sábado, 22 de agosto de 2015

SEDUZIDA PELO CLIENTE

Sou uma mulher casada, bem resolvida, tenho marido filhos e uma família como a maioria das mulheres, não sou nenhuma santinha do pau oco tenho minhas fantasias sexuais, mas é claro que nunca as coloquei em pratica, mesmo porque meu marido por ser do tipo bem tradicional jamais aceitaria qualquer fantasia que envolvesse uma terceira pessoa apesar de na cama sermos bem liberais, ele bem que gostava de um sexo oral e de anal que nunca neguei.

Não sou nenhum mulherão como se descrevem a maioria pelo contrario sou baixinha tenho pouco mais que 1,50, magra, 48 kilos apenas, mas tenho um corpo bem proporcional a minha altura e peso, talvez pela minha altura e corpo pareço bem mais nova do que os 33 anos que tenho, na verdade dizem pareço uma adolescente acho que é  porque sou morena e me cuido muito bem  e é comum amigos nossos me elogiarem e me  fazerem gracejos referindo-se a minha altura dizendo que os menores frascos acondicionam os melhores perfumes e coisa e tal, e minha fantasia secreta sempre foi experimentar um homem bem dotado, nas rodas de fofoca minhas amigas sempre falava maravilhas desse tipo de homem, se é verdade ou não uma delas disse que já tinha traído o marido certa numa despedida de solteira de uma amiga que tinha contratado um gogo boy, e depois da festa deu carona pro tal e rolou ... e acrescentou, o que os olhos não viram o coração não sente e maridão nunca ficou sabendo, como ela era meio desmiolada nunca levamos a sério porque nunca sabíamos quando ela tava brincando ou falando sério, mas de qualquer forma essa fantasia me excitava. 

Meu marido era corretor de imóveis rurais, tipo fazenda sítios etc.. e por isso era comum as vezes ele ficar um ou dois dias fora,  eu trabalhava como vendedora em uma loja que vendia exclusivamente  lingeries finas no shopping  da minha cidade, eram lingeries que por sinal eram bem caras,  e assim eu ia levando a vida até que um dia apareceu um cliente na loja pra
comprar lingeries,  um senhor grisalho, bem vestido, um um bom porte físico e aparentava ter entre 45 e 50 anos, bem alto que eu me sentia uma quase anã junto dele, e ele lembrava vagamente o George Clooney, eu achei estranho por ele ser homem e estar comprando lingerie e dentre todas as vendedoras ele me escolheu para atende-lo, ele era muito gentil, elegante, e me explicou que tinha me escolhido por eu ter mais ou menos o mesmo porte físico  que ele precisava, e por isso poderia auxilia-lo melhor, entendi que estava comprando  para dar de presente para sua mulher, namorada ou coisa assim porque notei uma aliança em sua mão,    em todo o momento ele pedia minha opinião, ele escolhia alguma peça e me perguntava  se aquela peça era do meu tamanho se me serviria etc... ao fim ele fez uma boa compra e  sempre gentil elogiou meu atendimento e despediu-se antes de ir  falou que na próxima vez ele me procuraria de novo, quando ele falou em próxima vez entendi que ele pretendia voltar um dia.

Eu fiquei o resto da tarde toda pensando naquele cliente, aquele homem charmoso que nem tinha dito o seu nome, eu só fiquei sabendo que se chamava Gilberto porque no fim da compra eu tinha que tirar o comando pra ele pagar no caixa, mesmo sendo casada e ele ser bem mais velho, aquela figura masculina mexeu comigo, fiquei a imaginar em que ele deveria trabalhar, me veio a cabeça muitas opções, pensei comigo, ele deve ter algum cargo importante, e por algum tempo aquela figura  sempre me vinha a cabeça, naquela semana eu até fantasiei  na hora de fazer  amor com meu marido.

Mas com o passar do tempo acabei esquecendo e mais ou menos um mês depois  ele retornou e como da vez anterior ele me procurou, dessa vez ele estava mais conversador, disse-me que tinha gostado tanto do meu atendimento que resolveu voltar, fez outra compra não sei porque eu falei sua esposa deve ter gostado do presente, ele sorriu e respondeu não foi pra esposa, foi para uma namorada, na hora fiquei sem saber o que falar estava só tentando ser agradável,  ele percebendo que eu fiquei sem jeito me disse,  é que eu e minha esposa estamos dando um tempo mas eu que não quis tirar a aliança,  sorrindo me disse ainda porque uma aliança não impediria de nada né, concordei com esse raciocínio e como da vez anterior ele pagou a conta e foi embora.

Desde aquele dia ele por uns 4 meses todo mês mais ou menos no mesmo dia ele voltava fazia uma pequena compra e ia embora, já tínhamos desenvolvido uma certa amizade as amigas já me olhavam e tiravam sarro dizendo, o coroa tá a fim de você, eu retrucava dizendo imagine!! Comecei a observar melhor e achei que elas  tinha razão, só que eu era casada e não podia nem imaginar algo assim, mas tenho que confessar que aquele homem mexia comigo, depois de algumas vezes acabei por peguntar porque todo mês, mais ou menos na mesma época do mês ele aparecia, foi quando ele me falou que na verdade ele era de outra cidade no interior e tinha que vir todos os meses por motivos profissionais, ficava mais ou menos três dias e voltava pra terra dele, vinha, curiosa eu perguntei e sua namorada? Ele respondeu não tenho, fiquei espantada mais ainda, e falei terminaram, ele sorriu e disse não não tenho mesmo, dai ele explicou que a primeira vez que entrou na loja pra comprar era pra um caso eventual uma acompanhante que foi apenas naquela primeira vez, eu estava muito curiosa pra saber então porque ele voltava e comprava algumas peças e ia embora mas não tinha coragem de perguntar, mas naquele dia fui alem e falei então os presentes são pra quem? Voltou com a esposa? Ele respondeu que não, mas tenho um motivo especial, te conto se você aceitar tomar um lanche na minha companhia.

Ai sim que fiquei totalmente sem jeito, sem saber o que fazer disse não posso porque estou trabalhando, ele falou eu espero terminar o expediente, falei não posso meu marido me espera em casa não posso atrasar, ele não desistiu e falou então almoça comigo amanhã? E ainda completou é só um almoço que perigo tem? Devido sua insistência acabei concordando em almoçarmos juntos, ele falou então te pego amanhã aqui, mas eu disse-lhe que não, porque não queria que alguém nos visse, combinamos que ele me pegaria na esquina e assim foi, penei que iriamos ao primeiro restaurante que tivesse, mas não ele me
levou no restaurante mais chique que havia na minha cidade, sempre um cavalheiro em conversa me falou que era um analista de dados, vinha uma vez por mês até a filial para ajustes necessários,  ele me falou da ex mulher  separaram porque a unica que os uniam eram os filhos de resto não havia mais afinidades e cada um foi pro seu lado em traumas mas que conviviam bem, perguntou-me do meu marido meio inocente eu falei o que ele era corretor falei ainda que viajava de vez em quando, notei um brilho no olhar do Gilberto, mas ele não me perguntou mais nada., quando terminamos ele me levou de volta e antes de nos despedir ele me perguntou se podia me ligar de vez em quando falei que não por causa do trabalho, ele insistiu mas nem na hora do almoço ou a noite, falei então na hora do almoço porque a noite estou em casa e meu marido não iria gostar.

Depois que nos despedimos aquele encontro não saia da minha cabeça, foi apenas um almoço mas aquela figura masculina mexia comigo, toda semana ele me ligava pelo menos umas duas vezes sempre na hora do almoço, ele sabia que eu saia as 12 então me ligava mais ou menos 10 minutos depois, acabamos por ficarmos bem amigos, um dia ele me falou olha Daiane, se você um dia tiver vontade de me ligar a noite pode ligar, na maioria das vezes estou sempre sozinho em casa, falei que era difícil por causa do marido, mas ele me falou que poderia ligar quando o marido viajasse ou coisa assim, e algumas semanas depois meu marido viajou fiquei  sozinha em casa resolvi ligar para o Gilberto, que ao perceber que era eu ficou super contente, ainda mais porque na hora do almoço nossas conversas eram sempre limitadas pelo horário pela primeira vez não havia limitação de tempo, e conversamos por horas, falamos sobre tudo, e também sobre vida conjugal, sexo no casamento satisfações preferencias etc.. não houve entre nós assim uma proposta concreta, mas ambos estávamos bem acesos eu sentia por mim que estava excitada e pelo jeito dele todo meloso quando se falava em sexo mas ele nunca me  cantou abertamente, em nenhum momento, no máximo ele fazia algumas brincadeiras picantes do tipo tenho inveja do seu marido.

E assim passaram-se alguns meses e quando chegava aqueles dias do mês ele aparecia a gente almoçava junto todos os dias em que ele ficava na cidade ele sempre me convidava pra gente sair depois do expediente mas eu nunca podia por causa do marido que me esperava em casa, até que um dia coincidiu que o marido tinha viajado, quando o Gilberto me convidou aceitei e perguntei onde ele iria me levar, ele respondeu para onde você quiser, e deu um sorriso daqueles safados e falou ou então de preferencia pra onde eu quiser, você escolhe, sorri porque ele sempre foi um cavalheiro então falei que ele poderia escolher, nesse dia voltei ao trabalho e apreensiva durante a tarde toda, no fundo eu sabia que um encontro a dois homem, mulher + atração física, pode resultar em algo mais intimo, meu dilema era, ir e correr os riscos, ou não ir e não correr riscos esse foi o meu dilema daquela tarde.

Mas mesmo minha decisão foi de ir, ao terminar o expediente  fui até minha casa tomei banho,   vesti uma roupa bem confortável, caprichei no visual, salto alto, saia social  e uma blusinha, no horário combinado ele me pegou fomos ao mesmo restaurante que ele sempre me levava, e depois do jantar quando entramos no carro ele colocou o carro em movimento eu não tinha a menor ideia de onde ele ia me levar, mas ele parou no meio do caminho num lugar meio deserto e sem alar nada começou a afagar meus cabelos meu rosto, eu estava gostando daquele affair, ele era um gentleman não era apresado para nada, não falávamos nada um para o outro apenas curtíamos puxou-me até ele e apoiou minha cabeça em seu peito, nesse momento ao apoiar minha mão em seu colo percebi o enorme volume dentro da sua calça tamanho era sua excitação, quando digo enorme era enorme mesmo, excitada e curiosa dei um jeito de esbarrar algumas vezes para avaliar, percebi que ele era no mínimo
melhor dotado que meu marido, lembrei-me daquela fantasia minha de transar com um homem bem dotado, fiquei excitada, muito excitada, quando ele beijou-me pela primeira vez fiquei toda molhada, nesse momento eu já sabia que não havia volta, aquele risco que eu havia decidido a correr estava se concretizando, ele enfiou a mão por baixo da minha saia e da calcinha percebeu que eu tava melecada, ordenou-me que abrisse o seu zíper e tirasse o pau pra fora e beijasse quando o tirei pra fora mesmo meio apertado pelo carro quando tirei pra fora pude constatar que era um membro digno das minhas fantasias...

Não falou nada, se ajeitou no banco colocou o carro em movimento eu perguntei onde vamos ele respondeu agora vamos para o lugar de minha escolha, intimo só nós dois, tudo bem? não respondi nada, e quem cala consente, ele me levou a um  Motel pediu a melhor suite,  como eu poderia recusar? Se eu estava entregue meus poros transpiravam desejo,!!! O Gilberto soube como conquistar-me com paciência com jeitinho e muito cavalheirismo, eu jamais me imaginei transando com outro que não fosse meu marido, se o Gilberto tivesse sido mais afoito, tivesse me cantado logo de inicio provavelmente ele levaria um belo não na cara, mas agora não eis que eu estava ali submissa pronta para ser devorada, alias eu estava doida pra ser possuída por aquele homem, eu estava doida pra conferir se realmente o que eu tinha visto no carro era um membro realmente digno das fantasias incentivadas pelas minhas colegas de trabalho, principalmente da Zu que segundo ela adorava uma piroca grande, eu não tinha parâmetros de tamanho, julgo que a do meu marido seja normal mas que eu tinha visto a do Gilberto era maior.

Nos atracamos em abraços e beijos, era um tesão incontido ele tirava minha roupa enquanto eu tirava as deles em pouco tempo estávamos pelados na frente do outro mas até então eu não tinha visto o tamanho da piroca dele só tinha sentido ela roçar em mim mas quando fomos pra cama que eu sentei e ele ficou em pé na minha frente fui que pude analisar, não era tão grande assim, era um pouco maior que a do meu marido uns 5 cm e um pouco maior, ele olhou-me e falou quer chupar? Não fiz nenhuma objeção e fiz o melhor boquete que eu consegui, coloquei tudo que cabia na minha boca, senti que ele estava prestes a gozar então
pedi que não gozasse na minha boca, ele me retribuiu a chupada com um oral fenomenal, me fez subir pelas paredes, enquanto ele chupava meu clítoris bolinava meus seios com as mãos e meus seios são outro ponto sensível que me dá muito prazer então eu estava nas nuvens. Em seguida ele pega minhas pernas e puxa-me a beira da cama abre-as bem e aponta aquela piroca pra minha xoxota e vai enfiando devagar, eu estava tão lubrificada que não senti nenhum desconforto apesar do membro dele ser bem grosso, só fui sentir um pouco de dor quando chegou bem no fundo socando meu útero, pedi pra ele ir mais devagar até eu me acostumar e ele o fez, eu estava delirando porque estava realizando duas fantasias, a primeira era de sentir um pau grande de grosso dentro de mim e a outra era a fantasia de transar com outro homem que não meu marido, eu gozei várias vezes, como todo homem ele também tentou comer-me por trás mas essa fantasia eu não tive coragem de encarar, ele compreendeu e terminamos nossa relação sexual ali na cama mesmo.

Depois ele foi até o frigo bar pegou uma garrafa de vinho e propôs um brinde, um brinde a mulher que mais me deu tesão até hoje, essas palavras me deixaram envaidecidas, depois ele explicou que tinha tara por mulheres bonitas e pequenas e falou-me que de todas que ele já teve eu fui a melhor e uma das poucas que não reclamou do tamanho da piroca dele, só estava um pouco decepcionado por não ter conseguido me comer por trás, foi quando lhe falei vc tá maluco né, imagina eu ia ser arrombada, mas ele disse-me que isso não era a prioridade dele que estava satisfeito com  o que tivemos.

A partir desta data nos encontramos mais algumas vezes sempre na hora do almoço, como eu tinha 2 horas de almoço a gente sempre almoçava num motel e aproveitava bem essas duas horas, justamente porque em outro horário eu não podia, pois com marido e filhos sempre  em casa, ficava difícil, mas quando se quer se a gente dá um jeito.


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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

MENAGE EM TAMBABA

Conto enviado por leitor

Esse é um conto real de quando estávamos em Tambaba/PB, hospedados em uma pousada naturista. Tesão a flor da pele por estar num lugar aonde o tesão toma conta das nossas vontades, estar em um lugar em que os corpos estão expostos é ficar vendo picas, bucetas, bundas, seios, corpos, em todo tempo, ali o tesão fica na veia. 

Foi ai que tivemos uma ideia, um plano, uma fantasia: contratar um bugueiro ou um garoto de programa pra fazer umas foto nas paisagens naturais das praias, quem sabe uma praia deserta para fazer fotos ousadas. Meu marido queria me dar como presente, pois na noite anterior ele tinha saído em vantagem. Fomos a praia de Coqueirinho procurar o tal bugueiro. Mas passando por Tambaba, vi um garotão boa pinta que me chamou a atenção. Meu marido se aproximou, perguntou dos passeios e pegamos o cartão dele. Mais tarde, meu marido ligou pra ele e foi direto ao assunto, que queria fazer um passeio e fazer fotos minhas, nua e com a participação dele. Ele de imediato aceitou. Ainda na pousada, fiquei erotizada pensando na ideia. Meu marido mandou uma mensagem para ele via whatzap dizendo que o passeio que ele faria seria algo muito recheado de emoção e que ele nunca mais iria esquecer. Perguntou se ele era bem dotado (porque essa sempre foi minha tara). Ele respondeu que tinha 22cm. Pediu uma foto para me mostrar e ver agradaria a “sua esposinha gostosa e gulosa”. Ele, de pronto, disse que mandaria mas queria ver uma foto minha para ficar de pau duro. Meu marido mandou de imediato já que tinha feito várias fotos minhas. Enviou 3 fotos minhas que foram a chave do tesão.
Ele  ficou louco e começou a mandar mensagem, dizendo nossa eu era gostosa demais, que era um tesão. Mandou fotos da pica dele. Gostosa, bem formatada e relativamente grande. Atendia super bem. Nisso meu marido explicou como seria o passeio, que seria em um só lugar, deserto, e que eu iria fazer poses, trocar de roupas, e se ele topasse participar, se eu tarasse nele, que ele poderia me comer. Ele baixou o preço e marcamos. Mas o tempo fechou, ficou escuro e meio frio. Meu marido mandou mensagem de novo perguntando se poderíamos marcar num motel a noite, já que o tempo não ajudava a ir a uma praia deserta. Ele aceitou e para resumir lá fomos nós. Eu, absolutamente nervosa, tremula, excitada, com adrenalina a mil, me fazendo suspirar. O tesão deixava minha calcinha molhada. Era um misto de prazer, de vontade de dar, de medo, de pensamentos, sensações totalmente de tesão prazer uma coisa diferente, não tem como explicar é preciso viver, como diz meu marido, só quem sabe é quem vive, algo especial do sexo loucos, sentimentos... 
Marcamos no estacionamento do Shopping. E quando ele chegou de moto, no carro eu tremia como se estivesse aquele frio forte que você não controla o corpo, a carne tremer, Era minha primeira vez e aquilo me dava milhares de sensações. Ele deixou a moto em um estacionamento e quando entrou no carro, achei que iria morrer, algo louco no corpo movia minhas emoções, respirava diferente o coração batia tão forte que eu achei que estava dando pra todos escutar, bom ai ele ensinou a direção de um motel. Por sinal, chamava Éden. Pensei: será meu paraíso, meu lugar de delícias, meu lugar de loucura. 

Quando entramos na garagem da suíte ele já passou a mão na minha bunda. Que arrepio, as pernas bambeou, escorreu na minha buceta, senti como mel grosso e muito, era o tesão, Deu vontade de beijar na boca dele. Mas eu e meu esposo tínhamos combinado que seria sem beijo. Acreditem, minha cabeça começou a doer na hora, acho que de medo, rsrsrs. Mas estava firme e decidida. Naquela noite eu iria trepar com aquele garotão boa pinta. Entramos no quarto e ele obedecendo começou a tirar a minha roupa. Ele me ajudou a ficar mais calma e me agarrou por trás, num movimento de “vamos lá, garota, vc consegue”. Temos uma foto maravilhosa dessa hora. Ele por trás de mim, pegando na minha bunda. Que gostosura. Ele era meio voluptuoso, me jogou na cama e começou a me chupar deliciosamente. Passava o rosto na minha buceta, deixava a barba “por fazer” me roçar e esfregava a cara com muita vontade de lamber, chupar, sentir meu gosto. Foi uma delícia, Passou alguns minutos assim.

Ele me jogava para lá e para cá, me puxava, abria minhas pernas, abria minha bunda. Chupava meu cu como um sedento e obediente. Me disse na frente do meu marido que eu era uma gostosa. e meu marido fotograva todas as posições. Por um momento paramos porque ele ficou preocupado se eu estava sentindo tesão, o nervo, o medo me deixou dura, Conversamos que eu estava nervosa, mas que estava ali para o que desse e viesse. Meu
marido dizia que ele podia me chupar, me amassar, que eu era toda dele e esse era seu tesão. Ele não se fez de rogado. Foi para cima de mim e num determinado momento, meu macho me puxou e disse que teria que meter em mim, que estava louco, alucinado de tesão. aí o garotão pegou a nossa máquina e começou a filmar a foda. Meu macho me colocou de quatro e começou a meter com força, com tesão indescritível, e como ele não goza rápido, eu gozei uma duas vezes, curtindo o momento por ter um cara filmando nossa foda nossa.

Muito louco, muito loucooo mesmo ver alguém filmando e eu ver aquela pica dura dele e imaginar que seria a próxima a me foder, mas a loucura não estava nem perto do que seria. O bicho criou folego, colocou uma camisinha e quando meu marido me soltou um pouquinho ele disse é minha vez e me pegou, começou a bombar. Wow!!! Que pica!!! Parecia ter agigantado, estava pulsando, dura e rígida. Batia no meu útero. as bolas batia na minha bunda e entrava desbravando meu canal. Ele metia com tanta força que eu comecei a gemer alto: ai, ai ai ui, está me arrombando, sua pica é gostosa. Me perguntou se de quatro era minha posição favorita. Eu disse que sim. O cara me virava de um lado para outro e eu as vezes tentava fugir para  ver se não me machucava, as vezes perguntava se não estava doendo. Mas ele me puxava e metia com volúpia, com tesão tão grande que parecia ser um hiper mega dotado. A pica dele parecia ser meio torta, sei lá, dava ideia de que estava mexendo em todas as paredes da minha vagina. Ai, uma delícia.

E todo essa coisa com meu marido ali, eu dois homens super tarados me senti uma dessas cadelas pequena na rua que fica aqueles cachorros grandes pendurando a cadelinha, Ele me segurava com tanta força que passei mais de uma semana com marcas nas pernas roxas, tinha as marcas dos dedos dele direitinho. Ele me segurava como se não quisesse me deixar sair, fugir dele. Estava ali pra arrombar, tinha que meter e me deixar fodida. Afinal, eu era a puta e eu tinha provocado aquele macho cheio de tesão. Ufa, houve momento em que ele metia, enfiava o dedo no meu cu,  beijava meu pescoço, fazia coisas loucas, como um homem elástico, que pegava onde quisesse e metia ao mesmo tempo. Que delícia de foda. Depois meu marido me disse que a boca da minha buceta ficava para fora, grudada na pica dele, e que ele abria minha bunda como se estivesse tarado no meu cu. Mas o melhor mesmo foi quando ele, de repente, num gesto brusco, arrancou a camisinha, jogou no chão e gozou na minha bunda. Quanta porra, que abundancia!!! Ai, eu estava exausta e meu marido ali, punhetando também gozou e também me encheu de porra, acho que nunca fui tão esporreada como diz meu marido, toda melada.

Tomei um banho, nos ajeitamos e fomos embora, e acredito que pra ele foi algo tão bom que não aceitou nem a gasolina, afinal contratamos um garoto de programa. Agora com a promessa de que quando voltássemos a JP, ligaríamos para marcar “novas fotos”. Até hoje transamos em casa lembrando dessa foda, comentamos detalhes que vem aquele tesão daquele dia e sei que algo mudou, tenho gozado 5, 6 vezes com um tesão mais forte, daquela marcante, primeira, inesquecível. Aquela pica deixa saudade em mim e me sinto apaixonada pelo meu marido por ser tão especial, louco, melhor homem no mundo, amo, acho que tudo que ele me faz me sentir o amor a cada dia, não consigo imaginar a vida sem ele, e sei que meu marido que curtiu ver sua esposinha gulosa sendo dominada por outro macho, é estranho mas ele sabe ser especial em tudo. Na próxima vez, vamos ousar fazer o que não fizemos nessa. Ai contaremos, com detalhes, a saga do garoto do bugre. Esperamos comentários, emails ideias, e suas experiências beijos a todos os casais safados que sabem viver os mais deliciosos sabores da vida a dois.


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terça-feira, 18 de agosto de 2015

MINHA PRIMEIRA TRAIÇÃO FOI COM UM ALUNO


Sou Casada, 43 anos dois filhos e um marido que me dá de tudo incluindo na cama, apesar dos meus 43 anos não aparento a idade que tenho porque sou morena olhos verdes, sou baixa tenho 1.59 m e a todos que falo a minha idade nem acreditam e isso me deixa envaidecida e sei que é verdade porque  as pessoas que me cercam principalmente os homens, sempre me elogiam me dizem que parece uma garota tanto de corpo como de aparência, e por conta disto já levei muitas cantadas, mas nunca dei moral pra nenhum homem que não fosse meu marido, e os que ousaram até agora ao cair no ridículo tiveram que arcar com a vergonha da rejeição, e até acontecer a experiencia que vou relatar eu jamais tinha sido infiel, meu marido e motorista de carreta, e viaja as vezes a semana inteira as vezes duas semanas quando ele vai para o norte nordeste, mas  quando ele volta descontamos o atraso com “trepadas inesquecíveis”.

Sou professora concursada do estado, leciono para alunos do ensino médio, as vezes para complementar nossa renda dou aulas  noturnas de reforço  em um curso preparatória para o "enem" e normalmente meus alunos são todos na faixa etária dos 17 aos 23 embora a maioria leve a sério e me respeitem, alguns poucos  que não me respeitam e até o final do semestre aqueles mais saidinhos que vem com aquelas brincadeiras e cantadas disfarçadas, mas  eu  já estou  acostumada com as cantadinhas baratas dessa rapaziada e tiro de letra e quando caem no ridículo de me fazerem propostas indecentes  e depois têm de arcar com a vergonha de ter sido rejeitado e desprezado

Ano passado no decorrer do curso de preparação, entrou um novo aluno, o Bruno, ele era mais velho que os demais já tinha seus 26 anos, ele estava atrasado nos estudos devido a ter que mudar de cidade varias vezes por causa do trabalho, um rapaz alto,  moreno,  olhos castanhos era um belo exemplar de homem alem de ser do tipo sarado com tudo no lugar, daquele tipo que ao chegar mexia comigo e quando se aproximava pra falar  comigo  chegava a amolecer as minhas pernas, Bruno era muito simpático e dedicado a aprender por isso eu dava a maior força porque ele era um aluno muito aplicado e aprendia  com uma facilidade invejável, contou-me que  era casado e que estava fazendo o curso porque queria entrar para a faculdade e assim galgar uma posição melhor na empresa, disse-me ainda que estava morando sozinho e que iria ser assim até terminar o ano corrente e só depois a mulher e o filho de 6 anos viria, nesse meio de tempo ele iria arrumar uma casa pra eles, mas que enquanto eles não vinham morava sozinho numa kitinet.  


O que mais me chamava a atenção no Bruno era a maneira séria que ele se comportava na aula, jamais fez uma brincadeira fora do contexto das aulas e quando falava  sempre olhava-me me direto nos olhos com seu olhar penetrante, na maioria das vezes eu dava um jeito de desviar, era até  um desafio eu sustentar o seu olhar, embora ele nunca tivesse insinuado nada parece que ele me desnudava com seus olhos, isso me deixava desconcertada e de certa forma até excitada, ele era sério e compenetrado mas uma vez ou outra me fez elogios discretos, elegantes, sobre minha forma de vestir, elogiava meu perfume, e que admirava minha juventude, mas nunca nada muito ousado era sempre respeitoso, ele tinha um charme que mexia as minhas fantasias cheguei até fantasiar quando fazia sexo com ele quando na verdade fazia meu marido, eu tinha vários outros alunos mas meus pensamentos estavam sempre com o Bruno e depois de algum tempo não via a hora chegar  para de minhas aulas com ele

O curso todo durava uns 4 meses até as vésperas das provas,  então terminado o curso outra turma só seria formado no ano seguinte entre esse curso e próximo eu dava aulas particulares de reforço para quem estivesse interessado e pudesse pagar, normalmente para alunos de escolas particulares, bem.., quando terminou o curso no ultimo dia o Bruno chegou e me falou se eu aceitaria um convite para um jantar  o motivo seria  comemorar, eu disse que seria um prazer, ele respondeu o prazer será todo meu, e ainda acrescentou um trocadilho com prazer é bem melhor, foi a primeira vez que ele fez uma brincadeira assim levei na esportiva, ele falou ainda que eu teria que escolher porque por ele ser novo na cidade não conhecia nada.

Marcamos para a segunda feira era um dia em mais tranquilo pra mim, então me propus a lhe buscar já que ele conhecia pouco a cidade, e na hora marcada busquei-o em seu Kit e fomos ao restaurante, ele sempre   charmoso e educado, mas notei-o um pouco mais atrevido do que eu

 conhecia, durante o jantar falamos sobre nossas família, ele falou sobre a esposa que já fazia algum tempo que não a via, ele perguntou do meu marido falei que era carreteiro e que estava sempre viajando ficava semanas fora, ele me perguntou se meu marido estava fora no  momento confirmei que sim e que ia ficar ainda mais uma semana, foi quando ele pela primeira vez foi mais ousado, pegou na minha mão olhou bem dentro dos meus olhos e fez a uma pergunta mais intima, perguntou como ficava o sexo quando meu marido viajava, meio envergonhada falei que quando ele voltava a gente colocava em dia, curiosa eu lhe fiz a mesma pergunta como ele fazia já que a mulher dele estava longe, e brincando insinuei que ele como um homem jovem atraente e sozinho ele não deveria ter muitas dificuldades, não sei porque fiz essa pergunta, ele se sentiu mais a vontade e me respondeu que preferia se masturbar do que sair com uma prostituta qualquer, essa resposta me agradou, conversamos bastante durante o jantar, e depois quando eu o levei até seu apto quando eu ia deixa-lo ele me convidou pra subir porque tinha guardado um bom vinho para ocasiões especiais e essa era uma ocasião especial,a principio recusei mas ele foi insistente e falou é só uma taça de vinho prometo depois você vai.


Dei uma risadinha maliciosa e falei só vinho sei ... , melhor não Bruno, alguém pode nos ver subindo juntos e interpretar mal, vamos encerrar a noite ´por aqui, mas ele insistiu e me disse que seria somente um vinho e assim eu aproveitaria pra conhecer o seu cantinho, alem do mais o que que tinha alguém nos ver, não íamos fazer nada de mais... acabei aceitando afinal ele sempre foi muito comportado, em momento algum tinha se insinuado ou coisa do gênero e subimos, mas o tempo todo eu olhava para os lados para observar se tinha alguém por perto nos vendo juntos como se alguém pudesse nos ver juntos,  no meu intimo eu já sabia o que poderia acontecer estando só nós dois juntos, alias eu pensei nisso o tempo todo em que estivemos juntos, e naquele dia em especial meus poros exalavam o perfume da traição não que ele tivesse mencionado ou tentado algo nesse sentido, pelo contrário a noite toda ele se portou como um cavalheiro,  mas eu estava fragilizada se ele tentasse algo porque eu sentia-me atraída por ele., mesmo ele sendo bem mais novo que eu, mas minha atração vinha desde o tempo que ele entrou pela primeira vez na sala de aula, meu coração estava a mil! eu tremia e ele percebeu deu uma risada safada pegou em minha mão e me tranquilizou, me fez assentar

em um sofá pegou duas taças e serviu o vinho,  ele falou para fazermos um brinde com os braços entrelaçados, e claro que tomamos olhando bem dentro dos olhos. um do outro, seu olhar penetrante mexia comigo, logo depois ele soltou seu braço dos meus e se aproximou bem devagar do meu rosto e me deu um leve beijo nos lábios, foi só um beijinho, mas ele deu  uma chupadinha nos meus lábios, nervosa e disse que era melhor a gente parar por ali, falei que eu era casado ele também, e ele  foi direto e irônico quando falou, olha professora, eu sempre te achei um tesão e sempre te desejei, o convite pro jantar foi pretexto para te trazer aqui já que pra um motel acho que você não iria, eu to morrendo de tesão e você também, seu corpo está tremendo de desejo (ele tinha razão) e completou  seu marido tá viajando minha mulher tá longe, nós dois estamos sem fazer sexo a dias, alem do que ninguém precisa ficar sabendo. 

Fiquei irritada comigo mesmo porque ele tinha razão, mas buscando o restinho de razão que ainda me restava   coloquei minha taça na mesa, pedi desculpas porque eu não conseguiria trair meu marido,  e tentei ir embora me dirigindo até a porta, mas ele se aproximou e me abraçou e  foi mais ousado envolveu  minha boca com seus lábios carnudos desta não resisti muito acabei deixando sua língua passar por seus lábios e invadir minha boca, eu já estava excitada mas  fiquei ainda excitada na hora do beijo, mas minha consciência me fez parar, afastei-o pedi que parasse e que compreendesse que eu não podia , falei que meus filhos provavelmente deveriam estar  acordados e não que deveria chegar muito tarde.

O Bruno me pediu licença, levantou-se e levou o vinho e as taças para a cozinha, achei que ele tinha entendido meu apelo e me deixaria ir, mas logo em seguida ele voltou para a sala ligou o som colocou uma musica suave, e, sem que eu pudesse falar alguma coisa ele me pegou pelas mãos e falou, tudo bem mas antes de ir você vai me dar o prazer desta dança não vai? Eu já estava sendo segura pelas suas mãos deixei rolar ele se aproximou colou seu corpo no meu corpo, abraçou minha cintura e inclinou sua cabeça em meu ombro meu coração que já estava disparado, foi a mil quando senti um volume  me roçar roçando meu umbigo porque ele era bem mais alto que eu, vi claramente que ele não tinha desistido da sua intenção de me seduzir principalmente quando ele começou a beijar meu ombro e mordiscar minha orelha de uma forma carinhosa sempre com uma elegância e  cavalheirismos que ele sempre
demonstrou e foi justamente isso  o que me conquistou, na hora minhas pernas começaram a tremer de novo, ele sentiu que eu estava entregue que ele não teria muitas dificuldades em seu intento de me levar pra cama, minhas defesas estavam frágeis e suas suas mãos já trabalhavam em minhas costas descendo até minhas nádegas apalpando-nas eu bem que tentei afasta-las mas ele foi insistente, e aquele volume se agigantava dentro da sua calça, eu tinha duas opções sair dali correndo ou deixar rolar, minha consciência dizia para eu fugir dali, meu corpo dizia-me pra ficar, o dilema continuou até que ele apalpando meus seios fui ao delírio porque meus seios são um ponto mais sensível e erógeno do meu corpo,  minha calcinha já estava molhada, eu queria fugir dali, mas ao mesmo tempo queria ficar, eu já não sabia mais o que queria.

Já não ofereci mais resistência quando ele me  beijou  sua língua invadiu minha boca, e eu não ofereci nenhuma resistência, também não ofereci resistência  quando ele retirou minha blusa ou abriu o botão e o zíper do meu jeans eu mesmo facilitei deixando-a cair ao chão, ainda ao som da musica ele me conduziu até a cama e me fez assentar, quando ele  parou na minha frente, abriu o cinto, baixou o zíper e retirou um pinto enorme pra fora da calça, e que  pinto, olha que eu considerava  meu marido bem dotado então eu tava acostumada com um pinto grande mas  eu nunca tinha visto uma coisa daquele tamanho ao vivo, pensei que fosse só coisa de filme pornô era um pintão, grande enorme,  grosso e duro que nem aço apontado para mim, como se eu não soubesse, perguntei o que era que ele pretendia fazer com aquele  fabuloso CARALHO, como meu marido o teria chamado. 


Ele estava irritantemente confiante na minha frente me desafiando e falou duvido que não esteja com vontade de tocar, e eu realmente estava com vontade tocar me sentia como uma menina adolescente na primeira transa, dei uma risada nervosa mas não tomei nenhuma atitude, se aproximou de mim ainda de pé com aquele cacete enorme na minha frente ele falou pega, faz um boquete pra mim 
 Sua ousadia era revoltante ele estava certo,engoli em seco quando ele colocou sua mão sobre a minha e começou a se masturbar ali na minha frente comigo segurando, e ele disse sorrindo – esta noite nós vai ser nossa, não pude resistir quando depois dele e eu masturbar, não resisti e abocanhei aquele pau que mal cabia na minha boca ficava só imaginando como aquilo iria entrar em mim,  pensei comigo mesmo, que se foda o mundo e enfiei tudo o que pude na minha boca e ele segurando minha cabeça pelos cabelos metia na minha boca com o ritmo da chupada, aquele pinto entrava com dificuldade na boca acho que nem a metade cabia e cada vez que chegava ao fundo eu quase engasgava mas eu me sentia uma adolescente, lembrei-me dos tempos do meu primeiro namorado com quem transei, mas só tinha transado com outro homem antes do casamento porque até aquele momento eu era uma esposa fielmente casada.

- Já tinha feito um boquete que não fosse para o seu marido depois de casada??
- Tirei a boca do seu pinto e disse : - Claro que não. 

- Então essa é a primeira vez ? 

- é
- E tá gostando?
- Hum hum!
-Hoje você vai ser minha mulher, amante, minha puta

-Chupa então sua putinha
– chupa que nem uma puta que eu quero gozar na sua boca.

não demorou muito e sem avisar que ia gozar ejaculou na minha boca mas na hora retirei minha boca e o esperma correu pelo meu rosto e seios, atingindo meu cabelo, fiquei nervosa porque eu teria que lavar o cabelo e não iria enxugar até chegar em casa, mas o que tava feito não tinha mais jeito, sai correndo para o banheiro me lavei e enxuguei como pude, ao sair tentei recolocar minha roupa mas ele me perguntou onde pensa que vai, falei vou pra casa já tá tarde, e veja só o que você me fez me lambuzou tive que molhar o cabelo, então ele me interpelou e disse.. -não mesmo, não sem antes a gente terminar o que começamos, e me segurou novamente jogando em cima da cama, o que eu podia fazer naquele momento senão aproveitar... e foi  muito
maravilhoso quando ele me segurou pelas ancas e começou a socar aquela tora, apesar de eu estar toda molhada e bem lubrificada senti minha xoxota coitada ir se alargando aos poucos pra poder agasalhar aquela tora, relaxei e abri as pernas me arreganhando toda pra recebe-lo e quando ele socou forte e bateu no fundo do meu útero senti a pressão e uma dorzinha, mas nada exagerado, não demorou muito pra que eu acostumasse com aquele volume todo e a partir dai foi só alegria eu rebolava mais no intuito de facilitar para que aquela rola entrasse sem me judiar muito de mim, quando finalmente meu corpo assimilou ele bombava forte e cada bombada ia lá no fundo do útero me judiando um pouco, mas como fazer ele ir devagar se o tesão era tanto, fiquei apavorada foi quando ele me pediu pra ficar de quatro, na hora lhe falei que anal nem pensar eu não ia aguentar, mas ele me tranquilizou e disse que ia colocar só na buceta, assim sendo eu concordei, ele se posicionou e socou aquela vara toda sem dó, urrei de prazer e de dor ao mesmo tempo mas não fugi da raia, eu estava sendo fodida mas tava preocupado com o horário que já estava avançado, passava das 23 hs.


Quando terminamos me vesti e me despedi rapidamente dele e sai correndo, ele meio que sem saber o que fazer,  me fez fazer prometer que ligaria pra ele assim que eu chegasse em casa, e eu fui com a consciência pesando e no caminho eu pensava no que tinha feito, jamais eu tinha traído meu marido e minha família, prometi a mim mesmo que eu nunca mais repetiria essa experiencia com ninguém mais, achava nojento o que acabara de fazer, meu marido era um bom homem, bom amante e não merecia, mas ao mesmo tempo em que eu recriminava me já sentia desejo de novo foi minha primeira experiencia mas foi marcante.


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DEPOIS DA PRIMEIRA VEZ COM MEU ALUNO


Depois de ter saído do apto do bruno cheguei em casa meus filhos já estavam dormindo, tomei um banho, tranquei-me no quarto e liguei pra ele conforme havia me pedido, pensei que ele pediu-me pra ligar por preocupação de eu ter chegado bem ou coisa assim mas não, ele ao atender a ligação me falou pena que você teve que ir embora, que deveria ter ficado e dormido lá, eu respondi que sem chance, não podia, que já tinha ido longe demais e que aquilo não se repetiria, mas  ele tranquilo como sempre me disse que que queria mais. 

Fiquei muda sem saber o que dizer, muito nervosa e ele continuou falando como ele me queria na próxima vez, falei que não haveria próxima vez. mas ele continuou descrevendo sua fantasia falando que iria me chupar até eu gozar, disse-me que na próxima vez ele que viria me visitar,  que depois de me fazer gozar depois me deitaria na minha cama e transaríamos como loucos,  e que depois de me chupar e de transar que ele queria me enrabar, continuei muda só ouvindo, pensei comigo mesmo que anal não aguentaria , mas mesmo assim super excitada fiquei imaginando como seria e cheguei a conclusão que eu seria arrombada, excitada ouvindo ele comecei a me masturbar, coisa que há muito tempo não fazia. Ele dizia que queria me carregar até a minha cama na minha casa, onde durmo com meu marido e iria comer a minha  bundinha alí. aquilo me deixou louca. Apesar de sempre me doer um bocado, eu já tinha feito sexo anal com o meu marido que me machucava um pouco, mas era menor e mais fino que do Bruno, na verdade eu usava um vibrador pequeno que eu enfiava em meu rabinho e me fazia gozar enquanto ele gozava na minha xoxota. 

O Bruno continuava com suas provocações, falei puxa Bruno, você já gozou dias vezes hoje e ainda continua provocando-me, ele falou-me é que eu tenho o maior tesão pela minha professora se você não tivesse ido embora eu ainda daria mais duas, perguntei-lhe o que ele estava fazendo alem de me provocar, ele respondeu que estava se masturbando e começou a descrever eu, ouvindo fiquei ainda mais  encharcada, e gozei de novo logo depois nos despedimos e ele desligou. 
Pela primeira vez eu estava muito acesa, mesmo já tendo transado com o Bruno, masturbado por telefone  liguei para o meu marido, ele estranhou o horário ficou preocupado mas eu lhe disse que estava com saudades por isso tinha ligado,  expliquei ainda pelo telefone que tava excitada e toda melada e que estava sentindo a sua falta, que estava sentindo falta do seu pau gostoso e comecei a provoca-lo falei pra ele como eu queria que ele me comesse, utilizando as mesmas palavras que o Bruno tinha falado  em sua fantasia um pouco antes, falei amor.. voce tá excitado, ele disse sim, falei então se masturba pra mim vai... meu marido ficou doido, apesar de ser bem tarde, pedi pra ele descrever a sensação enquanto eu me masturbava com o vibrador enfiado em minha bundinha como sempre fazia, falei-lhe que quando ele chegasse eu tinha uma surpresa pra ele, queria lhe dar a bundinha, coisa que eu raramente deixava e usando as palavras do Bruno eu descrevia como eu queria que ele  fizesse o sexo anal comigo que eu iria me ajoelhar na beira da cama e ele viesse por traz e me penetrasse, enquanto meu vibrador na bundinha me levava ao delírios e meus dedos trabalhavam  na minha xoxota toda encharcada, gozei gostoso mais uma vez, mas pedi ao meu marido que não gozasse e que guardasse sua porra para mim ele me xingou de brincadeira falando você está me saindo uma bela duma biscate, mas eu gosto disso.

Eu sabia que ele chegaria no fim de semana então dei um jeito de levar os filhos pra casa dos avós eu iria busca-los no domingo a tarde, quando meu marido chegou  em casa fui ao seu encontro e beijei-o provoquei bastante dizendo que tava com saudades, levei a mão em seu pau perguntei, guardou-se pra mim como pedi? Quando ele entrou sentei-me no sofá e deixei-o em pé, na minha frente, pedi que ele se aproximasse, abri o zíper tirei seu pau pra fora e  .
repeti todo o processo que tinha feito com o Bruno. O pau do  meu marido, parecia que ia explodir de tão duro, passei a fazer um belo boquete, não demorou muito e ele gozou    ele tinha guardado  a sua porra pra mim, : acabou me dando um belo jato parecia chafariz de esperma no rosto, os jatos inundaram a minha boca escorrendo pelos lábios e me melando toda mas continuei chupando e engolindo tudo, meu marido estava muito satisfeito, estranhou um pouco essa minha nova faceta mas estava adorando, olhei pra ele e disse-lhe 
- Adoro engolir sua porra! – eu disse, bem com um jeito de putinha. E ao mesmo tempo lembrei-me de  como tinha sido engolir também  a porra do meu aluno.
Fomos para o quarto e ele me masturbou até eu atingir um orgasmo delicioso e depois de uma maratona de posições ele me colocou de quatro na beira da cama como eu havia descrito e lubrificou bem  e  enterrou seu cacete até fundo na minha bundinha, maldita hora que eu falei que queria dar a bundinha, quase desfaleci de dor mas senti tesão de certa forma uma mistura de dor e de tesão. e essa foi uma das minhas melhores trepadas com meu marido. 

Depois disso o Bruno me ligou várias vezes tentando um novo encontro mas eu sempre o evitava porque sabia o que poderia acontecer, se nos encontrássemos iria se repetir tudo de novo,  apesar de eu ter dito não varias vezes acabamos nos encontramos mais uma vez dessa vez fomos a um motel, eu dessa vez eu já sabia o que me esperava, e já estava consciente do que estava fazendo,  mas queria ter mais uma vez aquele pau bem dotado.... quando entramos no quarto dessa vez ele não fez muitas cerimônias foi direto ao ponto,  começou o ritual me abraçando e me beijando o pescoço  enquanto ia tirando minha roupa peça por peça até me deixar completamente nua   entre amassos e beijos ele também retirou a dele, estando ainda abraçados senti mais uma vez aquele pau enorme roçando em mim, em minha barriga enquanto sussurrava em meu ouvido.... minha professora putinha vc não  resistiu né... eu sabia que não resistiria, e quer saber duma coisa hoje vou comer  até a sua bundinha, eu falei vc tá maluco se acha que eu aguento aquilo tudo, nem pensar, e se tentar eu faço escândalo, ele com cara de safado disse.. bem lubrificado e com jeitinho vc consegue voce vai ver ... confesso que fiquei com medo e ao mesmo tempo excitada só de imaginar.

Depois de muitos amassos e de rolar na cama como dois malucos adolescentes ele ele me chupou gostoso como tinha dito que faria por telefone, me fez chupar aquela rola enorme ele tava super excitado eu também, ele me pegou pelas pernas puxou-me contra si e empurrou aquela rola pra dentro que novamente entrou quase arrombando-me, bombou forte até gozarmos, quando ele  disse chegou a hora.... eu me fiz de desentendida e perguntei hora de que?, ele deu uma risada safada e disse vc sabe, hora de me dar a bundinha, na hora tremi na base... mas percebi que ele estava decidido e que seria inevitavel então me falei pra ele mais um pouco só na minha bucetinha tá, quero curtir bem, mesmo contrariado ele concordou...  e começou a enfiar de novo eu já não sentia mais aquele desconforto da primeira vez, rebolei bastante, meu intuito era faze-lo gozar mais uma ou duas vezes pra vence-lo no cansaço e assim ver se ele desistiria de me comer por trás, mas me enganei mesmo com todo meu esforço pra vence-lo depois dele gozar aquela pica ainda estava dura.
Depois dele gozar duas vezes com o pau ainda dentro ele me beijava, até que  retirou o pau da buceta, e me virou...... de bruços... e falou fessora... agora chegou a hora e eu quero, fiquei em panico, mas ele já estava lubrificando com KY eu implorava pra ele que não fizesse mas era inútil, não me restava outa coisa senão fechar os olhos cerrar os dentes e esperar pela tortura, mas eu implorei pra ele que se doesse muito que ele parasse, na hora ele concordou e falou que tudo bem, e me pediu pra relaxar bem assim meu corpo não sofreria, pensei comigo já que não tem jeito.... vou tentar curtir, deitei-me de bruços arrebitei bem a bunda pra cima pra facilitar, mas quem disse que eu conseguia relaxar, ele foi bem carinhoso, com as mãos abriu bem minhas nádegas e com o dedos começou a massagear o cuzinho e com a outra mão me masturbava, e essa massagem estava gostosa, ele sabia como conquistar o direito de comer minha bundinha, ou pelo menos tentar, primeiro com um dedo depois com dois, ele sabendo que tinha o pau grosso tentou colocar três para lacear bem, mas quando ele tentou colocar três dedos eu reclamei ele parou.
Enfim quando chegou a hora..... eu gelei quando ele colocou a cabeçorra na porta do meu buraquinho..... e começou a forçar devagarinho.. procurei relaxar bem como ele havia sugerido, mas  quando passou apenas a  cabeçorra e a glande, urrei de dor, xinguei-o de filha da puta pra cima, dei um pulo pra frente tentei me livrar mas ele segurava firme pela cintura pensei comigo que aquela rola estava me rasgando... doia muito, falei pra ele parar, ele não parava, implorei disse que ele tinha prometido mas foi em vão, ele até enfiou mais ainda e só parou quando gozou depois disso inclinou-se até minha nuca e me sussurrou em meu ouvido eu não falei que vc aguentava!!  Viu que bem lubrificado e com jeitinho dava... quando terminam deitamos olhando pro teto tinha um espelho e eu via aquela rola que antes estava durissima ir murchando aos poucos...., meu cuzinho estava latejando.. eu tinha pago o preço que ele queria.....

Voltei pra casa naquele dia com o rabo ardendo, mal podia dirigir tive que me ajeitar meio de lado, e aliviada por meu marido estar viajando porque eu tava quebrada mesmo com todo meu tesão e fogo não sei se ia aguentar duas rolas no mesmo dia..

Ainda saímos mais umas duas ou três vezes antes da família dele se mudar pra cidade, e mesmo gostando de sexo não sou masoquista então dei um jeito de não fazer mais sexo anal com o Bruno, ele compreendeu que mesmo ele gostando eu não ia permitir e se ele quisesse forçar eu não ia transar mais com ele nem sexo normal, claro que ele preferiu continuar me comendo mesmo sem dar o rabinho.


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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

DIVIDA DO MARIDO

 Sou casada há 12 anos. Tenho 32 anos e meu marido 31, não vou usar nomes porque os nomes não alteram em nada os fatos aqui narrados, resumindo quando nos casamos eramos bem novinhos, por isso já temos um filho de 8 anos, e eu trabalho como secretária num escritório de advocacia. Sou morena, 1, 69 de altura, 59 kg, corpo bem feito e sempre recebo elogios por onde passo, seja na rua seja no trabalho, e meu marido trabalha como vendedor numa agencia de automóveis e nossa vida era até certo ponto monótona, mas sempre tivemos um relacionamento estável e eu nunca trai meu marido apesar de antes de ter me casado com ele eu era meio namoradeira e eu tive alguns namorados e antes dele e eu já tinha transado com 3 namorados anteriores, por isso não me casei virgem. mas depois que me casei fiz questão de me portar como uma mulher séria, casada, talvez por causa do meu trabalho de secretária eu sempre me vestia mais sobriamente embora eu tivesse apenas uns 20 anos na época, e de lá pra cá eu sempre gostei de ser assim.

Não sei se por causa dessa imagem mais séria que transmito nem mesmo meu marido foi muito alem do papai e mamãe.e no sexo oral meu marido sempre antes de gozar tirava o pênis da minha boca, como se não quisesse que eu provasse o gosto do seu leite. confesso que eu sempre tive vontade que ele fosse até o fim  mas com medo do que ele fosse pensar, sempre mantive minha imagem de recatada.


Pois bem, eu não sabia que meu marido era chegado ao jogo, então meu marido acabou fazendo burrada, tentando  ganhar um dinheiro por fora no jogo acabou se metendo em divida com agiota,  e ficou com uma dívida que não tínhamos como pagar, para piorar o agiota começou a mandar seus capangas pra cobrar, a principio só na empresa do me marido mas começaram a visitar em casa. e fazer pressão, enfim, estávamos cada vez mais enrolados sem ter como pagar, entrei em desespero com aquela situação incomoda.

Como já era funcionária do escritório onde eu trabalhava a mais de 9 e já tinha certas regalias, esperei o expediente terminar porque eu não queria que o resto do pessoal soubesse do meu problema, então fui pedir orientação ao meu chefe, que advogado, muito rico e com fama de durão nos negócios. ele era alto, do tipo muito sério, tinha  55 anos, e já tinha um filho mais velho que eu 1 ano, durante o tempo que eu trabalhei percebi que ele sempre que tinha chance me olhava com olhares penetrantes, porém jamais havia feito nenhuma insinuação ou mesmo uma piada mais picante, perguntei-lhe se eu poderia fazer uma consulta particular com ele, que prontamente me atendeu, assentei-me a sua frente e contei a minha historia.

Num determinado ponto, aflita cheguei a chorar porque eu nunca tinha passado por uma situação semelhante, ele foi muito gentil veio até mim e  me abraçou e disse que ia ver o que poderia fazer e que no dia seguinte a gente conversaria de novo, me senti protegida por esse abraço, era como se fosse meu pai  pela forma carinhosa dele, me senti uma menina nos braços dele.cheguei em casa mas não contei nada para o meu marido da minha conversa com ele, primeiro porque eu esperava ter uma solução do problema para depois lhe contar.

No dia seguinte, meu chefe me chamou, e fui até a sala. ele me disse que havia estudado o meu caso, e que infelizmente nada se podia fazer a não ser pagar a dívida, nem preciso dizer que na hora entrei em desespero e me pus a chorar de novo, ele chegou mais próximo, me abraçou novamente e disse para que eu me acalmasse, que para tudo tinha solução, olhei para ele querendo saber qual, ele então pediu que eu me sentasse, sentou na minha frente segurou minhas mãos e começou a me fazer elogios, assim do tipo que eu era uma pessoa muito competente, que alem de competente eu muito bonita, que eu chamava atenção e que meu marido era um cara de sorte em ter eu como esposa, pena que ele não dava o devido valor fazendo a burrada colocando a família em apuros.

fiquei ainda mais surpresa, quando o assunto mudou de rumo, e ele me contou que o casamento dele era só aparência, e que de bom grado ele trocaria de lugar com o meu marido, pois alguém como eu era tudo que ele queria, entre soluços, ainda sem saber o que pensar, ou onde ele queria chegar, ele me disse que poderia me arrumar o dinheiro, emprestado, e que depois acertaríamos a forma de pagamento, ainda segurando minhas mãos e acariciando-as disse-me que eu não me preocupasse e disse ainda que bonita como eu era eu poderia conseguir o que eu quisesse, até uma promoção era só eu querer, entendi na hora que ele tal como o agiota iria cobrar o pagamento de outra forma, mas eu disse a ele que antes eu precisava conversar com meu marido e que no dia seguinte voltaria a falar com ele.

Fui pra casa pensativa apesar de meu chefe nunca ter me dirigido nenhuma cantada por discreta que fosse, agora vendo minha fragilidade e necessidade ele estava botando as mangas de fora, eu só ficava imaginando se eu aceitasse o que meu chefe iria querer de mim, se eu não aceitasse meu marido estaria em apuros talvez até a nossa família,  À noite falei com meu marido que meu chefe se propôs a emprestar-nos o dinheiro, falei da minha preocupação que meu chefe tinha se derretido todo por mim que eu achava que ele estava com segundas intenções que eu estava preocupada em que o problemas não seria solucionado e só iria mudar o credor e a forma de pagar, nesse caso livraria a cara do marido mas  eu que ficaria a devedora, esperava que meu marido fosse pelo menos questionar as intenções de meu chefe mas ele simplesmente aceitou, dizendo que em pouco tempo o mercado estaria aquecido de novo e as vendas aumentariam então  poderíamos pagar o empréstimo.

Sem muitas opções falei com meu chefe, que  providenciou um documento,  assinei e recebi o dinheiro, porém, nos dias seguintes passei a ser chamada mais ao seu escritório, e todas as vezes os elogios eram constantes da minha roupa,  das minhas pernas, dos meus seios, até que 1 mês depois  estava vencendo a primeira parcela, na firma do meu marido nada de aumentar as vendas, tudo continuava como antes, eu preocupada com o pagamento que eu não iria conseguir efetuar, durante o expediente tentei conversar sobre o assunto com o meu chefe  ele me disse que não dava pra falar na hora mas pediu para voltar ao seu escritório no fim do expediente que ele teria mais tempo pra gente conversar.

Meu marido trabalhava costumava chegar por volta das 19 Hs em casa, nosso filho ficava as tardes na casa da avó, a Van escolar sempre deixava lá e depois a gente ia buscar, nesse dia liguei pro meu marido pedi que ele fosse buscar o filho porque eu iria atrasar-me, quando deu 6 horas o escritório já estava vazio  com exceção de meu chefe e eu, tinha chegado a hora da verdade, durante o mês inteiro meu chefe sequer tinha mencionado o empréstimo ou como faria pra cobrar-me, entrei na sala, e ele me olhou todo sorridente, sentei na cadeira em frente a sua mesa, e começamos a conversar, falei que estava preocupada porque tinha vencido e eu não tinha como pagar, pelo menos não integralmente, ele então falou que eu não me preocupasse tanto, e continuou desde o dia que ele me abraçou e que chorei nos seus braços, despertei um sentimento nele que ele não conseguia controlar. que toda noite ele pensava no abraço, e até tinha a sensação de meu corpo estar junto ao dele. aproximou-se de mim começou a acariciar meus ombros, mas na hora levantei dei um salto da cadeira e de uma forma até grosseira como nunca havia feito antes lhe respondi que era casada e que amava meu marido,  ele estava confundindo as coisas, e que se ele pensava em tirar proveito de mim estava enganado, ia me dirigindo a porta quando ele me segurou pelo braço e me falo: não se esqueça que tem uma divida comigo e eu pretendo cobra-la

Fiquei muda. ele inclinou-se até meu ouvido e falou baixinho num tom ameaçador olha já te disse que sempre a desejei, então podemos nos dar muito bem, sem  problemas se você colaborar, e você poderá quitar sua divida ou o contrário você pode até  complicar, mas vai se dar mal, pense nisso depois soltou meu braço e ainda falou, vou te dar até amanhã pra pensar, e amanhã já avise seu marido que vamos trabalhar até mais tarde, e quero vc aqui, isso não soou como um pedido soou como  uma ordem fui para casa chorando. Não sabia o que fazer, eu poderia recusa-lo e até denuncia-lo por assédio sexual, mas não havia provas porque ele sempre teve o cuidado de falar só quando a gente estava sozinho, alem do mais ele era um advogado competente e poderia rebater essa acusação com facilidade.

Muito nervosa analisando as possibilidades  não comentei nada com meu marido, que tapado do jeito que era nem  percebeu meu nervosismo, acordei no dia seguinte eu não queria ir trabalhar,  mas não podia faltar seria como pedir minha demissão, e indo eu praticamente estaria cedendo a chantagem do meu chefe, dei um beijo de despedida no marido falei pra ele que provavelmente eu iria ficar até mais tarde, ele disse tudo bem, fui para o escritório o dia transcorreu calmo, meu chefe não me chamou nenhuma vez, fiquei mais tranquila mas um pouco antes do fim do expediente quando saiu o ultimo funcionário meu ramal toca, .era ele que falou quando todos saírem venha até a minha sala.

Gelei. e fui disposta a enfrentá-lo tranquei a porta do escritório e fui a sua sala, ele já estava sem paletó, e sem gravata, tinha colocado uma musica suave ao fundo, mal entrei ele veio em  minha direção, antes que eu pudesse dizer algo me segurou forte pelo braço, e com o outro me abraçou por trás das costas e  aproximou sua boca da minha e pude até sentir seu hálito respirando bem próximo do meu rosto, e me deu um beijo que não foi correspondido, lagrimas rolavam dos meus olhos, mas ele continuou me beijando enquanto suas mãos passeavam pelo meu corpo, minhas costas era um toque tão intenso que confesso que estava quase gostando, e seu beijo foi ficando mais ousado, sua língua já invadia minha boca enquanto suas já estavam nos meus seios, ele me abraçava tão forte que eu já  sentia seu pênis latejar junto ao meu corpo. 

Mesmo sob meus protestos ele foi tirando minha blusa, eu permanecia imóvel alheia a minha própria vontade, quando ele tirou meu sutiã, e me vi completamente nua da cintura para cima, me senti impotente, a seguir abriu o zíper da minha saia que caiu aos meus pés. Ali estava eu, só de calcinha e sandálias, a mercê daquele homem rude e carinhoso ao mesmo tempo, grosso e gentil, passando suas mãos pelos meus seios nessa altura já com os mamilos saltados. 

Sem parar de me beijar ele foi tirando a camisa. Teu tórax com poucos pelos ficou encostado nos meus seios, enquanto ele tirava a calça. Eu imóvel, com os braços ao longo do corpo sem conseguir nem pensar direito. Ele delicadamente me empurrou até um sofá, e cai sentada. Fiquei com meu rosto na altura do seu pênis. Dava para perceber a rigidez dele sob a cueca. Podia sentir o perfume característico de sexo, dada a proximidade do meu rosto. Ele baixou a cueca e novamente me surpreendeu. Um pau totalmente rígido quase bateu no meu rosto. Era muito maior do que qualquer um que até então eu tinha estado. Não só em comprimento como em espessura. Com as duas mãos ele segurou o meu rosto e forçou minha boca contra seu pênis. Abri a boca mais por curiosidade para saber se caberia do que por desejo. 

Era muito grande e confesso que não conseguia mais pensar em nada. Senti um liquido escorrendo e minha calcinha ficando úmida. Não era possível que contra meus próprios princípios e pensamentos, meu corpo estava gostando ele foi movimentando minha cabeça, no inicio pressionando as mãos, e aos poucos fui movimentando voluntariamente até perceber que suas mãos faziam carinhos nos meus cabelos. Ele então tirou seu pau, ajoelhou-se no tapete, e com as duas mãos puxou minha calcinha. Nessa altura, eu tinha me jogado para trás e estava esperando que ele tomasse a iniciativa. Ele então me beijou. Como ninguém tinha beijado antes, lambeu minha vagina já ensopada, com sua língua experiente me levando a loucura. Meu corpo estremecia a cada lambida. Ele descia até o anus e subia lentamente, me fazendo vibrar. 

Gozei como nunca tinha gozado. Não me lembro de meu marido ter feito isso comigo. Ele então levantou-me e inclinou-me sobre a escrivaninha  posicionou seu pênis na entrada da minha vagina. Lentamente foi empurrando. Senti um calor por todo meu corpo, enquanto aquele pênis enorme entrava em mim. As paredes da minha vagina se dilataram, até ele encostar sua pélvis na minha. Passei minhas pernas pelo corpo dele enquanto ele fazia movimentos. Seu pênis entrava e saia de mia vagina molhada fazendo um barulhinho gostoso. Senti que o gozo se aproximava. Apertei minhas pernas e gozei, enquanto ele soltava golfadas de esperma no meu ventre. Não conseguia pensar em nada. Somente que nunca ninguém havia me saciado sexualmente me feito  mulher como ele me fez, até que ele me  virou e me deitou no sofá, e deitou-se ao meu lado.E carinhosamente me beijou. Desta vez foi correspondido, abracei-o e retribui o beijo com a paixão de uma adolescente no seu primeiro beijo e com o tesão adormecido de uma mulher. ficamos nessa felação  por um bom tempo, até  que senti seu pênis de novo duro encostar nas minhas coxas. e penetrar de uma forma violenta, mas eu estava gostando, transamos nessa posição no sofá até que ele  levantou-se novamente, e saiu de perto de mi, fiquei sem saber o que ele ia fazer mas ele  foi até o armário e voltou com um tubo de creme lubrificante, pegou-me pelas mãos e
me levou novamente em direção a mesa, virou-me de costas e agora delicadamente inclinou meu corpo até ficar deitada sobre a mesa com os pés no chão. e por incrível que se pareça, eu sabia o que ele estava prestes a fazer mas eu não reagia, era como se estivesse dopada. Estava prestes a ser submetida a sexo anal, coisa que nunca tinha feito antes e com aquele pênis grande não era um bom inicio pra sexo anal, muito menos pra mim, mas eu não reagia, e quando ele colocou de novo seu pênis na minha vagina, senti um alivio, mas enquanto ele metia na vagina percebi que com a mão e com o dedo, ele lubrificava meu anus com o gel que ele tinha apanhado, e seu pênis permanecia entrando e saindo de minha vagina, e seu dedo penetrava  em meu anus, e aquela caricia com o dedo enquanto ele metia na minha vagina estava até gostoso,  de repente, tirou o pênis da minha vagina e posicionou na entrada do meu anus, meio que me apavorei, não tinha como voltar, ele fez  pressão constante na entrada e quando entrou a cabeça senti uma dor insuportável, gemi, gritei, pedi pra ele parar, mas ele impassível continuou enfiando aos poucos, ainda bem que ele não enfiou tudo duma vez só, tentei relaxar e vi que assim a dor era menor, travei os dentes até que senti seu corpo encostado na minha bunda, percebi que ele já tinha enfiado tudo, aquele pênis  estava totalmente enterrado em mim,  ele começou a bombar, depois que meu corpo se acostumou  eu até comecei a gostar. comecei a me masturbar e senti uma sensação gostosa, que foi crescendo, até que gozei. Lambuzei toda a mesa enquanto ele continuava metendo com força no meu anus. Até que gozou. Gozou muito, senti seu leite dentro do meu reto, e escorrendo pela minha perna, a cada metida.

Em determinado momento ao fim dessa experiencia lembrei do meu marido mas não me senti totalmente culpada, afinal eu estava resolvendo os problemas que ele mesmo havia causado, e ainda mais Puta da vida pelo fato do meu marido sabendo que provavelmente meu chefe iria me cobrar dessa maneira ele se fez de bobo e de certa forma autorizou-me, além do mais, foram  anos dando chances para meu marido ele fazer o que meu chefe fez e meu marido sempre naquele café com leite


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