quinta-feira, 1 de setembro de 2016

CLIENTE ESPECIAL

Eu sou uma mulher muito atraente, não sei se pelo meus dotes físicos ou se pelo meu modo de vestir de uma forma sempre elegante afinal meu serviço exige porque sou uma executiva em uma agencia de publicidade, minha função é relações publicas, fechamento de contratos de novos clientes, me divido entre o trabalho na rua visitando os clientes e no meu escritório onde recebo alguns clientes normalmente para revisar ou mudar alguma coisa mas nesse dia ao chegar, mal assentei na minha poltrona o telefone tocou, era a secretaria avisando que o Sr. Rubens, que tambem era executivo e de uma das  empresas que nós atendíamos, queria falar comigo urgente, mandei ela me passar a ligação, era ele reclamando muito insatisfeito como os serviços prestados por nós, como era eu quem atendia aquela empresa era eu quem tinha que resolver a questão, mas a secretária me falou que não era ligação, ele estava lá pessoalmente na hora fiquei preocupada, porque quando alguem vinha pessoalmente sem agendar, normalmente  era problemas, então disse para deixa-lo entrar.

Ele entrou e se apresentou, ,muito prazer sou o Rubens, era a primeira vez que eu o via pessoalmente porque até então só tinhamos nos falado por telefone e trocado e-mails porque quando assumi a conta deles eles já eram clientes, então finalmente eu estava conhecendo o pessoalmente, um senhor na faixa dos 50 e poucos anos, Elegantemente vestido dentro de um terno escuro, alto,  grisalhos, que lhe concedia um certo charme, e pude observar que ele mantinha uma forma física muito atraente, que o tornava um homem bem sedutor,  logo nos apresentamos e começamos a conversar sobre o que lhe tinha trazido até minha sala, ele demonstrou estar muito insatisfeito, e ameaçando a todo momento de cancelar o contrato, e eu tentando dissuadi-lo, a conversa se estendia, faltava pouco para o expediente encerrar então lhe fiz um convite, convidei-o para a gente ir tomar uma bebida qualquer enquanto a gente conversaria, assim teríamos mais liberdade pra conversar até mais tarde se preciso fosse, porque aquele contrato era muito importante alem de render uma boa grana de comissão pra mim.

Ele aceitou e saímos dali, ao passar pela recepcionista deixei avisado que não retornaria mais naquele dia, que anotasse qualquer recado, e fomos até um barzinho onde o pessoal costumava sempre fazer um happy hour, não muito longe do escritório, iniciamos conversando sobre o que tinha trazido ele até a nossa agencia, e parece que ele gostou da minha conversa porque sem a gente perceber o assunto mudou totalmente, com assuntos que não tinha nada a ver com o  profissional, ele olhou na minha mão observou um anel que parecia uma aliança e me perguntou se eu era casada, respondi que tinha sido até recentemente, mas que me separei, perguntou se tinha filhos respondi que tina uma filha adolescente, e depois ele começou a falar  de sua família, esposa,filhos e a conversa prolongou-se animadamente até que percebemos que já tinha anoitecido a muito tempo, até que ele me pediu desculpas e falou que estava tomando meu tempo mais que o necessário, e perguntou se eu não tinha um horario pra chegar em casa, então eu o tranquilizei dizendo que não, porque minha filha já tinha quase 15 anos e não estava sózinha em casa, a empregada lhe fazia companhia, ele sorrindo me disse então vou me aproveitar de voce, jogando com as palavras de duplo sentido, e eu  estava encantada com aquele homem quase 30 anos mais velho que eu mas ainda assim bem sedutor;

Depois de aguns drinks ele me propos sairmos dali  e se eu aceitava em irmos em um lugar mais reservado onde a gente pudesse ter mais privacidade, eu já imaginava  o que ele queria, se eu aceitasse ele provavelmente me levaria a um motel, porque quando o homem diz lugar reservado ele já pensa em motel, mas se eu recusasse talvez até perdesse o tal contrato, entãol me fiz de desentendida e falei posso confiar em voce? Ele disse claro que sim, só quero o seu bem, acbei aceitando, e saímos dali, ao sair falei nmo seu carro ou no meu, porque até aquele bar a gente tinha ido a pé, ene tnaõ falou, vamos no meu, deixei o meu carro estacionado na rua mesmo em frente a agencia, e fomos no carro dele, ele estava quieto então enquanto ele dirigia eu perguntei onde a gente ia, e ele disse que seria uma surpresa mas  que eu iria amar e ser amada, ele continuou dirigindo rumno a saida da cidade, e eu já tinha a certeza das suas intenções, não demorou muito para avistar uma placa de Motel.

Olhei pra ele e disse, Rubens voce é casado, não quero nenhum problema, ele disse problema eu resolvo depois, agora meu desejo é estar com voce, mas voce ainda pode recusar porque eu não quero uma mulher que não queira estar comigo, eu quero voce, mas se voce não quiser tudo bem, foi impossivel eu não pensar que de certa forma era uma chantagem, eu poderia recusar, mas se eu recusasse e ele desistisse do contrato?, ao mesmo tempo poderia não ser nada disso, enfim, mas ele não era um homem repulsivo, pelo contrário era um homem elegante e fino, e eu tambem fazia algum tempo que estava na seca então olhei para o Rubens e abri um sorriso deixando claro que ele tinha conseguido o seu intento, 
Entramos no Motel e rapidamente já fomos  nos beijando e abraçando enquanto  ele tirava sua gravata paletó e em seguida a camisa e ele já passeando suas mãos pelo meu corpo, a gente se abraçava como dois amantes sedentos de sexo, ele me fez ajoelhar e abrir sua calça e tirar seu pau para fora, duro e rígido e ele enfiou na minha boca e eu chupei começando pela cabeça, lambendo sua glande, deixando-o maluco, em seguida coloquei ele todos em minha boca segurando na base ao mesmo tempo que ele entrava e saia da minha boca eu batia uma punheta de mão e boca para ele as vezes eu chupava com força como um bezerro mamando na vaca pra sair leite, ele não tinha gozado na minha boca mas eu já sentia um liquido quente e salgado que escorria pela cabeça do pau, eu que ainda estava com roupa, percebi que ele  olhava fixamente para meu corpo todo, ele levantou minha saia deixando aparente minha bunda e a calcinha fio dental enfiada em meu rego,  pude perceber o seu olhar de aprovação, e isso me deixava mais excitada ainda, chupei por um bom tempo  até perceber que ele estava prestes a gozar, parei e me levantei o beijei, ele passou a tirar a minha roupa eu estava com um blazer e e por baixo uma blusa branca de seda e embaixo de saia, ele me deixou  apenas de calcinha e sutiã,   me colou na cama tirou a parte de cima e veio por cima me beijando, mordiscou meus seios me deixando arrepiada, desceu beijando minha barriga até chegar em minha virilha, finalmente retirou minha calcinha pernas abaixo e  começou a chupar minha boceta me deixando louca chupando-me cada
centimetro da minha boceta e as vezes sua lingua invadia-me deixando ela cada vez mais molhada e com desejo de ser penetrada,  continuou a chupa-la e mordiscar meu clitóris até eu gozar em sua boca,, mas ele não parou pelo contrário ele continuou a chupar minha boceta sentindo o gosto do meu mel, em seguida ele me colou de quarto e passou a lingua no meu cuzinho por algum tempo deixando-o bem lubrificado com su apropria saliva, senti um de seus dedos invadir meu cuzinho, nesse momento eu percebi que alem da boceta eu teria que dar a bundinha tambem, em seguida senti seu pau encostar em meu cuzinho, mas eu pedi que ele comesse primeiro a boceta porque eu não era acostumada a fazer anal, ele concordou mas falou, tudo bem mas eu vou querer mesmo depois de comer na frente tá.
Concordei na esperança de que ele gozando na frente desistisse de me comer por trás, para o meu delírio,ele foi penetrando na minha boceta, aquele pau que nem era tão grande, mas a excitação era tamanha que pra mim era como se fosse um manjar de prazer,  ele socou tudo duma só vez sem dificuldades, afinal eu estava toda melecada e lubrificada, ele foi fazendo movimentos de vai e vem até ele gozar, eu percebendo que ele tinha gozado, minha adrenalina foi lá em cima e gozei junto, depois disso eu quiz levantar-me dizendo que eu ia no banheiro tomar um banho, ele então me segurou pela cintura e disse ainda não querida, eu quero comer a bundinha, pra meu desespero ele não tinha desistido, fiz ele prometer que se doesse muito eu iria desistir da ideia e ele teria que me respeitar, ele concordou então,  ele apontou a cabeça do seu membro no meu cuzinho e foi forçando aos aos poucos, estava doenco pra caramba afinal eu não estava acostumada tentei demove-lo da ideia mas ele estava

tarado demais pra desistir,e  foi forçando lentamente  até seu pau entrar completamente
fazendo com que meu cuzinho engolisse todinho o seu pau, enquanto no inicio doeu pra caramba, já não estava mais doendo, meu corpo já tinha se acostumada com aquele invasor, ele começou a lentamente enfiar e tirar, até que acelerou os movimentos enquanto eole bombava eu me masturbava com 
uma das mãos tocando em meu clitóris, quanto mais seu pau me invadia cada vez mais rápido eu me masturbava, até pude sentir suas bolas batendo em minhas nádegas. eu já estava até delirando com aquele pau, até que eu não aguentei e numa estocada mais forte que ele deu e segurou eu gozei com seu pau todinho enfiado dentro de mim; ele não demorou para gozar de novo, senti um jato quente invadir meu cuzinho,

as ele não retirou imediatamente, ele esperou  até seu pau ir murchando o que não demorou pra acontecer e  o retirou de dentro de mim, nos deitamos abraçadinhos e ficamos por alguns tempo até recuperarmos o folego…

Ele não é nenhum garanhão do tipo que dá três quatro ou cinco na mesma noite, mas é um ótimo amante, depois dessa vez aconteceu mais algumas vezes, ele é do tipo que dá apenas duas, mas são duas caprichada e ele sabe satisfazer a mulher......

ENTRE IRMÃOS

Olá, lendo relatos de sexo entre irmãos, para minha surpresa, isso aconteceu comigo também e percebi que sexo entre irmãos ou meio irmãos é bem mais comum que se imagina, a diferença é que alguns tem a coragem de contar como eu e outros guardam esse segredo entre si.



Meus pais são separados eu na época eu tinha uns 5 anos por ser mais velho fiquei com meu pai, e minha irmã por ser ainda criança dependia da minha mãe e foi morar com ela, meu pai casou-se de novo, mas eu continuei morando com ele, e a minha história começa quando minha irmã uma adolescente de 15 anos  veio morar em minha casa por uns tempos porque tinha brigado com a mãe e numa atitude típica de adolescente queria fugir de casa, e meu pai resolveu traze-la pra morar com a gente eu a via bem pouco mas ela cresceu e virou uma das mulheres mais perfeitas que já vi.


Pra encurtar a historia, com o tempo começamos nossas intimidades e inicialmente era só brincadeiras simulando lutas pega pega típico de irmãos, e quando percebíamos já estávamos  abraçados em uma intimidade involuntária, e quando eu estava em casa ela ficava o tempo todo perto de mim, eu não via maldade nisso afinal éramos irmãos, uma das coisas que ela adorava era deitar-se ao meu lado no sofá para assistirmos tv juntos, e depois de algum tempo já rolava caricias que evoluíram até rolar beijos e carícias e até simulações de uma transa, eu por ser 5 anos mais velho que ela sempre evitei ir até os finalmentes, mas ela era uma capetinha e me provocava com seus trejeitos, quando eu ia dormir não era raro ela ir me provocar embaixo da coberta, deitava-se ao meu lado e ficava bolinando meu pau, e eu claro tocava a sua bucetinha, mas mesmo excitado eu evitava todo custo a penetração, ela sempre me provocava dizendo, o que é maninho tem medo de que, e não rara as vezes gozei na mão dela só que ninguem é de ferro,  e não é preciso dizer que da simulação a realização foi um passo, ou seja, mais ou menos um ano depois dela vir morar conosco inevitavelmente tivemos nossa primeira transa e para minha surpresa ela não era mais virgem, se bem que pelo jeito de ser dela a surpresa mesmo seria se ela fosse virgem, enfim, nesse dia não houve nenhuma preparação simplesmente tirei a calcinha dela e meti a rola, bombei furiosamente enquanto ela rebolava até gozarmos. claro que  aconteceu mais algumas vezes, até que ela acabou se acertando com a mãe e resolveu voltar a morar com a mãe de novo, mas sempre que nos encontrávamos era a maior loucura. ela sempre  me surpreendia com sua atitude, enquanto eu sempre angustiado e cheio de dúvidas  com tudo que ocorria conosco, mas o desejo carnal era mais forte, quando eu tentava chama-la a razão da loucura que a gente fazia, ela dizia que fazia o que tinha vontade e que só se arrepende do que não faz, mas nossa história teve um intervalo porque eu me casei, 


Mas era comum ela nos visitar porque não morava muito longe, sempre  com aquele jeitinho de sapeca mas minha mulher nunca estranhou afinal eramos irmãos mas uma ocasião em que minha irmã estava em casa, era uma data em que minha esposa tinha que fazer compras de roupas pra ela no shopping e eu detesto  fazer compra em shopping, e
minha esposa sabe disso então nos deixou sozinhos, assim que minha esposa saiu minha irmã não perdeu tempo, pulou pra cima de mim e dizendo maninho eu tava com saudades, me puxou para o sofá e foi tirando a minha roupa e a dela, eu já sabia o que ela queria, e eu nem podia dizer não afinal já tínhamos transado várias vezes, a diferença era que agora eu era casado e minha consciência sempre me acusava, mas mesmo assim era intenso, rolava sexo de todas as formas, ela fazia sexo oral como ninguem, e adorava que eu comesse seu cuzinho, pra ser sincero ela gostava mais que eu comesse o cuzinho que a bucetinha, acho que ela é uma dessas mulheres que goza mais quando enrabada do que quando penetrada pela frente 

Confesso que a experiencia com minha irmã foi algo intenso, jamais senti algo assim, e eu sou bem mais velho que ela, depois disso ela veio várias vezes em minha casa, e por incrível que se pareça, sempre que tenho relações com minha mulher eu consigo ter orgasmos incríveis se fantasiando com minha irmã mas  ela também arranjou um namorado e paramos com aquilo, só que não tenho tanta certeza de que se ficarmos sozinhos, não vai rolar de novo, apesar de hoje ela já ter 24 anos e eu 29, mas minha irmã é do tipo muito gostosa alem de ser linda  e o principal, ela faz sexo como ninguém, e sexo vicia. 


De certa forma fiquei um pouco mais aliviado, pois como tudo isso aconteceu e o fato dela ter prosseguido com  com sua vida e ter continuado a alimentar sentimentos bons em relação ao seu irmão, fez eu me sentir melhor, espero que com o passar do tempo eu e minha irmã possamos nos tornar apenas bons amigos, mas por enquanto somos mais que apenas amigos ou irmãos.

MEU MARIDO SUGERIU E EU TOPEI FAZER UMA DP

Eu acho que a maioria dos casais tem sus fantasias, alguns tem a coragem de realizar outros ficam só a fantasia, no nosso caso tivemos a coragem de realizar, então para que o leitor tenha uma ideia quero apresentar-me
Sou casada a mais de 15 anos, dois filhos adolescentes, casei me com 20 hoje to com 36, tenho  1,60 acho que sou baixinha mas dizem que 1.60 é a média da mulher, e tenho 65 kg, sou um pouco cheinha, gostosinha é o que meu marido fala que eu sou, sou uma mulata que apesar dos meus 36 anos não aparento por ser de origem negra, pareço ter bem menos, olhos e cabelos escuros, confesso que sou  muito tarada por sexo, mas ser tarada por sexo com marido é uma coisa, realizar as fantasias malucas já é outra.
Eu e meu marido sempre nos demos muito bem em todos os aspectos, no nosso dia a dia e na cama, onde eu não negava nada ao meu marido, fazíamos oral, anal, e tudo que nossa imaginação criasse para fazer entre 4 paredes, meu marido era do tipo que tinha muitas fantasias, nunca realizamos nenhuma que envolvesse uma terceira pessoa, mas a fantasia mais maluca que ele sempre  tinha era uma fantasia de fazer uma dupla penetração, e para isso envolveria uma terceira pessoa,  e depois dele falar tanto nisso acabei adotando a tal fantasia  de transar  bem gostoso com dois dois caras, e depois esses dois cara me penetrassem por frente e por trás, um seria meu marido outro não me importava se fosse um jovem garanhão ou alguem mais velho e experiente, e muito menos beleza pra mim era essencial, o que interessava mesmo é o sexo, e depois cada um pro seu canto, era essa a minha condição, e foi assim por um bom tempo sempre que transávamos envolvíamos outras pessoas normalmente conhecidos,  amigos, vizinhos,pessoas do nosso dia á dia.
Até que de tanto ele insistir acabei aceitando a ideia e concordei,  e logo depois resolvemos colocar a tal fantasia em prática, eu estava com muito tesão acumulado na minha imaginação e a ideia estava mais fértil do que nunca então resolvemos coloca-la em prática mais que não iriamos forçar nenhuma situação, só que se a chance surgisse estaríamos aberto a ideia,  mas quando se quer muito algo, a gente manipula as chances aumentando a probabilidade, mas a ideia de envolver amigos parecia um tanto arriscada, porque vai que a gente apresentasse a ideia a algum deles e eles não gostassem, não topassem, se caísse na boca do povo a gente ia ficar mal pra gente.
Até que um dia a gente andando no shopping, fomos a praça de alimentação tomar um chopp, e as mesas estavam todas lotadas não tinha lugar pra ninguém, mas  percebemos um cara sozinho ocupando uma mesa, pedimos se podíamos assentar junto dele pra tomar nosso chopp,  e começamos a conversar coisas triviais só pra puxar assunto, o tal cara ficou o tempo todo me secando de cima abaixo mesmo com meu marido ao lado, então a certo momento falei a meu marido que queria mais um chopp e se ele podia ir buscar, meu marido saiu e foi até o balcão buscar outro chopp, e assim pude ficar mais perto do rapaz que não tirava os olhos de cima de mim, propositalmente derrubei minha chave no chão,  e me abaixei pra pega-la, fazendo com que minha saia subisse um pouco deixando minhas coxas a mostra, e com muita sensualidade  ao me  levantar olhei para ele que nem piscava, dei um sorriso e isso bastou para ele criar coragem e dirigir um elogio a mim, disse que meu marido era um homem de sorte,  meu coração disparava a medida que ele falava, porque minha mente estava fixa na ideia de seduzi-lo e convence-lo a participar da nossa fantasia,  nisto meu marido que já voltava ao me ver toda melosa pra cima do cara, percebeu o que estava acontecendo, eu fiz um discreto sinal para ele que não se aproximasse,  e ele ficou parado a uma certa distancia e ficou  só olhando.
Ele ali parado na minha frente me perguntou porque meu marido estava demorando, respondi que ele deveria ter ido ao banheiro ou coisa assim antes de pegar os chopps, mentira, meu marido estava  alguns metros apenas atrás dele, ele então me disse que se eu não tivesse com meu marido que ele seria mais ousado, perguntei, ousado como, ele respondeu, ousado a ponto de te convidar a ir para outro lugar, eu sorrindo disse, e você acha que meu marido me impediria?, E completei se eu realmente estivesse afim de ir eu iria, e ainda levaria ele junto, e falei ao meu amigo somos um casal liberal, que eu tinha liberdade pra fazer o que eu quisesse, e que meu marido tinha a mesma liberdade, resumindo que tínhamos um casamento aberto, mentira porque até aquele momento jamais eu tinha saído com outro, já quanto ao meu marido não sei,  ele me vendo falar daquele jeito vi seus olhos brilhares, ai conversando foi que descobri que se chamava Carlos, eu na hora inventei um apelido, disse me chamava Fabiola, mas que poderia me chamar de Faby, eu não tinha medo de ser desmascarada mesmo porque meu marido nunca me chamava pelo nome, sempre me chamava de amor, eu tb chamava-o assim, então não corríamos riscos de citar nomes e ser identificados depois caso  rolasse,
Então comentei com eles da minha fantasia e falei assim na cara dura se ele toparia um menage a troix,  ele sem titubear disse, só se for agora, foi então que fiz sinal pro meu marido se aproximar, e ele se aproximou, sem saber direito do que se tratava, então apresentei o Carlos e comentei o que eu tinha conversado com o Carlos, e enquanto a gente se dirigia para a garagem do shopping  meu marido me perguntou baixinho ao meu ouvido se eu estava mesmo disposta a ir até o fim, respondi  que disse que sim, o Carlos deixou o seu carro ali mesmo no estacionamento e fomos no nosso carro até o motel.
Chegamos no motel, entramos e sentamos na cama Carlos dum lado e do outro meu marido que disse a ele que ele poderia fazer o que eles tivessem vontade comigo porque eu não era fresca e gostava de tudo, mesmo sem tirar minha roupa o Carlos começou a me beijar enquanto me beijava suas mãos habilmente tiravam minha blusa, e a apalpar minhas coxas, ao perceber que eu estava sem calcinha enfiou o dedo na minha xoxota já  toda molhada, Carlos começou chupando meus seios enquanto meu marido só observava, eu estava louca com aquela situação tudo o que eu Carlos tirou o cacete da minha boca e falou que estava louco pra foder a minha buceta, me deitou na cama e me penetrou, minha excitação e tanta e o tesão tanto que eu até perdi as contas de quantas vezes eu gozei então o Carlos e meu marido ficaram revesando entre a minha buceta e a minha boca, e naquele momento foder como Carlos olhando para o meu marido me dava mais tesão.
um dia fantasiei estava acontecendo, meu marido estava com o cacete de fora massageando-o duro e grande, numa lenta masturbação, pra não gozar rápido,  eu só gemia sentindo aquela sensação  gostosa de excitação, era realmente do jeito que eu pensava. sem me dar conta de quando eu ajoelhei e abocanhei o cacete do Carlos, que não era grande, na verdade era menor do que a do meu marido, mas só aquela sensação de estar tendo uma vara diferente a adrenalina ia a mil, até que os dois estavam loucos não sabiam mais o que faziam comigo, me chamavam de gostosa, falavam que eu seria a putinha dos dois e que uma mulher gostosa assim como eu não poderia ser de um homem só, eu concordava com tudo eu naquele momento  estava sentindo algo que jamais eu tinha sentido. mesmo meu marido mesmo fazendo um grande esforço nunca havia conseguido de fazer sentir, depois de revezarem-se na minha xoxota, colocaram no meu cuzinho cada um por sua vez, eu estava tão molhada que nem precisou de lubrificante, foi uma loucura,  me deixaram louca de tesão, até que finalmente meu marido falou que queria realizar aquela fantasia de DP, então meu marido deitou-se na cama, eu subi por cima encaixei-me em sua piroca e deixei meu corpo ser penetrado totalmente, me inclinei para frente e pedi para o 
Carlos enfiar na bundinha, ele louco de tesão veio sem cerimônias e atolou aquela vara, finalmente eu estava sendo preenchida por duas pirocas que era a fantasia minha e do meu marido, enquanto Carlos comia meu cuzinho  meu marido entrava pela frente e enterrando seu cacetão todo na minha boceta, foi tudo de bom gozando em um cacete e dando meu cuzinho pra outro, meu marido nessa hora não aguentou mais, e gozou, deixando seu leitinho quentinho tudo dentro de mim e eu gozava também só de ver a cara do meu marido enquanto ele gozava, não demorou muito Carlos falou que ia gozar  e eu como uma vadia falei que gozassem e que me inundassem, eu queria saber como era a sensação de levar porra no cú e na buceta ao mesmo tempo, Carlos me vendo falar assim ficou mais louco ainda e gozou abundantemente, Então aqueles dois cacetes realizaram a minha fantasia. 

Depois de uma boa sessão de sexo, nos despedimos, deixamos o Carlos no shopping novamente  e eu e meu marido fomos embora, satisfeitos do que tinha acabado de acontecer... mas ao mesmo tempo abismado com a coragem que tivemos de realizar.

CHANTAGEADA AS VÉSPERAS DO CASAMENTO

Quando aconteceu eu estava noiva do Felipe, que veio duma família tradicional, rígida e cheia de regras, a gente já tinha até marcado a data do casamento, já tinha comprado um sobrado e encomendado a mobília, estávamos bem endividados porque alem da divida do imóvel e a mobília, ainda tinha a festa, eu estava bem animada com os preparativos, pro casamento, era uma correria só, eu trabalhava numa empresa fazia um bom tempo então consegui uma licença de uma semana para escolher e decidir o lugar onde a gente ia fazer a festa, porque eu e o meu noivo queríamos um casamento de dar inveja com toda pompa, e eu estava encarregada de escolher e contratar o lugar, o buffet e tudo mais, faltava 1 semana para o grande dia

Eu tinha toda essa responsabilidade, mas nessa semana de correria meu cunhado solteiro, que era mais velho que meu noivo, não estava trabalhando e serviu-me de motorista pra lá e pra cá, já que meu noivo não podia me acompanhar em tudo, e pra minha surpresa o Alex, certo dia quando eu tava visitando o nosso sobrado com ele para ver se os montadores dos móveis tinham terminado o serviço, constatei que já estava tudo pronto e montado, e quando estávamos no quarto falei pro meu cunhado agora só faltava mudar, quando a gente estava lá vi que meu cunhado começou a mudar de atitude até que a certo momento me fez uma pergunta... Carolzinha, você se lembra da Dona Maria sua ex vizinha né?, 
- Qual Maria Alex, só se for a Dona Maria la de onde eu morava quando ainda era uma adolescente... 
- Pois é essa mesma 
- Que que tem ela?
- Não é dela que eu quero falar, é do filho dela o seu antigo namorado, lembra-se?
- Claro.. que que tem?
- É que me contaram umas coisas.......
Na hora fiquei tremula porque eu tive um namoro bem quente com o Tico, o nome dele era Altair, mas todos só o conhecia por Tico, eu não sabia o que o Alex queria mas procurei me controlar e fiquei na minha, já que eu não imaginava que ele tinha conhecimento de algum fato de quando eu namorei o Tico, então deixei que ele falasse pra ver onde ele queria chegar. e falei.
- Eu só tive um namorico com ele nada sério, porque seu interesse agora?
- Nada sério mesmo? Não foi isso que fiquei sabendo, Márcia!
Novamente tive que me controlar pra não demonstrar meu nervosismo, 
mas fiquei tensa, porque apesar de jamais eu ter transado com esse namoradinho, porque eu queria  me manter virgem, era coisa de família do interior que a mulher casasse virgem, mas nem por isso deixamos de fazer sexo porque eu deixei ele me comer por trás, mas ele foi o único que eu tinha deixado ir tão longe porque eu gostava muito dele e apesar de no inicio eu ter regulado com o tempo aconteceu naturalmente.
Me fiz de desentendida e perguntei.
- Por quê o interesse? Alguém já deve ter feito alguma fofoca com meu nome?
Foi quando ele, com aquele seu jeito cafajeste, senhor de si simplesmente falou que tinha estado de passagem pela minha cidade, e acabou conhecendo pessoas ligadas a meu passado, e justamente no hotelzinho o único da cidade foi que ao comentar sobre mim acabou descobrindo que eu tinha namorando e ficado com vários rapazes e que eu não era tão pura como me fazia parecer,

Apesar de eu ter namorado sim alguns rapazes mas só fiquei com o Tico, foi o único que eu deixei... maldita hora que deixei, nunca imaginei que meu passado me alcançaria longe, na capital, provavelmente quando eu terminei com o Tico ele deve ter comentado com algum amigo ou espalhado que eu tinha dado o cuzinho para me manter virgem, é típico de homens contar vantagem depois que a mulher o deixa, o rejeitado nunca gosta de ficar por baixo.

- Respondi, mas, Alex é fofoca de quem te contou , tentei convence lo de  que tudo aquilo era mentira, e que devia ser ciúmes de alguém, quando ele me falou que a pessoa era uma senhora  de idade quem tinha falado, imaginei  que a tal senhora devia ser alguma parente dele porque realmente quando eu morava lá as senhoras mais velhas não iam muito com minha cara por eu ser do tipo popular com os homens, com medo de ver meu casamento que nem tinha acontecido ainda  ir por água abaixo, resolvi, insistir, mas ele foi incisivo e falou eu conheci também o Altair, .nessa hora eu tremi por dentro, e perguntei é!! e o que isso tem a ver comigo?, No que ele sacou o celular e me mostrou uma foto em que eu estava inclinada pra frente apoiada na parede, com a saia levantada até a cintura e o Altair de calça arriada até o joelho e me encochando por trás, foi quando perdi meu chão e falei.

- Alex, isso foi só uma época em que eu era muito jovem foi só nas coxas,  juro que sou virgem!, e Falei onde você conseguiu essa foto (eu nem sabia que alguém tinha nos fotografado) dai ele, não hesitou um instante pra me dizer que alguém tinham me visto eu e o meu namorado certa vez no segundo grau, num canto escondido da escola atarracados transando, o que era verdade, quando eu tinha 16 anos aconteceu de nos pegarem no flagra, só que o que o Alex não sabia que o sexo que eu tava fazendo era anal, mas mesmo assim eu insistia.

- Eu juro! Juro que sou virgem, isso foi só felação nas coxas e foi uma única vez, claro que eu tava mentindo porque eu e o Tico fizemos varias vezes e pra falar a verdade a primeira vez foi dolorido mas depois eu até gostava e gozava porque quando ele comia minha bundinha ele masturbava-me e isso me levava a loucura. 

Mas meu cunhado sem se importar com comigo segurou-me pelos ombros, e  me obrigou a olhar fixamente pra ele e falou tem certeza que ainda é virgem, eu duvido muito disso, e me fez uma pergunta  em tom de desafio você apostaria tudo na sua virgindade? 
- É claro que sim.
- Então vai ter que me provar para que eu não mostre essa foto ao meu irmão!
- Mas como? Quer que eu vá a algum médico e lhe mostre os resultados? eu faço 
- Não mesmo! Eu mesmo é que vou ter que ver... 

Quase tive um infarto, o desgraçado estava querendo me comer, e falei, que eu não iria transar com ele de jeito nenhum, que ele tirasse o cavalinho da chuva, e porque eu queria me manter virgem até o casamento. mas ele falou, tudo bem, não vou tentar te comer mas eu vou fazer um toque com o dedo que nem médico e se você for virgem vai continuar virgem, mas se não for vai ter que dar pra mim, fiquei desesperada, era uma humilhação, eu era virgem realmente mas estava num beco sem saída . respirei fundo e decidida a não deixar meu noivo saber de nada falei, eu tenho certeza que sou virgem só vou me submeter a essa humilhação porque não quero escândalo, mas vai prometer que depois de verificar não vai forçar nada porque eu quero vou continuar assim até o casamento!
- Tá eu prometo!

Muito abalada, mas resolvida a terminar com aquilo tudo falei então como quer fazer, ele me mandou deitar na cama e abrir minhas pernas, enfiou a mão por baixo da minha saia e arrancou minha calcinha.e quando senti seus dedos tocando e abrindo meus lábios vaginais fiquei apavorada, senti meu corpo tremer e ele descaradamente com a cara entre minhas pernas, debaixo da minha saia passava a ponta do dedo na  minha bucetinha, massageando de leve meu clitóris, e depois enfiou o dedo na minha gruta encontrando meu hímen foi quando falou, é :
- É  você estáva falando a verdade, menina! Não é que você é virgem mesmo?
- Tá vendo Alex? Nunca  dei pra homem nenhum !
- É verdade mas será que é virgem atrás tambem?
E sem avisar senti seu dedo molhado com meus próprio  líquido vaginal sendo enfiado em no meu buraco atrás, tentei afasta-lo  mas ele segurou-me bem  firme e enfiou o dedo todinho que entrou sem muitas dificuldades, e deu uma risadinha safada e me disse.
- Na buceta é virgem mas  já deu o cuzinho, não foi? Aposto que foi com o Altair
eu estava desarmada porque não foi dificil ele perceber que eu já tinha dado sim e falei.
- Mas! Mas...  foi uma vez só, 
Ele, sem dó foi atolando todo seu dedo pra dentro e mexendo com o dedo todo  dentro de mim, disse:
- Não precisa ficar com medo, Márcia! Eu não vou dizer nada ao meu irmão, nem mostrara a foto pra ele, mas ....você vai ter que ser boazinha pra mim!
Eu falei não Alex, eu não posso transar com você, não quero ser deflorada, ele sacana me respondeu quem disse que eu quero comer sua buceta, aceito de bom grado o cuzinho mesmo e dizendo assim  tirou o dedo do meu cuzinho e foi desabotoando as calças e quando eu vi o tamanho do mastro dele fiquei ainda mais apavorada porque devia er uns 18 a 19 cms, e grosso, todo pra fora e duro e me disse, pois é Marcia voce vai continuar virgem mas vai ter que dar o cuzinho pra mim! Ele me fez ajoelhar a beira da cama de bruços apoiada com minha barriga apoiada e com minha bunda exposta pra ele

- Ninguém vai precisar ficar sabendo que comi seu cuzinho, Marcia! Só que, além do meu irmão, eu tambem vou te comer, 
- Então tá, ... Mas tenha cuidadocuidado pra não me machucar porque é muito grande! Então ele cuspiu na minha bundinha e lambuzou a cabeça do seu pinto com bastante saliva para depois ele empurrar aquela tora pra dentro do meu ânus. Ai que dor, vi estrelas, estava sendo arrombada mas depois de algum tempo meu corpo acabou por se acostumar com aquele invasor, e o pior é que comecei a gostar daquela coisa enorme entrando e saindo  de dentro da minha bunda, mas eu não podia demonstrar que estava gostando então eu gemia como se tivesse doendo demais. e falava, vai devagar Alex, mas ele enfiava sem dó aquela tora em mim e bombava cada vez mais forte.

Ele, segurava-me com suas mãos fortes em minha cintura e dava socadas cada vez mais violentas e dizia, vocês, mulheres, são todas safadas... eu vou é u comer esse seu cuzinho sempre... sempre que eu desejar...?

Aquela situação me deixou muito excitada e com a adrenalina a mil, e eu, estava tendo pela primeira vez um orgasmo levando pau na bunda, eu estava  literalmente  sendo violentada, eu e o tico já tinha transado por tras mas o Tico nunca enfiou até o fundo porque quando eu reclamava ele retirava o seu pau e acabava gozando fora, mas pela  primeira vez estava com um pau sendo socado inteiro no meu cú por aquele homem bruto.

Ainda tive que dar a bunda pro meu cunhado mais duas vezes antes do meu casamento, e depois do meu casamento uma vez ele foi me visitar em casa quando eu estava sozinha, ele mal chegou e  foi tirando seu pau pra fora das calças dizendo que naquele dia ele queria serviço completo, na frente e atrás, no que eu falei 
- Aqui não na minha casa é muito perigoso
Mas ele foi autoritário:
- Vai ser aqui sim e hoje eu quero uma bela duma chupada, 
- Nunca fiz isso Alex!! 
Ele, me puxando pelo pescoço, me falou não precisa fingir pra mim, Márcia... Chupa logo meu pau!
Pra não deixá-lo nervoso, segurei seu pau e com muito cuidado e coloquei a cabeça toda dentro da minha boca:
- Isso, putinha sem vergonha... Chupa! Chupa bem gostoso! Vai! Ooooooh!...
Quando o ouvi suspirando com mais intensidade e imaginando que ele ia gozar, tentei tirar minha boca e ele, segurando firme minha cabeça falou, não não tira, e gozou, engoli bastante esperma naquele dia, o resto escorreu pelos meus lábios que acabei limpando com uma toalha, imaginando que ele só quereria uma chupada me enganei porque ele ordenou que eu fosse pro meu quarto, tirasse a roupa e esperasse por ele, o que fiz obedientemente, afinal ele me tinha como uma escrava sexual em suas mãos.
Eu fui para o quarto tirei minha roupa e esperei-o nua na minha cama, ele veio por cima de mim, dessa vez na mesma cama em que ele tinha comido minha bunda pela primeira vez. abriu minhas pernas e atolou aquela piroca na minha xoxota, mas fiquei o tempo todo evitando de olhar pra ele, mesmo gostando eu estava envergonhada, afinal eu estava recém casada. 

Eu sabia que eu estava andando em uma corda bamba, e que a qualquer momento o Alex poderia num ato impensado falar alguma coisa, eu estaria em sérios apuros, e o Alex continuou me rodeando por um bom tempo até que arranjou uma namorada e casou-se, mas mesmo assim de vez em quando ele arrasta as asas pra mim, tenho que fazer o impossível pra não transar com ele de novo porque ele sempre quer, mas aos poucos com o tempo eu fui conseguindo que ele não me procurasse mais.

EM UM LUGAR CHAMADO O BURACO DO PADRE




 Buraco do padre é um lugar muito bonito que existe na cidade de Ponta Grossa-Pr., e foi nesse lugar lindo que me aconteceu uma aventura com uma mulher  de cabeça aberta, e tudo começou numa sala de bate papo, conheci a Elaine que era uma massoterapeuta, casada e de mente aberta, digo que era de mente aberta porque quando saímos ela já tinha camisinha na bolsa e perguntei a ela se o marido dela não estranhava ela ter camisinha na bolsa, ela respondeu que ele não sabia, mas completou que preferiria que o marido também levasse camisinha no bolso para se acontecesse dele conhecer uma mulher e quiser transar, não corresse riscos, eu até achei essa uma atitude inteligente, só que partindo duma mulher me causou estranheza mas ela tava certa.

  Depois dessa introdução vou relatar a história, sou casado comecei a navegar pela internet mais por curiosidade do que por necessidade e conheci a Elaine também era casada estava com a idade na casa dos 40 anos, 1.73, um pouco mais alta que eu, mas eu adoro mulheres altas, não era nenhum monumento mas tinha um corpo bem atraente, alem dos seus olhos claros, e um sorriso cativante, tornamos-nos amigos virtuais, e não demorou muito para se tornar real, em nossas conversas falávamos em passeio, falávamos em lugares bonitos das nossas cidades eu morava em Curitiba e ela em Ponta Grossa, a distancia era apenas 100 kms cerca de 1 hora e pouco de carro, eu a convidava para ela vir a Curitiba mas ela dizia que era dificil, eu falei então eu vou, no que  ela imediatamente gostou da ideia e ainda falou se eu fosse ela me mostraria o Buraco do Padre, dei risada por causa do nome, achei que era brincadeira, mas ela me explicou que era um lugar turístico  levava esse nome por ser na propriedade de um antigo seminário, então eu fui pesquisar no Google imagens e conheci o tal buraco.

Realmente por fotos era um lugar  muito lindo, um pequeno paraíso, com uma cachoeira que caia de um rio através duma gruta e a certa hora do dia o sol batia direto e refletia na água, e eu fui ve-la e conhecer o lugar, eu não imaginava que eu teria uma das melhores transas que já tive na minha vida, então nesta época eu tinha uma caminhonete saveiro com aquelas capotas de fibra, só dois lugares na frente, eu e ela, transar dentro do carro nem pensar, era pequeno demais, mas enfim peguei-a no lugar combinado e fomos, me lembro até o dia da semana, era uma terça feira e por ser dia de semana não tinha ninguém no lugar apenas nós dois, tiramos os sapatos e começamos a caminhar na agua  e nas pedras até chegarmos ao centro, por ser verão estava uma delicia aquela agua e aquele lugar,

Elaine caminhava a minha frente, e então subiu numa grande pedra que estava posicionada bem de frente a abertura que dava pro sol com seus raios dourados, ela fez uma especie de prece a natureza..... e depois me falou que ela era meio mistica e quando estava num lugar como aquele sempre fazia isso, ficamos ali por algum tempo só contemplando a natureza, e na volta ela caminhava ora ao meu lado ora a minha frente, estava vestida com uma calça comprida arregaçada até o joelho por causa da água, em nossa caminhada as vezes tínhamos que desviar das grandes pedras do caminho, até ali eu ainda nem tinha tocado em Elaine, mas naquele momento naquele lugar me senti impelido a abraça-la, e foi o que eu fiz, ela estava a minha frente então apressei o passo e a abracei por traz e beijei o seu pescoço com carinho, para sentir se eu podia avançar mais ou se eu seria repelido, mas ao sentir ela estremecer, tive a certeza de que ela me queria tanto quanto eu a queria,  então a virei de frente para mim e beijei a sua boca, trocamos beijos de língua com volúpia de dois amantes, nesse momento as caricias entre nós estavam liberadas porque minhas mãos tocavam seus seios fartos por baixo da blusa e as mãos delas por baixo da minha camisa....

Saímos daquela gruta, então Elaine sentou-se em um tronco a beira dum riacho, e eu me posicionei por traz dela e comecei a fazer-lhe massagens no ombro na costa, envolvia meus braços em seu corpo numa caricia e ela correspondia as caricias deixando-me a vontade, ficamos ali nesses amassos mas como estávamos em local quase público e poderia chegar gente a qualquer momento fiquei com medo de avançar em caricias mais ousadas, mas mesmo assim o tesão falou mais alto, e apalpava os seios, levantei a sua blusa chupei os mamilos,  foi então que não resisti mais ao tesão que falava mais alto, eu abri a tampa traseira da minha caminhonete e sentamos ali ainda trocando caricias...
Mesmo estando em um local afastado mas publico nossas caricias foram se tornando mais e mais ousadas, até que a deitei na caçamba da caminhonete, levantei sua camiseta mas não retirei o soutiem apenas levantei-o também acima dos seios e chupei os seus seios, que eram grandes mas firmes, gostosos ela gemia de prazer, após essas caricias eu já estava doido de tesão, forrei o assoalho com uma toalha de banho que havia levado e deitei ela metade  na tampa metade na caçamba da saveiro, então  eu finalmente retirei seu jeans deixei-a só de calcinhas e camiseta, mas em seguida num ritual passei a retirar a sua calcinha com os dentes , retirei até os pés, ela continuava deitada  ali na tampa da caçamba com os pés apoiados no chão me ajoelhei e comecei a passar a lingua em seu clitoris ela gemia, ora chupava seu clitoris ora passava a lingua de baixo pra cima numa lambida gostosa, então passei a chupar aquela buceta gostosa, ela se contorcia de prazer e a ideia era essa mesma, dar muito prazer.

Não demorou muito tempo ela pediu para que a possuisse por completo,então coloquei-me em posição de penetração, coloquei a cabeça do meu pau na porta da sua buceta mas não enfiei, fiquei brincando na porta passando pra lá e pra cá como numa masturbação co clitoris dela com a cabeça do meu pau, estava gostoso, ela pedia enfia logo estou querendo foi então que  enfiei devagarinho sem pressa como se a torturasse fazendo ela em pensamento ficar imaginando qual seria o passo seguinte, até que não resistindo mais de tesão dei uma estocada firme e entrei todo dentro dela, estavamos ali metendo gostoso, macho e femea num ritual de prazer total, embora em lugar publico já não pensavamos mais nisso porque era afastado e se alguem chegasse ao longe escutariamos e parariamos.

Mas naquela tarde não chegou ninguem pra nossa sorte, então aproveitamos bem a cada momento naquele paraiso onde dois amantes se encontraram pela primeira vez., ralmente foi inesquecivel aquela experiencia pra ser guardada na lembrança pra sempre.

ENSINANDO A IRMÃ CURIOSA A DAR O FIOFÓ

Quando se é adolescente a gente respira sexo o tempo todo, eu sempre fui muito ativo, não podia ver um par de coxas gostosas de alguma amiga ou não que ma noite eu homenageava a dona em minhas fantasias, sempre tive minhas namoradinhas e a gente transava, mas eu era muito mas muito ativo mesmo que se pudesse dava uma de manhã outra no meio do dia e varias a noite, e quando voce está nessa fase come até a mãe se ela for gostosa.

Resumindo, meus pais eram crentes, e fomos criados de uma forma muito rígida, eu sou o mais velho, tenho uma irmã  dois anos e pouco mais nova que eu e essa diferença  de idade não era muito considerando que a mulher amadurece um pouco mais cedo que o homem, e a gente conversava sobre tudo, minha irmã não rara as vezes me pegou tocando punheta, mas nunca contou pra nossos  pais, e quando aconteceu o incesto eu tinha 17 ela 15 anos e foi assim.

Bem ela era mulher era criada de uma forma mais rígida que eu, que já com 17 anos tinha mais liberdade de ir e vir, ainda mais poque nossos pais trabalhavam e eu e minha irmã a gente só estudava, e eu namorava uma aqui outra ali, minha irmã sempre me criticava por eu não firmar com nenhuma namorada, e eu contava tudo de todas as namoradas, doa abraços dos amassos menos das transas até que um dia minha irmã perguntou se eu transava com as namoradas eu gostava de contar minhas aventuras e confirmei, dai ela foi aprofundando e perguntando cada vez mais as intimidades e eu aproveitei e falei, que tinha enfiado a mão dentro da calcinha da minha namorada e fiquei passando o dedo, ela parecia não acreditar, e espantada falou, não acredito que ela deixou, completei e falei ela só não deixou como gozou quando eu fazia, vixi mano, voce tirou a virgindade dela? Respondi que não precisava tirar a virgindade pra gozar, tinha outras maneiras de se conseguir isso, ela cada vez mais interessada falou, mas como isso é possivel, respondi é só ficar passando o dedo massageando por fora oras, 

Essa conversa me deixou muito excitado e eu resolvi ir mais fundo no assunto e falei, e tem mais sua boba, a mulher não precisa perder a virgindade se quiser transar, dá pra fazer por trás e assim não se perder a virgindade, minha irmã de olhos arregalados perguntou e voce faz assim com a Soninha? 
- Claro porque não, 
- E ela deixa?
- Claro que deixa e eu adoro, e ela ainda vai casar virgem...  
Minha irmã deu-me um tapão no ombro e disse, Roberto você é muito safado isso sim, ficar falando umas coisas dessas pra mim, sua irmã, respondi oras foi voce que perguntou eu só respondi... ela ficou vermelha na hora e saiu apressada sem olhar pra trás, devido a essa atitude fiquei com medo de que ela contasse nossa conversa a nossos pais, dai sim a casa caía, porque meu pai e mina mãe severo como eram nem imagino qual seria a reação deles, mas fiquei na minha, mas procurei me comportar dentro de casa como um filho exemplar nos dias que se seguiram, eu e  a Rita minha irmã nesses dias mal nos falávamos, eu com medo e ela com vergonha eu acho,  

Até que uma semana depois eu estava em meu quarto e minha irmã entra assim meio sem graça mas curiosa me pergunta voce continua namorando a Soninha?, Respondo que sim e lá vem a Rita me encher de perguntas sobre o sexo entre eu e a Soninha de novo, no que eu respondo, sabe Rita, voce já devia ter arrumado um namorado, beijar na boca, e experimentar pessoalmente em vez de ficar só perguntando, ela levou a mão no rosto e falou voce tá louco, o pai e a mãe não iam aprovar a ideia, eu falei para de ter medo, e comecei a falar de mim e da Soninha, até que a Rita minha irmã perguntou assim na lata, mas me diga voce já comeu a bundinha da Soninha? Fiquei espantado com essa pergunta, na verdade eu já comia a bundinha da Soninha fazia muito tempo, percebendo o interesse da Rita fiquei muito excitado e pensei, que se foda que ela é minha irmã, resolvi ir contando aos poucos aos poucos, e falei vem aqui Rita, senta na cama aqui do meu lado que vou lhe contar, e ela toda interessada falou, mas você vai me contar com todos os detalhes mesmo?... Respondi que sim e que se você quiser posso te mostrar até os detalhes como eu fiz com ela!... : - Mas como?...vamos fazer de conta que voe é a Soninha, topa? O incrível da história é que ela topou,e eu comecei.

com ela sentada ao meu lado comecei a tocar em seus ombros, baixei a alça do vestido que ela usava, até ai tudo numa boa, mas quando  eu enfiei a mão dentro do vestido dela por cima e toquei em seus peitos ela estremeceu, pensei que ia desistir da ideia, mas não ela de olhos fechados se deixava conduzir, apalpei suas tetinha durinhas, os biquinhos pareciam que iam explodir pra fora da blusa por entre meus dedos, quando coloquei a mão nas suas coxas e comecei a alisar por baixo do vestido elae esboçou um leve sorriso... eu continuei até chegar na calcinha, ela retesou o corpo... comecei a massagear o clítoris ela se contorcia e fazia pressão com as coxas na minha mão até dificultando um pouco meu serviço, até que deitei-a na cama levantei o seu vestido e fui arrancando a calcinha perna abaixo então ela espantada pergunta-me, o que você está fazendo?... Respondi to fazendo o que faço com a Soninha, ela tentou resistir mas a calcinha já estava na minha mão e fiquei observando a buceta da minha irmã, tava melecada, ela fechou as pernas mas eu abri e falei calma neu só vou fazer um pouco de carinho!... Abaixei e apesar do cheiro de sexo dei uns beijinhos primeiro em sua coxa, depois na bucetinha, ela ficou espantada com essa minha atitude, se remexia nervosa mas aos poucos foi relaxando ao ver aquela bucetinha com aqueles pentelhos ralinhos, caí de boca ela se desesperou, mas logo que dei a primeira lingüada abriu as pernas e pude chupar e ela se soltou de vez dizendo puxa mano como isso é gostoso!.. Eu  fui lambendo e mordiscando até ela gemer estremecer seu corpo para logo depois ela me olhar com aquele olhar de satisfação me disse acho que eu gozei  então lhe perguntei e daí gostou?... : - Nossa foi  bom demais!... 

A seguir tirei meu pau duro pra fora me posicionei entre as coxas dela mas ela reclamou disse não Roberto, voce disse que não perderia a virgindade, respondi e não vai perder vou só brincar nas coxas, então ela deixou, eu pedi pra ela fechar as pernas um pouco e eu coloquei meu pau entre as coxas dela e comecei a fazer movimentos de vai e vem nas coxas esbarrando nos lábios da bucetinha ela, e forçando a cabeça do meu pau em seu clitóris numa massagem erótica, e novamente perguntei se ela tinha gostado ela confirmou que sim, e perguntou é assim que voce faz com a soninha, falei
que sim, e falei essa é a primeira parte agora vou ensinar a segunda parte,  e mandei-a ficar de bruços. com o bumbum pra cima: então lubrifiquei  seu cuzinho com minha saliva, coloquei bastante saliva e pedi pra ela arrebitar a bundinha pra cima pra facilitar, coloquei alguns travesseiros embaixo da cintura e fui  fui colocando na entrada, pedi pra ela relaxar mais, e com uma mão segurando a sua cintura e com a outra segurando firme meu pau dei uma empurrada forte tanto que a Rita deu um grito de dor, eu falei calma, só vai doer um pouquinho pra entrar porque é sua primeira vez!... Ela deu uma reboladinha pra facilitar a entrada, fui com calma até que a metade já estava dentro, dai enfiei até o fim, minha irmã gemia de dor mas eu não queria parar até gozar, segurei forte a sua cintura e soquei tiudo e comecei a bombar furiosamente, ela reclamava mas eu ignorava até que gozei....

Minha irmã depois que eu comi o cu dela reclamou muito, reclamou que doeu muito e prometeu que nunca mais ia dar o cu pra ninguém, que tinha se arrependido de ter deixado eu, mas sacana do jeito que eu sou convenci ela a me dar mais algumas vezes, até que por fim ela acabou até gostando porque não sentia mais dor., e foi assim que ensinei a minha irmã a dar o fiofó 

CHANTAGEM DO DIRETOR DA MINHA ESCOLA

Sou professora em uma escola de ensino fundamental  há quase 10 anos, e durante todos estes anos, nunca havia sido assediada por ninguém, porque sempre procuro ser discreta, nunca dei motivos e nunca me vesti de forma provocante, ainda mais porque sou casada e mãe de duas filhas, e nesse relato vou trocar os nomes  para não correr riscos de ser identificada, lembrando que Bitencourt é o nome de um diretor da escola em que eu estudei quando adolescente.
Então vamos ao relato, eu faço jornada dupla, leciono pelo turno da manhã almoço na escola mesmo e depois faço o turno da tarde, mas, um belo dia eu estava sozinha na secretária tirando umas cópias aproveitando o horário do almoço quando chegou o Bitencourt, diretor da escola um homem maduro beirando os seus 50 anos e assim do nada começou a me elogiar dizendo  que sempre observou meu jeito, a minha maneira de andar, e que de vez em quando eu colocava uma calça jeans colada que me deixava muito provocante ele ficava louco, segundo suas palavras, eu fiquei espantada com essa afirmação, afinal eu só tenho 35 anos sou jovem e não acho que uma calça jeans seja tão provocante assim.
Meio sem graça, eu disse para ele parar e fazer o favor de ir embora, porque o pessoal da secretária poderia chegar a qualquer momento e eu não me sentiria bem, ele falou mas ir embora porque afinal sou o diretor e tenho acesso a todos os departamentos da escola,  ele tinha razão, nas eu tinha que terminar de tirar as cópias que eu já havia começado para a prova da tarde, pedi que ele parasse com aquela conversa, que me deixasse terminar, ele disse, tudo bem, eu vou, mas que eu teria que prometer de que um dia eu sairia com ele nem que fosse pra tomar um cafezinho, imediatamente eu respondi, me perdoe mas sou casada respeite a aliança em minha mão, ele falou-me que  aliança não é algema, então eu tentando ser respeitosa falei  acredito que o Sr. está passando dos limites, e pedi pra ele se retirar, o que ele fez mas não sem antes pedir desculpas.
Parecia que aquele assunto havia se encerrado quando eu o coloquei em seu devido lugar até a escola promoveu uma festa junina como faz todos os anos e os professores ficam em barracas diversas, e eu estava sozinha quando ele se aproximou e começou a fazer gracinhas de novo, mesmo eu tentando coloca-lo em seu devido lugar como na vez anterior ele foi bem insistente e eu não podia nem reclamar pra ninguém afinal ele não havia feito nada de tão mal assim, apenas gracejos numa tentativa vã de me cantar veladamente, e sempre que ele tinha a chance ele me rodeava, e assim continuou, ele me cercando e eu me esquivando, mas eu não queria dizer isso a ninguem afinal ele era diretor e nunca fez nada com testemunhas presentes, era minha palavra contra a dele.
Por ocasião de fim de ano era costume os professores se reunirem num jantar ou churrasco de confraternização onde ia todo mundo desde a direção da escola até o zelador, e cada um podia levar o marido ou a mulher normalmente esse evento se for churrasco é em uma chácara ou se for jantar é em restaurante que normalmente tem um salão de eventos, então nesse ano meu marido não quis ir alegando que era uma chatice ouvir a conversa dos professores, e que não conhecia ninguém então preferia ficar em casa com os filhos, eu até poderia não ir mas fiz questão de ir afinal eram meus colegas, o churrasco deveria começar lá pelas 6 hs da tarde, mas eu já avisei que eu poderia chegar mais tarde, porque nesses eventos tem varias atividades como revelação de amigos secretos, e outros tipos de brincadeiras.

 Então me produzi toda, coloquei um vestido que eu já tinha usado no casamento duma amiga, salto alto, meia fina, afinal era um evento único de fim de ano onde todos queria estar e aparecer bem na foto, meu marido ao me ver assim toda produzida até reclamou  dizendo que eu tava muito produzida para um churrasco, então lhe respondi que não era apenas um churrasco, era uma festa de fim de ano, e se ele tivesse com ciumes que fosse comigo oras, mas ele não quis ir com a mesma desculpa. então falei tudo bem então que ele não reclamasse.
Cheguei por volta das 18 hs e quase não tinha ninguém, mas o diretor já estava lá e quando ele me viu quase teve um troço, e me cumprimentou rasgando elogios, perguntou porque meu marido não tinha ido, respondi a razão, nem  perguntei porque  eu já sabia que era separado, e ficamos ali conversando até que os demais fossem chegando, o churrasqueiro já tinha colocado a carne pra assar e a medida que o povo ia chegando ele ia fatiando a carne e a linguiça e servindo como aperitivo ao pessoal que degustava regada a chopp, e o Meu diretor não cansava de elogiar minha elegância a cada um que chegava, 
Como todas estavam acompanhadas dos respectivos maridos e namorados, eu estava meio que deslocada então o Bitencourt me convidou para sentamos numa mesa juntos acabei aceitando então ele escolheu um canto meio escuro, acredito que já estava com segundas intenções. Começamos a conversar e ele já veio discretamente me cantando, dizendo que esperou por essa oportunidade de estar sozinho comigo a muito tempo e que sempre arrumava uma maneira de ir a mkinha sala ou a sala dos professores só pra me ver, pedi pra ele mudar o rumo da conversa senão eu mudaria de mesa, ele então calou-se, e só conversamos sobre coisas da escola. 
A janta foi servida, jantamos e logo após foi revelado os amigos secretos, e pra minha surpesa ele que tinha tiado meu nome, nesse momento eu desconfiei que ele tinha trocado com alguem ou tinha dado um jeito de tirar meu nome, e minha surpresa maior foi quando ao abrir o presente havia uma vela lingerie vermelha, um conjuntinho de corpete e calcinha, fiquei até envergonhada ao ter que abrir na frente de todos, depois uma amiga até falou - Hum... o Bitencourt tá a fim de voce, eu ruborizada falei, se tiver ele vai cair do cavalo, e voltei pra mesa enquanto o resto do pessoal fazia as revelações enquanto esperávamos bebemos mais chopp e foi servido uma caipirinha, eu como não estou acostumada a beber, logo eu já estava meio alegre.

Logo após a revelação começou a musica e o pessoal a dançar, e ele pegou em minha mão me levou até a pista e começamos a dançar e enquanto dançávamos, ele se aproveitou do meu estado,  escorregando suas mãos pela minha cintura e depois a na bunda, ainda me restava uma lucidez então eu tirei a mão dele dali, mas ele inclinou sua cabeça em meu pescoço encostando no
 meu ouvido começou a me elogiar e a falar sacanagens veladas, dizendo que eu era linda, e que sortudo era meu marido em ter esse material todo a sua disposição, referindo-se a mim é claro, palavras que foram aos poucos me deixando excitada, e devido a bebida me sentia as pernas amolecer, quando terminou a musica já começou outra imediatamente eu quis voltar pra mesa mas ele insistiu dançamos mais uma e ele não parava o assédio e os toques mesmo por cima do meu vestido eu sentia seu toque, até que novamente ele levantou minha saia e tentou tocar na xoxota, tirei-a novamente mas como  ele insistia então voltei para a mesa ele foi atras, e pediu mais uma bebida
Na mesa enquanto bebíamos ele voltou ao assédio, por baixo da mesa suas mãos pousaram em minhas coxas, eu retirava sua mão mas ele insistia, devido ao meu estado eu já não oferecia muitas resistências aos seus ataques. Até que ele enfiou a mão por baixo e foi direto ao ponto que ele queria atingir,se eu não estivesse de meia calça dificultando o serviço ele teria atingido  minha xoxotinha que já estava toda molhada.
Por um instante recobrei o juízo e insisti para ele parar com aquilo que alguém poderia ver e ia pegar mal, então, ele falou-me já que a festa tá no fim podemos ir embora , eu te dou uma carona, pensei comigo que se eu ficasse ele ficaria tambem e continuaria o assédio, se eu fosse com ele estaria de certa forma aceitando sei assédio, mas pensei dos males o menor, vamos embora, e no caminho eu conseguiria controlar a situação e todos ficariam bem na história.

Mas me enganei porque durante a volta ele parou o carro em um lugar ermo, uma estradinha vicinal no meio do nada entre a chácara e a cidade, todo escuro não se via uma luz si quer. e dessa vez partiu pro ataque explicito, tentou me beijar, apesar da minha negação inicial ele insistia, tocava em meus seios, eu falava Bitencourt para,não posso sou casada, ele novamente falou é
casada mas não tá algemada, não posso negar que apesar daquela situação ser incômoda eu estava excitada, e ele me beijou meio que a força inicialmente, mas logo conseguiu seu objetivo porque parei de resistir, pensei vou deixar e depois convenço o a ir embora, só que depois do beijo ele começou a apalpar meus seios, enfiou a mão dentro da minha blusa, eu tirava a mão dele mas ele voltava a colocar, era uma luta desigual, até que ele tentou meter a mão na minha xoxota foi a gota dágua para eu falar...  Bitencourt ou voce para e me leva pra casa ou eu desço e vou a pé.

Apesar de eu estar meio alta ainda tinha certa lucidez, ele então colocou o carro em marcha pensei que ia me deixarem casa mas me enganei porque antes de chegarmos a cidade havia motéis no caminho e ele não perdeu tempo, saiu da estrada e entrou em um deles, na hora eu quis cair fora do carro mas ele habilmente me convenceu de que se eu caísse fora ali naquele momento escândalo seria maior, que por mais que eu negasse ele diria que tinha ido comigo e no fim o estrago seria o mesmo ou maior ainda.
Eu, que nunca havia traído meu marido nem em pensamento, acredito que pelos vários copos de chopp, e da caipirinha que havia tomado, acabei aceitando o convite daquele senhor que tinha idade para ser meu pai, que me convenceu de entrar com ele.. mas impus minhas condições, que eram só duas, a primeira era que seria apenas aquela vez e nunca mais, e a segunda era que ele teria que jurar nunca contar a ninguém, claro que ele aceitou na hora.
Antes da gente entrar no quarto ele pegou uma maleta, perguntei o que era ele falou que era um notebook, estranhei mas enfim, entramos no quarto ele antes de mais nada ligou o note, perguntei o porque daquilo ele me falou que era surpresa, e depois que carregou o windows ele me chamou pra ver um filme porno que ele tinha baixado, eu me recusei alegando que não curtia, então ele deixou o note ligado e  veio pra cima de mim me atacando vorazmente, em pouco tempo já estávamos os dois nus,  aquilo não era muito natural para mim, demorei um tempo pra assimilar a situação, eu ali, nua com outro homem que não era meu marido, mas   apesar de sua idade, o Bitencourt tinha uma forma física invejável, e com uma pica mais invejável ainda, era maior que eu já tinha visto, não muito longa mas bem grossa, eu diria que é maior que a do meu marido.
Depois desse impacto inicial ele se acalmou, e me vendo nua  não se cansava de elogiar minhas curvas, e deixou todo aquela presa de lado e foi me tocando aos poucos, tocando meus lugares mais sensíveis me deixando mais excitada ainda, e com isso fui me liberando até o ponto de eu me entregar totalmente a ele, fazendo-me esquecer que era casada, com um marido  e duas filhas que esperavam em casa.
Mas ele foi paciente, começando com as caricias, depois lambendo-me toda até chegar a minha xoxota onde ele deu especial atenção me fazendo subir pelas paredes e me levando a loucura, ele era muito carinhoso, e não me fez chupa-lo, se preocupou mais em me dar prazer do que receber, fiquei surpresa quando ele pediu permissão pra me penetrar, nunca ouvi falar de
alguem que pedisse permissão na hora H, não falei nada então ele pediu novamente, acenei com a cabeça que sim, que podia me penetrar, mas devido a grossura do membro dele sinceramente achei que não suportaria, mas ele com  habilidade foi enfiando aos poucos alargando  minha xoxota lentamente até que eu me acostumasse, e ao perceber que eu estava bem a vontade num movimento brusco enterrou tudo e começou a bombar ritmadamente, levando-me a gozar várias vezes, como eu jamais havia gozado nos últimos 10 anos, e ele apesar da idade parecia ter um folego de um jovem de 30 anos porque ele não me largou antes de ter gozado duas vezes

 Depois de termos transado fui ao banheiro me lavar pensei que ele já estava satisfeito, mas depois de eu tomar meu banho, ao voltar comecei a colocar a calcinha o sutiã me preparando pra ir embora mas ele tinha um folego surpreendente, ele estava sentado numa poltrona me agarrou pela cintura me fez sentar de frente no colo dele e me fez encaixar na sua pica, e assim me fez cavalgar enquanto ele segurando-me forte pela cintura beijava meus seios, era uma loucura mas
naquele momento eu nem me lembrava de marido ou filhas tal era meu estado de excitação, pensei comigo já que to errada então melhor aproveitar o máximo, depois de ter gozado na posição da cadeira ele me pediu pra chupa-lo, mas não aceitei porque a pica dele tava suja, ele então foi até o banheiro lavou e voltou me pedindo pra chupa-lo, acabei fazendo, logo em seguida ele disse que queria comer-me por traz eu me recusei mas ele insistiu muito e disse que se eu não aguentasse ele pararia, acabei por deixar ele tentar, e como eu previa não aguentei aquela pica na minha bunda, eu raramente fiz sexo anal com meu marido que tinha uma pica normal, certamente não aguentaria aquela bem mais grossa, mas mesmo assim deixei ele tentar.


Depois de ter ficado ali umas duas horas, já era quase meia noite pedi que me levasse pra casa, ele concordou, mas falou-me antes quero te mostrar uma coisa no notebook, eu falei se for aquele filme porno não vou perder meu tempo, ele falou não, é outra coisa que quero que voce veja, então ele abriu um programa onde ele tinha filmado tudo o que tinha acontecido naquele quarto, tudo tudo mesmo, ao ver as imagens fiquei chocada,  o canalha tinha colocado um programa que filmava e aproveitou a câmera do próprio note, e eu nem liguei uma coisa com outra, ele havia filmado tudo o que tínhamos feito naquela noite, me filmou chupando, fazendo sexo anal, embora não tivesse de fato feito, percebi naquele momento a bobagem que eu tinha feito, estava nas mãos de um homem inescrupuloso.


Passados alguns dias, ele me procurou-me, convidando para ir novamente a um motel com ele, e eu como estava com o juízo perfeito e sem álcool na cabeça eu recusei mas ele me  entregou um pen drive, com uma cópia do que ele havia gravado, e me mandou  ver com muito carinho que ele aguardava, e depois que eu ligasse pra ele, eu já sabia o que tinha naquele pen drive, mas mesmo assim fui ver novamente, quando eu estava completamente sozinha eu coloquei o pen drive e comecei a assistir, tava tudo lá gravado, eu não tinha saída ou virava amante do asqueroso do meu diretor ou eu corria o risco de perder tudo que era mais importante pra mim, minha família mas mesmo assim não liguei pra ele.

No dia seguinte na primeira oportunidade que fiquei sozinha ele veio até mim e falou, caso você não queira que essas imagens chegue ao seu marido você vai ter que aceitar minhas condições a partir de hoje  será minha quando eu desejar será uma escrava sexual e fazer o que eu quiser na hora que eu quiser.
Na hora eu xinguei-o de todos os nomes, mas era só uma forma de extravasar porque eu estava de mãos atadas, apesar de xingá-lo muito tive que me sujeitar em suas condições, e ele era bem criativo na matéria sexo, e me obrigou a fazer as mais loucas aventuras, até anal eu tive que fazer.