segunda-feira, 18 de agosto de 2014

A PROMOÇÃO DO MEU MARIDO (republicação)

EU PAGUEI O PREÇO 

(conto feminino categoria heterosexual)

Há momentos em que ficamos com raiva da insensibilidade dos homens, fiquei muito chateada da vida quando meu marido veio com uma conversa mole de que não existe mulher difícil existe mulher mal cantada e que toda mulher tem  um preço, se o homem tem dinheiro pega todas  isso me deixou P.. da vida, mas ele realmente não sabia o quanto ele tinha razão porque também tive meu preço

De tão furiosa que fiquei quando ele saiu hoje pra trabalhar liguei meu computador  para tentar me acalmar, comecei a viajar pela internet e descobri esses sites onde as pessoas contam suas experiências. Até hoje guardei segredo, mas depois que ele provocou minha ira  resolvi contar quero extravasar esse segredo, para poder me acalmar e também para tranquilizar minha consciência.

Meu marido hoje com apenas  35 anos, já é diretor de uma grande empresa   e é o mais jovem diretor. Com 30 anos já era gerente de divisão e respondia diretamente ao filho do dono, que o tratava com carinho especial, ele sempre me contava que o filho do manda chuva, o Dr. Sergio Andrade, com 45 anos na assumiu os negócios do pai porque o pai já estava aposentado, ele  sempre o defendia meu marido e o protegia e com isso eu me sentia muito grata a ele, mesmo sem o conhecê-lo.
    Quando eu o conheci , foi na festa de debutante da filha dele,  e meu marido foi o único gerente a ser convidado. Fui com um vestido que meu marido me dera no aniversário, quando fiz 30 anos, sou 4 anos mais jovem que ele. O vestido era decotado nas costas mas  realçando os seios, e o decote deixando ver o sulco entre eles, mais uma cinta larga para marcar a cinturinha e a parte de baixo até quase os joelhos, mais a meia e sapatinho, segundo meu marido eu iria ofuscar a noiva !

Tenho 1.62m e 51 Kg, como sou descendente de espanhóis, tenho o corpo típico das espanholas, magra, com bumbum arrebitado e seios grandes. Meu marido diz que quem viu uma espanhola, viu todas, pois todas são iguais, e acho que tem razão, pelo menos minha mãe, minhas tias e minhas primas são todas assim, e todas estão enxutas apesar da idade

No Baile ao cumprimentar a aniversariante foi que meu marido me apresentou o Dr. Sergio e, seu chefe, e notei que ele me olhou de cima a baixo. Ele é um senhor muito atraente, lindo e charmoso, parece o ator Antonio Fagundes, inclusive com aqueles cabelos grisalhos, alto.
Na festa da recepção, ele veio até nossa mesa e ficou conversando longamente conosco, mandou que parasse de chamar de Dr. Andrade e que para os amigos ele era apenas o Andrade.

Ele me convidou a ir ao escritório da empresa, para conhecer a sala do mais competente gerente, que era meu marido. Ele era adorável, simpático, bonitão, divertido. Mas me fez prometer que quando fosse visitr o marido na empresa, iria à sala dele tomar um cafezinho. A esposa dele ao contrário, era arrogante, estava bem acima do peso, apesar de ter minha altura, e exibia muitas jóias caras nos dedos e no pescoço.

Um dia, meu marido viajou a serviço ele estava na filial de Curitiba ia ficar quase a semana toda e me ligou pedindo que eu procurasse um relatório dentro da pasta dele e que o Dr. Sergio estava precisando urgente e não poderia esperar até a sua volta , me perguntou se eu poderia levar imediatamente até o escritório. cOmo tinha iUgencia então eu me propus a ir leva-lo pessoalmente           
Coloquei uma saia  preta, e um blazer combinando com a meia fumê, e sapatinho de salto preto, os documentos já estavam na bolsa  que ganhei do meu marido. Olhei no espelho e a imagem refletida me fez sentir bem. Parecia uma executiva a caminho do serviço!

Chegando ao escritório, ao ser anunciada fui mandada direto para a sala do Dr. Sergio que já me esperava, pois meu marido já o tinha informado que eu mesma iria levar o documento. Ele apesar dos inúmeros afazeres, me dispensou toda atenção, ele era tão cavalheiro que dava a impressão de que no mundo só existia eu, ele elogiou-me disse que eu estava elegantemente sexy, até estranhei essa intimidade depois ele me disse vem e me acompanha, saímos da sala dele passamos pela secretária pegamos o elevador  e  mostrou uma outra sala enorme no andar da diretoria, com janelas que dava visão da cidade, e disse que aquela sala estava vazia até que um novo diretor fosse nomeado, e que esse diretor teria carro da empresa, secretária, bom salário, etc, etc.

No momento, não sabia nem porque ele estava me contando tudo isso, que a meu ver, era assunto da empresa e que não me dizia respeito. Ele disse que estava se esforçando para que meu marido ocupasse a sala, como novo diretor, mas que a luta estava muito difícil porque havia outros pretendentes ao cargo. Na hora eu achei graça e ri, pois achava que meu marido tão cedo não ocuparia um cargo tão alto ainda mais por ter  outros mais antigos. Ele continuou insistindo que ele estava fazendo de tudo que ele podia para promover meu marido.

Naturalmente, eu agradeci a ele, por isso. Ele disse que todos precisavam se esforçar para que esse objetivo fosse atingido, falou ainda que meu marido era um dos prováveis indicados  e perguntou se eu também me esforçaria para isso. Eu disse que sim, claro, era a esposa dele, e desejava o sucesso dele, foi aí, que ele me perguntou, até que ponto eu estava disposta a me empenhar, pois dependendo do meu engajamento na causa, esse sonho poderia se realizar.

Foi nesse momento, que percebi onde ele queria chegar !!
A promoção do meu marido a diretor, tinha um preço, e o preço era eu ! E eu que achava que o Dr. Sergio fazia isso por ser um homem bom e justo  que reconhecia o valor das pessoas nesse caso do meu marido !
Ele mandou que eu sentasse na poltrona que poderia ser do meu marido, na sala fechada, só eu e ele. Ele segurou a minha mão  e disse-me você é uma mulher muito bonita de classe que me chamou a atenção desde que a vi naquela festa, e ainda disse que mandou meu marido de proposito pra Curitiba pra ter essa chance de ficar a sós comigo etc e tal  novamente  perguntou, novamente, você faria tudo o que fosse necessário para a promoção dele? Foi quando senti então a chantagem dele.

Na hora fiquei vermelha, muito nervosa, decepcionada, alem de brava quase a ponto de coloca-lo no lugar dele, mas me contive porque poderia prejudicar meu marido, então respirei fundo e  respondi depende do tudo, ele sem cerimônias me falou, você é uma mulher bonita e eu a desejo, eu poderia ter qualquer mulher, mas desde que a vi na festa fiquei atraido.

Ele começou a enumerar as vantagens que meu marido teria como diretor, e que eu não deveria ter remorsos porque eu estava no fundo fazendo isso para o sucesso do marido, e que isso era uma prova de amor.

 Minha reação, era sair correndo, mas ele era persuasivo, falando que no mundo dos negócios é assim que as coisas são, complementou ainda  que dependendo da minha reação, ao invés de ser promovido, meu marido poderia ter muitas dificuldades na empresa talvez até demitido, e que tudo só dependia de mim.
Eu disse que namorava meu marido desde muito nova, e que até hoje, ele foi o único homem que conheci, e que sempre fui uma mulher fiel. Ele, muito sábio, disse que isso não seria traição, pois todos estavam unidos no esforço para promover meu marido, ele estava lutando também dentro da empresa e eu também estaria fazendo a parte de esposa dedicada.
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Quando perguntei o que ele pretendia de mim, ele  foi direto : “Nós vamos sair agora para num motel, podemos almoçar lá mesmo, e a tarde você já volta para sua casa, com o sentimento de ter batalhado pelo sucesso do marido”. Depois de muito pensar, de pesar os prós e o contra, depois de imaginar a alegria do meu marido sentado naquela sala com secretária, com carro da empresa, eu disse que eu iria tentar, mas que caso não conseguisse me relaxar que ele não forçasse e se eu desistir de fazer algo, estando no motel, que ele prometesse não perseguir meu marido, esquecesse o assunto. E que seria apenas uma única vez, apenas naquela tarde e nunca mais, depois disso deveríamos esquecer e termos um relacionamento normal como se nada tivesse ocorrido, principalmente para meu marido não desconfiasse de nada. Ele aceitou todas minhas condições e mandou que eu o esperasse no subsolo, até ele desse instruções para a secretaria, pois diria que ia almoçar com um cliente.

Fui pelo elevador direto para o sub-solo, por sorte, não tinha ninguém, e fiquei escondida num cantinho, pois dava a impressão que se alguém visse, já saberia que eu estava a caminho do motel com o chefe do meu marido,  ele logo  chegou e saímos no carrão importado dele, com vidros escurecidos, graças a Deus. Eu ia tremendo de nervosismo, até que ele entrou no motel, eu relutei na hora de entregar meus documentos na portaria, ele pediu a melhor suíte, entrou na garagem da suíte e a porta se fechou automaticamente assim que o carro entrou.

Com todo cavalheirismo, ele abriu minha porta, e me conduziu para o quarto, eu tremendo com uma vara verde, era a primeira vez que estava com um homem diferente do meu marido em um motel. Ele foi muito carinhoso, não veio me atacando, com toda gentileza, pediu duas garrafas de champagne, queijos, e ficamos tomando sentados um na frente do outro na mesinha do terraço junto a piscina com água aquecida, saboreando a deliciosa champagne. Com estomago vazio e champagne, logo fui ficando alta, até que ele convidou para irmos tomar uma sauna, que fazia bem para a saúde. Logo ele entrou no banheiro e saiu com uma apenas uma toalha enrolada na cintura, e ficou olhando para mim, ele alto, bonitão com uma toalha enrolada na cintura. Tomei coragem fui ao banheiro, me despi, toda trêmula, e me enrolei numa toalha cobrindo dos seios até o meio das coxas.

Saí tremula, e ele me conduziu à sauna e ficamos sentados um ao lado do outro, num estrado de madeira, e com o vapor começando a encher o ambiente. Logo, havia tanto vapor, que até a respiração já se tornava um ato forçado, os azulejos ficaram todos úmidos e começava a gotejar, nossos cabelos também todo úmido, nossas mãos, rosto todo úmidos e pingando, o calor foi ficando insuportável, ele continuava me animando me fazendo sentir como se fosse a coisa mais natural. Eu me sentia bem porque até aquele momento, ele não tentou em nenhum momento me agarrar, apenas ficava falando junto ao meu ouvido, me deixando arrepiada, afinal ele não era de se jogar fora.
Fomos tomar umasauna, e o registro estava no alto da parede, ele perguntou se eu conseguiria pegar o registro e girar para entrar um pouco de ar fresco na sauna, eu disse que não daria pois o registro ficava a uns 2,50m justamente para ninguém mexer, mas ele disse que deveríamos girar um pouco para tornar o ar mais fresco. E sugeriu de eu subir nas costas dele, como as crianças que ficam no ombro dos pais para enxergar melhor, e que ele ficaria em pé comigo sobre os seus ombros, eu iria alcançar. Como estávamos altos devido champagne, levando tudo como uma brincadeira, aceitei rindo, e subi nas costas dele, passando cada coxa ao lado da bochecha dele. Mas para eu poder sentar no ombro dele, tive de puxar a toalha para cima para deixar minhas pernas e coxas livres, não liguei porque ele estava de costas, e não via nada, mas quando sentei nas costas dele, ele sentiu meu bumbum nas costas, as coxas em cada lado do pescoço, e para me segurar, ele passou cada mão sobre cada coxa.

Ele se levantou devagar, eu comecei a ficar excitada, afinal minha vagina estava esfregando na parte traseira do pescoço, dele. Tentei segurar e girar o registro mas não consegui, nessa tentativa, a toalha dele caiu e vi o tamanho da excitação dele, enorme, rígido ! Meus líquidos vaginais começaram a escorrer, eu sentia ficar cada vez mais lisa a superfície entre minha vagina e o pescoço dele. Quando tentava girar o registro, minha toalha também caiu, e já nem liguei mais para o fato de estar toda nua, sentada nas costas do chefe do meu marido, nem de ele mostrar uma ereção descomunal, o clima era de desejo, de excitação, de tesão. Eu esqueci que nunca ficara nua com outro homem, nem que era casada, nem que jurara fidelidade no altar, nada disso. Ele me girou para frente dele, de modo que minha vagina se encaixou no pomo de adão dele, e começou a me descer, segurando minhas nádegas, uma em cada mão. Quando meus seios passaram pela sua boca primeiro falou “que peitão lindo que você tem, parece uma mamão dos grandes e firmes, vou chupar cada um deles como um bebezinho” e eu quase gritava dizendo “chupa, chupa, me mata de tesão”, ele os abocanhou e ficou mamando longamente cada um dos seios, chupando e mordiscando os mamilos, passando a língua, e eu não conseguia conter os gemidos, eu continuava a me molhar tanto que sentia pingar no chão, pois estava com as coxas abertas ao Maximo, a vagina arregaçada.

Depois quando ele começou a me descer mais, eu abracei o corpo dele com minhas pernas, entrelacei minhas pernas nas costas dele e as mãos no pescoço dele, e ia soltando de pouco a pouco a medida que ele me abaixava, até que aconteceu o inevitável, o pênis dele começou a roçar minha vagina, eu gemia toda vez que o pênis dele pincelava todo rasgo da vagina, do clitóris até o anus. Ele olhou para mim, e perguntou, “posso te foder ?”, eu assenti com a cabeça. Ele disse “então pede para eu te comer” Eu disse, “você quer me matar de tesão, seu malvado, por favor me come, me fode, me fode toda”, ele continuou, dizendo que eu tinha que pedir para meter o pau, e eu disse, “por favor, me fode com esse seu pauzão, me come, me fode por favor, não estou agüentando de tesão”.
Ele com as mãos, encaixou a cabeça do pênis na minha vagina e começou a penetrar lentamente. Nem pensei no fato de estar sem camisinha, nem no fato de aquele ser o primeiro pênis estranho que minha vagina abrigava, só sentia o quanto ele era bem dotado, ia me abrindo toda centímetro a centímetro, bem lentamente, de modo bem carinhoso enquanto ele me beijava e nossas línguas se encontravam.
    Senti a cabeça do seu pênis tocar meu útero, coisa que nunca senti com meu marido. Ele dizia, “puta merda, que delicia de buceta que você tem, apertadinha, quente, molhada, lisinha e mordendo meu cacete”. O pênis do Sr SErgio  era mais grosso e muito mais comprido que do meu marido e eu sentia isso, nunca me senti tão preenchida. Quando entrou tudo, ele com as mãos fortes me suspendia para que o pênis fosse saindo pouco a pouco e depois enterrava tudo outra vez. Na quarta ou quinta vez que seu pênis invadiu minha vagina, não agüentei e gozei aos gritos, nunca senti tanto tesão na vida. Comecei a estremecer e a gemer, e ele não agüentou e ejaculou dentro, bem no útero, gritando “puta que o pariu, não agüento mais,vou gozar na sua bucetinha, toma meu leitinho, toma”, senti um jato forte, quente e prolongado em várias golfadas.

Minha vagina pela primeira vez na vida, estava conhecendo um esperma diferente do meu marido.
Ele se sentou no estrado de madeira, e eu continuava sentada de frente, com o pênis dentro, pois ao contrario do meu marido que o pênis saía da vagina ao ejacular ao ficar flácido, o do Andrade, mesmo flácido, devido comprimento, continuava dentro de minha vagina, eu sentia ele dentro, me causando uma sensação indescritível de prazer.

Ficamos conversando longamente sempre com o pênis dele dentro de mim, até que ele depois de um tempo, ele ficou com o pênis ereto, que cresceu dentro de mim e o meu tesão também aumentou com isso. Ele sempre me segurando forte e com o pênis entalado na minha vagina, me levou até a cama, onde me deitou com todo carinho, e começou a me possuir na posição clássica. Continuava me elogiando, dizendo “você é linda, tesuda, que peitão, que delícia de buceta, meu amor, nunca vi uma mulher mais perfeita, você me matava de tesão desde que a vi pela primeira vez, sempre sonhei em te comer, já imaginava como era o seu peito pelo decote do vestido daquele dia, nunca imaginei que tivesse uma bucetinha apertada, quente, molhadinha assim” Novamente, após um longo vai e vem, onde cheguei a ter alguns orgasmos me estremecendo e gritando, ele também, fez uma careta, e disse “caralho, não agüento mais, vou gozar de novo, toma leitinho” e lançou jatos de esperma dentro da minha vagina.

Depois disso me colocou sobre ele, sempre com o pênis dentro da minha vagina, ficamos conversando e quando ele se excitava me possuía, nem sei quantas vezes isso durou. Só sei que saímos do motel um pouco antes do avião do meu marido chegar em SP. Por telefone ele me disse que estava num taxi e que em 15 minutos já estaria em casa, eu atendi dentro do carro do Andrade, em frente ao meu prédio, pois como estava chovendo estava esperando diminuir a chuva.

O Dr Sergio me levou pra casa e fez mil elogios, disse que eu era uma esposa perfeita, a mais linda mulher que ele conheceu, e que eu cumpri minha parte e ele iria cumprir a dele. Eu estava preocupada com a chegada do meu marido e queria descer logo, e ao me inclinar já no carro para ele para dar um beijinho de despedida, ele me puxou me abraçou forte, me deu outro beijo na boca, com a língua entrando na minha boca, acabei correspondendo, afinal ele é um homem lindo, charmoso, senti ele levantando minha blusa, tirando meus seios do soutien com as mãos, eu lutava, preocupada com alguem que poderia estar vendo , mas devido a chuva não tinha transeunte e com os vidros escuros, nada se via de fora, ele acabou tirando meus seios, e passou a chupá-los lambendo deliciosamente cada mamilo, até que eu recobrei a sensatez, me recompus e como a chuva tinha diminuído, corri para dentro de casa. Foi só eu chegar em casa, tirar os sapatos e colocar um chinelo, e meu marido já chegou. Estremeci ao perceber o quanto eu arrisquei. Ele me abraçou, me beijou, fiquei até com medo de ter gosto diferente na boca. Meu marido me pediu desculpas por ter pedido para levar o documento. Se ele soubesse ....

Meu marido me puxou para tomarmos um banho junto, não tive como recusar, ao me despir, percebi que meus seios apresentavam vermelhidão onde ele ficou chupado, tinha marcas das mãos quase imperceptíveis mas eu notava, e por isso ficava de costas encostada nele para não ter perigo de ele ver. Quando ele me possuiu, fiquei temerosa de ele perceber que minha vagina estivesse mais aberta, mas pelo visto ele não percebeu nada, graças a Deus.
No dia seguinte meu marido me ligou todo eufórico, dizendo sobre ter sido promovido e que a noite iríamos comemorar num restaurante, com isso meu peso na consciência diminuiu.





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domingo, 17 de agosto de 2014

SOU CASADA, FUI SEDUZIDA POR UM AMIGO




           Sou casada bem casada eu e meu marido vivemos bem temos uma vida sexual ativa, hoje tenho mais de 35 anos e aconteceu comigo isso  foi ha alguns anos com um colega de trabalho, imagine aquela pessoa legal cativante  que a gente acaba gostando da companhia , e  que se almoça todos os dias juntos, inevitavelmente acaba ficando muito amigos ?

Tudo começou quando consegui um emprego em determinada empresa cujo nome não importa nesse momento, e esse colega foi o encarregado de me ensinar a função que não era dificil mas ele era todo atencioso talvez por eu ser mulher, só que não sou tão atraente assim, sou branquela mas meiga, tenho um corpo bonito apesar de gordinha coxas grossas mas bem torneadas, noto que  sou  bastante admirada pelos homens porque quando passo seguem-me com os olhos quase sempre,  acho que é porque sempre usava roupas muito discretas e salto, aço questão de passar uma imagem séria mesmo porque já não era nenhuma jovenzinha . E quem me vê jamais imaginaria que eu seria capaz sair com outro homem que não meu marido… Na verdade, nunca tive essa intençao de sair com outro homem, mas acabou acontecendo.

Esse meu amigo o Jeferson não tinha de especial, alias era um cara pra lá de comum, nem bonito nem feio, até um pouquinho acima do peso. Trabalhamos juntos bem pouco tempo uns poucos meses na mesma sessão depois ele foi transferido, e nesse temposempre saimos pra almoçar juntos quase todos os dias, e acabamos por nos conhecer melhor desenvolvemos uma amizade legal de forma que eu sabia de suas ex namoradas porque ele não estava namorando naquele momento e ele um pouco de mim porue eu acabava me abrindo um pouco sobre mim sobre minha relação com meu marido as vezes quando eu discutia em casa ele acabava ouvindo-me e ele era sempre gentil comigo mesmo quando eu não estava legal ou estava de TPM ou coisa do genero. ele sempre me trazia um cafezinho, ou um bombom pra agradar-me

Então notei que ele começou a olhar-me de forma diferente, estar sempre prestativo quando eu precisava de algo ele procurava sempre estar por perto, mas nunca se insinuou assim eu achava que era impressão minha e que não era nada, pois eu era casada e ele sempre respeitou essa minha condição, ele sempre me oferecia carona no fim do expediente, eu recusava dizendo que era meio fora de mão pra ele, mas ele respondia nem tanto, não me custa desviar a rota em uns 5 ou 6 kms. e te deixar em casa, as vezes quando eu me atrazava um pouco eu aceitava mas sempre pedia pra ele parar uns dois quarteirões antes não gostaria que alguem conhecido me visse descendo dum carro de um estranho, e assim foi sempre que eu precisava lá estava ele bem prestativo.

Conforme foi passando os meses virou quase um costume pegar carona com ele só quando ele tinha algum compromisso que falhava a carona então fomos ficando intimos e confidentes a ponto de conversarmos abertamente sobre tudo, ele me contava das mulheres que ele tinha saido o que gostava o que não gostava porque não deu certo e coisas assim e eu acabei confidenciando que meu casamento embora tivesse um bom relacionamento com meu marido tanto familiar como sexual tinha caido numa rotina e que não era a mesma coisa de quando recem casados talves por conta dos filhos, enfim nossa conversa não raramente girava em torno desse assunto. E nunca o Jeferson fez alguma brincadeira ou gracinha no sentido de me cantar sempre nos respeitamos mutuamente mas existia uma amizade e porque não dizer afinidade muito grande entre nós.

            Numa dia que choveu a tarde toda dai eu perguntei a ele se naquele dia a carona estava de pé, ele falou claro que sim e na volta pra casa estava um transito infernal e justo naquela hora resolveu aumentar a chuva de forma que não se conseguia ver muito a frente, então ele sugeriu que parassemos a fim de evitar algum acidente maior até que a chuva diminuisse ou passasse, eu concordei e saimos da rua principal e paramos numa que achamos lugar pra estacionar, os vidros todos estavam embaçados, paramos e continuamos a conversar, pois tudo estava parado mesmo. Como estavamos parados ele tirou a mão do volate e virou-se pra mim enquanto conversavamos ele começou a passar a mão suavemente acariciando meu cabelo que não era muito comprido mas estava caindo na testa, ele acomodava as minhas mechas por traz da orelha e seu dedo acariciava sutilmente a minha orelha causando com isso uma sensação gostosa,

      Comecei achar excitantemente perigosa aquela situação ali naqueles momentos ali com ele. Só que acabei ignorando o perigo achei que era um carinho inocente já que eramos colega de trabalho e ele sempre me tratou com respeito e sempre foi muito gentil, até achei normal. Continuamos conversando, nisso ele calou-se e silenciosamente passava a mão em minha nuca por baixo dos cabelos fazendo uma leve pressão muito gostosa por sinal, mas ao mesmo tempo me incomodava o fato de eu estar gostando da caricia de outro homem, então ele falou baixinho quase sussurando, Claudinha vc é uma mulher muito atraente e de uma beleza singular e meu marido tinha muita sorte em ter uma mulher como eu, na hora eu comecei a ter uma sensação estranha, uma excitação repentina aquele elogio me despertou na hora, não exatamente por ele mas pelo pensamento da possibilidade de ter algo com outro homem que nao fosse meu marido…(coisa que nunca tive coragem pra fazer).

                 Entre um elogio e outro ele abraçou-me puxou-me para si não sei porque mas eu não ofereci resistencia então ele beijou meu pescoço, claro que eu me arrepiei na hora, e é claro que ele tambem percebeu e me beijou na boca. Eu não sabia o que fazer, fiquei surpresa mas  acabei de certa forma retribuindo aquele beijo, nossos labios colaram-se não mais que 3 segundos mas parecia uma eternidade pra mim, percebendo a situação eu me afastei, ficamos os dois meio que sem jeito, eu mais que ele. A chuva continuava lá fora não tinha niguem transitando na rua a pé, só de carro os vidros estavam muito embaçados e ninguem conseguia ver dentro de outro carro nem que quizesse, e esse nonimato aparente de repente favoreceu pra que outros beijos acontecessem, acabamos nos beijando ardentemente,e  aquela situação ali estava excitantemente perigosa, tudo acontecera  de repente e  eu já não era mais nenhuma adolescente mas estava me sentindo como uma quando o namorado lhe beija pela primeira vez,  a adrenalina estava a mil como se fosse uma aventura radical, como se estivesse numa montanha russa porque estavamos nós dois namorando gostosamente naquele momento
       Entre um beijo e outro estavamos em transe, foi quando ele colocou a mão por baixo da minha blusa e tocou minha pele, acariciava minhas costas e habilmente soltou os botões de minha blusa  abaixou uma alça e  começou a acariciar meus seios (que ja estavam duros ) eu comecei a gemer baixinho, a falar no ouvido dele que estavamos loucos que deviamos parar,mas ele me beijava com mais impeto, estava deliciosamente excitante aqueles momentos ficamos ali uns 15 minutos nessas caricias, até que ele pegou minha mão direita e colocou sobre seu membro ainda dentro da  calça, então eu retribui as caricias que ele fazia em meus seios eu apertava  e acariciava seu membro sob a calça  então ele abriu o ziper e queria tirar pra fora, e o segurei segurei um pouco e comecei a punhetar, ele pediu-me então pr dar um beijo em seu membro  foi quando caiu a ficha da loucura que estavamos fazendo ainda mais num luar publico apesar da chuva e tomei a decisão de parar antes que fosse tarde falei pra ele que já chegava daquele amasso que tava tarde e eu precisava ir embora senão ia chegar muito tarde em casa etc e tal arranjei todas as desculpas possiveis.

Ele como um cavalheiro se desculpou e disse que perdeu o controle porque eu era uma mulher muito atraente alem de gostosa que ele adorava mulher fofinha que nem eu etc e tal, mas colocou o carro em movimento e continuamos o resto do trajeto quase calados.  Depois disso  ambos meio envergonhados até ficamos alguns dias sem nos falarmos,

Cheguei em casa tomei um banho porque minha calcinha tinha ficado manchada com meus liquidos devido aquela tarda, meu marido já tinha chegado perguntou porque eu atrasei-me respondi que era por causa da chuva e do transito, a conversa ficou por ai mesmo, jantamos assistimos novela, mas o resto da minha noite fiquei pensando naquela cena apesar de ser proibida pra mim eu tinha gostado de ter sido desejada por outro homem, a experiencia do beijo foi maravilhosamente inesquecivel coisa pra se guardar na memoria junto com as lembranças mais gostosas, ao me deitar procurei meu marido e transamos mas sinceramente dessa vez achei mais que  foi mais uma daquelas transas habituais rotineiras tipo papai mamãe, eu que estava toda acesa estava esperando que as estrelas brilhassem mais naquele dia mas terminou  sem que as estrelas brilhassem mais forte sem aquele brilho que eu tinha visto com apenas um beijo.

Passamos alguns dias nos evitando ate que um dia ele me mandou um e-mail se desculpando dizendo que eramos adultos e o que tinha acontecido era consequencia da proximidade  que tivemos e pela oportunidade de ficarmos tão pertos um do outro a sós alem amizade que nos unia e que ele não queria perder , e nesse e-mail me convidou pra almoçarmos juntos pra selarmos a amizade de eu respondi que tudo bem que aceitava as desculpas dele afinal não foi só dele, se ele quizesse almoçariamos juntos no mesmo lugar como sempre fizemos, já naquela tarde ele aproximou-se de minha mesa e trouxe-me um cafezinho como ele fazia antes pra quebrar o gelo e falou então almoçamos amanhã, concordei e combinamos que tudo voltaria como era antes,  afinal eramos adultos só estavamos nos evitando por força da situação que tinha acontecido pra não estragar a amizade entre nós.

Dai por diante começamos a conversar de novo, e tudo voltou ao normal, voltei a pegar carona com ele de vez em quando novamente, e numa dessas nossas voltas pra casa desabafei que tinha discutido com o marido, eram coisas banais mas que estava ficando constante essas nossas discussões isso tava me desgastando, o Jeferson sempre um bom ouvinte me confortava e novamente colocou a mão na minha nuca me fazendo uma massagenzinha e disse, relaxa o que voce precisa é ignorar  isso acontece mesmo em todos os casais a vida segue em frente e coisas do genero, ele me deixou no lugar de sempre nos despedimos e ao inves do tradicional beijo no rosto como sempre ele disse hoje quero te dar uma bitoca pra vc se acalmar, eu ri e como era só uma bitoca eu deixei, ele me beijou nos labios suavemente e nos despedimos.

Então depois de algum que restabelecemos a rotina ele sempre que podia me levava, e na despedida já não era beijo na face como antes tornou-se habito trocarmos uma bitoca, as vezes ele tentava demorar um pouco mais com os labios dele colados ao meu eu sempre  me afastava para não dar nenhuma chance.

Numa manhã  ele me mandou um recadinho pelo MSN, e dai tudo bem com voce, respondi que sim, ele perguntou vamos almoçar juntos hoje, eu respondi claro como sempre né então  ele me falou como sempre não hoje queo te levar a um outro restaurante, tudo bem pra voce? Falei que sim porque confiava nele e a conversa ficou só nisso..., na hora do almoço saimos e ao invez de irmos nos restaurantes por perto da empresa que estavamos acostumados a ir sempre , ele pegou o carro e disse  hoje vamos  almoçar  em uma churrascaria porem  as churrascarias eram bem mais longe.

Não sei porque durante o trajeto veio em minha mente uma  como aquela  sensaçao vivida ha uns dias atras e só a ideia de tal já me apavorava, chegamos pedimos o almoço enquanto almoçavamos durante a conversa deu um jeito pra puxarmos o asunto do beijo e dos amassos que demos eu meio envergonhada falei vamos esquecer mas ele  começou a perguntar sobre o que eu senti naquele dia, se eu havia gostado, e eu respondi que sim, porem não era certo, e que não deveria se repetir sem ação ele ficou calado.

Pagamos a conta saimos mas em vez dele voltar pro rumo do nosso trabalho ele estava indo em outra direção, eu falei onde voce vai me levar...ele subtamente parou o carro, e disse trouxe voce aqui hoje de proposito, pra ficar longe dos olhos de alguem conhecido que poderia passar e ver nós dois no carro, em seguida olhou-me nos olhos e  pediu um beijo que o beijasse pela ultima vez que nem ja tinhamos nos beijado só  pra ele ter uma lembrança gostosa de mim e prometeu que depois ele nunca mais falaria mais no assunto relutei mas pela insistencia achava perigoso porque isso me excitava tambem mas eu acabei concordando mesmo sabendo que poderia se repetir tudo.

Ele ele se aproximou delicadamente colocou uma mão em minha face e a outra em minha nuca e me beijou só que eu relutei em retribuir apenas colei os labios ele falou assim não é beijo é bitoca bitoca vc me deu todos esses dias eu quero um beijo de verdade, então cedi e começamos a nos beijar de lingua, os beijos foram esquentando, a mão dele alcançou meu seio e minha camisa branca de algodão estava amassando toda e eu ainda tinha que trabalhar a tarde. Eu nao tinha a inteção de transar com ele mas eu estava era gostando daquela sacanagem falei pra ele que parasse que minha roupa estava amassando que eu ainda tinha que trabalhar então pra minha surpresa ele sugeriu irmos a um lugar mais reservado por ser perigoso ficar ali na rua, etc. cai na besteira de perguntar reservado onde? Ele disse um motel oras,

Eu disse que não que terminaria ali naquele beijo alem do mais eu era casada e não iria a um motel com outro homem mas ele insistiu que eramos adultos e principalmente amigos e nada aconteceria se não quizessemos, e por eu ser casada era mais seguro um lugar reservado… falei me leva de novo para o trabalho, então ele colocou o carro em movimento e não disse nada, tomou um caminho como eu não conheço muito a cidade não falei nada quando dei por mim estavamos na portaria dum Motel, eu protestei mas não adiantou, não fiz escandalo pra não chamar a atenção, mas falei em tom baixo pra ele, Jeferson voce tá louco se acha que vou transar com voce, ele não falou nada.

Entrando no motel, fiquei meio sem jeito, sentei  na cama com a cabiça baixa ele sentou ao meu lado, começou a acariciar meu cabelo e a falar baixinho, que eu era uma mulher muito atraente que ele era louco por mim desde o primeiro beijo ficou tarado.... que eu se não quizesse ele não iria forçar mas... se isso acontecesse de não transar ele teria que bater uma punheta em minha homenagem ali na minha frente.... ficamos conversando por alguns minutos ele tentando me convencer eu negando ele falava que quanto mais cedo a gente resolvesse menos atrasariamos pra volta do almoço na empresa, eu estava excitada e apavorada  mas intimamente  fiquei imaginando que ele tomaria a iniciativava novamente e minhas defesas estavam frageis,
       Não demorou muito ele me abraçou e beijou-me não ofereci muita resistencia e  começamos nos beijar novamente e as caricias foram esquentando e o ambiente já era outro ele me deitou na cama abriu os botões da minha blusa, passav a mão pelo meu corpo tirou minha blusa e soutiem abriu o fecho do meu jeans enfiou a mão na minha calcinha e percebeu que eu ja estava toda molhada, , eu a esta altura ja estava toda entregue a aquele homem que nao era o meu marido, ele  começou lamber-me por inteiro, começou pelos bicos dos meus seios passva a lingua por volta dos bicos na aureola, lambia eles debaixo acima de uma maneira delicada que só aumentava minha excitação, eu tentava falar-lhe que nao passariamos daquilo, mas ele insistia nas caricias me desarmando cada vez que eu resistia então acariciava-me com a lingua de uma maneira tao maravilhosa até que ele retirou minha calça e depois a  calcinha nem ofereci resistencia e começou a lamber minha virilha depois meu clitoris de uma maneira que eu saí da orbita que eu nem vi que ele tinha tirado a calça e a cueca tambem, não adiantava mais protestar ele ia me possuir, me comer isso já estava definico e eu já estava totalmente entregue. principalmente Quando ele chupava meu clitoris e ja tinha gozado, mas estava segura que ele ainda estava vestido.

Ele começou novamente com sua lingua quente e veio vindo pra cima de mim, me lambendo da virilha até o meu pescoço e se e habilmente posicionou-se em cima de mim de forma tal que meus pés ficassem sobre seus ombros e eu ficasse na posiçao de frango assado nessa posição eu toda encolhida como uma contorcionista ele começou a chupar meu pescoço eu senti o seu membro encostando e entrando na minha gruta, ele me segurou pelos ombros, chupou meu pescoço, e comecou a me penetrar vagarosamente, deliciosamente, eu sentia cada centimetro membro ainda desconhecido entrar dentro de mim, eu comecei a gemerde prazer, gozei rapidamente.

Na minha cabeça só o fato de estar sendo penetrada por outro homem, era como eu estivesse delirando num sonho daqueles que a gente não quer acordar. Minha escitação era tamanha, a adrenalina aflorava em mim pela situação proibida tanto que quando dei por mim que estava realmente tansando e  não era sonho, como não havia volta e eu nao podia fazer mais nada só me restou aproveitar da situação e me entregar interia para aquele homem proibido, comecei a apertar a bunda dele, fazendo que eu comandasse os movimentos da penetração. Logo invertemos de posiçao e pude ver aquele membro pela primeira vez… peguei-a com muito carinho e fui sentando em cima dela até sentir seus pentelhos roçando na minha bunda, comecei a rebolar, ir pra frente e pra tras até ver a cara de satisfaçao dele.

Então ele me colocou de quatro e comecou a meter vigorosamente na minha gruta, e eu ja estava gozando de novo, ele me segurava pela cintura enquanto enfiava aquele membro gostoso , quando ele estava para gozar ele perguntou se podia gozar dentro de mim e falei que pra não corrermos risco de eu ficar gravida melhor não então ele tirou pra fora e gozou na minha bunda, onde pude sentir seu liquido quente escorrendo em mim. Nos recompomos, e eu ja estava totalmente descontraida, quando fomos tomar banho de banheira, ficamos nos tocando e eu pude brincar com aquele membro que me deu tanto tesao a minutos atras, ele sentou na bera da banheira e eu fiquei dentro d’aqua apoiada no meio de sua pernas olhando para aquele membro já apontada na minha direçao, nao resisti e comecei a chupar, passava a lingua desde as bolas a cabeça daquela circulando sua glande, quando percebi que ele poderia estar pra gozar novamente eu parei e sugeri que voltassemos pra cama, mas ele falou agora é sua vez.

Ele pediu pra ficar de quatro, e começou a lamber minha boceta, passando a lingua no meu cuzinho, eu me contorcia toda e logo senti aquela rola deliciosa na minha gruta novamente… quando eu estava praticamente gozando de novo, ele perguntou se eu ja tinha feito sexo anal, eu disse já tinha tentado mas nao gostava por isso nunca tinha permitido meu marido ir fundo entao ele falou que eu iria me surpreender meio acabrunhada deixei ele tomar conta da situação, logo senti que ele pegou um gel que tinha ali a disposição pra essa pratica ele lubrificou bem até que senti uma pressão no meu cuzinho e ele se abrindo para receber aquele intruso bem devagar e com jeitinho … que eu eu nao sentindo dor apenas uma dor bem suave quando passou o anel anal, dai pra frente ele foi com muito cuidado pelo contrario, me senti completa sendo possuidaa por aquele homem, ele fazia movimentos leves, me fazendo ter um gozo anal coisa que eu hamais imaginei fozar assim um dia Eu nunca havia sentido isso. Derrepente ele começou a urrar de prazer tambem e eu senti aquele gozo quente dentro do meu traseiro confesso foi uma experiencia inesquecivel.

Tomamos banho, nos arrumamos e voltamos pro trabalho  como se nada tivesse acontecido. Depois disso acabamos saimos mais agumas vezes até ele ser transferido para outro estado. Meu marido nunca soube de nada e até hoje, vivo muito bem com ele, e de vez em quando quando transamos fico me lembrando dessa aventura gostosa e por que nao, segura. A primeira transa a gente nunca esquece seja ela boa ou ruim.... e se foi boa então fica na mente pra sempre




by   http://contoseroticossensuais.blogspot.com/

COM O MEU CUNHADO, UM PASSEIO INESQUECIVEL(republicação)

UM PASSEIO INESQUECIVEL

(conto feminino heterosexual)


A tempos tenho entrado nesses sites de relatos eroticos de outros confesso que me excito e  isso mexe com a minha imaginação, acho que todos nos temos nossos segredos então resolvi contar um eu também essa experiencia que aconteceu comigo recentemente, uns dois ou tres anos atras , me nome é Ana (ficticio)  eu tenho 37 anos, sou magrinha e relativamente baixa, 1,58 de altura, casada,  um casal de filhos, sendo o mais velho 15 anos, a menina tem 14, casei cedo e tive um filho bem proximo do outro depois meu marido fez vasectomia, ao contrário da maioria eu não me casei virgem tive outros namorados e perdi a virgindade com 16 pra 17 namorei e curti bem até conhecer meu marido, namoramos um ano mais ou menos na época meu marido só tinha motocicleta então a gente viajou bastante de moto eu adorava aquela sensação de liberdade, apesar de eu ter curtido bem quando jovem casei-me bem nova eu tinha 21 anos meu marido tb era bem jovem mas  nos dávamos bem em todos sentidos eu eu e meu marido sempre fomos tipo aventureiros, a gente  passeava bastante, lembro-me com saudade quando fazíamos Camping  na praia, as vezes em eventos de motoqueiros, e assim curtimos bastante até vir os filhos...  então os os cuidados que eles requeriam nos primeiros anos nos impedia de viajar, curtir como antes, e depois de 5 anos.. parece que meu marido ficando mais maduro mudou, se acomodou, já não era mais aquele aventureiro que eu conheci, ele trabalhava em uma empresa no qual era muito solicitado, ele ganhava bem, mas não tinha horário pra nada.;

Resumindo, eu moro no interior de Santa Catarina, na cidade de  Chapecó, e  aquela nossa vida agitada já não mais conseguíamos fazer as mesmas  coisas de antes, e depois que eles cresceram meu marido se acomodou enquanto eu ainda tinha aquele desejo de aventura no sangue, eu queria mais ação, e só saiamos algumas vezes mas  meu marido reclamava, parece que gostava mais de ficar em casa  e  com o tempo  meu marido se acomodou mais ainda ficou muito mais caseiro, e só saiamos passear poucas vezes, cada vez menos e com isso nossa vida virou uma rotina. 


Moravamos no mesmo terreno que os meus  sogros  e um cunhado, meus sogros já eram de idade, meu cunhado era muito mais velho que meu marido e também  era motociclista tinha um triciclo muito bem cuidado e enfeitada tipo de tribo, como ele era separado e vivia sózinho ele ia sempre a esses encontros de motociclistas, quase todo mês tinha um encontro em alguma cidade diferente sempre na volta ele contava das aventuras da viagem do encontro até de namoradas, ele sempre convidava meu marido mas... o serviço do meu marido permitia poucas folgas prolongadas e esses encontros duravam no minimo tres dias de viagem,  e com isso eu fui sempre curiosa como seria  participar de um desses encontros, insisti  com meu marido pra fossemos a um desses mas meu marido sempre dava desculpas pra não irm e eu naturalmente ficava frustrada..


Meu cunhado Eduardo, eu diria que ele era o irmãozão que sempre cuidou do meu marido era bem mais velho que meu marido mas era do tipo vaidoso e se cuidava e não aparentava a idade que tinha, estava  na casa dos seus 50 e poucos eu nunca soube exatamente a idade,  ele usava uma barba semi-grisalha bem aparada os cabelos tb eram grisalhos,  todos nós o chamávamos carinhosamente  de Dudu,  ele já viajou o Brasil todo eu achava legal essa vida aventureira  dele muitas vezes ele nos convidava e quando quiséssemos ele levaria-nos, mas meu marido nunca quis ir com a moto própria mas eu estava sempre incentivando que meu marido fosse e me levasse.

De tanto eu insistir  meu marido um dia me disse que ele me deixaria eu ir sózinha com o Du, fiquei espantada e falei mas vc deixaria  eu ir com o Eduardo??  Na verdade eu tava querendo ir com o marido mas como ele não queria acabei aceitando a ideia de ir com o Du. meu marido falou-me se depender de mim   pode ir,   combinei então com meu marido que quando tivesse um próximo encontro que não fosse tão longe iriamos eu iria de carona na garupa  ele concordou, então ficou acertado

No inicio do verão  de 2009 aproveitando um desses feriadões surgiu então a oportunidade,  um encontro em Florianópolis ele perguntou se  eu ia mesmo eu toda empolgada falei com o Renato (meu marido)  o que já tínhamos combinado , seria apenas um fim de semana de 3 dias  meu marido então disse pra ir confesso que eu estava frustrada, porque queria ir com o marido mas...   em função do feriado os filhos iriam num desses encontro de jovens e ficariam todo o fim de semana fora, então Renato falou-me que eu fosse e me divertisse porque ele aproveitaria o feriado  pra descansar que andava muito cansado, e pra ajeitar algumas coisas em casa que ele queria fazer, então preparei uma mochila, coloquei o básico, três mudas de roupa intima e  um shorts, alem da roupa do corpo coloquei um moletom algumas camisetas pra não fazer muito volume.

No dia da viagem  então coloquei uma roupa de couro que meu Cunhado já  tinha de reserva pra essas ocasiões, ficou meio folgada mas ficou confortável e despedi do Renato ainda meio sonolento na cama dei um beijo e sai, começamos a viagem saimos ainda escuro pouco antes de amanhecer o dia nos primeiros 120 kms depois que amanheceu eu curtia cada paisagem, cada curva da estrada, as vezes quando o Du freiava eu meio que escorregava e pressionava seu corpo pra frente pedia desculpas. sempre que isso acontecia então o Du falou-me não precisa ficar pedindo desculpas isso acontece sempre, e meio que sarcastico falou pode se esfregar a quanto quizer e eu to adorando, acabei sorrindo da situação e pela insinuação.

Paramos em uma dessas lanchonetes nos postos a beira da estrada pra tomar café, então  parou tambem mais duas motos com dois casais que iam pro mesmo destino que nós, logo fizemos amizade e decidimos viajar o resto do caminho juntos, paravamos as vezes a beira da estrada pra esticar um pouco as pernas nessas paradas que existem a beira da estrada pra tomar caldo de cana, então nós as mulheres já fomos nos conhecendo melhor nos integrando, tinha uma delas  que que era a mais saidinha perguntou se o Du era meu marido ou namorado eu falei que não era nenhum dos dois, que era cunhado e que eu tava indo nesse encontro pra conhecer e Marcia sempre com as brincadeiras mais picantes falou, cunhado é ... hummm ele é um belo exemplar de homem se fosse eu ia aproveitar bem essa viagem... e deu um sorriso sarcastico. Mas nem me passava na cabeça transar com alguem nesta viagem ainda mais  com Du.

O resto da viagem transcorreu sem nenhum contratempo, chegamos finalmente a floripa por volta das 11.30 da manhã centenas de motociclistas reunidos e o primeiro dia tudo transcorreu normal, almoçamos tomamos umas cervejas e a tarde por sugestão dos locais nós  todos, eu o Du e os outros dois  casais que ainda eu  não sabia se eram esposas ou namoradas ou simplesmente caroneira que nem eu, Depois durante a tarde descobri o Antonio e a Marcia, digamos que eram namoridos ou sejam moravam juntos a anos tinham filhos tambem, o outro casal era casado o Santiago e a  Cleide, então fomos conhecer alguns pontos turisticos de Floripa, conhecemos a praia da joaquina as dunas, a lagoa da conceição, nesse vai e vem  nos falaram de uma tal praia da galheta que era uma praia de nudismo, os nossos recentes amigos fiaeram o maior fervo pra gente ir conhecer descobrimos pra chegar lá tinhamos que passar numa trilha natural e teriamos  que ir  a pé porque não podia entrar nenhum tipo de veiculo. Lá era uma trilha natural no meio da mata atlantica que  tinha  grutas e muitas pedras, durante a caminhada as vezes eu me desequilibrava e Dudu me segurava, as vezes parecia que ele tava gostando desse contato fisico e propositalmente sempre segurava minha cintura ou meis ombros, demoramos quase uma hora na caminhada que tava divertida todos rindo de tudo e e de todos era uma farra só muito divertido, quando cansamos sentamos numas pedras ele me ofereceu agua mineral que tinhamos trazido, eu estava deslumbrada pela paisagem e a natureza, na verdade embriagada mas mesmo assimpercebia  que o Du sempre que podia envolvia a mão em minha cintura propositalmente mas eu não via maldade deixei rolar, até que chegamos a praia da galheta a tal praia de nudismo, avistamos bem longe algumas pessoas nuas curtindo aquele cantinho de paraiso.

Foi quando O casal de amigos falou aos demais já que estamos aqui vamos aproveitar tambem e foram tirando a roupa, eu falei eu não trouxe roupas de banho deixei na moto, então eles deram uma risada escandalosa e falou não tá vendo é uma praia de nudismo, pra que roupa de banho, eu hesitei eu nunca tinha ficado nua na frente de ninguem que não fosse meu marido, mas os outros que já tinham tirado a roupa fizeram uma certa pressão até queo Du falou que foi Ana, não va´me dizer que tá envergonhada, eu te conheço sempre foi uma mulher desinibida, acabei concordando e me adaptando a situação, eles já estavam pelados e eu comecei a nos livrar das roupas mas confesso que quando me vi só de calcinha e soutiem quase desisti , ainda mais quando tirei o soutiem e fiquei só de calcinha todos começaram um sonoro tira, tira, tira, enfim  naquele embalo eu  me livrei da ultima peça e  instintivamente tentei me cobrir com as mãos minhas partes intimas e corri logo pra agua.

Mas com o passar do tempo acabei me desinibindo e passamos o resto da tarde brincando ali notei que os 3 homens me olhavam com desejo afinal tenho um corpo bem cuidado e o que se destaca em mim são as coxas bem torneadas e grossas todo homem adora,  e os seios tb estão firmes apesar de eu ter uma barriguinha que me incomoda as vezes, passamos o resto da tarde ali brincando na agua alguem sugeriu uma brincadeira pique pega estava divertida corriamos as vezes com o contado fisico caiamos enrolados até abraçados, numa dessas caidas senti um dos homens me dar uma encoxada, ao sentir o membro dele duro eu fiquei constrangida e falei vou pra agua pular ondas, o Du disse vou com voce, os demais resolveram tambem entrar na agua e a brincadeira, Du seugurou minha mão e disse vamos  pular juntos  e eu inocentemente aceitei percebi que  sempre que as ondas vinham ele me abraçava, pude até sentir varias vezes ele roçar minhas coxas com seu membro, quando vinha uma nova onda nas hora ele me abraçou por traz enrolou seus braços em torno de mim e abraçou forte que pude sentir seu membro roçar nas minhas nadegas e suas mãos apertando meus seios disfarçadamente, fiz me de desentendida me livrei com jeitinho daquele abraço confesso que em minha mente algo mexeu com meu libido, mas sugeri sair da agua já que estava escurecendo, ao sairmos da agua notei os homens excitados provavelmente porque o Antonio fazia a mesma coisa com a  Marcia,  e o Santiago com a Cleide, percebi que o o clima ali conspirava para o amor, inclusive o Du, mas colocamos a roupa e retornamos a cidade novamente, caiu a noite então jantamos  e o pessoal sugeriu que achassemos um lugar que pudessemos dançar então descobrimos um local  perto de uma das praias fomos pra lá.

Reservamos uma mesa  depois de varias roadas de bebidas, todos nós estavamos meio altos mas  nos divertindo começou uma musica mais lenta e os dois  que estavam conosco foram dançar, fiquei conversando com Dudu que gentilmente me convidou pra dançar eu aceitei fomos para o centro ele abraçou-me pela cintura e eu o pescoço dele, enquanto dançavamos de rostos colados eu falei com ele pra não contar pro meu marido a respeito da praia de nudismo que passamos a tarde, porque eu me sentia envergonhada, e o Du como perfeito cavalheiro disse no pé do meu ouvido que eu não precisava me preocupar e que tudo que acontecesse naquela viagem ficaria entre a gente, quando ele falou isso senti uma certa provocação mesmo porque na dança nossos corpos estavam colados e senti o membro dele novamente se destacar, na hora fiquei desconcertada, mas a dança continuou e o Du sempre sussurando palavras de elogio ao meu ouvido dizendo que meu marido era um homem de sorte, que eu era muito atraente e que se eu não fosse cunhada ele me passaria uma cantada, (na verdade ele já estava passando) as vezes me  dava um beijo no pescoço apesar de isso me arrepiar toda eu me afastava e resistia aquele assedio e sempre dando umas indiretas dizendo que eu era uma companheira e tanto que ele estava feliz pelo passeio da tarde pelo passeio todo desde que saimos, enfim rasgava-se de elogios a mim, mas não passou disso, apesar das minhas defesas estarem bem frageis em minha mente eu descartava qualquer possibilidade

Já era madrugada então resolvemos voltar, ainda não tinhamos definido onde iamos dormir porque não reservamos nenhum hotel, nem nós nem os   que estavam com a gente, foi então que  sugeriram que dormissemos na praia, já que nas motos tinha barracas pra acamparmos, mas chegando na praia estava bem calor e a já eram mais ou menos umas 3 da madruga o dia amanhecera dai umas tres horas resolvemos dormir ao ar livre cada um tirou das suas motos o forro pra colocar em cima da areia nem cobrir-nos precisava por causa do calor então cada casal arranjou um cantinho não muito distante um do outro mas com certa privacidade, com certeza tinham planos pra aproveitar o cenario convitativo ainda mais que a lua cheia prateada iluminava do ceu a agua do mar. retirei a roupa de couro fiquei só de camiseta e shorts que eu tinha trazido na bagagem eu estava sem soutiem porque não tinha colocado depois da praia, e o Du ficou de camiseta e cueca ele usava uma dessas cuecas tipo boxer slip que destacava seu corpo, apesar de ele ter uma barriguinha mesmo assim ao reflexo da lua poude visualizar que ele ainda era um homem desejavel.

              Deitamos mas nao conseguiamos dormir tanto ele como eu imagino os pensamentos que ia pela cabeça dele já que os meus viajava na imaginação da praia do cenário eu sempre tive a fantasia de fazer amor na areia da praia e eu estava ali deitada ao lado de um homem mas esse homem era meu cunhado, qualquer pensamento nesse sentido logo era reprimido, então depois de uns 15 minutos em absoluto silencio total ouvimos gemidos abafados nossos amigos estavam fazendo amor,  o Du estava deitado de barriga pra cima com os braços atraz da cabeça então devido ao clarão da lua eu notei disfarçadamente que o volume na cueca do Du começava a aumentar e ele tentou disfarçar virando pro lado, confesso que eu tambem estava excitada e minha imaginação estava a mil, notei que o Du estava meio inquieto então ao virar pra acomodar melhor ficamos frente a frete um com o outro, ossos olhos se cruzaram rompemos o silencio e fizemos o primeiro comentário bem baixinho... nossos amigos estavam transando numa boa eu falei acho que os 4 resolveram juntos e dei um risinho baixinho e eles estavam aproveitando bem o lugar e o clima ... e eu com parceiro longe tinhamos que nos contentar com a imaginação enquanto conversavamos ele passava a mão em meu quadril suavemente confesso que isso mexia com minha imaginação ainda mais ouvindo os gemidos baixinho misturado com o barulho das ondas quebrando na praia no silencio total da noite não tinha como não perceber  ....  falei pro Du que era melhor dormirmos que logo iria amanhecer, e  virei pra o outro lado pra encerrar o assunto.

Então fiquei de costas pra ele e tentei me acomodar e dormir, eu já estava quase dormindo quando percebi  o Du  aproximou-se aos poucos de mim, colocou novamente a mão sobre meus quadris e encaixou seu corpo em meu corpo em forma de conchinha, essa situação mexia comigo então tentei tirar as mãos deles de mim e me afastar porue eu tava vendo que isso não ia dar certo, ele insistiu novamente sem dizer nada, tentei novamente tirar a mão mas dessa vez ele foi mais vigoroso e não deixou ele percebeu que minhas defesas estavam bem frageis.

Então ele envolveu-me num forte abraço por tras, pude sentir toda excitação dele pressionando minhas nadegas por cima do meu shorts, afastei-me instintivamente falei pro Du que não era certo eu era casada com o irmão dele, então ele sussurou em meu ouvido, o que fizermos nessa viagem será um segredo nosso como na praia de nudismo, senti uma certa chantagem nas palavras mas enfim tentei me afastar novamente mas o Du numa pegada mais forte puxou-me contra o corpo dele de forma que dessa vez pude sentir o membro dele literalmente querendo transpassar meu shorts então ele falou não resista não faz isso comigo eu estou em fogo por voce estou te desejando a tarde toda desde a praia e tambem quando dançamos colados vc sabe que eu te desejo se vc não quizer eu respeito mas te peço que e agora não me negue.... como eu poderia negar naquele momento eu tambem estava acesa mas ainda resistia a ideia.

O Du tomando conta da situação enfiou a mão dentro do meu shorts e começou a acariciar meus pelos pubianos sem pressa fechei os olhos porque isso me deixava excitada mas mesmo assim eu ainda meio que protestava, porem ele não parou, então assim deitados ele de conchinha começou a acariciar minha barriga quando então senti tocar meus seios que já estavam durinhos pela situação com uma mão ele acariciava meus seios e com a outra ele acariciava meu sexo porque  ele já tinha enfiado mais a mão alcançando meu clitoris e me masturbava gostosamente como um mestre.

Aa essa altura eu já não protestava mais estava deixando acontecer, senti ele com jeitinho abaixar meu shorts e minha calcinha áté as coxas e sua mão continuava a masturbar-me me levando a loucura, senti  que ele tambem baixou a cueca mas não a tirou totalmente, senti o membro dele encaixando -se em minhas nadegas procurando entrar entre minhas coxas, mas o shorts e a calcinha que tava no meio das coxas atrapalhava foi então que ele retirou tudo e dessa vez não protestei, ele se livrou da cueca tambem e novamente ele encaixou seu membro em minhas coxas por traz a cabeça tocando em minha xota mas não penetrou ficou só nessa felação e continuou acariciando meu clitoris com a mão e  meu pescoço.

Isso me levava a loucura depois de muitas caricias ele me colocou deitada de costas abriu minhas coxas e começou a lamber-me onde estava sua mão instantes atraz agora estava sua lingua lambia meu clitoris como um cachorrinho me fazendo gozar com aquelas caricias ainda na sua boca ele não parou mesmo quando eu gozava,  gozava sob o ceu estrelado e eu gostei muito porque  ele não era afoito como meu marido e não tinha pressa nas caricias parece que gostava de satisfazer a parceira plenamente, Du se mostrou um amante que nunca imaginei que conheceria na vida, eu já tinha gozado mas ele continuava a acariciar-me meu corpo de uma forma surpreendente, ele começou a subir com a lingua do meu sexo até a barriga, depois os seios, passava a lingua em volta dos mamilos de forma que eu gemia, subiu mais um pouco beijava meu pescoço, quando finalmente beijou-me sua lingua invadiu minha boca claro que embriagado pelo clima retribui 100%  nossos corpos estava colados curiosamente ainda estavamos os dois de camisetas mas nus da cintura pra baixo, quando então tive a curiosidade de olhar o membro que não era grande nem pequeno era normal e estava durissimo e cheio de desejo eu tb estava toda molhada nesse momento me esqueci que tinha marido filho ou familia, eu queria mais é curtir aquele momento.

Embriagados pelo cheiro do mar e pela luz do luar me entreguei-me a aquela louca aventura com um homem que não era meu marido, porem estava me causando uma sensação que eu nunca tinha experimentado na minha vida, nem quando transei pela primeira vez com meu primeiro namorado era um misto de prazer medo e excitação, então o Du ainda beijando-me se posicionou sobre meu corpo deitado na areia, eu sabendo que ele queria facilitei entreabindo as pernas um pouco senti seu membro forçando a entrada da minha gruta que não teve dificuldades nenhuma em penetrar porque ela estava toda molhada, e numa estocada só senti tocar no fundo do meu utero, e num movimento continuo de vai e vem cada vez mais rapido cada vez mais forte eu tentava conter-me em meus gemidos afinal não estavamos a sós tinha gente por perto, nossos amigos que a essa altura eu já não ouvia mais os gemidos e barulho deles, alias nem prestava mais atenção, porque eu estava num extase abraçada naquele homem que estava dentro de mim, beijavamo-nos alucinados  eu sentia ele todo dentro e nossos labios colados até assim que ele gozou, inundando-me com o seu esperma, sentindo ele gozar aquele jato quente dentro de mim gozei novamente tambem.

Depois de gozarmos ele ainda continuou passando a mão e acariciando meu corpo, meus seios num ritual pós transa em vez de virar pro outro lado e adormecer como meu marido sempre fazia e isso me cativou ainda mais com a forma que ele era carinhoso, fiquei impressionada retribui tambem passando a mão em seu peito  fazendo-lhe carinhos

Nos cobrimos com uma fina manta ficamos asim deitados ali a beira da praia contemplando o ceu que estava estrelado como crianças cumplices de uma traquinagem  que não devia ter acontecido, mas que aconteceu mudos sem palavras apenas o silencio por testemunha silencio total porque nossos amigos tb tinham se aquietado em seus cantos, procuramos descansar um pouco porque o dia em breve amanheceria, até que adormecemos, na manhã seguinte acordamos todos enquanto os homens recolhiam as coisas nós as mulheres resolvemos entrar na agua.

Marcia falou que dia otimo foi ontem e que noite maravilhosa tambem,  não é mesmo Ana eu respondi que não sabia de nada, a Marcia dizia me engana que eu gosto, eu insistia que nada tinha acontecido entre eu e o Du porque ele era meu cunhado não podia acontecer nada, Marcia deu uma risada escandalosa e disse vc e o Du tentaram disfarçar e não fazer ruido, como vcs dois começaram bem depois de nós ficaram tão envolvidos que nem notaram que a gente já tinha acabado e estava observando de longe.

Na hora fiquei vermelha, fiquei nervosa não sabia o que dizer ou fazer então mas ela falou fica tranquila, depois desse encontro cada um vai pra sua cidade e tudo morre aqui, e ela maliciosamente ainda disse se essa noite foi boa a proxima vai ser melhor, eu não entendi na hora só iria entender depois.

O dia seguinte transcorreu tudo normal tinha motoqueiros de todos os lugares motos de todos os tipos tiramos fotos e os particpantes trocavam   experiencias  e durante o dia o Du manteve-se comportado não fez referencia a noite anterior, e eu fiquei mais intima com a marcia, passei o dia com ela, até que caiu a noite novamente decidimos ir a um cinema no shoping, Santiago e a Cleide não foram eles disseram que iria procurar um hotel nós não estavamos preocupados com isso porque o Du tinha levado uma Barraca grande daquelas que cabem 6 pessoas em pé e tinha até uma area e ele tinha armado durante a tarde./

chegando lá resolvemos assistir o filme que estava em cartaz, no cinema procuramos um lugar vazio sentamos os dois casais na mesma fileira começou o filme depois de alguns minutos no escuro notei que os casais estavam se beijando e se amassando, Antonio desabotoou o jeans dela e ela deu uma levantadinha na bunda facilitando que Antonio tirasse parciamente seu jeans até a metade das coxas  percebi que ele estava masturbando-a, mesmo porque não havia como disfarçar o cheiro de sexo naquele cantinho Antonio começou a beijar -la.

Devido ao acontecido na noite anteriorfiquei imaginando então que com certeza logo o Du tomaria a iniciativa já que eu nunca tomaria, dito e feito o Du colocou seus braços sobre meu ombro puxou-me para ele de forma que minha cabeça ficou inclinada sobre seu peito, e com a outra mão acariciava meu rosto até que nos beijamos e ele habilmente tocava meu corpo meus seios de forma a deixar-me cheia de desejos, mas não deixei que ele abrrisse meu jeans eu tinha muito medo de ser vista ou pega, e ficamos naquela felação, pra ser sincera nem me lembro do roteiro do filme.

Depois que terminou a sessão voltamos para o acampamento do encontro tinha muitas barracas armadas é comum nesses encontros dormirem em barracas, alguns individuais outras maiores que era o caso da nossa que o Du durante o dia tinha armado era pra 6 pessoas daquelas que tem divisão de quartos e uma area de lona tinha até uma cozinha era uma barraca muito confortavel,  armamos uma mesinha e 4 banquetas pra passar o tempo nos 4 começamos a jogar para passar o tempo,  e a beber  vinho tinto que tinhamos comprado um garrafão a tarde, lá pelas tantas sob o efeito do vinho nós todos estavamos meio altos a Marcia que era a mais desinibida começou a fazer brincadeiras do tipo a noite sugere, hoje ninguem é de ninguem... eu não falei pra voce lá na praia!!, então vamos aproveitar, colocou uma musica num som portatil que tinha levado e começou a dançar, puxou antonio e os dois dançavam.

Olhou pra nós e falou venham voces tambem, eu fiquei na minha mas Du me puxou e disse já que estamos na chuva vamos nos molhar, eu acabei indo, dançamos duas musicas de corpos colados a sensualidade eu via a Marcia e o Antonio se beijando e se amassando, ao terminar a segunda musica a Marcia veio até nós e disse agora quero dançar com o gato do Du, dizendo isso o abraçou e começaram a dançar, por sua vez Antonio me envolveu com seus braços e me disse vamos dançar nós tambem e começamos a dançar, eu olhava a Marcia dançando com o Du e se insinuando pra ele enquanto o Antonio me abraçava forte, passava a mão nas minhas costas e nadegas.

Ele tentava me beijar eu virava o rosto, mas ao olhar a Marcia e o Du percebi que eles estavam se beijando e se amassando enfurecidamente, talvez pelo efeito do vinho, senti uma pontinha de ciumes afinal o Du estava comigo, e ela descaradamente estava  dando em cima dele,  e por sua vez Antonio tentava me seduzir ao som da musica enquanto dançavamos, ele tentava enfiar a mão embaixo da minha blusa, do meu shorts eu educadamente retirava mas ele não desistia, falei pra ele melhor concentramos apenas na musica, mas ele beijava meu pescoço e dizia, não se preocupe com a Marcia e o Du... feche os olhos e aceite meus carinhos.

Eu me sentia uma vulgar, mas aquela situação estava mexendo com meu libido, o beijo dele no meu pescoço, suas mãos já apalpavam meus seios, quando abri os olhos novamente.......olhei pro lado o Du estava deitado no chão da barraca enquanto a Marcia lhe fazia um boquete como uma bezerra desmamada nas tetas da vaca eu via que o Du com a bermuda arriada até o meio das pernas  se contorcia de prazer.

Mesmo assim eu resistia a ideia só que o Antonio era insistente.... levantou minha blusa retirou-a sob protestos ainda, ele falou veja a Marcia e o Du, eu olhei...   a desgraçada já estava dando pra ele mas confesso que devido a situação de ver os dois transando, o antonio me tentando eu tambem estava excitada naquele momento já tinha deixado o  pudor de lado  me restava então aproveitar o momento, acabei cedendo e  deixei o Antonio tomar conta da situação

 Foi quando ele sem cerimonia, sem nenhum gesto carinhoso, me virou de costas me colocou de joelhos apoiada na banqueta que estavamos jogando anteriormente, seu membro estava durissimo era um pouco maior que o do Du mas não muito  então dava pra eu aguentar sem problemas então ele posicionou na porta da minha xana que já estava umida e socou tudo duma só vez, dei um urro abafado de prazer quando senti que ele estava todo dentro de mim, não demorou muito pra eu gozar senti que o Antonio tambem gozou em seguida, mas mesmo assim não retirou de dentro.

Quando olhei pro lado vi que a Marcia estava de Bruços debaixo do Du e o sacana estava enfiando no cuzinho dela  o Antonio tambem viu e quiz fazer o mesmo comigo, lubrificou bem o buraquinho eu ainda naquela posição de ajoelhado apoiada na banqueta ele colocou a cabeça na porta do meu cuzinho que piscava não sei se de medo por eu nunca ter feito anal ou de tesão por ser a primeira vez, quando ele forçou eu dei um pulo até derrubei a banqueta doeu demais e com isso acho que fiquei tensa e ele não conseguiu penetrar-me, pedi pra ele desistir porque tava doendo demais então ele desistiu e ficamos só naquilo ele voutou pra minha bucetae gozou mais uma vez, por fim desfalecemos os 4 deitado no chão e assim adormecemos até que amanheceu o dia.

Como estavamos num camping, precisavamos tomar um banho principalmente por causa da noite passada precisavamos nos lavar, fui eu e a Marcia como o banheiro era compartilhado, resolvemos tomar banho junto pra ser mais rapido, foi então que a Marcia me confidenciou que o Ela e o Antonio quando me viu na  noite anterior com o Du, arquitetaram um plano pra nos envolverem e deu certo, ela me disse que o Antonio quando me viu comentou com a Marcia que me desejava por isso a noite anterior ela tomou a iniciativa com o Du, pra liberar o caminho  para o a Antonio me seduzir, ela ainda comentou que quando eu visse Ela com o Du iria acabar cedendo, e acabou dando certo.
Então

Resolvemos que retornariamos logo depois do almoço que almoçariamos na estrada, pela manhã ainda curtimos um pouco do local desarmamos as barracas e nos despedimos do Antonio e da Marcia, ao despedir-nos Marcia perguntou baixinho  em meu ouvido na hora da despedida, e dai gostou da experiencia desses dois dias, eu meio que envergonhada falei que tinha sido muito bom, mas que eu tinha avançado meus limites ela riu e disse bobinha vc tem que se soltar deixar realizar os desejos que estavam ocultos, no intimo eu concordei.

Nos despedimos e iniciamos a volta para a minha cidade e pedi  pro Du guardar segredo ele como um cavalheiro concordou, Durante a viagem toda ele me tratou com muita atenção e carinho como se fosse sua namorada,  estavamos chegando na minha cidade logo na entrada passamos na frente dum Motel o Du embicou a moto para a portaria eu sem entender nada perguntei porque ele parou ali ele me falou é apenas uma despedida já que quando chegarmos em casa tudo voltará ao normal, eu falei ta louco aqui na nossa cidade não é pequena e tem muita gente conhecida, essa sua moto tambem é, ele falou qanto mais tempo fiarmos aqui na portaria mais risco vai ter de alguem passar e ver.

Então depois de tudo que já tinha acontecido eu não tinha muito o que dizer ou fazer  eu me calei entramos, minha adrenalina agora estava alta eu estava apavorada por estarmos ali tão proximos de casa, ele estacionou, assim que entramos ele me abraçou me colocou contra a parede beijou-me e depois me disse Ana agora eu quero deixar uma lembrança inesquecivel desse passeio, vou fazer amor com voce de modo que vc nunca vai esquecer durante toda a viagem eu a desejei não imaginava que iriamos tão longe mas já que fomos vamos fazer valer a pena, eu sem saber como reagir deixei rolar.

Então ele começou a beijar-me enquanto beijava abria o ziper da minha jaqueta de couro, depois tirou minha blusa e meu soutiem, fiquei nua da cintura pra cima ele beijava meu corpo de uma forma sutil, chupava meu pescoço de forma a não deixar marcas, depois passou a lingua em meus seios e eu ainda de pé encostada na parede passivamente aceitando suas caricias, então ele desabotoou a minha calça baixou o ziper e abaixou-a junto com a calcinha e eu institivamente me livrei dela que estava preso aos meus pés, ele beijou meu umbigo, beijou meus pentelhos tentou passar a lingua em meu clitoris encostou-me contra a parede e tentou me penetrar, pra facilitar eu enrolei meus braços em seu pescoço me pendurei e entolei minhas pernas em sua cintura, ele segurava-me e penetrava-me ali mesmo  então ele me pegou no colo e levou-me até a cama deitou-se ao meu lado e beijou-me enquanto beijava-me seus dedos trabalhavam em meu sexo, eu super excitada com a situação estava gozando ele sentiu-me fica toda enxarcada lambuzada e o cheiro era nitido no ar mesmo assim ele não parou.

Ele abriu um sache de mel que ele tinha comprado eu não tinha percebido e derramou em todo  meu corpo e começou a lamber, isso me deixava nas nuvens, eu só ficava imaginando quando será que ele ia me penetrar, na verdade eu estava era ansiosa pra tudo acabar e irmos pra casa, mas ele não tinha pressa, lambeu meus seios sorvendo aquele mel, a barriga, depois passou a lamber minhas coxas descendo até o pé, chupou o dedão demoradamente, voltou pela outra perna até as coxas, passou a lingua na minha virilha eu literalmente estava fora do chão, então ele começou a lamber minha virilha, eu já não aguentava mais de tanto tesão, quase tive um orgasmo instantaneo quando ele caiu de boca no meu clitoris, juro quase desmaiei de tanto prazer, literalmente o Du sabia como fazer.

Aaquele dia na praia foi só uma pequena amostra, enquanto ele chupava ele enfiou um dedo no meu buraco anal que entrou sem dificuldades devido ao meu estado de excitação ficou ali brincando por uns bons minutos enquanto chupava-me, então ele parou começou a lamber minha barriga de novo meus seios meu pescoço até chegar a boca, nem preciso dizer que quando ele chegou a boca seu corpo já estava em posição sobre o meu, minhas pernas entreabertas pra receber seu membro, e assim foi como na noite da praia ele deu uma estocada forte senti-me realizada então o du começou os movimentos de vai e vem, cada vez mais rapidos e junto dizia em meu ouvido palavras elogiosas outras vezes desconexas e obscenas, , meu marido nunca dizia nada na hora do sexo por isso estranhei um pouco mas a situação era tão excitante que eu deixei rolar, até que ele tambem gozou senti isso porque ele deu uma desfalecida.

Ainda nesse clima ele me colocou de ladinho na mesma posição conchinha, começou a alisar minhas nadegas, passou o dedo em meu rego, entendi que ele queria, ele queria o que eu não tinha dado ao Antonio na noite anterior mas a Marcia tinha dado a ele, então eu falei Du, não quero, é dolorido eu  não consigo, ele falou serenamente que iria tentar se doesse  era só avisar que ele pararia, eu relutava mas quem tava na chuva era pra se molhar, foi então que ele pegou um lubrificante não sei como ele tinha guardado aquilo, mas lubrificou bem o meu rego, enfiou um dedo sem problemas devido a minha escitação eu acho, começou a bulinar até que tirou e colocou a cabeça do seu membro na porta deu uma pressionada de leve  sem muitoa força senti um certo desconforto mas o danado sabia como me dobrar foi deixando o meu corpo se acostumar até que quando dei fé ele estava dentro de mim, a principio um certo desconforto mas depois de um tempo me adaptei e não sentia mais aquela dorzinha e o desconforto.

Enquanto ele penetrava sua mão masturbava meu clitoris com isso o misto de dor e de prazer se misturava, quando dei por fé ele disse que já tinha penetrado mais da metade e o resto não seria dificil, enquanto ele me masturbava eu rebolava pra achar a melhor posição que incomodasse menos, nessa situação gemiamos de prazer foi então que ele falou-me tá todo dentro de vc, viu não foi dificil, como eu disse o danado sabia como fazer pra não doer muito e ao mesmo tempo dar prazer.... então enquato ele bombava tambem me masturbava isso me proporcionava um enorme prazer até que senti ele gozar, parece uma coisa psicologica, mas sempre que eu sentia ele gozar eu tb gozava junto isso era demais..... ficamos assim deitados encaixados e  senti o membro dele murchando até desfalecer....

Depois disso fomos ao banho, ligamos a banheira de hidro e entramos juntos pra relaxar, nessa hora começamos a conversar mais seriamente falei Du isso tudo é loucura quando chegarmos em casa vai ser passado e nunca mais vamos tocar no assunto, então ele me perguntou tá arrependida, eu retruquei o que tá feito tá feito não dá pra mudar, ele novamente me disse vc já tinha feito algo igual antes não gostou? Respondi encabulada que sim mas que não era certo, a conversa parou por ali ficamos em silencio, depois de uma meia hora de hidro saimos comecei a colocar a roupa porque já era tarde, no que o Du me disse ainda não acabamos, se esta vai ser nossa ultima vez vou querer algo que eu  lembre por muito tempo, dizendo isso novamente me beijou, deitou-me na cama e começou todas aquelas caricias dessa vez sem o mel porque tinhamos tomado banho mas deu-me um banho de lingua que me deixou desfalecida novamente então no mesmo ritual ele se posicionou sobre mim e me penetrou novamente...... gostosamente..... inesquecivelmente... como ele disse já que era a ultima vez que fosse inesquecivel e foi. isso só vem reforçar aquele ditado que diz, ' A OCASIÃO FAZ O LADRÃO',  nem me passava pela cabeça ser seduzida elo meu cunhado e ainda fazer tudo que fiz no inicio, mas com os acontecimentos que foram se desenrolando que eu acabei cedendo e entrando no jogo.

Já era final de feriado e estavamos perto da nossa cidade chegamos por volta das 11 da noite e chegando em casa todos perguntavam como foi  os filhos tinham chegado do retiro trocamos experiencias claro que só falei do encontro o resto era censurado e jamais eu falaria nem sob tortura, o Du  nunca mais tocou no assunto e me respeita enquanto estamos em casa, nunca mais chegamos nem a tocar no assunto afinal eu era mulher do irmão dele, não sai mais com o Du nem com ninguem, porem se um dia novamente eu tivese outra oportunidade em situação semelhante acho que repitiria a experiencia o que vivi nesses tres dias foi inesquecivel e com certeza muito gostoso. Embora seja imoral aos  homens, foi muito legal pra mim me senti uma mulher realizada, não me arrependi, porque prefiro arrepender-me do que não tenha feito e querer ter feito do que fiz.

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MINHA SECRETÁRIA EXECUTIVA CRENTE (republicação)


(CONTO MASCULINO CATEGORIA HETEROSEXUAL)


      Deixa me apresentar sou Fernando tenho 43, casado há 17 anos, 1,81m, 98 Kg, dois filhos homens, branco, atualmente sou Diretor  em  uma rede de lojas na região Nordeste e eu nunca havia imaginado estar aqui contando detalhes de minha vida sexual, pelo menos até uns meses atrás isso jamais passou por minha cabeça, pois levava uma vida de marido fiel e satisfeito com o casamento e nos últimos cinco anos vivia exclusivamente para o trabalho, às vezes esquecendo um pouco da família e de mim mesmo, pois quase não tinha diversão, era trabalho e mais trabalho.

Há  uns seis anos, quando ainda era gerente de uma das  lojas do grupo, fiz a contratação de uma funcionária para o escritorio que me chamou muito atenção pois além de ser jovem e bonita na faixa dos 34 anos ela , demonstrava uma maturidade em relação a suas ambições na empresa, em pouco tempo ela já estava trabalhando como minha assistente, vim a descobrir em nossas conversas que ela era crente, frequentava uma dessas igrejas que não pode usar calça comprida ou coisa assim então ela estava sempre elegantemente vestida com uma saia ou com vestido sempre de salto alto ou  saltinho e quase sempre usava meia  escur o que a deixava mais atranete ainda,  e se mostrou uma mulher muito eficiente.

   Como eu e ela vivia para o trabalho raramente entravamos em assuntos particulares,  a empresa estava em um momento de expansão e eu sabia que teria uma oportunidade de ascensão, e ela percebeu que se eu ascendesse, ela também teria sua oportunidade e isso ocorreu em menos de um ano que ela estava trabalhando, eu já estva na empresa a tres, quando assumi a  gerencia geral  da empresa e ela assumiu meu lugar como gerente da loja em que trabalhavamos.

Durante este período continuamos num contato profissional bem proximos, passamos mais tempo nós dois juntos de que com nossa família, sempre focados no trabalho, raríssimas vezes falávamos de assuntos pessoais, mas lembro que em uma dessas vezes, ela meio que reclamou que seu marido e que a relação havia esfriado ele dedicava-se aos trabalhos da igreja no momentos em que eles poderiam estar juntos passear e coisas do tipo, eu disse a ela que por ser casado eu compreendia, que eu tambem deveria passar mais tempo com a familia, mas o tabalho profissional exigia que eu estivesse sempre a disposição da empresa etc e tal e ficamos por ai na conversa ....

A empresa cresceu já havia lojas varios estados do Brasil , ja e estávamos entrando em várias regiões de norte a sul,  Ela já era responsável por  lojas em dois estados,  e nesse periodo houve a inauguração de uma grande loja numa outra cidade grande  em um dos estados que ela era responsavel, não muito distante mas ficariamos dois dias lá dando apoio e ajudando na logistica,   eram apenas dois dias e era numa sexta e sabado e ela como responsavel teria que ir tambem, já haviamos ido em outras inaugurações juntos, mas só dessa vez que aconteceu algo entre nós..

Depois do fim do primeiro dia saimos satisfeitos com o desfecho e fomos jantar tudo por conta da empresa, e  para comemorarmos, antes da comida chegar eu pedi uma dose de uísque e ofereci a ela quew naturalmente recusou, mas disse-me que numa taça de vinho suave ela me acompanharia, sorri e lhe falei em tom de brincadeira: - Você vai beber? Vou contar para oseu  pastor! - Ela deu uma risada e falou depois de tudo  que tenho passado esse momento deve ser comemorado e eu estou precisando mesmo sair da rotina e um pecadinho só, alem do mais quem disse que é pecado beber um vinho, pecado é embebedar-se, disse em tom de brincadeira.

Depois desse primeiro momento ficamos bem mais a vontade nas conversas mesmo porque depois de tanto tempo trabalhando juntos tinhamos uma relação pessoal forte independente do trabalho  tanto que  me permiti quebrar um pouco do meu gelo em relação a situações particulares de meus subordinados então pedi  para o garçom suspender o meu uísque e trazer o melhor vinho da casa, e falei para ela: - para comemorar vou te acompanhar então vamos tomar essa garrafa de vinho juntos e se voce me contar o que está passando, só assim eu não conto nada para o pastor. Caímos numa gargalhada e ela falou: -

 Começamos a conversar sobre trabalho familia até que chegamos ao ponto de desabafo e ela me confidenciou, faz algum  tempo estou guardando dentro de mim o que estou passando e acho que o vinho pode ajudar a desabafar, mas este não é o melhor momento, então vamos só  comemorar. -
Certo assim, vamos jantar e comemorar, mas pode contar comigo pois você sempre foi uma pessoa em que pude contar até aqui e gostaria de poder ajudá-la.
Ela sorriu e apertou minha mão, retribui seu carinho beijando a sua mão, logo chegou o garçom com o prato principal,  enquanto servia  prato principal, ela tomou o resto da taça de vinho, e logo em seguida me agradeceu “pelo apoio à sua carreira” e disse ter aprendido muito com a minha forma de trabalhar embora discordasse de algumas posturas e que estava muito feliz em poder falar isso para mim.

Não preciso dizer que fui pego de surpresa por suas palavras e perguntei se esse era o desabafo que queria fazer. Ela se desculpou e disse que não, mas que aproveitou que havia lhe colocado à vontade para falar que tomou coragem e “ajudada pelo vinho” terminou falando o que lhe veio à cabeça.

Então quis saber quais posturas não lhe agradava, ela tentou mudar de assunto mas insisti dizendo que de repente esta era a oportunidade de melhorar. Ela então sem me olhar disse que havia falado besteira, e que não queria continuar com aquele assunto, e eu continuei insistindo, foi quando ela me olhou fixamente e falou: - Fernando, não tenho nada com sua vida particular, e só falei isso porque quis me comparar com sua esposa. - Como assim? – perguntei. - É que você sempre se dedicou demais ao trabalho e esqueceu um pouco sua família e eu tenho sofrido com a dedicação de meu marido à igreja, então imaginei essa comparação infeliz, achando que sua esposa já passou ou tem passado  o que estou passando, me desculpe. 

----Ao invés de ficar com raiva, fiquei curioso com a sua situação e disse-lhe que tinha razão  e perguntei-lhe: - Tônia me fale o que você está passando. Ela que estava com a cabeça baixa, chateada com o rumo da conversa, levantou a cabeça me olhando fixamente novamente, como pensando se valeria à pena ou não, quando insisti: -
----Vamos, me conte, pode desabafar, quero te ajudar.
----Ela continuou me olhando, depois desviou a vista, foi quando o garçom chegou com os pratos: - vamos jantar primeiro.
----Depois de jantarmos, ela sorriu e disse que precisaria de mais vinho para ajudá-la. Servi o resto de vinho na garrafa e pedi outra, enquanto ela sorvia tudo num gole só. - Não quero aborrecer-lhe com assuntos pessoais, estou arrependida de ter falado aquilo. -
----Mas já que falou, acho que devia ir até o fim. - Ok.

---- Como você sabe que estou casada há quase 10  anos e parece que acabou o carinho, aquelas coisas do tempo de namor beijos ah vc sabe o que quero dizer né... depois vieram os filhos parece que ele se engajou em trabalhos voluntários da igreja e tem esquecido um pouco dos compromissos matrimoniais. Antes íamos a festas, saímos para dançar e até sexualmente eramos mais ativos...  Nesse momento ela baixou a cabeça e uma lagrima rolara de seu rosto, peguei um lenço e lhe enxuguei então  lembrei -me de uma cobrança parecida de minha esposa há um tempo atrás. -

 Você tem razão... Realmente a Júlia, minha esposa, passou por algo parecido, mas ela me procurou e conversamos e depois disso tenho levado-a a algumas viagens de negócios, já que os filhos estão crescidos. Ano passado nas nossas fériasfizemos um mini cruzeiro, foram só tres dias mas  uma segunda lua-de mel, por que não fala com ele, como a Júlia fez comigo? Foi assim que ela despertou-me que havia uma vida particular, uma família além do trabalho. -

Já falei, mas ele não se toca, é complicado como ela não parava de chorar. Pedi a conta e decidi voltarmos para o hotel. No taxi sentados eu abracei-a e ela reclinou  seu rosto em meu peito, aquilo mexeu comigo, senti o perfume daquela mulher, por estarmos abraçados quando ela  encostou a cabeça em meu ombro isso me levou a uma ereção, que deve ter sido percebida por ela já que um de seus braços estava sobre meu colo.

Acariciei  seu rosto e ela correspondeu meio que se ajeitando melhor em meu colo, isso foi o suficiente para que eu tomasse coragem e a iniciativa de consolar aquela mulher carente, beijei sua boca como carinhosamente, só toquei-lhe os labios, e ela não resistiu muito senti seus labios levemente salgados por causa das lagrimas que rolaram,

Ao chegarmos no hotel subimos para seu quarto tentei entrar junto ela falou para eu ir pro meu quarto e agradeceu pela minha companhia desculpou-se dizendo  que o beijo foi um momento de fraqueza que não deveria se repetir, tentei beija-la novamente e ela se recolheu pedindo desculpas e foi fechando a porta e antes de fechar totalmente ainda pela frestrinha eu disse olha se mudar de ideia me de um toque no celular, e em tom de brincadeira eu  disse tambem ou então deixe a porta destrancada quem sabe eu resolva voltar mais tarde e dei uma risada então fui para o meu quarto que era no mesmo andar que o dela quase de frente

    Fui me deitar ainda pensando nela, no beijo e nops carinhos que ela me deixou fazer, eu sempre desejei-a discretamente nas naquele momento voces não imaginam  o quanto estava desejando aquela mulher, não consegui dormir, fiquei mais ou menos uma hora divagando com meus pensamentos e lembrando do que disse esperando que meu celular tocasse a qualquer momento, provavelmente ela tambem estava pensando e muito no acontecido durante a nossa volta, e depois de uma hora de silencio me levantei coloquei meu roupão e dirigi até o quarto dela já  eram quase duas e meia da madrugada, pensei comigo vou dar com a porta na cara, pensei comigo imagine uma mulher casada, crente vai deixar-se envolver numa aventura, e  fui de mansinho nem bati ana porta e quando toquei na maçaneta girei devagar qual não foi minha surpresa,  estava destrancada, na hora tive uma ereção instantanea, entrei e  vi Ela deitada na  cama estava vestida numa camisola negra por cima dos lençois, neste momento não dissemos uma palavra que fosse, só me aproximei-me dela, toquei seus cabelos a peguei pelos ombros a coloquei de pé e a beijei novamente, dessa vez ela retribuiu e tambem me abraçou forte senti toda sua cumplicidade, provavelmente ela tambem tinha passado aquela hora em claro como eu

Continuamos a nos beijar ela não ofereceu resistencia  me livrei do roupão e depois da cueca fiquei nu primeiro mas logo depois retirei sua camisolinha sensual deixando-a apenas com a minuscula calcinha, eu não tinha pressa, comecei a beijar primeiro seu pescoço e depois os seios que por sinal eram firminhos e lindos, beijei sua barriga e o umbigo, sentei ela a beira da cama abri suas pernas afastei de lado a calcinha sem retira-la e dei um trato na sua buceta que estava depiladinha apenas com aquela pequena mecha de pentelho onde a tanga cobria, mas as virilhas estavam depiladinhas, minha lingua não parava de lamber seu sexo e seu clitoris, ela gemia de prazer, e ela estava toda molhada o cheiro era forte ma delicioso..
     Depois ela que caiu de boca no meu pau, chupava gostoso mamava como uma bezerrinha desmamada querendo mais eu até estranhei por ela ser crente achei que certos tipos de caricias seriam tabú, mas estava  quase gozando, retirei então finalmente a calcinha deixei-a nua, e me afastei um pouco para contemplar a beleza daquela fêmea no cio e pude ver suas coxas molhadas pelo líquido que saia de sua boceta, me aproximei dela colocando minha não entre suas pernas e falei deixa eu te masturbar pra vc gozar em meus dedos, ela gemeu, voltei a tocar-lhe dessa vez com o dedo indicador, penetrando-a e arrancando mais gemidos, ela tambem me masturbava  e pedia para que a comesse logo porque fazia tempo que ela não sabia o que era uma transa daquelas de virar os olhos.

Pacientemente, deitei-a na cama e comecei a lamber e chupar-lhe de novo a boceta arrancando um gozo em que todo seu corpo tremeu. Me coloquei entre suas pernas e pus a cabeça de meu pau na entrada de sua buceta, mas sem penetrar-lhe, ela cruzou suas pernas nas minhas costas, me puxando para penetra-la, mas eu evitava, querendo que ela pedisse que o fizesse. Realmente não demorou e ouvi-lhe dizer: _ Enfia em mim, mete logo que eu não agüento mais... Obedeci e enfiei até o fim, ouvi um urro que só fez aumentar mais o tesão que estava sentindo, passei a socar com força e ouvi-la gritar que tava gozando: - Tô gozando.... tá bom demais... não pare... quero  mais forte...

Não consegui ficar neste ritmo por muito tempo e enchi sua boceta de pôrra, sim, não estávamos usando nenhum preservativo, ela me beijava dizendo que queria mais, que eu teria tudo que eu quisesse dela. Sai de cima dela, pude contemplar mais um pouco daquela bela mulher, como não tivera filho ainda, ela permanecia muito gostosa, seios durinhos e bicudos, não tinha barriga nenhuma, sua bunda era proporcional ao seu corpo, com aquela marquinha de biquini , umas coxas grossas e durinhas isso a deixava muito sexi mesmo.

 Comecei a sentir uma sensação de que podia ter aquela mulher mais vezes talvez sempre, pois ela mesmo havia insinuado que eu teria tudo o que quisesse dela. Ficamos deitados um ao lado do outro em silêncio, quando eu lhe falei,:  hoje é sexta-feira e nosso vôo de volta é no final da tarde de amanhã, podíamos adiar a viagem para domingo a tarde  e assim  aproveitamos amanhã terminamos o que viemos fazer meio dia mais ou menos aproveitamos a tarde e a noite juntos e parte o dia de domingo, que voce acha? Ela concordou até fiquei espantado por ela aceitar, então vou providenciar  isto, agora quero um pouco mais de você. 

    Ela subiu em cima de mim, beijando a minha boca e descendo lambeu meus mamilos, desceu mais um pouco beijou minha barriga, depois minhas virilhas e colocou meu pau em sua boca, embora ele ainda estivesse em repouso. Fez-me um oral tão gostoso que em pouco tempo já estava pronto para outra batalha. Ela tirou meu pau da boca e começou a esfregar sua boceta em minha coxa e logo em seguida sentou sobre minha pélvis e com uma das mãos, posicionou meu pau na portinha de sua boceta, foi sentando devagar e eu sentindo aquela boceta suculenta e quente engolido até o fim, quando encostou sua bunda na minha pélvis.  Ela começou um sobe e desce, enquanto eu apertava aqueles peitos pequenos e durinhos, isso me dava mais tesão, ter uma mulher jovem, bonita e com tanto tesão por mim, estava me fazendo bem demais. Aumentou a velocidade da cavalgada e gemia alto, desceu todo o corpo, deixando meu pau tocando em seu útero e começou a rebolar anunciando mais um gozo, colando seu peito ao meu peito e me beijando a boca para abafar os gritos. Realmente a Tônia estava carente e segundo me falou depois, teve orgasmos múltiplos, enquanto eu demorava gozar de novo.

Mudamos de posição diversas vezes até deixá-la de quatro e penetrar-lhe com o mesmo vigor que na primeira vez, já que até então estávamos transando deitados, puder economizar as energias, enfiava em sua boceta até o fundo, ela rebolava e eu enfiava com força, no que ela respondia com gritos, continuava gozando e eu ainda nem estava perto, foi quando pedi-lhe para que me chupasse e ela o fez e que chupada, não resisti muito tempo e falei que iria gozar, e ela para minha surpresa, continuou chupando, fazendo com que enchesse sua boca com meu esperma.
    Que gozada deliciosa, ela sorveu tudo e sentia prazer, pois me olhava com uma carinha mais linda do mundo. Ela estava se entregando sem pudor nenhum, ou talvez libertando a fêmea que sempre foi e que estava reprimida por conta da situação de seu matrimônio. Nos banhamos juntos e dormimos agarradinhos. Este é o início da história de um relacionamento que tem aberto novas fronteiras do sexo para mim e para ela. Descobrimos que nossa cumplicidade pode nos levar para experiências maravilhosas em relação ao sexo, então tentei comer o seu cuzinho, mas esse ela não deixou de jeito nenhum, dizia que não era certo que não deixaria e se eu insistisse ela ia ficar chateada coisa e tal, claro eu já estava exausto então  desfalecidos depois de uma noite de sexo ardente ao lado duma mulher muito gostosa e maravilhos adormecemos abraçados.....    de manhã pedi que trouxessem café na cama quiz surprende-la, ela adorou.

No sabado depois que terminou nosso compromisso com a inauguração, fomos conhecer a cidade juntos, andamos a tarde toda de taxi pra lá e pra cá abraçados como dois namorados foi maravilhoso, jantamos juntos fomos dançar num lugar que indicaram a nós e quando chegou a noite lá estavamos nós novamente repetindo tudo da noite anterior.


aapesar de eu ser casado e ela tambem a gente curtiu juntos muitas outras vezes até que fui transferido para a matriz outro estado, mas de vez em quando ela vai até a matriz pra resolver uma coisa ou outra a gente se encontra e vamos para um motel.