quinta-feira, 2 de março de 2017

MEU CUNHADO MAIS NOVO FORÇOU-ME, MINHA UNICA TRAIÇÃO



Meu marido trabalha como segurança numa empresa do ramo de escolta, a missão dele é ser batedor dando cobertura as viagens dos caminhões com carga valiosa, então ele vive sempre viajando, as vezes fica a semana inteira fora, normalmente ele vai fica só dois ou três dias, 

Somos casados já a  a 17 anos, temos uma filha maravilhosa que hoje tem 15, linda, alta cabelos negros, dizem que é tão bonita quanto a mãe, alias, dizem que ela até parece minha irmã, eu fico orgulhosa é claro, afinal apesar dos meus quase 40 anos ainda estou em forma, malho bastante pra me manter em forma por isso ainda estou com tudo em cima e tudo durinho durinhos, seios bumbum coxas, adoro usar saia curtinha ou shorts pra deixar minhas coxas em evidencia, 

A minha historia começa quando resolvemos reformar nossa casa, era uma reforma geral, quebrar paredes aqui, mudar outra coisa ali, trocar o piso por porcelanato etc..., ia demorar pelo menos uns dois meses, e por conta disso mudamos temporariamente pra casa da minha sogra que era viúva e morava só ela e um cunhado com 26 anos e ainda vivia meio que as custas da minha sogra, eles moravam  numa casa enorme, então pegamos dois quartos pra nós e compartilhávamos a sala e a cozinha, era só por uns três meses então a gente se apertava um pouco mas no fim dava tudo certo.

Eu não trabalhava fora, então só ajudava minha sogra na limpeza da casa, na cozinha e tudo mais que eu podia eu ajudava, e minha sogra costumava levantar bem cedinho, quando meu marido levantava pra ir trabalhar ela já tinha aprontado o café,  e depois ia lavar roupa, fazer faxina, eu ao contrário levantava lá pelas 9 horas, e justamente por levantar cedo minha sogra também ia dormir bem cedo quando dava 8, 9 hs da noite el já se recolhia pro seu quarto.

Minha filha que adorava meus pais quase sempre ia dormir na casa dos outros avós que não moravam longe dali  e eu ficava praticamente sozinha as noites porque meu cunhado era baladeiro, as vezes ele ficava em casa e a gente acabava assistindo algum filme na tv a cabo juntos e quando havia algum filme mais caliente ele sempre fazia algum comentário como quem não quer nada mas  querendo. e foi justamente por causa da TV a cabo que acabou acontecendo algo que eu me envergonho até hoje mas não posso dizer que não gostei.

Minha sogra dorme cedo, dorme com as galinhas , minha filha tinha ido dormir na casa dois outros avós, eu nunca durmo antes da meia noite , uma ora da madrugada então fiquei ali assistindo filme, não tinha nada interessante eu comecei a passar canal por canal, tentando achar algo bom pra assistir, mas quando eu passei por um canal privê, por curiosidade comecei a assistir um filme pornô, baixei bem o volume pra minha sogra não ouvir os gemidos, eu tava achando aquilo tudo até meio  nojento principalmente quando o ator bem dotado metia o pau no cu da atriz, quando ele tirava ficava um buraco, mas não sei porque continuei assistindo distraída, e discretamente eu acabei me tocando por cima do shorts que eu tava usando quando dei por fé meu cunhado Alex estava em pé na sala só observando, fiquei morta de vergonha, mas ele todo confiante veio até mim e disse-me, Márcia, voce está se aquecendo para quando meu irmão chegar?? E com uma risadinha bem sacana veio pro meu lado e disse mas pelo jeito acho que ele não tá dando conta do recado direito, eu morri de vergonha, mas ele se comportou e com a mesma cara de sacana voltou pro seu quarto dizendo que ia dormir mas não sem antes insinuar que ia dormir pensando na cena que tinha visto.

A semana a seguir transcorreu como se nada houvesse acontecido, a unica coisa que meu cunhado falou várias vezes que  eu era linda e que era um desperdício meu marido irmão dele me deixar ali sozinha em casa que eu era muito jovem para ficar ali trancada fazendo serviços da casa como a mãe dele, e naquela mesma semana disse que a namorada dele ia dar uma festa por ocasião do aniversário dela na sexta feira e me convidou pra ir com ele, falei-lhe que adoraria mas não podia porque era casada e meu marido poderia não gostar, mas ele insistiu dizendo que convidaria  o Kevin meu marido pra ir junto, e  quando ele viu o Kevin convidou-o para a festa mas o Kevim disse que tinha uma escolta  naquele fim de semana e teria que viajar de novo dai o e perguntou se ele deixaria eu ir com ele, prometendo me levar e trazer e  cuidar bem  de mim, meu marido acabou concordando, e para não me sentir sozinha nem deslocada na festa eu falei  se não tinha problema de eu  levar a minha filha Alana junto, e o meu cunhado muito prestativo falou que ela podia ir junto também, afinal ela já tinha 15 anos, o que eu não sabia era que a Alana tinha outros planos, afinal era sexta feira e ela tinha marcado sair com alguns amigos, mesmo assim demos carona pra ela até a casa de uma amiga e de lá seguimos para a festa.

Por estar bem calor eu coloquei como sempre um vestido leve que caia bem em meu corpo, não era muito curto não ficava só pouco acima do meu joelho, mas quando a gente estava indo pra festa  ao me sentar o vestido subiu um pouco deixando minhas coxas branquinhas um pouco exposta lhe proporcionando uma bela visão notei que lhe chamou a atenção, percebi logo que ele disfarçadamente olhava-as quando passávamos por algum lugar mais iluminado e as luzes da cidade as vezes invadia o carro destacando-as mais ainda, e durante todo o trajeto apear de não dizer nada não tirou os olhos das minhas pernas,

Chegamos a festa, ele me apresentou para a namorada dele e para os demais presentes, ainda era cedo nem todo mundo tinha chegado, enquanto isso rolava muita cerveja e alguns aperitivos, tipo caipirinha, alguma bebida mais fortes tipo vodka uísque, mas eu fiquei nas bebidas mais leves bebi uma lata de cerveja, e depois participei da roda de caipirinhas que não faltava, quando acabava o copo logo vinha outro e passava de mão em mão, sou meio fraca pra bebida então parei de beberiar quando senti que eu tava ficando meio alta, mas logo o pessoal chegou e começaram a cantar o parabens, etc... depois disso foi só festa, eles afastaram as cadeiras e as mesas no salão social do prédio onde ela morava,  colocaram um som dançante e os casais começaram a dançar, todo mundo estava meio alegre, meu cunhado dançava com a namorada dele, dançou umas duas musicas e ao me ver sozinha meio deslocada naquele ambiente me tirou pra dançar. a primeira musica tudo bem, depois colocaram uma musica mais lenta, ao abraçar meu cunhado rpa dançar senti que ele estava excitado, fiquei imaginando se aquela excitação seria por minha causa, estranhamente eu tb fiquei excitada, mas tentei tirar aquele pensamento da minha cabeça afinal eu era casada e o cara com quem eu tava dançando era meu cunhado.

A festa terminou por volta das 23,00  porque pelas regras do condomínio esse era o horário limite, então todos se despediram, e meu cunhado pediu desculpas a namorada por sair mais cedo porque ele tinha que me levar pra casa, liguei pra minha filha perguntando se ela queria que a gente pegasse ela ela respondeu que queria ficar mais um pouco, que iria chegar por volta das 01 da manhã, e que alguém lhe daria carona, ainda recomendei que se não tivesse carona que pegasse um taxi.

 E no trajeto de volta aconteceu a mesma coisa que na vinda, ele propositalmente dirigia bem devagarinho e meu cunhado já devia estar com segundas inteções porque não tirava os olhos das minhas  coxas dessa vez mais descaradamente, talvez porque estivesse meio alto das bebidas nem disfarçava mais, e pela primeira vez ele fez um comentário dizendo cunhada, já lhe disseram que tem coxas lindas, fiquei envergonhada, e dessa vez ele foi mais longe, porque colocou as mãos nelas e começou a passar  a mão no joelho, indo e vindo até a altura da minha saia sem porem passar disso, pedi pra que tirasse a mão dali mas ele falou o que que tem, tá com medo, respondi que não era medo mas que era melhor ele não continuar, porque sabia onde aquilo ia parar, e ele sem perder a pose e sem tirar a mão dali falou, é disso que voce tem medo, de o que poderia acontecer? Não respondi, falei apenas pra ele parar, mas ele não parou e me disse Márcia quando um não quer não acontecem nada, é preciso de dois pra dançar um baião, referindo-se a um ditado popular, o problema era que eu também estava excitada apesar de não ser certo eu estava gostando de ser assediada por um homem mais jovem e que não era meu marido, aquela situação estava mexendo comigo, eu coloquei minha mão em cima da dele tentando tirar ela da minha coxa, mas ele insistentemente continuava, eu tirava ele colocava, tirava ele colocava, até que resignada deixei ele continuar afinal ele só passava do joelho até a metade das coxas não tinha passado disso ainda, mas eu tremi toda quando meu cunhado aproveitando-se de que eu baixei minha guarda começou a ser mais ousado e a chegar perigosamente mais próxima da minha calcinha eu podia até sentir a mão dele tocar a barra da minha calcinha, apesar de todas minhas tentativas de impedi-lo,  ele sacana sempre falava tá com medo de mim? Quando ele falava isso eu acabava afrouxando um pouco a guarda e era esse o momento que ele se aproveitava mais,  e esse assédio continuou eu louca pra que chegasse em casa logo, faltavam poucos quarteirões pra chegar em casa quando ele enfiou a mão por baixo da minha saia até tocar minha xoxota por cima da calcinha e forçar o dedo por baixo da barra da calcinha, quase desfaleci, minha adrenalina subiu até a cabeça, ele percebeu que eu tinha fraquejado e não parou, ainda me restava um pouco de juízo e dei-lhe a maior bronca, ele parou e chegamos em casa pra meu alivio.

Pensando que em casa eu estaria livre do assédio dele me enganei porque ele continuou, me abraçou por trás e já foi apalpando meus seios e por mais que eu tentasse me desvencilhar ele não me largava, ele que até então foi respeitador provavelmente por causa da bebida estava  se excedendo, falei pra ele parar porque iria acordar minha sogra, mas ele tava pouco se importando, falei que deixasse-me ir para meu quarto, ele respondeu só se voce deixar a porta aberta...  apesar de eu estar super excitada me debati e foi assim até que consegui me livrar dele e fui para o meu quarto e tranquei a porta.

Tomei meu banho, coloquei roupa de dormir, e pelo barulho do chuveiro ouvi que o Alex também estava tomando banho, meia hora depois tocou meu celular era o Alex me pedindo desculpas dizendo que havia se excedido, e que tinha feito um café quente para rebater a bebida, e que estava com uma xícara na mão pra mim na porta do meu quarto, e que gostaria de se desculpar, e que eu abrisse a porta, acabei por abrir a porta, ele entrou com o café quentinho, me deu uma xícara e outra na mão dele sentei-me na cama encostada na cabeceira, cobri minhas pernas porque eu estava de camisola, ele sentou-se na borda e depois que tomamos o café juntos, percebi que ele não estava mais excitado, começamos a conversar um pouco, ele carinhosamente começou a pedir-me desculpas e a tocar meu rosto com o dedo numa caricia sem malicia, pelo menos era o que eu pensava, porque aquela caricia foi evoluindo, ele levou a mão na minha nuca e começou a fazer cafuné, ele me fez encostar em seu ombro e continuou aquele cafuné gostoso que culminou num beijo, e continuou, e eu dessa vez nem esbocei reação,
Aquele beijo evoluiu para caricias mais quentes, ele tocava meu seio, me deitou na cama e veio por cima continuando aquele beijo, embora eu não o abraçasse, permitia que ele me beijasse, e a caricia dele continuou, descendo pela barriga, e enfiou a mão por dentro a calcinha acariciando meus pelos pubianos e tocava levemente nos labios vaginais, eu estava perdida naquelas caricias quando percebi ele estava tentando tirar minha calcinha, dai literalmente eu travei.... jamais tinha traído meu marido, jamais tinha transado com outro homem, alem do que aquele homem era meu cunhado, quando eu travei ele ficou irritado porque até ali eu tinha deixado ele ir com as caricias, e tirou a minha calcinha  a força, como eu estava com as pernas travadas para ele não tirar ele rasgou os dois lados dela e tirou por entre as minhas coxas, eu estava apavorada porque a gente tinha ido longe demais eu tinha ido longe demais mas senti que ele não iria parar, eu tinha acionado um gatilho que não tinha volta.

Fiquei mais apavorada ainda mais porque passava da meia noite e minha filha disse que chegaria perto da 1 hora, alem do mais minha sogra dormia só dois quartos ao lado ela poderia ouvir alguma coisa seria uma vergonha pra mim afinal o Alex era solteiro, e ele continuava tentando abrir as minhas pernas que estavam travadas tentando impedi-lo, ele que já tinha tirado a cueca e o calção e
tentava de todas as formas tentar me penetrar por entre as coxas forçando  meus labios vaginais, e eu estava num dilema, deixar ele me penetrar  e acabar com aquilo logo porque minha filha estava pra chegar, ou porque podíamos correr o risco da sogra ouvir algo, esse era meu dilema, eu já estava decidida a abrir a guarda pra acabar logo com aquilo, mas na tentativa de penetração, ele que estava tão excitado  acabou gozando nas minhas coxas mesmo, mas não saiu de cima de mim, ao sentir-lo relaxado eu também relaxei também achando que ele já tinha gozado e já tinha acabado, afinal com meu marido era sempre umazinha e nada mais, mas o Alex apesar de ter gozado não amoleceu o pau, que ficou alojado entre minhas coxas, apesar de eu tentar tira-lo de cima de mim ele falou deixa eu ficar mais um pouco tá tão bom assim, e ficou ali fui aos poucos abrindo as pernas por causa do peso dele em cima de mim, e quando ele percebeu que eu
tinha aberto a guarda ele que ainda estava de pau duro forçou a entrada da minha xoxota e não teve nenhuma dificuldade porque estava bem lubrificada pelos meus líquidos e pelo esperma dele mesmo assim tentei travar de novo as pernas mas já era tarde, ele já tinha encaixado a metade e não foi difícil ele enterrar o resto porque com as mãos segurou minhas pernas afastando mais pra facilitar a sua penetração, já era  tarde demais para qualquer reação, o jeito então era deixar rolar, a primeira vez ele gozou rápido mas dessa vez ele demorou mais, bombava cada vez mais forte, eu muito excitada acabei gozando, e logo depois ele também gozou.

Logo depois que ele gozou pela segunda vez fiz prometer não contar a ninguém e pedi pra ele que fosse pro seu quarto antes que minha sogra ouvisse algo e levantasse pra verificar ou que minha filha chegasse, afinal já passava de uma  hora da madrugada horário que minha filha disse que chegaria, e nas semanas que se seguiram ele tentou me assediar mas eu sempre o colocava em seu lugar, não dei mais chances pra ele repetir o que tinha feito.

MINHAS COLEGAS CASADAS DA FACULDADE

Eu tenho 28 anos, moro numa cidadezinha  pequena que não vou citar o nome justamente para caso alguém da minha cidade venha a ler esse conto não identificar e assim ligar os fatos as pessoas,  como todos sabem em cidade pequena todo mundo conhece todo mundo, eu vou dividir em duas partes porque envolve a Helena, uma mulher mais madura e a Carmem uma mulher mais liberada, e foi assim:  tudo começou quando resolvi fazer a faculdade a noite numa cidade maior a cerca de 80 kms da minha, havia uma VAN que levava e trazia os alunos, mas não era lá muito confortável alem de passar por outros pontos pra pegar mais aluno  que demorava mais o trajeto, por isso eu ia de carro próprio,  e já no primeiro dia, dia daquela famosa apresentação quem era quem e morava onde que todo professor costuma fazer, acabei por conhecer duas meninas que moravam na zona rural da minha região, e uma na minha cidade mesmo que apesar de não ser tão grande eu não a conhecia, apenas os familiares dela,  fizemos amizade já no primeiro dia e já que eu era o único que ia e voltava de carro acabamos entrando num acordo por ser mais rápido e ter mais liberdade de locomoção, decidimos rachar as despesas de combustível pra gente ir e voltar juntos ia ficar até mais barato que a VAN, e com o maior prazer virei o motorista oficial

Eu era o único homem no meio das três, e pra mim era impossível não perceber que todas eram gostosas, a Helena a mais velha de todos nós e tinha 39, era a unica casada, a Cida era bem novinha pouco mais de 20 aninhos, já  a  Carmem também casada tinha uns 26, quase a minha idade,  mas  por eu sempre ter tido atração por mulheres mais velhas a que mais me atraia era a Helena , talvez seja fetiche, talvez por ser a mais experiente, melhor de papo do que as outras, e alem de tudo era dona de um belo corpo, loira, pele bem branquinha, descendente de alemães, cabelos lisos loiros acastanhados, era mais alta que eu, devia ter 1.76 mais ou menos, era uma mulher grande em todos os sentidos, e  tinha tudo em cima, o único defeito dela era ser casada, e o fato dela ser velha uns 10 anos que eu atrapalhava, alias me atraia mais ainda, o interessante é que por um tempo  eu nunca tinha olhado pra ela nela com  olhos de desejo, mas nas nossas idas e vindas fomos entrosando e acabou rolando um desejo por ela da minha parte.
Formamos um grupinho legal, a Helena sempre ia no banco da frente, eu era privilegiado, porque a Carmem mesmo sendo casada era a que vivia dando-me a maior bandeira, só que eu tava a fim mesmo era da Helena e era a unica que não me dava muitas brechas, mas como eu tava mesmo era a fim dela,  se eu de repente me engraçasse com a Carmem queimaria meu filme com a Helena, mesmo porque a Carmem era meio louquinha poderia aprontar alguma, então  resolvi investir um pouco mais nessa tentativa, se não rolasse de jeito nenhum a Carmem seria meu plano B,  e no nosso dia a dia após o curso, pra matar o tempo no hotel que a gente ficava a gente conversava sobre tudo, tudo mesmo, desde os namorados até as experiencias mais intimas na cama, a Helena sempre participava das nossas rodas de fofoca, apesar de falarmos abertamente sobre sexo ela nunca me dava abertura, provavelmente por ser casada, quando as conversas rolavam sobre namorados maridos sempre ficava muito animada, principalmente quando a gente saia pra algum barzinho pra matar o tempo entre uma cerveja e outra, 

 A Helena  já tinha filho de uns 16 e uma menina com  9 anos mas continuava sendo uma mulher muito atraente e eu sempre gostei de mulheres mais velhas que eu, resumindo  durante o trajeto em que eu levava as meninas em casa e a Helena eu sempre deixava por ultimo na esperança de que surgisse uma chance de algo mais aproveitando que  ficava só nós dois no carro, uma dica que fosse, uma esperança de que na próxima viagem pudesse rolar, mas ela sempre muito séria não dava aberturas, não que eu não tentasse indiretamente jogando meu verde pra colher maduro, mas acho que a presença das outras inibia-a apesar dela participar de todas as conversas sacanas, na hora do pega pra capá ela caia fora. e praticamente todas as vezes que  eu a deixava em casa e o marido quase sempre a esperava  no portão porque quase sempre ela ligava do celular avisando que tava chegando

E assim era nossa rotina, e vez em quando uma ou outra não ia, até que certo dia a Cida e a Carmem não foram, como sempre passei peguei a Helena em casa, e já no trajeto de ida nossa conversa foi um pouco mais aberta, durante o trajeto que era mais ou meno suma hora e pouco, conversamos sobre o curso, sobre as duas meninas que não vieram  aproveitando que estávamos a sós,e  eu a proposito conduzi o assunto para certas  intimidades primeiro falei sobre minha noiva e eu, nossas preferencias perguntei sobre as preferencias dela e do marido dela, com o tesão a flor da pele meus pensamentos me torturavam mas a Helena parecia ser uma mulher fiel que se mantinha sempre discreta,  então para não parecer chato nem repetitivo  não insisti.
Naquele dia não tivemos as duas ultimas aulas,  encerrei todos meus afazeres no final preparamos pra voltar e a procurei para irmos embora..... No trajeto de volta eu dirigi bem mais devagar que de costume, e durante o trajeto talvez por estarmos apenas nós dois conversamos mais que habitualmente, e acabamos voltando aquela conversa mais intima da nossa vinda, ela se abriu um pouco mais quando tocamos no assunto sexo, pra apimentar eu alei que eu e mina noiva eramos bem ativos, eu mais que ela, e perguntei dela e do marido, a principio ela ficou meio retraída, mas acabou confessando que amava o marido mas em matéria de sexo havia virado rotina etc. e tal talvez por causa do tempo de casados, quase 18 anos, aproveitei pra jgar meu charme dizendo que ela mesmo tendo quase 40 anos ela era uma mulher bonita e atraente, e falei como dizem os homens voce é uma mulher gostosona, o tempo naquele dia passou rapidinho e sem perceber já estávamos bem de casa dela, ainda perguntei se o marido dela não se incomodava pelo fato de eu um homem pegar e deixar ela todos os dias sem ter mais ninguém no carro, mas ela disse que não  porque o marido, e ele não era ciumento, quando chegamos . lá estava o marido esperando aquela mulher,  que era objeto dos meus desejos, quando a deixei ele de longe me cumprimentou com um aceno olhei os dois fechando o portão,  sai pensando comigo mesmo: ....Ainda vou fazer amor  essa mulher mesmo sendo casada...

  enquanto esperávamos as outras terminarem também, ela notou que eu estava olhando fixamente pra ela e  a gente se encarou  mas ela timidamente desviou o olhar do meu e disse nossa, desse jeito voce me deixa encabulada!! Eu fui até a ela me aproximei do seu ouvido e disse baixinho se eu não fosse noivo, e você não fosse casada juro que eu já tinha te dado uma cantada ela respondeu mesmo eu sendo bem mais velha que voce? No que eu disse o que tem isso, voce é uma mulher bonita e atraente, e a gente poderia sim dar muito bem, e ainda perguntei, vc nunca pensou em sair com alguém mais novo? Alguém como eu por exemplo!!! Não vou negar que eu sempre te desejei Helena, desculpe minha franqueza, mas o clima acabou aí porque as meninas tinham saído das provas, 
Depois desse dia notei que ela começou a se vestir de maneira mais sensual, as vezes usando calça social e blazer estilo secretária, outras vezes Jeans justo que deixava o seu corpo em evidencia tornando-a aina mais gostosa literalmente acompanhada de alguma blusa de malha um pouco mais decotada, embora ela não tivesse os seios grandes mas a visão era gratificante. porque ela ficava bem sensual, depois de algum tempo  numa dessas nossas idas e vindas certa após termos feito uma prova, 

Desse dia em diante sempre que ficávamos sozinhos  eu não perdia a chance de elogia-la suas roupas seu corpo... e quando nos encontrávamos, desde que não fosse na frente do marido dela a gente se cumprimentava com beijinhos no rosto e eu sempre roçava o canto dos seus lábios de propósito mas ela sempre ficava na dela, não tirava o rosto mas não me dava chance de avançar mais, até que um dia aproveitando a oportunidade de estarmos sozinhos e o assunto rolava sobre ficar, amizade colorida namorados etc...  perguntei novamente  se ela já tinha fantasiado ou pensado em sair com alguém bem mais novo, e repeti alguem como eu,  ela foi categórica ao dizer que era bem casada etc e tal, e que jamais faria algo assim, eu para não forçar a barra ficava na minha sempre só esperando uma oportunidade certa,  

Assim foi por vários meses, estava quase acabando o semestre letivo e eram poucos os alunos  que continuavam indo visto que a maioria já tinha alcançado as notas necessárias inclusive eu mas continuei indo, as meninas nessas ultimas semanas já iam só de vez em quando incluindo a Helena que precisava só de entregar um trabalho pra alcançar os pontinhos necessários para fechar o semestre, eu mesmo só ia por causa de ter que leva-las, a Cida e a Carmem já tinha avisado que na nos últimos dias não iriam orque já tinham conseguido, então no penúltimo dia uma sexta feira meu telefone toca, era a Helena me perguntando se eu ia pra facul, ela disse-me que tinha que ir entregar um trabalho, mas que se eu não pudesse ir ela iria de ônibus mesmo, vi que esta era a minha chance de algo mais com a Helena, disse-lhe que não era preciso eu ir mas que eu iria só pra acompanha-la se ela não se importasse, achei que ela iria dizer que não precisava etc e tal, mas ela falou-me que se eu pudesse ir pra lhe fazer companhia ela ficaria grata, disse ainda que pagaria o combustível o que eu de imediato recusei.
Naquele dia quando fui pega-la em casa ao ve-la vindo em minha direção percebi o quanto ela estava gostosa dentro de uma roupa bem justa a calça jeans marcava seu corpo, a blusa colada ao corpo exibia um decote generoso, e eu percebi que aquele dia prometia, como sempre o trajeto era de mais ou menos uma hora, nesse dia fui ansioso o tempo todo, chegamos  até a Faculdade ela só entregou o tal trabalho para o professor, voltamos para o estacionamento entramos no carro, ainda nem eram 7 horas da noite falei e agora que sobrou bastante tempo e eu adoraria sua companhia pra um chopinho que tal? e você não ira se arrepender!!! Percebi que os seus olhos brilharam e os pelinhos do braço se arrepiaram quando respondeu voce que sabe.

Me dirigi a um barzinho que a gente ia de vez em quando com as amigas, só que dessa vez estávamos sozinhos, sentamos lado a lado pedi uma porção de batatas fritas, e duas latinhas de cerveja, e eu lentamente sorvi aquela cerveja, ela ali na minha frente eu coloquei minha mão em cima da sua mão direita,  ela não se importou com essa atitude minha, comecei a massagear a mão dela, logo depois soltei a sua mão e pousei em sua coxa, e comecei a massagear discretamente, ela ali passivamente estava aceitando, eu estava de pau duro mal conseguia disfarçar, terminamos de beber a cerveja e o tira gosto, sugeri que fossemos a outro lugar mais reservado, ela disse que tinha que voltar pra casa, mas eu insisti vamos.... ela não disse nada, paguei a conta, fomos para o meu carro, durante o trajeto continuei massageando sua coxa por cima da calça, ela perguntou onde a gente ia, falei que seria surpresa ela falou vamos pra casa vamos, mas sem muita convicção, a essa altura ela já devia imaginar o que eu pretendia.

Durante o tempo que eu ia e vinha a gente passava na frente de um motel na saida da cidade, eu sempre imaginei-me levando a Helena ali, e agora estava acontecendo, quando eu entrei na portaria ela olhou pra mim e novamente sem muita convicção só falou assim: 
- voce não vai querer que eu entre ai né, 
- Porque não 
- Porque não posso, esqueceu que sou casada..
- É casada mas não tá morta
e sem dar chance dela mudar de ideia pedi uma suite e foi então que a Helena entrou e discretamente trancou a porta, era outra mulher, totalmente diferente daquela que eu conhecia no dia a dia, ... veio em minha direção, me abraçou e disse agora eu que vou te mostrar uma coisa abriu o botão e o zíper da  calça e me mostrou  uma calcinha preta de renda sobre aquela pele branquinha, e perguntou gostou da cor?,Aquela foi uma visão excitante como se toda adrenalina de meu corpo entrasse em ação naquele momento apenas com a visão imaginando o que viria a seguir,  dei o maior e mais gostoso beijo da minha vida e ela retribuiu, aquela mulher que eu tanto tinha desejado agora ia ser minha meu tesão era tanto e ela retribuía todos os carinhos meu membro tava duro e  quase gozei na própria calça de tanto tesão só pelo beijo imagine o que viria depois nos beijamos gostoso e nesse clima fui desabotoando  a blusa dela e a calça que já estava desabotoada  caiu ao chão,  então deixei  só de calcinha e sutiã dei outro beijo delicioso, sua língua era quente, gostosa, eu passava a mão nas pernas dela, nas nádegas dela, enfiava a mão por dentro da calcinha pude sentir que ela estava toda molhada e se esfregava em mim, ela gemia baixinho e não parava de se esfregar em mim, , abaixei as alças do sutiã dela e vi os 2 peitos deliciosos, no tamanho certinho, biquinhos duros, rosadinho, dei uma mordidinha de leve em um deles, e depois coloquei ele inteirinho na boca, mamando  naquele peito gostoso e apertava a sua nádega  que gemia cada vez mais alto e se esfregava mais ainda, 
Meu membro queria estourar a calça,  ela me  beijou com mais impeto ainda até que se agachou e começou a abrir meu zíper,  e disse: deixa eu ver  de perto!!! Ela tirou ele pra fora e disse: Huuuum, quero ver o quanto voce aguenta vou te deixar mortinho!!! E chupava meu membro de maneira gostosa com uma maestria impressionante, meu delírio era total, minha colega  casada com o meu pau na boca. Era tudo de bom, talvez  de eu estar possuindo a mulher que tanto desejei pelo semestre todo, ela se levantou, foi até beira de uma cadeira  tirou a calcinha , se apoiou uma perna lá em cima da borda cama, se posicionou provocante  e ficou me esperando... eu fui com muita sede ao pote, mas ela disse não, que pra eu continuar só se fosse com camisinha, eu peguei uma camisinha que estava no armarinho do motel e coloquei,

Fui chegando nela devagarzinho, que gemia baixinho enquanto eu chegava mais, ela fazia aquela carinha de dengo que nem uma cahorrinha carente que me deixou looouco,  esfreguei meu pau na buceta dela, que estava encharcada, bem molhadinha, e fui penetrando bem devagar, colocava um pouco não mais que a cabeça e logo tirava, colocava de novo e tirava, ela gemia e dizia, assim voce quer me matar de desejo... não me torture vem e me come logo que não percebe que eu to até tremendo de tanto tesão, huuuuuuuummm... Eu comecei a bombar devagar, segurando na cintura dela puxando-a contra meu corpo, indo cada vez mais rápido eu metia  com gosto, e ela gemia como uma putinha, eu nem acreditava que estava comendo a Helena, aquela delicia de mulher  uma delícia e eu dizia palavras obscenas no seu ouvido deixando-a enlouquecida.
E na hora da transa eu  dizia  sua putinha safada, tá gostando né??? Quer saber duma coisa, voce ainda vai me dar mais vezes.. Ela dizia: Eu bem que queria mas não possooooo, !!!Nós ficamos ali uns 10 minutos nessa felação, eu já não aguentava mais  não aguentava mais e disse pra ela sentar sentar no meu pau: e ela veio por cima de mim e sentou bem devagar no meu pau, e mordia os lábios de tanto tesão, cavalgava no meu pau com gosto, subia, descia, gemia como uma putinha, falava que eu era demais, que ela já tinha gozado mas queria mais e mais, ficamos mais uns 10 minutos, quando eu ia gozar ela parava mas teve uma hora que não aguentei e gozei tão gostoso dentro daquela bucetinha quente. Ficamos ali no chão, nos beijando, e gozamos quase juntos.

Naquele climão s perguntei se ela já tinha feito anal e ela disse que sim algumas vezes mas não gostava,  isso me deixou mais acesso ainda, porque se ela admitiu já ter feito apesar de não gostar muito por causa da dor, isso já era meio caminho andado pra eu comer aquela bundinha que tanto desejei nesse tempo todo então com jeitinho eu coloquei ela de bruços apesar dos protestos levantei um pouco o seu seu quadril deixando aquela bundinha branquinha bem empinadinha, mais uma vez eu fiquei deslumbrado com a visão eu ia me posicionar para penetrar ela disse que eu precisava lubrificar bem antes, e por incrível que se pareça ela tinha um creme na sua bolsa e disse-me pra passar antes de tentar pra não doer muito, nesse momento foi que eu percebi que ela tava fazendo charme porque pra quem não gostava de anal ter KY na bolsa era incomum, .. então  posicionei a cabeça do meu pau e comecei a penetrar ela gemia gostoso e rebolava no meu pau  eu ia a loucura de tanto tesão enquanto eu a penetrava por traz, estava tão excitante que   quando dei por mim eu já tinha atolado meu pau  todinho, enquanto  meus dedos masturbavam seu clitóris então eu dizia deixa eu fazer vc gozar como até agora  ninguém conseguiu  te fazer....Ela só gemia  e rebolava e se soltou todinha, e dizia já que começou agora enfia tudo quero sentir ele todinho dentro de mim sem sobrar nenhum pedacinho pra fora  .... ao ouvir isso atolei tudo que podia do meu pau no cu dela sem deixar nadica de nada pra fora e gozei mais uma vez, e ela também gozou abundantemente.

Nunca vi uma mulher gozar assim quando penetrada por traz, todas as mulheres que já transei reclamavam ao fazer anal diziam que doía etc e tal... mas ela não, ela era demais, depois dessa foda adormecemos juntos abraçados, foram quase 3 horas de sexo delicioso intercalado, e quando olhamos o relógio já era quase 11 horas, ela ficou nervosa porque já passava uma hora alem do horario que costumávamos fazer o trajeto de volta, ela pediu pra irmos embora mas não sem antes eu aproveitar pra acariciar seu corpo afinal ela disse que era só aquela vez...

No trajeto de volta ela me falou que tinha aceitado sair comigo porque  confiava em mim que sempre fui discreto, mas pediu-me que jamais comentasse com ninguém o acontecido, porque apesar dessa aventura ela amava o marido  apesar do sexo no casamento deles ter virado rotina, me senti um privilegiado, afinal eu queria apenas sexo  e ela não queria se envolver com ninguém, 

Nossa  relação de amizade  continuou a mesma mas... apesar dela dizer que não rolaria mais  e apesar de dizer que nunca mais faria, no decorrer do ano letivo até a gente se formar  nos encontramos varias vezes mais, sempre discretamente, e quando as meninas não iam a gente já sabia com antecedência e   parecíamos dois adolescentes, as vezes cabulávamos a aula e íamos em outra cidade próxima para curtir, as vezes parávamos em área rural e fazíamos amor no carro mesmo, mas nossos encontros foram rareando, mas até hoje quando dá certo damos um jeito e damos uma escapada, sabem qual a melhor coisa em ter uma mulher casada, é que a gente curte de montão mas depois cada um vai pro seu canto e aquelas cenas na imaginação faz a gente voltar a querer outra vez.....

MINHAS COLEGAS CASADAS DA FACULDADE (continuação)

Nesses três anos que durou a Faculdade, sempre tivemos o maior cuidado e discrição mas a Carmem desconfiada do nosso casinho e começou a fazer uma chantagenzinha disfarçada embora nunca tivesse falado nada quando  estávamos os quatro no carro ou nas aulas, quando eu estava sozinho com ela ela dava em cima de mim co esse papo, não que a Carmem fosse bagulho, pelo contrário mas eu tinha medo do jeitão dela de dar com as línguas nos dentes iria prejudicar muito a Helena que também era casada, eu tava tranquilo porque apesar de eu ter uma noiva não tava a fim de casar tão cedo qualquer coisa seria um bom pretexto pra terminar mesmo.

E como não era raro de uma ou outra faltarem, as vezes duas, as vezes a Helena e a Cida tb faltavam e eu ia só com a Carmem, as vezes a Carmem e a Helena eu ia só com a Cida enfim em três anos todas essas combinações aconteceram, e já no fim do segundo semestre aconteceu de a Helena e a Cida não irem, foi então que a Carmem já na nossa ida resolveu dar em cima de mim de verdade, quase me agarrando, eu falei pra que parasse porque ela era casada não ia pegar bem, foi quando ela abertamente me falou, e a Helena também não é casada? Fiquei pasmo na hora, como ela sabia, mas me fiz de desentendido e falei o que que tem a Helena? A Carmem logo veio com uma risada bem debochada e falou, 
- pensa que eu não sei de vocês dois dois?? 
- O que tem nós dois?
- Não se faça de desentendido, sei que vocês andam tendo um caso
- Tá maluca Carmem, eu e a Helena somos apenas amigos....
- Tá voce finge que tá dizendo a verdade e eu finjo que acredito mas posso provar o que digo
- Provar o que? Como?
- Ela dando uma risada disse, sabe o Edu que mora aqui mesmo?
- Que tem o Edu,?
- Ele viu vocês dois entrando no motel, ah ele mora perto por isso viu voces..
- Mas Carmem, voce é casada, nunca imaginei que voce era a fim de mim (mentira porque ela sempre deu em cima de mim), no que ela respondeu voce que nunca me deu bola, voce sabe que sempre tive uma queda por voce, continuei, mas voce é casada porque???
Ela respondeu a Helena também é casada, e porque voces saem, continuei, seu marido não tá dando conta do recado não, ela na hora respondeu, aquele filho da puta vive me traindo, só to dando o troco.

E por mais que eu argumentasse lá vinha ela com outra resposta,, enfim, acabei resolvendo traçar a Carmem também,  e perguntei então já que voce me quer tanto como faremos?, Quero que me leve no mesmo motel que voce vai com a Helena, e faça as mesmas coisas que voce faz com a Helena, falei então depois das aulas a gente vai, ela disse que queria que a gente não fosse naquele dia pra ir direto ao motel justamente pra não chegar muito tarde em casa, a desgraçada queria foder mas não queria dar bandeira em casa
pro marido, ali tinha coisa, como não tinha nenhuma aula importante la fui eu para o motel para o sacrifício, não que fosse tão sacrifício assim eu apenas tinha medo de me envolver com a maluquinha da Carmem, mas já que ela queria eu tava decidido a trata-la como uma puta mesmo.

Mal entramos ela veio pra cima de mim me beijando, eu a beijei, e já comecei meu ritual falei-lhe, agora voce vai ser minha escrava sexual, fiz ela tirar a roupa e ajoelhar-se n minha frente e me fazer aquele boquete, comecei a meter na boca dela enfiando meu pau até a goela dela que chupava como uma puta mesmo, aquela mulher devia estar carente de sexo, porque gulosamente chupava meu pau num delicioso boquete.
Em seguida ela tentou beijar minha boca falei que não, que ela era a escrava e faria o que eu quisesse, ordenei que ela deitasse na cama e começasse a se masturbar pra eu ver,  ela obediente deitou-se e começou a meter o dedo na buceta, a gemer e a se masturbar, olhava pra mim que observava a cena como se querendo minha aprovação, ela parava um pouco eu mandava ela continuar, era pra para só quando eu mandasse, e assim foi, ela obediente continuava a se tocar, e a enfiar o dedo na buceta como uma puta obediente, caralho aquela cena me excitava, era a primeira vez que eu estava dominando uma mulher, eu jamais havia feito isso, era como se fosse uma especie de castigo, ela queria parar, mas eu falei só vai parar quando gozar, então ela começou a massagear-se mais rapidamente até que gozou.


Quando ela gozou  mandei que ela ficasse de quatro pra qu foder o cuzinho dela, ela reclamou, mas vai no cuzinho primeiro? Falei que sim que ela era a escrava e que eu queria comer o cu primeiro e que não adiantava dizer não, ela tentou dizer que não ia dar o cu não que eu podia pedir pra ela fazer o que eu quisesse que ela faria mas o cu ela não gostava ade dar por causa da dor, eu falei foi voce que quis assim oras, foi voce que pediu pra eu trazer aqui e fazer as mesmas coisas eu faço com a Helena, voce não vai arregar agora vai?, Ou me deixa comer seu cuzinho ou vamos embora agora, ela sem opção resignada se colocou de quatro pra eu fazer o serviço no cu dela, primeiro atolei meu pau na bueta, ela respirou aliviada achando que eu tinha desistido, mas só fiz isso pra lubrificar meu pau e facilitar a penetração, dei uma cuspida no buraco do cu dela e apontei meu pau, realmente a danada não costumava dar o cu porque entrou apertadinho,eu senti até quando a cabeça do meu pau passou pelo anel do cuzinho dela, ela deu uma travada na hora mas eu segurei firme na cintura e mandei ver, ela reclamava a toda hora da dor e da minha brutalidade, mas ela estava sendo sodomizada porque ela mesmo tinha procurado, eu estava fazendo de algoz mas na verdade eu estava adorando comer aquele cuzinho quase virgem, atolei meu pau até as bolas ela chegou a morder o lençol para aguentar a dor, não sei ela gozou ou não, porque na hora que eu gozei acabei por tirar meu pau da bunda dela e ela parece que respirou aliviada.

depois dessa foda como sempre faço depois de uma relação anal, fui até o banheiro pra me lavar porque eu tinha feito sem camisinha e todo cuidado é pouco, voltei pra cama pra descansar um pouco foi a vez dela ir se lavar, quando voltou eu estava esparramado na cama ela deitou-se ao meu lado e falou, voce é um cachorrão, me machucou viu, eu rindo falei, não era isso que voce queria, meter comigo, meter sim, mas não gostei de ser machucada, minha bunda está ardendo, conversamos um pouco sobre A helena, ela e a Cida, ela me falou agora só
falta voce pegar a Cida né, e para aguçar a curiosidade dela eu falei, quem me garante que eu já não peguei? ela curiosa falou me conta como foi..., para manter o suspense falei que não ia contar nada e que ela jamais saberia, esse papo parece que deixou ela com mais tesão, ela começou a acariciar meu mastro levemente até que ele ficou em ponto de bala, então ela veio por cima de mim e falou agora voce vai  meter onde deveria ter metido primeiro, e foi ajeitando meu pau na sua buceta e foi sentando em cima numa cavalgada subindo e descendo no meu pau, uma delicia, não resisti comecei a imprimir movimentos mais rápidos até que gozamos quase juntos, dessa vez eu sei que ela gozou por causa da chave e buceta que ela me dava, vou te contar, a Carmem era louquinha mas era boa de cama, uma foda com ela era sempre uma experiencia unica e diferente, ela parecia uma ninfomaníaca,  porque gostava de sexo, gemia e rebolava como ninguém.

E assim foi a minha faculdade, 3 anos de curso, 3 anos de foda com duas mulheres diferentes mas igualmente gostosas, a Helena mais velha, comportada centrada na hora do sexo, e a Carmem louquinha quase irresponsável mas era um furacão na cama.

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NO CUZINHO DA MORENA VIRGEM



Tudo aconteceu a alguns anos, sou um homem maduro, na casa dos 48 anos, que apesar de casado não dispenso uma boa aventura romântica, e conheci a Adriana uma morena de tirar o chapéu,   19 aninhos anos, na flor da sensualidade e o destino fez com que nossos caminhos se cruzassem, eu era vendedor de seguros em uma grande empresa, junto com meu amigo Mateus e fomos agraciados com uma grata surpresa, fomos encarregados em ensinar o serviço de campo para ela a principio saíamos os três saiam juntos, para lhe dar traquejo, mas depois a Adriana tornou-se minha parceira e naturalmente comecei a desejar-lhe apesar dela ter idade para ser minha filha, e com o passar do tempo, foi os vínculos de intimidade foram se estreitando cada vez mais, e para conquistar a sua confiança,  aquela velha estória de que seu casamento já não iam bem, etc... e ela ficou sabendo de muitas coisas sobre minha vida, namorado as intimidades. e logo já estávamos bem íntimos e já pintava até um certo clima, perguntei-lhe o que ela achava de um relacionamento de um homem mais velho  no que ela respondeu que achava normal.
O tempo foi passando, eu tratava-a com muito carinho sempre e conquistei a confiança de Adriana, a ponto de rolar discretamente até uns beijinhos, mas  oportunidade para algo mais ousado surgiu depois de um bom tempo quando apareceu um dia em que ambos ficamos sozinhos no escritório para relatórios normais, convidei-a para que fossemos tomar um chopinho, ela aceitou mas disse que me acompanharia num suco porque não bebia, alguns tempo depois quando saímos do bar  começamos  a rodar pelos arredores, até que parei o carro em um local ermo e mal iluminado, naturalmente começaram  abraços beijos, e não demorou para chegar nos amassos, minha  explorava aquele corpo jovem delicioso,  e  o gosto de seus beijos pareciam um licor e a mão nada boba, penetrava em baixo de sua saia, roçando-lhe  suas coxas roliças e macias. empolgado com a entrega dela,  tomei coragem fazendo a mão  tocar-lhe o sexo quente e úmido dentro da calcinha, meu membro latejava e até doía de tão duro que estava, tentei ir mais adiante e colocar meu dedo dentro de seu sexo porém fui interrompido por ela que segurando minha mão me disse quase sem folego: - Não posso, ... eu ... eu... ainda sou virgem!
Ouvindo aquela confissão duplicou meu tesão, eu estava diante de uma  morena linda deliciosa e ainda virgem,  ela prosseguiu: - Ainda não estou pronta! Apesar de todo meu desejo eu não queria força-la, mas eu não podia perder aquela oportunidade, foi então que entrou aquele meu papo de vendedor e disse-lhe, não tem problema  posso te dar muito prazer sem que deixes de ser virgem, ela sabendo que eu não lhe tiraria a virgindade, pelo menos não naquele momento, naturalmente baixou a guarda permitindo-me ousadas caricias,  e ela  pela primeira vez ela teve contato com meu membro que, praticamente, pulou para fora quando ela desabotoou a calça, o local era mal iluminado,  o que não lhe permitia ve-lo com clareza, mas  ela o segurou com a mão esquerda e pode sentir a dureza e as pulsação por causa do tesão que emanavam, e ambos trocamos caricias com as mãos masturbando-nos mutuamente até gozarmos, e nesse dia ficou só nisso apesar das minhas tentativas de leva-la a um motel.
Depois dessa primeira vez tornou-se rotineiro essa felação e as transas eram sempre nas coxas onde depois de gostosos movimentos de vai-e-vem, não demorava que eu gozasse deixando meu  sêmen escorrer por entre as pernas e a partir de então sempre que tinham uma oportunidade acabava rolando uma sacanagem,  sem que houvesse qualquer tipo de penetração. resumindo em bolinação ou a masturbação, apesar da insistência  para que fossemos a um motel, mas ela sempre  rejeitava apesar da minha promessa de não tirar-lhe a virgindade que por questão de educação ela estava disposta a preservar para o casamento.

Certo dia porem quando fomos designados para visitar um fazendeiro em sua fazenda, para vender-lhe seguros de suas  maquinas agrícolas e deus caminhões, nesse dia foi que rolou algo mais. chegando lá por ser dia de semana logo depois do almoço foram todos trabalhar no campo ficando apenas o proprietário e sua esposa, acabamos fechando o negocio e por ainda ser cedo pedimos autorização dele para passar o resto do dia lá e conhecer a fazenda que tinha alguns bosques e rios locais muito bonitos, e quando saímos da sede  não havia uma viva alma por perto depois de andar um bom pedaço parei o carro próximo a um bosque, entramos por um trilho que nos levava a um riacho, chegando lá numa clareira onde a sombra estava gostosa,  começaram os amassos.  habilmente minha mão  abriu o botão e o fecho da sua  calça  e já encontrei seu sexo molhado comecei a masturbá-la, deslizando o dedo pela entrada da vagina até  seu clitóris, que por sua vez retribuindo a gentileza, tirou meu  membro para fora da calça e também o masturbou.
Percebendo que Ela estava prestes a atingir o orgasmo,  aumentei os movimentos e no ápice do gozo puxei-lhe-lhe a cabeça em direção ao meu membro, ela não ofereceu resistência, abocanhando a vara toda de uma vez. apesar de sua inexperiência, seus instintos faziam com que executasse um movimento de vai-e-vem bem gostoso, as vezes parava e circundava a cabeça e a glande com a língua o que me arrancavam  gemidos de prazer. fazendo com que eu segurasse em sua cabeça e a puxasse contra mim, ... envolvido pela boca macia e quente dela percebendo meu gozo se aproximar falei ai que tesão chupa mais que eu estou pra gozar


Adriana porem parou o "serviço" e pediu desculpas, na sua inocência falou-me não sei se estou pronta para ir até o fim, é nojento aquilo caiu como uma ducha de água fria, mas eu estava disposto a não forçar a barra, nos recompomos e assentamos a beira do riacho, para esfriar a cabeça, e quando a gente estava lá, tentei de toda maneira convence-la a irmos a um motel, mas ela foi inflexível, começamos a andar novamente até que a encostei numa arvore e a abracei novamente eu estava tão excitado que  ela pode sentir o meu membro duro encostar nela,  ofegante tirei meu pau pra fora, a gente estava sozinhos pelo menos era o que eu pensava, baixei as calças até o joelho, levantei sua saia e  encaixei meu membro nas coxas,   seu sexo, ela estava umedecido e o roçar da minha pica a deixava mais excitada,  que facilitou-me que deixasse tirar-lhe a calcinha
Apesar das minhas tentativas de convencê-la a me deixar penetra-la mas por ainda ser virgem ela relutava, e naquela bolinação toda virei-lhe de costas pra mim, e continuei a roçar-lhe por trás, por entre as nádegas,  percebi que ali ela deixava sem reclamar, percebi  a possibilidade de comer-lhe a bundinha. Adriana que já estava curvada, e sua saia levantada me dava uma visão maravilhosa daquela bunda morena redondinha, meu membro que já estava roçando-lhe, inclinei-me e falei, brincar assim voce deixa? la consentiu com a cabeça que aquela sacanagem sem penetração podia,  meu membro  deslizava por seu sexo e em seu cuzinho, quanto tentei forçar um pouco a porta do seu cuzinho ela se contraiu, fez menção de se afastar,  - Deixa eu por meu pau aqui eu lhe disse,e completei assim a gente faz amor e você continua virgem. ela não retrucou, depois ela mesmo me disse que algumas colegas já lhe falaram sobre o sexo anal, e sabia que doeria muito na primeira vez mas que também  era um jeito de ter relação sem perder a virgindade, e principalmente sem correr risco de engravidar. 


Diante da indecisão de Adriana, insisti deixa vai, deixa que eu faço com carinho e se doer eu paro, mesmo sem consentir explicitamente,  instintivamente ela relaxou o ânus, e já que a bundinha dela já estava arrebitada pra mim, puxei-a para o chão, deitei-a de ladinho e me deitei  atrás dela e encostando  a cabeça do meu pau na entrada do seu cuzinho, que por instinto na hora se contraiu, pedi para que ela relaxasse e comecei a forçar levemente a entrada,  a posição não ajudava muito, mas insisti até que era a ideal, lentamente senti o buraquinho de Adriana se abrir para receber a cabeça do membro que foi engolida para dentro. que por sua vez, sentira  romper-lhe as pregas e invadir seu interior, ela reclamou parei por minutos, e os momentos que permaneci inerte dentro dela foram suficientes para ela assimilar a dor para que ela sentisse prazer comecei a masturbar-lhe o clitoris, não demorou para que a dor fosse substituída por  prazer, então lentamente comecei a se fazer movimentos de vai e vem dentro dela, dentro do seu buraquinho quente até que não resisti e gozei abundantemente, - ela ao sentir meu gozo  e as pulsações do meu membro a injetar-lhe esperma também gozou, 

Ficamos alguns alguns momentos ali parados, enquanto a gente se recompunha, apareceu alguém, Adriana viu e se assustou, saímos rápido dali. aquele episódio serviu de subterfúgio para que eu a convencesse a ir ao motel,  chegando lá pedimos uma suite e entramos,  Para Adriana tudo era novidade, já tratei de ir enchendo  a banheira de hidro, e quando voltei para o quarto Adriana estava sentada a beira da cama sem saber direito o que fazer, então carinhosamente tratei de despi-la peça por peça, até que aquele corpo nu estava ali deliciosamente na minha  frente, e sem perda de tempo deliciei-me com seus pequenos seios durinhos, empinados, os bicos eriçados, que  ficaram rijos ao contato da língua sem pressa, até me livrar das roupas e puxando-a pela mão levei até a hidro,  onde continuei a chupar os seios dela, enquanto minha mão dirigia-se  ao sexo dela, então tive uma ideia, pedi que ela abrisse a perna e  fiz com que ela sentisse o jato  da hidro direcionado diretamente para o seu sexo, ela foi ao delírio e quando  já estava quase gozando, pedi que ela se levantasse e se assentasse na borda da hidro, deixando seu sexo praticamente a uma boa altura para facilitar a pratica do sexo oral nela, posicionei-me com o rosto entre suas pernas e comecei a lamber como um cachorrinho, ela, por sua vez  se abriu mais ainda e pude degustar de seu sexo virgem arrancando gemidos, até que finalmente ela atingiu um orgasmo, suas pernas amoleceram e ela ainda meio atordoada levei-a para  a cama.


Deitei-a suavemente e meu pau duro foi direto para a entrada do sexo dela, onde eu deslizava pra cima pra baixo, massageando seu clitóris repetindo várias vezes esse movimento,  quando tentei penetrá-la ela se contraiu fechando  as pernas. e disse-me, amor não quero, não posso,  Apesar dela estar à minha merce preferi não forçar a barra, virei-a novamente  virá-la e aproveitar-se daquela bundinha deliciosa a qual eu já tinha provado na fazenda, ela estava ali, de bruços  nua na cama com as pernas generosamente abertas e a bundinha bem empinada a minha disposição, então fui deslizando minha lingua pela espinha dorsal dela, descendo até o pelo rego entre as nadegas, até achar seu cuzinho, e então coloquei a cabeça no buraquinho dela, mas não sem antes lubrificar bem,  e de repente senti o cuzinho dela se abrir e ir engolindo lentamente meu membro fui empurrado até que finalmente senti as bolas dele encostarem em sua bunda, finalmente meu membro todo estava totalmente dentro e por um momento parei para que ela se acostumasse, antes de eu começar a meter de fato, pedi pra ela relaxar para não sentir a dor, e ela relaxou, quando meu pau entrava ela relaxava e quando ele saia ela contraia o cuzinho aproveitando todo o prazer que podia tirar daquele momento, até que não me aguentando mais comecei a dar estocadas cada vez mais forte  e rápidas, até eu dar uma estocada mais funda e segurar la dentro por um momento, gozei  numa quantidade maior que a normal e ela ao sentir a penetração mais funda e as pulsações do meu membro, contraiu seu cuzinho e uma sensação de prazer lhe subiu pela espinha levando-a ao  orgasmo ficamos abraçados até que meu pau foi amolecendo ..

A Adriana continuou virgem, não tirei aquele cabaço, mas a experiencia de comer aquela bundinha redondinha, lisinha, gostosinha não tem como explicar, fomos várias outras vezes a motéis, sempre nos demos muito prazer um ao outro, a Adriana vai casar virgem, mas só na frente.


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MINHA DIARISTA CRENTE

Não existe mulher difícil, existe mulher mal cantada!!, mas as vezes é preciso ser perseverante  para conseguir o seu objetivo, é o que  aconteceu devido a eu não ter desistido, conheci a Neuza quando ela vindo de outra cidade foi indicada para minha mulher como diarista, a gente estava precisando e ela necessitando do emprego deu tudo certo,  a Daiane não era do tipo daquela mulher gostosona, era uma mulher de estatura normal, cerca de 1,55 e do corpo dela pouco podia se falar porque ela estava sempre com um vestido comprido, da mesma forma que o seu cabelão, comprido na altura da cintura, mal cuidado devido a ela ser uma pessoa religiosa e na religião dela não se permitia vaidade segundo ela, mesmo por baixo daquele vestido dava pra se ver que ela não tinha barriga própria de quem depois de ter tido dois filhos seria até normal, mas ela era magrinha e miudinha, parecia até uma  boneca fragil,  ela e o marido veio do interior para a capital a procura de uma melhor situação financeira, considerando que S.Paulo sendo capital havia mais oportunidades.

Acabamos por desenvolver uma boa  amizade com ela,   minha esposa até ia de vez em quando na igreja dela visitar e foi lá que conheceu a Neuza  minha esposa e ela tinham mais ou menos a mesma idade então não foi difícil  encontraram afinidades,  eu já não era de ir igreja nenhuma, como a gente estava a procura  de uma diarista quando foi apresentada pra a Neuza logo fez o convite pra trabalhar em casa, que passou a trabalhar nossa casa e elas ficaram bem amigas e a Neuza mesmo quando não estava trabalhando em outras casas vinha  mesmo que fosse só pra conversar com a minha esposa.

Numa tarde de sexta feira depois dela terminar o serviço da casa, falou que estava sozinha naquele dia, perguntamos do marido e dos filhos  ela falou que eles tinham ido para a casa da avó, ela só não foi porque tinha que trabalhar etc e tal, sabendo que ela estaria sozinha em casa convidamo-na para jantar conosco e depois do jantar ela poderia dormir no quarto de hospedes considerando que ela estava sozinha, ela disse que não podia, nem roupa tinha levado pra se trocar coisa e ta, foi quando minha esposa disse que ela poderia usar um de seus vestidos já que ela não usava calça comprida.

Foi nesse dia que pude perceber o quanto ela era atraente porque após ela tomar um banho e colocar o vestido que minha mulher lhe emprestou,ficava um pouco acima do joelho deixando suas pernas parcialmente não sei porque ao ver as batatas da perna dela me deu o maior tesão, e ao ver o vestido mais justo que de costume que por sinal lhe caiu bem no corpo foi que eu fiquei a observa-la melhor e eu acabei ficando atraído por ela, pela simplicidade do dia a dia, mas principalmente porque embaixo daqueles vestidos e saias que ela usava no dia a dia não lhe faziam jus ao seu corpo, ela não era bonito de rosto mas tinha um corpo esbelto, não tinha nenhum bundão, ou seios grandes mas mesmo assim ela me atraia.

Em matéria de sexo ela era do tipo conservadora não dava abertura nem pra brincadeiras que eu e minha esposa as vezes fazíamos quando conversávamos normalmente na hora do almoço, certa vez perguntamos se ela tinha se casado virgem, ela confirmou que seu marido até então tinha sido o único, Depois dessa conversa fiquei na minha, claro que eu a respeitava, mas aquele fetiche não me saia da cabeça, só que eu era casado, ela frequentava minha casa a coisa era complicada, por mais que eu tivesse a chance de algo com ela seria muito arriscado, a Neusa não era nenhuma mulher de extraordinária beleza ou qualquer atributo físico que chamasse a atenção, mas por baixo daquela roupa toda comportada havia uma mulher que tinha bons atributos femininos na mina opinião o que lhe faltava era um bom banho de loja e de salão de beleza isso com certeza revelaria outra Neuza.
E por um bom tempo nada rolou  porque eu não tinha coragem, alem do que na minha cabeça se eu tentasse levaria um belo dum não na cara, e isso rolou até que num belo dia ela comentou com minha esposa na minha frente que tava com uns problemas elétricos em casa, tinha que trocar uma tomada que tinha queimado e o chuveiro também vivia queimando os fios, perguntei porque o marido dela não fazia esses reparos, ela me disse que ele tinha medo de mexer com eletricidade, falei que era só desligar a chave do relógio, ela respondeu que  marido temia que o serviço pudesse ficar em curto e na hora de religar queimar alguma coisa ou mesmo causar um incêndio, e peguntou se eu não conhecia alguém, que pudesse ajuda-la nesse item, e minha mulher que sabia que eu sempre fui um faz de tudo, e que eu mesmo tinha feito a maior parte das ligações elétricas em casa sugeriu que eu fosse ajuda-la, então respondi que eu só teria tempo num sábado a tarde, e a Neuza ficou toda agradecida., chegando no sábado com uma preguiça danada minha mulher me lembrou do compromisso, fazer o que eu tinha prometido, perguntei se ela queria ir junto mas a Fran minha mulher disse que preferia ficar em casa porque sábado era o dia da faxina coisa e  tal, enfim, la fui eu...

A Neuza não morava muito distante mas eu nunca tinha ido até a casa dela, ao chegar lá até me espantei com o que me deparei, era uma casa bem pequena apenas quarto sala e cozinha, porem bem arrumadinho, o banheiro ficava a frente do quarto que ela dividido com os filhos, e nem port atinha, só uma cortina, e enquanto eu arrumava perguntei onde o marido dela estava, ela respondeu trabalhando, perguntei e os filhos, que eram pequenos ainda, eu sabia que um tinha 8 o outro 10 anos, ela respondeu que eles costumavam ficar brincando com coleguinhas da mesma idade na casa de uma irmã da igreja que tinha se proposto a ajuda-la quando ela precisasse, e que sempre ficavam lá até que ela fosse busca-los, eu até que tentei dar umas indiretas pra cima dela mas como ela não me deu nenhuma abertura teminei o serviço e voltei pra casa. 

E depois daquele dia eu sou pensava numa coisa que era arranjar um jeito de pelo menos roubar um beija da Neuza, se ela precisava de um homem para determinados serviços quem sabe não precisasse para outros mais íntimos, enfim isso tornou-se uma ideia fixa, então cada vez que ela precisava de qualquer coisa lá estava eu com o consentimento da minha mulher é claro, passeia ajuda-la desde uma simples tomada até outros pequenos consertos já que eu trabalhava com construção, e isso tornou-se rotineiro eu ajudando-a, e cada dia mais a fim dela, não sei porque, ela era do tipo feinha, descuidada na aparência mas eu  estava a cada dia mais a fim de pegar a Neuza, só que ela nunca me deu abertura pra mim, pra ela tudo era pecado, o simples fato de pensar já era uma falta grave, eu não podia tentar nada mais ousado sem correr riscos, e eu observando que ela vivia sempre com aquele cabelão todo cheio de pontas quebradas não resisti e falei porque ela não ia a um salão de beleza, não pra cortar mas pra ajeitar um pouco, sugeri que ficaria bem melhor, afinal um cuidado no cabelo e uma maquiagem leve não ia fazer mal algum, ela até que concordou com a idéia mas completou como vou fazer isso se o que ganho mal dá pra gente sustentar a despesas da casa.

Depois daquele dia conversando com a Fran minha esposa, convenci ela a ajudar a Neuza melhorar a aparência, patrocinando o salão e doando algumas peças de roupas que ela não usava mais, é claro que a Neuza teve que soltar a barra de todos as saias e vestidos que a Fran lhe deu, mas mesmo assim ainda eram mais curtos que os normalmente usados por ela. na primeira vez depois que vi a Neuza repaginada até me assustei, parecia ter rejuvenescido anos, ela continuava com o cabelo bem comprido, mas tinha aparado as pontas e reidratado, agora pareciam mais volumosos aqueles cabelos negros e sedosos.

Depois dessa repaginada a Neuza agradeceu de todas as formas, se prontificou até a trabalhar um dia de graça o que não aceitamos é claro porque era um presente e ela precisava da grana da diária, ela tinha mudado bastante, e eu que já era a fim dela continuei mais ainda,

As vezes depois do expediente quando ele ficava um pouco até mais tarde mesmo sem precisar consertar nada eu a levava, sempre com o consentimento da Fran é claro, e nesse trajeto eu aproveitava para jogar um xaveco pra cima dela que já não ficava tão na defensiva como antes, as vezes o marido estava, as vezes não, na maioria das vezes ele estava trabalhando mesmo, porque a gente morava na zona leste e o marido dela trabalhava em Taboão da Serra e saia as 8 da noite, sempre chegava por volta das 10 da noite por causa da distância, e a Neuza aos poucos foi baixando a guarda e eu cada dia mais ousado, até que num desses dias perguntei-lhe pelo marido se eles se davam bem e coisas de casamento, ela então cabisbaixa resmungou alguma coisa que não entendi, tentei faze-la falar mas ela disse pra deixar pra lá, entendi que algo não  ia bem entre eles, naquele dia não insisti, mas em outra ocasião toquei novamente no assunto ela então começou a falar, dizendo que eles não estavam bem mesmo que só não tinha se separado ainda por causa dos filhos e da religião vi ali minha chance para tentar algo mais, mas mesmo assim tentei colocar panos quentes sobre a situação aconselhando-a e dizendo que ela separar-se seria pior etc...

Nesse dia cheguei lá e os filhos como sempre estavam na casa da tal amiga da igreja, ela estava cabisbaixa parecia incomodada com alguma coisa, tentei puxar conversa, ela não queria falar, quando eu perguntei, é seu marido não é? ela sem entender falou o que tem meu marido, respondi, é seu marido o motivo de voce estar assim né? Foi quando ela começou a soluçar e consentiu com a cabeça, sentei-lhe ao seu lado no pequeno sofá que havia naquele lugar, puxei a cabela dela para o meu peito e fiz com que ela desabafasse, entre muitas conversas que tivemos na hora que entrei no campo mais intimo ela me
confessou que o marido dela não a procurava na cama fazia algum tempo é claro que eu queria muito comer aquela mulher mas juro que não premeditei nada, só aproveitei a chance, comecei a massagear o cabelo dela num cafuné gostoso ela foi abrindo a a guarda, e quando menos eu esperava estava beijando a boca dela, ela que a principio tentou se afastar, só que eu me portei como um cafajeste, não deixei, segurei-a bem forte e continuei a beijar, ela se debatia mas eu resistia, deitei-a no sofá mesmo e comecei a tocar-lhe em seu corpo, seus seios, ela tremia que nem vara verde, naquele momento eu já estava decidido ir até o fim, até forçar a barra se preciso fosse, mas não foi necessário porque ela tremia mas não oferecia resistência, eu que já estava super excitado deitei-a ali mesmo posicionei  meu meu corpo por cima do dela imobilizando-a por baixo de mim, beijei sua boca, ela não correspondeu só dizia pra eu
parar, mas não parei, continuei beijando-lhe o pescoço e por entre seus seios mesmo coma blusa, forcei um dos seios pra fora e comecei a chupar, ela continuava tremendo toquei-lhe o sexo e comecei a masturbar-lhe levemente, em pouco tempo retirei sua calcinha por baixo da saia, depois eu levantei sua saia e posicionei meu pau na porta da entrada de seu sexo, forçando-lhe a entrada até que ela aceitou meu pau todo dentro dela, eu estava em estado alfa, tal era minha excitação, comecei a bombar por uns 5 minutos até que eu gozei....., quando ela sentiu que eu tinha gozado me empurrou pro lado e saiu debaixo de mim foi direto ao pequeno banheiro da casa para se lavar.

Ela ficou um tempão lá como ela não saia nunca fui até o banheiro e perguntei se ela estava bem que respondeu-me entre soluços que sim, pedi pra ela sair pra gente conversar, depois de eu insistir ela saiu, sua cara de choro era evidente pelos seus olhos vermelhos, quando eu tentei falar alguma coisa ela olhou pra mim e disse-me que eu não deveria ter feito aquilo, e agora como ela iria encarar a família, a Fran minha mulher  com muito jeitinho eu falei pra ela que era só manter segredo, esse seria nosso segredo, ela me fez ir embora, depois ela continuou trabalhando em casa mas depois desse episódio ela nunca mais me solicitou pra nada e me evitava sempre apesar de quando estava na frente da minha mulher agia normalmente, minha mulher nunca desconfiou de nada


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

A PRIMEIRA TRAIÇÃO DE UMA MULHER ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA

(conto feminino categoria heterosexual)
      
Sendo eu  uma mulher casada, realizada, tendo tudo que uma mulher possa desejar. Marido trabalhador, charmoso, carinhoso, advogado de uma indústria. Talvez a única coisa que ainda não tenha são filhos, mas que já pensamos em conceber brevemente. Casei virgem, só tornando mulher na noite de núpcias, motivo porque meu marido me considera de total confiança, Eu nunca havia ido com outro homem para a cama, fato raro entre as garotas de hoje em dia. Talvez pelo fato de morarmos numa cidade não muito pequena, mas do interior, onde as pessoas tomam mais cuidado para evitar fofocas dos vizinhos.

Claro que tive alguns namoradinhos, mas com eles era somente aqueles abraços, beijos e caricias por cima da roupa. O máximo que chegamos a fazer, com um dos namorados, dentro do carro, ele tirava meus seios para fora, acariciava e os beijava, enquanto tirava seu pênis para fora e mandava eu segurar enquanto ele me beijava e chupava meus seios até ejacular em minha mão. Então eu conhecia como funcionava um pênis. Nessas ocasiões eu ficava super excitada, claro, mas conseguia me controlar, jamais deixando tirar minha calcinha. Após várias sessões dessas carícias, esse namorado chegava a colocar seu penis entre minhas coxas no carro do pai dele, eu sempre de calcinha, mesmo depois de ele tentar tirá-la a força, depois de ficar se mexendo com o pênis preso entre minhas coxas ele chegava a ejacular, sujando minhas coxas, minhas calcinhas e meus vestidos. Hoje sei que minha mãe devia ter visto as manchas e saber do que se tratava, mas na época, eu não pensava nisso, minha mãe era muito discreta.

Trabalho como secretária executiva de uma indústria multinacional que se instalou na região metropolitana de BH. Um dia o chefe do RH me chamou e disse que eu tinha de fazer um curso de atualização no Rio de Janeiro, e que meu chefe já foi informado e tinha autorizado, o curso teria duração de 10 dias. A noite, ao chegar em casa, comentei com meu marido que iria fazer o curso e que iria ter que viajar ele concordou até achou normal e eu também.

Eu viajaria no domingo, pois segunda feira de manhã já teria que estar no tal curso que duraria a semana inteira e mais a metade da outra, esse era um curso intensivo e as aulas incluiria um sábado, só teriamos o domingo de descanso, meu marido me levou ao aeroporto nos despedimos com um beijo.  Chegando lá peguei umj taxi e fui para o hotel, liguei para casa conversei com meu marido informei-lhe que tudo correra bem. Jantei no hotel mesmo, tomei um banho e dormi cedo para estar bem disposta na manhã seguinte.

Então na manhã seguinte me arrumei e fui de taxi até o local. Lá conheci varias pessoas  que estavam no mesmo curso, entre elas conheci um cara bem divertido, bem atraente, até lembrava-me algum artista. Eu não era a unica mulher no curso, logo estavamos todos enturmados, durante as aulas desde o primeiro dia  se sentava ao meu lado e então acabamos nos enturmando e  na terça feira quando o Professor ia fazer uma dinamica de grupos, logo estavamos no mesmo grupo acabamos formando um par de discussões até o final do curso, sempre que havia formação de grupos eu e ele ficavamos no mesmo grupo,  eu e o novo colega, nnum desses dias ficamos juntos o dia todo, inclusive no almoço, fomos juntos, tomar café nos intervalos ele gentilmente tentando me agradar  sempre me trazia sucos, etc... acabamos descobrindo muitas coisas em comum ficamos muito intimos a ponto de trocar confidencias veladas ele era uma companhia muito agradável.

Era um curso obrigatorio pra certas funções na empresa mas mesmo assim o  curso era muito útil e agradavel, e  professores que nos animava o tempo todo. Ele também estava hospedado no mesmo hotel que eu mas na segunda fomos ao curso em separado cada um pegou seu taxi. No fim do dia ao descobrirmos que estavamos no mesmo hotel ele me convidou para voltarmos juntos no mesmo taxi, aceitei, durante o trajeto me convidou para jantarmos em vez de jantar no hotel poderiamos ir a outro lugar qualquer eu falei pra ele que tinha coisas a fazer que jantariamos em outro dia, então ele retrucou jantamos ho hotel então, até aí  tudo normal.

Fomos jantar no proprio restaurante do hotel, inevitavelmente acabamos falando sobre  assuntos do curso, enquanto jantávamos, tomamos uma garrafa de vinho percebi que ele não deixava meu copo ficar vazio. TErminamos e após a sobremesa e o cafezinho, ele perguntou se eu não queria ir dançar. Agradeci e falei que ficaria para outro dia porque no dia seguinte teriamos que   acordar cedo.

No que ele  falou que no subsolo, tinha um piano bar bem aconchegante para quem quisesse dançar. Relutante, mas diante da insistência dele eu concordei, afinal não tinha nada a fazer depois que acabava o curso era do curso pro hotel e vice e versa, se eu subisse iria  ficar no apartamento vendo TV, sem dizer que o convite vinha de um cavalheiro lindo. O local era bem agradável, meia luz, música romantica, gostosa para dançar, coisa que eu adorava, mas fazia tempo que eu não dançava meu marido não gostava muito de dançar então acabei aceitando.

Começamos a dançar uma música bem lenta. Ele  me apertou bem junto a ele pude até sentir sua respiração. Pensei em me afastar, mas deixei rolar, afinal era uma musica bem romântica propria para se dançar assim bem colados.  Meu braço direito envolvia o seu pescoço enquanto uma mão dele passou das minhas costas se posicionando na curva da minha cintura  quase em cima das minhas nadegas. Senti um forte arrepio, afinal enquanto casada, nunca fiquei nessa situação com um homem diferente do meu marido. E a outra mão dele que segurava minha mão esquerda,  prensada entre nossos corpos, e a costa da mão dele ficava encostada no meu seio o que não posso negar, me dava uma excitação natural.

Durante a dança ele passou a me elogiar, dizendo que eu era linda, com corpo de fazer inveja às modelos, que meu marido era um homem de sorte, que eu dançava como uma bailarina. Fiquei vermelha de vergonha, sem saber o que dizer, afinal, no interior, jamais um homem vem falando essas coisas a uma senhora casada.

Ele me apertou mais contra si pressionando meus seios contra seu peito e pude sentir o pênis dele, duro, encostado em mim. Aquela situação era nova pra mim, entrei em pânico, afinal era a primeira vez que acontecia uma coisa dessas. Vi que aquilo estava ficando perigoso e disse que iria me retirar ao meu apartamento. Soltei-me dele despedi e tomei o elevador, tremendo, ofegante, nervosa, com as pernas bambas.

No apartamento, abri o barzinho e tomei uma água mineral gelada para me acalmar, depois, enquanto tirava a roupa fiquei pensando no acontecido, ainda um pouco trêmula e ofegante. Vesti minha camisola,deitei e não consegui dormir pensando em tudo que aconteceu.

Estava confusa, por um lado meu instinto de esposa fiel dizia uma coisa, por outro lado, havia uma sensação desconhecida, que me deixava em dúvida, que me excitava claro, pensando se deveria aproveitar essa oportunidade única de conhecer outro homem ou continuar na minha rotina e não trair meu marido. Não podia negar que a vontade de conhecer outro homem me deixava excitada, mas me envergonhava de mim mesma por ter esse pensamento.

Estava com uma boa oportunidade, única talvez na vida, ali mesmo, no mesmo hotel, sem nenhum conhecido, um segredo que seria só nosso, soube que também era casado e por isso jamais contaria a alguém. Acabei dormindo só de madrugada. Na manhã seguinte acordei com a cabeça pesada, mas o dia transcorreu tudo normal no curso, eu e ele resolvendo juntos os problemas propostos pelo professor. Houve trabalho em que eu e o novo amigo ficamos trabalhando juntos por longo tempo, a companhia dele era muito divertida e agradável. Ao final do dia ele me ofereceu carona de taxi para voltarmos ao hotel. Quando chegamos ao hotel, me convidou para jantarmos dali a uma hora para rever o material do curso (pelo menos, com a desculpa de recordar matérias do curso, minha consciência não doeu ao aceitar).

Aceitei e fui para meu apartamento, de onde liguei para meu marido, depois tomei um banho, coloquei um vestido leve que realçava minha cintura , revelando minhas costas alvas e um discreto decote deixava entrever o colo dos seios e o sulco entre eles, me vi no espelho. A princípio, me veio uma sensação de culpa, pensei em colocar uma roupa mais conservadora de trabalho, mas algo na minha cabeça mandava continuar assim e decidi continuar era apenas uma roupa nada escandalosa.

No restaurante, ele novamente me elogiou. Qual mulher não adora ouvir elogios, ainda mais vindas da boca de um homem  Continuou dizendo que meu marido era um homem de sorte, por ter uma esposa linda, inteligente, com em plena forma, e disse algo que me deixou ruborizada, quando ele pediu desculpas mas afirmou que eu era muito gostosa. Jamais alguém disse uma coisa assim, desde que me casei, afinal moro numa cidade do interior. Após muito conversarmos bebendo, fomos jantar. Terminado o jantar, novamente fomos dançar.
       Desta vez ficamos dançando e pouco a pouco acabamos nos encostando cada vez mais e novamente senti o pênis rígido dele encostado em mim. Aquilo me deixou excitada claro mas também com medo, mas a excitação falou mais alto e permaneci dançando, sentindo aquilo  roçando a todo momento em meu abdomem. A mão dele que estava em meus ombros, começaram a me acariciar as minhas  costas semi-nuas sob o vestido e, sua cabeça foi se aproximando do meu ombro, cada vez mais, sua boca veio junto ao meu ouvido, enquanto dançávamos coladinhos, a cabeça dele nos meus ombros, a boca dele junto ao meu ouvido. Ele começou a murmurar palavras de carinho, de elogios, aquilo foi baixando minha guarda.

Começou a dar beijinhos na orelha me deixando arrepiada, depois no rosto, até que nossos lábios foram se encontrando. Ele passou a me dar selinhos nos lábios, eu sem resistir deixava que ele continuasse. Ele sentiu que estava vencendo a batalha, até que seus lábios colaram aos meus e senti a língua dele invadindo meus lábios, querendo penetrar minha boca e, inacreditavelmente, ao invés de me ofender, entreabri meus lábios como um convite à sua língua.

Foi o bastante para  eu sentir a língua dele começando a penetrar boca adentro, eu recebi aquela língua quente que tocou minha língua e ainda retribui, colocando agora, minha língua entre seus lábios, que ele imediatamente prendeu com seus lábios e nossas línguas começaram a travar uma batalha. Eu fiquei com as pernas bambas, trêmulas, respiração ofegante e instintivamente, num gesto de ousadia mas incoscientemente, fui abracando-o mais forte, senti a dureza do pênis dele encostando ainda mais na minha região do púbis, ele também me abraçou mais forte. Por sorte a tênue luz ambiente não deixava ninguém perceber nada, todos casais estava dançando bem coladinhos e trocando beijos quase apaixonados, ninguém prestando atenção ao que outro casal fazia.

Naquele momento senti que tinha atingido um ponto perigoso de onde não dava mais para voltar. Trocamos olhar cúmplice, nos beijamos e sem palavras nenhuma, ele me pegou pelos braços fomos saindo da pista de dança, e nos dirigimos ao elevador, subimos para o meu apartamento, como se fosse um casal voltando do jantar. Eu mesma me surpreendia pela minha atitude dócil, sem protestar, sem dispensá-lo. Ao entrar no meu apartamento e fechar a porta, com ele me seguindo, enquanto eu passava o trinco na porta, ele me abraçou por trás fazendo sentir o volume do seu pênis em minhas nádegas, depois, me virou de frente, me encarou, ai meu Deus, eu vendo aquele rosto  másculo tão próximo naquela penumbra, aquela voz máscula murmurando palavras  doces..., ficamos olhando olhos nos olhos enquanto nossos rostos iam se aproximando, começamos a nos beijar, dessa vez um beijo lascivo, língua com língua.

Enquanto me beijava, ele foi me acariciando por cima da roupa, até que começou a descer o ziper do vestido nas minhas costas, abaixou as alças pelos meus braços e deixando a parte superior do vestido caido até a cintura. Ficamos abraçados e beijando, eu com a parte de cima do vestido na cintura e soutien que deixava ver o colo dos seios, enquanto ele discretamente ia tirando sua camisa e ficando só com a calça. Tiramos nossos sapatos enquanto nossas línguas travavam uma batalha, enquanto me beijava, ele com as mãos na minha costa, desabotoou meu soutien soltando as alças dos ombros, eu ajudava encolhendo os braços, ele foi tirando pelos meus braços até que abaixou as taças deixando meus seios livres, e colocar o soutien sobre a cadeira enquanto vinha beijando meu pescoço suas mãos seguravam e apertavam meus seios, depois sua boca vinha beijando, meu colo e finalmente meus seios, enquanto seus lábios prendiam meu mamilo, a mão segurava em cheio o outro seio.
          Me virei de lado para facilitar a ele abrir os botões do meu  vestido, era uma situação inusitada para mim, pois nem meu marido fazia isso, de abrir o meu vestido. Não acreditava que eu me virei para oferecer ao um homem estranho abrir o ziper que era a última defesa do meu corpo, e ainda mais dentro de um quarto de hotel, onde uma convidativa cama ficava a nossa frente. Ele tirou meu vestido e sua calça. Me deixou só de calcinha cavada, que deixava minhas nádegas de fora e ele de cueca. Era a primeira vez que outro homem que não o meu marido, tirava meu vestido, desabotoava meu soutien, e me via apenas com uma minúscula calcinha.
E agora, eu em pé só de calcinha, com os seios a mostra com mamilos rígidos roçando um peito peludo, abraçando um homem só de cuecas, e nós dois num quarto de hotel, sem nenhuma testemunha e com uma convidativa cama ao lado e uma penumbra que criava um ambiente mais secreto e excitante ainda, nesse momento já tinha passado todas as fronteiras dopudor da razão e do bom senso, minha adrenalina estava a mil eu só pensava naquele momento unico.

Depois de muitos beijos nos lábios e nos seios, ele me pegou em seu colo e me levou em seus braços para a cama, onde me deitou carinhosamente e veio ao meu lado só de cueca e passou a me beijar, aquele beijo lascivo, gostoso, língua com língua, meus seios comprimido pelo seu tórax peludo. Seu pênis estava tão duro, que levantava a cueca empurrando o tecido. Ele ficou por cima, eu sentindo a pressão do torax peludo sobre meus seios, abri minhas pernas, ele entrou entre elas e senti o pênis dele forçando encostando na região vaginal, enquanto ele me beijava, depois passou a beijar meu pescoço, meu colo enquanto suas mãos massageavam meus seios, ele continuava lambendo meu pescoço, meus seios, a barriga e desceu pelas coxas e pernas. Veio subindo beijando tudo, até lamber-me os seios novamente. Ele os segurou e apertou com as mãos enquanto chupava os mamilos que estavam rígidos, dizendo: "que peito lindo, gostoso de chupar, macio". Minha respiração se acelerou, não consegui me conter a passei a gemer com as carícias que ele fazia.
                  Ele começou a tirar minha calcinha e para minha surpresa, eu não fiz nenhum gesto para impedi-lo, pelo contrário era como se aquilo fosse a coisa mais natural , seus dedos seguraram as laterais da minha calcinha e começaram a puxar para baixo, primeiro descobrindo os pêlos, depois os quadris que levantei ajudando. Nem acreditei, que eu estava levantando os quadris para facilitar que um outro homem tirasse minha calcinha, e isso eu deitada numa cama, e um homem só de cuecas. A seguir minha calcinha passou pelas nádegas, até que ele tirou pelas pernas me deixando toda nua.

Eu que até então tinha sido a esposa fiel,  estava deitada toda nua e nem senti vergonha com ele olhando e admirando meus seios, minha barriguinha, os pêlos vaginais, minhas coxas, pernas. Ele começou beijando minhas pernas, meus joelhos, minhas coxas, pouco a pouco foi afastando uma coxa da outra, com todo carinho, começou a lamber as laterais de minhas coxas até chegar aos lábios vaginais, a pele entre a vagina e o ânus fazendo eu gemer e estremecer, até que em certo momento abriu minhas pernas, arregaçando minha nádegas, falou “paixão, que bucetinha linda, deixa eu chupar gostoso”, mais que depressa respondi dizendo, "me chupa toda por favor, me faz gozar" ele colou sua boca para me chupar, senti aquela boca quente em contato com minha vagina, ele começou lambendo, senti a língua passando por todo rasgo da vagina e depois penetrando o orifício vaginal com sua língua. Era uma sensação estranha, tesão e medo, eu não parava de tremer e gemer. Nem meu marido me deu tanto prazer em todos esses anos, e para dizer a verdade, nunca me senti tão a vontade com meu marido como estava sentindo naquela hora, eu com as coxas toda aberta, com um homem enterrando sua cabeça mo meio das coxas, chupando toda minha vagina.

Um outro homem me chupando. Uma onda de choque percorria meu corpo, não agüentei muito e disse que ia gozar. Ele dizia “goza amor, goza na minha boquinha, quero sentir o seu mel, vou chupar todo mel da sua gruta, goza pra mim sentir”. Ele chupou com mais força e eu me entreguei, gozei gemendo, gritando, me estremecendo, meus quadris pulando sem controle, enquanto ele segurava firme minhas nádegas e coxas, para não deixar a língua escapar da minha vagina.

Gozei muito gostoso na boca de outro homem pela primeira vez. Nem com meu marido gozei tão violento e gostoso assim, aliás, meu marido nunca me fez gozar na boca dele. Eu fiquei tremendo, com a respiração ofegante.

Ele continuou chupando minha vagina que jorrava líquido do amor. Aquilo me acendeu novamente. Eu não agüentei mais, e pedi que ele me possuísse, nem acreditei que eu uma mulher casada, estava pedindo a um homem para me possuir, mas não estava agüentando mais não agüentava mais de tesão. Então, só aí ele tirou sua cueca libertando um pênis totalmetne em riste, senti um estremecimento ao ver aquilo, ele segurou minhas pernas, abriu minhas coxas e se posicionou sobre mim e vagarosamente encostou seu pênis na entrada vaginal e foi pressionando, até que seu pênis começou a penetrar em minha vagina. Ele dizia, "amor, está sentindo meu pau entrando na sua buceta? Abre essa a bucetinha quentinha, abre ela para meu pau entrar até o saco". O meu tesão era muito grande, ao sentir seu pênis me penetrando firme, me abrindo, nem pensei em meu marido ou familia nem na traição que estava cometendo ao receber uma pênis estranho em minha vagina.
Eu estava sendo possuida por outro homem pela primeira vez na minha vida, sentindo um pênis dentro da minha bucetinha. Esquecemos até de colocar a camisinha então  minha vagina estava sentindo o contato direto do penis. Ele meteu até o fundo e começou a mexer, eu sentia o saco dele batendo em minhas nádegas. Depois ele ia tirando tudo e voltava a penetrar de novo, me matando de tesão, eu não conseguia conter os gemidos de prazer. Ele estava com muito tesão também, pois gozou logo. Fiquei um pouco sem jeito, pois queria mais, queria que ele metesse mais acabando com meu tesão. Ele deitou do meu lado e eu não sabia o que fazer; afinal eu era uma iniciante, nunca me aconteceu uma coisa assim. No dia seguinte eu passaria numa farmacia e compraria uma pilua do dia seguinte,

Fiquei pensando na loucura que tinha feito, mas agora já estava feito. Virei para ele, passei a mão pelo peito cabeludo e desci até o pênis. Estava semi mole. Agarrei, apertei, mexi no saco. Olhava aquele pênis que me penetrou, todo melado com meu líquido e seu esperma, aquele pênis que tinha me comido, todo liso, escorregadio, brilhando de esperma misturado com meus líquidos vaginais. Ele começou a dar sinais de vida. Apertei novamente e fui com a boca em direção a ele, engolindo aquele pênis todo lambuzado, coisa que nunca tinha feito com meu marido, imagine chupar um pênis todo lambuzado. E isso por ser a primeira vez me dava mais tesão ainda, eu segurava o pênis dele, lambia toda extensão, depois colocava na boca e engolia até onde conseguia.
Lambi a cabeça toda melada com uma mistura de meus sucos com o esperma dele, lambi o pau ao longo de seu comprimento e só aí pude ver que aquele penis era bem maior que do meu marido, e fui até o saco. Lambia todo aquele pau, voltava na cabeça e colocava a cabeçona na boca e dava uma chupada forte. Logo ele ficou duro. Ai passei a chupar com vontade, com força. Metia na boca, passava a língua, chupei muito, como jamais tinha feito com meu marido.

Quando senti bem no ponto eu parei de chupar, fui por cima cavalgando e sentei em cima dele. Segurando o pênis com a mão, encostei a glande na entrada enquanto ele dizia "senta no meu pau amor, faz sua buceta engolir meu pau". Devido a posição, enquanto eu tentava encaixar o pênis na entrada vaginal, vi que escorreu esperma de dentro de mim molhando o pênis dele e deixei meu corpo ir caindo, foi entrando, entrando até que entrou tudo, não agüentei e passei a gemer. Passei a subir e descer como uma louca. Que delícia sentir aquele pau entrando em mim. Ele dizia "cavalga meu pau amor, cavalga, engole ele com sua bucetona". Assumi o controle. Fiquei cavalgando até que não agüentei mais de tesão, e quando senti que iria gozar, mexi forte e rápido ele não agüentou aquilo e gozou lançando jatos de esperma dentro de mim se contraindo eu falei, "já vem, vou gozar, vou gozar, estou gozandoooo" gemendo enquanto eu explodia num gozo sem igual, não conseguia me conter, eu urrava, gemia, me estremecia. Não acreditava, eu uma mulher casada, cavalgando, gemendo, sobre um homem, até fazê-lo gozar dentro de mim, não dava mesmo para acreditar.

Ai fui eu quem caiu de lado exausta de cansaço, estava exausta, mas levantei e fui tomar banho, ao chegar em frente ao banheiro vi o esperma escorrendo da buceta para minhas coxas. Ao voltar, ele estava deitado na cama, eu pedi que ele fosse para o apartamento dele, pois me veio um resquício de culpa e vergonha.

Ao ficar só na cama, me veio uma pequena sensação de culpa ao sentir o esperma dele ainda escorrendo da minha vagina, mas a sensação de satisfação era maior. Na manhã seguinte, ao ver a mancha no lençol, eu estava com um duplo sentimento. Saciada e com culpa. No dia seguine entre o intervalo do almoço fui a uma farmacia e comprei a pilula, eu evitei falar muito com ele durante o dia. Mas ao final voltamos juntos para o hotel. Cada um disfarçando, mas estavamos com muito tesão. Na volta do curso, paramos no restaurante para jantar um prato leve, depois, no elevador eu disse a ele que iria tomar um banho e que se ele quisesse poderia vir ao meu apartamento, dentro de meia hora.

Assim que tomei meu banho e já fiquei só enrolada no roupão, não vi motivo para me vestir, afinal ele já conhecia meu corpo todo. Liguei ao meu marido, para evitar que ele ligasse em momento indevido, ao ouvir a voz dele, quase desisto de receber meu novo amigo, depois de falar com ele, antes que pudesse pensar em desistir ouvi batidas na porta. Era ele, e assim que entrou, me tomou pelos braços como se fosse a coisa mais natural, com isso perdi toda vontade de parar com aquela loucura.

Ele tirou meu roupão e se despiu jogando as peças da sua roupa no chão, foi bem diferente da noite anterior, agora  era como se cada um quisesse aproveitar cada momento cada minuto sem perder um segundo siquer e por isso acabamos nos despimos logo. Ficamos em pé, pelados, fomos nos aproximando, para minha surpresa, eu não senti nenhuma vergonha de estar toda nua, vendo meu parceiro pelado em minha frente se aproximando de mim, com o pênis duro, fomos nos aproximando até que acabamos nos abraçando. Como era gostoso, sentir a pele de outro diretamente na pele da gente.

O pênis dele encostado aos meus pêlos vaginais, meus seios comprimindo seu torax. Ficamos assim, abraçados, o pênis rígido dele encostado em meu estômago, enquanto nossas línguas travavam uma batalha, até que ele me levou para a cama, e caímos na cama abraçados e beijando, até que ele foi beijando todo meu corpo dizendo "abre essas pernas amor, agora vou chupar sua buceta até voce gozar",e começou a chupar minha bucetinha,  Então ele ficou sobre mim ahoelhado na cama passou as pernas uma em cada lado da minha cabeça dizendo agora é sua vez  de me dar prazer tambem"chupa meu pau amor, chupa", e vi diante de mim, um pênis duro e comprido, enquanto gemia de prazer com a língua dele na minha buceta, peguei aquele pênis que balançava em minha frente e comecei a beijar até que coloquei na boca e começamos um 69 maravilhoso, não podia acreditar, eu uma mulher casada deitada nua com um homem em cima de mim chupando minha vagina enquanto eu estava com metade do pênis dele enterrado em minha boca,

Até que cada um acabou gozando na boca do outro. Eu engoli toda esperma que jorrava daquele pênis, coisa que também eu fazia pela primeira vez. Já tinha ouvido falar em 69, mas meu marido nunca fez isso e nunca ele tinha gozado em minha boca, nem sabia qual era o gosto de esperma. Estranho o fato de uma esposa só vir a conhecer o gosto de esperma com outro homem. Fizemos amor a noite toda, quando ficávamos exaustos, dormíamos abraçadinhos e ao acordar daí a algum tempo, começava de novo, até os dois gozarem de novo e dormir abraçadinhos e ele acabou dormindo, abraçado comigo até de manhã como marido e mulher e não sentia mais nenhum remorso em fazer isso.

A noite seguinte, foi outra noite de sexo intenso, pra nós já era tão natural que não foi preciso dizer nada, no elevador só dissemos até já, e logo ele bateu na minha porta. Já havia tanta intimidade entre nós que cada um falava de tudo, ele "dizia abre essa buceta deliciosa amor, que buceta apertadinha, hoje vou comer seu cuzinho" e eu também pela primeira vez na vida dizia livremente "me come toda, mete esse pauzão na minha buceta, goza na minha boca , enche minha buceta com seu pauzão gostoso e com sua porra" palavras que jamais achei que um dia eu diria.

Quando ele estava me possuindo de quatro, começou a lubrificar meu anus com sua saliva, enfiou um dedo logo percebi suas intenções fiocu nessa massagem sacana em meu cuzinho até que tirou o pênis de dentro da buceta e começou a introduzir seu pênis em meu cuzinho virgem, senti dor e tesão ao mesmo tempo, até que foi introduzindo pouco a pouco, eu gemendo de dor e tesão, acho que eu sou muito apertadinha no cú, pois ao introduzir metade, com muito sacrifício, ele gozou dentro e nessa hora ele segurou meu quadril e puxou forte, enterrando todo pênis de uma vez, provocando um grito de dor e tesão da minha garganta, me fazendo gozar também com o pênis entalado em meu cuzinho eu gritava de dor, de tesão e de gozo, depois fomos tomar um banho, eu com o cuzinho dolorido.

Depois de eu ter cedido já na terceira noite do curso acabamos fazendo amor até o fim do curso faziamos  amor, a noite toda depois ele dormia comigo de novo o resto da noite, nós dois pelados e abraçados, até de manhã e quando acordava de madrugada dava outra rapidinha antes de ir pro curso. Ao final passamos a semana fodendo todas as noites, já sem inibições, fizemos 69 até um gozar na boca de outro e em todas as posições, com ele por cima, eu por cima, de ladinho. Foram fodas gostosas. Todas as noites dormi com a bucetinha cheia de esperma, e de manhã sempre tinha uma mancha no lençol. Para uma iniciante até que foi demais. O melhor foi a noite de sábado para domingo, ficamos trepando a noite toda, só acordamos as 9:30h, fomos correndo tomar café antes que recolhessem. Durante o dia de domingo, só saimos na hora do almoço para que a camareira limpasse o quarto, depois ficamos trancados nós dois pelados na cama.

Ao votar na quinta feira meu marido me esperava no portão de desembarque do aeroporto. Me abraçou, deu um beijinho que comparado com o do meu amigo, foi tão sem graça, e perguntou-me como foi o curso. Respondi que foi útil com novos conhecimentos que teria de usar agora e que seria util no meu dia a dia. Fomos para casa e a noite, apesar do meu cansaço, tive de fazer amor com ele, afinal foram mais de 1 semana sem sexo para ele, eu por meu lado, já estava muuuuuuito satisfeita, até demais, afinal fora as 2 primeiras noites, depois foram todas as noites de sexo direto.

Tive de fazer de conta que eu também sentia falta de sexo como ele, mas na verdade, eu mesma não fazia nenhuma questão de fazer amor com meu marido.
Pude sentir como é diferente fazer amor com o próprio marido. A começar pelo tamanho do pênis, que antes me parecia de bom tamanho, agora que conheci e muito bem, o do meu amigo, diante dele, o do meu marido parece tão menor.

Foi aquela rotina, primeiro ele colocando uma camisinha para evitar a gravidez, tive até de mergulhar o rosto no travesseiro e ficar de bruços, para ele não ver o sorriso nos meus lábios, pois era muito engraçado, depois de passar a semana toda fazendo amor sem camisinha, agora o próprio marido colocando uma camisinha!

Se ele soubesse que minha vagina já teve mais horas de contato direto de um pênis estranho, direto pele com pele sem camisinha que o pênis do marido, e que sua esposa passou todas as noites da semana, recebendo jatos de esperma direto dentro da vagina, inundando o útero, e isso várias vezes por noite, e que enquanto ela dormia ficava escorrendo esperma de outro homem, manchando o lençol, meu Deus, ele me mataria.

Já imaginou se a camareira um dia contasse ao meu marido, que todo dia de manhã, o lençol da cama de sua esposa estava melado de tanta porra que ficava escorrendo  dela?

Meu marido, empurrou minhas coxas para os lado com suas pernas e já subiu em cima de mim, me penetrando com o pênis revestido pela camisinha até gozar na camisinha! É tão sem graça sentir o gozo com camisinha, diferente daquele jato quente que meu amigo lançava no fundo da vagina. Como é gostoso o contato de um pênis direto na vagina sem a camisinha, com a camisinha, fica tão lisinha e não vem aquele calor que queima por dentro.

Senti falta das carícias, dos beijos de língua, depois dos beijos no meu corpo todo, nos seios, coxas, vagina, voltar a fazer sexo tipo papai mamãe, sem conversar, sem provocações sem palavras obscenas tinha ficado tão monotono que até senti falta do curso.

Senti falta das palavras que depois de ficar ouvindo por uma semana, se tornaram familiares para mim, como: "abre as coxas, arregaça sua buceta, quer dar seu cuzinho para mim, chupa meu pau, engole minha porra, tesuda, peituda, que bundão, que buceta gostosa, arregaça sua bucetona, engole meu pau", ou eu mesma dizendo sem nenhum constrangimento: "me chupa toda, que delícia de pauzão, goza na minha boca, chupa minha buceta, vou gozar, goza junto comigo, põe devagarzinho porque meu marido não come meu cú e não estou acostumada, goza na minha boca que vou engolir toda porra" e coisas assim que me davam tesão só de lembrar.

Aliás, eu tive de tomar muito cuidado, pois meu amigo me acostumou mal, eu já falava sem nenhum constrangimento, palavras como pau, porra, buceta, cuzinho, coisas que meu marido ficaria horrorizado se eu dissesse.

Meu marido fez tudo calado, só dava para ouvir sua respiração ofegante. Quando ele ia gozar, tive de me conter para não tirar o pênis de dentro, arrancar a camisinha e cair de boca e lamber toda aquela porra. Meu amigo ficava me possuindo por longo tempo, socando aquele pau enorme por vários minutos, castigando minha bucetinha, meu marido, ao contrário, depois de enfiar e tirar umas quatro vezes, já gozou. Eu que gozava várias vezes durante a noite com meu amigo, com meu marido, não cheguei a gozar nem uma vez, mas fiz de conta que gozei.

Eu tive de me policiar durante o ato, para não fazer nada do que aprendi com meu amigo, como o 69, ou eu subir nele, encaixar seu pênis em minha bucetinha e cavalgá-lo, pois se eu chupasse seu pênis depois de me possuir, aquele penis todo lambuzado de esperma pela camisinha, ele iria desconfiar.

Eu tinha até de tomar cuidado para não falar, "chupa minha buceta, me fode forte, me rasga toda, enfia todo esse pauzão na minha buceta, ou vou te chupar e quero que goze na minha boca, come meu cuzinho, goza na minha boca que vou engolir toda porra", coisas que no hotel, eram normais entre eu e meu amigo.

Se eu falasse isso, meu marido teria um ataque.

Amo meu marido, mas não me arrependo do que fiz, pois conheci novos limites do sexo.

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