sexta-feira, 14 de junho de 2013

STRIP POKER

Meu marido me envolveu num jogo de cartas, fiquei tão fula da vida que resolvi dar a buceta pra todos os amigos dele que estavam ali na mesa de jogo, quando as fichas do meu marido acabou sugeriram em tom de gozação que meu marido apostasse a peças de roupa da minha roupa, numa especie de strip poker, eles queriam mesmo é me verem  pelada e pior que meu marido acabou aceitando a provocação  como eu sou uma mulher decidida então só de raiva resolvi aprontar com meu marido, se ele queria me ver pelada na frente dos amigos então teria que ter coragem de me ver transando com outro tambem, vou narrar como aconteceu, primeiro a definição de strip poker.


  Strip Poker
 No Strip poker, no lugar de perder as fichas que representam o dinheiro apostado ao perder uma rodada, tira-se uma peça de roupa. Porém, muitas variações permitem jogar primeiro por dinheiro, e depois quando o mesmo acabar apostar peças de roupas 

O Strip Poker é uma variante do Poker, jogo muito popular nos Estados Unidos, porém o conhecimento de suas regras é muito pouco difundido em nosso país, mas  a popularização do jogo causada  pela internet e a exibição de campeonatos em canais de Televisão por assinatura.  O jogo é muito popular pelo seu potencial de descontração em festas, ao mesmo tempo que gera uma atmosfera divertida, o strip poker aumenta a atmosfera sexual do ambiente. assim como o sexo, o strip poker não possui regras definidas, os jogadores devem chegar a um acordo de como desejam jogar, tudo em razão da diversão de todos. Ótimas dicas sobre o strip poker podem ser.

Então, voltando a narrativa, reuniamo-nos as vezes aos fins de semana pra passar o tempo as vezes em casa, as vezes na casa de outros amigos gostávamos e jogar poker, tanto que os amigos do meu marido compraram uma maleta com baralho, fichas e tudo necessário para que o jogo ficasse bem próximo a de um cassino, nos dias de jogos a gente comprava uma cerveja, assava uma carne e ficávamos a noite toda jogando, as regras eram simples, nada de aposta alta era só pra divertir, as fichas tinham só valor simbólicos, pra entrar no jogo a gente comprava 50 reais de ficha  e quem perdesse tudo saia e tinha que esperar outra rodada para poder entrar de novo, e quem ganhasse ficava com todas as fichas em consequência com o valor arrecadado com a venda de fichas.. então eramos em 5 sempre, eu meu marido e mais três colegas dele que era ou solteiro ou separado, ninguém tinha mulher esperando em casa apenas namoradas, então eles podiam ficar até tarde, e  o rateio dava 250 reais por rodada, a gente se divertia e as vezes até ganhava um pouco pra pagar o churrasco.

 Eu e meu marido não temos filhos, estamos na casa dos 35 anos, e modéstia a parte apesar dos meus 35 anos me cuido muito, tenho um corpo bonito, afinal eu nunca tive filhos, não tenho barriga e as coxas e glúteos são bem definidos, isso faz com que os marmanjos ficassem babando quando me olhavam, num desses encontros pra jogar foi na minha casa,talvez por eu ser a unica mulher eu era o objeto de desejo dos homens, e num determinado dia a gente estava jogando em nossa casa, meu marido tinha perdido todas as fichas na primeira rodada ficou bravo, aguardou terminar pra começar a segunda rodada...  demorou um pouco, até que decidissem, eu fiquei em segundo lugar .

Começou a segunda rodada já passavam das 23 hs....  jogamos até uma hora da madrugada mais ou menos, e  meu marido já estava com poucas fichas..., ele achava que estava com uma mão boa apostou todas as fichas, mas mesmo assim era insuficiente, todos desistiram mas um dos jogadores o Gilberto, conhecido como beto,cobriu e dobrou a aposta, meu marido tinha apostado todas as fichas falou eu não tenho mais, então eu compro mais fichas, o Beto falou regra é regra não pode comprar, meu marido irritado tentou convence-lo de todas as maneiras então o Beto sacana olhando pra mim falou eu aposto uma coisa se quiser.. o que é, meu marido 

perguntou na hora, eu aposto peças de roupa da Tere, que era eu (me chamo Teresa), aposto a blusa e o soutiem, meu marido olhou pra mim, eu com a cabeça acenei que não.. mas meu marido falou amor, não tem como eu perder essa mão, eu novamente acenei com a cabeça que  não, mas meu marido topou a aposta mesmo assim, o Beto falou então ela tem que tirar e colocar em cima da mesa a blusa e o soutiem, acreditando que meu marido tinha uma mão que não perderia, então logo eu pegaria minhas peças de roupa e vestiria novamente, mesmo contrariada acabei aceitando, isso pelo meu marido, então baixaram as cartas, meu marido tinha um Full House de Reis e ases, mas o sacana do beto tinha um Stright Flush, meu marido perdeu o resto das fichas e eu perdi a parte de cima dos meus trajes, então tentei sair do jogo já que eu estava nua da cintura pra cima e só tinha homens na mesa, mas eles começaram a zoar e dizer não vai ficar com medo ou vai??? Olhei pro meu marido esperando que ele dissesse que era pra eu sair, ele ficou indiferente as provocações dos amigos, isso a principio me deu raiva, mas logo depois me deixou bem a vontade no meio deles, eu nem me importava mais pelo fato de estar com os peitos de fora, mas eu notei que o clima ficou mais animado provavelmente todos estavam de pau duro por baixo daquela mesa, e o jogo continuou, meu marido de fora só assistia, 
como eu ainda tinha fichas continuei na mesa, não demorou muito os outros dois também saíram por falta de fichas, só ficou eu e o Beto na mesa, eu não tinha muitas fichas o Beto tinha ganhado tudo naquela rodada, joguei com cautela pra não perder até que também me veio uma mão boa, eu tinha um Flush apostei todas as fichas e ele bem sacana dobrou, afinal ele podia porque tinha muitas fichas, logo ele falou eu aceito para cobrir a diferença o resto da sua roupa, pela ousadia dele eu tinha certeza que ele também tinha uma mão boa, mas mesmo assim resolvi arriscar, olhei para o meu marido do lado, ele vendo o meu jogo acenou com a cabeça concordando, então retirei a calça e a calcinha por baixo da mesa e coloquei para cobrir a aposta, chegou a hora de baixar o jogo, eu tinha um flush, mas ele tinha full House , acabei ficando pelada no meio de 3 homens estranhos mais meu marido, eu estava P 

da vida por meu marido ter começado aquela historia, pedi minha roupa de volta já que o torneio tinha acabado ele falou que não, que só devolveria na hora de ir embora, então eu que provoquei o Beto, vamos uma mão tudo ou nada, valendo a minha roupa de volta, o beto falou eu já tenho as fichas e a roupa que me oferece em troca para eu aceitar, então eu falei se eu ganhar vc me dá a roupa se eu perder eu dou uma chupada em você  nesse momento nem olhei para o meu marido, nem pensei  nesse detalhe fiz essa proposta por impulso e ele na hora topou.. o pior é que meu azar continuava e o Beto estava com muita sorte e ganhou de novo... acabei tendo que pagar a aposta, dai pra frente a coisa aconteceu naturalmente, eu estava ali pelada na frente de três homens chupando o pau de um deles, aquela situação me deixou excitadíssima  olhei para o meu marido e falei vem amor, abaixa a calça e vem comer a sua mulherzinha, não fique ai só olhando, ele imediatamente abaixou as calças e eu ali ainda inclinada meu marido enfiou seu pau 
na minha buceta, o Beto vendo aquela cena ficou mais excitado ainda e gozou na minha boca quando eu ainda estava chupando, o Serginho e o Menezes que estava só olhando vendo a cena começaram a se masturbar meu marido estava tão excitado que gozou rapidinho, deitaram-me na mesa e o Beto veio por cima me foder gostoso naquele momento eu estava alucinada, levando pau dos 4 homens que estavam ali, pude experimentar e apreciar a cada pau que entrou na minha buceta, mas o que eu mais gostei foi do Menezes que era o mais novo, gostei por dois motivos, primeiro porque ele era grosso e razoavelmente maior que o pau dos outros, e segundo porque ele sendo jovem veio pra cima de mim com uma volúpia e uma vontade sem igual, parecia até que fazia algum tempo que ele não transava com ninguém, ene bombou furiosamente, forte que seu pau batia no fundo do meu útero causando até um certo desconforto apesar de eu estar bem lubrificada, essa orgia durou um bom tempo, quando finalmente terminamos não havia mais clima pra jogar, meu marido que as vezes fantasiava ver eu dando pra outro com ele vendo, acabou vendo eu transando logo com três na frente dele.

Depois dessa experiencia nunca mais repetimos foi uma unica vez, mas foi inesquecível

quarta-feira, 12 de junho de 2013

ENSINANDO O SWING PARA O CASAL DE AMIGOS



Para quem leu meu relato anterior quando transei com o médico do meu marido em (o MÉDICO DO MEU MARIDO CUIDOU DE MIM), quero agora relatar acontecimentos posteriores àquela situação, que aconteceu quase 90 dias depois.
No dia 1º de junho passado, fizemos uma reunião de amigos em casa. Vários casais se fizeram presente e, dentre eles, o casal de médicos, com quem transei por duas vezes com o marido, no mês de março passado.

Degustamos uns bons vinhos e lá pelas tantas o pessoal começou a ir embora, tendo esse casal amigo ficado enrolando, enrolando até que, ao final da noite, início da madrugada, em casa só estávamos em 4 pessoas. Eu, meu marido, Fábio e Vera, vamos assim chamá-los.Pressenti que algo de muito gostoso poderia rolar e dei um toque no meu marido, que fez sinal afirmativo com a cabeça, disfarçadamente.

Ficamos na sala de tv batendo papo até que o assunto descambou para sexo, como não poderia deixar de ser. Notei e pensei que Fábio havia puxado esse papo com alguma outra intenção, começamos a conversar animadamente sobre o assunto - falamos de vulgaridades, facilidades com que as mulheres e homens traem seus pares, as puladinhas de cerca etc, até que o assunto descambou para a transa em grupo, troca de casais e tudo o mais.

Vera me perguntou o que eu achava disso e eu falei que eu e meu marido éramos favoráveis, pois entendíamos que o fato de fazer sexo ou transar com outra pessoa não significava que havia traição ou fala de amor, apesar de deixar claro para ela que não concordaria que meu marido transasse com outra, devido ao meu ciúme. Meu marido interveio e disse que isso em muitas situações até ajudava no relacionamento de um casal e Vera nos interrompeu, perguntando se algum dia teríamos coragem de fazer isso.

Nos entreolhamos- eu e meu marido - e afirmei que não só teria coragem de fazer como já fizera em algumas situações. Ela quase deu um pulo, tamanho o susto com a revelação. Falou que não acreditava que nós fizéssemos isso, pois esta coisa nunca havia passado pela cabeça dela ou do marido, Fábio, pois nos achava um casal perfeição.

Retruquei que o fato de sermos discretos e transarmos não significava que fossemos imperfeitos, mas apenas que gostávamos de buscar outras experiências que fosse agradável aos dois, desde que concordássemos com o que estávamos fazendo.

Ela se mostrou totalmente interessada no assunto, nos contando que o Fábio já havia falado com ela sobre o assunto de vê-la transando com outro, por várias vezes enquanto transavam, dizendo que gostaria de vê-la assim, mas que ela sempre retrucou, dizendo que não toparia de forma alguma, por achar que isso poderia vir a ser um problema futuro para o casal.

Contei que comigo foi a mesma coisa, que meu marido insistira várias vezes para que eu transasse com alguém, se fixando especialmente no meu ex-noivo, que tinha sido meu primeiro home, etc e tal; Essa persistência durou algum tempo até que após muita relutância de minha parte, um dia resolvi agradá-lo, só o fazendo por amor a ele.
Resolvi voltar a transar e dar para esse ex, o que foi muito bom. Daí para a frente, fiquei muito tempo dando para ele até que uma vez – eu e meu marido – depois de um coquetel comemorativo, fomos a uma casa de swing perto do local, e naquela noi mesmo dei muito e transei várias vezes, com caras diferentes, gostando de ser comida de formas diferentes, sempre com o marido junto, mas sem deixar que ele transasse com ninguém, pois eu tinha e tenho muito ciúme.

Ela pareceu ficar chocada com o assunto, mas mostrou interesse ainda maior, querendo saber como eu me senti dando para o ex depois de casada, qual a reação do meu marido quando eu chegava em casa de volta, onde e como funcionava essa casa de swing, como rolou, etc etc.Disse que várias colegas em plantões no hospital, principalmente na madrugada, por vezes somem do plantão e voltam depois de algum tempo todas fogosas, arrumadas.

Tivemos uma conversa de mulher para mulher -na presença dos homens - e pude perceber que os dois estavam de pau duro. Contei detalhes para ela, os motéis e drive-in para onde eu ia com o ex, as transas dentro do carro em estacionamento, etc.

Contei a ela que meu marido tinha várias "taras" e eu sempre que podia atendia às vontades dele, como por exemplo sempre andar totalmente depilada, ficar sem calcinha quando tinha estranhos em casa, andar sem calcinha nos eventos em que íamos, até mesmo na casa deles nas várias vezes em que fomos lá, nos jantares de fim de ano da empresa deles e ela duvidou que eu tivesse coragem de ter feito ou de fazer isso.


Para prova levantei o vestido na maior cara de pau e mostrei para ela - e para os dois homens da sala, é claro, que eu não estava mentindo, que estava mesmo sem calcinha e totalmente depilada. Meu marido aproveitou a deixa e alisou minha bunda, perguntando o que eles tinham achado, se eu era gostosa e se valia a pena deixar eu não transar com alguém.Acho que isso foi o sinal verde para todos se liberarem.Vera perguntou para Fábio o que ele havia achado e ele disse que tinha sido maravilhosa a visão e questionou porque ela também, em retribuição, não mostrava que também era muito gostosa. Ela ficou calada, pensativa e disse até que podia mostrar, masque estava com muita vergonha e que não passaria disso, pois não faria mais nada.

Ela ficou de pé e de uma só vez levantou o vestido, mostrando a calcinha e o sutiã. Os homens, de sacanagem, começaram o coro de tira - tira - tira e não me fiz de rogada, tirando meu vestido e ficando totalmente nua na frente dos três. Vera então fez todos prometerem que não haveria transa nenhuma e que só se mostraria, tendo todos prometido cumprir o trato. Então pediu que Fábio soltasse o sutiã dela e ele não só fez isso como também baixou a calcinha, deixando-a totalmente nua também, pelinhos claros, bem aparados.

Meu marido, assanhado e já prevendo que ia rolar algo, me pegou pelas costas e começou a me alisar o peito, a buceta, a bunda, falando uma monte de sacanagem bem alto. Fábio fez o mesmo com Vera e, em poucos minutos, estávamos os quatro na sala, totalmente sem roupa, até que senti a mão de Fábio também me alisando a buceta, no que aproveitei para segurar o pau dele, que já estava duro como uma pedra.
Daí para a frente, só rolou sacanagem. Quando dei por mim, vi que Vera esta semi-deitada no sofá com meu marido chupando a xana dela enquanto ela alisava o pau dele, até que os dois partiram para um sessenta e nove que parecia estar muito gostoso, tamanha a vontade com que se chupavam.

Enquanto isso, Fábio veio com uma fúria de quem estava no cio e também me chupava toda até que me ajoelhou, me deixando de quatro no apoio do sofá e socou a pica na minha buceta, como já havia feito da outra vez em que transamos. Fui comida com vontade até ele gozar e me encher de porra.

De vez em quando, morrendo de ciúme, eu olhava meu marido e vi quando ele gozou na boca de Vera, que sugou todo o leitinho dele, deixando escorrer um pouco de porra pelo lado da boca e deixando seu pau limpinho e sequinho. Não demorou muito e Vera também gozou na boca do meu marido, dando uns gritinhos meio que histéricos.

Fomos as duas para o banho e nos recompormos. Enquanto tomávamos banho ela estava nitidamente envergonhada, me pedindo desculpas por ter feito aquilo com meu marido, explicando que nunca havia feito isso na vida depois de casada. Falei que nada havia a desculpar e que havia sido muito bom para nós duas. Nada falei sobre o fato de já ter dados outras vezes para o marido dela e nem ela sobre a desconfiança do marido de que ela dava para o ex também, no plantão do hospital.

Saímos do banho enroladas em toalhas e os dois, que também já tinham tomado banho, estavam nos esperando na sala, também enrolados em toalhas. Pegamos um drinque para cada um, nos sentamos frente à frente, eu e meu marido, Fábio e Vera, e começamos a comentar sobre o que havia acontecido para, ao final, todos chegarmos a conclusão de que havia sido muito bom e gostoso, ficando no ar ainda aquele gostinho de quero mais.

Fábio, na maior cara de pau, fingindo que nunca havia me comido, ficou elogiando minha buceta e meu marido, corninho como sempre, me ofereceu para ele, dizendo que podia usar quando quisesse. Ele não se fez de rogado, se levantou e me deu seu pau para chupar, o que fiz com grande gosto. Meu marido, por sua vez, começou a alisar e chupar os peitos de Vera e logo logo colocou-a de quatro meteu a pica nela, que rebolava, rebolava, até que gozou com mais gritos histéricos. De onde eu estava, chupando a pica do Fábio, eu podia ouvir as batidas na bunda dela, no entra e sai da pica na buceta.

Chupei Fabio até sentir que ele ia gozar. Então parei, me virei de frente e preparei para ele vir me comer mais uma vez, já com a buceta cheia de fogo. O sacana não fez isso.

Ao contrário, se abaixou e começou a me chupar, chamando meu marido para que eu o chupasse e chamando Vera para vir chupar o pau dele. Que suruba. Fábio me chupava enquanto eu chupava meu marido enquanto Vera chupava o Fábio. Só meu marido não chupava ninguém, ficando alisando ora meu peito ora o peito de Vera.

Acho que ao sentir que ia gozar, Fabio rapidamente tirou a pica da boca da mulher dele e meteu com força e jeito na minha buceta. Fui nas nuvens e voltei com as estocadas firmes e fundas que ele me dava, até que gozei muito.
Ficamos algum tempinho ali, fomos todos para o banho e, cansados, resolvemos parar por ali mas combinando que haverá uma próxima e mais longa sessão de sexo, em data não muito longe.
Vera me agradeceu muito por tê-la ajudado a se liberar pois, talvez, no fundo, sempre tivesse tido vontade fazer o que fez mas , por falta de um impulso ou incentivo, nunca havia pensado nessa possibilidade, que para ela era muito maluca.
Nos despedimos deles e fomos, eu e meu marido, deitar. E nem preciso dizer que ele ainda me fodeu mais uma vez na noite.
waleuza@hotmail.com.br 

Depois de apenas duas semanas do que rolou na minha casa, na 6a, feira, dia 14 de junho, fomos convidados pelos nossos médicos para assistir à estréia da seleção brasileira na Copa das Confederações na casa deles, pois estariam sozinhos.

Falei para meu marido.  -  Prepare-se, porque com certeza eles gostaram e vão querer mais heim ! Será que Vera também está afim de outra ? Nós, de nossa parte, nem tínhamos pensado em repetir nada tão cedo. Mas, como saber se não fossemos para lá.

No sábado, dia do jogo, chegamos lá por volta de 15:30 e Fábio, quando abriu a porta e veio me cumprimentar, disfarçadamente já passou a mão pela minha bunda, talvez para ver se eu estava com ou sem calcinha. Estava sem, é claro.

Ao entrarmos, vi que eles tinham visita em casa, se é que se pode chamar de visita. O irmão de Vera, que também é médico, vamos chamá-lo de Vitor, tinha ido almoçar com eles e como só iria trabalhar no início da noite, decidira ficar. Isso me tranquilizou mais, pois sabia que com ele lá, nada de sexo iria rolar.

Assistimos ao jogo, tomamos uns bons vinhos (não sei se comentei, mas meu marido e Fábio são sócios de clubes de vinhos e apreciadores dessa bebida, tendo adegas climatizadas etc e tal) e vibramos muito com a seleção. Após o jogo, sentados na sala e ainda comentando o desenrolar da partida, assim do nada e sem motivo aparente, pois o assunto nem era esse, Vera falou para o irmão que meu marido era tarado por buceta depiladinha e eu só andava sem calcinha, que nós (eu e meu marido) éramos adeptos de swing e transa sexual com outros homens e ela e Fábio tinham feito maior suruba - usou este termo mesmo - na minha casa, na última vez que lá estiveram.

Levei um baita susto com o descaramento dela, ainda mais que eu mal conhecia o Vitor, pois só havíamos nos visto umas duas ou três vezes, socialmente em aniversários, sem maiores intimidades ou o que quer que seja. Fiquei vermelha de vergonha, pela surpresa com que fui pega e mais ainda quando Vera se levantou e me pediu para eu me mostrar para o irmão dela, me perguntando se eu não estava afim de outra festinha, dessa vez a cinco.

Pensei duas vezes, porque medo de dar a buceta eu não tenho, mas assim iria ser a primeira vez. Levantei-me e falei para Vera: - Só mostro se você se mostrar primeiro. Para minha surpresa, ela se levantou e de uma vez só deixou o vestido cair aos pés. Ali estava totalmente nua e, surpresa maior, totalmente depilada, igual a mim.
 Parei estática.  Olhei para meu marido que somente sorriu e esfregou as mãos. Fiquei antevendo o que podia me esperar. Se eu topasse, teria três machos para mim, porque o Vitor não vai iria comer a Vera, que é irmã dele e, então, eu teria que dar para o Fábio, Vitor e meu marido, que com certeza iria querer também. Fábio já disse logo que ele queria ser o primeiro, pois tinha preferência pela antiguidade. Sacana ele.
 Como não tinha nada a perder e já que estávamos lá, falei então que se todos estivessem a fim, poderíamos sim, fazer uma troca. Levantei a saia e me mostrei toda depilada. Meu marido veio por trás de mim e levantou a blusa também, forçando-a por cima da cabeça. Tirei a blusa, a saia e aí Fábio e Vitor vieram para cima de mim, mandando meu marido sair dali porque a festa era somente deles. Obediente, ele saiu e foi se agarrar com Vera, que estava esperando por alguém.
 A partir daí, de minha parte, fui amassada pelos dois que começaram me chupando, cada um, um peito, descendo a mão pela minha buceta, pela minha bunda, até que mandei os dois tirarem a roupa. Caramba, quando vi o pau do Vitor quase caí para trás. Não era maior do que o do meu marido -  deveria ter uns 18 cm - mas a grossura dele era anormal. Pensei comigo. Estou fudida. Hoje me arrombam de vez.
Perguntei se ele tinha camisinha e ele disse que sim, mas que eu poderia ficar tranquila porque ele faz exames regulares por obrigação da profissão. Fábio confirmou isso e Vera, a essa altura, já com pica de meu marido na boca, também fez sinal positivo.
 Colocaram-me de quatro e Vitor me deu a pica para chupar, enquanto Fabio chupava minha buceta para logo em seguida começar a meter devagarzinho. Ficamos nessa posição um tempo até que Fábio determinou - veja bem, ele já estava mandando, por ser o mais antigo - que fosse feita troca. Trocamos e pedi ao Vitor que fosse devagar por causa da grossura de sua pica e comecei a sentir aquela vara, grossa e extremamente dura, entrando na minha buceta enquanto eu começava a chupar o pau de Fábio.
 Enquanto isso, de relance, pude ver Vera sentada na pica de meu marido, num frenético movimento de sobe e desce.
 Vitor começou me comendo devagar, entrando e saindo de forma lenta e foi aumentando o ritmo, até que senti que ele ia gozar. Fábio também ia gozar e tirei a pica dele da boca, tocando uma punheta gostosa enquanto Vitor me enchia a buceta de porra. Continuei me movimentando em direção aquela pica até que também senti meu gozo chegar, inundando minha buceta de vez. Relaxei. Fábio cobriu meu peito de porra enquanto gozava abundantemente.
 Nisso, Vera começa a gritar freneticamente, gozando sentada na pica do meu marido, que, pelo visto também gozou fartamente, pela porra que escorria da buceta dela.
Paramos, olhando uns para os outros, e meu marido me deu um beijo, eu ainda com gosto de pica na boca.
 Fui ao toalete me recompor e, ao voltar, Vera estava de quatro, sendo comida pelo marido, Fábio, que metia e metia na buceta dela enquanto ela dava os gritinhos histéricos dela, até que só ela gozou de novo.
 Ficamos todos sentados, semivestidos (eu só tinha a saia e blusa), Vera só de vestido e os homens de cueca, começamos a conversar e bater papo sobre essa farra que acabávamos de fazer. Meu marido falou que sente o maior tesão de ser corno, inclusive contando que tem vontade de que eu dê a buceta mais do que já dou. Fábio disse que também têm esse tesão e que nesses pedia para Vera fazer isso, mas que ela sempre negava. Disse que seria maior realização dele se soubesse que ela d anos de casado sempre pedia para que ela desse a buceta para outros. Vitor também contou que algumas vezes já comeu outras mulheres na frente ou junto com os maridos, e que achava que isso é um fetiche normal aos homens, apesar de nem todos saberem lidar com essa situação. Contou que uma vez, há algum tempo, atendeu uma paciente no consultório, que ficou toda pelada e pagou maior boquete para ele, mas que isso havia parado aí.
 Perguntei para Vera se ela nunca tinha dado para outro homem e ela me disse que nunca tinha dado. Pedi que me jurasse, mas ela afirmou que não podia jurar sobre isso, lançando um olhar sobre o marido. Pronto, estava dado o sinal de que ela também trepava e tinha relações sexuais com mais alguém.
Fábio pediu que ela contasse, pois ele iria gostar e ela falou sobre algumas vezes que já tinha dado para três médicos na madrugada dos plantões, inclusive para o ex dela na faculdade. Fábio ficou de pau duro, dava para ver, pediu que ela contasse com detalhes, o que ela fez com prazer deixando os outros também de pau duro. Não me fiz de quietinha e contei para ela que eu também já havia dado para o Fábio, em março, quando ela estava em Congresso no exterior e meu marido em viagem também ao exterior.
Ela disse que não achou surpresa, porque pela desenvoltura com que trepei e dei para o marido dela naquele jantar, ela sentiu que minha buceta já conhecia o pau dele. E que também tinha certeza de que o Fábio já tinha trepado com algumas colegas médicas, durante os plantões no hospital. Ficamos rindo das situações. Meu marido contou que eu obriguei-o a mandar uma secretária embora porque eu tinha ciúme, há muitos anos atrás. Me confirmou que realmente ele tinha comido aquela secretária por muitas e muitas vezes, até no banheiro da empresa e que havia sido ele quem tirara o cabacinho dela. Vitor, na dele, solteirão, nada comentava.
 Passado um tempo, todos recompostos depois de umas novas doses de vinho, meu marido na maior cara de pau perguntou se a festa tinha acabado ou se teríamos um segundo tempo. Foi a dica para que Vitor se levantasse e oferecesse o pau para a irmã dele chupar. Vera ficou parada, estática olhando para o marido e Fábio disse que aí era com ela, coisa de família e que não tinha nenhuma objeção enquanto ela só chupasse.
 Ela, sem a menor cerimônia e sem constrangimento, enfiou o pau dele inteirinho na boca, grosso do jeito que era. Nem sei como conseguia aquilo. Meu marido pediu para que ela ficasse de quatro e enquanto ele metia nela, Fábio também me colocou de quatro e me fodeu gostoso, depois me comendo de ladinho, na posição de frango assado, eu cavalgando na pica dele e finalmente papai e mamãe. Levei muita pica, ficando com a buceta ardendo, por ele ter demorado bastante para gozar, até me encher de porra, que escorria das minhas pernas depois que ele tirou o pau de dentro da buceta.
 Meu marido ficou bombando a buceta até Vera gozar e depois me enfiou o pau na boca, me fazendo chupar o que ainda tinha sobrado. Ainda pude ver quando Vitor tirou o pau da boca dela e gozou na cara dela.
 Daí até o final da noite, quando fomos embora, ainda dei mais uma vez para o Vitor e outra vez para meu marido.  Vera, por sua vez, também deu de novo para Fábio e mais uma vez para meu marido.
Fomos embora arrebentados, cansados, eu com a buceta ardendo.  Meu marido, estava tão cansado que mal chegou em casa e nem me comeu, como sempre faz

terça-feira, 11 de junho de 2013

COMO CONHECI,DUAS IRMÃS, CRENTES, CARENTES



Me chamo Mauricio,  estou perto dos 51 anos,  sou desquitado a mais de 10 anos. Moro sozinho numa confortável casa, vezes ou outra eu levo uma namorada em casa, mas na maioria das vezes gosto de ficar sozinho  mesmo porque gosto da minha privacidade, e algum tempo atrás estávamos em  horário de verão  num sábado por volta das 6 hs da tarde ainda era dia e como todas as tardes, chovia e eu resolvi olhar o tempo lá fora, eu estava  na minha varanda casa observando a chuva, que caía observei duas  moças tentando se esconder da chuva debaixo da pequena cobertura de um ponto de ônibus que existia na frente da minha casa, começou a ventar então eu abri o portão eletrônico por controle remoto e fiz sinal para que eles entrassem  na minha garagem pra se protegerem, las a principio relutaram mas como o vento castigava elas entraram...  mesmo porque a chuva estava abundante, percebi que uma  aparentava ter uns  20 anos trajava saia jeans um pouco abaixo do joelho, uma bota quase até o joelho e uma camisa feminina manga longa,  e a outra  aparentava no máximo uns 35 anos era formosa e trajava um vestido bem simples e discreto que ia até abaixo do joelho, pelo visual eu deduzi que eram evangélicos. Convidei a virem até a varanda onde eu
  estava, então Elas educadamente se apresentaram como Célia e Lucia eram irmãs e  estavam no bairro distribuindo folhetos  com temas religiosos e aproveitaram deixaram um comigo, eu prometi ler mais tarde,   notei certo constrangimento das duas porque eu estava só de calção e camiseta, enquanto a chuva não passava assentamos nas poltronas de vime na própria varanda, e a chuva nada de passar, conversamos um tempão, eles tentavam levar a conversa para o tema religião, eu pra ser um bom anfitrião ouvia atentamente as vezes fazia uma pergunta ou outra, como a chuva não passava convidei-as para entrarem na sala e e ofereci um café quente para esquentar os seus corpos que estavam parcialmente molhados, eles disseram que não tomavam café devido a religião, então ofereci chocolate quente eles aceitaram, conversando descobri que a Célia era casada tinha 3 filhos, mas o marido não frequentava a  igreja, então elas iam sozinhas ou com os pais, essa Célia foi a que mais me atraiu.

Notei que a Lucia a mais nova me olhava  discretamente de cima em baixo como se estivesse me analisando... talvez por eu ser  bem cabeludo, observei que ela olhava pra minhas pernas meus peitos e minhas coxas grossas e tudo bastante cabeludas isso deve te-las deixada meio cabreiras, para ver o conhecimento deles sobre o material que distribuíam  comecei a fazer perguntas sobre os assuntos ali descritos, então a Lucia  soltou-se mais  passou a ser a mais falante e a seu modo  foi me explicando eu também conheço do assunto o suficiente pra perceber que ela estava meio despreparada, notei certa delicadeza em seus gestos.  passamos  quase 2 horas  a chuva não passou completamente mas já estava escurecendo e elas queriam ir embora assim mesmo, então ofereci-lhes um guarda chuva, a principio não aceitaram, mas eu falei que confiava nelas e depois eles me devolveriam e que não tivessem pressa porque eu tinha outros.

Achei  as duas jovens bem simpáticas, após elas irem fiquei pensando, talvez por serem bem jovens  acho que aceitei-os como se fossem filhas , naquele mesmo dia por volta das sete horas da noite, fui atender a campainha e dei de cara com as duas na minha minha porta...  Lucia me falou que não tinha certeza que me acharia em casa mas mesmo assim resolveu trazer um bolo  que sua mãe fez especialmente   para agradecer a hospitalidade que eu lhes tinha oferecido, se desculparam por não  poderem ficar mais porque tinham que estar na igreja até as 8 que começava o culto, descobri que para que fossem à igreja, quase sempre passavam por frente da minha casa mas eu nunca tinha notado até aquele dia da chuva,  então lhes disse que  aceitaria mas teriam que prometer voltar  para fazermos um lanche juntos, elas se entreolharam e Lucia como se pedisse autorização a irmã mais velha  que sorridente disse  Tudo bem! Promessa feita, só não sei quando, mas de repente pode ser no próximo fim de semana,  e completaram aproveitaremos pra fazer um estudo juntos que tal? Falei tudo bem, .. então pode ser sábado que vem perguntaram-me que horas seria bom pra mim, respondi que qualquer hora sábado eu não trabalhava mesmo, e falei só tem uma coisa costumo dormir até as 9 hs mais ou menos.. eles responderam então a gente vem mais tarde depois do almoço, a Célia  ainda falou podemos trazer alguém que entenda mais da bíblia que a gente, falei por mim tudo bem vou esperar, 

No sábado o recebê-los e ao cumprimentar a Lucia , sem nenhuma maldade dei-lhe um beijo no rosto deixando-a  vermelha que nem pimentão maduro;  e na Célia também  mas esta  não ficou tão ruborizada,  acho que por não ter tido filhos, aquelas duas lindas criaturas me deixaram meio carentes... com eles veio um rapaz de uns 30 e poucos anos  e veio pra dar suporte ao estudo que eles pretendiam fazer, então pedi licença preparei um lanche ara comermos enquanto conversávamos, coloquei refrigerante e bolachas na mesa alem de alguns salgadinhos e passamos algumas horas ali conversando sobre vários temas.

 Ao fim da reunião ao nos despedirmos, novamente dei um beijinho no rosto de Lucia que parecia já não ficou tão envergonhada como antes, e na Célia também dei aquele tradicional beijinho encostando rosto no rosto, e, falei  para eles que  sempre que quisessem poderiam vir  me visitar. como eu sabia que nos fins de semana eles passavam pela frente pra irem a igreja eu ficava na frente e eles ao passarem sempre me cumprimentavam observei que a Célia também passava com eles de vez em quando, as vezes eu ficava no portão e algumas vezes eles até paravam pra trocar algumas palavras, na verdade eu andava de olho mesmo era na tal Célia talvez porque era a mais velha, talvez porque fosse crente, talvez fosse por ser casada, o talvez o conjunto todo me fazia ter tesão por ela  e era bem gostosinha guardando as devidas proporções, não era nenhuma miss, mas por baixo daquele vestido devia ter uma mulher mesmo porque eu percebia as suas curvas mesmo por debaixo da roupa, achei que deveria investir na Célia mesmo porque a Lucia era praticamente uma adolescente considerando minha idade, e por várias vezes que as encontrei renovei o convite pra voltarem a minha casa, sob o pretexto e outro estudo  elas sempre  se prontificavam mas a Célia sempre arranjava uma desculpa eu percebia que a Lucia sempre tentava incentivar a Célia pra ir, e com isso acabamos tornando-nos amigos


Certo dia Lucia passou sozinha na frente da minha casa e ao ver-me no portão eu ao cumprimentá-la dei um abraço ela  ficou um tempinho abraçada ao meu corpo e apoiou a cabeça no meu peito... Achei estranho mas acabei  fazendo um carinho em seus cabelos, perguntei algum problema vc está diferente  a Célia está bem...  ela está sim só que hoje   eu que quis vir aqui sozinha!...  como ainda estávamos no portão convidei-a para entrar e assentamos juntos  no sofá: - Você está com algum problema?... E ela aparentemente nervosa respondeu... não! É que eu tava sozinha e tive vontade de ganhar um abraço amigo!...  Eu a abracei novamente fazendo-lhe carinhos nos cabelos e no rosto e ela timidamente  passou a ficar  alisando os cabelos do meu peito... fiz com que ela me olhasse nos olhos  e comecei a fazer-lhe perguntas bastante íntimas. Perguntei-lhe se ela tinha namorado, Você tem namorado?... Lucia contou que namorou um rapaz por poucos meses e teve que terminar devido a severidade de seu pai... Parecia que eles tinham um pai bem ignorante, qualquer homem que se aproximasse das filhas era encarado como um invasor ou coisa assim, acabamos nos tornando bons amigos.


Ela foi aos poucos foi se abrindo comigo e  resolvi ser bastante direto: - Você chegou a fazer sexo com seu ex namorado?... Notando que ela ficou extremamente encabulada: - Desculpa-me não tenho o direito de lhe fazer esse tipo de pergunta!... Desviamos o assunto para o campo da religião, e, depois de um tempinho falando de outra coisa, assim sem mais nem menos falou...Já fiz sim;  Algumas vezes!... Levei alguns segundos pra perceber que ela estava me respondendo a pergunta que lhe tinha feito a mais de 10 minutos atrás: -  respondi você não precisa falar sobre isso se não quiser!... Ela me encarou e disse que; além da irmã, não tinha  mais ninguém pra me desabafar quando preciso!... Por isso ela estava desabafando comigo,falei então imaginei que por você ser crente ainda seria virgem, ela meio que acabrunhada falou é.... mas ... pra você ver ..não sou santinha assim...  e  ela então voltou ao assunto de seu namoro que seu pai sempre marcava em cima, perguntei se foi com esse namorado a primeira vez, ela confirmou que sim e completou, ah tem aquelas brincadeiras que a gente fazia com os amiguinhos e primos quando criança, mas isso não conta né...,  fiquei surpreso com um  comentário que ela fez: -  mas não sei o porque eu  nunca consegui sentir prazer; Talvez porque voce ficasse bloqueada com medo de que seu pai viesse a descobrir que você transava!... Ela arregalou os olhos: - Sabe que você tem razão; sempre na hora eu tinha a impressão de que meu pai ia chegar e nos pegar!... aproveitei a deixa e falei, você não sentiu prazer por seu namorado ser inexperiente só pensou no prazer dele, pra você ter prazer o que você precisa é de fazer com alguém mais experiente e arrisquei.. eu por exemplo adoraria ensinar... ela ficou envergonhada então eu mudei de assunto ...

Hummm; estou aqui imaginando a cena de você e seu namorado pelados e seu pai entrando de repente!... : - ela deu uma discreta risada Mas nós nunca ficamos pelados não!!!!... : - Ué! Como vocês faziam?... ela já  totalmente a vontade comigo foi dizendo que se encontravam às escondidas quando os pais não estavam: - Eu só levantava o vestido e ele mesmo sem tirar a calça, colocava o negócio dele pra fora e a gente fazia de pé mesmo outras vezes no sofá e casa!... E ela teve coragem de completar: - quando ele avisava que vinha eu já ia me encontrar com ele sem calcinha!... Foi minha vez de soltar uma gargalhada e sabendo que ali podia me arriscar mais: - E hoje; está com ou sem calcinha?... : - Hahahahaha! Acho que vou deixar você na dúvida!... Senti que estava na hora de dar o bote; passando um braço por sobre seus ombros e levando a mão pra sobre sua perna: - Desse jeito vou ter que descobrir sozinho!... ela olhou pra mim e levantou e abaixou  rapidamente parte de  seu comprido vestido pra me mostrar: - Espero que você não fique decepcionado!... Cheguei onde queria: - Hummm! Está de calcinha, mas acho que eu posso tirá-la; não é?... Ela  apenas sorriu e facilitou pra deixar a calcinha deslizar até sair pelos seus pés. Ao encostar minha mão na sua bucetinha, Carmem pareceu que levou um pequeno choque tremendo todo seu corpo. Após fazer-lhe alguns carinhos na buceta com meus dedos e curioso pra mais descobertas fui lhe tirando o vestido: - Não; tenho vergonha!... Mas mesmo assim eu forcei e levantei seu vestido  conseguindo chegar  até seus seios, ela rapidamente baixou de novo: - Eu disse-lhe você é linda; não precisa ter vergonha nenhuma!...  eu naquele clima e de pau duro por causa da nossa conversa lhe disse você e sua irmã podem contar comigo sempre que precisarem!...  e perguntei se ela gostaria de me contar mais alguma coisa: - Hoje não; mas quem sabe outro dia!... nesse dia percebi que ela estava bem carente acho que fui meio canalha porque ainda assentado no sofá eu a peguei e mandei um beijo de língua que a principio ela retribuiu, mas quando levei a mão em seus seios e nas suas coxas embaixo da saia procurando sua calcinha e comecei a fazer carinhos nos seios enquanto eu masturbava eu grelinho, ela até estava aceitando passivamente, só quando tentei tirar a sua calcinha, ela instintivamente levantou-se e saiu correndo porta a fora, pensei que nunca mais a veria, e naquele dia fiquei de pau duro tive que tocar uma punheta pra descarregar.

Passaram-se uns dois meses e durante esse tempo Célia passou na frente da minha casa durante o dia já que eu estava aposentado,  então convidei-a a entrar como  sempre fazia, entramos tomamos um lanche e conversamos, eu perguntei sobre a irmã, ele disse que ela não apareceu mais porque estava envergonhada etc e tal.. perguntei ainda se ela tinha lhe contado o que aconteceu entre a gente, ele disse que sim... ela lhe contou do beijo, ela confirmou que sim, peguntei se ela tinha lhe dito que eu forcei a barra tentei transar com ela, também confirmou que sim, eu pedi desculpas e que gostaria de pedir desculpas pessoalmente a ela então ela falou que eu não me preocupasse, que na verdade ela tinha lhe confidenciado que tinha até gostado de ter sido desejada.. mas... e ficou nisso.. eu fiquei excitado na hora porque a Célia falou assim, eu não deveria te contar isso mas acho  que ela gostou,... a essa altura eu resolvi desistir de investir na Célia mesmo porque ela não dava brechas,  joguei todo pudor de lado e pensei que se tivesse outra oportunidade eu comeria a Lucia, mesmo ela tendo idade pra ser minha filha... , ao nos despedir eu ainda falei, vocês sempre serão bem-vindas aqui.


Como elas sempre passavam por frente de casa, as vezes as duas as vezes uma ou a outra, as vezes com os pais eu ficava na espreita pra aproveitar a chance que aparecesse então um dia elas passaram, eu as cumprimentei,    e dessa vez  elas mesmos tomaram a iniciativa de me darem um beijo cada, convidei-as a entrar com o sempre e elas entraram quando tive oportunidade eu pedi desculpas a Lucia que ficou na sala, me dirigi a cozinha para preparar o lanche que eu sempre oferecia quando a Célia me acompanhou e na cozinha, longe da irmã começamos a conversar foi quando  a ela  fez um comentário de que a irmã gostava de vir a minha casa, talvez porque eu sempre os tratava bem enquanto o pai deles era muito severo e das antigas, levava todos os filhos a fogo e ferro,   e que ela gostaria de  vir todos os dias. Respondi que também que gostava da companhia delas  fiz uma proposta: - Porque vocês não passam um domingo comigo; venham almoçar e passamos a tarde juntos eu faço um belo almoço pra nós!... Ela disse  que não poderia por ser casada e ter o que fazer  em casa, cuidar dos filhos e do marido, e ainda completou que em dia de semana seria mais fácil, e que não faltaria ocasião...  então eu falei mas a Lucia não é ela pode vir.. e fiz ela prometer que viria ela olhou pra irmã mais velha como se pedindo aprovação a irmã falou você que sabe como se tirando das costas a responsabilidade da decisão, então a Lucia disse que viria assim que desse.

Na mesma semana eis que na terça feira a tarde toca o interfone e pra minha surpresa era a Lucia, abri o portão pelo interfone falei que ela poderia entrar e ela entrou, começamos a bater papo ela disse que tava passando por perto resolveu me visitar, então eu perguntei e você não tem medo de mim??...

-- .. medo do que??  
--.. A!! você sabe da ultima vez que ficamos sozinhos....
--.. Tudo bem já superei...
--.. Você é uma garota bonita, e eu um homem separado... já sabe né... o perigo e ei uma risadinha...
--.. É um risco.. mas você não vai me fazer mal ou vai??
--.. De jeito nenhum, eu gosto de você... apesar de vc ter idade pra ser minha filha eu te desejo..
--.. Deseja de verdade?? Quanto???
--.. Naquelas palavras senti que ela estava me provocando e disse você já vai saber o quanto, e abracei-a 
forte, dei um beijo de língua que foi prontamente retribuído, foi naquela hora que tive a certeza de que aquela ninfeta ia ser minha na minha cama, e dessa vez eu iria até o fim nem que eu precisasse forçar a barra, mas não foi preciso porque ela se entregou quando ainda de pé eu comecei a acariciar seus seios e também levantei a sua saia enfiei minha mão por baixo quando toquei sua bucetinha tava toda melecada com seus líquidos, dessa vez ela não resistiu quando eu tirei toda a sua roupa, primeiro o vestido depois as botas que ela sempre usava, deixando-a só de soutiem e calcinha , quando deitei-a na cama pude ter aquela visão maravilhosa de seu corpo de adolescente mas já era uma mulher formada, mesmo eu querendo possuir aquele corpo logo eu fui com calma, primeiro beijei seu pescoço , seus seios seu corpo todinho, fiz com que ela se 
contorcesse de prazer, cheguei ao umbigo, enfiei minha língua  passei ao redor dele senti certas contorções dela quando eu fazia isso não sei se de cocegas ou prazer, pra em seguida abaixar um pouco a calcinha e beijar-lhes
os pentelhos mas pra minha surpresa estava raspadinha,  logo em seguida arrancar-lhe a calcinha totalmente, e ela estava gostando das caricias tanto que facilitou-me levantando um pouco os quadris então eu cai de boca naquela bucetinha quase virgem, lambi seu grelo, chupei sua buceta, as vezes enfiava a minha língua no seu buraco vaginal, ela estava  entregue, em seguida enquanto tirava seu soutiem perguntei se ela já tinha sido chupada alguma vez, ela disse que não perguntei e o namorado nunca tentou, ela respondeu que ele achava que ele tinha nojo, perguntei novamente e vc gostou de eu ter chupado, ela respondeu que sim, então eu falei-lhe Lucia você é linda você é muito gostosa e agora vou comer sua buceta eu posso, você deixa?  ... Humm Humm então eu maluco de tanto tesão abri as pernas ela e enfiei meu soldado que já estava mais que pronto pra batalha, eu sempre gosto de perguntar essa é uma forma de faze-la ficar excitada pelas palavras, então peguei meu pau com as mãos apontei para a entrada daquela buceta que tava toda melecada, com uma mão segurando comecei a passar a cabeça dele no clitóris dela numa masturbação ela estava louca não falava nada mas eu sentia suas contorções, fiquei nesse movimento um bom tempo quando então sem avisar enfiei tudo de uma vez, apesar de toda melecada aquela buceta ainda estava apertadinha senti o anelzinho da bucetinha dela envolver meu pau e com isso me deu um enorme prazer, comecei a bombar mas retardei meu orgasmo porque queria que ela gozasse antes e foi o que aconteceu porque ela já tinha gozado quando eu estava sobre ela e masturbando-a com a cabeça do meu pau, mas senti que ela gozou novamente quanto a penetrei, então finalmente eu pude gozar. Como eu não sou nenhum jovem, deitei-me ao seu lado pra

 descansar um pouco e começamos a conversar, não resisti e perguntei porque ela tinha transado comigo que era bem mais velho e servia pra ser seu pai, ela falou que apesar de eu ser bem mais velho sempre a tratei carinhosamente, sempre a tratei bem e com isso ela se afeiçoou, e quando eu insisti na sedução ela não podia dizer não, eu falei podia sim afinal ninguém é obrigado, então ela falou que não sabia porque mas também sentia atração e tesão por mim, fiquei lisonjeado..  então eu falei-lhe posso contar um segredo, ela falou que sim, eu disse-lhe na verdade eu fiquei era a fim da sua irmã quando as vi pela primeira vez!! Ela riu e perguntou porque, respondi, porque sim, porque ela era a mais velha e não haveria tanta diferença de idade entre nós, você eu via como filha entende.. ela disse-me e agora me vê como?? eu respondi, agora te vejo como uma mulher e rindo disse e que mulherão.... ela me disse agora é minha vez de confidenciar... eu falei confidenciar o que???,  Ela sorrindo disse.. sabe hoje... enquanto eu vinha pra cá fiquei pensando no que poderia acontecer entre nós depois da primeira vez... no fundo eu já sabia que a gente iria acabar transando... pensei em desistir várias vezes mas acabei vindo...  respondi fico feliz que não tenha desistido.. e ficamos conversando mais um pouco quando de repente do nada ela me disse posso perguntar-lhe uma coisa... falei fique a vontade, ele disse você ainda sente tesão pela minha irmã?? fiquei espantado com a pergunta mas respondi que sim.... e perguntei porque, ela desconversou e eu não insisti, depois que levantamos tomamos um lanche e ela foi embora, enquanto ela se despedia eu falei na próxima vez traga a sua irmã também, ela disse safadinho né... e se foi.

Na semana seguinte sempre na terça feira era quase hora do almoço quando elas  apareceram, eu ainda não tinha almoçado eu estava assando uma carne pra comer e  na churrasqueira tinha dois espetos e a carne já estava assada  perguntei se e já tinham almoçado disseram que sim, mas falei então experimentem um pedaço de carne assada está uma delicia, elas experimentaram, comeram junto com uma salada que eu preparei ali mesmo na hora, depois do churrasco fiquei conversando um tempo elas já eram intimas da casa e ficavam bem a vontade  enquanto a Célia ficou vendo umas revistas e assistindo TV na sala, eu e a Lucia recolhemos a louça do almoço, ali mesmo numa pia que tinha ao lado a churrasqueira, ela se propôs a lavar eu insisti que deixasse que eu fizesse e numa especie de brincadeira eu a abracei por trás e e falei se vc não deixar eu não te largo, pensei que ela ia tentar se livrar daquele abraço mas ela se rendeu e ainda recostou a cabeça em meu peito e disse fazemos juntos então eu lavo vc enxuga, enquanto ela lavava eu sem cerimônias a abraçava e comecei a apalpar seus seios por baixo da roupa, ela dizia baixinho nãoooo.. minha irmã tá ai  e vai ver a gente , eu falei que que tem, ela disse nãoo... então não forcei a barra, nesse dia não rolou nada e por volta das 4 hs elas foram embora  eu fiquei olhando pela janela elas se afastarem.... 


Passaram semanas sem que eu soubesse noticias, achei que ela me procuraria ainda naquela semana mas nada.. então aos sábados  eu ficava observando pelo portão esperando elas passarem, mas nada , sábado após sábado  voltei a ficar no portão foi quando vi a Célia passar , cumprimentei-a trocamos algumas palavras, então lhe perguntei a irmã porque ela não veio junto, porque elas não me visitaram mais, no que ele respondeu que ela estava chateada e com vergonha, me fiz de desentendido e perguntei vergonha de que??? Ele falou você sabe ela me contou o que vocês fizeram, se nosso pai descobre ele nos mata, me fiz de surpreso e falei ela conta tudo pra você  contou todos os detalhes?? Ela respondeu sim, não temos segredos, por isso que ela não quer vir. o que aconteceu com você não deveria ter acontecido, ela me disse que tem medo do que pode acontecer se ela vir, falei pra Célia que elas ficassem tranquilas  nada aconteceria se elas não quisessem e que eu respeitava muito as duas, convidei-a para entrar ela disse que não podia estava atrasada, falei então outro dia e ainda falei não deixe que um episódio estrague uma amizade legal que a gente tem, então  despedimos-nos e fiz ela prometer que voltaria a me visitar ela e a irmã, e ela se foi,  mas eu queria comer de novo aquela ninfeta crente e se a Célia me desse brecha eu iria come-la também, só que a Célia era mais difícil por ser casada, mas mesmo assim ela era gostosa naquela roupa comportada de sempre.

Duas semanas se passaram, sem que eu soubesse noticias delas , então liguei pro seu celular e perguntei  porque ela não tinha me procurado mais, ela falou que não teve tempo nem oportunidade, então eu forcei a barra e falei quero que vocês viessem me ver na sexta feira, menti que era  meu aniversário e eu queria comemorar, e queria contar  com vocês duas, minhas únicas amigas ela tentou se esquivar mas eu fiz uma pequena chantagem emocional, falei que se ela não viesse, eu ficaria muito decepcionado, ela então me falou, vou ver se a Célia pode ir comigo, eu completei se ela não puder vir vem você sozinha então ela falou  sozinha eu não arrisco mais e deu uma risadinha e se eu for a gente vai apenas conversar e nada mais, e , logo me disse que viria na sexta mas que não queria fazer o que fizemos na ultima vez.. eu disse, boba, só vamos conversar, claro que ela sabia que só conversar não rolava mais depois que a gente tinha transado, mas eu queria ela em casa o resto eu dava um jeito e fazia acontecer, ela me perguntou qual horário  eu falei depois do almoço, sugeri umas duas ou três horas, ela falou tudo bem então e desligou..


Na  quinta feira liguei de novo e perguntei se tava confirmado, ela me respondeu que sim, que tinha convencido a Célia, irmã casada mais velha a ir com ela então me animei, comecei a bolar um plano pra comer as duas, se eu não conseguisse o máximo que iria acontecer é elas dizerem não e nunca mais votarem, era um risco calculado, então na sexta feira feira, tomei um banho passei perfume, coloquei uma roupa decente em vez da tradicional bermuda que eu gostava de usar, preparei uma pizza que eu previamente tinha comprado no  mercado e deixado na geladeira, e fiquei esperando até que elas que chegaram por volta das 2,30 da tarde, fui recebe-las no portão elas quando me viram elogiaram-me dizendo que eu estava elegante, eu disse caprichei afinal é meu aniversário e vocês são convidadas especiais, elas perguntaram e os outros convidados, falei que eram só elas las ficaram meio apreensivas por ser apenas nós três, perguntaram e o bolo, respondi nada de bolo comprei  umas pizzas e a gente vai comemorar de uma forma diferente...  quando elas entraram e se assentaram no sofá, ficamos uma meia hora jogando conversa fora, fui na geladeira peguei uma garrafa de vinho tinto suave, peguei três taças, falei hoje ´especial e a comemoração vai ser especial também .. e comecei a servir, apesar de inicialmente elas recusarem eu falei que era suave e um pouco só não iria fazer mal.. foi então que elas se soltaram, comíamos pizza e eu não deixei faltar vinho na taça delas, a Lucia parece que gostou porque tomou três taças cheias... então coloquei uma musica de fundo e perguntei vocês já dançaram alguma vez? .. Não..  então vou ensinar ... peguei na mão da Lucia que já estava meio bêbada por causa do vinho, mesmo porque depois que lanchamos acho que ela gostou porque ela bebeu mais um pouco, então envolvi meus braços em sua cintura, enquanto dançávamos a Célia só observava, não sei quais os pensamentos que passavam pela sua cabeça a Lucia que dançava comigo, falei em seu ouvido baixinho, hoje eu quero transar com você de novo, ela respondeu hoje não dá, a minha irmã está perto, eu brinquei, oras eu transo com ela também  ela falou tá maluco, como  estava meio sonolenta, então depois de acabar a musica dei uma folga pra Lucia e resolvi investir na Célia e falei   essa musica é propicia pra dançar a dois, a principio ela não quiz  dizendo que não sabia e arranjando desculpas, mas eu insisti e falei é meu niver você não vai me dar esse presente, vem..  e coloque os braços em torno do meu pescoço, ela sem jeito colocou peguei na sua cintura encostei rosto com rosto  Enquanto eu e a Célia dançava  a Lucia

 deitou-se no sofá e caiu no sono, eu e a Célia dançávamos fiz questão de dançar de rosto bem colado, eu conhecia o CD que eu tinha colocado e a próxima musica era uma musica francesa bem sensual chamada  je t´aime moi non plus onde a cantora repete o tempo todo jet´aime, e dá uns gemidos sensuais, eu estava muito excitado aproveitei o clima e dançando fui propositalmente afastando-me do sofá onde a Lucia cochilava, e conduzi-a disfarçadamente até perto da porta do quarto, comecei a provoca-la falei, essa musica mexe com a imaginação da gente, falei ao seu ouvido que queria fazer amor com ela e abracei bem forte a sua cintura, puxei-a pra mim, colei meu corpo ao seu corpo, ela sentiu o volume do meu pau mesmo por dentro da roupa, ela tentou se afastar um pouco mas eu não afrouxei meu abraço, esse foi meu primeiro teste logo ao som da musica beijei seus lábios num beijo quente, enfiei a língua dentro da sua boca, ela a principio meio que embriagada pelo clima pela musica pela dança,  aceitou, mas depois ela afastou os labios e me disse, não Mauricio, não posso, sou casada.. falei e daí.. não vou contar pro seu marido voce vai??  Ela .. a minhã irmã.... tá perto..  respondi.. mas ela está no sono dos inocentes... alem do que não vai falar nada aposto.. e não deixei falar mais nada  tasquei outro beijo..... e parti pros carinhos... comecei com uma das mãos a apalpar os seios e as nádegas por cima da roupa,  um carinho aqui; outro ali; um beijinho aqui; outro ali fiquei maluco abri a porta do quarto, puxei ela pra dentro....   saquei minha pica dura e pedi pra ela acariciar o que ela fez timidamente mas acho que por instinto ela deu  um beijo na ponta do meu bilau: - falei quer chupar? Põe ele dentro da sua boca... mas com cuidado! Pode passar a língua como você faz quando chupa um sorvete... Assim mesmo ah!!!  sua boca é muito gostosa! Chupa! Chupa mais, mais! Oh !!!!! Aaaaaah! Aaaaaaaaah!... Prestes a gozar, procurei algo pra esporrar em cima e não encontrando segurei sua cabeça: - Vou gozar! Você Pode engolir minha porra; você vai gostar!... mas ela meio enojada cuspiu fora  .... finalmente eu estava comendo a mulher que eu desejei desde a primeira vez, apesar da irmã dela ser uma quase ninfeta, parece que a sensação de comer uma mulher casada e crente excitava-me muito mais que qualquer outra que eu já tinha comido claro que aproveitei a cada momento deitei-a, retirei primeiro 
a sua bota... depois uma meia calça fumê que ela usava, junto com a meia calça já retirei a calcinha também.... ela estava ali em silencio, deitada nua da cintura pra baixo, apenas com a blusa era uma visão maravilhosa, meu pau estava duro como pedra, eu queria aproveitar a cada segundo daquele momento, deitei-me ao seu lado comecei a acariciar seu corpo todo , abri um pouco a sua blusa de forma que seus seios ficou a minha disposição, beijei e lambi ele todinho sem pressa, apesar dela não dizer nada senti que estava gostando daquele momento e das minhas caricias aquela  mulher estava mais carente que eu imaginava, quando enfiei meu
 pau naquela buceta que apesar de excitada ainda estava apertadinha, enquanto eu metia beijei seus lábios e bombei freneticamente, senti que ela dava gemidinhos discretos de prazer, e eu me preocupei em ser carinhoso e dar o máximo do prazer pra ela porque eu queria repetir a dose mais vezes, e a Célia permanecia de olhos fechados provavelmente curtindo aquele momento gostoso, ou por consciência pesada talvez, e eu bombava furiosamente sorvendo cada gota de prazer que aquele corpo me proporcionava, ela também estava gostando porque senti ela gozar pelas contrações que sua buceta fazia em meu pau... não resisti e gozei depois de termos transado eu deitei-me do seu lado e comecei a acariciar seu corpo todo em movimentos suaves e  circulares em seus seios, sua barriga, ela estava gostando aquele momento de affair estava tão gostoso que tínhamos até esquecido da Lucia que ficou cochilando no sofá...  e para nossa surpresa eis que ela estava ali na porta nos observando deitados ambos nus, a Célia ficou tão envergonhada que não conseguiu falar nada, apenas pegou as roupas vestiu-se rapidamente e saiu sem dizer muita coisa, dizendo apenas que tinha que ir, eu respeitei e elas foram.

Novamente elas ficaram um tempo ausente da minha casa só que eu insisti em telefonemas então em uma nova visita das duas; Célia ficou vendo tv na sala enquanto comigo na cozinha eu e a Lucia....  Perguntei se ela tinha conversado algo com a irmã sobre o acontecido na visita anterior, no que ela respondeu é parece que você deixou ela bem feliz!... : - Ela comentou alguma coisa?... : -claro esqueceu que só tenho ela de amiga alem de irmãzona, somos confidentes!... e você aprova o que fizemos?... ela sorriu e disse pra mim o que importa  é que ela está feliz!... resolvi arriscar e falei, mas ela é casada achei que nunca mais ela viria novamente aqui,, alias achei que até você não voltaria depois que transei também com sua irmã, então a Lucia me confidenciou que a irmã nunca tinha saído com outro homem alem do marido, isso antes de mim e que apesar de ser casada tinha alguns problemas com o marido ela não entrou em detalhes mas percebi que parte do problema era na área sexual.. porque ela deixou escapar algo assim, que a irmã nunca tinha tido um orgasmo, como teve comigo, fiquei excitadíssimo na hora...  estava se abrindo pra mim um horizonte que é o sonho de qualquer marmanjo, que era transar com duas irmãs...  duas irmãs crentes e gostosas, eu ensinei a elas muitas coisas sobre o sexo que elas jamais imaginaram que um dia fariam.. inclusive cheguei a transar com as duas no mesmo dia, juntas na mesma cama.   

Então eu passei a comer as duas irmãs regularmente, quando eu estava a fim ligava pra Lucia ou pra Célia que era casada e o marido trabalhava o  dia inteiro fora saía cedo e só chegava por volta das 11 da noite, a dificuldade da Célia era deixar as filhas na casa da cunhada para vir me ver nem sempre ela conseguia vir, já a Lucia era só ligar que ela dava um jeito de vir no dia seguinte... me tornei amante das duas irmãs ao mesmo tempo, isso durou um bom tempo