ligue para esse  número de telefone e pergunte se a "fulana" está, e depois volte aqui pra me dizer se ela estava, eu estranhei porque era o mesmo telefone da empresa que o marido dela trabalhava
Lembrei-me do que meus amigos me falaram sobre a relação deles e entendi na hora que ela estava checando se a amante de seu marido estava no trabalho porque quando cheguei ela estava ao telefone perguntando pelo marido e ouvi que ele tinha saído e ia ficar a tarde toda
quando eu voltei 
-Você ligou
- Sim, respondi
-Ela estava no trabalho,
- Disse-lhe que não......, percebi que ela estava bem chateada com a resposta e deixou escapar,"ele me paga" 
perguntei o porque daquele telefonema, como se eu não desconfiasse
ela desconversou, agradeceu,  
- Eu falei!! Tem gente que não sabe dar valor ao que tem
e falou posso pedir outro favor?
- Claro e o que seria?
- Só quero te pedir que não conte para os meus filhos tá!!
Dessa vez eu disse à ela:
- Tudo bem, mas eu também quero algo seu !
- O que?, respondeu ela!!
- Na hora certa eu digo...  "OK"
-Ok, mas veja lá o que vai pedir.  (parece que ela tava adivinhando)

Os dias se passaram e a gente nem comentou mais nada sobre o assunto eu continuei frequentando a casa deles eventualmente com a desculpa da amizade com os filhos, até que um dia o telefone em casa  toca era ela, me pediu para ir até a casa dela que precisava de outro favor, cheguei lá perguntei pelo Rogério e o Robson, os filhos ela me respondeu que eles tinham saído por isso tinha me chamado porque ela não queria que eles soubessem, e ela novamente me deu aquele numero e me pediu o mesmo favor, eu novamente mesmo em tom de brincadeira lhe falei-lhe que faria mas que ela já me devia um favor que a divida iria aumentar e eu poderia cobrar, ela sorriu e falou não tem problema.

Fui até o telefone publico mais próximo fiz o tal telefonema na volta vim pensando em como cobrar meu favor, quando cheguei ela novamente me perguntou se eu tinha ligado se a tal fulana estava ou não estava , eu falei que não estava novamente vi que ela ficou muito chateada, resolvi apimentar mais a situação e perguntei o porque daquele telefonema ela tentou des conversar mas eu fui insistente e falei, essa tal é a que seu marido tá envolvido né, ela meio que envergonhada de admitir eu falei-lhe não se preocupe eu já sei, o Rogério e o Rob já me contaram, ela acabou por admitir que tinha quase certeza que o marido tava tendo um caso com a fulana que eu tinha ligado, que ela tinha ligado para o marido e o marido tb não estava etc e tal...
Conversamos um tempo até que eu criei coragem e falei então agora tá na hora de me pagar o favor.na hora ela quis saber o que eu queria em troca.
Eu fiquei receoso em dizer que eu tava era a fim dela mas ela insistiu
- O que você quer ?
Estavámos sentados no sofá. Eu estava nervoso, mas com o cacete quase pulando p’ra fora da bermuda. Então eu não disse nada, simplesmente avancei até ela abracei-a  tasquei beijo de língua, que ela até se desequilibrou momentaneamente.
- Não... Não... tenho idade pra ser sua mãe, por favor entenda devido a minha insistência
- Olha tenho idade pra ser sua mãe, imaginei que o favor seria outra coisa
- Tentei beija-la novamente meio que a força
- aqui não... se meus filhos chegam de repente e nos pegam não... por favor
- Parece que ela tava adivinhando porque entre minha investida e a negativa dela ouvimos o portão se abrir, em face disto inventei uma história qualquer e sai disfarçando meu estado de excitação e fui pra casa, mas antes de sair eu ainda lhe disse na frente do filho que eu voltaria outra hora pra gente conversar melhor e fui pra casa

No sábado seguinte logo cedo eu fui até a casa deles para chamar os filhos pra gente bater uma bolinha como era de costume e chegando lá ela em atendeu e perguntei deles no que ela me respondeu que um de seus filhos estava dormindo e só ia acordar depois do meio dia e o outro havia saído não disse pra onde ia nem que horas voltava, perguntei sobre o seu marido e ela me disse que ele também havia saído e só voltava a noite segundo ele, ela ainda resmungou, provavelmente foi ver a amante, eu vi ali a oportunidade que eu queria, alei posso entrar, ela me disse melhor não.. eu fiz ma cara de decepcionado e falei mas D. Dayse eu queria terminar aquela conversa inacabada, ela então entendeu meu intento devido a minha insistência ela me falou olha.. vou tomar um banho e você me espere daqui meia hora na outra esquina eu vou de carro e te pego dai a gente vai a algum lugar para conversar.

Meia hora depois lá estava eu ela passa para rapidinho eu entro e ela coloca o carro em movimento e começa a me  falar que eu tava maluco, que ela era casada bla bla bla, dai que eu falei que era a fim dela, então ela me perguntou desde quando, foi quando lhe falei que desde que a vi só de lingerie certa vez quando eu tinha 12 anos ela ficou admirada da minha persistência, e falou você merece um premio pela persistência, pelo que lhe falei claro que mereço e por isso que to aqui, e falei-lhe pra onde a gente vai, ela falou onde vc sugere, respondi que tal um motel só que eu não tenho grana pra pagar... ela me falou olha Evandro, se eu concordar em ir voce me promete uma coisa!!
- O que?
- Que não vai contar pra ninguém
- Claro mas porque se seu marido tá botando chifre..
- Porque eu tenho uma reputação e não quero ficar falada como a mulher que saiu com alguém da idade dos filhos entende...
- Claro.... motel então??
- Motel.. mas não se esqueça da promessa...

Chegamos ao motel na saída da cidade entramos mal entramos ela veio sem cerimônias para os meus braços, puxei-a com vontade e beijei-a intensamente... foi o beijo mais gostoso da minha vida...encostei-a na parede e comecei a beijá-la e ela correspondia com um beijo molhado e se esfregando em meu pau como uma fêmea no cio que estava sedenta de sexo, abri sua blusa e comecei a mamar naqueles seios deliciosos ela sussurrava e gemia baixinho e me fez um pedido por favor, só não me deixe marcada, como eu não tinha quase nenhuma
experiência, fui com bastante sede ao pote, e  o tesão conduzia as minhas ações levantei sua saia enfiei a mão dentro da calcinha e alisei a buceta peluda não era costume depilar naquela época, senti os pelos ásperos. e a buceta toda molhada eu sem experiencia não via era a hora de meter naquela buceta por isso tirei sua calcinha perna abaixo, ela facilitou meu trabalho deixando a calcinha cair no chão, soltei o botão da mi ha calça abri o zíper e tb deixei minha calça cair aos meus pés em seguida tirei a cueca, sem experiencia tentei meter nela ainda de pé mas tava difícil,,,  ela me falou que tal irmos pra cama? Na hora aceitei e fomos.pra cama, aquela mulher reatada que eu sempre conheci se transformou de um jeito que eu fiquei embasbacado, ela se jogou na cama  e falou você já chupou uma mulher antes? Devido a minha relutância ela percebeu que eu nunca tinha chupado uma buceta, então ela abriu as pernas e falou, v quer transar comigo não é, mas antes vai ter que chupar-me,  eu enfiei a minha cabeça no meio das pernas dela confesso que tava com certo nojo, era minha primeira vez, mas ela pegou minha cabeça com as mãos e me  puxou, atolei a língua, o
nariz e tudo mais, foi então que conheci a puta que havia por traz da dama..
- Vai seu  filho da puta !!! Chupa esta xoxota... mete a língua dentro dela... não era isso que você queria e sempre desejou ?
Eu me soltei e fiquei bem a vontade, lambia como um louco, fazendo-a gozar até molhar  o meu rosto, depois que ela gozou . me puxou fazendo beija-la e dizia  que queria sentir o seu próprio gosto e beijávamos,  chupávamos o pescoço de ambos e eu apesar da minha pouca experiencia já tinha ouvido algumas coisas então  enfiava minha língua em seu ouvido, e ela ficava louca.
.
Logo depois ela abaixou-se junto à minha cintura, abriu a minha calça e em um “golpe” só abaixou a minha calça e a cueca juntos e abocanhou minha vara que de tão dura estava quase estourando de tanto tesão, ela engolia, lambia... engolia de novo... mordiscava a cabeça me deixando louco e muito alucinado de prazer, o sexo era tão intenso que eu só queria meter na coroa da minha vizinha, 

Me joguei em cima dela, abri suas pernas e meti a rola pra dentro, se me perguntarem se houve alguma preparação, não houve, bombei furiosamente  até gozar, essa coroa da minha vizinha rebolava gostoso, mexia com os quadris indo e vindo empurrando contra meu pau fazendo-o enterrar até o talo até o fundo, essa mulher gemia tanto que até me excitava, e não era aquele tipo de gemido forçado ela gemia e urrava mesmo, acho que era por falta de sexo em casa, eu que já tinha ouvido os colegas falarem sobre ter comido o cu da namorada quando transaram etc e tal, resolvi que eu também queria comer um cuzinho,  peguei-a pela cintura puxei-a para cima e a virei de costas, abri as nádegas e cuspi no meio, achei que ela iria reclamar, que iria se recusar mas não, ela arrebitou ainda mais a bundinha pra mim d forma a facilitar o meu trabalho, eu então não esperei que ela falasse nada, coloquei a cabeça do meu pau e novamente enfiei com vontade, ela reclamou um pouco quando enfiei, disse que assim doía que eu devia ir com mais carinho com uma mulher quando fosse fazer anal, até me ensinou como se faz, então não demorou nada meu pau já tava todo atolado naquela bunda gostosa, bombei vigorosamente até eu gozar, não sei quantas vezes ela gozou mas senti que seu anelzinho do cu piscava apertando meu pau por isso deduzo que ela tenha gozado tambem.

Quando terminamos  nos vestimos pra vir embora, no trajeto ela me disse que tinha aceitado a sair comigo por causa do chifre que o marido tava pondo nela, e saiu comigo por eu ser discreto porque ela percebia que eu sempre a comia com os olhos mas nunca avancei nenhum sinal, e por isso me achou confiável, mas mesmo assim  ela me disse: não vai acontecer de novo e se você contar p’ra alguém eu te mato !!!
Fiquei decepcionado, achando que nunca mais a teria de novo. Mas, sou insistente não deixei de frequentar a casa deles, resumo da historia essa foi só a primeira de muitas outras que depois aconteceram na sua própria casa