segunda-feira, 1 de agosto de 2016

A VISITA DA MINHA CUNHADA

Qual homem já não teve no seu imaginário a vontade de ter transado com a cunhada mais nova, comigo nunca foi diferente, desde que casei minha cunhadinha tinha uns 16 anos era gostosinha sempre nos demos bem, como passar do tempo ela virou um mulherão e já aos 20 aninhos eu tinha o maior tesão por ela, mas nunca me insinuei, e o tempo passou, ela se casou, mesmo assim eu sempre a desejei.

Hoje estou perto dos  tenho 48 anos tenho  2 filhos, me dou bem com a minha mulher mas em matéria de sexo deixa muito a desejar, minha mulher é professora e em Julho sempre tem 15 dias de férias em que ela costuma viajar as vezes vou junto, e nesse ano ela foi passar uma semana na casa do meu filho que mora em Florianópolis porque eles tinham tido bebe e ela foi paparicar, eu por motivos de trabalho não pude ir,

Mal ela chegou lá me ligou dizendo que a irmã dela a  minha Cunhada Cleuza, que hoje tem 39 anos viria resolver uns assuntos a pedido do marido e iria ficar hospedada em casa, perguntei por quanto tempo ela disse que seria uns dois ou três dias tempo  suficiente pra que ela tirasse algumas certidões de uns imóveis que eles tinha em São Paulo porque meu cunhado precisava para efeitos de refinanciamento.e me avisou que a Cleuza estava vindo a SP e que iria ficar em nosso apartamento nesses dias, mas que eu nem me preocupasse porque a Cleuza tinha a chave.

Eu fui pro trabalho normalmente e ao final do expediente, cheguei em casa ela já estava sentada na sala assistindo tv. A cumprimentei e ficamos sentados na sala conversando colocando as noticias de parentes em dia ela me perguntou da minha mulher falei que ela estava bem, estava na praia dos Ingleses em Florianópolis curtindo o neto, já era noite e percebi que não tinha nada pronto  em casa para jantarmos, ela se propôs a fazer a janta, mas eu falei se ela não preferia sair para comer fora, senão a gente pedia uma pizza e comia ali mesmo, ela preferiu a pizza dizendo que estava cansada da viagem e das andanças por S.P.,quando chegou a pizza assentamos pra comer e , ficamos conversando  até que começamos a falar de coisas mais intimas dos nossos casamentos, calhou de trocarmos certas confidencias  e lhe contei que minha vida amorosa com a irmã dela tinha se esfriado muito, talvez  por culpa da minha esposa, antes dos filhos ela era bem ativa e sempre queria mais, mas depois que eles nasceram ela mudou radicalmente e  teve uma e diminuída por parte dela e agora depois de alguns anos está quase que impossível da gente ter intimidades de casais, disse-lhe que eu era bem ativo mas a irmã dela não. 

A Cleuza por sua vez,  começou a contar que ela também era do tipo mais ativa que o marido e que tem muitos desejos mas meu cunhado não era lá muito ativo,e se apresenta muito pouco, e que já tinha pensado até em separar-se mas tinha  medo de perder esta estabilidade financeira, e a conversa, eu aproveitei e falei acho que casamos com as pessoas erradas mas agora é tarde, brincando lhe falei pois é Cleuza, quem sabe a gente não poderia se consolar mutuamente hem!!! Ela deu uma risada e falou a ideia não é má, mas ... e a conversa girou em torno desse assunto até que ela se levantou e foi lavar os pratos, fui ajuda-la, eu estava excitado e comecei a me encostar nela numa clara provocação mas ela se afastava a cada investida minha , eu percebendo que ela relutava decidi não insistir mais afinal era minha cunhada e podia pegar mal, mas mesmo assim  peguei a pelo braço e propositalmente dei um beijo no rosto bem no cantinho da boca ela se assustou, eu lhe falei Cleuza desculpe minha ousadia é que estamos só nós dois sozinhos, fiquei excitado com nossa conversa achei que podia rolar... mas eu to indo tomar um banho e vou ficar assistindo um filme no meu quarto,  vou deixar a porta só encostada de repente se você quiser assistir um filme comigo fique a vontade.
Depois do meu banho eu já estava  no eu  quarto e ouvi que ela tomando banho  também percebi quando fechou o chuveiro e saiu e foi para o quarto da minha filha o qual eu tinha reservado pra ela, eu fiquei assistindo TV, só imaginando as possibilidades se a Cleuza viesse  mas eu não acreditava que ela viria, então passado alguns minutos, a porta se abre e ela entra, vestida só com uma camiseta comprida que mal escondia a calcinha exibindo um belo par de pernas, e que pernas branquinhas, lisinhas e falou ainda é cedo pra dormir resolvi assistir um filme com vc? Meu pau na hora se manifestou pelo traje da minha cunhada eu tinha imaginei que ela também estava a fim e que ia rolar, minha vontade era me levantar e atacar com todo meu tesão mas  eu fiquei com receio eu poderia estar interpretando mal, resolvi me conter pra não levar uma invertida, 

Ela sentou na cama ao meu lado, colocou o travesseiro apoiando as costas escolhemos um filme na tv a cabo e começamos a assistir , mas   eu não estava nem um pouco interessado no filme eu tava mais interessado era nas coxas dela que estavam a mostra, esqueci o filme e me aproximei dela,  peguei em sua mão e ela correspondeu segurando forte na minha mão como dois namorados, nesse momento eu tive a certeza do que nós dois queríamos, pousei minha mão em sua coxa e comecei a massagear levemente, não houve resistência. senti a situação favorável, mas ainda estávamos de olhos fixos na TV, então eu falei Cleuza, ela respondeu sei sim, estamos namorando, quando ela disse isso me virei e minha boca foi ao encontro da boca da dela, e nossas bocas se encontraram, nossas línguas travaram uma gostosa batalha minha mão desceu acariciando seu corpo por cima da camiseta até tocar  em sua coxa,  macia, gostosa, continuei acariciando sua perna, para depois minha mão  ir subindo devagar  sob sua camiseta até tocar em seu seios continuei acariciando , até que não resistindo mais retirei-a por completo, e que  seios lindos, durinhos ela tinha, ela tinha tudo na medida certa, apesar de ser uma mulher de 40, parecia que tinha um corpo de 30 porque ela era magra, morena que não apresentava a idade que tinha.
O ritual de acasalamento continuava, comecei a dar beijinhos em sua orelha,  pescoço, dando umas chupadas leve, ela pediu-me pra ter o cuidado de não deixar marcas, depois fui descendo até seu seio, que delicia, chupei os dois  sugando-os gostosamente,  lambendo e chupando seu peito para depois ir descendo até barriga  ela foi se acomodando melhor na cama para receber meus carinhos  e eu descendo e comecei a tirar sua calcinha. Já sem calcinha pude sentir o cheiro de sexo que exalava no ar. ela estava toda molhada, me acomodei no meio de suas pernas e comecei a lamber em volta da bucetinha, ela gemia fui lambendo-a e comecei a chupar sua buceta levando ela a loucura, ela pedia  para não parar queria gozar fiquei mais tarado ainda, até que ela gozou ainda na minha boca, senti aquele liquido azedo na ponta da minha língua, fiz uma pausa  e fiquei um pouco mais ali deitado em sua coxa sentindo o seu cheiro e pensando como o meu cunhado era otário em desprezar essa mulher, 

A seguir ela falou que queria sentir-me dentro dela e pediu pra penetra-la e me puxou pra cima dela tirei minha cueca e a atendi, na hora de colocar meu pau em sua buceta, ele escorregou pro lado de tão melecada que ela estava,  mas ela  pegou meu pau com muito carinho e ajeitou bem na entrada da sua buceta e falou enfia logo que eu quero sentir, eu fui enfiando e  ela gemendo, nunca vi uma mulher gemer tanto me deixando cada vez excitado, eu bombava furiosamente e ela pedia para eu não parar senti um tesão muito forte e também gozei demoradamente junto dela, continuei meus movimentos e vai e vem agora já mais pausadamente até que  ia tirando meu pau da sua buceta mas  ela pediu que eu não tirasse ainda e que continuasse penetrando-a ficamos algum tempo,nesse movimento e, eu com o pau dentro dela, e nos acariciando e beijando, ela começou a contrair o músculo da buceta numa clara provocação e intenção de ver meu pau duro de novo e não deu outra, meu pau foi endurecendo e novamente. comecei a come-la novamente, e ela pedia-me para não parar, me controlei para não fozar porque tava a fim
de come-la por traz, eu queria meu pau duro pra essa missão, após ela gozar eu falei que queria come-la por traz, ela era uma verdadeira puta na cama,  concordou na hora e já se posicionou de quatro, pincelei bastante sua buceta com o meu pau para lubrificar bem enfiei e tirei várias vezes, e com o dedo eu pegava os seus liquidos da buceta pra lubrificar o cu, ela ali de 4 eu enfiei forte na buceta mas antes de gozar tirei, coloquei em seu cuzinho, não tive dificuldades em atolar meu pau naquele cuzinho, eu acho que ela já estava acostumada porque  não houve resistência, atolei meu pau até as bolas e bombei até gozar, e gozei como nunca tinha gozado antes numa segunda vez numa foda só, parecia que era a primeira gozada que eu dava de tanto prazer e semem que liberei.

Exaustos deitamos lado a lado e ficamos conversando sobre o acontecido, ela falou que não devia ter acontecido mas que estava carente e precisava de um carinho, eu adorei dar carinho pra ela, enquanto conversávamos o telefone toca, era minha mulher, perguntando da irmã, falei que tava tudo bem que a gente tava assistindo tv, passei o telefone pra Cleuza que conversou um pouco com a irmã, logo desligou, continuamos deitados abraçados, então a Cleuza falou, puxa até me esqueci de ligar pro meu marido, pegou o telefone e ligou, enquanto ela conversava com ele parece que me excitava o fato de estar
acariciando a buceta dela enquanto ela falava com ele, ela falou uns 15 minutos e deligou, acabamos adormecendo juntos na mesma cama, e na manhã seguinte quando acordei pra ir trabalhar a Cleuza já estava na cozinha preparando o café pra nós dois, tentei abraça-la por trás mas ela pediu-me pra que me controlasse, ela já estava arrumada e tinha que estar no cartório logo mais, eu também tinha que ir trabalhar então tomamos o café e nos despedimos, ela tinha programado a viagem de volta logo que resolvesse o assunto do cartório, então ambos saímos cada um pro seu lado.

Trabalhei normalmente o dia todo pensando na Cleuza, na noite anterior, lamentando porque ela já tinha ido embora, mas tive uma surpresa quando ao retornar pra casa e abrir a porta ve-la sentada no sofá a minha espera, surpreso falei que achava que ela já estava em casa, ela me disse que tinha ligado para o marido e avisado que ia ficar mais um ou dois dias a mais porque os documentos não tinham ficado pronto, é claro que era pretexto pra gente passar mais aquele tempo juntos.

Nem preciso dizer que foram dias maravilhosos depois ela voltou pra casa e para o marido mas começamos ali uma amizade colorida de satisfação mutua.


CASADA MAS SAFADA


Minha historia aconteceu a algum tempo atrás quando eu trabalhava para uma transportadora, eu era motorista autônomo também, eu tinha um caminhãozinho agregado para apanha e entregas locais, nossa base não era muito grande apesar da empresa ter filiais em todo o Brasil.

No escritório só trabalhava 2 garotas, a Alice 30 e poucos  anos que era casada, e parecia ser uma mulher acima de qualquer suspeita porque nunca deu bandeira, e a Claudia que devia ter cerca de 25 anos que era solteira, essa era da pá virada mesmo, alem do gerente local, e na rua trabalhava eu e um ajudante que fazíamos apanhas das encomendas que os clientes solicitavam, o resto era todos freteiros,(caminhoneiros autônomos), que como eu prestavam serviço para a mesma empresa, e era comum entre os freteiros enquanto a gente esperava carga ou sair as notas nas rodas de conversa  rumores a respeito das duas, e quando a galera se juntava numa roda de conversas era comum contarem vantagens tipo quem pegou quem na estrada e também nas filiais, até que  um dos nossos colegas chamado Robson, um sujeito do tipo  que as mulheres com certeza admiram por ser sarado alto forte,  o Robson falou que já tinha pego funcionária da agencia de S.Paulo e que já tinha pegado a Alice também, conhecendo a Alice do jeito que eu conheço, mulher séria super recatada mãe de filho e nunca dava mole pra ninguém, eu não acreditei, achei que ele tava era contando vantagem, já a Claudia eu não punha a minha mão no fogo, porque ela era solteira extrovertida e eu já sabia que ela tinha saído com um amigo ela mesmo contou que adorava ir em motéis, mas da Alice me custava acreditar que uma mulher, casada e recatada seria  capaz de pular a cerca, mas enfim a roda de conversa girava em torno das conquistas, cada um contava mais vantagem que o outro.

Mas aquilo ficou martelando na minha cabeça, porque a Alice era uma gostosa, apesar de vestir-se sempre de maneira sóbria, nunca usou roupa curta, mas quando vestia um jeans marcava sua silhueta, humm era uma delicia, e algum tempo depois estava eu e o Robson aguardando carga no páteo eu dei um jeito de conduzir a conversa para o campo das conquistas e  novamente ele falou que já tinha pegado primeiro a Claudia e depois  a Alice  e que a Alice ele ainda andava pegando, eu falei mas a Claudia é mais gata, ele completou mas a Alice apesar de não parecer na cama é mais liberada que a Claudia, e não regulava nada na hora H, já a Claudia regulava dar o cuzinho, na hora fiquei de pau duro e pra colocar lenha na fogueira falei que duvidava justamente porque ela era casada e a mais comportada, mas ele com os brios feridos me desafiou dizendo que se eu quisesse ver com meus próprios olhos  era só ficar atento, e falou então hoje mesmo depois do expediente a gente vai sair juntos tomar uma ceva, ..., dai eu falei mas e o marido dela?ele respondeu que ela sempre ligava pra casa dizendo que ia trabalhar até mais tarde, e isso era coisa que sempre acontecia na empresa então acreditei.

Quando terminou o expediente eu fingi ir embora mas fiquei nas redondezas só observando até que a  o Robson  saiu e estacionou o caminhão dele duas quadras adiante e ficou lá parado, não demorou muito a Alice saiu a pé e disfarçadamente entrou no caminhão dele e eles saem e eu os sigo, eles andam uns 5 minutos e param em um lugar meio deserto e ficam lá parado por uma meia hora antes deles se movimentarem, segui os dois e o Robson deixou ela também umas duas quadras antes de chegar em casa.

O tempo foi passando e eu só pensando em um plano pra comer a Alice, por ela ser casada era só eu forçar a barra um pouco, pensei que ela não ia gostar que o marido ficasse sabendo e comecei a bolar um plano pra comer ela, só me faltava a oportunidade, passei a oferecer carona para as duas, a Claudia ia sempre, mas a Alice que era meu alvo nunca aceitava, até que um dia estava chovendo e ela acabou aceitando, propositalmente eu deixei a Claudia primeiro pra poder ficar a sós com a Alice pra tentar seduzi-la nem que fosse preciso usar de uma chantagem,  e assim que deixei a Claudia comecei a alugar a cabeça da Alice, dizendo que ela era linda, que todos os homens da empresa a comiam com os olhos  etc... aproveitei e joguei meu charme dizendo que eu mesmo achava ela um tesão que faria qualquer coisa pra leva-la a um motel, na hora ela replicou e me disse que era pra eu me comportar senão ela não iria mais aceitar a carona comigo nunca maus, aproveitei na hora e falei é comigo não mas com o Robson sempre né, ela assustada me falou o que você sabe do Robson, respondi na lata eu sei tudo Alice, mas pode ficar tranquila seu segredo é nosso segredo, ela ainda perguntou tudo o que, respondi, tudo mesmo.. das saidas dos dois, deles terem transado dentro do proprio caminhão..., então ela ficou corada sem ação, então eu respondi pode ficar tranquila e pode continuar saindo com o Robson não vou contar pra ninguem, mas isso vai ter um preço, ela vermelha de vergonha perguntou que preço, então respondi, ah voce sabe o preço, eu também quero te comer, ela me implorou e falou que não era esse tipo de moça, que era casada e respeitava o marido, que o Robson só dava carona pra ela e nada mais, Até fiquei com peso na consciência, pensei que ele havia mentido só pra contar vantagem,  até pensei em falar para ela que era só uma brincadeira, mas vi que ela ficou muito pensativa e desmentiu com convicção, vi em seus olhos que realmente tinha algo a mais, 

Não sei se ela estava a fim ou não de dar pra mim, mas ela não tinha muita escolha.. e resolvi ser mais incisivo e quando eu disse, quero te comer, ela ficou parada pensando, quando vi que ela estava muito pensativa falei  hoje você vai ligar para casa e avisar que vai chegar mais tarde em casa ,  ela baixou a cabeça achei que não ia rolar mas depois de algum tempinho  ela falou tudo bem não posso ficar muito tempo e  temos que voltar rápido OK?, E acabou ligando e disse que iria chegar mais tarde, que depois ela explicava,  foi nessa hora que eu comprovei que o Robson realmente tinha pegado a Alice, senão ela teria esperneado mais, agora seria minha vez de pegar aquela gostosa, fiquei todo  empolgado e fomos ao motel mais próximo, já no caminho comecei a atacar,  ela estava de calça jeans o que tornou a coisa um pouco mais complicada,  mesmo assim comecei a passar a mão naquelas coxas e no começo ela relutou um pouco mais depois ela abriu um pouco pra facilitar comecei a esfregar aquela bocetinha por cima da calça mesmo e logo ela estava suspirando, foi então que falei: você é mesmo uma putinha casada comportada mas é daquelas que gosta de uma aventura diferente né,  levei a mão dela até o meu pau e falei veja como ele está duro e tarado por você.

Quando chegamos ao motel, entramos no quarto ela ficou parada como uma estatua, mas eu ataquei fui logo beijando seu pescocinho, apalpando seus peitinhos macios mesmo por cima da roupa que logo eu mesmo retirei enquanto beijava-a aquela mulher que a principio parecia uma estatua logo se soltou e quando beijei-lhe a boca, logo ela já estava bem a vontade retribuindo, eu que estava de pau duro o tempo todo falei pra ela abrir a cinta da minha calça e o ziper, ela o fez e pedi pra ela tirar meu pau pra fora ela o fez e ficou ali parada observando, falei então que adoraria um boquete, ela o fez também, com uma maestria que me surpreendeu, lambendo a
glande, lambia o meu pau da cabeça até as bolas, alternando entre uma sugada e outra, eu estava nas nuvens, resolvi retribuir os carinhos nela afinal eu não estava a fim de come-la só daquela vez eu tinha que fazer com que ela gostasse também para que pudêssemos ter outras vezes sem eu precisar forçar nada como fiz dessa vez, então a coloquei deitada, comecei a lamber o corpo todo, numa caricia continuada, massageado sua barriga seus seios, ela que ainda permanecia meio passiva  não querendo dar o braço a torcer e se entregar já que ela estava ali meio a contra gosto porque eu tinha descoberto que ela mesmo sendo casada andava de caso com o  Robson, mas eu tava decidido a fazer que ela gostasse de estar comigo e caprichei quando cheguei na virilha dela lambi que nem um cachorrinho, e quando cheguei na buceta dela lambi o grelo dela, chupava e mordiscavam não teve como ela não se entregar ao prazer que eu estava lhe dando, ela gemia de prazer, fechava as pernas pressionando meu rosto mas eu continuava a chupar até que ela não aguentou e gozou, perguntei se ela tinha gostado, ela disse que não tinha como negar, só o fato dela ter gozado já dizia tudo.


Finalmente eu a tinha em meu domínio, e eu que estava com o tesão na flor da pele, puxei-a para a beirada da cama, abri suas pernas e me posicionei por entre elas segurando uma de cada lado, abri bem de forma que deixei a buceta dela arreganhada a minha espera apontei meu pau pra entrada e soquei tudo duma vez só, e como  entrou gostoso, soquei cada vez mais forte, e ela se remexia e rebolava no meu pau como uma potranca levando pau do garanhão, ela era muito gostosa na cama, me lembrei do que o Robson tinha dito que a Alice na cama era uma verdadeira puta liberava tudo
então resolvi comer o cuzinho dela, eu adoro um cuzinho, nem falei nada pra ela, simplesmente a coloquei de bruços e ela já sabia o que ia acontecer foi se ajeitando e arrebitou aquela bundona que eu sempre cobicei quando ela andava pra lá e pra cá na empresa, dei uma bela duma cuspida no buraquinho e apontei a cabeça pra entrada e soquei gostoso meu pua foi deslizando suavemente até entrar tudo, que delicia aquele cuzinho apertadinho piscando e apertando e soltando meu pau, gozei e gozei gostoso.

Depois da gente ter transado por uma hora mais ou menos ela pediu pra que eu a levasse pra casa porque não queria chegar muito tarde em casa pra não levantar suspeitas, brincando falei, aposto que com o Robson vc não tem pressa, ela disse que muito raramente fica até mais tarde porque o marido sempre chega por vola das 7.30, então ela acaba tenso apenas uma hora e meia.

A MULHER DO COLEGA

Eu sou formado em contabilidade fiscal e trabalho como auditor nas várias filiais da empresa que trabalho que não vou dizer o nome por motivos óbvios, e quando vou fazer auditoria nas filiais eu fico até 6 meses as vezes indo e vindo a essa filial até acabar toda a auditoria, e quando fui fazer auditoria na filial de Curitiba, fiz amizade com bastante gente mas em especial dois funcionários o Renato, uns 40 e poucos anos, muito simpático mas bem reservado e o outro era o Fabricio, um pouco mais extrovertido, Logo nos tornamos amigos, e eles me convidavam para jogar um futebol de fim de semana quando eu não voltava pra minha cidade.
O Eu e Fabricio éramos separados por isso sempre que dava a gente saia juntos para um happy hour comigo e outros coordenadores, mas o Renato por ser casado saia pouco bem menos, mas eu estava sempre em contato com ele, porque ele entendia muito de informática e eu precisava dos serviços dele direto,.. então desenvolvemos uma amizade legal e às vezes ele me convidava para jantar em sua e foi assim que conheci a mulher delq que se chamava Aline uns 35, logo a primeira vista notei que ela era uma mulher gostosa, estatura alta 1,75, seios firmes, quadris mas logo que a vi achei que ela tinha uma carinha de safadinha, mas podia ser apenas impressão;

Nos dias seguintes, durante uma das nossas  happy-hour de costume, estava só eu e o Fabricio, comentei que tinha conhecido a Aline mulher do Renato, comentei que achei ela gostosona, então o Fabricio deixou escapar que conhecia a Aline intimamente, perguntei o quanto intimamente? Dai o Fabricio me falou que já tinha pegado ela, e completou que ela reclamava que o  Renato não era do tipo romântico, que era um verdadeiro D.V.D., Dá uma Vira e Dorme, e que ela mesmo disse-lhe que ele não foi o único com quem ela tinha saído.... curioso eu quis saber como foi que ele e ela, primeira vez e coisa assim, foi então que ele me falou que ele morou nomes prédio, apartamento vizinho ao deles e por serem colegas de trabalho tudo acabou acontecendo naturalmente, e que eles trepavam sempre que o Renato saia, ela descia no apartamento dele ou ele ia no dela, disse ainda que a Aline era muito carente nesse sentido porque ela gostava de sexo bom e o Renato era devagar quase parando, coincidência ou não depois  que ele me contou tudo isso eu passei a ir mais vezes na casa deles sempre que o Renato me convidava eu estava pronto, comecei a me interessar mais pela Aline, provavelmente influenciado pelas palavras do Fabricio, comecei a reparar nela mais aquele jeitinho de safada, mas ela nunca deu bandeira abertamente, até então eram só trejeitos, mas quando eu pensava melhor, achava que talvez o Fabricio estivesse mentindo, poderia ser só papo dele uma forma de contar vantagens, mas pelas minhas visitas constantes, acabei me aproximando mais dela que era bem comunicativa já o Renato era bem reservado e não conversava muito Ela me comentou que ela gostava de papear comigo enquanto ele estava no computador porque quando ele ficav ano computador ela se sentia muito sozinha..... numa ocasião ela me elogiou, disse que até que eu era bonito, que gostava da minha barba bem cuidada, e completou que que minha mulher era uma mulher também deveria adorar, respondi que era separado, e eu aproveitei e retribui dizendo que eu também a achava linda e sensual... mas ficou só nisso;
Eu já tinha completado uns dois meses ali, e numa sexta feira depois do serviço  o Renato como sempre fazia, me convidou para jantar na casa deles,  e depois do jantar ficamos até tarde por causa da chuva la fora, como chovia muito, eles insistiram para que eu dormisse ali mesmo, acabei aceitando já cheio de intenções naquela noite dormi imaginando aquele  corpo apetitoso no quarto ao lado, isso me deixou com muito tesão...
na manhã seguinte dormi até umas 9 horas e quando acordei, me vesti fui lavar o rosto e escovar os dentes, e depois fui pra cozinha e quase tive um surto quando vi a Aline preparando o café vestida uma camiseta e  um shortinhos que era mais uma uma calcinha, de um tecido quase transparente deixando transparecer uma calcinha minúscula que usava, ao me ver ela com aquela carinha de safada me deu bom dia e me perguntou se eu tinha dormido bem ....Eu respondi, com ar tímido que sim ... e ao perceber que estava queimada de sol, ainda com a marquinha do biquíni eu a devorei de cima a baixo...
eu não sabia como agir, parecia que ela queria me torturar...como se fosse normal uma mulher apesar de estar em sua casa, receber um cara vestida apenas com uma roupinha de dormir.

Enquanto ela preparava o meu café.... Eu não tirava os olhos da sua bunda e também de todo o resto do seu corpo, aquela situação me deixava a ponto a ponto de me explodir de tesão.... perguntei do Renato  e do menino, ela me disse que o Renato tinha ido jogar bola com amigos como fazia todos os sábados e que ele sempre levava o menino pra assistir porque ele gostava e brincar com amiguinhos filho dos outros amigos jogadores, e que o Renato não quis me acordar.
Diante daquela possibilidade meu  pau estava duro que nem pedra, quando ela se abaixou para me servir o café.. com a xicara na mão, ela olhou para mim e disse " aquele lá só pensa em trabalho e futebol, (referindo-se ao Renato), e completou, você também é assim? Claro que não né... então ela se aproximou de mim e ficou na minha frente, com o pretexto de colocar a xicara e o açúcar de forma que seus seios quase tocaram eu rosto,  esse movimento fez com que eles quase tocasse em meus lábios...  fiquei tonto de tanto tesão que arrisquei tudo quando a puxei para mim e a coloquei em  meu colo, eu poderia
até levar um fora mas não, ela ao entir meu pau duro comprimindo sua xoxota prontamente aceitou minhas caricias e  comecei a beijar sua boca, enquanto alisava, e apertava suas coxas.. nos beijamos alucinadamente cheios de tesão... isso fez com que ela ficasse molhadinha na hora, senti isso quando levei a mão dentro da calcinha dela, e depois de alguns beijos e amassos o nosso tesão era tanto que acabamos transando ali mesmo no sofá da sala, mal tínhamos gozado ouvimos um barulho de passos no corredor como se alguém estivesse chegando, mas devia ser um vizinho porque o barulho parou, como a gente já tinha gozado eu fui embora porque o Renato poderia chegar a qualquer momento e eu não queria estar lá, me sentia meio culpado.


Na segunda feira no meu trabalho eu não parava de pensar nela, porque foi uma foda rapidinha com medo de que  alguém chegasse eu ainda estava com muito tesão, não conseguia me concentrar.. 

inventei uma desculpa de que não estava me sentindo muito bem e saí, eu sabia que o menino estudava cedo então em pouco eu já  estava no apartamento de Aline.. interfonei ela abriu a porta de baixo e eu entrei e subi.., quando cheguei ao apartamento a porta já estava aberta, nem nos falamos.. logo que entrei, ela trancou a porta e nos atracamos em beijos nos beijamos muitas e muitas vezes.. eu não estava mais aguentando de tesão, e ela estava trajando apenas um short jeans e uma camiseta, abri o short dela quase que selvagemente, baixei o shortinho e a calcinha juntos e ainda beijando-a como louco, invadi sua buceta com três dedos, senti sua umidade e sua excitação, e ela contorcia-se toda no ritmo dos meus dedos que a tocavam.. masturbei-a delicadamente e depois com muita vontade, ela começou a gemer e era uma delícia saber que os gemidos dela eram provocados pelas minhas mãos, em seguida a carreguei abraçada ao meu pescoço até o quarto arranquei-lhe a camiseta e logo ambos estavamos nús, ela veio por cima de mim, chupando meu pescoço, meu peito e me lambendo todo mordiscando meus mamilos até avançou em direção ao meu mastro e me masturbou com uma maestria tal que me deu muito prazer, depois  lambeu e chupou o pau, as bolas, senti arrepios pelo corpo todo, estava quase gozando, mas não queria gozar ainda.... Estava louco de tesão e a fim de chupa-la também virei-a de costas e comecei a lamber-lhe toda a extensão da sua coluna cervical, agarrei-a pelos quadris levantei-a de forma que ela ficasse com a bundinha arrebitada, abri-lhe as nadegas e dei uma pincelada no cuzinho, ela tremeu toda, lambuzei seu reguinho com a minha saliva... alternei  pra entradinha da sua buceta ... cheiro delicioso de sexo, de fêmea no cio que estava toda ensopada de tanto tesão... seus liquidos  lambuzavam minha cara, ... eu lambia os pequenos lábios... depois apertava-lhe  o grelinho com a língua, e os sugava pra dentro da minha boca... mordiscava bem  de levecusando-lhe misto de dor e prazer... Ela parecia alucinada, não falava coisa com coisa... só se contorcia e gemia de tesão... em seus sussurros dizia 
- Me faz sentir prazer. me chupa não para  
Eu chupava, apertava, lambia e mordia toda a extensão da buceta , dava tapas na sua bunda...de repente... enfiei dois dedinhos no seu buraco anal enquanto eu chupava,  ela teve um gozo instantaneo... seus liquidos jorraram em minha boca, para a seguir deita-la de barriga pra cima abrir suas as pernas e encaxar meu pau na sua racha quente e molhada, Fui enfiando meu pau, estocando e aumentando os

movimentos furiosamente, para  em seguida mais  devagar numa especie de ritual, e ela mexia  os quadris como se buscasse mais prazer, era puro desejo, quando e eu senti que ia gozar virei-a e pedi que ficasse de quatro... segurei seus quadris e fodemos ao ritmo do nosso tesão, nessa posição cachorrinho, enquanto enfiava meu pau naquela boceta passei a morder sua orelha e a segurar seus peitos puxando-a contra mim pelos cabelos  senti meu corpo estremecer , me contorci, vi tudo rodando e gozei, fartamente dentro dela. 

Ela cansada de ficar de quatro deitou-se de bruços e ainda atracados, deitei-me por cima dela, de pau duro que não amolecia de jeito nenhum porque queria mais, algum tempo depois, recomeçamos..., ajeitei-a de bruços na cama com travesseiros embaixo dela pra levanar sua bundinha e facilitar minha intenção de comer aquele rabo gostoso que eut anto desejei, ela não negou-me aquele prazer tambem, e aquela impressão minha de que ela era safada veio a se confirmar, ela era uma gostosa e safada.

Depois dessa foda, voltei a tarde pro meu trabalho, disse que eu tinha tomado remédios e que estava melhor, fiquei ainda um mes na filial de Curitiba, e foi um mês que eu arranjei todos os pretextos pra visitar a Aline  muitas outras vezes.

Depois vivenciamos algumas outras aventuras mas por ser outra cidade ficava dificil, mesmo porque eu tinha outras namoradas eventuais na minha propria cidade, digamos que foi muito bom enquanto estive lá.

TRAIR E COÇAR É SÓ COMEÇAR

Se você é solteira tudo bem pode namorar quem quiser, pode trepar com quem quiser e ninguém vai te repreender, mas quando se é casada a coisa muda de figura, mas a mulher também tem desejos, claro que algumas são mais frias, mas nem por isso deixam de ter alguns desejos secretos.

Vou contar a minha historia e o  relato de minha iniciação sexual extra-casamento, não sei se minha historia vai ser picante o suficiente pra excitar quem ler, e ela é um misto de aconselhamento e ao mesmo tempo incentivando quem como eu teve coragem para cruzar aquela linha entre o permitido e o proibido.

Sou casada  e quero contar da minha primeira vez, não sobre a minha primeira relação sexual, mas sim sobre a primeira vez depois de casada em que me deixei levar pelo tesão ou até mesmo pela curiosidade, não vou reclamar do marido nem da rotina, eu fiz porque quis, então neste relato já quero avisar as minhas amigas leitoras que nunca tiveram coragem de digamos pular a cerca, mas  pensam seriamente no assunto, um aviso para trair e coçar basta começar, depois da primeira vez a porteira estará aberta, pode ser que na primeira vez você sinta-se atraída por um cara qualquer e aceite por romantismo, a mulher é sempre romântica o homem não se iluda porque ele já é predador por natureza então ele vai querer sempre te levar pra cama, você pode pensar que vai sr um encontro inocente só vão conversar ou coisa assim mas... , não se iluda, se você está pensando em uma primeira aventura extra conjugal e trair seu marido, é  um caminho sem volta, na primeira vez talvez você até se sinta culpada achando que não devia ter feito ou a consciência te acusando, então tire essa ideia da cabeça.

Comigo foi assim, a primeira vez foi por curiosidade, entrei em uma sala de bate papo na internet, conheci um carinha legal e com uma conversa atraente, vamos chama-lo de Fábio que  soube conquistar minha atenção, , mesmo com todos os meus receios acabei aceitando me encontrar com ele, em em meus pensamentos pensava que ia ser um encontro inocente que a gente só ia conversar beber alguma coisa, marcamos na praça de alimentação de um shopping pedimos uma bebida, e bebemos lentamente enquanto conversávamos, ao terminar a bebida e os petiscos ele me convidou para dar uma passeada juntos pela cidade, a principio disse que não podia, mas ele insistiu e acabei aceitando, deixei meu carro no estacionamento e saímos no carro dele, logo de cara perguntei onde a gente ia passear, ele me respondeu com uma cara de safado que era surpresa, e surpresa mesmo foi quando ele sem avisar nada já estava na portaria de um motel, não era essa a minha intenção no primeiro encontro, fiz menção de sair do carro mas ele com jeitinho me convenceu a não sair, ele soube ser convincente, eu já devia saber e estar preparada pra isso,

Estando dentro do quarto, ele foi um cavalheiro não foi logo atacando, tentou me acalmar porque eu tava uma pilha de nervo, é claro que depois de uma meia hora ele habilmente foi tirando minha roupa, eu estava muito envergonhada em estar ali mas sabia que era inevitável o que estava por acontecer, quando me vi totalmente nua fechei minhas pernas, deitei-me na cama encolhida, mas ele aos poucos foi me tocando, e conseguiu me colocar deitada de bruços até quando ele se colocou em cima de mim tentando me penetrar ainda assim eu fechava minhas pernas tentando dificultar, eu estava adiando o inevitável porque no fim ele conseguiu o seu intento que era me possuir, nessa primeira experiencia não digo que foi bom, mas aquela adrenalina do momento confesso que foi uma experiencia incrível, diferente de tudo que eu imaginava.

A primeira vez foi algo totalmente diferente de tudo que eu imaginava, mas ainda com o Fábio sai mais duas vezes, enfim... depois do Fábio conheci o Pedro, e outros os conheci intimamente, no sentido carnal, então reforçando a minha introdução.... depois que eu tive a minha primeira experiencia não parou, porque tive outras experiencias, e se na primeira vez me senti a mulher mais baixa do mundo, hoje já não me sinto mais então..... "pra trair e coçar é só começar.",


MEU PROFESSOR SAFADO DO CURSO DE ATUALIZAÇÃO


eu Anne
professor Silvio


Quanto a gente está fora de onde a gente mora, parece que tudo conspira pra uma experiencia diferente, soltamos as amarras e o barco não fica mais preso ao porto começa a navegação, e para acontecer uma aventura qualquer é apenas uma questão de oportunidade.

Comigo foi assim, quando eu tive que fazer um curso de atualização das leis trabalhistas, em uma outra cidade distante 400 ms da minha, todos as filiais mandaram pessoas para esse curso de atualização, então conheci varias pessoas de outras filiais com as quais só tinha falado por telefone até então, eu tenho 32 anos, morena típica, cabelos castanhos, acho que sou atraente apesar de me vestir sobriamente já que minha função exige, sou formada em ciências contábeis, e tudo começou quando eu fui fazer esse curso, distante da minha cidade, avisei meu marido que ia ficar quase uma semana fora, deixei o filho na  responsabilidade da minha mãe que morava perto, peguei o avião e fui.

Logo no primeiro dia de aula o nosso professor fez as devidas apresentações dos colegas e se apresentou, seu nome era Silvio, o nosso curso era em dois períodos pela manhã com intervalo de duas horas e a tarde terminava as 17,30 oficialmente, mas o professor sempre dava alguma atividade em grupo e o pessoal que fosse terminando podia ir embora quando acabasse e dificilmente passava das 17 horas, e logo no primeiro dia o Professor não tirava os olhos de mim e eu também não conseguia desviar meu olhar dele por muito tempo,  acho que o seu modo de sorrir me chamou a atenção.

Depois pelas conversas das rodinhas fiquei sabendo que ele tinha 41 anos era casado, mas como eu ele também não era da cidade veio apenas para ministrar o curso, logo no primeiro dia fiz amizade com a Teka, o nome dela era teresa mas era mais conhecida por Teka, que era bem mais nova que eu, nos sentamos lado a lado e no final da tarde a Teka com uma carinha bem safada me falou... esse professor é um gato, ah se ele me desse bola eu pegava.... e completou mas o professor ficou o tempo todo secando a gente,  eu disse-lhe que era impressão dela.... e alem do mais ele era casado, ela pra colocar mais lenha na fogueira disse e daí, casado não é capado, e estamos longe de casa, sabendo que a Teka também era casada, espantada com aquele comentário eu falei,,, voce teria coragem....? Com um sorriso maroto nos lábios ela respondeu, porque não, mas eu interpretei aquele comentário como uma brincadeira, e no fim do primeiro dia sob o professor sob o pretexto de trocar ideias sobre a matéria sugeriu que criassem um grupo de Whatts onde os colegas de curso pudessem trocar ideia. e se conhecerem melhor mesmo depois que o curso terminasse.

A noite era livre pra gente, então alguns resolveram irem até um barzinho qualquer pra um happy hour, a Teka que era bem saidinha insistiu para que eu fosse e eu fui com alguns outros amigos do curso, estando lá pedimos alguns chopes enquanto conversávamos, e a Teka novamente tocou no assunto Professor gato, percebi claramente que ela tava a fim dele mas eu fiquei na minha, depois do happy hour voltamos ao hotel pra descansar e preparar pro dia seguinte... e no dia seguinte a mesma coisa, durante o curso ele continuou nos secando disfarçadamente mas dava pra notar, eu por minha vez também não deixava de seca-lo discretamente, enquanto a Teka do jeito saidinho dela chegava a dar bandeira, e já  no segundo dia após o curso cansada eu fui pro hotel enquanto a maioria do pessoal voltou pro barzinho comemorar, eu estava assistindo a TV quando recebi uma mensagem fora do grupo, era ele me dando boa noite,  eu respondi  e ele disse que estava sentindo-se sozinho no quarto do hotel sem ter nada o que fazer resolveu arriscar e me mandar boa noite, perguntei porque o boa noite pra mim em especial? Ele respondeu que sinceramente não sabia dizer o porque, talvez fosse pelo meu jeito mais discreto que as demais, mas que sinceramente não tinha resposta pra minha pergunta, e completou mas se voce está sentindo-se incomodada me perdoe... a seguir começamos uma conversa normal e até gostosa, e inicialmente eu não senti nenhuma segunda intenção da parte dele  até porque ele pareceu ser um cara de respeito.

No dia seguinte haveria um teste de avaliação, pela manhã a gente ia recapitular e pela tarde seria o tal teste de avaliação, na hora do almoço todos saíram pra almoçar eu também, mas procurei chegar mais cedo pra revisar matérias, entrei na sala e fiquei revisando, e logo em seguida o professor chegou me cumprimentou, e novamente travamos uma conversa bem animada,falamos sobre o tal teste, mas ele disse-me relaxa, é só uma avaliação para saber o que voces aprenderam para se for preciso repetir a matéria etc e tal, então ele me falou Anne, não querendo ser ousado mas posso te fazer um convite? Eu curiosa falei depende do convite, mas estava curiosa, então ele pra fazer suspense me disse depois do teste eu falo o que é, mas eu curiosa falei ah não agora fala, então ele meio que tímido falou que tal um drinque, vendo que eu relutava ele falou, deixa pra lá, mas pode pensar até a tarde, e saiu me deixando mesmo pensando naquele convite.

Aos poucos o pessoal foi entregando os testes e saindo, mas eu parece que aquele convite estava mexendo comigo porque demorei um tempão pra entregar a prova, não sei se inconscientemente ou propositalmente eu fui uma das ultimas  a entregar, quando eu ia colocar a folha na mesa ele perguntou de novo então vai aceitar? Respondi que não achava uma boa idéia, mas ele retrucou porque não, tá com medo de mim? Sem graça falei que não ele então falou, não aceito um não como resposta, e me desarmou, falei-lhe então que não bebia mas que aceitava jantar com ele. e ele então falou que me dava uma carona até o meu hotel já que ele estava em outro hotel um pouco mais chique do que o meu, e assim foi.

Cheguei ao hotel tomei um banho, coloquei um perfume suave, coloquei um vestido bem comportado que cobria bem meu corpo, eu não queria parecer vulgar, então na hora marcada eis que meu whatts bipa era ele perguntando se eu estava pronta, respondi que sim, desci até o saguão onde ele já me esperava, entramos no carro ele se dirigiu para um restaurante, onde pediu a refeição, e durante a refeição ele um perfeito cavalheiro, as vezes tocando minhas mãos disfarçadamente enquanto conversávamos, elogiou-me falando  que era um privilegiado porque estava jantando com a mulher mais atraente do curso, isso me envaideceu, as vezes ele tocava com seu pé na minha perna por baixo da mesa, isso foi mexendo comigo, depois da janta saimos, ele perguntou se eu tava com pressa de voltar pro hotel, falei que não muito, ele falou então podemos passear um pouco de carro pela cidade? acabei concordando e lá fomos nós.. eu estava excitada com a situação

Quando estavamos em   movimento ele mesmo dirigindo colocou a mão em cima do meu joelho me fazendo arrepiar só com aquele toque, o carro continuava em movimento estávamos quietos num silencio absoluto, só se ouvia o barulho co motor do carro, me arrepiei mais ainda quando ele deslizou sua mão do joelho para o centro da minha coxa, eu estava em panico paralisada, minha reação foi tentar tirar a mão dele da minha coxa, mas ele insisti e cada vez que eu tirava ele colocava de novo ninguém falava nada só ele tentando me tocar e eu tentando evitar, até que ele parou embaixo de uma arvore que tornava mais escuro a tua que já era mal iluminada, aliado ao vidro escuro do carro dele ninguém conseguia ver nada dentro.
Ele começou carinhosamente a tocar meus cabelos, a acariciar meu rosto, estava tão gostoso e eu tão frágil, ele deve ter percebido minha fragilidade porque puxou-me para si onde trocamos um beijo, longo, de língua e com muito desejo nele, enquanto beijávamos ele começou a acariciar meus seios por cima do vestido, meus seios estavam duros enrijecidos pareciam querer saltar de dentro do sutiã, até então eu jamais tinha tido caricias tão intimas com outro homem que não fosse meu marido, eu parecia uma adolescente deslumbrada, e ele não parou com as caricias, levou a mão novamente até minhas coxas dessa vez na virilha onde enfiou o dedo por dentro da barra da minha calcinha, e ao tocar meu sexo percebeu que eu estava toda molhada e falou ao meu ouvido.. Anne você é uma mulher maravilhosa... agora percebo que você quer o mesmo que eu quero... vamos voltar ao meu  Hotel pra gente terminar o que começamos, no carro é muito desconfortável.... respondi que não respondi que a gente não podia ir alem, que eu era casado que ele também, mas ele não se deu por vencido e falou.. posso pelo menos chupar seus seios aqui mesmo??? Eu não estava acreditando no que estava acontecendo porque eu deixei ele abrir os botões do meu vestido, retirar um dos meus seios e mamar... gostoso... lentamente como num ritual, depois o outro e alternando entre os dois,
enquanto chupava ele me masturbava, gozei umas duas vezes ele deve ter percebido pelas minhas contrações, depois ele reclinou o banco, tirou o membro pra fora e falou.. Anne eu quero que voce me masturbe e que tal uma chupada também..., mesmo eu relutando um pouco ele soube me convencer, acabei por segurar aquele membro com minha mão, em movimentos de punheta a principio lentamente, depois mais rápido, ele de olhos fechado me pediu para abocanhar o membro duro dele... enfiei totalmente na minha boca, e continuei o movimento de masturbar segurando a base com minha mão e a boca num vai e vem, até que ele gozou nem tive tempo de tirar da boca, a gente nem tinha nenhum pano pra limpar então sujou meu vestido com seu sêmen, fiquei toda envergonhada como eu iria entrar no hotel daquele jeito... ele também sujou um pouco a calça, sorte que meu vestido era claro então a mancha ficou meio que imperceptível, depois voltamos ao hotel,

Naquela noite eu quase nem dormi pensando o que eu tinha feito num misto de arrependimento e de satisfação na quinta feira era o 4 dia as aulas transcorreram normalmente, a noite ele novamente me chamou no Whatts me convidando pra jantar de novo eu recusei poque sabia que se fosse jantar tudo iria se repetir e isso eu queria evitar a todo custo, ele cavalheirescamente não insistiu, mas continuamos conversando um tempão onde ele me elogiava de montão, referia-se ao dia anterior como o melhor dia da vida dele apesar de não termos ido alem dos amassos quentes por sinal, mas que ele ficou com um sentimento de quero mais mas me respeitava e ia guardar aquela lembrança pra sempre, e na sexta feira foi mais pras despedidas troca de telefones endereços etc..., o curso encerrou-se por volta das 11.30, minha passagem estava marcada para as 19 horas porque inicialmente estava previsto pra o curso terminar as 17 hs, a essa altura eu e o Professor Silvio já tínhamos uma boa amizade  ele então se propôs a me levar ao aeroporto onde eu ia tentar trocar a passagem e antecipar meu voo ele então se propôs a me levar já que estava com carro alugado e poderia entregar a hora que quisesse, eu aceitei

Fomos ao Hotel, fechei a conta peguei minhas malas, e já eram mais de meio dia então ele falou que a gente poderia almoçar antes, concordei com ele, coloquei minhas malas no carro e lá fomos nós, eu certa de que iria almoçar e depois para o aeroporto, mas quando percebi que ele fazia um trajeto diferente perguntei o porque ele me respondeu com um trocadilho que ia me levar pra comer fora, achei graça no tipo dele falar, mas não achei muita graça quando ele parou na portaria de um motel, reclamei e falei não íamos almoçar, ele respondeu e vamos, eles servem almoço aqui, eu quis sair do carro mas as portas estavam trancadas ele pediu uma suite e entramos, ainda na garagem eu falei.. Silvio o que você quer não vai rolar, ele quieto e confiante disse, tudo bem se não rolar não rolou, mas abriu minha porta me pegou pelas mãos e me conduziu até a suite, onde imediatamente pegou o cardápio escolhemos e ele pediu o almoço.

Enquanto esperávamos o almoço ele percebendo que eu estava tensa me fez sentar numa cadeira junto a uma mesinha no canto, começou a massagear meus ombros, meu pescoço lentamente na minha mente eu estava apavorada com ele dentro de um quarto de motel, pensando numa maneira de evitar transar com ele porque na minha cabeça se eu não transasse não estaria traindo meu marido apesar de que dois dias anteriores eu tinha aceitado todos tipo de caricias menos a penetração, ele então foi lentamente massageando e acariciando meu pescoço, enfiou a mão por baixo da alça do meu
vestido e acariciava meus ombros simultaneamente  e voltava até o pescoço fazendo movimentos circulares na parte inferior das orelhas, isso foi minando aos poucos minhas resistências, depois de uns 5 minutos apenas acariciando ele se inclinou e beijou meu pescoço, eu que estava num misto de nervosa e de excitada não sabia como reagir, ele sabia seduzir lentamente sem pressa, e ainda por traz ele foi deslizando a mão por sobre o pescoço até o colo dos meus seios sem no entanto toca-los apenas passava o dedo no rego entre eles, e levava o dedo até a metade da sua circunferência sem no entanto tocar nos bicos que é aparte mais sensível,  isso já estava se tornando uma tortura eu já frágil me deixava levar cada vez mais por aquelas caricias, até que ele abriu o ziper lateral que fechava a parte superior do vestido, eu não fiz nada, ele baixou a parte superior do vestido me com o sutiã aparente, em seguida ele soltou o fecho do sutiã... eu cruzei os braços na frente e segurei-o, mas ele sem forçar acabou conseguindo tirar, minhas barreiras estavam sendo vencidas uma a uma,

O almoço demorava a chegar e já estávamos a uma meia hora naquela massagem, eu estava adorando  quando eu deixei ele tirar meu sutiã, já sabia que era inevitável a consumação, como naquela noite dois dias antes ele soube conduzir a situação e esperar o momento certo, ele então segurando pelas minhas mãos me conduziu até a cama, onde retirou minha calcinha e começou a me fazer sexo oral,me levou a subir pelas paredes, ele lambia meu clitoris como um cachorrinho, passando a língua de baixo pra cima lentamente, enquanto ele me chupava começou a bolinar meu anus, lentamente introduzindo um dedo, estranhei aquela pratica mas o prazer que eu estava sentindo era enorme que deixei ele continuar, até que ele introduziu totalmente o dedo polegar dele no meu cuzinho, senti um estranho prazer, nesse momento eu já sabia que não teria
volta, então o melhor a fazer era curtir, deixar rolar, e confesso que a muito tempo não sentia tanto prazer, e nem ofereci resistência nenhuma quando ele se posicionou em cima de mim e apontou aquela tora dura pra minha menina e com a mesma paciência ele começou a pincelar a minha vulva com a cabeça daquela piroca, numa masturbação gostosa, eu só ficava imaginando quando ele iria me preencher totalmente, ele não tinha nenhuma piroca avantajada, era normal, mas ele sabia como fazer, a partir dai virou sexo puro, ele enfiou aquela piroca gostosa na minha bucetinha, ele se transformou em um outro homem, mais selvagem mais sacana bem diferente daquele professor gentil e educado  que conheci,  e falava assim, agora você ta dando  pro professor né safada e puxava meu cabelo com muita vontade, e falava que  a única xota que ele queria e tava desejando o tempo todo entre todas do curso era a minha, enquanto ele me possuía me dizia que eu era um tesão, dizia que eu era uma putinha e que ele adorava uma putinha e que depois ele queria meter na minha bundinha, e depois de gozar na frente ele  me colocou de bruços, fiquei apavorada porque eu nunca tinha dado a bundinha, meu medo era que minhas amigas que já fizeram diziam que doía pra caramba primeiro enfiou  o pau na xota para lubrificar melhor depois deu uma cuspida e começou a passar o dedo em cima do meu anelzinho virgem fazendo com que eu sentisse mais prazer, até que ele apontou a cabeça pro meu anelzinho e foi enfiando devagarinho, eu queria sair de baixo desistir mas ele por cima de mim me dominava não deixava eu me mover, foi enfiando e eu sentindo como se estivesse rasgando-me, estava doendo pra caramba, reclamei, pedi pra parar mas foi em vão,  ele enfiou tudo começou a bombar até gozar, minha primeira vez atrás não foi uma experiencia muito legal não.

Enfim, depois dele gozar, caímos exaustos na cama gozou novamente  o almoço já tinha chegado a algum tempo fui até o banheiro pra me lavar ele foi junto, de pau duro novamente ele tentou me pegar no banheiro também mas eu disse que estava com fome que era melhor a gente almoçar ele sossegou, já eram quase duas horas da tarde quando fomos almoçar uma macarronada a bolonhesa acompanhado de um filé de alcatra, enquanto almoçávamos eu lembrei que ainda tínhamos que ir trocar a passagem então ele me falou que não tinha pressa, que a gente podia ficar ali mesmo até o horário do voo, para aproveitar bem, a hidromassagem, acabei concordando afinal já estava lá, depois do almoço ele me convidou pra gente dar uma relaxada na hidromassagem, até que era uma boa ideia e lá fomos nós para a banheira a gente ainda tinha umas 3 ou 4 horas e dentro da banheira ficamos trocando caricias conversando ele me falou que ministrava cursos para várias empresas e vivia viajando o tempo todo, mais fora do que em casa, não aguentei e provoquei, então não sou a primeira, ele na maior cara de pau disse que não que já tinha tido outras aventuras com alunas, perguntei como ele conseguia,  ele respondeu que praticamente em todos os cursos quando tinha alguem que lhe chamava a atenção ele investia nessa relação, perguntei se ele sempre conseguia, no que ele disse que nem sempre, mas na maioria das vezes sim... na hora percebi que eu era apenas mais uma conquista daquele professor safado.

Enquanto a gente esperava dar o horário pra ir para o aeroporto transamos mais algumas vezes, ele era um safado mas sabia fazer amor como ninguem.

AJUDEI NA PROMOÇÃO DO MARIDO

Há momentos em que ficamos com raiva da insensibilidade dos homens, fiquei puta da vida quando meu marido veio com uma conversa mole de que não existe mulher difícil existe mulher mal cantada e que toda mulher tem  um preço, se o homem tem dinheiro pega todas  isso me deixou P.. da vida, mas ele realmente não sabia o quanto ele tinha razão porque também tive meu preço

De tão furiosa que fiquei quando ele saiu hoje pra trabalhar liguei meu computador  para tentar me acalmar, comecei a viajar pela internet e descobri esses sites onde as pessoas contam suas experiências. Até hoje guardei segredo, mas depois que ele provocou minha ira  resolvi contar quero extravasar esse segredo, para poder me acalmar e também para tranquilizar minha consciência.

Meu marido hoje com apenas  35 anos, já é diretor de uma grande empresa   e é o mais jovem diretor. Com 30 anos já era gerente de divisão e respondia diretamente ao filho do dono, que o tratava com carinho especial, ele sempre me contava que o filho do manda chuva, o Dr. Sergio Andrade, com 45 anos na assumiu os negócios do pai porque o pai já estava aposentado, ele  sempre o defendia meu marido e o protegia e com isso eu me sentia muito grata a ele, mesmo sem o conhecê-lo.
    Quando eu o conheci , foi na festa de debutante da filha dele,  e meu marido foi o único gerente a ser convidado. Fui com um vestido que meu marido me dera no aniversário, quando fiz 30 anos, sou 4 anos mais jovem que ele. O vestido era decotado nas costas mas  realçando os seios, e o decote deixando ver o sulco entre eles, mais uma cinta larga para marcar a cinturinha e a parte de baixo até quase os joelhos, mais a meia e sapatinho, segundo meu marido eu iria ofuscar a noiva !

Tenho 1.62m e 51 Kg, como sou descendente de espanhóis, tenho o corpo típico das espanholas, magra, com bumbum arrebitado e seios grandes. Meu marido diz que quem viu uma espanhola, viu todas, pois todas são iguais, e acho que tem razão, pelo menos minha mãe, minhas tias e minhas primas são todas assim, e todas estão enxutas apesar da idade

No Baile ao cumprimentar a aniversariante foi que meu marido me apresentou o Dr. Sergio e, seu chefe, e notei que ele me olhou de cima a baixo. Ele é um senhor muito atraente, lindo e charmoso, parece o ator Antonio Fagundes, inclusive com aqueles cabelos grisalhos, alto.
Na festa da recepção, ele veio até nossa mesa e ficou conversando longamente conosco, mandou que parasse de chamar de Dr. Andrade e que para os amigos ele era apenas o Andrade.

Ele me convidou a ir ao escritório da empresa, para conhecer a sala do mais competente gerente, que era meu marido. Ele era adorável, simpático, bonitão, divertido. Mas me fez prometer que quando fosse visitr o marido na empresa, iria à sala dele tomar um cafezinho. A esposa dele ao contrário, era arrogante, estava bem acima do peso, apesar de ter minha altura, e exibia muitas jóias caras nos dedos e no pescoço.

Um dia, meu marido viajou a serviço ele estava na filial de Curitiba ia ficar quase a semana toda e me ligou pedindo que eu procurasse um relatório dentro da pasta dele e que o Dr. Sergio estava precisando urgente e não poderia esperar até a sua volta , me perguntou se eu poderia levar imediatamente até o escritório. cOmo tinha iUgencia então eu me propus a ir leva-lo pessoalmente           
Coloquei uma saia  preta, e um blazer combinando com a meia fumê, e sapatinho de salto preto, os documentos já estavam na bolsa  que ganhei do meu marido. Olhei no espelho e a imagem refletida me fez sentir bem. Parecia uma executiva a caminho do serviço!

Chegando ao escritório, ao ser anunciada fui mandada direto para a sala do Dr. Sergio que já me esperava, pois meu marido já o tinha informado que eu mesma iria levar o documento. Ele apesar dos inúmeros afazeres, me dispensou toda atenção, ele era tão cavalheiro que dava a impressão de que no mundo só existia eu, ele elogiou-me disse que eu estava elegantemente sexy, até estranhei essa intimidade depois ele me disse vem e me acompanha, saímos da sala dele passamos pela secretária pegamos o elevador  e  mostrou uma outra sala enorme no andar da diretoria, com janelas que dava visão da cidade, e disse que aquela sala estava vazia até que um novo diretor fosse nomeado, e que esse diretor teria carro da empresa, secretária, bom salário, etc, etc.

No momento, não sabia nem porque ele estava me contando tudo isso, que a meu ver, era assunto da empresa e que não me dizia respeito. Ele disse que estava se esforçando para que meu marido ocupasse a sala, como novo diretor, mas que a luta estava muito difícil porque havia outros pretendentes ao cargo. Na hora eu achei graça e ri, pois achava que meu marido tão cedo não ocuparia um cargo tão alto ainda mais por ter  outros mais antigos. Ele continuou insistindo que ele estava fazendo de tudo que ele podia para promover meu marido.

Naturalmente, eu agradeci a ele, por isso. Ele disse que todos precisavam se esforçar para que esse objetivo fosse atingido, falou ainda que meu marido era um dos prováveis indicados  e perguntou se eu também me esforçaria para isso. Eu disse que sim, claro, era a esposa dele, e desejava o sucesso dele, foi aí, que ele me perguntou, até que ponto eu estava disposta a me empenhar, pois dependendo do meu engajamento na causa, esse sonho poderia se realizar.

Foi nesse momento, que percebi onde ele queria chegar !!
A promoção do meu marido a diretor, tinha um preço, e o preço era eu ! E eu que achava que o Dr. Sergio fazia isso por ser um homem bom e justo  que reconhecia o valor das pessoas nesse caso do meu marido !
Ele mandou que eu sentasse na poltrona que poderia ser do meu marido, na sala fechada, só eu e ele. Ele segurou a minha mão  e disse-me você é uma mulher muito bonita de classe que me chamou a atenção desde que a vi naquela festa, e ainda disse que mandou meu marido de proposito pra Curitiba pra ter essa chance de ficar a sós comigo etc e tal  novamente  perguntou, novamente, você faria tudo o que fosse necessário para a promoção dele? Foi quando senti então a chantagem dele.

Na hora fiquei vermelha, muito nervosa, decepcionada, alem de brava quase a ponto de coloca-lo no lugar dele, mas me contive porque poderia prejudicar meu marido, então respirei fundo e  respondi depende do tudo, ele sem cerimônias me falou, você é uma mulher bonita e eu a desejo, eu poderia ter qualquer mulher, mas desde que a vi na festa fiquei atraido.

Ele começou a enumerar as vantagens que meu marido teria como diretor, e que eu não deveria ter remorsos porque eu estava no fundo fazendo isso para o sucesso do marido, e que isso era uma prova de amor.

 Minha reação, era sair correndo, mas ele era persuasivo, falando que no mundo dos negócios é assim que as coisas são, complementou ainda  que dependendo da minha reação, ao invés de ser promovido, meu marido poderia ter muitas dificuldades na empresa talvez até demitido, e que tudo só dependia de mim.
Eu disse que namorava meu marido desde muito nova, e que até hoje, ele foi o único homem que conheci, e que sempre fui uma mulher fiel. Ele, muito sábio, disse que isso não seria traição, pois todos estavam unidos no esforço para promover meu marido, ele estava lutando também dentro da empresa e eu também estaria fazendo a parte de esposa dedicada.
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Quando perguntei o que ele pretendia de mim, ele  foi direto : “Nós vamos sair agora para num motel, podemos almoçar lá mesmo, e a tarde você já volta para sua casa, com o sentimento de ter batalhado pelo sucesso do marido”. Depois de muito pensar, de pesar os prós e o contra, depois de imaginar a alegria do meu marido sentado naquela sala com secretária, com carro da empresa, eu disse que eu iria tentar, mas que caso não conseguisse me relaxar que ele não forçasse e se eu desistir de fazer algo, estando no motel, que ele prometesse não perseguir meu marido, esquecesse o assunto. E que seria apenas uma única vez, apenas naquela tarde e nunca mais, depois disso deveríamos esquecer e termos um relacionamento normal como se nada tivesse ocorrido, principalmente para meu marido não desconfiasse de nada. Ele aceitou todas minhas condições e mandou que eu o esperasse no subsolo, até ele desse instruções para a secretaria, pois diria que ia almoçar com um cliente.

Fui pelo elevador direto para o sub-solo, por sorte, não tinha ninguém, e fiquei escondida num cantinho, pois dava a impressão que se alguém visse, já saberia que eu estava a caminho do motel com o chefe do meu marido,  ele logo  chegou e saímos no carrão importado dele, com vidros escurecidos, graças a Deus. Eu ia tremendo de nervosismo, até que ele entrou no motel, eu relutei na hora de entregar meus documentos na portaria, ele pediu a melhor suíte, entrou na garagem da suíte e a porta se fechou automaticamente assim que o carro entrou.

Com todo cavalheirismo, ele abriu minha porta, e me conduziu para o quarto, eu tremendo com uma vara verde, era a primeira vez que estava com um homem diferente do meu marido em um motel. Ele foi muito carinhoso, não veio me atacando, com toda gentileza, pediu duas garrafas de champagne, queijos, e ficamos tomando sentados um na frente do outro na mesinha do terraço junto a piscina com água aquecida, saboreando a deliciosa champagne. Com estomago vazio e champagne, logo fui ficando alta, até que ele convidou para irmos tomar uma sauna, que fazia bem para a saúde. Ele entrou no banheiro e logo saiu com uma apenas uma toalha enrolada na cintura, e ficou olhando para mim, ele alto, bonitão com uma toalha enrolada na cintura falou-me se eu não ia me preparar pra sauna também, tomei coragem fui ao banheiro, me despi. fiquei totalmente nua, me enrolei numa toalha cobrindo dos seios até o meio das coxas, eu estava tremula aquela situação era nova pra mim.

Ainda tremula, e ele me conduziu à sauna e ficamos sentados um ao lado do outro, num estrado de madeira, e com o vapor começando a encher o ambiente. Logo, havia tanto vapor, que até a respiração já se tornava um ato forçado, os azulejos ficaram todos úmidos e começava a gotejar, nossos cabelos também todo úmido, nossas mãos, rosto todo úmidos e pingando, o calor foi ficando insuportável, ele continuava me animando me fazendo sentir como se fosse a coisa mais natural. Eu me sentia bem porque até aquele momento, ele não tentou em nenhum momento me agarrar, apenas ficava falando junto ao meu ouvido, me deixando arrepiada, afinal ele não era de se jogar fora.
Fomos tomar uma sauna, e o registro estava no alto da parede, ele perguntou se eu conseguiria alcançar o registro e girar para entrar um pouco de ar fresco na sauna, eu disse que não daria pois o registro ficava a uns 2,50m justamente para ninguém mexer, mas ele disse que deveríamos girar um pouco para tornar o ar mais fresco. E sugeriu de eu subir nas costas dele, como as crianças que ficam no ombro dos pais para enxergar melhor, e que ele ficaria em pé comigo sobre os seus ombros, eu iria alcançar. Como estávamos altos devido champanhe, levando tudo como uma brincadeira, aceitei rindo, e subi nas costas dele, passando cada coxa ao lado da bochecha dele. Mas para eu poder sentar no ombro dele, tive de puxar a toalha para cima para deixar minhas pernas e coxas livres, não liguei porque ele estava de costas, e não via nada, mas quando sentei nas costas dele, ele sentiu meu bumbum nas costas, as coxas em cada lado do pescoço, e para me segurar, ele passou cada mão sobre cada coxa minha.

Ele se levantou devagar, eu comecei a ficar excitada, afinal minha vagina estava esfregando na parte traseira do pescoço, dele. Tentei segurar e girar o registro mas não consegui, nessa tentativa, a toalha dele caiu e vi o tamanho da excitação dele, enorme, rígido ! Meus líquidos vaginais começaram a escorrer, eu sentia ficar cada vez mais lisa a superfície entre minha vagina e o pescoço dele. Quando tentava girar o registro, minha toalha também caiu, e já nem liguei mais para o fato de estar toda nua, sentada nas costas do chefe do meu marido, nem de ele mostrar uma ereção descomunal, o clima era de desejo, de excitação, de tesão. Eu esqueci que nunca ficara nua com outro homem, nem que era casada, nem que jurara fidelidade no altar, nada disso. Ele me girou para frente dele, de modo que minha vagina se encaixou no pomo de adão dele, e começou a me descer, segurando minhas nádegas, uma em cada mão. Quando meus seios passaram pela sua boca primeiro falou “que peitão lindo que você tem, parece uma mamão dos grandes e firmes, vou chupar cada um deles como um bebezinho” e eu quase gritava dizendo “chupa, chupa, me mata de tesão”, ele os abocanhou e ficou mamando longamente cada um dos seios, chupando e mordiscando os mamilos, passando a língua, e eu não conseguia conter os gemidos, eu continuava a me molhar tanto que sentia pingar no chão, pois estava com as coxas abertas ao Maximo, a vagina arregaçada.

Depois quando ele começou a me descer mais, eu abracei o corpo dele com minhas pernas, entrelacei minhas pernas nas costas dele e as mãos no pescoço dele, e ia soltando de pouco a pouco a medida que ele me abaixava, até que aconteceu o inevitável, o pênis dele começou a roçar minha vagina, eu gemia toda vez que o pênis dele pincelava todo rasgo da vagina, do clitóris até o anus. Ele olhou para mim, e perguntou, “posso te foder ?”, eu assenti com a cabeça. Ele disse “então pede para eu te comer” Eu disse, “você quer me matar de tesão, seu malvado, por favor me come, me fode, me fode toda”, ele continuou, dizendo que eu tinha que pedir para meter o pau, e eu disse, “por favor, me fode com esse seu pauzão, me come, me fode por favor, não estou agüentando de tesão”.
Ele com as mãos, encaixou a cabeça do pênis na minha vagina e começou a penetrar lentamente. Nem pensei no fato de estar sem camisinha, nem no fato de aquele ser o primeiro pênis estranho que minha vagina abrigava, só sentia o quanto ele era bem dotado, ia me abrindo toda centímetro a centímetro, bem lentamente, de modo bem carinhoso enquanto ele me beijava e nossas línguas se encontravam.
    Senti a cabeça do seu pênis tocar meu útero, coisa que nunca senti com meu marido. Ele dizia, “puta merda, que delicia de buceta que você tem, apertadinha, quente, molhada, lisinha e mordendo meu cacete”. O pênis do Sr SErgio  era mais grosso e muito mais comprido que do meu marido e eu sentia isso, nunca me senti tão preenchida. Quando entrou tudo, ele com as mãos fortes me suspendia para que o pênis fosse saindo pouco a pouco e depois enterrava tudo outra vez. Na quarta ou quinta vez que seu pênis invadiu minha vagina, não agüentei e gozei aos gritos, nunca senti tanto tesão na vida. Comecei a estremecer e a gemer, e ele não agüentou e ejaculou dentro, bem no útero, gritando “puta que o pariu, não agüento mais,vou gozar na sua bucetinha, toma meu leitinho, toma”, senti um jato forte, quente e prolongado em várias golfadas.

Minha vagina pela primeira vez na vida, estava conhecendo um esperma diferente do meu marido.
Ele se sentou no estrado de madeira, e eu continuava sentada de frente, com o pênis dentro, pois ao contrario do meu marido que o pênis saía da vagina ao ejacular ao ficar flácido, o do Andrade, mesmo flácido, devido comprimento, continuava dentro de minha vagina, eu sentia ele dentro, me causando uma sensação indescritível de prazer.

Ficamos conversando longamente sempre com o pênis dele dentro de mim, até que ele depois de um tempo, ele ficou com o pênis ereto, que cresceu dentro de mim e o meu tesão também aumentou com isso. Ele sempre me segurando forte e com o pênis entalado na minha vagina, me levou até a cama, onde me deitou com todo carinho, e começou a me possuir na posição clássica. Continuava me elogiando, dizendo “você é linda, tesuda, que peitão, que delícia de buceta, meu amor, nunca vi uma mulher mais perfeita, você me matava de tesão desde que a vi pela primeira vez, sempre sonhei em te comer, já imaginava como era o seu peito pelo decote do vestido daquele dia, nunca imaginei que tivesse uma bucetinha apertada, quente, molhadinha assim” Novamente, após um longo vai e vem, onde cheguei a ter alguns orgasmos me estremecendo e gritando, ele também, fez uma careta, e disse “caralho, não agüento mais, vou gozar de novo, toma leitinho” e lançou jatos de esperma dentro da minha vagina.

Depois disso me colocou sobre ele, sempre com o pênis dentro da minha vagina, ficamos conversando e quando ele se excitava me possuía, nem sei quantas vezes isso durou. Só sei que saímos do motel um pouco antes do avião do meu marido chegar em SP. Por telefone ele me disse que estava num taxi e que em 15 minutos já estaria em casa, eu atendi dentro do carro do Andrade, em frente ao meu prédio, pois como estava chovendo estava esperando diminuir a chuva.

O Dr Sergio me levou pra casa e fez mil elogios, disse que eu era uma esposa perfeita, a mais linda mulher que ele conheceu, e que eu cumpri minha parte e ele iria cumprir a dele. Eu estava preocupada com a chegada do meu marido e queria descer logo, e ao me inclinar já no carro para ele para dar um beijinho de despedida, ele me puxou me abraçou forte, me deu outro beijo na boca, com a língua entrando na minha boca, acabei correspondendo, afinal ele é um homem lindo, charmoso, senti ele levantando minha blusa, tirando meus seios do soutien com as mãos, eu lutava, preocupada com alguem que poderia estar vendo , mas devido a chuva não tinha transeunte e com os vidros escuros, nada se via de fora, ele acabou tirando meus seios, e passou a chupá-los lambendo deliciosamente cada mamilo, até que eu recobrei a sensatez, me recompus e como a chuva tinha diminuído, corri para dentro de casa. Foi só eu chegar em casa, tirar os sapatos e colocar um chinelo, e meu marido já chegou. Estremeci ao perceber o quanto eu arrisquei. Ele me abraçou, me beijou, fiquei até com medo de ter gosto diferente na boca. Meu marido me pediu desculpas por ter pedido para levar o documento. Se ele soubesse ....

Meu marido me puxou para tomarmos um banho junto, não tive como recusar, ao me despir, percebi que meus seios apresentavam vermelhidão onde ele ficou chupado, tinha marcas das mãos quase imperceptíveis mas eu notava, e por isso ficava de costas encostada nele para não ter perigo de ele ver. Quando ele me possuiu, fiquei temerosa de ele perceber que minha vagina estivesse mais aberta, mas pelo visto ele não percebeu nada, graças a Deus.
No dia seguinte meu marido me ligou todo eufórico, dizendo sobre ter sido promovido e que a noite iríamos comemorar num restaurante, com isso meu peso na consciência diminuiu.