quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

FOI MINHA PRIMA SAFADINHA QUE ME INICIOU

Todo período de férias de inicio de ano, costumo passar no interior na casa de meus tios e meus avós no sitio deles no interior, e por ser interior, a gente fica muito à vontade, brinca o dia todo, vai tomar banho de rios, vai até a cidade de noite etc..., isso é quase todos os anos desde que eu tinha 10 anos, e lá tinha 4 primos já adultos e uma prima adolescente um ano mais velha que eu, eu estava com 14 pra 15 anos e ela já com 16, mas era do tipo bem safadinha, . Meus primos todos mais velhos em torno dos 20 anos, por isso sempre éramos deixados meio de lado e devido ao fato de sermos adolescentes, aborrecentes segundo eles, e por este fato eu e minha prima acabávamos nos aproximando cada dia mais 

E quando aconteceu eu estava nas férias de julho onde eu costumava passar uma semana todos os anos, eu estava dormindo  no quarto de hospedes, e pela manha, eu ainda estava ainda meio sonolento nem sai da cama e minha prima apareceu do nada, começou a falar comigo sobre banalidades, vendo que eu não me levantava deitou-se comigo sob o lençol e começou uma brincadeira de cocegas, eu fingia que  reclamava rindo, e comecei a fazer cocegas nela também, quando dei por mim eu já estava apalpando seus seios  durinhos que eram natguralmente durinhos nessa idade, mas nem percebi que naquele dia eles estavam durinhos por outro motivo, que era nossa bringadeira de pegação, e naquela pegação  meu pau ficou super duro, ela então me disse que já que eu estava segurando seus peitinhos queria segurar meu bilau também, é  claro que deixei e naquela pegação então ficamos nos apalpando sobre as roupas, mas ela como eu disse do tipo safadinha enfiou a mão por dentro da minha cueca e
disse que queria segurar e sentir ele ao vivo ao mesmo tgempo que  mandou-me tocar em seus peitinhos  por baixo de sua blusinha, nossa que delicia, ficamos assim alguns minutos, até que ouvimos um barulho, ela se levantou rápido, abriu a porta do quarto, deu uma olhada pra fora, voltou até a janela fez a mesma coisa  e como não viu ninguém voltou e fechou a porta agora com chave. e voltou a deitar-se ao meu lado na cama enfiando a mão novamente por baixo da cueca e segurou meu pau fazendo movimentos pra cima e pra baixo, eu excitado abaixei a cueca até o joelho pra facilitar, e aproveitei pedi para ela me dar um beijinho nele, ela deu um risinho bem safado e foi descendo a
boca em direção do meu pau e começou a beija-lo devagarinho, a principio meio sem jeito mas logo já estava abocanhando ele inteirinho e eu instintivamente segurava sua cabeça e fazia um gostoso vai e vem o curioso que até aquele dia eu nunca tinha transado e ainda  era virgem, depois dela me
chupar me pediu que eu fizesse o mesmo com ela, a principio eu fiquei com um pouco de nojo mas ela já tinha em feito eu fui ao sacrificio meio desajeitado,  comecei a beijar ela em volta da xoxotinha dela ainda com poucos pelos, como eu não me decidia alem de beijar a virilha dela ela me pediu para que passasse a língua dentro dela no grelho,  eu timidamente comecei a passar a lingua por cima mas ela com as mãos abriu sua rachinha mandou eu enfiar a língua toda la dentro,  eu obedeci de mas achei meio estranho, por fim acabei gostando quando aa gente estava no auge dessa sacanagem minha avó chegou em casa e começou fazer a arrumação da casa enquanto minha prima saiu de fininho para o quarto dela.

Aquele dia transcorreu normalmente, mas chegar a noite fomos dormir e  quando percebemos que tudo estava silencioso e todos tinham dormido  ela veio novamente para o meu quarto pé a pé pra não acordar ninguem, deitou-se na minha cama e começamos nossa brincadeira novamente,  depois de uma meia hora nessa sacanagem, azendo sexo oral, os dois excitados,  ela que sempre tomava as iniciativas me sugeriu que fosse por cima dela e fizesse de verdade como nossos pais, de imediato eu topei,  mas eu era ainda muito ingénuo e não forcei a penetração apenas brincando nas coxas dela, ela riu da situação e me disse, primo voce nunca fez com uma mulher? Respondi que sim.. mas como eu
estava me enrolando todo ela percebeu que eu jamais tinha feito mesmo, então ela mesmo  mandou eu deitar e veio por cima de mim, como ela já estava sem a calcinha, encaixou sua bucetinha em meu pau que estava super duro, sua bucetinha  estava toda meladinha de eu chupa-la e claro pelo fato dela tambem estar excitada e com tesão, apesar dela estar bem lubrificada quando ela soltou seu corpo em cima do meu pau, senti uma dor e uma ardencia enquanto ela fazia movimentos de cavalgada subindo e descendo, quando finalmente ela saiu de cima de mim vi que a cabeça do meu pau estava vermelha, em especial aquele cabresto que segura a fimose tinha se rompido e estava sangrando um pouco, fui até o Banheiro lavei bem, e  continuava dolorido,  só depois de alguns meses descobri que tinha perdido minha virgindade naquele momento.

A partir desse dia, aquela semana toda minha prima esperava o pessoal dormir pra vir no me quarto, e a gente repetia tudo, no segundo dia ainda ardia pra caramba a cabeça do meu pau, mas já no terceiro dia não doía mais e pela primeira vez eu sentia prazer sem dor quando a gente transava, porque dava um calor  gostoso e a gente não podia  gemer por causa do resto do pessoal dormindo, mas ela se esfregava em mim como uma gatinha no cio, eu a acariciava toda e mesmo eu sem saber direito o que e como fazer pela minha falta de experiencia, mas eu a beijava todinha e passava minhas mãos pelo corpinho dela todinho, quando ela percebeu que eu tinha pego o gosto pela coisa, então ela ficou de quatro e me mandou eu encaixar meu pau nela o que fiz de imediato, e num um vai e vem cada vez mais rápido, com todo cuidado pra não fazer muito barulho  e só ouvia ela gemendo baixinho, até meu corpo arder em brasas, desfaleci num gozo fenomenal, cai ao lado dela e ficamos abraçados algum tempo, até que quebrando o silencio ela me perguntou se eu tinha gostado, respondi que sim,
eu tinha adorado, e ela safadinha como sempre foi, desceu e começou a chupar meu pau até ele ficar duro novamente, quando  ela veio  por cima e se encaixou no meu pau até que ele entrou tudo dentro da buceta dela,  que me beijou na boca, senti gosto estranho e ela me disse que era o gosto dos nossos líquidos misturado tesão” continuamos o beijo e eu  sentia ela  cavalgar gostosamente, invertemos a posição  várias vezes, eu já estava me sentindo um veterano, dei um jeito e ergui suas pernas colocando em meus ombros e socava bem fundo, nessa posição não fica nada do pau pra fora a não ser as bolas, eu socava cada vez mais forte tentando achar o fundo  e a cada estocada ela gemia baixinho e me chamava de gostoso,  isso me dava mais tesão ainda, 

E a semana toda foi assim, todas as noites sem contar que a gente sempre dava um jeito de durante o dia quando a gente tinha a chance de ficamos a sós era batata, lá estávamos nós trepando pelos cantos, não sei como nossos avós não descobriram nada, e o  restante das férias foi neste mesmo ritmo, só depois que descobri que minha priminha que me iniciou, já era rodada porque outro primo nosso me confidenciou que já tinha transado com ela tambem. 



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A AMIGA DE INFÂNCIA, AGORA CASADA

Qual homem não lembra da infância e da adolescência com saudade? Das brincadeiras dos amiguinhos, das amiguinhas  e a Deise eu conheci quando a familia dela se mudou para o mesmo condomínio em que meus pais moravam, na epoca eu tinha 13 anos e ela 8, eu me julgava já um garoto e a via como uma criança, mas nossas famílias se tornaram amigas de forma que sempre uma participava ativamente das  festas que a outra promovia, aniversários, pascoa natal etc.., e foi  natural a gente desenvolver uma amizade entre eu e a Deise.

Com o passar do tempo ela foi crescendo, e o corpo de mulher já aparecia com os peitinhos crescendo, e a gente jogava video game juntos, era normal a gente fazer brincadeiras tipo agarra agarra, de pega pega, ela sempre ia na nossa casa e era comum a gente passar a tarde toda, e a gente passou a infancia assim até que eu já com 17 anos ela com 12, andávamos tão juntos que as pessoas diziam até que a gente era namorados, mas era só amizade mesmo. Apesar de eu com 17 anos estar no auge da minha puberdade, e nas brincadeiras de pega pega quando eu a agarrava por traz e encostava e ao encostar a bunda dela em mim eu já ficava excitado mas disfarçava, nossa amizade era tão intima que um fazia massagem no outro principalmente quando a gente estava sozinho vendo TV, e quando ela estava de saia eu adorava massagear as pernas dela subindo até as coxas, e aproveitava para passar a mão nas nadegas dela, apesar de eu ficar sempre excitado  nunca passou disso, porque apesar dela já quase ter um corpo de mulher ela tinha 12 anos e eu tinha medo.

A primeira vez que tivemos algo assim mais intimo foi até meio difícil porque mãe dela que era muito conservadora não dava muita brecha pra gente, mas um dia a mãe dela saiu, e a Deise veio até minha casa como sempre fazia, nesse dia ela estava com vestido branco na altura das coxas sem sutiã,  chegando na minha casa ela sentou ao meu lado, e eu comecei a gravar umas musicas que ela tinha pedido,  enquanto eu selecionava as musicas  brinquei com ela que a mãe dela estava com medo de que eu agarrasse ela se ela fosse lá em casa,  para minha surpresa ela disse que até não seria nada mal... dai perguntei e se eu tentasse o que você faria, ela respondeu que deixaria, então meu tesão aflorou e abraçando-a beijei, ela correspondeu, peguei nas tetinhas dela ela deixou, comecei a passar a mão na sua coxas e dessa vez, apalpei bem forte a bundinha dela, chegar na sua bucetinha que estava bem úmida. Então começamos a nos beijar e ali mesmo no sofá  fui tirando seu vestido dela e vendo seu corpinho nu, era , mais bonito e gostoso do que eu imaginava. retirei sua  calcinha minúscula  e ela na carinha um sorriso maroto e começamos nos abraçar e beijar, eu estava tão excitado que gozei nas coxas mesmo antes de penetra-la, coisa que não fiz porque depois de gozar eu tive uma crise de consciência e fiquei com medo de que se eu arrancasse o cabacinho dela poderia dar problemas para mim por causa da mãe dela que era muito severa,

E assim a gente continuava, sempre no sarro e a gente terminava nas coxas mesmo, mas nunca penetrei, porque eu tinha medo, e isso rolou por um bom tempo, até que a familia da Deise se mudou e a gente perdeu o contato por anos, só
fiquei sabendo que ela tinha se casado e eu também me casei, tive um filho, e já com 26 anos quando um belo dia eu estava abastecendo meu carro no posto quando outro carro encostou na bomba ao lado, sabe aquelas coincidências da vida era a Deise eu nem a reconheci ela tinha mudado bastante, se tornou um mulherão, estava usando um cabelo bem curto que eu não a reconheci mesmo mas ela me reconheceu, quando eu estava passando o cartão pra pagar a conta ela do carro dela me chamou pelo nome, Joel, gritou ela, olhei ao lado e só então que finalmente a reconheci, ela saiu do carro veio me deu um beijo na face, e ficamos lai conversando por alguns minutos relembrando os tempos juntos, descobri que ela também tinha se casado, convidei-a pra ir na minha casa visitar-me ela fez o mesmo, e trocamos os números dos celulares e fomos cada um para o seu lado.

Na mesma semana num sábado a tarde meu celular toca era ela, conversamos um pouco ela me perguntou o que eu ia fazer a tarde, falei que nada ia ficar em casa com a mulher e o filho, ela então falou eu estou sozinha em casa hoje, você não tá a fim de tomar um chopp comigo? Perguntei onde ?Ela respondeu onde você quiser, aqui em casa, na sua casa, no shopping ou voce escolhe... Eu não entendi direito o porque do convite, mas como eu ia conseguir sair de casa assim de repente sem um motivo aparente, mas eu tava muito a fim daquela gostosa, e ela estava me dando a maior bandeira, pensei numa desculpa, falei pra minha mulher que era uns amigos me convidando para um futebol de ultima hora faltou um jogador e eles me ligaram pedindo pra completar o time, e minha mulher falou vai amor, que hora volta, eu disse não sei vai depender, mas acho que antes de anoitecer eu volto.

Peguei meu tênis, a mochila e lá fui eu com a roupa que tava no corpo mesmo, entrei meu carro e já a caminho liguei pra Deise dizendo que eu ja es tava indo, onde ela queria que eu a pegasse, ela disse pode ser aqui mesmo na minha casa, argumentei que não seria uma boa ideia mas ela falou que o marido tinha viajado que ela estava sozinha não teria problemas, programei meu GPS pra chegar na casa dela que eu não sabia, quando cheguei dei um toque pelo celular, ela saiu no portão vestida numa roupa bem provocante, um vestido no meio das coxas com um decote generoso, e uma sandália de salto alto que fazia as batatas da perna ficarem salientes, e deixava sua bundinha empinada até parecia que ela tinha colocado silicone, ela com aquela pose toda entrou no meu carro, dessa vez me deu um beijo na boca e pra provocar mais ainda enfiou a língua levemente na minha boca mas logo em seguida se acomodou no banco e falou vamos, eu perguntei vamos pra onde? Ela respondeu eu já te disse pra onde você quiser numa clara alusão de que o chopp era apenas um pretexto, eu falei então não vamos perder tempo né, vamos prum motel, e me dirigi para o motel perto que eu já conhecia.


Mal entramos no quarto ela foi logo tirando minha roupa, e eu a dela como dois afoitos por sexo que não foi feito quando tivemos oportunidade, era pra tirar o atraso, quando tirou minha cueca deixando o meu pau de fora, começou a pegar nele e masturbar levemente até que começou a pagar um boquete quando meu pau estava todo atolado nela ela começou a rebolar e a gemer alto que dava pra ouvir do outro quarto,  e pedia pra que eu a chamasse de gostosa, de puta, ficamos
nessa posição por um bom tempo para depois sair de cima de mim e ela mesmo se posicionou de quatro me pedindo para eu comer ela naquela posição então eu fui logo me posicionando atrás dela e fui colocando meu pau na entrada de sua buceta e eu enfiei forte numa só estocada até o fundo eu socava pro lado dela, ela empurrava a bunda contra meu quadril fazendo meu pau entrar todo sem ficar nenhum pedacinho que fosse pra fora, , e ficamos nessa luta  ai eu comecei a bombar com toda força e ela sempre forçando a bunda pra traz a cada estocada e gemendo cada vez mais alto, eu já não estava aguentando mais e falei que estava quase pra gozar.
maravilhoso... depois de um logo tempo me chupando eu tirei a sua calcinha e vendo aquela buceta raspadinha tambem cai de boca, então fizemos um 69 de tirar o folego, comentei que a vida tinha feito maravilhas com ela, e que ela tinha aprendido coisas novas, no que ela respondeu que nunca foi santinha, que eu só não tinha transado com ela quando a gente morava perto porque na verdade eu que fui bundão e tive medo por causa da minha criação rigorosa em casa, mas que o tempo todo ela foi a fim de dar pra mim, e que aos 13 anos já não era mais virgem, eu falei então Deise me mostra o que voce sabe fazer pro seu macho, e como uma verdadeira puta ela me empurrou pra cama e subiu em cima de mim, me beijando o corpo todo, foi logo pegando meu pau e colocou na porta da sua buceta mas não sentou em cima, começou a passar a cabeça do meu pau na própria buceta me dando um tesão que a muito tempo não sentia, ficou nesse ritual me torturando, até que ela mesmo não resistiu e soltou o peso do seu corpo descendo bem devagarzinho, encaixando meu pau todo dentro dela, ela era uma mestra na arte de foder, e como sabia das coisas, era uma safada e sádica, porque começou a rebolar e a fazer movimentos de sobe e desce em cima da minha pica, a essa altura eu comecei a massagear seu clitórios, ela cavalgava feito uma louca enquanto eu a masturbava, não demorou muito pra ela gozar em cima de mim, quando ela gozou parecia que tava mijando de tanto que ela gozou.
Depois eu a pus de quatro, e enfiei a minha pica na buceta dela enquanto eu a fodia, enfiei tambem o dedo no seu cuzinho, e  pelo meu dedo enfiado no cu dela eu sentia meu pau entrando e saindo na buceta, aquela manha de enfiar o dedo no cuzinho era uma manha pra lacear o buraco anal dela para depois entrar com minha pica, o que não demorou muito, porque eu tarado que estava, apontei a cabeça do meu pau para aquele anelzinho rosa que piscava, e fui enfiando aos poucos, e ela ali firme e forte na posição de quatro ainda forçava o seu corpo contra o meu para que meu pau entrasse todo, eitha mulher tarada essa Deise insaciável, estava me dando a maior canseira, porque eu já tinha gozado duas vezes, já tinha comido chupado, comido a buceta, comido o cu dela e ela ainda queria mais, acabamos transando ainda mais uma meia hora até que confesso eu não aguentei mais, acabamos a tarde na banheira de hidro-massagem, depois de uma gostosa hidro, a gente se levantou e antes de colocar a roupa ainda demos outra saideira rapidinha.

A Deise tinha casado mas continuava gostosa e insaciável e eu bobo tinha perdido tanto tempo pra trepar com ela, o bom da coisa era que agora eu podia meter com ela quando eu quisesse e tudo isso sem compromisso porque ela gostava mesmo era de ver a pica entrando.



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A NOVA PROFESSORINHA CRENTE DA MINHA ESCOLA

Sempre fui do tipo brincalhão e muito extrovertido, eu sou professor de educação física em uma escola pública de ensino fundamental, onde os alunos tem de 7 a 11 anos, minha função é coordenar essa garotadinha, como eu brincava com todo mundo certa vez resolvi provocar a Raquel, uma nova professora que entrara naquele ano, 30 e poucos anos, gostosinha tipo gordelicia que dava aula para a 5 série, que pelos trajes sempre de vestido ou saia Jeans e o cabelão comprido dava pra perceber a primeira vista que ela era crente, mas eu nunca perguntei pra ela porque tava na cara,

Ela era bonita, eu tinha certeza que por baixo daquela roupa recatada tinha um mulherão, aqueles cabelos pretos longos e sedosos só tinha um defeito, ela não aparava nem as pontas por isso eu tinha certeza que ela era crente, ela tinha sempre um sorriso cativante no rosto, que a tornava dona de uma beleza singular, ela não tinha um corpo de modelo, era uma mulher normal, quadris largos, batatas das pernas volumosos, olhos castanhos e seios de médios para grande,

Ao fim das aulas era normal a gente guardar os livros e cadernos de alunos, no meu caso bolas, argolas etc, e era comum a gente estar se esbarrando por causa do borburinho, todos os professores apressados para irem embora logo se ajuntavam na pequena sala onde se encontravam os armários, era comum eu e a Raquel estar sempre nos esbarrando pela proximidade dos nossos armários, era comum também ela vir carregada de livros e eu ter que ajuda-la, acabamos desenvolvendo uma amizade bem proxima e com isso a liberdade de algumas brincadeiras mais ousadas, do tipo vou cobrar pela ajuda, o preço é um beijo, ela sempre me repreendia dizendo pra eu tomar jeito porque eu era casado e ela era também.. mas eu não perdia a oportunidade de dar uma provocadinha sempre.

E isso durou até o terceiro trimestre eu dando em cima dela e ela não dava brecha nenhuma até que certo dia calhou de ficarmos apenas nó dois um pouco mais que o normal, todos já tinham ido embora, e ela ficou um pouco mais arrumando os cadernos dos alunos no armário, percebi que só ficaram apenas as tias da limpeza dando os retoques finais pro dia seguinte, mas já tinham passado pela secretária e a sala dos professores isso significava que elas só não iam voltar ali em menos de meia hora, era o que eu precisava, e como sempre eu a ajudei, e novamente provoquei dizendo que um que eu adoraria cobrar aquele beijo, ela então fico séria me repreendeu dizendo que eu não devia confundir as coisas, e disse-me imagine se alguém ouve e interpreta mal!!!, Não me dei por vencido e falei é apenas brincadeira, alem do mais as zeladoras estavam na limpeza das ultimas salas dos fundos e não iriam voltar tão logo, e completei,  que eu adoraria eu adoraria pelo menos um beijo, ela novamente me repreendeu dizendo que eu parasse com aquilo porque ela era casada,  e como estava só a gente ali na sala e era praxe a porta sempre ficar fechada para que nenhum aluno entrasse arrisquei, fui até perto dela e falei, e se eu te beijasse agora o que vc faria??, Ela ficou assim sem ação demorou um pouco a responder eu aproveitei essa indecisão e tasquei um beijo na boca, não foi nenhum beijo de língua, foi apenas um leve toque dos lábios e ela imediatamente se afastou, e sem dizer nada saiu da sala apressadamente e foi embora sem mesmo se despedir de mim, depois disso ela ficou mais ou menos umas duas semana me evitando até que inevitavelmente aconteceu da gente precisar de nos falar por assuntos da escola, eu discretamente pedi desculpas por aquele atrevimento e a partir dai voltamos ao normal, não demorou muito tempo para eu voltar a carga com as minhas brincadeiras.

Mas, parece que isso a incomodava um pouco porque ela sempre ficava sem jeito quando estava perto de mim, isso foi o resto do ano inteiro, e pra meu azar em  fins de ano letivo  os professores que queriam mudar para alguma escola mais perto da sua casa pediam remoção, que nada mais era que transferência, e a professora Raquel pediu remoção, e no ano seguinte ela iria lecionar em outra escola, mais próxima da sua casa, fiquei meio que chateado por não ter conseguido nada com a Raquel apesar de todos os meus esforços.

Todo fim de ano no ultimo dia letivo a escola promovia um passeio de despedida com os alunos da 5 série como uma especie de presente de  formatura dos alunos já que no ano seguinte eles iam pra outro ciclo, era minha ultima chance com a Raquel que por ser professora de 5 série ia como responsável pela sua turma , e eu como professor de educação física fui  voluntário porque sempre precisava de professores extras pra cuidar dos alunos, na verdade eu fui porque estava era de olho na Raquel e esta era a minha ultima chance,... o passeio deste ano era em um parque aquático nos arredores da nossa cidade, saímos pela manhã e chegando lá todo mundo foi se trocar colocar roupa de banho, eis que de repente a Raquel sai do vestiário dentro de um comportado maiô de duas peças que mais parecia aquelas roupas de academia, como não poderia deixar de ser,  eu me surpreendi ao ver ela sem aquele vestido comprido e de cabelos presos, como eu imaginava por baixo daquela roupa comportada existia uma mulher linda e 
muito gostosa com aquelas coxas grossas, brancas que se destacava no maiô preto, e o mais importante apesar dela ser meio cheinha não apresentava aquela barriguinha como as que a maioria das mulheres tem, depois que viram mãe, a dela era chapadinha e para exaltar mais essa gostosura a cor preta do maiô deixava-a ainda mais sexi,...  ao ve-la assim não resisti e quando tive a oportunidade de estar próximo a ela  sem outros colegas importunando eu  fiz um comentário, "pensei que por voce ser crente não ia usar roupa de banho", achei que no máximo iria usar um bermudão, ela respondeu, porque?? Afinal aqui todos estão usando, e se usar no lugar certo não tem problema nenhum, aproveitei pra encher a bola dela com elogios, dizendo que eu nunca imaginei que por debaixo daquelas roupas sempre comportadas existia um mulherão senti que ela ficou meio sem jeito, então eu aproveitei para estar  por perto dela sempre solicito naquela manhã até a hora do almoço

Na hora de almoçar cada um tinha levado seu lanche,  eu não tinha levado lanche porque sabia que ali tinha restaurante e eu tinha planejado almoçar no restaurante, convidei-a ela alegou que tinha levado lanche, mas eu insisti dizendo que pagaria a despesa dela mesmo assim ela não queria, fui mais insistente e disse que não aceitava um não como resposta ela acabou aceitando, então enrolou a canga na cintura e a toalha colocou sobre os ombros e  fomos almoçar.

Durante o almoço conversamos bastante, eu procurei não forçar nada, afinal não queria que ela tivesse motivo pra ir embora, então perguntei sobre o marido dela, ela meio  reticente disse que preferia nem falar sobre isso, logo deduzi que ela deveria ter algum problema então eu perguntei porque vcs não estão bem??, Notei que ela ficou meio tristinha então na hora eu mudei de assunto, quando terminamos o almoço, convidei-a para fazermos uma caminhada pelas trilhas que havia no local,  ela não queria ir de jeito nenhum, alegou que tinha que cuidar dos alunos alem do que os demais colegas iriam notar a sua ausência e não pegaria bem só nós dois, convenci ela que os alunos sabiam se cuidar e que os demais estavam longe porque o restaurante era afastado das piscinas, e iam notar por estarem muito ocupados se divertindo nas piscinas, nos pedalinhos, ainda relutante para minha alegria ela acabou dizendo, vamos, mas não podemos nos afastar muito, e lá fomos nós, nos embrenhamos trilha adentro,  no meio da mata atlântica que era abundante no local, aquele frescor e cheiro de natureza nos fazia muito bem, a toda hora ela fazia menção de voltar mas eu convencia ela andarmos um puco mais

Eu não tinha nenhuma intenção nem pressa em voltar e conduzia ela cada vez mais trilha adentro, a certa altura devido ao piso ser acidentado precisei pegar na mão dela pra ajuda-la a transpor um obstaculo, aproveitei a ocasião e não soltei mais, só que ela se soltou da minha mão então eu brinquei se ela estava com medo de mim, ela disse que não mas sabendo quem eu era, achava melhor evitar, retruquei dizendo que mesmo sendo apenas com toque de mãos mas eu adorei, ela falou em voltar, mas eu não podia deixar senão meu plano iria água abaixo, falei que a gente ainda tinha a tarde toda e a convenci da gente ir um pouco mais  pra ver onde a trilha daria, e quando já estávamos a uma boa distancia de caminhada, olhei pra traz, e vi que não havia mais ninguém por perto naquela trilha, foi quando avistei uma trilha secundária pouco batida, era minha chance se eu perdesse aquela oportunidade nunca mais teria outra,  entrei alegando que gostava de explorar novos caminhos, ela me seguiu, andamos uns 50 metros deixando a  trilha principal para trás, e ali mesmo se alguém viesse pela trilha principal não nos veria simulei um tropeção e uma  queda, e ao ver a suposta queda ela veio até mim perguntou se eu estava bem, respondi que tinha só torcido um pouco o pé logo a dor  passaria e eu  ficaria bem.

A Raquel preocupada ajudou-me a levantar, fingindo um pouco de dor me apoiei nela apoiei meus bracos em seu ombro, e ela segurou na minha cintura e eu apoiei o meu braço em seus ombros naquele momento abraçados resolvi arriscar tudo, e puxei-a para mim e mandei um beijo, ela espantada falou Roberto o que voce tá fazendo, eu não disse nada segurei bem forte em seu ombro  e beijei-a novamente, ela só dizia Roberto para com isso somos casados, alguém pode passar e nos ver, eu lhe disse que ficasse tranquila porque estávamos afastados da trilha principal, mesmo que passasse alguém ninguém nos veria, diante da indecisão dela, fui em frente, e ela tentava resistir a todo custo dizendo que ia gritar, falei pode gritar ninguém vai ouvir, e se ouvirem como vai explicar da gente estar assim tão afastados, posso dizer que voce que se arrependeu na ultima hora e vai ficar mais feio pra voce do que pra mim, mesmo assim ela tentava fazer com que eu desistisse mas  eu a segurava ela forte em meus braços beijando sua boca seu pescoço enquanto apalpava os seios e ela tremia toda, aos poucos ela foi cedendo e já não oferecia mais  resistência como antes.

Quando eu a beijava mas ela não retribuía, ela apenas se deixava beijar não permitindo que a beijasse de língua, mas eu estava tão excitado que essa resistência dela me deixava com mais tesão ainda, resolvi ser mais atrevido, quando  enfiei a mão por baixo afastei um pouco a barra do maiô toquei em sua buceta ela tava molhadinha,  ela quase desmaiou não sei se de tesão ou se foi a emoção, o fato é que ela esmoreceu em meus braços, e só dizia baixinho, Roberto por favor não faz isso comigo, vamos embora, vamos embora por favor, mas já não havia mais convicção em sua voz, e eu que sempre quis  comer a Raquel pensei comigo vai ser aqui mesmo então encostei-a em uma arvore abaixei minha bermuda meu pau que tava duro saltou pra fora,  ao afastar a barra do maiô para o lado toquei em seu clitoris, e percebi que ela estava toda melecada afastei  bem a barra do maiô do lado deixando a sua bucetinha livre para receber meu pau e coloquei a cabeça  tentando forçar para dentro, mas a gente estando de pé e ela ainda vestida com o  maiô tava muito difícil, tentei tirar o maiô dela ela não deixou de jeito nenhum porque tinha muito medo de que alguém aparecesse de repente.

Então tive uma ideia, peguei a toalha que ela estava usando como canga forrei o chão e a fiz deitar ali mesmo, pelo fato dela se recusar a tirar o maiô, eu tive que fode-la de maiô mesmo, mas deitados o que tornava minha missão bem mais fácil, mas não menos excitante, então segurei afastada a barra do maiô dela e soquei meu pau pra dentro, essa mulher tremia toda, parecia que fazia tempo que ela não trepava tal era a adrenalina dela, aproveitei bem aquele momento e bombei cada vez mais rápidos até gozar, perguntei a ela se ela tinha gozado, ela acenou com a cabeça que sim, mas não era nem necessário perguntar porque eu mesmo senti seus liquidos abundantes escorrer na hora da transa.

A seguir nos recompomos ela estava ansiosa por voltar, e na volta ele olhou pra mim e falou Roberto voce é um canalha sabia, perguntei o porque daquela afirmação ela respondeu que eu tinha aproveitado da fragilidade dela e forçado a barra fazendo ela praticar um ato que jamais faria por vontade propria, eu sorri pra ela e disse, Raquel, quando um não quer dois não brigam, não acha? 
- Me responda foi tão ruim assim? 
- Ruim não foi, mas voce sabe isso foi contra todos meus principios, alem de ser uma mulher casada.
- Brinquei e disse, olha Raquel, eu não vou contar pra ninguem será um segredo nosso que tal?
e nessa discussão acabamos chegando onde estavam os demais professores, alguém até disse que tinha sentido nossa falta, respondemos que a gente tinha ido explorar as trilhas, e ficou por isso mesmo.

Quando voltamos a tarde no mesmo ônibus ela ficou sentada quieta lá atrás, e eu na frente, até parecíamos dois estranhos porque não trocamos uma só palavra, eu tinha adorado aquela aventura mas acho que ela estava com a consciência pesada, depois desse fato entramos em férias escolares e  no ano seguinte quando entraram as aulas novamente mas a Raquel já não era mais professora daquela escola, apesar de eu ter o telefone dela por mais que eu tentasse me aproximar da Raquel ela sempre dizia que estava bem com o marido e que o que tinha acontecido foi uma fraqueza momentânea e não ia se repetir, e  nunca mais rolou nada entre a gente, mas essa foda foi a melhor de todas que eu já tive pela situação que aconteceu.



IRMÃOS DE CRIAÇÃO, UM QUASE INCESTO



 A calcinha já estava no meio das coxas dela e eu observava aquela bundinha rosada lisinha gostosa lhe falei fiica tranquila...

               
Desejo todos nós temos, alguns demonstram mais outros não tem coragem de demonstrar os desejos, reprimidos por causa dos valores da sociedade ou de religião, mas o fato é que todos somos humanos e como tais temos variados tipos de desejos, alguns tem desejo de viajar e não podem, outros desejam algum tipo de comida, outros tem desejos referente ao sexo, e é disso que eu vou relatar agora.

Eu venho de uma familia evangelica, meus pais  e irmãos frequentam, eu por ser o mais velho depois que fiz 18 anos passei a seguir minha vida e não frequentei mais a igreja dos meus pais por isso era considerado ovelha negra, apesar de eu sempre ter que ouvir principalmente da minha mãe que eu devo voltar etc e tal, e com isso tenho minha vida paralela hoje já com 28 anos ainda não casei, mas quando me aconteceu eu estava com 19 e minha irmã de criação tinha 17,  eu vivia aprontando todas na rua, eu tinha uma namorada mas pegava todas que me dessem bola, eu e minha irmã tinhamos um bom relacionamenteo e conversavamos sobre tudo, principalmente sobre minhas namoradas.

 Minha irmã Cristina era uma menina tão linda e era obrigada a viver  fora dos padrões de suas amigas de cursinho ... sua vida era de casa pra escola da escola pra, usava um cabelo bem comprido e por força da religião sempre usava aquelas roupas compridas que a deixava horrível que iam até quase o calcanhar.

Quando estavamos longe dos meus pais eu dava conselho pra ela, dizendo que ela era bonita e tinha que se cuidar mais, aparar pelo menos as pontas do cabelo porque isso iria valoriza-la ainda mais e assim poderia arranjar um namorado, ela não gostava dessa parte de namorado e sempre brigavamos e ela ficava meio chateada com o assunto mas com o passar do tempo ela até que foi se interessando mais pelos assuntos de namorar, namorados etc e tal... perguntava das minhas namoradas, como eu fazia quando estava namorando, e eu aproveitando a curiosidade com um ar de safado comecei a falar detalhes mais picantes, ela perguntava de detalhes, eu então respondia que... começavamos com beijinhos.... depois o beijo passava a ser de lingua, e com o tempo tambem havia passadas de mão nos peitinhos e por ai eu contava detalhes bem aos poucos, notei que ela ficava cada vez mais interessada, ela perguntou e ela deixa?? Falei claro que deixa, ela ainda perguntou e su anamorada gosta? Respondi claro que gosta, é muito gostoso e excitante, nesse dia não contei muitos detalhes era a primeira vez e com isso não quiz aprofundar muito ela não estava preparada ainda pra certas revelações.

          Passaram-se alguns dias eu estava em meu quarto assistindo um filme quando ela entrou começamos a conversar de novo, ela puxou assunto da minha namorada, percebi que ela estava curiosa dai aproveitei pra dar os detalhes mais quentes quando ela perguntou se eu tinha dado um amasso na minha namorada de novo eu disse claro, sempre que nos encontramos rola bastante caricias e caricias intimas também  ela perguntou que tipo de caricias intimas?? Eu falei, Ora eu já falei, de eu pegar nos peitinhos dela por baixo da blusa, enfiar a mão dentro da calcinha também  então minha irmã ficou espantada e falou você enfia a mão dentro da calcinha dela??Respondi claro que sim, inclusive nessa semana estávamos sozinhos ela tirou a calcinha e ficou sem o tempo todo pra facilitar, então perguntou e o que vc fez??
 Masturbei-a até ela gozar, fiquei tocando o dedo de leve até ela gozar
Então ela não é mais virgem?
Bobinha você, masturbar não tira a virgindade, não vai me dizer que vc nunca se tocou
Credo Beto, o que vc imagina que eu sou??
Você é uma mulher bonita, que tem desejos só isso, e é normal a pessoa se tocar pra ter prazer
É mas eu nunca me toquei.... mas me diga vocês já transaram
Ainda não ela é virgem mas prometeu que vai me dar a bundinha um dia desses
Beto  Você é muito safado, como você tem coragem de me falar uma coisa suja dessa?...
dizendo isso ela saiu furiosa do meu quarto que até bateu forte a porta, depois disso fiquei com medo que ela contasse alguma coisa principalmente pra minha mãe eu iria ouvir um monte e eu não tava a fim disso.

          Mas passaram-se algumas semanas sem que tocássemos no assunto novamente, então um dia estávamos sozinhos em casa, como sempre começamos a conversar e o assunto convergiu pra namorados de novo e ela perguntou meio que timidamente se  minha namorada já tinha deixado eu fazer aquilo  que eu disse aquele dia, eu já tinha até me esquecido e perguntei fazer o que? Ela respondeu... ah!! aquela que vc falou que ela ia deixar..... você sabe vc falou que ela ia deixar você fazer atras então ela deixou? Me fiz de desentendido, atras do que? Ah!! to com vergonha de falar insisti ela então falou, não atras do que, atras eu digo .... virou a bunda dela pra mim e apontou, percebi minha irmã muito interessada então   lembrei-me da nossa conversa anterior que falei que a Marcinha minha namorada ia deixar eu comer a bundinha dela só pra provocar minha irmã, na verdade eu já comia minha namorada direto, tanto a bundinha como a bucetinha, mas resolvi ir devagar nos detalhes e disse, Ah!!, sim ela deixou, ela aproximou-se mais de mim e disse, então me conta como foi, me conta vai... então comecei a contar alguns detalhes por cima  só que nesse meio tempo nossos pais chegaram e a conversa morreu por ali. ela se levantou e ao sair ainda falou você vai ter que me contar tudo com detalhes, e saiu, meus pais até perguntaram o que era desconversei e ficou por isso mesmo.

Num domingo seguinte a noite, ela alegou que estava com dor de cabeça e muita indisposição pra não ir na igreja com o resto da família  ficamos apenas nós dois em casa...  ao sair ainda me recomendaram que não ouvisse o som muito alto como eu acostumava ouvir porque minha irmã estava com dores de cabeça, quando eles saíram fui até o  quarto da Cris e vendo-a deitada perguntei, como está sua com dor de cabeça? ela me respondeu  não estou não foi uma desculpa pra não ir a igreja hoje, só  porque hoje você vai me falar daquele assunto que ficou pendente naquele dia e vai me contar com todos os detalhes, estranhei porque de repente ela ficou tão interessada num assunto que era tabu em casa ... sexo 

 Como eu estava na seca fazia uns 15 dias que não pegava ninguém  sentei- me a beira da  sua cama com ela ainda deitada coloquei minha mão em sua barriga comecei a alisar por cima do vestido e falei,... vou  fazer mais que contar, vou mostrar como foi se você topar ela perguntou mostrar como? Vou contando e mostrando como fiz com a Marcinha você faz de conta que é ela, vai sentindo o toque, acho que vai gostar
a ris então falou mas é só toque com as mãos né, falei que sim e    ela aceitou a ideia e falou-me então pode mostrar e comecei a narrativa eu falei foi assim, estávamos no quarto da Marcinha um dia que seus pais saíram  e  eu comecei a alisar as pernas delas ao mesmo tempo que eu contava também alisava as pernas da minha irmã, levantei sua saia e depois subi minha mão até as coxas da Marcinha por debaixo do vestido cheguei na sua coxa, quando coloquei a mão na coxa da minha irmã senti que ela se encolheu com pudor então lhe falei acho melhor parar né Cris e para minha surpresa a Cris falou não, pode continuar então com
ela de bruços continuei a encenação e a coloquei de bruços tirei seu vestido e deixei sua bundinha descoberta e enquanto falava peguei com as duas mãos e tirei a calcinha da minha irmã,
- O  que você está fazendo?... A calcinha já estava no meio das nádegas  dela e eu observava aquela bundinha rosada lisinha gostosa lhe falei fica tranquila mana que eu vou mostrar e fazer os carinhos que fiz pra Marcinha, então comecei a beijar-lhe as nádegas  e acariciar a sua cintura notei que a Cris estava nervosa, mas eu estava decidido ir em frente,  retirei totalmente a sua calcinha e continuei acariciando, nesse momento a Cris já estava mais tranquila e aceitando minhas caricias, e foi relaxando aos poucos,  então falei vira de frente pra mim, ela receosa falou mas não era a bundinha?? Falei sim foi a bundinha, mas antes fiz bastante carinho, então a Cris virou de frente e instintivamente cobriu a bucetinha com a mão, eu falei pra que esconder se voce já tá pelada na minha frente, observei aquela  bucetinha gostosa a mostras e abri-lhe as pernas no que ela exclamou nãoooo... eu falei calma fica tranquila eu falei.. voce vai gostar, e abaixei-me comecei a lamber, e a chupar ela instintivamente fechou as pernas pressionando minha cabeça, eu perguntei que tal voce tá gostando. ela disse sim é uma experiencia muito boa.. e ainda falando senti ela estremecer acho que ela gozou... minha irmã gostou.

Depois tirei meu pau pra fora e ela olhou admirada ficou olhando, então mandei deitar de bruços ela obedeceu, falei ainda arrebita o seu bumbum pra acima  assim facilita pra mim, mas vai doer um pouquinho a primeira vez, vc vai ter que abrir bem as pernas e relaxar tá, ela concordou então lubrifiquei com minha saliva e coloquei a cabeça do  meu pau na porta de entrada e dei uma forçada, ela sentiu e recuou, eu tentei acalma-la e dizer que a primeira vez era assim mesmo mas que ela teria que fazer um esforço pra aguentar, surpreendentemente ela deu uma reboladinha: Eu sei,  eu acho que aguento, pode continuar!... eu Já com as 
duas  mãos em suas ancas fui empurrando sentindo suas nádegas irem  se  abrindo para  meu pau que estava entrando fui com calma pra não machuca-la mesmo porque eu pretendia ir mais vezes naquele parquinho de diversões, bombei devagar aos poucos em movimentos ritmados, meu pau estava todo  dentro  dela bombei    até eu gozar, depois eu a abracei e ficamos ali por um tempinho, perguntei o que ela tinha achado, ela até me agradeceu por ensina-la na arte de namorar. e falei você pode aprender bem mais sobre namorar só você querer? 
Ela não falou nada então me debrucei sobre ela e beijei-lhe a boca, e falei, sabe voce é uma mulher completa é linda tem um corpo escultural, só o que lhe falta é um pouco mais de cuidado com você mesma sua aparência, então você fica uma gata que qualquer homem vai desejar, ela falou então você me deixou com o coração disparado, veja, e colocou minhas mãos sobre os seus seios, e ficamos ali deitados entre beijos e amassos  nossos como dois namorados até um pouco antes de nossos pais chegarem, depois deste episódio sempre que tinha oportunidade a gente se pegava entre beijos e amassos e sempre que ficávamos sozinhos e eu comia o seu cuzinho, até que um dia nossos pais saíram sabíamos que iam demorar umas 3 horas pra voltar, eu fui ao quarto da Cris e falei tava com saudade mana, beijei-lhe e depois falei hoje quero que vc fique peladinha em pelo pra que eu possa ver, ela respondeu eu fico se você ficar também  e fomos tirando a roupa, quando vi minha irmã peladinha em pelo novamente fiquei tarado.. porque alem de muito bonita ela tinha um corpinho de dar inveja a muitas modelos ou atrizes, quando fomos pra cama e fui mamando nos seus peitinhos: - já sei você vai querer comer a minha bundinha de novo?... Respondi eu vou, vou querer te comer todinha!....... Ela segurando meu 
 pau olhou pra mim e me disse disse me, você não tem vontade de me comer na frente, falei que tinha mas respeitava porque ela era virgem, e perguntei e vc tem vontade de que eu coma a frente? ela respondeu que sim que já tinha pensado nessa possibilidade, fiquei tarado na hora pensando na possibilidade de comer aquela bucetinha e ainda mais uma bucetinha virgem que nunca levou pau e falei eu quero você deixa, ele receosa disse que não eu falei então que se eu não gozar dentro, não tem perigo!... Vendo que ela estava insegura não insisti e falei então vai na bundinha mesmo!... Cris foi logo ficando de quatro: - adoro dar a bundinha pra você!... Mas antes de enfiar na sua bundinha  novamente, passei a cabeça do pau na bucetinha, ela falou come só o cuzinho hoje ainda não to preparada pra dar na frente então eu disse só vou brincar na porta não vou enfiar  e fiquei ali esfregando e masturbando sua bucetinha com a cabeça do meu pau, as vezes eu encaixava na porta e fingia que ia enfiar mas não forçava, eu sentia o cabaço bater na cabeça do meu pau mas não queria tirar senti que ela ficava molhadinha cada vez que eu fazia isso e falei, caramba Cris, só de brincar na sua bucetinha e imaginar que ainda é virgem me deixa maluco de vontade de enfiar aqui também ..  e depois enfiava novamente  no seu cuzinho até gozar.... como sempre.

Num outro dia quando ficamos sozinhos de novo e sabíamos que tínhamos um tempo tranquilo sem riscos de alguém aparecer ou voltar antes do horário  fomos de novo as caricias, nesse dia quando eu como sempre antes de comer seu cuzinho passava meu pau na sua xoxota pra deixa-la maluquinha, pra minha surpresa ela me falou, hoje você quer meter  ai... eu falei e você vai deixar??? Ela disse sim.... hoje eu quero que você meta na frente pode enfiar eu já não aguento mais de vontade de te dar .. fiquei maluco meu pau tava uma tora, então nesse dia não enfiei no cuzinho e coloquei a cabeça na porta de entrada da sua xana, e enfiei aos poucos, meu pai tinha dificuldades de entrar, seu hinem esticava, eu queria enfiar mas ao mesmo tempo ficava receoso em tirar o cabaço dela que já estava pronto pra se romper eu falei é melhor eu parar senão não vai ter volta depois que romper sua virgindade e retirei meu pau, botei a de costas e novamene comi aquele cuzinho que eu já estava acostumado e que meu pau já não tinha mais dificuldade em entrar, depois que eu gozei ela falou vou mostrar que sou uma boa aluna que aprendi direitinho,  ela então falou-me deite de costas, começou a chupar meu pau para ele ficar duro de novo quando ele estava bem duro ela me falou hoje eu que vou por cima vou cavalgar assim eu controlo a penetração, achei uma boa e  ela veio por cima, com a mão posicionou meu pau na sua buceta e começou num movimento de soltar um pouco o seu peso e depois recuar, soltar e recuar.. eu estava doido de tesão quase a gozar, quando então eu senti que ela soltou todo seu peso sobre mim e meu pau rompeu a ultima barreira daquela buceta e penetrou-a por inteiro... eu fiquei espantado e falei Cris vc viu o que você fez!!! Ela me disse vi sim, minha virgindade já era, mas eu não aguentei de tesão e queria sentir seu pau todo dentro... quando ela saiu de cima de mim deitou-se ao meu lado e pude observar meu pau sujo com um pouco de sangue, eu falei Cris foi loucura vc fazer aquilo, ela respondeu que tudo bem ela queria mesmo porque a maioria das colegas dela já tinham transado só ela que não, isso me tranquilizou um pouco.

Eu falei foi bom pra voce, ela respondeu, foi um pouco dolorido, eu curioso perguntei mais dolorido que a bundinha, ela falou não, que na bundinha tinha doído mais a primeira vez mas depois se acostumou, então retiramos a roupa de cama manchada de sangue colocamos na maquina de lavar e estendemos, ninguem desconfiou de nada porque ela sempre lavava as roupas de casa então foi tranquilo.

Isso durou uns dois anos até que ela se casasse a gente sempre transava em qualquer oportunidade que tinhamos, hoje ela está casada te duas filhas uma de 7 e uma de 9 anos depois de casada mesmo ela não querendo, as vezes eu vou na casa dela normalmente quando e ela está sozinha como eu sou tarado por ela  eu forço uma situação pra come-la e ela acba cedendo eu acho que por causa do nosso passado el deve ter medo que eu conte alguma cois aa alguem ou coisa assim, o fato é que na casa dela eu já comi ela na cama dela, na cozinha, no banheiro, mesmo porque as meninas vão pra escola e como sou meio safado quando estou meio a perigo procuro ela

O MARIDO DA AMIGA

É a primeira vez que tomo coragem para escrever sobre algo tão pessoal que aconteceu na minha vida, sou casada a 8 anos, por paradoxal que pareça sou feliz no meu casamento, então nada justificaria essa aventura a não ser a adrenalina e o prazer por sexo o que eu confesso é meu fraco, sou bem ativa nessa área, meu marido também é, e juntos costumamos fantasiar, mas sempre foram apenas fantasias.
Eu sou uma mulher padrão, nem me acho tão bonita assim, mas recebo alguns elogios de amigos e do meu próprio marido, tenho 30 anos, temos um filho de 7 anos, tanto eu como meu marido trabalhamos fora, acho que sou uma típica mulher classe média, e essa é a minha vida e minha rotina diária  da minha vida.

Nas horas vagas gosto de ler contos com conteúdo sensual, e me excito com isso, me colocando na pele de alguns dos personagens e me excito com as estórias de sexo que leio, por isso resolvi enviar meu relato, é claro que omiti os nomes reais e os nomes que aqui eu relato são inventados, considerando o anonimato que a internet nos dá criei coragem e vou compartilhar minha experiência sexual com o marido e uma amiga em comum que costumamos frequentar a casa deles e eles a nossa..

Como em todos os relatos eróticos é praxe a apresentação pessoal então la vai, eu sou baixinha eu acho, tenho 1.58 m, 62 kilos, um pouco acima do peso, tenho 30 anos como eu já falei, morena clara, e sou casada e por sinal muito feliz no casamento.

Como já mencionei, sou casada e meu marido, é maravilhoso e na cama, ele cria fantasias sempre inovando, desde ménage a três como troca de casais, ele as vezes inclui um homem na fantasia dizendo que é pra me satisfazer, e me satisfaz sempre,  e com isso me deixava cada dia mais safada, e aficionada do sexo em sua plenitude, até então eu nunca tinha tido nenhum casinho que fosse no real, tive apenas casos virtuais e nunca com apenas um para não criar vinculo já que meu objetivo era apenas sexo sem envolvimento, e virtualmente até rolou pela web cam, mas nunca tive coragem pra sair do virtual e  quando eu menos esperava aconteceu naturalmente a chance de realizar pelo menos uma das nossas fantasias no real da qual eu não consegui evitar tal foi a minha excitação, e foi assim:

A gente tinha um casal de amigos muito chegados que já relatei no inicio, o Sergio e a Lu que sempre curtíamos passeios e viagens juntos e eles frequentavam nossa casa e nós a deles, e por muitas ocasiões eu percebi que o Sergio me olhava com olhos de quem me desejava, mesmo eu percebendo esse desejo dele me comportava como uma mulher casa damas ele era um belo exemplar de macho do tio que despertava o desejo oculto de qualquer mulher, sendo ele moreno alto, olhos negros, porte físico invejável, ele era adepto de malhação para se manter em forma, tipo cabelo raspadinho e era dono de um belo par de pernas  belas pernas além de uma bundinha que era objeto de desejo de qualquer mulher adoraria dar uma beliscada.

Pra botar um pouco de tempero nessa provocação as vezes eu entrava na brincadeira e correspondia aos olhares provocantes dele, e cada vez que nós 4, eu meu marido e eles, saíamos juntos, eu sentia uma sensação indescritível. Algo como um calor que era uma loucura! E eu sabia que se eu desse mole ele não perderia a chance de cair em cima de mim como um vampiro a sugar meu sangue e com o tempo de nossa convivência  fui percebendo que suas investidas se tornavam mais audaciosas, e eu deveria ter dado um basta nessas investidas mas no fundo eu estava era adorando aquele clima.

Por ocasião de uma festa de passagem de ano eu estava com uma blusinha  e uma saia branca na hora da contagem regressiva no pipocar dos fogos estouraram champanhe e começaram a espirrar em todo mundo, me atingiram em cheio e quando molhou-me deixou o tecido transparente e meus seios ficaram expostos, e o Sergio veio até mim me  abraçou e cumprimentando-me desejou-me feliz ano novo, e descaradamente nem disfarçou, olhou para meus seios e me fez elogios que me deixaram ruborizada, e naquele clima me abraçou de novo de forma que pude sentir um volume enorme roçando-me, e disse bem baixinho em meus ouvidos a seguinte frase, "Espero que nesse ano meu maior desejo se realize" eu na pura inocência perguntei e qual seria esse desejo? Ele respondeu sem cerimônias, meu desejo é voce Claudia, na hora eu achei que ele tinha dito aquilo devido ao efeito da enorme quantidade de bebida que todos nós já  havíamos consumido, mas não nego que eu também fiquei excitada! Tanto que ao final noite, ou seja do dia, tive que procurar meu marido pra apagar meu fogo e aplacar meu tesão,  

A partir desse dia sempre que tinha a chance o Sergio  jogava seu charme pra cima de mim com alguma gracinha, para me provocar com isso eu já sabia que ele não estava tão bêbado assim quando me disse aquelas palavras sobre seu desejo por mim, então cabia a mim acabar com aquele assédio disfarçado, mas eu não fiz deixei rolar, afinal eu até gostava daquele assédio, e esse assédio eram cada vez mais audaciosos, até que surgiu a sua grande chance, quando meu marido por motivo de trabalho precisou passar uma semana  fora, e meu marido precisou ir com o nosso carro apesar dele não ir de carro pro trabalho normalmente, fiquei sem transporte, e meu marido ainda me orientou que se eu precisasse de algo que o Sérgio e a Lu se prontificaram a me servir caso eu necessitasse.

Naquela semana o Sergio e a Lu passaram na quarta feira a noite por casa pra ver se eu tava bem ou se precisava de algo, eu sem pensar alei que estava me sentindo presa por estar sem carro, e  que eu até poderia ir na casa da minha mãe que morava na baixada santista, enquanto meu marido estava fora mas sem carro ficava difícil, como o Sergio e a Lu, eram quase que parentes já, sempre estavam em casa então eles se colocaram à disposição para me dar uma carona se eu quisesse, como era uma sexta feira A Lu se prontificou dizendo que no dia seguinte  eles  iriam me buscar para irmos a baixada santista, a Lu falou que estava mesmo a fim de pegar uma corzinha, aproveitei o resto do dia e fui ao salão pra me arrumar para o dia seguinte , aproveitei para me depilar também, me depilei por completa

E eu estava sozinha em casa, sem sexo porque o marido já fazia 4 dias que estava fora e ia passar aquele fim de semana sem sexo também, passei a noite toda acesa, na minha mente vinha mil fantasias e todas se passavam com o marido de minha amiga, mesmo sabendo que até então seriam apenas fantasias. mas aquele homem mexia comigo e eu estava louca de tesão, não tive opção a não ser me masturbar.
No dia seguinte logo de manhãzinha o Sergio bateu a porta, eu já estava arrumada, perguntei pela Lu porque ela não estava junto ele me disse que pra variar estava demorando pra se arrumar e fazer as malas, pediu que ele viesse sem ela pra me pegar já que a casa deles era no caminho de volta, quando eu fui abrir a porta pra ele  eu ainda estava só de biquíni me preparando para colocar um vestido de verão bem leve e sexy, ao ver que ele estava sozinho tentei me esconder atras da porta, mas como era biquíni de banho achei que não precisava esconder-me dele, quando ele entrou e me viu vestida daquela maneira, veio me cumprimentar e com um sorriso bem sacana no rosto provocou-me dizendo, caramba Claudia me desculpe o palavreado mas vc está muito gostosa nesse biquininho, olhando pra ele eu disse, gostou???
- Adorei tanto que dá até vontade de sair da linha
- Sair da linha como??? Se comporta
- Impossível Claudinha, vc sabe disso vc está um arraso
Rimos da brincadeira. Pedi licença pra ele pra terminar de me aprontar e ele disse  não tem problema, espero o tempo que fosse preciso, ainda mais com a chance de me contemplar sem ninguém por perto, foi impossível não perceber que se formara um volume considerável de seu membro sob a bermuda que usava,  eu já estava excitada, por ver aquele homem provocante de pau duro bem ali na minha frente inconscientemente passei a me exibir discretamente, era um silencio total.
Ao perceber que eu notei que ele estava excitado e com o pau duro, ele quebrou o silencio me dizendo vc viu como me deixou?
- Eu não fiz nada! pra te deixar assim! Respondi com um sorrisinho maroto no rosto.
- E nem precisa, só sua presença me causa isso e completou 
- Você sabe que eu tenho o maior tesão por você, não sabe?  Vou te confessar que  por diversas vezes fiz sexo com a Lu pensando em você.
essa revelação já era esperada pelo modo em que ele sempre me olhava, e enquanto ele falava, se aproximou de mim e segurando meus ombros me mandou um beijo que me pegou meio de surpresa, mas não recusei,excitada e toda molhada, correspondi ao beijo enquanto nos beijávamos suas mãos percorriam todo o meu corpo coberto apenas por duas peças,  as minhas também explorava o corpo dele, não demorou muito ele enfiou a mão dentro da parte debaixo do meu biquíni e começou a tocar-me intimamente tentando enfiar o dedo causando-me uma sensação muito boa, a seguir ele retirou a parte de cima do meu biquíni e começou a chupar meus seios e com a mão direita ele masturbava-me por dentro da calcinha do biquíni e eu me contorcia e não queria que ele parasse porque eu estava adorando, acabei por gozar sem mesmo ele ter me penetrado ainda.

Eu nunca havia gozado assim apenas com o toque das mãos, falei a ele que se sentasse, era a minha vez de lje dar esse prazer,  abri sua bermuda, abaixei sua sunga e iniciei um boquete e ele alucinado dizia
- Chupa, gostoso!!! Chupa meu pau!! - ele gemia e dizia - me deixa ser do teu macho que tanto sonhou com isso! e eu fazia movimentos de sobe e desce com a boca e com as mãos naquele pau, não demorou muito e ele explodiu num gozo maravilhoso, dizendo que há muito tempo a Lu não o fazia gozar chupando o pau dele. ainda estávamos muito excitados, ele retirou  meu biquíni  e, me segurando pela cintura, me colocou deitada ali mesmo no sofá, segurando minhas pernas  começou a esfregar o pau na entradinha da minha bucetinha, que latejava de tanto tesão implorando para que ele entrasse com tudo imediatamente,  

Tão excitado quanto eu, ele enfiou tudo de uma vez, me arrancando um gemido delicioso. Começou então alternando com movimentos leves e estocadas bem fortes. Me segurava apertando a minha bunda estávamos loucos de tesão, gozamos simultaneamente e nossos corpos estremeceram juntos.
Ainda zonzos foi que, nos lembramos de que a esposa dele já devia estar esperando para descermos a serra,  irmos à praia. rapidamente nos lavamos só pra tirar o cheiro de sexo que nos impregnava, e rapidamente fomos pegar a Lu, e no caminho fomos falando sobre a possibilidade de repetirmos na praia, mas.já tinhamos a certeza de que seria muito dificil ficarmos sozinhos por causa da minha mãe e da Lu, estariam sempre por perto o que dificultaria nossos intentos, quando chegamos em sua casa, a Lu já estava nos esperando no  portão e desculpei, dizendo que havia perdido a hora e acordado tarde. 

Na volta para casa, já era quase meia noite, devido ao avançado do horário a Lu pediu que o Sergio a deixasse em casa antes de me levar pra casa, porque estava muito cansada, então o Sergio me levou, nem preciso dizer que ao me deixar a gente deu outra trepada bem rapidamente para não levantar suspeitas da Lu, ele voltou pra casa e eu fui dormir satisfeita porque tinha me fartada de sexo naquele dia.


O CURSO DE ATUALIZAÇÃO

Eu tenho 28 casada há 5 anos e meu marido mantem a casa, como ainda não temos flhos, é entediante ficar o dia todo em casa sem ter o que fazer, resolvi procurar um emprego para me sentir útil, por mais que eu procurasse não estava fácil arranjar emprego porque eu jamais tinha trabalhado fora, em todos os lugares que eu ia perguntavam se eu dominava o computador, quando eu respondia que sabia mexer no computador só em casa navegar na interne e tal, normalmente eles davam uma desculpa e contratavam outra com mai  experiencia, foi quando resolvi fazer um curso de atualização em informática e me matriculei num desses cursos noturnos intensivo de atualização e capacitação desses que prometem que quando voce se formar eles já encaminham para um emprego, a duração era de 6 meses.

O primeiro mês foi uma chatice porque eram aulas teóricas, e foi lá que conheci o  Sr. Dutra que se apresentou como empresário, ele era dono de uma empresa de suprimentos para animais, e a gente foi se enturmando ele me contou que estava fazendo aquele curso justamente para se atualizar e poder acompanhar os funcionários mais de perto, ele devia ter uns 46 para 47 anos  anos, casado, e tinha dois filhos um com 18 e outro dom 23 anos, na verdade ele tinha idade pra ser meu pai, era calvo, e meio barrigudo, não chegava a ser obeso mas tinha uma barriguinha saliente, do tipo que como homem  não me atraia nem um pouco, em se falando sexualmente, mas ele estava sempre bem vestido e sempre vinha as aulas com uma caminhonete Pajero do ano, o que comprovava que realmente ele era um empresário bem sucedido.
No primeiro mês, as aulas eram teóricas, mas a partir do segundo mês passamos a usar os computadores que eram compartilhados por duplas, e o Sr. Dutra fez questão de ser meu parceiro, a gente foi se enturmando ele estava sempre próximo a mim, na verdade ele não me atraia sexualmente mas era uma pessoa bem educada e atenciosa e se tornou um bom amigo, até que certo dia, na hora do recreio eu não sai e fiquei na sala pra aproveitar a meia hora em que  as maquinas ficavam  disponíveis, aproveitei para treinar  alguns macetes que foi ensinado em sala de aula então estava eu distraída quando o Sr. Dutra chegou de mansinho e ficou atrás de mim olhando eu nem tinha percebido, quando virei levei um suto ao ve-lo ali parado, falei puxa Sr.Dutra que susto o Sr. Me deu, mas ele disse-me pra chama-lo apenas de Dutra, falei que era força do hábito, mas ele insistiu que eu o chamasse apenas pelo nome esquecendo aquela coisa de Senhor, afinal já eramos amigos,   continuei  treinando e ele ali olhando e me passando algumas dicas.

Eu tinha tirado o meu sapato que estava meio apertando e estava com o pé descalço  ele me perguntou poque eu tava descalça, falei que estava com dores no pé por isso tirei, ele então falou que poderia fazer uma massagem relaxante nos meus pés se eu quisesse, diante da minha recusa ele insistiu dizendo que eu ia gostar e que ia aliviar bem as dores, acabei deixando ele pediu que eu colocasse meus pés sobre sua perna e ele começou a massagear e a fazer  um carinho de leve no meu pé, até elogiou dizendo que meus pés pés muito bonitos e macios, e continuou com a massagem, até que eu notei , um volume no meio de suas pernas enquanto ele massageava o meu pé, estranhamente eu estava gostando adorando aquela situação, talvez o fato de eu ser desejada.
No dia seguinte a mesma coisa na hora do recreio eu fiquei pra praticar mais e ele como no dia anterior ficou ali comigo, depois de uns 10  minutos ele falou hoje veio de sandália, respondi que sim porque o sapato estava aperando, ele falou que pena adoraria fazer massagem de novo, respondi não seja por isso, retirei uma sandália e coloquei meu pé em cima do joelho dele que passou a me massagear e tal qual o dia anterior percebi que ele ficou excitado, resolvi então brincar um pouco com ele numa leve provocação, na verdade nem sei o porque de eu provoca-lo ainda mais sabendo que ele não me atraía nem um pouquinho, mas aquela situação era engraçada, não demorou muito tempo tocou a campainha e tivemos que parar com aquilo.

E como nos dias anteriores um pouco antes da hora do recreio eu disse que ficaria na classe de novo, e ele, sem pestanejar, disse que ficaria também, quando todos saíram nós dois assentados a frente do computador, ele falou quer massagem hoje? Acenei com a cabeça que sim, dizendo que eu estava com os pés cansado de andar o dia inteiro e que uma massagem iria bem, dessa vez ele
mesmo se abaixou e retirou minha sandália, ele assentou e eu coloquei o pé em cima da coxa dele, nesse dia eu estava usando uma saia que ia até os joelhos, mas naquela posição a minha saia escorregava pela coxa deixando boa parte da minha coxa a mostra, o Dutra começou a massagear o meu pé me deixando bem relaxada, nem mesmo eu pensava na alça ou no treinamento estava muito gostoso, fechei os olhos e me reclinei na cadeira enquanto ele passava o dedo dele entre os meus dedinhos, segurava um por um  de tão relaxada que eu tava acabei descuidando-me e abri um pouco as pernas e ele deve ter tido uma bela visão da calcinha, ao perceber isso parece que a minha moleca interior estava voltando a tona e eu fingia que estava relaxando e propositalmente deixava as minhas pernas se abrirem um pouquinho mais, só de imaginar alguém sendo torturado me desejando isso me deixou molhadinha, apesar de não sentir atração nenhuma por ele até que ele segurando o meu pé e colocou-o propositalmente sobre o seu pênis, e nesse momento eu recuei, até porque já estava na hora do sinal tocar novamente.

Depois desse dia eu não quis mais provoca-lo nem deixei ele tocar em meus pés, mesmo porque eu sempre gostei de ser senhora da situação e senti que a situação poderia ficar fora de controle preferi dar um basta apesar de eu estar adorando provoca-lo, e continuamos nossas aulas normalmente sentamos sempre lado a lado e conversamos como amigos, 

o levou até o seu pênis. Eu não acreditei no abuso, mas continuei de olhos fechados, como se estivesse dormindo. Ele esfregava o meu pé no pau dele; estava praticamente se masturbando com o meu pé. O sinal tocou e nós voltamos ao normal. Nas aulas seguintes fingimos que nada tinha acontecido.
Algum tempo depois numa segunda feira ele me disse que tinha uma festa chique com outros empresários na sexta feira e que precisava contratar uma garota para acompanhá-lo, perguntei-lhe por que ele não levava a esposa ou e ele respondeu que precisava de alguém que impressionasse, porque era uma especie de reunião de homens de negocio não era uma festa qualquer era um coquetel que ia ser dado em um hotel de eventos,   a esposa não iria impressionar alem do que a esposa não gostava desse tipo de eventos, achava uma chatice, e se eu aceitasse que ficasse preparada para uma festa chata de negócios, mas ele precisava de alguém para impressionar, falei, porque voce não contrata uma acompanhante, tem muitas por ai lindas, ele respondendo disse que essa seria a segunda opção, perguntei e quanto uma acompanhante cobraria para acompanha-la ao evento, ele disse uma quantia que pra mim era alta, então eu perguntei e qual seria a primeira opção, e ele percebendo meu interesse falou, a primeira opção é te convidar, se voce aceitar não preciso da segunda opção, perguntou se eu topava, falei que não podia dar a resposta na hora mas no dia seguinte eu daria, porque precisava falar com o marido

Naquele dia fui pra casa pensando que com aquela grana eu poderia comprar um sapato ou um vestido novo, pensei em outras aplicações não era muito, mas pra mim que estava dependendo do marido ajudava, não falei pro meu marido que tipo de festa eu ia, falei apenas que era um jantar festivo em uma pousada retirada um pouco da cidade com todo o pessoal do curso era uma confraternização tipo amigo secreto por ocasião de estar findando o curso, e que se eu demorasse um pouco m ais que ele não ficasse preocupado, depois de tudo acertado em casa no dia seguinte o Dutra veio até mim perguntando-me e daí vai aceitar, não sei porque mas eu disse sim até com certa euforia.
Na sexta feira, eu sempre saia pro curso antes do meu marido chegar em casa, então eu coloquei um vestido preto que eu tinha, um pouco decotado e que deixava a costa aparente, então não dava pra usar sutiã, coloquei uma meia calça escura e sandália com salto relativamente alto deixando minha silhueta esguia, a festa ia começar por volta das 21 horas então não dava pra ir no curso nesse dia, combinamos que eu iria direto  para o escritório dele e sairíamos dali para a confraternização no hotel,  quando cheguei ele me esperava, elogiou-me dizendo que eu etava linda e muito sensual, e pegou um presente para me dar, era uma dessas correntinhas para amarrar nos tornozelo, com um pendente brilhante, que ele fez questão de colocar, aproveitando-se para dar um beijinho no meu pé e disse é pra matar a saudade referindo-se aquele dia na sala de aula, contente agradeci com um beijo o rosto mas ele me disse que na festa eu faria o papel de namorada ou amante o que era chique entre os empresários, todo mundo gostava de se exibir ao lado de uma bela mulher, e que o beijo deveria ser na boca mesmo que fosse bitoca, na hora  entrei na brincadeira e dei uma bitoquinha bem rápida na boca, e lá fomos para a tal festa, pensei que era na mesma cidade, mas ele dirigiu  até Campinas onde era o tal coquetel de negocios. 
Estando na festa ele me apresentou aos amigos dava-se pra perceber claramente que nenhum dos empresários ali estavam com suas respectivas esposas ou namoradas, era uma ostentação só, os meus peitos eram a atração da festa, por causa do decote e porque por não estar usando sutiã os biquinhos pareciam querer furar o fino tecido do meu vestido, quase me arrependi de ter escolhido aquele vestido chamava muito a atenção, mas fiquei mais conformada porque as outras meninas tambem usavam vestidos igualmente chamativos, e o Sr. Dutra para não deixar barato porque os outros abraçavam beijavam e as vezes acariciavam-nas mais ousadamente, ele então me abraçava a todo momento e chegou a passar amão em meus peitos quando um dos presentes elogiou meu decote, e aproveitando-se da situação me roubava beijos ainda que discretos e eu não podia fazer nada afinal ele tinha me avisado.
Ao fim da festa, a maioria do pessoal era de fora, quem morava perto foi se retirando e o Sr. Dutra que visivelmente tinha bebido um pouco a mais da conta apesar de não estar totalmente bêbado, mas estava visivelmente afetado, mesmo assim ele queria voltar a capital, alguns amigos o desaconselharam, inclusive eu estava morrendo de medo de que ele pegasse a estrada naquele estado, então ele resolveu dormir ali mesmo,  ele pegou um apartamento no mesmo hotel, e eu liguei pra casa dizendo ao marido que eu devido a ser bem tarde se eu podia dormir na casa duma amiga eu sabia que meu marido sempre concordava, e  quando subimos o elevador ele foi que meio apoiado em meus ombros, fiquei preocupada ´porque ele tinha pedido apenas um  apartamento e eu fiquei sem jeito, mas  fiquei mais aliviada quando entramos no apartamento haviam duas camas.

Fui tomar um banho porque eu estava impregnada com o cheiro de álcool e cigarro da festa, e só então me lembrei que não tinha outra roupa para me trocar, sai do banho enrolada na toalha. pensei que o Dutra já estaria dormindo tal era o estado dele, mas voltando ao quarto ele disse que tinha outro presente para mim, percebi que havia um embrulho em cima da cama e pediu-me para abri-lo, quando abri vi que era um conjuntinho de baby doll. e uma calcinha vermelha de rendas transparente ele falou é pra voce dormir com ele, e saiu dali pra ir tomar banho também.
Eu coloquei o conjuntinho, deitei e me enrolei no lençol pra dormir, afinal já era tarde e eu tva cansada, me virei para o lado da parede e estava quase cochilando quando o Sr. Dutra assentou-se na cama e por baixo do lençol começou a acariciar minha perna, perguntei o que  ele estava fazendo, e ele disse que era só um carinho especial de agradecimento pela noite maravilhosa que eu tinha proporcionado, respondi que dormir desse jeito era muito bom e naquelas caricias com suas mãos massageando meus pés e a batata da perna lentamente sem pressa me deixou bem relaxada e cochilei de novo, mas despertei novamente quando senti ele beijando e lambendo a minha virilha, imediatamente pedi pra ele parar mas ele me segurava forte com uma das mãos e  com a outra tentava tirar minha calcinha, eu resistia e chamei a sua tenção dizendo que parasse porque eu era casada e ele tambem, e que eu estava ali só pra acompanha-lo mas não passaria disso.

Foi quando ele me jogou na cara que eu não estava ali forçada ele tinha me falado que eu tava ali no papel  de namorada/amante, me lembrei que de fato ele tinha falado e eu inocentemente ou não tinha aceitado o papel de acompanhante de luxo, traduzindo uma garota de programa bem cara por sinal, mesmo assim tentei me debater mas ele  puxou a calcinha até o meio das pernas e me deu uma lambida na  xoxota que me deixou de  pernas bambas, conformada dei um gemido e deixei rolar, ele começou a me lamber tão delicadamente que me deixou maluca de tesão, já que não ia dar pra evitar era melhor aproveitar, então falei já que quer uma puta vai ter que dar conta do recado, segurei bem forte na cabeça dele e puxei contra a minha xoxota e fechei as pernas fazendo a cara dele ficar atolada no meio das minhas coxas.

Ele  ficou completamente maluco, me chupava tão forte que as vezes até doía meu clítoris, mas  depois passava a língua lambendo suavemente que nem um cachorrinho, me deixando desfalecida e a sua mercê, depois subiu beijando a minha barriga, os meus seios, meu pescoço, até que beijou a minha boca, eu pude sentir o gosto acido dos líquidos que escorriam  da minha xoxota, e beijando-me posicionou o seu pênis  na entrada da minha xoxota que estava totalmente lubrificada não oferecendo nenhuma resistência quando ele me penetrou numa estocada só, e assim começamos uma transa deliciosa.
Em um raro momento de lucidez, eu me toquei que ele não estava usando camisinha, me apavorei, pedi pra que ele colocasse, ele respondeu colocar como, não tenho, falei-lhe do meu medo de engravidar ele então como se já tivesse pensado na solução falou que eu transasse com meu marido no dia seguinte que se engravidasse não daria bandeira, mas se engravidasse ele adoraria ter um filho comigo e daria todo suporte, chamei-o de louco,   porque nós éramos casados, apesar de eu não ter, ele tinha filhos. e que se eu engravidasse realmente ele daria toda assistência a mim e ao nosso filho, aquilo tudo era loucura, o fato de eu estar ali transando com um homem que poderia ser meu pai, o fato dele não ser meu marido tudo era loucura, mas, na hora, muito excitada eu estava fora de mim. mas pedi pra que ele gozasse fora, ele aumentou gradativamente o ritmo e perguntava se eu tava gostando...  eu só dizia que ele era louco, ele respondia sim sou louco de tesão por voce desde a primeira vez que te vi,e aumentando cada vez mais o ritmo, mordiscava meu pescoço e dizia que eu deixasse ele gozar dentro de mim, eu dizia não como se eu pudesse controlar quando ele chegasse ao gozo, e bombava cada vez mais forte e alava que ia gozar dentro de mim, eu apavorada pedia que não o fizesse, e ele falou então que não gozaria dentro de mim se eu deixasse ele gozar no meu cuzinho, falei que no cuzinho ele podia, mas que gozasse na portinha porque eu não aguentaria uma penetração total porque eu não era acostumada, ele concordou me virou de bruços pediu pra eu levantar a bundinha pra ele, tentei facilitar o máximo porque atrás eu sempre senti dor quando meu marido tentou, ele então lubrificando meu cuzinho com meus próprios líquidos posicionou a cabeça na porta do meu anelzinho e  foi forçando devagarinho, eu senti uma dor quando passou a cabeça pelo meu anel, ele tentou enfiar mais fundo nesse momento mas eu com minhas mãos segurei seu quadril não permitindo esse movimento, falei pra ele que se contentasse com a cabeça dentro, ele dizia vou gozar querida, vou gozar, eu quase gritei"Goza logo!!!!". Na hora que eu falei isso ele deu um gemido alto e num espasmo pré gozo enfiou tudo duma só vez, eu vi estrelas, e eu senti aquele jorro quente me invadindo. Foi tão alucinante que apesar da dor eu gozei na hora, depois caímos na cama lado a lado juntinhos, abraçados, o resto da noite.

Quando acordamos na manhã ainda abraçados ele começou a acariciar-me como ele sabia fazer pra me deixar excitada e  transamos de novo, nessa manhã com calma fizemos de tudo, dessa vez eu retribui lhe fazendo um boquete num gostoso oral, depois fizemos 60, parecia que ele tinha folego de um rapaz de 20 anos, porque depois dele ter me chupado, me possuido na frente ainda quis fazer anal novamente, nem preciso dizer que apesar das minhas negativas ele acabou me convencendo a dar a bundinha de novo.

Na manha de sábado depois de tomarmos o café pegamos a estrada era uma hora de viagem até a capital mas ia chegar por volta das 11 hs em casa minha preocupação era o que eu ia dizer ao marido.., mas chegando lá eu disse que dormi demais mas sabendo ser sábado meu marido também gostava de dormir até tarde, deu tudo certo.
Felizmente dessa vez eu não engravidei, e houve outras vezes, mas sempre tomei cuidado, mesmo tomando pilulas eu fazia o Dutra usar camisinha, e em agradecimento ele  me enchia de mimos e presentes pessoais, quando terminou o curso ele me ofereceu um emprego na empresa dela mas eu não aceitei porque assim ele iria querer-me como amante disponível, preferi arranjar emprego em outra empresa e  assim eu o controlava, ele passou a comer nas minhas mãos, e minha conta bancária engordava, agora trabalhando fora eu tinha como justificar os presentes, continuo casada com um marido que me dá o suporte familiar necessário e eventualmente o amante me dá o resto, adrenalina, prazer sem igual e principalmente presentes.