quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

A PRIMEIRA TRAIÇÃO DE UMA MULHER ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA

(conto feminino categoria heterosexual)
      
Sendo eu  uma mulher casada, realizada, tendo tudo que uma mulher possa desejar. Marido trabalhador, charmoso, carinhoso, advogado de uma indústria. Talvez a única coisa que ainda não tenha são filhos, mas que já pensamos em conceber brevemente. Casei virgem, só tornando mulher na noite de núpcias, motivo porque meu marido me considera de total confiança, Eu nunca havia ido com outro homem para a cama, fato raro entre as garotas de hoje em dia. Talvez pelo fato de morarmos numa cidade não muito pequena, mas do interior, onde as pessoas tomam mais cuidado para evitar fofocas dos vizinhos.

Claro que tive alguns namoradinhos, mas com eles era somente aqueles abraços, beijos e caricias por cima da roupa. O máximo que chegamos a fazer, com um dos namorados, dentro do carro, ele tirava meus seios para fora, acariciava e os beijava, enquanto tirava seu pênis para fora e mandava eu segurar enquanto ele me beijava e chupava meus seios até ejacular em minha mão. Então eu conhecia como funcionava um pênis. Nessas ocasiões eu ficava super excitada, claro, mas conseguia me controlar, jamais deixando tirar minha calcinha. Após várias sessões dessas carícias, esse namorado chegava a colocar seu penis entre minhas coxas no carro do pai dele, eu sempre de calcinha, mesmo depois de ele tentar tirá-la a força, depois de ficar se mexendo com o pênis preso entre minhas coxas ele chegava a ejacular, sujando minhas coxas, minhas calcinhas e meus vestidos. Hoje sei que minha mãe devia ter visto as manchas e saber do que se tratava, mas na época, eu não pensava nisso, minha mãe era muito discreta.

Trabalho como secretária executiva de uma indústria multinacional que se instalou na região metropolitana de BH. Um dia o chefe do RH me chamou e disse que eu tinha de fazer um curso de atualização no Rio de Janeiro, e que meu chefe já foi informado e tinha autorizado, o curso teria duração de 10 dias. A noite, ao chegar em casa, comentei com meu marido que iria fazer o curso e que iria ter que viajar ele concordou até achou normal e eu também.

Eu viajaria no domingo, pois segunda feira de manhã já teria que estar no tal curso que duraria a semana inteira e mais a metade da outra, esse era um curso intensivo e as aulas incluiria um sábado, só teriamos o domingo de descanso, meu marido me levou ao aeroporto nos despedimos com um beijo.  Chegando lá peguei umj taxi e fui para o hotel, liguei para casa conversei com meu marido informei-lhe que tudo correra bem. Jantei no hotel mesmo, tomei um banho e dormi cedo para estar bem disposta na manhã seguinte.

Então na manhã seguinte me arrumei e fui de taxi até o local. Lá conheci varias pessoas  que estavam no mesmo curso, entre elas conheci um cara bem divertido, bem atraente, até lembrava-me algum artista. Eu não era a unica mulher no curso, logo estavamos todos enturmados, durante as aulas desde o primeiro dia  se sentava ao meu lado e então acabamos nos enturmando e  na terça feira quando o Professor ia fazer uma dinamica de grupos, logo estavamos no mesmo grupo acabamos formando um par de discussões até o final do curso, sempre que havia formação de grupos eu e ele ficavamos no mesmo grupo,  eu e o novo colega, nnum desses dias ficamos juntos o dia todo, inclusive no almoço, fomos juntos, tomar café nos intervalos ele gentilmente tentando me agradar  sempre me trazia sucos, etc... acabamos descobrindo muitas coisas em comum ficamos muito intimos a ponto de trocar confidencias veladas ele era uma companhia muito agradável.

Era um curso obrigatorio pra certas funções na empresa mas mesmo assim o  curso era muito útil e agradavel, e  professores que nos animava o tempo todo. Ele também estava hospedado no mesmo hotel que eu mas na segunda fomos ao curso em separado cada um pegou seu taxi. No fim do dia ao descobrirmos que estavamos no mesmo hotel ele me convidou para voltarmos juntos no mesmo taxi, aceitei, durante o trajeto me convidou para jantarmos em vez de jantar no hotel poderiamos ir a outro lugar qualquer eu falei pra ele que tinha coisas a fazer que jantariamos em outro dia, então ele retrucou jantamos ho hotel então, até aí  tudo normal.

Fomos jantar no proprio restaurante do hotel, inevitavelmente acabamos falando sobre  assuntos do curso, enquanto jantávamos, tomamos uma garrafa de vinho percebi que ele não deixava meu copo ficar vazio. TErminamos e após a sobremesa e o cafezinho, ele perguntou se eu não queria ir dançar. Agradeci e falei que ficaria para outro dia porque no dia seguinte teriamos que   acordar cedo.

No que ele  falou que no subsolo, tinha um piano bar bem aconchegante para quem quisesse dançar. Relutante, mas diante da insistência dele eu concordei, afinal não tinha nada a fazer depois que acabava o curso era do curso pro hotel e vice e versa, se eu subisse iria  ficar no apartamento vendo TV, sem dizer que o convite vinha de um cavalheiro lindo. O local era bem agradável, meia luz, música romantica, gostosa para dançar, coisa que eu adorava, mas fazia tempo que eu não dançava meu marido não gostava muito de dançar então acabei aceitando.

Começamos a dançar uma música bem lenta. Ele  me apertou bem junto a ele pude até sentir sua respiração. Pensei em me afastar, mas deixei rolar, afinal era uma musica bem romântica propria para se dançar assim bem colados.  Meu braço direito envolvia o seu pescoço enquanto uma mão dele passou das minhas costas se posicionando na curva da minha cintura  quase em cima das minhas nadegas. Senti um forte arrepio, afinal enquanto casada, nunca fiquei nessa situação com um homem diferente do meu marido. E a outra mão dele que segurava minha mão esquerda,  prensada entre nossos corpos, e a costa da mão dele ficava encostada no meu seio o que não posso negar, me dava uma excitação natural.

Durante a dança ele passou a me elogiar, dizendo que eu era linda, com corpo de fazer inveja às modelos, que meu marido era um homem de sorte, que eu dançava como uma bailarina. Fiquei vermelha de vergonha, sem saber o que dizer, afinal, no interior, jamais um homem vem falando essas coisas a uma senhora casada.

Ele me apertou mais contra si pressionando meus seios contra seu peito e pude sentir o pênis dele, duro, encostado em mim. Aquela situação era nova pra mim, entrei em pânico, afinal era a primeira vez que acontecia uma coisa dessas. Vi que aquilo estava ficando perigoso e disse que iria me retirar ao meu apartamento. Soltei-me dele despedi e tomei o elevador, tremendo, ofegante, nervosa, com as pernas bambas.

No apartamento, abri o barzinho e tomei uma água mineral gelada para me acalmar, depois, enquanto tirava a roupa fiquei pensando no acontecido, ainda um pouco trêmula e ofegante. Vesti minha camisola,deitei e não consegui dormir pensando em tudo que aconteceu.

Estava confusa, por um lado meu instinto de esposa fiel dizia uma coisa, por outro lado, havia uma sensação desconhecida, que me deixava em dúvida, que me excitava claro, pensando se deveria aproveitar essa oportunidade única de conhecer outro homem ou continuar na minha rotina e não trair meu marido. Não podia negar que a vontade de conhecer outro homem me deixava excitada, mas me envergonhava de mim mesma por ter esse pensamento.

Estava com uma boa oportunidade, única talvez na vida, ali mesmo, no mesmo hotel, sem nenhum conhecido, um segredo que seria só nosso, soube que também era casado e por isso jamais contaria a alguém. Acabei dormindo só de madrugada. Na manhã seguinte acordei com a cabeça pesada, mas o dia transcorreu tudo normal no curso, eu e ele resolvendo juntos os problemas propostos pelo professor. Houve trabalho em que eu e o novo amigo ficamos trabalhando juntos por longo tempo, a companhia dele era muito divertida e agradável. Ao final do dia ele me ofereceu carona de taxi para voltarmos ao hotel. Quando chegamos ao hotel, me convidou para jantarmos dali a uma hora para rever o material do curso (pelo menos, com a desculpa de recordar matérias do curso, minha consciência não doeu ao aceitar).

Aceitei e fui para meu apartamento, de onde liguei para meu marido, depois tomei um banho, coloquei um vestido leve que realçava minha cintura , revelando minhas costas alvas e um discreto decote deixava entrever o colo dos seios e o sulco entre eles, me vi no espelho. A princípio, me veio uma sensação de culpa, pensei em colocar uma roupa mais conservadora de trabalho, mas algo na minha cabeça mandava continuar assim e decidi continuar era apenas uma roupa nada escandalosa.

No restaurante, ele novamente me elogiou. Qual mulher não adora ouvir elogios, ainda mais vindas da boca de um homem  Continuou dizendo que meu marido era um homem de sorte, por ter uma esposa linda, inteligente, com em plena forma, e disse algo que me deixou ruborizada, quando ele pediu desculpas mas afirmou que eu era muito gostosa. Jamais alguém disse uma coisa assim, desde que me casei, afinal moro numa cidade do interior. Após muito conversarmos bebendo, fomos jantar. Terminado o jantar, novamente fomos dançar.
       Desta vez ficamos dançando e pouco a pouco acabamos nos encostando cada vez mais e novamente senti o pênis rígido dele encostado em mim. Aquilo me deixou excitada claro mas também com medo, mas a excitação falou mais alto e permaneci dançando, sentindo aquilo  roçando a todo momento em meu abdomem. A mão dele que estava em meus ombros, começaram a me acariciar as minhas  costas semi-nuas sob o vestido e, sua cabeça foi se aproximando do meu ombro, cada vez mais, sua boca veio junto ao meu ouvido, enquanto dançávamos coladinhos, a cabeça dele nos meus ombros, a boca dele junto ao meu ouvido. Ele começou a murmurar palavras de carinho, de elogios, aquilo foi baixando minha guarda.

Começou a dar beijinhos na orelha me deixando arrepiada, depois no rosto, até que nossos lábios foram se encontrando. Ele passou a me dar selinhos nos lábios, eu sem resistir deixava que ele continuasse. Ele sentiu que estava vencendo a batalha, até que seus lábios colaram aos meus e senti a língua dele invadindo meus lábios, querendo penetrar minha boca e, inacreditavelmente, ao invés de me ofender, entreabri meus lábios como um convite à sua língua.

Foi o bastante para  eu sentir a língua dele começando a penetrar boca adentro, eu recebi aquela língua quente que tocou minha língua e ainda retribui, colocando agora, minha língua entre seus lábios, que ele imediatamente prendeu com seus lábios e nossas línguas começaram a travar uma batalha. Eu fiquei com as pernas bambas, trêmulas, respiração ofegante e instintivamente, num gesto de ousadia mas incoscientemente, fui abracando-o mais forte, senti a dureza do pênis dele encostando ainda mais na minha região do púbis, ele também me abraçou mais forte. Por sorte a tênue luz ambiente não deixava ninguém perceber nada, todos casais estava dançando bem coladinhos e trocando beijos quase apaixonados, ninguém prestando atenção ao que outro casal fazia.

Naquele momento senti que tinha atingido um ponto perigoso de onde não dava mais para voltar. Trocamos olhar cúmplice, nos beijamos e sem palavras nenhuma, ele me pegou pelos braços fomos saindo da pista de dança, e nos dirigimos ao elevador, subimos para o meu apartamento, como se fosse um casal voltando do jantar. Eu mesma me surpreendia pela minha atitude dócil, sem protestar, sem dispensá-lo. Ao entrar no meu apartamento e fechar a porta, com ele me seguindo, enquanto eu passava o trinco na porta, ele me abraçou por trás fazendo sentir o volume do seu pênis em minhas nádegas, depois, me virou de frente, me encarou, ai meu Deus, eu vendo aquele rosto  másculo tão próximo naquela penumbra, aquela voz máscula murmurando palavras  doces..., ficamos olhando olhos nos olhos enquanto nossos rostos iam se aproximando, começamos a nos beijar, dessa vez um beijo lascivo, língua com língua.

Enquanto me beijava, ele foi me acariciando por cima da roupa, até que começou a descer o ziper do vestido nas minhas costas, abaixou as alças pelos meus braços e deixando a parte superior do vestido caido até a cintura. Ficamos abraçados e beijando, eu com a parte de cima do vestido na cintura e soutien que deixava ver o colo dos seios, enquanto ele discretamente ia tirando sua camisa e ficando só com a calça. Tiramos nossos sapatos enquanto nossas línguas travavam uma batalha, enquanto me beijava, ele com as mãos na minha costa, desabotoou meu soutien soltando as alças dos ombros, eu ajudava encolhendo os braços, ele foi tirando pelos meus braços até que abaixou as taças deixando meus seios livres, e colocar o soutien sobre a cadeira enquanto vinha beijando meu pescoço suas mãos seguravam e apertavam meus seios, depois sua boca vinha beijando, meu colo e finalmente meus seios, enquanto seus lábios prendiam meu mamilo, a mão segurava em cheio o outro seio.
          Me virei de lado para facilitar a ele abrir os botões do meu  vestido, era uma situação inusitada para mim, pois nem meu marido fazia isso, de abrir o meu vestido. Não acreditava que eu me virei para oferecer ao um homem estranho abrir o ziper que era a última defesa do meu corpo, e ainda mais dentro de um quarto de hotel, onde uma convidativa cama ficava a nossa frente. Ele tirou meu vestido e sua calça. Me deixou só de calcinha cavada, que deixava minhas nádegas de fora e ele de cueca. Era a primeira vez que outro homem que não o meu marido, tirava meu vestido, desabotoava meu soutien, e me via apenas com uma minúscula calcinha.
E agora, eu em pé só de calcinha, com os seios a mostra com mamilos rígidos roçando um peito peludo, abraçando um homem só de cuecas, e nós dois num quarto de hotel, sem nenhuma testemunha e com uma convidativa cama ao lado e uma penumbra que criava um ambiente mais secreto e excitante ainda, nesse momento já tinha passado todas as fronteiras dopudor da razão e do bom senso, minha adrenalina estava a mil eu só pensava naquele momento unico.

Depois de muitos beijos nos lábios e nos seios, ele me pegou em seu colo e me levou em seus braços para a cama, onde me deitou carinhosamente e veio ao meu lado só de cueca e passou a me beijar, aquele beijo lascivo, gostoso, língua com língua, meus seios comprimido pelo seu tórax peludo. Seu pênis estava tão duro, que levantava a cueca empurrando o tecido. Ele ficou por cima, eu sentindo a pressão do torax peludo sobre meus seios, abri minhas pernas, ele entrou entre elas e senti o pênis dele forçando encostando na região vaginal, enquanto ele me beijava, depois passou a beijar meu pescoço, meu colo enquanto suas mãos massageavam meus seios, ele continuava lambendo meu pescoço, meus seios, a barriga e desceu pelas coxas e pernas. Veio subindo beijando tudo, até lamber-me os seios novamente. Ele os segurou e apertou com as mãos enquanto chupava os mamilos que estavam rígidos, dizendo: "que peito lindo, gostoso de chupar, macio". Minha respiração se acelerou, não consegui me conter a passei a gemer com as carícias que ele fazia.
                  Ele começou a tirar minha calcinha e para minha surpresa, eu não fiz nenhum gesto para impedi-lo, pelo contrário era como se aquilo fosse a coisa mais natural , seus dedos seguraram as laterais da minha calcinha e começaram a puxar para baixo, primeiro descobrindo os pêlos, depois os quadris que levantei ajudando. Nem acreditei, que eu estava levantando os quadris para facilitar que um outro homem tirasse minha calcinha, e isso eu deitada numa cama, e um homem só de cuecas. A seguir minha calcinha passou pelas nádegas, até que ele tirou pelas pernas me deixando toda nua.

Eu que até então tinha sido a esposa fiel,  estava deitada toda nua e nem senti vergonha com ele olhando e admirando meus seios, minha barriguinha, os pêlos vaginais, minhas coxas, pernas. Ele começou beijando minhas pernas, meus joelhos, minhas coxas, pouco a pouco foi afastando uma coxa da outra, com todo carinho, começou a lamber as laterais de minhas coxas até chegar aos lábios vaginais, a pele entre a vagina e o ânus fazendo eu gemer e estremecer, até que em certo momento abriu minhas pernas, arregaçando minha nádegas, falou “paixão, que bucetinha linda, deixa eu chupar gostoso”, mais que depressa respondi dizendo, "me chupa toda por favor, me faz gozar" ele colou sua boca para me chupar, senti aquela boca quente em contato com minha vagina, ele começou lambendo, senti a língua passando por todo rasgo da vagina e depois penetrando o orifício vaginal com sua língua. Era uma sensação estranha, tesão e medo, eu não parava de tremer e gemer. Nem meu marido me deu tanto prazer em todos esses anos, e para dizer a verdade, nunca me senti tão a vontade com meu marido como estava sentindo naquela hora, eu com as coxas toda aberta, com um homem enterrando sua cabeça mo meio das coxas, chupando toda minha vagina.

Um outro homem me chupando. Uma onda de choque percorria meu corpo, não agüentei muito e disse que ia gozar. Ele dizia “goza amor, goza na minha boquinha, quero sentir o seu mel, vou chupar todo mel da sua gruta, goza pra mim sentir”. Ele chupou com mais força e eu me entreguei, gozei gemendo, gritando, me estremecendo, meus quadris pulando sem controle, enquanto ele segurava firme minhas nádegas e coxas, para não deixar a língua escapar da minha vagina.

Gozei muito gostoso na boca de outro homem pela primeira vez. Nem com meu marido gozei tão violento e gostoso assim, aliás, meu marido nunca me fez gozar na boca dele. Eu fiquei tremendo, com a respiração ofegante.

Ele continuou chupando minha vagina que jorrava líquido do amor. Aquilo me acendeu novamente. Eu não agüentei mais, e pedi que ele me possuísse, nem acreditei que eu uma mulher casada, estava pedindo a um homem para me possuir, mas não estava agüentando mais não agüentava mais de tesão. Então, só aí ele tirou sua cueca libertando um pênis totalmetne em riste, senti um estremecimento ao ver aquilo, ele segurou minhas pernas, abriu minhas coxas e se posicionou sobre mim e vagarosamente encostou seu pênis na entrada vaginal e foi pressionando, até que seu pênis começou a penetrar em minha vagina. Ele dizia, "amor, está sentindo meu pau entrando na sua buceta? Abre essa a bucetinha quentinha, abre ela para meu pau entrar até o saco". O meu tesão era muito grande, ao sentir seu pênis me penetrando firme, me abrindo, nem pensei em meu marido ou familia nem na traição que estava cometendo ao receber uma pênis estranho em minha vagina.
Eu estava sendo possuida por outro homem pela primeira vez na minha vida, sentindo um pênis dentro da minha bucetinha. Esquecemos até de colocar a camisinha então  minha vagina estava sentindo o contato direto do penis. Ele meteu até o fundo e começou a mexer, eu sentia o saco dele batendo em minhas nádegas. Depois ele ia tirando tudo e voltava a penetrar de novo, me matando de tesão, eu não conseguia conter os gemidos de prazer. Ele estava com muito tesão também, pois gozou logo. Fiquei um pouco sem jeito, pois queria mais, queria que ele metesse mais acabando com meu tesão. Ele deitou do meu lado e eu não sabia o que fazer; afinal eu era uma iniciante, nunca me aconteceu uma coisa assim. No dia seguinte eu passaria numa farmacia e compraria uma pilua do dia seguinte,

Fiquei pensando na loucura que tinha feito, mas agora já estava feito. Virei para ele, passei a mão pelo peito cabeludo e desci até o pênis. Estava semi mole. Agarrei, apertei, mexi no saco. Olhava aquele pênis que me penetrou, todo melado com meu líquido e seu esperma, aquele pênis que tinha me comido, todo liso, escorregadio, brilhando de esperma misturado com meus líquidos vaginais. Ele começou a dar sinais de vida. Apertei novamente e fui com a boca em direção a ele, engolindo aquele pênis todo lambuzado, coisa que nunca tinha feito com meu marido, imagine chupar um pênis todo lambuzado. E isso por ser a primeira vez me dava mais tesão ainda, eu segurava o pênis dele, lambia toda extensão, depois colocava na boca e engolia até onde conseguia.
Lambi a cabeça toda melada com uma mistura de meus sucos com o esperma dele, lambi o pau ao longo de seu comprimento e só aí pude ver que aquele penis era bem maior que do meu marido, e fui até o saco. Lambia todo aquele pau, voltava na cabeça e colocava a cabeçona na boca e dava uma chupada forte. Logo ele ficou duro. Ai passei a chupar com vontade, com força. Metia na boca, passava a língua, chupei muito, como jamais tinha feito com meu marido.

Quando senti bem no ponto eu parei de chupar, fui por cima cavalgando e sentei em cima dele. Segurando o pênis com a mão, encostei a glande na entrada enquanto ele dizia "senta no meu pau amor, faz sua buceta engolir meu pau". Devido a posição, enquanto eu tentava encaixar o pênis na entrada vaginal, vi que escorreu esperma de dentro de mim molhando o pênis dele e deixei meu corpo ir caindo, foi entrando, entrando até que entrou tudo, não agüentei e passei a gemer. Passei a subir e descer como uma louca. Que delícia sentir aquele pau entrando em mim. Ele dizia "cavalga meu pau amor, cavalga, engole ele com sua bucetona". Assumi o controle. Fiquei cavalgando até que não agüentei mais de tesão, e quando senti que iria gozar, mexi forte e rápido ele não agüentou aquilo e gozou lançando jatos de esperma dentro de mim se contraindo eu falei, "já vem, vou gozar, vou gozar, estou gozandoooo" gemendo enquanto eu explodia num gozo sem igual, não conseguia me conter, eu urrava, gemia, me estremecia. Não acreditava, eu uma mulher casada, cavalgando, gemendo, sobre um homem, até fazê-lo gozar dentro de mim, não dava mesmo para acreditar.

Ai fui eu quem caiu de lado exausta de cansaço, estava exausta, mas levantei e fui tomar banho, ao chegar em frente ao banheiro vi o esperma escorrendo da buceta para minhas coxas. Ao voltar, ele estava deitado na cama, eu pedi que ele fosse para o apartamento dele, pois me veio um resquício de culpa e vergonha.

Ao ficar só na cama, me veio uma pequena sensação de culpa ao sentir o esperma dele ainda escorrendo da minha vagina, mas a sensação de satisfação era maior. Na manhã seguinte, ao ver a mancha no lençol, eu estava com um duplo sentimento. Saciada e com culpa. No dia seguine entre o intervalo do almoço fui a uma farmacia e comprei a pilula, eu evitei falar muito com ele durante o dia. Mas ao final voltamos juntos para o hotel. Cada um disfarçando, mas estavamos com muito tesão. Na volta do curso, paramos no restaurante para jantar um prato leve, depois, no elevador eu disse a ele que iria tomar um banho e que se ele quisesse poderia vir ao meu apartamento, dentro de meia hora.

Assim que tomei meu banho e já fiquei só enrolada no roupão, não vi motivo para me vestir, afinal ele já conhecia meu corpo todo. Liguei ao meu marido, para evitar que ele ligasse em momento indevido, ao ouvir a voz dele, quase desisto de receber meu novo amigo, depois de falar com ele, antes que pudesse pensar em desistir ouvi batidas na porta. Era ele, e assim que entrou, me tomou pelos braços como se fosse a coisa mais natural, com isso perdi toda vontade de parar com aquela loucura.

Ele tirou meu roupão e se despiu jogando as peças da sua roupa no chão, foi bem diferente da noite anterior, agora  era como se cada um quisesse aproveitar cada momento cada minuto sem perder um segundo siquer e por isso acabamos nos despimos logo. Ficamos em pé, pelados, fomos nos aproximando, para minha surpresa, eu não senti nenhuma vergonha de estar toda nua, vendo meu parceiro pelado em minha frente se aproximando de mim, com o pênis duro, fomos nos aproximando até que acabamos nos abraçando. Como era gostoso, sentir a pele de outro diretamente na pele da gente.

O pênis dele encostado aos meus pêlos vaginais, meus seios comprimindo seu torax. Ficamos assim, abraçados, o pênis rígido dele encostado em meu estômago, enquanto nossas línguas travavam uma batalha, até que ele me levou para a cama, e caímos na cama abraçados e beijando, até que ele foi beijando todo meu corpo dizendo "abre essas pernas amor, agora vou chupar sua buceta até voce gozar",e começou a chupar minha bucetinha,  Então ele ficou sobre mim ahoelhado na cama passou as pernas uma em cada lado da minha cabeça dizendo agora é sua vez  de me dar prazer tambem"chupa meu pau amor, chupa", e vi diante de mim, um pênis duro e comprido, enquanto gemia de prazer com a língua dele na minha buceta, peguei aquele pênis que balançava em minha frente e comecei a beijar até que coloquei na boca e começamos um 69 maravilhoso, não podia acreditar, eu uma mulher casada deitada nua com um homem em cima de mim chupando minha vagina enquanto eu estava com metade do pênis dele enterrado em minha boca,

Até que cada um acabou gozando na boca do outro. Eu engoli toda esperma que jorrava daquele pênis, coisa que também eu fazia pela primeira vez. Já tinha ouvido falar em 69, mas meu marido nunca fez isso e nunca ele tinha gozado em minha boca, nem sabia qual era o gosto de esperma. Estranho o fato de uma esposa só vir a conhecer o gosto de esperma com outro homem. Fizemos amor a noite toda, quando ficávamos exaustos, dormíamos abraçadinhos e ao acordar daí a algum tempo, começava de novo, até os dois gozarem de novo e dormir abraçadinhos e ele acabou dormindo, abraçado comigo até de manhã como marido e mulher e não sentia mais nenhum remorso em fazer isso.

A noite seguinte, foi outra noite de sexo intenso, pra nós já era tão natural que não foi preciso dizer nada, no elevador só dissemos até já, e logo ele bateu na minha porta. Já havia tanta intimidade entre nós que cada um falava de tudo, ele "dizia abre essa buceta deliciosa amor, que buceta apertadinha, hoje vou comer seu cuzinho" e eu também pela primeira vez na vida dizia livremente "me come toda, mete esse pauzão na minha buceta, goza na minha boca , enche minha buceta com seu pauzão gostoso e com sua porra" palavras que jamais achei que um dia eu diria.

Quando ele estava me possuindo de quatro, começou a lubrificar meu anus com sua saliva, enfiou um dedo logo percebi suas intenções fiocu nessa massagem sacana em meu cuzinho até que tirou o pênis de dentro da buceta e começou a introduzir seu pênis em meu cuzinho virgem, senti dor e tesão ao mesmo tempo, até que foi introduzindo pouco a pouco, eu gemendo de dor e tesão, acho que eu sou muito apertadinha no cú, pois ao introduzir metade, com muito sacrifício, ele gozou dentro e nessa hora ele segurou meu quadril e puxou forte, enterrando todo pênis de uma vez, provocando um grito de dor e tesão da minha garganta, me fazendo gozar também com o pênis entalado em meu cuzinho eu gritava de dor, de tesão e de gozo, depois fomos tomar um banho, eu com o cuzinho dolorido.

Depois de eu ter cedido já na terceira noite do curso acabamos fazendo amor até o fim do curso faziamos  amor, a noite toda depois ele dormia comigo de novo o resto da noite, nós dois pelados e abraçados, até de manhã e quando acordava de madrugada dava outra rapidinha antes de ir pro curso. Ao final passamos a semana fodendo todas as noites, já sem inibições, fizemos 69 até um gozar na boca de outro e em todas as posições, com ele por cima, eu por cima, de ladinho. Foram fodas gostosas. Todas as noites dormi com a bucetinha cheia de esperma, e de manhã sempre tinha uma mancha no lençol. Para uma iniciante até que foi demais. O melhor foi a noite de sábado para domingo, ficamos trepando a noite toda, só acordamos as 9:30h, fomos correndo tomar café antes que recolhessem. Durante o dia de domingo, só saimos na hora do almoço para que a camareira limpasse o quarto, depois ficamos trancados nós dois pelados na cama.

Ao votar na quinta feira meu marido me esperava no portão de desembarque do aeroporto. Me abraçou, deu um beijinho que comparado com o do meu amigo, foi tão sem graça, e perguntou-me como foi o curso. Respondi que foi útil com novos conhecimentos que teria de usar agora e que seria util no meu dia a dia. Fomos para casa e a noite, apesar do meu cansaço, tive de fazer amor com ele, afinal foram mais de 1 semana sem sexo para ele, eu por meu lado, já estava muuuuuuito satisfeita, até demais, afinal fora as 2 primeiras noites, depois foram todas as noites de sexo direto.

Tive de fazer de conta que eu também sentia falta de sexo como ele, mas na verdade, eu mesma não fazia nenhuma questão de fazer amor com meu marido.
Pude sentir como é diferente fazer amor com o próprio marido. A começar pelo tamanho do pênis, que antes me parecia de bom tamanho, agora que conheci e muito bem, o do meu amigo, diante dele, o do meu marido parece tão menor.

Foi aquela rotina, primeiro ele colocando uma camisinha para evitar a gravidez, tive até de mergulhar o rosto no travesseiro e ficar de bruços, para ele não ver o sorriso nos meus lábios, pois era muito engraçado, depois de passar a semana toda fazendo amor sem camisinha, agora o próprio marido colocando uma camisinha!

Se ele soubesse que minha vagina já teve mais horas de contato direto de um pênis estranho, direto pele com pele sem camisinha que o pênis do marido, e que sua esposa passou todas as noites da semana, recebendo jatos de esperma direto dentro da vagina, inundando o útero, e isso várias vezes por noite, e que enquanto ela dormia ficava escorrendo esperma de outro homem, manchando o lençol, meu Deus, ele me mataria.

Já imaginou se a camareira um dia contasse ao meu marido, que todo dia de manhã, o lençol da cama de sua esposa estava melado de tanta porra que ficava escorrendo  dela?

Meu marido, empurrou minhas coxas para os lado com suas pernas e já subiu em cima de mim, me penetrando com o pênis revestido pela camisinha até gozar na camisinha! É tão sem graça sentir o gozo com camisinha, diferente daquele jato quente que meu amigo lançava no fundo da vagina. Como é gostoso o contato de um pênis direto na vagina sem a camisinha, com a camisinha, fica tão lisinha e não vem aquele calor que queima por dentro.

Senti falta das carícias, dos beijos de língua, depois dos beijos no meu corpo todo, nos seios, coxas, vagina, voltar a fazer sexo tipo papai mamãe, sem conversar, sem provocações sem palavras obscenas tinha ficado tão monotono que até senti falta do curso.

Senti falta das palavras que depois de ficar ouvindo por uma semana, se tornaram familiares para mim, como: "abre as coxas, arregaça sua buceta, quer dar seu cuzinho para mim, chupa meu pau, engole minha porra, tesuda, peituda, que bundão, que buceta gostosa, arregaça sua bucetona, engole meu pau", ou eu mesma dizendo sem nenhum constrangimento: "me chupa toda, que delícia de pauzão, goza na minha boca, chupa minha buceta, vou gozar, goza junto comigo, põe devagarzinho porque meu marido não come meu cú e não estou acostumada, goza na minha boca que vou engolir toda porra" e coisas assim que me davam tesão só de lembrar.

Aliás, eu tive de tomar muito cuidado, pois meu amigo me acostumou mal, eu já falava sem nenhum constrangimento, palavras como pau, porra, buceta, cuzinho, coisas que meu marido ficaria horrorizado se eu dissesse.

Meu marido fez tudo calado, só dava para ouvir sua respiração ofegante. Quando ele ia gozar, tive de me conter para não tirar o pênis de dentro, arrancar a camisinha e cair de boca e lamber toda aquela porra. Meu amigo ficava me possuindo por longo tempo, socando aquele pau enorme por vários minutos, castigando minha bucetinha, meu marido, ao contrário, depois de enfiar e tirar umas quatro vezes, já gozou. Eu que gozava várias vezes durante a noite com meu amigo, com meu marido, não cheguei a gozar nem uma vez, mas fiz de conta que gozei.

Eu tive de me policiar durante o ato, para não fazer nada do que aprendi com meu amigo, como o 69, ou eu subir nele, encaixar seu pênis em minha bucetinha e cavalgá-lo, pois se eu chupasse seu pênis depois de me possuir, aquele penis todo lambuzado de esperma pela camisinha, ele iria desconfiar.

Eu tinha até de tomar cuidado para não falar, "chupa minha buceta, me fode forte, me rasga toda, enfia todo esse pauzão na minha buceta, ou vou te chupar e quero que goze na minha boca, come meu cuzinho, goza na minha boca que vou engolir toda porra", coisas que no hotel, eram normais entre eu e meu amigo.

Se eu falasse isso, meu marido teria um ataque.

Amo meu marido, mas não me arrependo do que fiz, pois conheci novos limites do sexo.

========================================================================

MINHA SECRETÁRIA EXECUTIVA CRENTE

(CONTO MASCULINO CATEGORIA HETEROSEXUAL)


      Deixa me apresentar sou Fernando tenho 43, casado há 17 anos, 1,81m, 98 Kg, dois filhos homens, branco, atualmente sou Diretor  em  uma rede de lojas na região Nordeste e eu nunca havia imaginado estar aqui contando detalhes de minha vida sexual, pelo menos até uns meses atrás isso jamais passou por minha cabeça, pois levava uma vida de marido fiel e satisfeito com o casamento e nos últimos cinco anos vivia exclusivamente para o trabalho, às vezes esquecendo um pouco da família e de mim mesmo, pois quase não tinha diversão, era trabalho e mais trabalho.

Há  uns seis anos, quando ainda era gerente de uma das  lojas do grupo, fiz a contratação de uma funcionária para o escritorio que me chamou muito atenção pois além de ser jovem e bonita na faixa dos 34 anos ela , demonstrava uma maturidade em relação a suas ambições na empresa, em pouco tempo ela já estava trabalhando como minha assistente, vim a descobrir em nossas conversas que ela era crente, frequentava uma dessas igrejas que não pode usar calça comprida ou coisa assim então ela estava sempre elegantemente vestida com uma saia ou com vestido sempre de salto alto ou  saltinho e quase sempre usava meia  escur o que a deixava mais atranete ainda,  e se mostrou uma mulher muito eficiente.

   Como eu e ela vivia para o trabalho raramente entravamos em assuntos particulares,  a empresa estava em um momento de expansão e eu sabia que teria uma oportunidade de ascensão, e ela percebeu que se eu ascendesse, ela também teria sua oportunidade e isso ocorreu em menos de um ano que ela estava trabalhando, eu já estva na empresa a tres, quando assumi a  gerencia geral  da empresa e ela assumiu meu lugar como gerente da loja em que trabalhavamos.

Durante este período continuamos num contato profissional bem proximos, passamos mais tempo nós dois juntos de que com nossa família, sempre focados no trabalho, raríssimas vezes falávamos de assuntos pessoais, mas lembro que em uma dessas vezes, ela meio que reclamou que seu marido e que a relação havia esfriado ele dedicava-se aos trabalhos da igreja no momentos em que eles poderiam estar juntos passear e coisas do tipo, eu disse a ela que por ser casado eu compreendia, que eu tambem deveria passar mais tempo com a familia, mas o tabalho profissional exigia que eu estivesse sempre a disposição da empresa etc e tal e ficamos por ai na conversa ....

A empresa cresceu já havia lojas varios estados do Brasil , ja e estávamos entrando em várias regiões de norte a sul,  Ela já era responsável por  lojas em dois estados,  e nesse periodo houve a inauguração de uma grande loja numa outra cidade grande  em um dos estados que ela era responsavel, não muito distante mas ficariamos dois dias lá dando apoio e ajudando na logistica,   eram apenas dois dias e era numa sexta e sabado e ela como responsavel teria que ir tambem, já haviamos ido em outras inaugurações juntos, mas só dessa vez que aconteceu algo entre nós..

Depois do fim do primeiro dia saimos satisfeitos com o desfecho e fomos jantar tudo por conta da empresa, e  para comemorarmos, antes da comida chegar eu pedi uma dose de uísque e ofereci a ela quew naturalmente recusou, mas disse-me que numa taça de vinho suave ela me acompanharia, sorri e lhe falei em tom de brincadeira: - Você vai beber? Vou contar para oseu  pastor! - Ela deu uma risada e falou depois de tudo  que tenho passado esse momento deve ser comemorado e eu estou precisando mesmo sair da rotina e um pecadinho só, alem do mais quem disse que é pecado beber um vinho, pecado é embebedar-se, disse em tom de brincadeira.

Depois desse primeiro momento ficamos bem mais a vontade nas conversas mesmo porque depois de tanto tempo trabalhando juntos tinhamos uma relação pessoal forte independente do trabalho  tanto que  me permiti quebrar um pouco do meu gelo em relação a situações particulares de meus subordinados então pedi  para o garçom suspender o meu uísque e trazer o melhor vinho da casa, e falei para ela: - para comemorar vou te acompanhar então vamos tomar essa garrafa de vinho juntos e se voce me contar o que está passando, só assim eu não conto nada para o pastor. Caímos numa gargalhada e ela falou: -

 Começamos a conversar sobre trabalho familia até que chegamos ao ponto de desabafo e ela me confidenciou, faz algum  tempo estou guardando dentro de mim o que estou passando e acho que o vinho pode ajudar a desabafar, mas este não é o melhor momento, então vamos só  comemorar. -
Certo assim, vamos jantar e comemorar, mas pode contar comigo pois você sempre foi uma pessoa em que pude contar até aqui e gostaria de poder ajudá-la.
Ela sorriu e apertou minha mão, retribui seu carinho beijando a sua mão, logo chegou o garçom com o prato principal,  enquanto servia  prato principal, ela tomou o resto da taça de vinho, e logo em seguida me agradeceu “pelo apoio à sua carreira” e disse ter aprendido muito com a minha forma de trabalhar embora discordasse de algumas posturas e que estava muito feliz em poder falar isso para mim.

Não preciso dizer que fui pego de surpresa por suas palavras e perguntei se esse era o desabafo que queria fazer. Ela se desculpou e disse que não, mas que aproveitou que havia lhe colocado à vontade para falar que tomou coragem e “ajudada pelo vinho” terminou falando o que lhe veio à cabeça.

Então quis saber quais posturas não lhe agradava, ela tentou mudar de assunto mas insisti dizendo que de repente esta era a oportunidade de melhorar. Ela então sem me olhar disse que havia falado besteira, e que não queria continuar com aquele assunto, e eu continuei insistindo, foi quando ela me olhou fixamente e falou: - Fernando, não tenho nada com sua vida particular, e só falei isso porque quis me comparar com sua esposa. - Como assim? – perguntei. - É que você sempre se dedicou demais ao trabalho e esqueceu um pouco sua família e eu tenho sofrido com a dedicação de meu marido à igreja, então imaginei essa comparação infeliz, achando que sua esposa já passou ou tem passado  o que estou passando, me desculpe.

----Ao invés de ficar com raiva, fiquei curioso com a sua situação e disse-lhe que tinha razão  e perguntei-lhe: - Tônia me fale o que você está passando. Ela que estava com a cabeça baixa, chateada com o rumo da conversa, levantou a cabeça me olhando fixamente novamente, como pensando se valeria à pena ou não, quando insisti: -
----Vamos, me conte, pode desabafar, quero te ajudar.
----Ela continuou me olhando, depois desviou a vista, foi quando o garçom chegou com os pratos: - vamos jantar primeiro.
----Depois de jantarmos, ela sorriu e disse que precisaria de mais vinho para ajudá-la. Servi o resto de vinho na garrafa e pedi outra, enquanto ela sorvia tudo num gole só. - Não quero aborrecer-lhe com assuntos pessoais, estou arrependida de ter falado aquilo. -
----Mas já que falou, acho que devia ir até o fim. - Ok.

---- Como você sabe que estou casada há quase 10  anos e parece que acabou o carinho, aquelas coisas do tempo de namor beijos ah vc sabe o que quero dizer né... depois vieram os filhos parece que ele se engajou em trabalhos voluntários da igreja e tem esquecido um pouco dos compromissos matrimoniais. Antes íamos a festas, saímos para dançar e até sexualmente eramos mais ativos...  Nesse momento ela baixou a cabeça e uma lagrima rolara de seu rosto, peguei um lenço e lhe enxuguei então  lembrei -me de uma cobrança parecida de minha esposa há um tempo atrás. -

 Você tem razão... Realmente a Júlia, minha esposa, passou por algo parecido, mas ela me procurou e conversamos e depois disso tenho levado-a a algumas viagens de negócios, já que os filhos estão crescidos. Ano passado nas nossas fériasfizemos um mini cruzeiro, foram só tres dias mas  uma segunda lua-de mel, por que não fala com ele, como a Júlia fez comigo? Foi assim que ela despertou-me que havia uma vida particular, uma família além do trabalho. -

Já falei, mas ele não se toca, é complicado como ela não parava de chorar. Pedi a conta e decidi voltarmos para o hotel. No taxi sentados eu abracei-a e ela reclinou  seu rosto em meu peito, aquilo mexeu comigo, senti o perfume daquela mulher, por estarmos abraçados quando ela  encostou a cabeça em meu ombro isso me levou a uma ereção, que deve ter sido percebida por ela já que um de seus braços estava sobre meu colo.

Acariciei  seu rosto e ela correspondeu meio que se ajeitando melhor em meu colo, isso foi o suficiente para que eu tomasse coragem e a iniciativa de consolar aquela mulher carente, beijei sua boca como carinhosamente, só toquei-lhe os labios, e ela não resistiu muito senti seus labios levemente salgados por causa das lagrimas que rolaram,

Ao chegarmos no hotel subimos para seu quarto tentei entrar junto ela falou para eu ir pro meu quarto e agradeceu pela minha companhia desculpou-se dizendo  que o beijo foi um momento de fraqueza que não deveria se repetir, tentei beija-la novamente e ela se recolheu pedindo desculpas e foi fechando a porta e antes de fechar totalmente ainda pela frestrinha eu disse olha se mudar de ideia me de um toque no celular, e em tom de brincadeira eu  disse tambem ou então deixe a porta destrancada quem sabe eu resolva voltar mais tarde e dei uma risada então fui para o meu quarto que era no mesmo andar que o dela quase de frente

    Fui me deitar ainda pensando nela, no beijo e nops carinhos que ela me deixou fazer, eu sempre desejei-a discretamente nas naquele momento voces não imaginam  o quanto estava desejando aquela mulher, não consegui dormir, fiquei mais ou menos uma hora divagando com meus pensamentos e lembrando do que disse esperando que meu celular tocasse a qualquer momento, provavelmente ela tambem estava pensando e muito no acontecido durante a nossa volta, e depois de uma hora de silencio me levantei coloquei meu roupão e dirigi até o quarto dela já  eram quase duas e meia da madrugada, pensei comigo vou dar com a porta na cara, pensei comigo imagine uma mulher casada, crente vai deixar-se envolver numa aventura, e  fui de mansinho nem bati ana porta e quando toquei na maçaneta girei devagar qual não foi minha surpresa,  estava destrancada, na hora tive uma ereção instantanea, entrei e  vi Ela deitada na  cama estava vestida numa camisola negra por cima dos lençois, neste momento não dissemos uma palavra que fosse, só me aproximei-me dela, toquei seus cabelos a peguei pelos ombros a coloquei de pé e a beijei novamente, dessa vez ela retribuiu e tambem me abraçou forte senti toda sua cumplicidade, provavelmente ela tambem tinha passado aquela hora em claro como eu

Continuamos a nos beijar ela não ofereceu resistencia  me livrei do roupão e depois da cueca fiquei nu primeiro mas logo depois retirei sua camisolinha sensual deixando-a apenas com a minuscula calcinha, eu não tinha pressa, comecei a beijar primeiro seu pescoço e depois os seios que por sinal eram firminhos e lindos, beijei sua barriga e o umbigo, sentei ela a beira da cama abri suas pernas afastei de lado a calcinha sem retira-la e dei um trato na sua buceta que estava depiladinha apenas com aquela pequena mecha de pentelho onde a tanga cobria, mas as virilhas estavam depiladinhas, minha lingua não parava de lamber seu sexo e seu clitoris, ela gemia de prazer, e ela estava toda molhada o cheiro era forte ma delicioso..
     Depois ela que caiu de boca no meu pau, chupava gostoso mamava como uma bezerrinha desmamada querendo mais eu até estranhei por ela ser crente achei que certos tipos de caricias seriam tabú, mas estava  quase gozando, retirei então finalmente a calcinha deixei-a nua, e me afastei um pouco para contemplar a beleza daquela fêmea no cio e pude ver suas coxas molhadas pelo líquido que saia de sua boceta, me aproximei dela colocando minha não entre suas pernas e falei deixa eu te masturbar pra vc gozar em meus dedos, ela gemeu, voltei a tocar-lhe dessa vez com o dedo indicador, penetrando-a e arrancando mais gemidos, ela tambem me masturbava  e pedia para que a comesse logo porque fazia tempo que ela não sabia o que era uma transa daquelas de virar os olhos.

Pacientemente, deitei-a na cama e comecei a lamber e chupar-lhe de novo a boceta arrancando um gozo em que todo seu corpo tremeu. Me coloquei entre suas pernas e pus a cabeça de meu pau na entrada de sua buceta, mas sem penetrar-lhe, ela cruzou suas pernas nas minhas costas, me puxando para penetra-la, mas eu evitava, querendo que ela pedisse que o fizesse. Realmente não demorou e ouvi-lhe dizer: _ Enfia em mim, mete logo que eu não agüento mais... Obedeci e enfiei até o fim, ouvi um urro que só fez aumentar mais o tesão que estava sentindo, passei a socar com força e ouvi-la gritar que tava gozando: - Tô gozando.... tá bom demais... não pare... quero  mais forte...

Não consegui ficar neste ritmo por muito tempo e enchi sua boceta de pôrra, sim, não estávamos usando nenhum preservativo, ela me beijava dizendo que queria mais, que eu teria tudo que eu quisesse dela. Sai de cima dela, pude contemplar mais um pouco daquela bela mulher, como não tivera filho ainda, ela permanecia muito gostosa, seios durinhos e bicudos, não tinha barriga nenhuma, sua bunda era proporcional ao seu corpo, com aquela marquinha de biquini , umas coxas grossas e durinhas isso a deixava muito sexi mesmo.

 Comecei a sentir uma sensação de que podia ter aquela mulher mais vezes talvez sempre, pois ela mesmo havia insinuado que eu teria tudo o que quisesse dela. Ficamos deitados um ao lado do outro em silêncio, quando eu lhe falei,:  hoje é sexta-feira e nosso vôo de volta é no final da tarde de amanhã, podíamos adiar a viagem para domingo a tarde  e assim  aproveitamos amanhã terminamos o que viemos fazer meio dia mais ou menos aproveitamos a tarde e a noite juntos e parte o dia de domingo, que voce acha? Ela concordou até fiquei espantado por ela aceitar, então vou providenciar  isto, agora quero um pouco mais de você. 

    Ela subiu em cima de mim, beijando a minha boca e descendo lambeu meus mamilos, desceu mais um pouco beijou minha barriga, depois minhas virilhas e colocou meu pau em sua boca, embora ele ainda estivesse em repouso. Fez-me um oral tão gostoso que em pouco tempo já estava pronto para outra batalha. Ela tirou meu pau da boca e começou a esfregar sua boceta em minha coxa e logo em seguida sentou sobre minha pélvis e com uma das mãos, posicionou meu pau na portinha de sua boceta, foi sentando devagar e eu sentindo aquela boceta suculenta e quente engolido até o fim, quando encostou sua bunda na minha pélvis.  Ela começou um sobe e desce, enquanto eu apertava aqueles peitos pequenos e durinhos, isso me dava mais tesão, ter uma mulher jovem, bonita e com tanto tesão por mim, estava me fazendo bem demais. Aumentou a velocidade da cavalgada e gemia alto, desceu todo o corpo, deixando meu pau tocando em seu útero e começou a rebolar anunciando mais um gozo, colando seu peito ao meu peito e me beijando a boca para abafar os gritos. Realmente a Tônia estava carente e segundo me falou depois, teve orgasmos múltiplos, enquanto eu demorava gozar de novo.

Mudamos de posição diversas vezes até deixá-la de quatro e penetrar-lhe com o mesmo vigor que na primeira vez, já que até então estávamos transando deitados, puder economizar as energias, enfiava em sua boceta até o fundo, ela rebolava e eu enfiava com força, no que ela respondia com gritos, continuava gozando e eu ainda nem estava perto, foi quando pedi-lhe para que me chupasse e ela o fez e que chupada, não resisti muito tempo e falei que iria gozar, e ela para minha surpresa, continuou chupando, fazendo com que enchesse sua boca com meu esperma.
    Que gozada deliciosa, ela sorveu tudo e sentia prazer, pois me olhava com uma carinha mais linda do mundo. Ela estava se entregando sem pudor nenhum, ou talvez libertando a fêmea que sempre foi e que estava reprimida por conta da situação de seu matrimônio. Nos banhamos juntos e dormimos agarradinhos. Este é o início da história de um relacionamento que tem aberto novas fronteiras do sexo para mim e para ela. Descobrimos que nossa cumplicidade pode nos levar para experiências maravilhosas em relação ao sexo, então tentei comer o seu cuzinho, mas esse ela não deixou de jeito nenhum, dizia que não era certo que não deixaria e se eu insistisse ela ia ficar chateada coisa e tal, claro eu já estava exausto então  desfalecidos depois de uma noite de sexo ardente ao lado duma mulher muito gostosa e maravilhos adormecemos abraçados.....    de manhã pedi que trouxessem café na cama quiz surprende-la, ela adorou.

No sabado depois que terminou nosso compromisso com a inauguração, fomos conhecer a cidade juntos, andamos a tarde toda de taxi pra lá e pra cá abraçados como dois namorados foi maravilhoso, jantamos juntos fomos dançar num lugar que indicaram a nós e quando chegou a noite lá estavamos nós novamente repetindo tudo da noite anterior.

aapesar de eu ser casado e ela tambem a gente curtiu juntos muitas outras vezes até que fui transferido para a matriz outro estado, mas de vez em quando ela vai até a matriz pra resolver uma coisa ou outra a gente se encontra e vamos para um motel.


==========================================================================



by   http://contoseroticossensuais.blogspot.com/

TRAINDO O MARIDO COM UM COLEGA DO TRABALHO

A PRIMEIRA VEZ DE UMA MULHER CASADA

Sou casada, hoje tenho mais de 35 anos e  trabalho como relações publicas e aconteceu comigo foi ha alguns anos com um colega de trabalho,Tudo começou quando consegui um emprego em determinada empresa cujo nome não importa nesse momento, e esse colega foi o encarregado de me ensinar a função que não era dificil mas  ele era todo atencioso talvez por eu ser mulher, só que não sou tão atraente assim, sou branquela  mas, tenho um corpo bonito apesar de, não ser assim tão magra,  mas sei que sou  bastante admirada pelos homens quando passam acho que é porque sempre usava roupas muito discretas e salto, aço questão de passar uma imagem séria mesmo porque já não era nenhuma jovenzinha . E por essa imagem de mulher séria quem me olha jamais imaginaria que eu um dia seria capaz sair com outro homem que não meu marido… Na verdade, explicitamente nunca tive essa intenção e Nunca tive fantasias a esse respeito também  mas um dia acabou acontecendo com um amigo de trabalho.

Esse meu amigo o Jéferson  que trabalhava na mesma empresa na área de vendas externas, normalmente ele passava a manhã no escritório fazendo relatórios e a tarde saia visitar clientes ele fisicamente não tinha de especial,  alias era um cara pra lá de comum, nem bonito nem feio, até um pouquinho acima do peso. Como trabalhamos quase juntos ele prestava contas das suas vendas e relatórios pra mim, isso durante o tempo que trabalhamos juntos, depois ele foi transferido para outra filial, e nesse tempo desenvolvemos uma amizade gostosa sempre que podíamos saiamos pra almoçar juntos e isso era quase todos os dias, e acabamos por nos conhecer melhor desenvolvemos uma amizade legal viramos uma especie de confidentes de forma que eu sabia de suas ex namoradas e que não estava namorando naquele momento.

Eu também contava um pouco da minha vida conjugal eu acabava me abrindo pouco sobre mim principalmente porque eu não andava muito bem e na  minha relação com meu marido as vezes quando eu discutia em casa ele acabava ouvindo-me e ele era sempre gentil comigo mesmo quando eu não estava legal ou estava de TPM ou coisa do gênero. ele sempre me trazia um cafezinho, ou um bombom pra agradar-me

Então notei que ele começou a olhar-me de forma diferente, e a estar sempre mais prestativo que de costume e quando eu precisava de algo ele procurava sempre estar por perto, mas nunca se insinuou assim eu  achava que era impressão minha e que não era nada e ficava na minha, mesmo porque  eu era casada e ele sempre respeitou essa minha condição.

Apesar de ele sempre me respeitar me oferecia carona no fim do expediente, eu recusava dizendo que era meio fora de mão pra ele, mas ele respondia nem tanto, não me custa desviar a rota em uns 3 ou 4 kms. e te deixar em casa, devido a insistência dele as vezes quando eu me atrasava um pouco eu aceitava mas sempre pedia pra ele parar uns dois quarteirões antes não gostaria que alguém conhecido me visse descendo dum carro de um estranho, e assim foi sempre que eu precisava lá estava ele bem prestativo.

Conforme foi passando os meses virou quase uma rotina  pegar carona com ele só quando ele tinha algum compromisso que falhava a carona e com isso então fomos ficando cada vez mais  íntimos e confidentes a ponto de conversarmos abertamente sobre tudo, ele me contava de mulheres que ele tinha saido do que gostava o que não gostava na cama  e coisas assim,  e eu um dia acabei confidenciando que meu casamento embora tivesse um bom relacionamento com meu marido na área familiar a sexual tinha caido numa rotina e que não era a mesma coisa de quando recém casados talvez por conta dos filhos, enfim apesar das nossas conversas girar em torno desse assunto nunca o Jéferson fez alguma brincadeira ou gracinha no sentido de me cantar sempre nos respeitamos mutuamente  existia uma amizade e porque não dizer afinidade muito grande entre nós.
Numa dia que choveu a tarde toda dai eu perguntei a ele se naquele dia a carona estava de pé, ele falou claro que sim e na volta pra casa estava um transito infernal e justo naquela hora resolveu aumentar a chuva de forma que não se conseguia ver muito a frente, então  ele sugeriu que parássemos um pouco para  evitar algum acidente maior até que a chuva diminuisse ou passasse, eu falei que por mim tudo bem,  então ele saiu da rua principal e paramos numa que achamos lugar pra estacionar, os vidros todos estavam embaçados, paramos e continuamos a conversar, pois o transito estava todo parado mesmo.

Como estavamos parados ele tirou a mão do volante e virou-se pra mim enquanto conversavamos ele começou a passar a mão suavemente acariciando meu cabelo que não era muito comprido mas estava caindo na testa, ele acomodava as minhas mechas por traz da orelha e seu dedo acariciava sutilmente a minha orelha causando com isso uma sensação gostosa,

Comecei achar excitantemente perigosa aquela situação ali naqueles momentos ali sozinha com ele, só que achei que não havia perigo e que era uma forma de  carinho inocente pois eramos bons colegas e ele sempre me tratou com muito respeito e sempre foi muito gentil, que achei até  normal aquela demonstração de carinho como a chuva não parava continuamos conversando, nisso ele calou-se e silenciosamente  passava a mão em minha nuca por baixo dos cabelos fazendo uma leve pressão muito gostosa por sinal,  ao mesmo tempo que me incomodava o fato de eu estar gostando da caricia de outro homem.

Então pela primeira vez desde que nos conhecemos ele falou baixinho quase sussurando, Claudinha vc sabia que é uma mulher muito atraente e de uma beleza singular ..m e mcompletou seu  meu marido tem muita sorte em ter voce como mulher como eu o invejo, ... meus pensamentos ficaram desconcertados na hora e comecei a ter uma  estranha, sensação de excitação com  aquele elogio que  me despertou na hora, não exatamente por ele mas pelo pensamento da possibilidade de ter  outro homem que nao meu marido tão proximo de mim com suas mãos me tocando e me desejando.

Depois desse elogio ele  abraçou-me e puxou-me um pouco mais para perto de si  fazendo minha cabeça apoiar em seu peito e seus braços envolveram-me num abraço gostoso eu não me reconheci porque naquele momento  não sei porque eu não ofereci nenhuma resistencia então ele aproximou-se e com  seus labios beijou meu pescoço suavemente, e eu me arrepiei na hora, e é claro que ele tambem percebeu e aproveitou da situação pra beijar meus labios tambem, naquele momento ali, naquela situação só nós dois no carro, a chuva ainda caía fina la fora, na verdade fiquei sem ação não sabia o que fazer, fiquei surpresa mas acabei cedendo aos encantos daquele beijo, nossos labios colaram-se não mais que uns 5  segundos mas parecia uma eternidade pra mim.
percebendo a situação eu me afastei, ficamos os dois meio que sem jeito, eu mais que ele e a chuva continuava lá fora não tinha niguem transitando na rua a pé, só de carro mas todos os carros estavam muito embaçados ninguem conseguia ver dentro de outro carro nem que quizesse, ficamos em silencio por alguns momentos a chuva continuava estavamos anonimos ali, e esse anonimato aparente de repente favoreceu pra que outros beijos acontecessem, ele continuava com sua mão em meu cabelo e as caricias em minha nuca, tentei tirar sua mão dali mas ele foi insitente e puxou-me novamente pra si, dessa vez beijou-me de lingua eu acabei retribuindo e  acabamos nos beijando ardentemente, aquela situação ali era muito excitante de repente eu já não era mais nenhuma adolescente mas estava me sentindo como uma quando o namorado lhe beija pela primeira vez, estavamos nós dois namorando gostosamente naquele momento

. Entre um beijo e outro estavamos em transe, ele colocou a mão por baixo da minha blusa e tocou minha pele, acariciava minhas costas e habilmente soltou os fechos do soutiem e começou a acariciar meus seios (que ja estavam duros ) eu comecei a gemer baixinho, a falar no ouvido dele que estavamos loucos que deviamos parar,mas ele me beijava com mais impeto, estava deliciosamente excitante aqueles momentos ficamos ali uns 15 minutos nessas caricias, até que ele pegou minha mão direita e colocou sobre seu membro sob a calça, então eu retribui as caricias que ele fazia em meus seios eu apertava seu membro sob as calças e o segurei  comecei a massagear por cima da calça, então ele sussurou Claudinha eu te desejo como nenhum homem jamais a desejou, quero fazer amor com voce vamos a um motel!!! ...Foi quando caiu a ficha e tomei a decisão de parar antes que fossemos  alem porue no fundo eu tambem estava excitadissima.

Falei pra ele que estava tarde que me levasse logo senão ia chegar muito tarde em casa, que provavelmente o marido e os filhos já estavam me esperando etc e tal arranjei todas as desculpas possiveis e ele como um cavalheiro pediu desculpas pela ousadia....eu já esperava essa atitude dele pela nossa amizade, ele novamente falou que o  desculpe e completou....é que alem da nossa amizade vc é uma mulher muito atraente, e eu não me controlei me perdoa, e não disse mais nada, após o que e continuamos o resto do trajeto quase calados e até ficamos alguns dias sem nos falar-mos.



Quando cheguei em casa meu marido já tinha chegado perguntou porque eu atrasei-me respondi que era por causa da chuva e do transito, e a conversa ficou por ai mesmo então  tomei um banho porque confesso que minha calcinha tinha ficado manchada com meus liquidos devido ao acontecido naquele final de tarde o resto da noite foi normal  como outras tantas apenas eu e meus pensamentos não estava muito tranquila parecia que todos que me olhava desconfiava de algo... coisa da minha cabeça... fiquei pensando naquela cena que apesar de ser proibida pra mim tinha me excitado e eu tinha gostado de ter sido desejada por outro homem... aquela  experiencia do beijo e dos amassos no carro foi inesquecivel  era coisa pra se guardar na memoria junto com as lembranças mais gostosas, e eu toda acesa  ao me deitar procurei meu marido  e imagiava que aquela noite a gente faria amor feito animais, pelo menos eu estava no clima pra isso e transamos ... mais foi mais uma daquelas nossas rapidinhas rotineiras e  foi habituais  sem que as estrelas brilhassem mais forte sem aquele brilho que eu tinha visto com apenas um beijo, sinceramente naquela noite eu fiquei meio que decepcionada com meu marido, eu toda acesa querendo que meu marido tomasse a iniciativa e fizesse pelo menos alguns daqueles carinhos que eu tinha recebido naquela tarde e por mais que eu me esforçasse em caricias e tentasse algo novo meu marido gozou acbou adormecendo.. e eu estava ainda excitada, tanto que disfarcei fui ao banheiro e me masturbei pensando nele

Depois disso passei algum tempo o evitando o Jeferson ate que um dia ele me mandou um e-mail   novamente se desculpando dizendo que eramos adultos e o que tinha acontecido era consequencia de que estavamos tão proximos um do outro e foi natural essa atração coisa e tal,alem  da amizade que nos unia e que ele não queria que continuassemos com o silencio, e nesse e-mail ele me propôs que almoçassemos juntos quebrarmos aquele silencio e  pra selarmos a amizade  eu respondi o e-mail que concordava com ele e que poderiamos almoçar no dia seguinte já que para o dia eu já tinha compromisso para o horario, então  naquela tarde ele aproximou-se de minha mesa e trouxe-me um cafezinho como ele fazia antes pra quebrar o gelo.

A partir desse dia voltamos a almoçar juntos como antes afinal eramos adultos só estavamos nos evitando por força da situação que tinha acontecido pra não estragar a amizade entre nós, dai por diante começamos a conversar de novo, e tudo voltou ao normal, numa dessas caronas de nossas voltas pra casa desabafei que tinha discutido com o marido, eram coisas banais mas que estava ficando constante essas nossas discussões isso tava me desgastando.

Jeferson como sempre um bom ouvinte me confortava e como noutro dia  novamente colocou a mão na minha nuca me fazendo uma massagenzinha e disse, relaxa o que voce precisa é ignorar a vida e seguir  em frente e sempre me animava, ele me deixou no lugar de sempre nos despedimos e ao inves do tradicional beijo no rosto como sempre ele na hora do beijo virou seu rosto e beijou meus labios de leve disse essa é bitoca pra vc se acalmar, eu ri e como era só uma bitoca e nos despedimos.

A semana transcorreu normalmente quando chegou a sexta feira eu iria trabalhar so a parte da manhã porque na parte da tarde eu pedi dispensa para resolver alguns assuntos particulares meus, como eu era uma funcionária exemplar e eu tinha algumas regalias, entre elas de sair durante o expediente quando precisasse de resolver assuntos da empresa ou mesmo pessoal meu, não tinha que dar muitas satisfações a ninguem.

Na manhã seguinte ele me mandou um recadinho pelo MSN,
-e dai tudo bem com voce,
-respondi que sim,
- e dai acertou-se com seu marido,
-eu respondi mais ou menos,
- vamos almoçar juntos hoje, quro te fazer uma surpresa
-  claro pode ser no lugar de sempre?
-  Eu escolho o lugar, faz parte da surpresa??
-  Falei surpresa é??? E qual é a surpresa?
-  Se eu falar deixa de ser surpresa.... então vamos?
-  Sim vamos, será que vou gostar da surpresa?
   como chegou gente perto da minha mesa a conversa foi interrompida
Na hora do almoço quando saimos e ao invez de irmos nos restaurantes por perto da empresa que estavamos acostumados a ir, ele pegou o carro e começou a se afastar bastante de onde estavamnos e eu perguntei, onde vamos, ele disse não falei que seria uma surpresa, hoje quero te levar pra almoçar era em uma churrascaria e as churrascarias eram bem mais longe e durante o trajeto ele colocou a mão sobre minha coxa e começou a acariciar de leve, logo fiquei inquieta porque veio em minha mente de novo aquela sensaçao vivida ha uns dias atras e fiquei apavorada só com a ideia, mas durante o trajeto não passou disso finalmente chegamos a churrascaria e almoçamos tranquilamente  conversando sobre tudo como sempre fizemos, falei pra ele que não trabalharia a tarde porque tinha alguns assuntos a resolver.
Talvez por ele saber que eu não iria pro escritorio na volta notei que ele tomou um caminho alternativo, e depois de algum tempo ele puxou o assunto sobre aquele dia começou a perguntar sobre o que eu senti naquele dia, se eu havia gostado, e eu respondi que foi uma experiencia nova que de certa forma gostei, porem não iria se repetir .. ele ficou calado, continuou dirigindo devagar até que  subtamente parou o carro,  olhou pra mim sem cerimonias pediu que o beijasse pela ultima vez, na verdade quase implorando eu disse que não, que eu era casada e a vez anterior já tinha sido um erro, então ele disse que era  pra ele ter uma lembrança gostosa de mim e prometeu que seria nosso segredo porque depois ele nunca mais  falaria mais no assunto.

Eu recusei varias vezes mas por sua insistencia acabei por ceder e ainda complementei que seria apenas um beijo mas no meu intimo correndo o risco e sabendo que poderia se repetir tudo então ele ele se aproximou delicadamente colocou a mão sob minha nuca e me puxou para si novamente e beijou só que eu relutei em retribuir apenas colei os labios e me deixei beijar... ele sussurou mas que beijo mais sem emoção mais mecanico gostaria de um beijo como na ultima vez ... , já que vai ser pra ficar na  lembrança,  fechei os olhos sem dizer nada ele entendeu como um sim  no que  ele colou novamente os labios entre os meus e dessa vez e sua lingua invadiu minha boca messe momento eu num misto de consciencia pesada e excitação, acabamos por trocar  um beijo intenso, depois tentei me desvencilhar mas ele segurando em minha nuca se recusava a terminar aquele beijo, lembrando da vez anterior que nos beijamos e eu gostei, a partir dai eu tambem não fiz muito esforço pra me desvencilhar e   os beijos foram ficando ainda mais intensos só que dessa vez ele foi mais moderado não tocou meu corpo nem meus seios com suas mãos, mesmo porque era de dia..

Apesar de eu estar excitada em meus pensamentos inocentes eu estava era gostando daquela  situação e daquela sacanagem quase colegial foi então que  falei pra ele que parasse porque que minha roupa estava amassando que a tarde eu ainda tinha que trabalhar então pra minha surpresa ele falou que tinhamos uma hora e meia ainda antes do expediente da tarde e que poderiamos ir  a um lugar mais reservado e era  perigoso ficar ali na rua, etc. 
Eu falei é melhor irmos embora me leva até o shoping preciso fazer umas compras, ele falou eu preferiria te levar a um motel, na hora minhas pernas tremeu, meu coração disparou relutei disse instintivamente disse não, mas ele insistiu e completou que eramos adultos e principalmente amigos e nada aconteceria se eu  não  quizesse e por  semos ambos casados era mais seguro e ficariamos mais tranquilos num lugar reservado…não falei nada na hora, e por ser tao meu amigo que eu nao me imaginava transando com ele, falei me leva pro shoping não insita foi só um beijo e  seria ultima vez e depois esqueceriamos que eramos apenas amigos,  ele respondeu tá certo mas  temos a tarde toda pra que tanta pressa tá com medo de mim?
Fiquei quieta  eu não conseguia falar nada ele colocou o carro em movimento pensei que ele ia me deixar onde pedi notei que tomou um caminho diferente, quando dei por mim estavamos na portaria do Motel,

 quando  chegamos no motel, fiquei encabulada pela situação quiz desistir até peguei no volante do carro ele olhou pra mim e disse deixe de ser  boba, é muito  pior fazer escandalo aquina frente vai que alguem veja, melhor a gente entrar logo e  lá dentro resolvemos o que fazer,  fiquei quieta bixei a cabeça pensei comigo posso entrar mas não vou dar pra ele ele foi muito insolente , então  ele pegou a chave e entramos, eu estava numa situação delicada, ali no motel com um homem que não era meu marido eu estava com certa raiva dele por essa atitude, então entramos  sentamos na cama eu estava repreeenendo ele pela atitude que ele tinha tomado, conversamos por varios minutos eu tremia de medo e fiquei imaginando que a qualquer momento ele iria tomar a iniciativava e então o que eu faria,, não demorou muito ele me abraçou me deitou na cama contra minha vontade e não falou nada tentou me beijar novamente eu estava nervosa desviava a boca então ele começou a apalpar meus seios e falava em meu ouvido, ñão adianta resistir sei que voce tambem quer, hoje não vou sair daqui sem ter voce, e as caricias dele foram esquentando tentou enfiar  a mão por baixo da minha roupa  da minha calcinha e tocar-me.....  o ambiente já era outro então ele foi  carinhosamente  abrindo os botões e abriu minha blusa, passava mão pelo meu corpo suavemente elogiava minha pele dizia que era bem macia e gostosa de ser acariciada, novamente  colocou a mão embaixo da minha saia enfiou a mão por dentro da minha calcinha e percebeu que eu ja estava toda molhada, nesse momento eu já tinha entregado os pontos e  falei pra ele que minha blusa estava amassando que eu tinha que ir ao shoping depois, então ele gentilmente comecou a tirar a minha blusa,  e a beijar meu pescoço, e eu a esta altura ja estava toda entregue a aquele homem.

Depois de tirar  blusa, meu sutiã e começou  lamber-me por inteiro,  começou pelos bicos dos meus seios passava a lingua por volta dos bicos na aureola, lambia eles debaixo acima de uma maneira delicada que só aumentava minha excitação, eu tentava falar-lhe  a todo momento que nao passariamos daquilo, mas ele continuava nas caricias cada vez mais ousadas e eu baixava as resistencias


       cada vez que eu resistia ele acariciava-me com a lingua chupando meus seios de uma maneira tao maravilhosa que eu tremia de tesão, até que ele retirou a minha saia fiquei só de calcinhas e soutiem até que ele  retirou minha calcinha tambem nem ofereci resistencia e começou a lamber minha virilha depois meu clitoris de uma maneira que eu saí da orbita que eu nem vi que ele já  tinha tirado a calça e a cueca tambem, já não adiantava mais tentar resistir  eu já estava totalmente entregue aquele homem que não era meu marido. Eu ficava maluca principalmente quando ele chupava meu clitoris e ja tinha gozado, mas eu achava que ele ainda estava vestido que eu nem vi que ele tinha tirado a calça e a cueca tambem, não adiantava mais protestar eu já estava totalmente entregue. principalmente, ele me proporcionava um prazer como jamais eu tinha experimentado, e eu imaginava que em poucos momentos ele estaria dentro de mim, era um misto de excitação e medo, mas ali nós dois não tinha mais volta, nem ele pararia nem eu queria que parasse.
Ele começou novamente com sua lingua quente e veio vindo pra cima de mim, me lambendo da virilha até o meu pescoço e se  e habilmente posicionou-se  em cima de mim de forma tal que meus  pés ficassem sobre seus ombros e eu ficasse na posiçao de frango assado nessa posição eu toda encolhida como uma contorcionista  ele começou a chupar meu pescoço eu senti o seu membro encostando  e entrando na minha gruta, eu tomei um susto, instintivamente tentei recuar, mas ja era tarde, ele me segurou pelos ombros, chupou meu pescoço, e comecou a me penetrar vigarosamente, deliciosamente, eu sentia cada centimetro membro até então desconhecido entrar todo dentro de mim, sentia cada estocada então finalmente me entreguei totalmente e  comecei a gemerde prazer, claro que não demorou muito pra eu gozar.

Na minha cabeça só o fato de estar sendo penetrada por outro homem era o afrodisiaco que eu precisava e  era como eu estivesse delirando num sonho daqueles que a gente não quer acordar. Minha excitação era tamanha, a adrenalina aflorava em mim pela situação proibida tanto que quando dei por mim que estava realmente transando e  não era sonho, como não havia volta e eu nao podia fazer mais nada só me restou aproveitar da situação e me entregar interia para aquele homem proibido,
comecei a apertar a bunda dele, fazendo que eu comandasse os movimentos da penetração. Logo invertemos de posiçao e pude ver aquele membro pela primeira vez… peguei-a com muito carinho e fui sentando em cima dela até sentir seus pentelhos roçando na minha bunda, comecei a rebolar, ir pra frente e pra tras até ver a cara de satisfaçao dele.

Então ele me colocou de quatro e comecou a meter vigorosamente na minha gruta, e eu ja estava gozando de novo, ele me segurava pela cintura enquanto enfiava aquele membro gostoso , quando ele estava para gozar ele perguntou se podia gozar dentro de mim e falei que pra não corrermos risco de eu ficar gravida melhor não então  ele tirou pra fora e gozou na minha bunda, onde pude sentir seu liquido quente escorrendo em mim. Nos recompomos, e eu ja estava totalmente descontraida, quando fomos tomar banho de banheira, ficamos nos tocando e eu pude brincar com aquele membro que me deu tanto tesao a minutos atras, ele sentou na bera da banheira e eu fiquei dentro d’aqua apoiada no meio de sua pernas olhando para aquele membro já apontada na minha direçao, ele pediu pra eu chupa-lo então comecei a chupar, passava a lingua desde as bolas a cabeça daquela  circulando sua glande, quando percebi que ele poderia estar pra gozar novamente eu parei e sugeri que voltassemos pra cama, mas ele falou agora é sua vez.

         Ele  começou a lamber minha boceta, passando a lingua no meu cuzinho, eu me contorcia toda e logo senti aquela rola deliciosa na minha gruta  novamente… quando eu estava praticamente gozando de novo, ele perguntou se eu ja tinha feito sexo anal, eu disse já tinha tentado mas nao gostava por isso nunca tinha permitido meu marido ir fundo  entao ele falou que eu iria me surpreender meio acabrunhada deixei ele tomar conta da situação, logo senti que ele pegou um gel que tinha ali a disposição pra essa pratica ele lubrificou bem até que senti uma pressão no meu cuzinho e ele se abrindo para receber aquele intruso bem devagar e com jeitinho …  que eu eu nao sentindo dor apenas uma dor bem suave mas quando a cabeça passou peloo meu  anel anal dei um pulo pra frente com a dor que causou mas dai pra frente ele foi com muito cuidado  pelo contrario, me senti completa sendo possuida por aquele homem, ele fazia movimentos leves, me fazendo ter um gozo anal coisa que eu hamais imaginei fozar assim um dia  Eu nunca havia sentido isso. De repente ele começou a urrar de prazer tambem e eu senti aquele gozo quente dentro do meu traseiro confesso foi uma experiencia inesquecivel.

Depois de tudo tomamos banho, nos arrumamos e fomos tratar dos nossos assuntos já que a tarde tinha ficado curta, depois disso no trabalho agíamos  como se nada tivesse acontecido. Depois disso claro que acabamos saimos mais agumas vezes até ele ser transferido para outra filial. Meu marido nunca soube de nada e até hoje, e  vivo muito bem com ele, e de vez em quando quando transamos fico me lembrando dessa aventura gostosa e por que nao, segura.  A primeira transa a gente nunca esquece seja ela boa ou ruim.... e se foi boa então fica na mente e recordar é muito bom.

==================================================================================================================================================

MINHA PRIMEIRA VEZ ANAL FOI EM UMA SURUBA

O conto que passo a relatar aconteceu quando eu já tinha 23 anos, me chamo Fernanda,(nome fictício) sou loira natural de origem italiana, sou bem alta considerando os padrões, com 1,78m, 80 kilos, olhos verdes e cabelos um pouco abaixo dos ombros, e a maioria dos rapazes apesar de me acharem atraente até tem certo receio de aproximar-se de mim devido a minha estatura, alta e um corpo proporcional a minha altura, apesar de eu ser bem feminina.

Não sou nenhuma menina toda recatada, perdi minha virgindade aos 14 anos com um namoradinho do segundo grau, mais por pressão das colegas mais ou menos da mesma idade que eu e que já não eram virgem e viviam tirando sarro de mim, então por esse motivo acabei me entregando ao meu antigo namoradinho, coisa de colégio que durou apenas o tempo   em que estudávamos juntos, e depois veio outros namorados com os quais transei também, eu gostava de sexo, mas sempre fui instruída nessa matéria  e muito cuidadosa pra não engravidar, eu andava com anticoncepcionais na bolsa já aos meus 16 anos.

E na época do fato aqui narrado eu estava sem namorado,  trabalhava numa empresa de telemarketing, onde havia tantos funcionários que a gente nem conhecia todos, mas ao lado da minha mesa trabalhava um rapaz bem atraente chamado Roberto, gente fina, pelo qual me encantei, o único problema é que ele á tinha namorada só que eu notei que ele também olhava para mim de uma maneira interessada com  um olhar guloso, como quem dizia que também me desejava, durante nossos intervalos pra descanso, pra lanche ou almoço, era que a gente tinha chance de conversar um pouco, confesso que meu tesão por ele foi crescendo, até que num fim de semana haveria uma conferencia  de atualização em tele-marketing para todos os funcionários que quisessem participar, e esse evento seria num hotel fazenda bem próximo da nossa cidade. 

Interessada falei pro Roberto que eu estava pensando em me inscrever, aproveitei e perguntei  se ele também iria participar, quando ele respondeu que sim percebi que o caminho estava se abrindo pra mim, percebi que esta era uma boa oportunidade para aproveitar e saciar o meu tesão por ele, e claro que me inscrevi imediatamente, foram longas duas semanas de ansiedade até que chegou a tão esperada data da conferencia, fomos para o hotel na sexta-feira a noite, chegando lá cada um recebeu um folder com a programação do fim de semana,  eu fiquei num quarto com uma colega ao passo que ele  com outros rapazes, claro havia separação por sexo, e quando fui dormir na sexta feira adormeci pensando nele, e o horizonte que eu vislumbrava. 

No sábado logo cedo tomamos o café e nos dirigimos ao salão da conferencia tornei a dar uma olhada na programação das atividades notei que havia certos intervalos bem longos entre uma atividade e outra, devido a eu e o Roberto trabalharmos em mesas próximas foi natural que ficássemos bem próximos no auditório,  e eu procurava sempre estar próxima a ele que apesar de ter apenas 22 anos era uma pessoa agradavel de se conversar, e assim se passou o sábado inteiro e as atividades findariam no domingo na hora do almoço,  eu resolvi que se eu quisesse algo com ele eu que teria que tomar a atitude mais ousada para não perder aquela oportunidade, talvez unica. 
Então quando todos se dirigiam para o auditório, quando a gente assinava a lista de presença, segurei o Roberto pelo braço e falei, vamos sair daqui, ele não entendeu nada peguei na mão dele e levei-o para o meu quarto, chegando lá disse-lhe aqui a brincadeira fica mais interessante, ele perguntou que tipo de brincadeira faremos, no que eu respondi,  “Estou doida para transar contigo”, ele nem falou nada foi logo tirando a minha blusa e a mamar em meus peitos, ora noutro, mordiscando e lambendo meus mamilos. Eu fiquei maluca de tesão, “me deixa eu te chupar”, ele imediatamente baixou a bermuda, deixando a mostra aquela pica dura ali na minha frente, eu abaixei-me e comecei a mamar bem devagar, às vezes tirava da
boca e passava a língua em volta da cabeça do pau dele, para depois meter novamente na boca e voltar a mamar, a minha cabeça ia e vinha num movimento muito bom, aumentando o ritmo aos poucos, até que o Roberto não aguentou e disse, “tira o resto da roupa”.  obedeci, apoiei as minhas mãos na borda da cama e  ele veio por trás de mim agarrou na minha cintura e enfiou o pau lentamente na minha xana,... eu soltava gemidos baixinhos, delirando de tesão. 

De repente nós dois ali naquela posição a porta se abre,  para nossa surpresa apareceram a Maria, a minha colega de quarto com o Gustavo outros dois colega da nossa turma, ao ve-los tentamos nos recompor mas ela falou-me, continua o que estava fazendo, vamos fazer igual, e pra nossa segunda surpresa  ela começou a tirar a roupa toda e mandou que o Gustavo e o Renato, também tirasse.

A essa altura, o Roberto já tinha voltado ao trabalho bombando forte sua pica na mina xota,  eu nunca havia vivido algo parecido mas estava adorando, enquanto eu fodia com o Roberto admirava com tesão  a cena que eu estava presenciando. A Maria é muito bonita, com cabelos bem pretos e curtos, era mais baixa que eu devia ter uns 1,65m de altura, e uma bundinha perfeita redondinha que dava até inveja, enquanto o Roberto me fodia fiquei mais impressionada quando o Gustavo se despiu, eu não acreditava no que via, ele tinha um cacete enorme, grande e grosso, do qual eu só havi visto antes em filmes pornôs, 
A Maria  tratou de abocanhar aquele cacete o máximo que ela podia, querendo colocar tudo aquilo na boca não conseguia, mas prosseguia lambendo e chupando a cabeça o quanto podia, e o Renato ia pincelando a pica dele na bunda da Maria nisto o Roberto 
tirou o pau da minha xota e disse, “Chupa a minha pica Fernanda,”, "Chupa pra sentir o teu gostinho, referindo-se aos meus liquidos", e eu sem pudores fazia o maior boquete, e olhava ao mesmo tempo para a mamada da Maria no Gustavo me dava mais água na boca ainda, ao ver o tamanho descomunal que mal cabia na boca, fiquei imaginando como seria um pau daquele dentro da buceta, de repente a Maria parou de mamar deitou-se na outra cama de solteiro que havia no quarto puxou o Gustavo pra cima ela e disse, vem amor, me fode gostoso, e ele imediatamente posicionou o caralho dela e socou forte, a Maria deu um gritinho de prazer e começou a rebolar.

Meu parceiro vendo aquela cena me posicionou também para me foder da mesma forma, estava muito gostoso eles fodendo ao lado dois casais no mesmo quarto parecia que deixava ainda mais excitante a situação, estávamos os dois casais fodendo gostoso quando a maria me surpreendeu dizendo ao parceiro dela assim... “Gustavo agora quero que voce me foda atrás”, e virou seu lindo cu para o Gustavo,  ela fez como eu já
tinha feito, ajoelhou-se na borda da cama com a bunda pra cima, e deitada de bruços chamou o o Gustavo que veio por trás deu uma cuspida no cu da Maria e devagarinho foi socando o pau dele pra dentro sem muita pressa, a Maria rebolava, enquanto eu chupava o pau do Roberto, enquanto o Gustavo ia espetando aquela vara enorme no cu dela, que gemendo e dizia que bom, oh!!! e outros gemidos sem nexo, ele  foi enfiando o caralho devagar, até que desapareceu dentro do cu dela. A puta da Maria não tinha conseguido engolir o pau do Gustavo pela boca mas  ela engoliu ele todo com o cu, fiquei só imaginando como ela conseguia aquela proeza, ele num vaivém, tirava quase tudo e metia bem fundo de novo e a Puta da Maria quase gritando implorava, “mais forte, mais forte!”. enquanto eu e o Roberto metíamos numa comportada situação de papai e mamãe, 

O Roberto vendo aquela cena  me disse para ficar de 4, e eu obedeci, até que senti a ponta do pau dele forçando a entrada do meu cuzinho e eu disse, “no cu não!”, e ele disse, “mas eu quero o teu cu.”, Eu respondi, “no cu nunca fiz e não vou fazer, nunca dei o meu cu.”, ‘Está bem”, disse ele. Então ele enfiou com raiva o pau na minha xota, comendo-me  e olhando para o casal. Depois de algum tempo acho que o Renato gozou porque tirou o pau do cu da Maria e foi até o banheiro, ela exausta descansava na mesma posição com o cu  virado para o  lado que a gente estava, proporcionando uma vista tentadora para o Roberto, que estava a olhar e não perdeu tempo, tirou o pau da minha xota que não quiz dar o rabo pra ele, e sem falar nada enfiou no rabo da Maria que estava ali se oferecendo, a partir desse momento virou uma suruba porque ela não reagiu, nem reclamou por ser outro homem, parecia que  estava adorando ser fodida pelo meu homem.
O Gustavo que nesse momento tinha retornado do banheiro veio pro meu lado me deu um beijo na boca, me empurrou pra cama veio por cima de mim se apossou de mim como dizendo se seu homem tá comendo minha mulher eu vou comer a mulher dele, na verdade eu estava tão excitada que nem esbocei reação nenhuma deixei rolar, qundo ele começou a me penetrar foi que senti o tamanho da vara dele, enorme eu jamais tinha transado com alguem com esses atributos, quando ele socou aquea vara toda dentro de mim tive que forçar o corpo dela pra fora porque senti muito dsconforto, mas logo me acostumei com o tamanho, eu fodia com o Gustavo enquanto o Roberto estava comendo o cu da Maria. que dizia  “Porra Foda-me! me fode com força !”, e ele enfiava com toda vontade .

Eu fiquei ali em sentindo diminuída apesar de estar fodendo com o Gustavo, quando ele terminou  vendo aquela cena e com certa inveja daquela puta, que estava possuindo os dois paus, decidi que aquilo não ia ficar assim pensei comigo se essa puta consegue eu também consigo, me coloquei de quatro chamei o Roberto e disse “Pode comer se é o que voce deseja, pode foder-me no cu que ainda é virgem.”  “mas vá devagar e com calma!” disse eu. Ele foi colocando lentamente, primeiro a cabeça, eu sentia cada
centímetro daquele caralho  invadindo o meu cuzinho virgem, forçando a entrada. Sentia muita dor e gemia baixinho, eu fiquei pensando como era que a Maria aguentava levar no cu com tanta facilidade o pau do Gustavo que era bem maior do que o pau do Roberto que estava a me possuir, eu estava até meio tonta, e algumas lágrimas escorriam dos meus olhos, mas depois de algumas estocadas o Roberto tinha socado todo seu pau na minha bunda eu até comecei a sentir prazer naquela situação, o meu rabo tinha sido inaugurado mesmo com a dor. Eu estava doidinha sentindo os golpes daquela pica dentro do meu cu, ele enfiava sem piedade, com movimentos vigorosos, indo até o fundo, eu sentia as suas bolas batendo e roçando minhas nádegas, eu fazia um esforço grande para aguentar mas a verdade é que eu estava gostando  e sentindo um prazer indescritível.

Eu gemia loucamente por causa daquele pau delicioso, quando então o Gustavo veio e disse Roberto vamos trocar, Renato”. quero comer o cu da Fernanda também, adoro um cuzinho quase virgem, Então o Roberto tirou o pau do meu cu e foi comer o cu da Maria novamente. o Gustavo disse-me “Agora vais ver, o que é uma pica de verdade no cu!”,  e começou a enfiar o pau no meu rabo.  primeiro  bem devagar, aue ´passaram a ficar mais rápidos  num entra e sai alucinante, o pau dele já deslizava mais facilmente porque o meu rabo já tinha sido alargado pelo caralho do Roberto.  ao mesmo tempo que eu via o Roberto e a Maria fodendo dava para ver a felicidade estampada na cara dela, parecia até uma ninfomaníaca, até que de repente ele tirou  o pau do rabo dela e jorrou uma golfada de porra em cima do cu e das costas dela.

O Gustavo continuava fodendo o meu cu e passados nem dois minutos depois do ele tirou a piça do meu cu e esporrou em cima de mim também. depois disso descansamos um pouco, nos lavamos e vestimos as roupas para nos juntar-nos aos outros, ao final da tarde  encerrou-se as atividades e  fui embora para casa com a bunda ardendo mas com a sensação do dever cumprido,aproveitem muito bem o fim-de-semana, transei com o cara que eu queria, apesar dele ter voltado pra namorada me saciei pelo menos por um fim de semana,  a Maria e o Gustavo estão namorando, que inveja tenho da Maria em ter aquele monumento a sua disposição.


.