terça-feira, 1 de agosto de 2017

COMEÇAMOS A JOGAR CAXETA, QUE ACABOU EM STRIPER SURUBA





Isto aconteceu comigo quando fui morar temporariamente com uma tia materna chamada Luíza e ela era casada com o Marcos, que virou tio por afinidade, eles já estavam na casa dos 40 anos enquanto eu só tinha 26 na época, eu era recém formado em agronomia, e meus tios moravam na capital de S.Paulo, e eu vim do interior de Minas Gerais, meus pais eram agricultores numa pequena cidade do triangulo mineiro, eu fui pra S.Paulo justamente para fazer uma pós graduação na área de agronomia que ia ser muito útil onde eu morava, considerando que eu não tinha pretensões de me mudar pra uma cidade grande.

     Eu já fazia um mês que eu estava morando com eles, quando num fim de semana prolongado de carnaval, eles receberam a visita de outro casal de colegas deles vindo do Rio de Janeiro, e eu nem imaginava o que ao acontecer  naquele fim de semana justamente eu um capiau do interior não estava acostumado com as modernidades da cidade grande, esses cariocas eram bem liberais, fui descobrir isso da maneira mais gostosa que eu podia.

Eles chegaram na madrugada de sexta pra sábado de carnaval, por ter viajado de carro mais de 400 kms estavam exaustos foram logo dormir e dormiram até quase meio dia do sábado, e eu tambem aproveitando que todos esticaram na cama tb dormi até bem tarde apesar de eu estar acostumado a levantar cedo, no sábado por ser tarde e para não fazer almoço fomos todos almoçar num restaurante próximo sistema self service, e na noite por falta de opção ao terminar a novela ia passar o desfile das escolas de samba de S.P., então alguém sugeriu jogarmos baralho, estávamos em 5 então fomos jogar caxeta de 7 pontinhos e jogamos até de madrugada.

No domingo como no sábado todos acordaram tarde, resolvemos lanchar em vez de almoçar,  depois a gente ia comprar uma carne para assar a noite. Durante a tarde nós e os três homens ali presentes começamos a jogar caxeta colocamos umas linguicinhas na churrasqueira pra ir beliscando enquanto isso a Luiza e a Claudia preparavam uma porção de batatinhas fritas, depois elas vieram jogar com a gente e
passamos a tarde toda jogando beliscando regado a cerveja e depois outras bebidas mais forte, o calor  do verão estava na casa dos 30 e poucos graus, o que não era tão calor para o casal carioca, mas para minha tia paulista era bastante calor, eu e o resto do pessoal já estava meio alto por causa da bebida, vi que a Claudia estava sempre saindo indo buscar mais petiscos pra gente, só então que notei o quanto era curto o shortinhos que ela usava, a Claudia era mais nova que a tia Luiza, devia ter uns 35 anos mas era gostosa pra caramba, a tia Luiza tb não era de se jogar fora, resumindo eu a comia com os olhos, e as duas estavam na cozinha fazendo umas batatinhas fritas pra servir de tira gosto para acompanhar o pessoal que tava  bebendo   cervejas geladas para matara a sede ei só observava que a Claudia  estava demais naquele shortinho bem curtinho e uma blusinha baby look, e o Diego marido dela  muito sacana colocou uns funks enquanto elas fritavam as batatinhas, e foi por tras dela agarrando-a,  e puxou-a para dançar, deixando só a tia Luiza no fogão  e saiu dançando com ela, ambos já estavam altos mas que não sou de beber estava só enganando como copo na mão, maneirando nos  goles de cerveja, e a  temperatura estava subindo e não era por causa do calor do verão.
O Diego meio alto sugeriu da gente jogar  cartas. e na sala  tinha uma mesa no canto redonda onde a gente já tinha jogado no dia anterior, começamos a jogar e eu mesmo que disfarçadamente secava a Claudia, e o Diego sacou nossa troca de olhares  maliciosos e por já estar bebado ele ficou provocando, o funk rolava solto, entre uma mão e outra ele pedia pra Claudia dançar, e como num bom funk descer até o chão, e ele olhava pra nós e dizia, ela não tem um popozão de dar inveja, o que é claro todos os homens presente concordaram.
A Claudia ficava sem jeito, mas no fundo estava adorando fazer aquela provocação pra nós três homens, que continuavam jogando, até que a certa altura o  Diego propôs a gente jogar um strip-poquer. quando ele percebeu que eu fiquei meio ressabiado, por ser o mais novo e por ser do interior eu era o mais comedido, então ele me foi logo me tranquilizando, dizendo calma garoto fica na sua e deixa rolar, e a Claudia não se fazia de rogada  e todos meio bêbados riam sem parar, e ela continuava a provocação sentando no colo dele e me desafiava  para que eu jogasse, meio sob pressão acabei topando pra ver no que ia dar aquilo, e ele foi estabelecendo as regras que eram simples, em vez de dinheiro as apostas seriam as peças de roupa que a gente teria que tirar caso perdesse.
Nesse momento eu já estava muito excitado e tava doido era pra ver ela pelada, imagino que o Marcos marido da Luiza minha tia estava todo aceso também, e  deixei o jogo rolar. só não queria que fosse eu o primeiro a tirar a roupa, a Claudia por ser nova no  jogo de cartas perdia uma rodada atrás da outra. enquanto o Marcos e a Luiza tinha perdido só a parte de cima, o Marcos e eu estava só sem camisa e a Luiza sem blusa mas ela tava com a parte de cima um sutiã do biquini, já a Claudia já estava só de calcinha e o funk rolava solto, e cada vez que ela tirava uma peça de roupa ia pro centro da sala dançava um pouco e rebolava  até o chão balançando aqueles lindos seios, aquilo tinha virado uma  festa, ainda mai pra mim tudo era novidade, enquanto o Diego dava gargalhadas e  a beijava e a todo momento olhava pra mim e perguntava se eu não achava aqueles melões lindos,  lindos. Eu ficava sem jeito mas no fundo eu estava era maluco pra pegar neles.
Rodada vai, rodada vem, bebida rolando solta, já estávamos quase todos pelados, eu então púde observar o quanto a tia luiza peladona também era gostosa apesar de ter quase o dobro da minha idade, enquanto isso a Claudia estava a mil, sentava no colo do Diego ele a bolinava, mamava em  seus peitos, e naquele climão o Marcos e a tia Luiza também se beijavam  a essa altura já ninguém estava mais ligando para o
jogo de cartas o clima era de sexo, o Diego levantou Carla,  e a deitou sobre a mesa com as pernas abertas.e começou a chupa-la, olhei para o outro lado a Tia Luiza o Marcos estavam na maior transa, eu estava ali sobrando sem mulher, mas a cena estava tão favoravel que comecei a beijar a Claudia enquanto o Diego a chupava,   sua bucetinha  toda molhada. ela urrava de tesão, aquilo virou uma suruba a 5 porque o Diego ao me ver beijando a sua mulherzinha falava pra ela assim: 
– Isso amor, seja  putinha pra ele também,e olhava pra mim falando, mata teu tesão e realiza tua fantasia. de foder com a Claudinha, vem, e continuou chupando, me aproximei de pau duro e ela ela agarrou em meu caralho e chupava, mordia, gemia, cuspia, esfregava-se toda. Era uma cadela no cio. E nós, seus dois cachorros.em seguida, ela desceu da mesa ficou de joelhos e inclinou-se apoiado no assento da cadeira com o rabão apontado para mim, pronto para a festa. aquele cuzinho, cor de rosa, piscava pra mim enquanto ela chupava seu marido  eu metia a língua em sua buceta e no cu até metia a pontinha da língua dentro de seu orifício e ela ficava cada vez mais louca de tesão e nós também.a essa altura, estávamos todos embriagados pelo álcool e pelo tesão. eu a Claudia o Diego e os tios,a Claudia me apontava sua linda bunda rosada, com seu cu piscando, e sem nenhum pudor disse.
– Pode meter no meu cuzinho se quiser
- Imagina se eu ia rejeitar tal oferta, fiquei doido e fui metendo minha vara naquele cuzinho quentinho enquanto ela la foi forçando de ré contra meu corpo  para sentir minha vara toda enterrada nela euqnaot ainda chupava o Diego que demorava a gozar talvez porque estivesse bebado, eu aproveitei, enquanto metia no cu da Claudia por cima vi a tia Luiza dando o cu pro Marcos também, a suruba estava formada, pensei comigo depois da Claudia vou comer a tia Luiza também, e continuei, a penetração  depóis o diego disse que queria ver a puta dele dando pra dois machos ao mesmo tempo, foi quando rolou uma Dupla penetraçlão, o Diego deitou-se e a  Claudinha foi por cima inclinando-se pra frente onde continuei comendo aquele cuzinho rosado.e quando ele a penetrou por completo, ficamos os três ligados e cada um do seu jeito. eu ficava mexendo, dando estocadas na bunda de Claudia e Diego estocava em sua bucetinha. pude até sentir nossos paus roçarem um no outro separados apenas pela membrana que separava a buceta do cu da Claudinha, Teve momentos que Claudia urrava de prazer, gozou e ficou enlouquecida e pedia  mais queria ser devorada. 

Quando Eu e o Diego terminamos com a Claudinha ele foi pro lado da Luiza e do Marcos que já tinham terminado a transa deles e estavam deitados no sofá, o Diego foi logo dizendo Marcão agora nos dois vamos comer sua mulher e não adianta dizer não, e foi bom o Diego tomar a iniciativa porque eu  mesmo não sei se teria coragem de tal atitude mesmo ela estando ali pelada do nosso lado, então o Marcos na maior disse ela é toda de voces, já que voce vai comer minha mulher eu posso comer a sua e foi pro lado da Claudia, na verdade eu acho que o Marcos estava era louco pra comer a Claudinha também porque ela era bem mais nova e mais gostosa que a tia Luiza, e foi pra cima da Claudia enquanto a gente deu um trato na Tia Luiza e fizemos exatamente da mesma forma que tinhamos feito com a Claudia, eu comi o cu dela enquanto o Diego comeu a buceta, e em seguida rolou uma DP também, moral da historia no fim da noite eu tinha comido dois cuzinhos e nenhuma buceta, mas estava satisfeito afinal essa foi a aventura da minha vida, nem preciso dizer que depois que o Diego e a Claudia foram embora tudo voltou ao normal e nunca mais comi nenhuma das duas porque sobrios eu nunca tive coragem de comentar nada com eles, embora eu tenha o maior tesão pela Luiza até hoj

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MEIA TRAIÇÃO EXISTE?


Conheci o Cleiton quando estava fazendo o 3 ano da faculdade de educação fisica, porque era minha intenção ser professora em alguma academia ou mesmo em alguma escola, eu já tinha 27 anos quando o fato ocorreu.

O Cleiton era um dos nossos professores teóricos e práticos um home no auge dos seus quase 40 anos, e era solteiro por opção segundo algumas fofocas, mas nunca estava só porque no decorrer do semestre eu vi ele com pelo menos tres namoradas, depois fui saber que ele não era adepto do casamento justamente por isso, porque ele gostava de ser livre,

Nas rodas de conversa das amigas mais saidinhas rolava a boca pequena que ele já tinha saido com algumas das alunas, e devia ser fato porque ele era um moreno saradão, boa pinta, vestia-se bem, e estava sempre bem arrumado e perfumado, o Prof. Cleiton ia sempre pra faculdade com um moto grande, acho que era uma bela moto preta e desfilava todo pomposo, eu sempre gostei de moto e achava aquela moto dele linda, claro que o dono também era lindo, ele era o objeto de desejo de quase todas as meninas solteiras da sala  e de algumas casadas também, me incluindo nesse grupo, só que claro as casadas comentavam elogiavam mas não passavam disso enquanto algumas solteira se ofereciam quase que abertamente, só que nunca vi ele se engraçar com nenhuma delas.

por ser professor ele tinha amizade com todos, e comigo a gente desenvolveu uma amizade quase especial eu diria, nos tornamos bons amigos alem da relação professor aluno, mas ele sempre foi um perfeito cavalheiro, até que um dia ele me disse que tinha mudado de apartamento e numa conversa mais reservada ele me perguntou se eu não queria conhecer, respondi que não ficava bem por eu ser casada, e completei se fosse solteira ainda iria, mas não acho prudente, alem do mais não posso chegar muito tarde em casa, ele foi incisivo e falou que que tem, vamos lá, respondi ainda que mesmo
que eu aceitasse não ia pegar bem eu ir na garupa da moto dele, então ele falou já que voce tem esse medo então te pego na outra esquina e dai não vai pegar mal, ainda completou amanhã só vou dar uma aula depois do intervalo, e voce sair antes das duas ultimas aulas nem vai chegar tarde em casa e ele foi tão insistente que acabei aceitando e no dia seguinte depois do intervalo como combinado eu não assisti as duas ultimas aulas, fui até a esquina e lá estava ele, que ao me ver disse ter ficado muito feliz por eu ter vindo, subi na garupa da moto, e eu estava me sentindo muito bem ali, porque eu sempre gostei de moto e de aventura.

Durante o caminho eu só fiquei pensando na maluquice que eu tava fazendo, eu imaginava que ele tinha segundas intenções com aquele convite, eu tinha quase certeza mas mesmo assim eu estava indo com ele ao abatedouro segundo alguns diziam sobre o apartamento dele, na verdade eu estava procurando sarna pra me coçar pensei comigo mesma, então estando eu ainda divagando em meus pensamentos chegamos, ele estacionou a moto na garagem subterrânea pegamos o elevador, até ai então ele um perfeito cavalheiro.

Então ele começou a me mostrar o apto, primeiro a sala, uma pequena area de lavanderia, e na sacada ele tinha uma churrasqueira, fiquei surpresa por ter uma churrasqueira em um apto,  e assim foi, quando passamos pela cozinha ele abriu a geladeira pegou uma latinha de cerveja, me ofereceu falei que não bebia então ele pegou outra latinha de coca e me deu, e ele abriu a cerveja e tomou, ficamos ali conversando um pouco, entre uma conversa e outra acabei comentando com ele que algumas das meninas  solteiras e desimpedidas adorariam estar no meu lugar ali com ele, mas ele me respondeu que não gostava de menininhas solteiras porque elas acabariam querendo namorar ou coisa assim, e que só me trouxera justamente por eu ser casada, e segundo ele as casadas não ficam pegando no pé depois de:,  na hora soube que ele se referia a sexo casual, e que eu tinha sido a escolhida por ele e conversamos mais um pouco ali na sala, já mais a vontade eu perguntei se ele costumava trazer muitas mulheres no seu apartamento, ele me respondeu que só trazia  as mulheres que lhe interessava, isso significava que eu lhe interessava como mulher, e eu fiquei num dilema, ele foi claro de suas intenções a mim me restava encerrar tudo ali mesmo e ir embora, ou então ir até o fim, 

Depois de terminarmos a bebida  ele disse que não tinha mostrado tudo e que ainda faltava o quarto, que era a principal dependência da casa, nesse momento fiquei com um pé atrás, eu sabia que indo para o quarto iria rolar, eu poderia me desculpar e ir embora, mas  acabei indo com ele até o quarto, e no quarto aconteceu o que eu já imaginava que ia acontecer, e ao me aproximar da cama ele  me abraçou e começou a acarinhar-me, e ainda abraçado caimos na cama e aos beijos já foi tirando minha blusa, a principio eu não queria deixar mas ele de alguma forma conseguiu, e me beijando, eu ainda estupefata pela minha própria atitude, eu meio que queria aquele beijo, ao mesmo tempo meio que arrependida, mas ele continuou até  conseguir tirar minha calça também, mas quando tentou tirar minha calcinha eu não deixei ele tirar  nem meu sutiã. apesar de que eles não escondiam muita coisa mesmo,
Então ele tirou sua roupa também e se posicionou ajoelhado na cama, apontando aquele membro em direção a minha boca,  não me restava outra opção senão chupar, segurei-o com as duas mãos, depois  lambi a glande, passava a lingua em torno da cabeça toda, dediquei-lhe uma bela chupada, eu nem estava acreditando no que eu estava fazendo, mas eu estava ali, com o pau do meu meu professor na boca, chupei e masturbei-lhe até que ele gozou, instintivamente tirei a boca na hora, mas mesmo assim ainda espirrou um pouco do esperma dele na minha boca.
Em seguida ele me deitou na cama fiquei ali estática, e  ele começou a beijar minha bucetinha por cima da calcinha eu fui à loucura. e depois começou a me lamber na virilha e depois na beirada  da calcinha, me deixando louca, ainda mais quando  ele afastou um pouquinho a barra da calcinha e começou a lamber mais perto da minha bucetinha, até que puxou toda a barra para o lado ele lambeu ela, chupou meu clitóris, e eu estava literalmente me derretendo na boca dele num orgasmo continuado aquela sensação estava muito boa, eu estava indo ao delirio quando meu celular tocou, e eu finalmente recobrei a |Lucidez era meu marido  me esperando, pedi desculpas pro Cleiton, disse que eu tinha que ir pra casa porque meu marido tinha ligado expliquei a situação, ele queria porque queria terminar o serviço, mas eu lhe disse que depois daquele telefonema do marido eu não tinha mais condições psicológicas pra continuar, e que não ia ser bom pra nenhum dos dois transar  assim uma rapidinha.

Então o Cleiton mesmo contrariado acabou entendendo e concordando, mas me fez prometer que aquilo não terminava ali, que a gente teria que terminar em outra ocasião,  só assim ele concordaria em  segurar a barra. é claro que   lamentando  por não termos conseguido ir até o final, o que com certeza ele teria conseguido o seu intento que era transar comigo, e faltava muito pouco pra isso quando o telefone tocou, é claro que essa historia não terminou ai mas, dessa vez foi pela metade.

Quando cheguei em casa meu marido estava sentado no sofá  com meus filhos assistindo TV, dei um na testa dos meninos, e por fim beijei a boca do meu marido, só depois que eu lembrei que nem havia lavado a boca que tinha chupado o pau do Cleiton, o fato é que essa história não terminou aí




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CONVENCI MUNHA MULHER A DAR PRA OUTRO

Oi pessoal, meu nome é Paulo e, dando continuidade à série de contos que venho publicando, vou poupá-los das apresentações, pois já as fiz nos dois últimos episódios que publiquei assim com a descrição de minha mulher sobre quem posso garantir que é muito gostosa pra transar e melhor ainda de ver ser fodida por outro macho.
No domingo de manhã, o Ronaldo voltou pra a casa dele. Eu e a Claudia aproveitamos o resto do dia na chácara e só voltamos à noite para casa. O fim de semana foi ótimo.
Durante algum tempo o Ronaldo tentou sair com minha mulher algumas vezes, mas ela sempre o repeliu.
- Foi bom mas, foi só aquele momento,- dizia ela ao rapaz que se mostrou super apaixonado.
Nossa vida sexual continuou quente. Certa noite, eu entrei no quarto e flagrei a Claudia sentada na cabeceira da cama olhando uma foto do Jorge em seu tablete ( justamente a foto que bati quando ele a pegava vigorosamente de quatro na cama), tendo uma das mãos dentro da calcinha. Quando me viu ela nem se abalou, pois não temos segredos um para o outro e continuou calmamente sua contemplação. Sentei-me ao lado dela e olhei a foto maravilhosa, depois a encarei. Ela me fitou com seus olhinhos semicerrados e sua boquinha entreaberta silenciosamente implorando por um beijo. Não resisti e a beijei apaixonadamente. Lentamente, fomos nos deitando, meu pau estava trincando de tão duro. Coloquei minha mão em sua xoxota por dentro da calcinha e assumi o posto que até então era da mão dela e passei a buliná-la. Claudia estava encharcadíssima. Sua boceta praticamente implorava para ser penetrada. Não perdi tempo, tirei sua tanguinha e cai de boca em sua bocetinha loura, depilada e toda rosinha e suguei todo seu melzinho. Ela estava úmida como nunca e uivava de prazer sentindo minha língua explorar sua xoxota.
Quando percebi que ela já estava no ponto para ser penetrada, fui subindo devagar pelo seu corpinho cobrindo-a de beijos até chegar em sua boquinha e beijá-la lentamente.
- Vire-se de quatro. Quero comer você como o Jorge te comeu.
Ela, sem demora, me obedeceu e ficou de quatro arrebitando sua bundinha com marca de biquíni e meti com violência fazendo-a vibrar com os golpes de minhas estocadas, num misto de raiva e tesão por ela estar com saudade do Jorge.
Claudia gemia feito louca gozando num prazer sem fim. Ejaculei também dentro dela e dormimos abraçados de conchinha.
Em outra noite, eu, com muito tesão, resolvi acariciar minha mulher que dormia a meu lado. Massageei sua linda bunda e escorreguei o dedo entre suas pernas buscando a xoxota por cima da calcinha. Ela molhou-se na hora e arrebitou a bundinha.
- Aiiiiiií, Jorge, que saudade. Vem....me come toda, vem....- Disse ela dormindo.
Levei um choque. Estaria ela apaixonada pelo cara? Estaria ele em primeiro lugar em sua vida? Ou seria só vontade de meter com ele de novo? Se fosse só isso, tudo bem, mas e se fosse paixão....? Bem...se fosse paixão eu estaria fodido e isso me apavorava. Meu tesão esfriou na hora e não consegui dormir o resto da noite.
Na manhã seguinte, era sábado, como não tinha dormido mesmo à noite, levantei logo cedo. Minha cabeça rodava num turbilhão de pensamentos absurdos e desconexos.
“Estaria eu perdendo a mulher que amo?- Pensava eu intrigado. Eu tinha que tirar esta história a limpo. Quando ela acordou, eu a chamei para uma conversa depois do café da manhã.
- Claudia...-comecei meio titubeando nas palavras.- Nos últimos tempos eu tenho notado que você tem procurado com certa frequência aquelas fotos que tiramos aquela noite no motel com o Jorge. Noto, também que você excita com a lembrança dele. Por acaso você está com saudade do cara? – Interroguei.
- Sim! Estou.- Respondeu ela na lata. Como já disse, não temos segredos um para o outro.
Gelei na hora.
- Talvez você esteja...apaixonada por ele...?- Falei, pausadamente com medo da resposta.
- Tá louco, Paulo. Lógico que eu NÃO TÔ APAIXONADA POR ELE.- Frisou ela enfatizando as palavras.
- Como é que você tem certeza de que é só saudade e não paixão?
- Porque eu sei muito bem a diferença entre um sentimento e outro. Quase toda mulher sabe.
- E qual é a diferença? – Perguntei enfático.
Ela levantou-se da mesa do café e veio em minha direção, acariciou-me o rosto e disse sorrindo.
- Bobinho! Tá com medo de perder a esposinha é?
Permaneci em silêncio fitando-a.
- Quando uma mulher tá apaixonada por uma cara, ela não pensa em outra coisa a não ser nele. Ela quer estar todas as horas com ele quer ir ao Shopping com ele, quer ir ao cinema com ele, emfim, quer fazer tudo com ele.
- E pelo Jorge não é assim?- Perguntei interrompendo-a.
- Não. Na verdade o que eu sinto pelo Jorge é vontade de transar com ele, pois eu só penso nele quanto tô com tesão e mais nada. Eu só tenho vontade de trepar com ele de novo. Isto porque ele é muito bom de cama. O Jorge é um verdadeiro garanhão e mete muito gostoso e você sabe disso. Com ele eu transo e com você eu faço amor. Com ele é superficial e com você é profundo. Com ele é apenas sexo e com você é toda minha vida. – Terminou ela dando-me um beijo molhado.
- Eu te amo muito, querido.- Falou ela fitando-me com seus lindos olhos azuis e com os braços em torno do meu pescoço.
- Eu vivo muito bem sem o Jorge ou qualquer outro homem. Sem você minha vida não tem sentido.
Nos beijamos. Meu pau estava duro como pedra e transamos ali mesmo na cozinha. Ela se apoiou na pia, arrebitou ainda mais sua bundinha tesuda, abriu as pernas e dobrou levemente os joelhos para frente. Eu puxei sua calcinha de lado e meti gostoso em sua bocetinha quente e respirei aliviado por saber que ela ainda me amava de verdade.
Naquele dia me senti mais seguro ainda para viver com ela aventuras deixando-a livre para explorar sua sexualidade.
Aquela transa tinha começado na cozinha e acabou no quarto e, como era sábado passamos a manhã toda dormindo. Eu acordei no final da tarde e fiquei observando-a dormir. Aquele corpo nu perfeito
e torneado a deitado a meu lado com marca de biquíni trazendo a lembrança das mãos de Jorge vasculhando todos os seus recantos mais íntimos; os beijos molhados e aquele cacete enorme se afundando naquela bocetinha depilada e apertada fazendo-a revirar os olhos entre gemidos de tirar o folego totalmente submissa àquele macho. Todas estas lembranças me deixavam louco.
“- Ela é linda demais e merece todo prazer do mundo e com quem tiver vontade”
Eu a acordei sussurrando em seu ouvido e dando leves mordiscadas no lóbulo de sua orelha. Ela abriu os olhos e sorriu.
- Tá querendo me comer de novo é?- Sussurrou ela languidamente em um risinho safado.
- Não. Tô apenas querendo conversar um pouco, te perguntar algumas coisas.
-Perguntar o quê, por exemplo?- Falou ela me fitando com sua cara de sono.
- Se vice quer transar com o Jorge novamente.
- De repente...Você deixa...? Eu dar pra ele de novo?- Disse-me ela com seriedade.
-Depois do que você me disse hoje de manhã, eu deixo você trtansar a vontade com quem você quiser.- Falei na lata.
Ela sorriu e me beijou eufórica quando eu dei o número dele e, ansiosa, ela passou o resto da tarde teclando com ele.
À noite], ela veio toda dengosa.
- Você deixa mesmo eu transar com ele de novo, amor?
- Claro
- E não vai se importar se eu convidá-lo a passar o próximo final de semana com a gente no sítio?
- Claro que não me importo.
O sorriso de alegria se estampou no seu rosto. Combinamos então que passaríamos o próximo sábado e domingo juntos os três no sítio.
A partir desse dia fiquei mais seguro em relação aos verdadeiros sentimentos dela por mim e pelo Jorge.. Senti-me mais dono da situação, mais à vontade pra curtir minha tara e proporcionar mais prazer a minha esposa.
Propus então a ela de irmos no sábado logo pela manhã. Passei mensagem ao Jorge e combinamos o horário. Dei o endereço a ele que disse que chegaria um pouco mais tarde, ali pelas dez.
No sábado bem cedo partimos. Eu já tinha dispensado os funcionários para o fim de semana. Queríamos o sitio só para nós três.
A Claudia estava linda usando o biquíni amarelo que lhe dei de presente, contrastando com sua pele dourada. Não é fio dental, mas é bem pequeno e marca seu corpinho realçando sua linda bunda; sua boceta saliente e seus seios durinhos e empinados.
Ela não quis ficar a beira da piscina, pois o sol estava forte e, após um mergulho, estendemos uma toalha bem grande no gramado um pouco afastado da piscina mas embaixo de uma árvore e nos deitamos lado a lado. Claudia ficou de bruços e pus-me a acariciar suas costas e seus cabelos loiros. Ela dormiu e eu fiquei observando antegozando o momento de ver sua bocetinha linda sendo castigada pelo monstro de vinte e dois centímetros que estava a
caminho. Meu pau estava super duro sob a sunga até que ví meu celular acendendo na grama a meu lado. Era o Jorge dizendo que já estava no portão de entrada. Levantei-me bem devagar para não acordar a Claudia e fui busca-lo.
Nos cumprimentamos e ele perguntou por ela. Eu disse que ela estava dormindo no gramado e combinamos de fazer-lhe uma surpresa.
Quando saímos para o gramado, o que vimos foi a coisa mais linda que a natureza podia nos proporcionar. A Claudia dormindo de bruços com sua bundinha arrebitada para o céu e marcada pelo biquíni. Jorge, imediatamente, tirou a roupa e ficou só de sunga, chegou perto dela e deitou-se a seu lado. Bem lentamente, desceu a mão pelas costas de minha esposa deslizando os dedos entre suas pernas onde se deteve massageando sua bocetinha por cima do biquíni enquanto lambia, de leve, sua nuca. Ela foi acordando bem devagar.
- Aiiii... Paulo.- Gemeu ela e se virou.
Seus olhos se acenderam quando viu que era o macho que ela adora.
- Jorge! Que saudade.- Falou ela se agarrando a ele e beijando-o com paixão.
Eu me sentei no chão e fiquei curtindo aquela cena linda do dois lado a lado deitados no chão se acariciando e beijando com paixão matando a saudade .
O Jorge, como eu já disse em outras oportunidades, não é um cara bonito. Cinquentão, careca, magro e com algumas rugas de expressão a vincar-lhe o rosto, mas minha mulher o deseja e o deseja muito. O tesão que ela sente por ele é enorme.
Se tem uma coisa que a Claudia sabe fazer bem é beijar, e quando está com tesão então é maravilhoso. Seus beijos molhados estalam na boca de seu amante enquanto este acaricia sua coxa e sua bunda com aquela mão enorme.
Então ele escorrega a mão pela parte de dentro da coxa de minha esposa fazendo-a abrir as pernas. Ele então enfia a mão por dentro do biquíni e vai acariciando a bocetinha saliente e depilada de minha mulher que solta um forte gemido de prazer. Ele a penetrara com o dedo. Claudia está super excitada, quase enlouquecida e seus seios parecem que vão furar o biquíni de tão durinhos que estão.
-Quero teu pau e quero agora. Mete em mim, mete, meu gato.- Ordenou ela.
Ele a obedece. Rapidamente, ele retira a sunga e aquele pau enorme e grosso pula para fora balançando. A Claudia está completamente entregue e o aguarde de pernas abertas sobre a toalha no chão.
Jorge não retira a tanga do biquíni, apenas a puxa de lado deixando a boceta molhada e cheirosa de minha esposa exposta. Ele se ajeita entre as pernas dela e, como na primeira vez, fica passando aquela cabeçona entre os grandes lábios daquela xoxotinha para, em seguida, encaixá-la na entradinha e vai forçando, abrindo caminho entre as carnes macias e rosadas daquela
lourinha linda que se entrega a ele com desejo.
- Claudia não consegue articular palavras, apenas geme gostoso com sua vozinha rouca no mais puro tesão.
- Que bocetinha apertada...- Fala ele também embriagado de desejo. As pernas dela o envolvem cruzando os calcanhares em suas costas enquanto ele a penetra fundo com estocadas vigorosas que fazem o corpinho dela tremer em baixo dele.. Jorge a beija e Claudia geme dentro da boca dele ecoando um efeito enlouquecedor. Fico doido e gozo sem nem mesmo tocar em meu pau. Estas cenas me fascinam. Toda aquela transa é maravilhosa. Ela tem um orgasmo avassalador e grita se agarrando nele. Ele, por sua vez, acelera as estocadas e goza dentro dela se contorcendo todo.
Exaustos, deitam-se lado a lado. Então eu os deixo a sós e vou para a churrasqueira para preparar o almoço enquanto os amantes põem a conversa em dia.
À noite, servi o jantar. O Jorge estava alinhado com uma roupa social muito elegante e minha esposa, super produzida em um vestido branco de alcinha com meias 7/8 também brancas de ligas presas à cintura realçando suas coxas grossas e bronzeadas.
Jantamos e conversamos animadamente. Depois, me ofereci para tirar a mesa enquanto os dois foram para a sala namorar no sofá.
Servi-lhes vinho e me sentei a alguma distancia para observá-los, mas não muito longe, pois queria ouvir o que diziam. A cena era linda. O casal sentado juntinho cada qual com uma taça de vinho e se olhando apaixonados.
Isso já não me incomodava, pois sabia que os sentimentos dela por mim eram superiores assim como os meus em relação a ela.
Minha esposa, sensualmente com suas pernas cruzadas exibia sua coxa fenomenal envolta por meia branca, cujas ligas apareciam levemente pelas barras do vestido que subira, enquanto, Jorge, com dois botões da camisa bege abertos exibia parcialmente seu peito com alguns pelos já brancos.
-Eu tava com muita saudade de você, Jorge.- Fala ela olhando-o nos olhos.
- Eu também tava morrendo de saudade de você.- Diz ele após bebericar um gole do vinho.
Claudia sorri seus dentes brancos emoldurados pelo batom vermelho em seus lábios carnudos e lhe acaricia o rosto satisfeita por tê-lo ao alcance das mãos.
- Nunca mais esquecia aquela noite no motel com você. Vivi outras experiências de lá para cá, saí com outras garotas mas, nenhuma igual a você. Falava ele encarando minha esposa nos olhos que, aquela noite eram dele. Ela toda era dele até que o dia amanhecesse.
- Bobo!- Falou ela sorrindo ainda acariciando seu rosto.- Eu não sou tão fantástica assim vai.
- É sim! Você é a mulher mais linda e gostosa que já foi pra cama comigo. Alias, pra dizer a verdade, não sei o que você viu em mim.
- Eu te adoro, meu preto. Você me dá muito tesão. Esse seu pintão grosso me deixa doida e o carinho com que você me trata misturado ao desejo que você demonstra por mim só aumenta minha vontade de dar pra você. – Falava ela ofegante, sua boceta já devia estar encharcada e seus durinhos e pontudos pareciam querer saltar fora do vestido.
- Eu dou pra você a hora que você quiser. – Continua ela – Você pode tocar meu corpo onde e como você quiser . eu sou tua.
Nessa hora ,ele coloca a taça sobre a mesinha de centro, ela o imita e, logo em seguida os dois se abraçam e colam os lábios em beijos molhados e estalados..
A mão dele pousa sobre o joelho de Claudia e faz com que ela descruze as pernas abrindo-as e deslizando pela parte de dentro da coxa até alcançar a boceta a qual foi acariciando por cima da calcinha branca. Neste momento eu me sentei um pouco mais de frente para eles para poder aprecias melhor aquela cena maravilhosa. Minha esposa com as pernas abertas tendo a mão de Jorge entre elas enquanto se beijavam e gemiam ao mesmo tempo.
Sem poder conter mais o tesão, ela puxa o decote do vestido para o lado libertando seus seios que pulam para fora se oferecendo ao macho. Jorge os abocanha e os suga com desejo.
- São perfeitos,- balbucia ele.
- São seus,- geme ela.
O pau dele está super duro o parece querer rasgar a calça e pular sobre a fêmea gostosa que o excita.
- Quero chupar teu pau.- Decreta ela.
Jorge rapidamente solta o cinto e se livra da calça e da cueca libertando aquele mastro negro.
Claudia ainda cobrindo seu amante de beijos, desliza a mão sobre aquele membro e o massageia retribuindo a caricia que ele lhe fizera, para, logo em seguida debruçar-se sobre ele e envolve-lo com os lábios.
Meu pau estava rachando ao ver minha mulher se deliciando ao realizar todos os desejos daquele macho e os dela.
Jorge geme e revira os olhos. Ela estava de joelhos no chão com a bundinha arrebitada para mim, sua calcinha enfiadinha me deixaram louco e não resisti. Fui até lá, puxei a calcinha de lado e me pus a chupar com gosto
aquela bocetinha cheirosa e depilada, preparando-a para o pau do Jorge. Ela gemia feito louca.
- Não aguento mais, minha gata, vem e senta nele com essa bocetinha apertada. – Disse ele louco de tesão.
- Tudo o que você quiser, meu homem. – Fala ela sorrindo languidamente e se encavala nele rebola sobre aquela vara esfregando a xoxota nele por cima da calcinha. Jorge já não aguenta mais de tesão e desliza as mãos sobre a bunda dela assumindo o comando da transa. Com uma das mãos ele puxa a calcinha de lado e com a outra encaminha a tora para a entradinha da boceta e a penetra com vigor fazendo com que deslize todo para dentro.
Aiiii... que delicia...- Geme ela em êxtase sentindo-se preenchida.
Claudia fica parada curtindo enquanto ele mete gostoso fazendo com que aqueles seios maravilhosos balancem sobre seu rosto. Ela arrebita a bunda e posso ver aquele pau enorme sendo engolido por sua xoxotinha enquanto seu cuzinho lindo parece clamar por mim. Ela adora fazer anal comigo, diz que tenho jeito e não resisti, corri para o quarto e peguei o KY e lambuzei meu pau todo. Eu então me ajeitei atrás dela. Jorge parou os movimentos percebendo minha intensão e abriu a bunda dela com as duas mãos para facilitar minha entrada. Claudia ficou quietinha me esperando. Eu então a penetro bem devagar. Depois, eu e Jorge iniciamos os movimentos alternadamente fazendo com que Claudia experimentasse uma dp pela primeira vez na vida. Foi uma sensação única para nós três. Eu e o Jorge podíamos nos sentir roçando nossos membros um no outro dentro dela que delirava e gemia feito doida. Depois de alguns minutos eu senti que ia gozar e tirei o pau pra fora ejaculando sobre a calcinha dela enquanto Jorge ainda meteu com vigor por algum tempo mas ejaculou dentro dela que já estava quase desfalecida pelos orgasmos que teve.
Exaustos, os dois se beijaram ofegantes. Em seguida, Claudia me olha e dá uma piscadela satisfeita. Depois, os dois, de mãos dadas subiram as escadas em direção ao quarto, ela ainda vestida e com as meias 7/8, embora desalinhada e o Jorge nú.
Eu resolvo deixar que o casal desfrute do resto da noite sozinhos, com privacidade. Eles merecem... A Claudia merece.
Tomo um banho frio e vou para o quarto de hospedes. Durante a noite escuto os dois transando até alta madrugada até que silenciam de vez.
Ouço barulho de chuveiro . Mais tarde, a porta do quarto em que estou se abre e minha mulher aparece com os cabelos loiros molhados e vestindo apenas uma camisa branca minha.
- Posso dormir aqui com você?- Pergunta ela fazendo dengo.
- Ué! Pensei que você quisesse dormir com ele...
- Não. Você sabe muito bem que não consigo ficar longe de você por muito tempo. – Falou ela com o dedinho na boca.
- Eu ter amo, Paulo, muito viu. – Falou isso e se aninhou em meu peito
- Gosto muito dessas aventuras com você. Talvez possamos tentar algo diferente. – Falou ela e, antes que eu percebesse, dormiu.

Continua

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NÃO SEI COM QUEM TRANSEI NO CARNAVAL PASSADO

Tudo aconteceu quando eu e meu marido resolvemos convidar alguns amigos mais chegados para passarem o carnaval conosco na nossa casa de praia,  esses amigos nossos são da turma que a gente fez amizade a anos na academia de ginastica que frequentávamos,  quase todos sarados inclusive eu,  fomos  em três casais,  e dois outros solteiros, era pra ir mais gente pra fazermos uma festa legal, mas no fim alguns resolveram ir pra ouro destino.

Chegamos na sexta feira ja tarde da noite e pouca coisa dava pra ser feito alem de dormir, mas já no sábado foi intenso levantamos meio tarde e o pessoal resolveu fazer um churrasco onde já começou a rolar bastante bebida, e depois do churrasco apesar da gente ser da geração saúde, mas era carnaval então o pessoal extrapolou um pouco mais e
rolou muita azaração e bebida a tarde toda, por ser praia estavamos todos em trajes sumários, e meu marido adorava provocar a galera que ali estavam e estava a todo o tempo me beijando e passando a mão na minha bunda  na frente deles, as vezes me encoxava por cima do biquini, e os outros dois casais colegas nossos também faziam algo semelhante, afinal era carnaval e tava tudo liberado, o problema é que os solteiros estavam sem mulher e nem precisa dizer que os dois ficavam acesos e meu marido bêbado provocava-os aina mais  tipo, então Marcos, voces não gostariam de ter uma gostosa assim como a Daise??  e ele  respondia claro a Daise é a maior gostosa mas tem dono, e o Carlos o outro solteiro só ficava na dele, e quando fomos dormir já estávamos todos  altos por causa da bebida,  

E isso se repetiu no domingo o dia inteiro, e na noite de domingo  por volta das 22 horas o pessoal todo sem fazer nada na casa sugeriu que a gente pedisse  pizza, que para acompanhamento cerveja e caipirowsca, inclusive eu acho que acabei tomando demais, confesso que fiquei bem altinha e alegre, o Julio meu marido já estava pra lá de Bagdad, e como no dia anterior o Julio começou a me exibir, passar a mão, encoxar, enquanto o casal Lucia e Everton também rolava aos beijos nos colchões  que a gente tinha estendido no chão na sala onde estava a TV, eu  meio bebada senti quando o Carlos um dos rapazes solteiros veio tirar uma casquinha em cima de mim, por sinal ele era o que tinha bebido menos e estava bem sóbrio, ele e o Marcos, os dois solteiros por incrivel que se pareça , e eu pensava comigo: eu acho que os dois conversaram entre si para me sarrearem porque  os dois  não desperdiçava uma chance de dar uma encoxada em sem que os outros notassem e quando passavam por mim.  e sempre davam um jeito de roçarem  seus paus em minhas coxas ou em minhas nadegas.e pelo volume que via nas bermudas deles só ficava imaginando o tamanho de cada um. 


O resto da noite  ficamos ali na sala uns deitados outros sentados no sofá contando piadas a maioria de sacanagem ou erotica, e todo mundo rindo sem parar até altas horas, o Julio meu marido estava caindo e bebado, e já era madrugada quando os outros dois casais foram para os respectivos quartos enquanto eu e o Julio que já estava dormindo até roncando em  um dos colchões da sala e foi preciso pedir ajuda para o Carlos e o Marcos para eu leva-lo pra nossa cama,  os dois   dormiam nos colchões na sala, depois que me ajudaram levar o Julio pra cama, não demorou muito um silencio total, todos estavam desmaiados, inclusive eu mas eu  normalmente demoro em pegar no

sono porque tenho um sono leve mas acabei cochilando, eu estava até sonhando, voando nas nuvens, senti como se uma mão de alguem por trás de mim começou a deslizar suavemente pela minha cintura, em movimentos da coxa até os seios indo e vindo, que caricia gostosa eu estava vivenciando nesse devaneio,  essa mão  deslizava por minhas pernas, minha virilha até senti sua respiração atrás de mim ofegante, depois aquela mão alisava minha bundinha meus pelos estavam ouriçados, estava sendo uma delicia de sonho, um dos mais gostosos que eu já tivera, e eu estava adorando essa ousadia pois meu marido estava dormindo ali do lado, eu estava adorando aquilo tudo, eu estava me sentindo nas nuvens fiquei imovel nem me mexia, até me ajeitei melhor para que o sonho não acabasse. Senti quando ele baixou a minha calcinha
até a altura dos joelhos, e aquela mão  foi  tocando no meio das minhas pernas na minha xaninha, toques suaves, massageando, e eu ali de olhos cerrados vivenciando tudo, e com aquele dedo passeando por minha bucetinha e meu grelinho, fiquei toda molhada, ele enfiava no meu buraco vaginal,  onde parava um pouco, depois serpenteava e voltava até meu cuzinho e tentava enfiar a ponta dentro, brincava um pouco ali e depois voltava pra minha bucetinha e sentia ela bem no fundo, meus liquidos já eram abundante, pra mim aquele sonho estava se tornando muito real,

E meu amante anônimo mais confiante resolveu ousar um pouco mais retirou totalmente a calcinha  o resto que ainda faltava e enfiou seu pau comprido dentro da minha bucetinha e começou a me foder até me arrepiar toda até eu  gozar, e gozei  tão prazerosamente que não queria acordar,  e em meu sonho nem tive coragem de me virar pra ver quem era o meu algoz, ou melhor o meu anfitrião do prazer que depois de ter gozado se acalmou e ficou ali do meu lado, foi então que me despertei  e  caí na realidade, alguem real estava ali me comendo não era um sonho,  fiz um movimento brusco e tentei pular da cama, mas antes que pudesse ver quem estava ali comigo esse alguém com uma mão  tapou meus olhos e com a outra a minha boca pra eu não gritar,  a escuridão dentro do quarto era tanta que não dava para ver nada a minha volta.

Quis falar alguma coisa, mas meu visitante tapou minha boca, e fez um shiii!!! Pedindo silêncio. Tentei me desvencilhar, mas quem estava comigo fez questão de me mostrar que não saía do meu quarto sem antes me foder de todas as maneiras, pois mesmo com o susto o pau do meu visitante continuava duro que nem uma rocha e ele fez questão de levar minha mão  para conferir que o pau dele estava duro, e pelo tamanho e pela grossura pude perceber que não era um pauzinho qualquer, fiquei apavorada porque meu marido estava dormindo ao lado na mesma cama deu uma mexida, mas estava tão bêbado que só virou para o lado e continuou dormindo.

Se realmente quisesse, poderia evitar aquele “pseudo estupro”, mas o tesão falou mais alto que a razão, afinal eu estava gostando daquela situação de perigo e prazer,  resolvi deixar acontecer pra ver no que ia dar e só a ideia  de ser fodida por um pau grande de um desconhecido, sempre foi  uma das minhas fantasias.

Claro que em sã consciencia eu nunca tive coragem de realiza-la, mas estava acontecendo por conta do  destino que as vezes nos prega peças, e coisas  que nunca imaginamos ser possivel acontecer um dia acaba acontecendo, era uma oportunidade rara  então resolvi liberar de vez meu lado devassa que estava embutida dentro da mulher certinha que até então nunca tinha traído o maridão.

meu visitante tirou  a mão da minha boca e como continuei calada, ele me colocou de ladinho e  forçou a cabeçorra de seu pau. ao encontro do meu cuzinho, então falei aí não, então ele segurou forte na minha cintura e atolou o pau na minha bucetinha que estava melada, mas ele enfiava na buceta e pegava a cabeça e passava no buraco do meu cuzinho, com o dedo ele aproveitou meus proprios liquidos e melecava todo o meu cuzinho, percebi que ele  com certeza ele estava me preparando para enfiar aquela tora no meu buraquinho, apesar da minha negativa ele insistia e o meu receio era se conseguia agasalhar aquilo tudo dentro do meu cu sem me arrombar toda.
E meu anônimo amante trabalhou bem na minha bucetinha, que não ofereceu nenhuma resistência apesar do tamanho  daquela tora que foi entrando laceando-me  fazendo a coitadinha atingir seu grau máximo de elasticidade, pude perceber que além de bem maior era também mais  grosso que o pau do meu marido aquele pau ia abrindo passagem pelas minhas entranhas atingindo lugares nunca antes atingidos pelo pau do meu marido e até o momento ele tinha sido o único homem que tinha me possuído intimamente e quando aquela tora começou a forçar meu útero fiquei  apreensiva pelo estrago que ele poderia me fazer, mas ele sabia como foder uma mulher.

Aos poucos aquele homem começou a tirar e pôr seu pau novamente na minha bucetinha, e depois de muitas bombadas não aguentei, gozei com aquela tora atolada toda na minha bucetinha que jorrou liquidos de prazer, e o líquido que saia da minha cavidade vaginal lubrificava ainda mais permitindo que aquele cacete entrasse e saísse em movimentos contínuos fazendo estremecer meu corpo inteiro quando gozava.

O pior é que não podia gritar porque meu marido estava bêbado ali do lado, mas minha vontade era de fazer  escândalo dentro do quarto, e o ritmo das estocadas se tornaram mais intensas e de repente sinto aquele pau pulsando dentro de mim, senti  golfadas do esperma dele me inundando toda, o tesão de quem estava comigo era tanto que seu pau nem chegou a amolecer depois de ter gozado, em momento algum ele parou de acariciar meu corpo, eu mesmo sem saber quem era eu correspondia seus carinhos.

E nesse dengo  ele me virou de bruços, pincelou seu pau na minha bucetinha e atolou de uma só dei um gemido abafado pelo travesseiro ele novamente ele fodia minha bucetinha em um ritmo alucinante mas controlava seus impulsos para não fazer tanto barulho quando nossos corpos se encontravam, e eu claro colaborava rebolando forçando minha bundinha pra cima quando ele socava até o fim e amenizava os movimentos, depois de um tempo fodendo minha buceta, ele lubrificava o dedo com a própria saliva misturado com meus liquidos e
enfiava no meu cuzinho, primeiro um dedo, depois dois e não demorou em estar com três dedos atolados no meu cuzinho. nesse momento eu já sabia que ele não sairia do meu quarto sem antes enfiar aquele monstrengo em meu buraquinho, só me restava colaborar e pra facilitar o serviço comecei a rebolar mostrando que ele tinha sinal verde pelo menos eu ia tentar receber aquela sua tora na minha bundinha, nem que ficasse na  só tentativa.

Fiquei muito apreensiva quando senti a cabeça seu cacete forçando a entrada do meu cuzinho, tentei  falar alguma coisa e ele tapou minha boca eu acho que ela imaginava que iria gritar... !!! Aos poucos ele foi empurrando e seu pau e foi abrindo passagem, e aos poucos meu cuzinho foi sendo preenchido literalmente, ele começou movimentos suaves de vai e vem até que aumentou o ritmo,  conforme o ritmo das estocadas que ele dava eu ficava mais à vontade ele Continuou a foder meu cuzinho e eu estava conseguindo aguentar aquele pau me arrombando eu fazia de tudo para me controlar e não gemer alto demais por causa da dor,  alguém poderia escutar. então me segurei o máximo até que ele gozou, 

Quem estava comigo ao sentir  meu corpo tremendo e tentou abafar meus gritos, mas segurou forte na minha cintura e atolou  fundo meu cuzinho coitado estava sendo arrombado e eu não podia nem gritar, senti de novo várias golfadas  inundando meu intestino, e quando  acabamos de gozar ainda de bruços estirei-me na cama e ele caiu por cima e ficou um tempinho assim,  conforme seu pau amolecia, aos poucos foi saindo de dentro do meu cuzinho deixando um vazio enorme, e  de dentro do meu buraquinho escorria o esperma dele, ele se levantou se limpou e se foi, Ele fechou a porta do quarto com cuidado para não fazer barulho no fim ele não me falou quem era e eu não perguntei, achei melhor nem saber.

Quando ele se foi passei a mão no lençol e percebi que estava muito molhado, ainda escorria porra por meus dois buracos que fora invadido a pouco,  Depois que meu comedor saiu, esperei um pouco e acendi a luz. Fiquei preocupada com o tamanho da mancha que tinha ficado sobre o lençol, 
quando meu marido acordasse e visse aquilo, saberia que tinha rolado  sacanagem e não tinha sido com ele, eu  não tinha como dar uma explicação coerente, então de manhã quando meu marido acordou e foi até o banheiro tomar banho, antes que ele voltasse   troquei a roupa de cama conforme me limpava eu ia avaliando o estrago que aquele cacete enorme tinha feito nos meus buraquinhos, estava toda esfolada tanto no cu quanto na buceta. 

Depois fui para até a lavanderia ainda com as pernas  meio abertas porque eu estava esfolada, e logo o pessoal todo foi se levantando, enquanto uns preparava o café outros continuavam deitados, e eu ainda estava lavando os lençóis quando a Angela  me viu lavando a roupa  veio até onde estava e perguntou:
- Por que está lavando roupa nessa hora?
Dei a desculpa de ter exagerado na bebida e ter vomitado 
-Ela riu e saiu dali
Até hoje não sei  quem me visitou naquela noite. eu suspeito de um dos dois solteiros, mas bem que poderia ser algum dos casados porque não se identificou, que sabendo do meu marido bebadasso iria dormir pode ter aproveitado a ocasião, mas seja quem foi, soube fazer bem feito, porque mesmo eu prestando atenção nos meus suspeitos ninguém deixava transparecer quem foi o autor daquela proeza, e eu fiz de conta que nada tinha acontecido e agi normalmente, mas confesso que eu estava curiosa para descobrir quem foi.


Na segunda a noite  subimos a serra de novo porque não queríamos pegar o movimento de retorno dos feriados, seria muito congestionamento,  meu marido nunca saberá o que aconteceu é um segredo que guardarei para o resto da minha vida. 


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FIQUEI GRAVIDA DO AMIGO DO MEU MARIDO

DEBORA
FELIPE - PATRÃO
MARCELO MARIDO


Minha historia é de quando eu pela primeira vez trai meu marido justamente com um amigo dele, que por sinal era meu chefe,  chamado Felipe que era um advogado bem sucedido, meu marido também era advogado recém formado, ao contrário do Felipe que era dono do escritório, onde o Marcelo meu marido começou a trabalhar, então o Felipe e o Marcelo desenvolveram uma amizade tipo jogar futebol juntos, churrascadas em nossa casa ou na casa dele a gente estava sempre juntos, e por ser separado Felipe estava sempre a caça, volta e meia ele estava com uma namorada nova, e a fama que corria era que ele alem de ser um bom amante ele tinha uma ferramenta respeitável, e é obvio por eu ser casada não me me aprofundar nesse assunto mas confesso que sempre tive curiosidade, e para resumir,  o Felipe nesses nossos encontros estava sempre me rodeando e mesmo que discretamente mas ele sempre procurava uma desculpa para estar perto de mim, eu claro tomava precauções por causa da sua  fama de pegador.

Nessa época eu não estava trabalhando fora e aconteceu da secretária do Felipe que estava gravida de ter bebe  e precisou tirar a licença maternidade que ajuntando com as férias vencidas ia tirar 5 meses,  o Felipe então falou com o Marcelo meu marido se eu não queria preencher a vaga dela por esse período, quando meu marido veio me falar eu aceitei na hora, afinal era bom eu ter alguma coisa pra preencher meu tempo ocioso, apesar de eu já estar casada a uns 8 anos ainda não tivemos filhos,  pra mim seria uma boa esse emprego, alem da grana que me cairia muito bem eu poderia comprar algumas coisas que eu desejava mas devido a nossa situação financeira eu não tinha coragem de pedir ao Marcelo, e também esse trabalho acrescentaria em meu currículo pra eu conseguir outro quando ela voltasse.

No primeiro mês foi mais de aprendizado, fui me familiarizando com tudo, em pouco tempo eu já dominava a função, eu tinha  minha própria sala, meu marido a dele e o Felipe a dele, alem de nós três só tinha mais office boy, escritório pequeno a gente tinha que se desdobrar, o nosso escritório é em Campo Grande-MS, e aconteceu que o Felipe estava cuidando de um processo agrário  no interior do estado, que necessitava que alguém fosse até  lá, então o Felipe disse que iria e aproveitaria para passear e desestressar, segundo ele uma viagem ao interior lhe faria bem, e alegando precisar dos meus serviços perguntou ao Marcelo se ele poderia me liberar para viajar com alegando que  precisaria de meus serviços já que eu estava mais familiarizada com o processo etc e tal, só bem depois fui descobrir que o Felipe tinha premeditado tudo. 

Meu marido é claro liberou-me, a previsão era ir num dia e voltar no dia seguinte, por ser interior não tinha linha regular de avião então fomos de carro mesmo e durante o trajeto o Felipe já foi me tratando de uma forma diferente, mais melosa o trajeto era de 300 kms, e durante o trajeto entre uma conversa e outra ele tocava minhas pernas meu ombro numa explicita caricia velada,  antes de ir até o cliente fomos almoçar e durante o almoço o Felipe me olhou fixamente e falou assim: 
- Débora você é uma mulher muito atraente, sabia?   
- Fiquei meio sem graça com essa afirmação e respondi obrigada
- Ele continuou ah se voce não fosse casada.... humm...
- Entrei na brincadeira e falei, se não fosse né, mas eu sou  
- Ele respondeu se não fosse eu tentaria te conquistar, porque você  sempre me atraiu.
- Fiquei toda sem jeito e nem sabia o que falar e respondi, mas voce é separado é livre alem de ser um homem  bem sucedido e pode ter a mulher que quiser.
- É eu poderia mas essas mulheres são todas interesseiras por isso eu só fico...
- Com certeza vai aparecer alguem que mereça voce, voce vai ver só
- Então Debora, o Marcelo que é sortudo.... e foi mais incisivo ainda deu uma respirada fundo e me disse assim: o que eu não daria para ter uma mulher como voce!!!! Ou até mesmo o que eu não daria pra ter voce!!!
Com essa afirmação eu realmente fiquei sem chão, não sabia o que dizer mais nem o que fazer, afinal ele era meu patrão, e eu era casada, dei uma de desentendida  e  falei, é melhor a gente ir, ele percebendo meu corte falou tá certa, vamos então, e depois disso ele se calou, não falou nenhuma palavra  até chegarmos ao cliente, 

Chegando na fazenda que era nosso destino ratamos de anexar todos os documentos faltantes e fomos até o fórum local, e por ser cidade pequena conversamos direto com o Juiz,  solicitamos uma audiência com o mesmo, ele concedeu, mas o problema era que ele tinha agenda só para quarta feira de manhã, teríamos que ficar ali pelo menos mais dois dias, depois que tratamos de tudo que podíamos naquele dia e como foi preciso alongar a estadia então o pessoal da fazenda disponibilizou-nos hospedagem la mesmo, mas o Felipe preferiu que ficássemos em um Hotel, segundo ele para não misturar as coisas, chegamos no hotel por volta das 18,30 ainda era bem cedo e no verão demora pra escurecer fui para o meu quarto tomar meu banho e o Felipe fez o mesmo, marcamos para nos encontrar no saguão as 19,30 para irmos jantar, tomei meu banho coloquei uma roupa bem leve porque estava quente, antes de descer  ao saguão liguei pro meu marido informando a situação, que meio chateado falou fazer o que né..., enfim depois desci ao saguão e o Felipe já me esperava, ao ver-me se aproximou e como um cavalheiro disse-me Débora você está linda e atraente como sempre, num gesto ofereceu-me o seu braço eu entrei na brincadeira e enganchei meu braço no dele e saímos dali como um casalzinho.

Perguntei onde a gente ia, ele respondeu que a gente ia no melhor restaurante do local, faço questão de dar o melhor para a minha melhor e mais atraente funcionária, eu respondi, melhor mesmo porque sou  unica, e nesse clima fomos até uma  churrascaria que por sinal era bem simples já que a cidade era pequena, ele pediu uma jarra de vinho tinto, eu não sou de beber mas era fim de noite e não vi nenhum problema em beber um pouco, o problema é que sou meio fraca para bebida depois de meia taça eu já tava
sentindo algum efeito do álcool, e ele não deixou minha taça vazia em nenhum instante apesar de eu dizer que não queria, depois de umas duas taças eu já estava meio zonza, pedi pra irmos embora então ele pagou a conta para voltarmos ao hotel; logo na saida eu dei uma cambaleada e ele abraçando-me apoiou para que eu não caisse, fomos até o carro e durante o trajeto de volta que não era tão distante ele já começou a tocar-me de forma mais atrevida, colocando a mão em minhas coxas e puxava minha saia pra cima, e mesmo eu estando meio zonza tive que pedir para parar mas ele continuava desafiando-me e dizia tá com medo de que? Tem medo de que eu me aproveite de vc estar meio bêbada? E sabe que voce tem razão, mas não precisa ter medo, minhas intenções são todas boas..., Por mais que eu tentasse fazer com que ele desistisse daquela conversa de nada adiantava, só que no fundo eu estava era gostando daquela brincadeira, eu me sentia lisonjeada, mas não estava disposta a ceder aos encantos dele, afinal o Felipe tinha fama de pegador, era  amigo a família e eu era uma mulher casada, tudo isso contribuia.

Chegamos ao hotel e o Felipe me acompanhou até meu quarto, abri a porta e quando eu fui me despedir dele com um beijinho na face, mas ele segurou-me forte e ali mesmo no corredor me beijou tentei afasta-lo mas ele me abraçando forte e tapando  minha boca com
a boca dele foi me empurrando para dentro do quarto e quando passamos ele sem me soltar com a outra mão fechou a porta atrás de nós, tentei fazer com que ele parasse, e por mais que eu tentasse me desvencilhar ele não deixava eu me soltar, naquele momento eu não sabia se gritava e fazia um escândalo, se eu não fizesse isso estaria aceitando, fiquei em conflito comigo mesma porque no fundo eu estava excitada também, mas não era certo e eu não podia trair meu marido, mesmo meio bêbada eu tinha plena consciência disso, mas o Felipe não me deu chance de dizer não, veio por traz  de mim e me segurou forte, e com a outra mão envolveu-me e foi abrindo minha blusa até que finalmente abriu ela toda, e apalpava meus seios, eu dizia não, não Felipe por favor pare com isso, mas ele estava decidido a não aceitar um não, e continuou abraçado em mim e tirando minha roupa aos poucos meio aos trancos e barrancos porque eu me debatia e quando percebi eu ja estava quase nua, e não sei como ele conseguiu mas ele tinha tirado toda a roupa dele também, 

Então ele segurando-me bem forte por trás me colocou contra a parede e começou a beijar meu pescoço, confesso que ali é um dos meus pontos fracos eu adorava quando meu marido beijava e agora era o Felipe o que me deixou ainda mais excitada, eu estava entregue já não tinha como negar mais nada ao homem que estava me subjugando de uma forma tão brutal e gostosa, enquanto ele me beijava eu sentia o seu membro roçando em mim, fiquei imaginando como seria, qual tamanho teria, eu sabia que em poucos momentos após eu saberia, ou melhor eu sentiria o dentro de mim, e eu estava certa porque habilmente ele me conduziu para a cama, carinhosamente deitou-me e veio por cima de mim para me proporcionar o climax do prazer quando me penetrou vigorosamente, mesmo assim eu ainda relutava mas..ele não teve dificuldades nenhuma em colocar aquele invasor pra dentro da minha vagina, invasor esse que era respeitável, não era nenhum  super dotado mas era consideravelmente grosso e gostoso.


Depois de terminamos essa primeira etapa de sexo, ficamos um do lado do outro sem palavras, o Felipe acendeu um cigarro e ficou fumando e olhando pro teto enquanto eu fiquei só pensando no tamanho da loucura que acabara e fazer, eu já tinha aceitado  agora já estava feito não tinha mais como recuar, pensei comigo mesma que o jeito era eu aproveitar o máximo do aquele homem poderia me proporcionar. então finalmente e
conscientemente me virei para ele, passei a mão pelo seu peito cabeludo e desci até o pênis que tinha me penetrado a pouco, e que já estava meio mole então comecei a massageá-lo numa punheta e ele começou a endurecer novamente,  e mesmo ele ainda estando sujo com nossos liquidos eu o abocanhei, acreditem isso eu jamais tinha realizado com homem algum,   nunca tinha feito nem com meu marido,e  por ser a primeira vez me dava mais tesão ainda e eu o  engolia até onde conseguia. e só aí pude ver que aquele penis era bem maior que do meu marido, porque não conseguia coloca-lo por inteiro na minha boca, ai passei a chupar com vontade, Metia ele na boca, passava a língua, chupei  como jamais tinha feito com meu marido.
Quando senti que ele estava pronto de novo eu que estava por cima lambendo  me posicionei em cima dele numa cavalgada,  segurei o seu pau com a mão e me sentei em cima dele  encostei a glande na entrada da minha xoxota, e fui soltando meu peso aos poucos até entrar todinho em mim, e ele dizia "senta gostos e  faz sua buceta engolir meu pau".  enquanto eu tentava encaixar o pênis na entrada vaginal, escorria liquidos de dentro de mim, que lubrificou bem o pênis dele e deixei meu corpo ir descendo e subindo, entrando e saindo até que não aguentei de tesão  e comecei a gemer. e a fazer movimentos contínuos  como  louca. era delícia sentir aquele pau entrando em mim. assumi o controle continuei cavalgando até que não aguentei mais de tesão, e quando senti que iria gozar, mexi mais forte e mais rápido ele não aguentou aquilo e gozou lançando jatos de esperma dentro de mim e eu lhe falei, "eu também vou gozar, vou gozar, e explodi num gozo sem igual, não acreditei, eu era uma mulher casada, e até então tinha sido fiel, estava cavalgando, gemendo, sobre um homem, fazendo-o gozar dentro de mim.quando terminei cai deitada de lado exausta, descansei um pouco e depois me  levantei e fui tomar banho, debaixo do chuveiro antes ainda de abrir a água ao sentir  o esperma escorrendo nas minhas coxas, tive uma enorme sensação de culpa, e quando sai do banho, ele estava deitado na cama, foi quando eu pedi que ele fosse para o quarto dele, porque me veio um sentimento de vergonha e culpa

Quando fiquei só deitada ali na cama, foi que comecei a pensar na loucura que eu tinha feito, e a sensação de culpa foi ainda maior quando senti algo escorrendo da minha vagina deduzi ser ainda um resto de esperma mas confesso que eu estava com uma gostosa sensação de satisfação,

Na manhã seguinte quando acordei e vi o lençol manchado por resíduos de nossos líquidos eu estava com um duplo sentimento, sentimento de satisfação pela noite anterior e sentimento de culpa por ser casada e ter traído meu marido que não merecia   e durante o dia eu evitei falar  muito com ele durante só falamos o necessário, ele deve ter percebido porque também não forçou conversas e nem falou nada, mas ao final do dia não teve jeito tínhamos que voltar  para o hotel,  ele  não conseguia pra disfarçar  vi em seus olhos que ele ainda me desejava, e eu confesso que aquela situação me excitava, e antes de irmos para nossos quartos ele falou que me esperaria no saguão as 20 como no dia anterior pra gente ir jantar, pensei comigo vai se repetir tudo de novo , isso não vai prestar, e fomos jantar na mesma churrascaria que na noite anterior, durante o jantar todo não tocamos no assunto dia anterior, mas na volta   e depois quando a gente estava se despedindo no corredor antes dele entrar no seu quarto me falou assim, Débora, depois que tomar banho que tal deixar a sua porta destrancada, eu falei, pra que? (Claro que eu já sabia das suas intenções), ele sorriu e falou pra gente conversar.... e entrou no quarto dele.   

Fui pro meu quarto tirei minha roupa fiquei só de calcinha e coloquei uma camisolInha meu instinto de mulher casada me dizia que eu não devia, mas meu desejo me traia, eu queria transar com o Felipe  mais uma vez mas ao mesmo tempo minha consciência de mulher casada me condenava, eu procurava justificar assim, se eu já tinha feito antes, porque não mais uma vez,  nesse dilema resolvi fui até a porta e se ele batesse viesse ia encontrar ela destrancada,  já antecipando o que ia acontecer peguei o celular e liguei ao meu marido, para evitar que ele ligasse em momento indevido, e justamente enquanto eu ainda falava ao telefone com meu marido o Felipe abriu a minha porta, e ao ver ele, quase tive um enfarto, pensei até em desistir na hora, fiz sinal com o dedo na boca pra ele ficar em silencio terminei de falar com meu marido e desliguei,  e depois que eu deliguei antes que pudesse pensar em desistir  ele veio até mim e me tomou em seus braços o que me impediu definitivamente de desistir daquela loucura.

Ele rapidamente me despiu enquanto as peças da sua roupa ficaram todas espalhadas pelo chão, e ao contrário da noite anterior, o que agora  estava acontecendo era consentido onde cada um queria aproveitar o momento  e sem perder um segundo,  ficamos os dois numa volupia total  meu parceiro pelado ali na minha frente  com o pênis duro, trocamos um gostoso abraço, e como era gostoso sentir o pênis dele encostado aos meus pêlos vaginais, e meus seios comprimindo seu torax.  enquanto nossas línguas se entrelaçavam até que ele me levou para a cama, e caímos na cama abraçados e beijando, ele foi por
todo meu corpo e descaradamente foi logo dizendo "abre essas pernas meu bem que  vou chupar sua buceta até voce gozar",e começou a chupar minha bucetinha, eu me contorcia de tanto prazer que ele me proporcionava, e continuou me chupando por um bom tempo até que ele ficou sobre mim ajoelhado na cama passou as pernas uma em cada lado da minha cabeça dizendo agora é sua vez  de me dar prazer tambem"chupa meu pau amor, chupa", e vi diante de mim, um pênis duro e comprido, enquanto gemia de prazer com a língua dele na minha buceta, peguei aquele pênis que balançava em minha frente e comecei a beijar até que coloquei na boca e começamos um 69 maravilhoso, não podia acreditar, eu uma mulher casada deitada nua com um homem em cima de mim chupando minha vagina enquanto eu estava com o pênis dele  em minha boca, ficamos assim até que um acabou gozando na boca do outro. ele não tirou seu penis da minha boca e eu tive que engolir  o esperma que jorrava daquele pênis, o que eu fiz pela primeira vez.  meu marido nunca fez isso e nunca ele tinha gozado em minha boca, e eu nem sabia qual era o gosto de esperma, e o mais estranho é  o fato de uma mulher casada só vir a conhecer o gosto de esperma com outro homem.

Em seguida ele carinhosamente me ajeitou na cama e veio por cima de mim, fizemos um gostoso papai mamãe, caprichado, até que ele me colocou deitada de ladinho na cama e sem falar naca começou a acariciar meu cuzinho dizendo que queria-me por completa, eu fiquei com medo de deixar ele me possuir por trás afinal eu tinha feito poucas vezes com meu marido e todas as vezes doeu pra caramba, e o pau do Felipe era maior que do Marcelo, por isso falei pra ele que só deixaria se ele prometesse que se doesse ele parasse na hora, e ele concordou, não sei porque homem tem tara por sexo anal, mas eu estava ali
e quem entra na chuva não pode ter medo de se molhar por isso permiti que ele tentasse, então ele lubrificou com a propria saliva e com os liquidos que corriam da minha xoxota e foi forçando devagarzinho, quando ele tentava algo mais forte eu reclamava e ele aliviava a pressão para logo depois continuar, e foi assim até que ele conseguiu finalmente enfiar todo aquele membro na minha bundinha, parecia que eu tava sendo partida no meio, a dor parecia ser insuportável, mas aos poucos fui me acostumando com aquele tamanho e apesar da dor permiti que ele com jeitinho fosse até o fim,  e quando ele disse que tinha entrado tudo eu até coloquei a mão para traz para conferir se realmente ele tinha me enfiado todo, e quando conferi me senti uma vencedora, não achei que aguentaria, então ele foi bombando devagar no inicio mas a medida que ele ia bombando ia ficando mais rápido e eu rebolava quanto podia pra me ajeitar e facilitar aquela penetração, a essa altura o misto de dor e prazer me ajudou a ir até o fim, até que ele finalmente gozou, o que pra mim foi um alivio.

Fizemos amor de todas as maneiras até ambos ficarmos exaustos, e dessa vez dormimos abraçadinhos na mesma cama, e na manhã seguinte ao acordar fizemos tudo de novo, no dia seguinte logo após o almoço a gente retornou pra C.Grande, chegamos quase ao anoitecer, o Felipe me deixou em casa, e quando ele me deixou a gente se despediu de uma maneira bem formal, ele me deu um beijinho na face como a gente sempre fez e foi embora, o problema é que nessas duas noites que ficamos lá, ele não usou preservativo, e foi o suficiente pra eu engravidar, mas meu marido jamais ficou sabendo que não era o pai, nem para o Felipe eu falei, o Felipe pensa que o filho é do meu marido mas se ele fizesse as contas certinho saberia que o filho é dele.
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