sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

ELE NUNCA SOUBE QUE EU ERA CRENTE

Me chamo Luciana e conheci o Jaime um homem que era  puro mistério que me deixava curiosa, o conheci em um site de jogos, eu era uma patinha feia,  ele usava o nick de charmoso que me chamou a atenção, e assim que  começa minha historia, eu  sou casada, frequento uma igreja evangélica em meu bairro e meu marido trabalhava na mesma empresa a mais de 15 anos, e seu trabalho exigia que de vez em quando ele viajasse a trabalho. e eu  levava uma vida pacata normal e era uma mulher fiel boba e em matéria sexo eu era praticamente inexperiente, o que eu sabia era o que praticava em casa com meu marido, a mesma coisa sempre nada de inovações ou variações, preliminares, sexo oral, anal etc... e depois de 20 anos de casada minha vida em casa e sexual se tornou uma rotina sem graça, e as variações do sexo na cama eu só sabia de roda de fofocas com amigas desbocadas, e essas coisas pra mim só em minhas mais loucas fantasias porque em sâ consciência eu jamais teria coragem de trair meu marido, e meu marido não era criativo, sexo em casa só papai mamãe.


Tenho 43 anos já tenho um filho de 17 anos,  e foi ele quem me ensinou a entrar nesses sites de jogos e outros mais, e depois por conta propria fui descobrindo outras coisas mais  tipo sala de bate papo, e por eu ser curiosa até entrei em algumas bati papo com outros homens e normalmente eles ja vinham com aquela conversa mole me cantando, decepcionada com as salas de bate papo eu optei por não entrar mais, e comecei a brincar em sites de jogos on-line, e foi num desses sites  de jogos onde eu o conheci esse homem que me atraia bastante porque ele era um misto de cavalheiro e  de sacana embora ele nunca tivesse me cantado abertamente ele sempre brincava com as palavras de sentido duplo e era uma mistura que mexia comigo, só que ele era  casado 13 anos mais velho que eu  e fazia jus ao apelido que usava porque ele era muito charmoso ele era um homem maduro, experiente, e o tempo foi nos aproximando, sempre a gente conversava pelo skype, e já conversávamos abertamente sobre a vida conjugal, e a maioria das conversas girava em torno de sexo ou da falta dele, e não rara as vezes nossas conversas se tornavam picantes e provocativas ele me dizia que se fosse meu marido iria me ensinar tudo que eu  gostaria de aprender.

Eu tinha uma amiga que era da pá virada ela ia de vez em quando na mesma igreja que eu frequento, a gente acabou se tornando boas amigas, de vez em quando eu ia na casa dela ou ela vinha na minha, ela e o marido não tinham um bom relacionamento e vivia reclamando da falta de carinho do marido, da rotina etc... então  por confiar em mim ela certa vez me contou que já tinha saido com outro homem, na verdade não foi um só e sempre que a gente se conversava a sós me contava das aventuras dela o que foi me encorajando a tomar uma atitude que jamais pensei que teria coragem.

Mas voltando ao Jaime, nossas conversas sempre rendiam, e nem sempre eram picantes, até  um dia ele me perguntou qual a minha religião, e por causa da nossa liberdade nos assuntos picantes  fiquei com vergonha de dizer que era evangélica então eu respondi que ia de vez em quando na católica, era bem mais fácil porque com esta resposta a conversa sobre religião terminaria ali, mas a verdade é que  fiquei envergonhada de dizer que era crente devido ao teor picante de nossas conversas, e entre uma conversa e outra um dia fui eu que falei que eu tinha vontade de conhece-lo, até fiquei espantada com essa minha coragem e ele demonstrava essa vontade também, só que eu moro em S.Paulo capital e ele no Paraná, eram 400 kms de distancia nos separando, mas ele tinha certo receio e dizia mas de repente se a gente se encontrar e a quimica não bater??? Mas era eu que sempre o desafiava pra que ele viesse a S.Paulo me ver, e eu lhe dizia  que se ele viesse não iria se arrepender, e numa clara provocação lhe dizia que eu  tinha muito amor pra dar,  senti que ele ficava excitado quando eu falava assim, mas ele dizia que seria dificil devido a ser casado como explicaria em casa etc e tal, 

Mas o Jaime,  mexia comigo, e eu tinha a fantasia de transar com ele, então eu decidi que nem que fosse apenas uma só vez eu queria ve-lo e realizar minha fantasia de transar com ele, nas minhas fantasias eu queria ele na minha cama na minha casa, não sei porque mas essa ideia me excitava, e de tanto eu desafia-lo, um dia ele então me propôs que  em ve-lo ir ate a metade do caminho, assim poderíamos ir e voltar no mesmo dia, mas não marcamos nenhum dia apenas deixamos a ideia no ar, a partir daí nossas conversas ficaram muito mais quentes, pra disfarçar passávamos noites jogando por horas, e nossas fantasias sexuais afloraram, apesar de conversarmos sobre fantasias ele nunca quis fazer sexo virtual comigo o que me deixava indignada porque ele provocava de vez em quando, até de uma modo sacana, mas quando eu ficava acesa e queria um sexo mesmo que virtual ele se negava, mas mesmo assim tudo era muito gostoso e divertido, talvez por essa recusa de fazer sexo virtual eu ficava cada vez mais interessada em transar com ele no real, em nossas noites virtuais juntos ele me fazia esquecer a solidão e dizia quando voce vai vir me ver?? Mas ele sempre se fechava e fazia tudo pra eu desistir e me perguntava voce vai ter coragem de me encontrar, vi ter coragem de trair seu marido? Eu respondi que com ele eu teria sim.

E depois de noites após noites juntos acabamos achando um jeito, combinamos que dava pra gente se encontrar na metade do caminho, na cidade de Registro, são tres horas de carro tanto dum destino como do outro, assim se a gente saisse as 7,30  estaria as 10,30 lá, daria um bom tempo pra gente passar junto e ainda voltar antes que anoitecesse, ele sairia cedo de lá e eu daqui  nos encontraríamos mais ou menos na hora do almoço, a gente almoçaria junto mais a primeira vez não deu certo em cima da hora surgiu um imprevisto claro que eu não fiquei satisfeita, então combinamos que iriamos nos ver de qualquer forma na primeira chance que a gente tivesse e não demorou muito até desse certo de novo, e enquanto eu me dirigia  imaginei muitas coisas durante o trajeto, imaginei como
seria nosso encontro, se ele seria carinhoso como sempre foi ou na hora H seria um bruto, mas quando nos encontramos ele foi  um encanto de pessoa eu que antes de conhece-lo jamais imaginei uma situação semelhante,  em estar com um homem que não era meu marido, estacionei meu carro no páteo de um posto de gasolina e entrei no carro dele, e o estranho era que a nós dois bem comunicativos quando conversava pelo chat, pessoalmente eramos dois tímidos, nos faltava assunto, saimos dali e ele  depois de alguns kilometros ainda na estrada parou na beira da estrada e me abraçou puxando-me contra si me beijando, correspondi é claro, o carro dele era revestido com um filme escuro e de fora ninguem conseguia ver nada,  e enquanto a gente se beijava e foi logo tentando enfiar sua mao dentro de minha calça e logo  tentando me masturbar era muito gostoso sentir sua mão massageando meu clitoris e a outra correndo pelo meu corpo seu cheiro e sua pele ali e olho no olho era diferente do virtual,  aceitei seu beijo e cedi a todos os seus carinhos ele era carinhoso me beijava loucamente e corria suas mãos em meu corpo me deixava com tesão e eu estava louca para fazer um sexo gostoso como nunca tinha feito até então tinha feito. mas eu preocupada falei Jaime é melhor a gente ir para um Hotel ou Motel, ele concordou é claro que ali era arriscado, mesmo ninguém nos conhecendo, vai que passa alguma autoridade. 

Fomos ao motel que ficava perto do aeroporto da cidade, entramos abraçados como dois amantes, e o Jaime tinha as mesma vontades que eu e gostava de aventuras me disse  que tínhamos pouco tempo para ficar ali então tínhamos que aproveitar, nem preciso dizer que ambos desejávamos fazer um sexo bem  gostoso e isso não demorou a acontecer tal era nosso estado de excitação. 

Ele me tocava com carinho na  cama, ele me deitou ali e me chupava todinha  ele até trouxe um sache de leite condensado quee derramou sobre meu corpo, e depois passou sua lingua em meu corpo todo que tremia  ele me levou as alturas, depois disso  virou de costa e novamente derramou aquele leite sobre minha espinha dorsal, passava a lingua desde o pescoço até o  meu rego para depois de deitar de pau duro me mandar chupar, o que eu 
não me fiz de acanhada, realizando uma fantasia minha porque jamais eu tinha chupado alguem, cai de boca naquele pau gostoso, parecia um enorme sorvete e chupei gostoso,  em movimentos de vai e vem até que ele explodiu de gozo dentro da minha boca, não satisfeitos com essa preliminar nos viramos em um 69 onde eu chupava ele todo era muito gostoso pois era feito com muito carinho alem de ser diferente ate que seus carinhos  me levaram  a ferver de desejo meu corpo tremia de prazer,  fiquei com vontade enorme de sentir  aquele homem me penetrando, queria senti-lo  dentro de mim então pedi para ele  por seu cacete nervoso dentro de minha xana eu queria muito aquilo que eu ansiei por meses, eu queria sentir  todo aquele cacete  me penetrando, eu desejava aquelas  estocadas fortes em minha chana como meu marido já a tempos não fazia mais,  minha buceta latejava de tanto desejo,  eu queria muito tudo aquilo dentro de mim,  nesse momento dizia para ele que queria que ele me desse tapas na bunda, então ele batia com a mão espalmada, gente que homem ele fazia tudo certinho tudo que eu sempre desejei e fantasiei, as vezes ele dava tapas bem mais forte deixando  minhas nadegas vermelhas até ardia mas eu gostava, pedi para ele ir com mais calma não queria voltar marcada pra casa, foi quando ele se transformou e me disse, Luciana, que se foda seu marido, se ficar marcada vc inventa uma desculpa, apesar dessa parte com certa brutalidade eu adorei cada momento.

Ele  era um homem que  sabia me como me agradar enquanto  enfiava aquele cacete em minha buceta e ao mesmo tempo  falava ao meus ouvidos que tinha muito tesao por mim gostava de ver peladinha gostava de ver seu pau entrar e sair de dentro de mim, e fez uma coisa que inicialmente me chocou um pouco mas depois me soltei compreendi que era o calor do  momento quando ele começou a me chamar de Puta, de cadela, vaca e outros nomes chulos me entreguei e me perdi em prazer, esqueci que era casada, que tinha filho, marido, eu estava fazendo sexo com muito amor e carinho,  as coisas ia acontecendo e a cada carinho cada beijo ou cada estocada era muito gostoso e ele dava tapinhas em minha bunda enquanto estocava seu cacete em minha chana a adrenalina tomava conta de mim,  o tesão falava alto dentro e gozei gostoso ele  tbm gozou,

 A gente estava num quarto bonito cheio de espelhos e luzes depois dessa primeira sessão colocamos uma musica  ele encheu a hidro e fomos la tomar um banho para continuar  o que havíamos começado, com o corpo coberto por agua ele começou a me beijar e correr sua mão em meu corpo e disse-me, Lu, em nossas conversas vc me disse que nunca fez sexo anal, o que eu confirmei,  ele disse então vai ser eu a tirar a virgindade do seu cuzinho, mesmo com certo medo eu não conseguia negar nada a ele, até então nem meu esposo  havia me possuido assim, ele me levantou de pé inclinou-me fazendo que eu segurasse com as mãos as bordas da banheira de hidro e tentou me penetrar, reclamei porque estava doendo, alem do que na hidro estava bem desconfortavel, ele percebendo 
que estava desconfortavel pra ambos me levou para a cama onde ele me deixou ainda mais porque chupava minha chana meu grelho estava aflorado e com muito tesão pedi para ele me enfiar novamene aquele cacete gostoso, mas ele me disse tenha pressa  amor hoje eu vou fazer  vc mulher como nunca foi vc vai gostar disso. e me colocou de bruços mas penetrou -me na xana, e ao sentir seu cacete penetrando na minha xana num vai e vem entrando e saindo eu ia ao delirio com aquilo tudo, foi quando  ele segurou em meu quadril e  levantou minha bunda um pouco, lubrificou com um gel que ele havia trazido, eu ja antevia o que ia acontecer quando ele começou a acariciar meu cuzinho com um dedo, enfiando e tirando quando eu me acostumei ele enfiou o outro,  a principio foi um pouco desconfortável eu nao resisti deixei ele fazer o que ele quis mesmo porque quando eu  fui até ele a inteção era de  me doar toda para ele, e quando ele enfiou aquele cacete em meu cuzinho, apesar da dor  inicial eu tive  muito prazer gozei uma duas vezes porque enquanto ele comia meu cuzinho ele habilmente mexia  em meu  clitoris para eu pode gozar junto com ele que gozou gostoso dentro de mim, confesso adorei apesar de ser a minha primeira vez anal, ele fes tão gostoso que eu nunca vou esquecer aquele dia.

Apesar do tempo passar hoje  eu e ele não conversamos mais acabou mais eu digo que gostei daquele cabeçudo gostei e viver essa aventura com ele mesmo sendo virtual, adorei dar pra ele, adorei ser enrabada e posso dizer que foi a melhor coisa que eu fiz nesses ultimos meses e sinto muitas saudades porque depois dessa vez não nos vemos mais, acho que por ele ser casado tem medo de envolvimento, mas eu adoraria repetir tudo de novo.

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CRENTE E CARENTE



Existe tudo quanto é tipo de louco, e pra todo tipo de loucura existem pessoas que vão aderir essa pratica. O mesmo serve para gostos e atrações. Sendo assim, porque não existiria homens que são muito atraidos por irmãs evangelicas, mas quando digo evangelica, digo tipo Assembleiana, ou da Congregação dos glorias mesmo, daquelas que  mesmo em um frio de de inverno  continuam usando saia jeans,  que não cortam nem apara o cabeloe quando vão a praia tomam banho de short e camiseta.  percebi então  que alguns homens são realmente atraídos por esse tipo de mulher estou pra ver um homem que olhe uma mulher crente e não a deseje, e eu não sou diferente

Essa experiencia que vou relatar começou na internet, essa internet permite fazermos coisas que normalmente não faríamos, e até uma crente mesmo que por curiosidade acaba entrando em sites de jogo e depois de algum tempo a amizade torna-se mais solida e começa as intimidades que em condições normais não ocorreria no dia a dia, quando eu descobri a internet e comecei a navegar eu tinha uns 36 anos eu acho, todo arisco, não confiava em ninguém, mas mesmo assim através da internet eu tive a oportunidade de ter tido algumas experiencias fora do casamento, mesmo sendo casado as chances apareciam, mulheres que insatisfeitas com seus casamentos acabavam aceitando a ideia de uma nova experiencia extra conjugal,  mas eu sempre só sai com mulheres casadas por ser mais seguro justamente por serem casadas dificilmente iriam querer algo mais duradouro,  embora de certa maneira havia um certo envolvimento emocional e sendo todas casada elas não iriam insistir num compromisso futuro nem ficar no pé porque depois do sexo voltariamos pra nossa familia ... nas minhas experiencias extraconjugais que vivi, as mulheres que eu saí uma era professoras outra era diretora de escola, e outras, das que sai tres  eram crentes,  de denominações mais liberais, tipo Luterana, Batista e até Testemunha de Jeová,  talvez por causa da religião ou profissão elas tem que serem bem certinhas dar exemplo a sociedade etc e tal.... enfim exigencia de uma sociedade moralista, mas no fundo são seres humanos com as mesmas carencias que todos os outras mulheres, mas uma experiencia em especial quero relatar, foi quando conheci a Simone, vim a descobrir que ela era crente da Congregação C,B. foi num site chamado cyberjogos, começamos a jogar até que um dia ela abriu a WEB CAM para eu conhece-la, quando a vi, uma mulher normal, sem nenhuma beleza atraente,  usava um vestido azul estampado.

Até então eu não sabia que ela era crente mas quando falou que não fumava não bebia etc e tal... , perguntei porque ela falou que era crente, perguntei de qual a igreja e ela me falou o nome da igreja que ela frequentava,  eu ja conhecia porque eu também tive uma orientação evangélica desde criança apesar de não frequentar nenhuma igreja no momento, conversa vai conversa vem fomos ficando cada vez mais íntimos em nossas  conversas, a gente sempre trocava  algumas confidencias mas.... nunca passou disso,  depois de algum tempo eu propus da gente se conhecer pessoalmente, ela sempre  recusava dizendo que era perigoso porque era arriscado porque eu poderia querer algo mais  esse era um risco que ela não podia correr, na hora entendi nas entrelinhas que ela no fundo tb queria me conhecer mas ela tinha razão existia uma atração mutua e a chance de algo mais era grande.  sem sucesso.
Ela morava em S.Paulo, bairro S. Miguel eu no interior,  e eu por várias vezes ia até sampa trabalho e sempre a provocava para eue fosse me ver, mas agua mole em pedra dura.... eu insisti tanto que ela acabou aceitando a ideia da gente se conhecer, acabamos marcando um encontro,  marcamos no Shopping Center Norte, a principio nela queria que fosse no shopping Iguatemi, mas No center Norte na marginal tiete era melhor para ir de carro e no dia marcado eu fui busca-la perto de onde ela morava, peguei-a na AV. S. Miguel e lá estava ela a minha espera, parei o meu carro ela entrou, eu não sabia nem o que fazer, se bem que minha intenção era leva-la direto a algum motel, mas eu teria a chance de levar um baita não, resolvi mudar de tática, fomos até o shopping almoçar depois passeamos um pouco dentro comprei um presentinho pra ela uma lembrancinha, decidido a seduzi-la enquanto a gente andava pelos corredores arrisquei e segurei em sua mão, anamos um tempo de mãos dadas até que coloquei o braço em torno de seu ombro e ela não reclamou nem tentou tirar enquanto andavamos,  a partir dali a gente andava como um casal,  embora ela não retribuisse da mesma forma apenas se deixava ser tocada mas não me abraçou mas  eu continuava com o braço sobre seus ombros.

             Depois do almoço sugeri que a gente saísse dali e fomos até o estacionamento, peguei o carro e sai sem destino sem saber direito o que fazer  peguei a marginal com destino a Ayrton Senna e sai meio sem rumo, mas eu sabia que na marginal havia alguns motéis,  enquanto conversávamos, pousei minha mão em seu joelho nu pra ver sua reação, ela continuava passiva, e enquanto dirigia eu tirei a
mão do joelho e comecei a fazer  um cafuné no seu cabelo, minha intenção era baixar suas defesas até sentir o quanto eu podia avançar sem risco de levar um baita não, e aos poucos enquanto eu dirigia fui testando ela, em determinado momento voltei pousar minha mão sobre seu joelho nu e comecei a acariciar levemente sua perna... sutilmente coloquei parte da minha mão embaixo da barra de sua saia e depois  tentei avançar um pouco mais e tocar-lhe as coxas mas ela segurou minha mão não deixando avançar mais mas não reclamou da minha mão estar tocando e acariciando sua perna, senti então que ela tinha baixado a guarda e resolvi arriscar tudo, no primeiro motel que apareceu na nossa frente e me dirigi a portaria ela percebeu minha manobra baixou a cabeça e falou-me voce vai ficar muito decepcionado porque não vai acontecer nada lá dentro, eu não vou transar com voce, eu não posso !!! Eu cheio de tesão falei que ela não se preocupasse porque se ela não quisesse eu não forçaria a nada e só aconteceria lá dentro o que os dois quisessem etc e tal.. convenci ela a entrar.
     Entramos no quarto, ela toda acabrunhada e eu cheio de tesão por aquela mulher mas eu queria ir devagar, então assentamos juntos na cama conversamos por um bom tempo, minha vontade era agarra-la ali mesmo afinal estavamos num motel, mas eu tinha prometido a ela que não forçaria a barra, até que eu soltei meu corpo pra traz deitando-me de costas e  puxei-a pra que deitasse ao meu lado, feito isso ficamos olhando no teto espelhado, o assunto fugiu, ficamos ambos calados, até que comecei a acaricia-la suavemente por cima da sua roupa, acariciei seu pescoço, e ela ali passiva mas não dizia nada, logo eu estava acariciando os seios por cima da roupa e ela continuava passiva, sem dizer nada,  enfiei minha mão embaixo da blusa comecei a tocar sua pele até chegar aos
seios, e ela continuava passiva então tirei-lhe  a blusa e em seguida o soutiem instintivamente ela colocou as mãos  cobrindo os seios, diante da aceitação passiva dela retirei também sua saia, deixei-a só de calcinha e diante disso tudo ela não disse uma palavra sequer, estava ali eitada submissa, então enfiei a mão dentro da calcinha e comecei a beijar-lhe todo o corpo, enquanto comecei a masturbar-lhe mas ela fechava as pernas quase que prendendo minha mão para não tocar-lhe a buceta, com isso impedindo meus movimentos com a mão para lhe masturbar, ela era realmente muito timida, mas mesmo com a mão presa continuei masturbando só com a ponta do dedo sem que ela afrouxasse as pernas.

Enquanto eu tentava deixa-la mais a vontade ja tinha certeza que ia  comer aquela buceta, achei  que seria mais facil, mas a dificuldade me deixava ainda mais excitado,  apesar de estar ali nua na minha frente não abria as pernas de jeito nenhum para facilitar  que eu a penetrasse e ela dizia-me Van vc sabe que eu sou casada e que sou crente, eu não posso, por favor não posso mesmo, mas a gente ja tinha se beijado, eu já tinha tirado a sua roupa, tocado intimamente então falei porque voce não pode, ela respondeu porque era pecado, resolvi argumentar perguntando-lhe se beijar não era pecado  porque a gente ja tinha se beijado e ela correspondeu, ela contra argumento segundo ela a só se consumasse a penetração que seria pecado, dei uma risada debochada e continuei

Eu estava resolvido a comer aquela buceta de qualquer forma, apesar d ter prometido não forçar nada resolvi então usar da minha força masculina, afinal ela ja estava pelada pelada, então  lhe  forcei a abrir as pernas meio que a força apesar dela tentar mante-las travadas, fui por cima e coloquei meu pau na porta da buceta que por sinal estava melecada, apesar da recusa ela estava excitada também, isso me facilitou quando eu soquei meu pau bem forte naquela buceta ´proibida e bem apertadinha  comecei a bombar, bombar e bombar, que foda mais gostosa estava sendo aquela, acho que era pelo fato de eu achar ela uma mulher proibida, e também o fato  dela em insistir na sua resistência em se entregar totalmente, sob a alegação da religião,o que me dava mais tesão ainda.  de forma que gozei rapidinho........, depois que eu gozei ela continuava ali deitada sem falar nada, eu já estava satisfeito em ter conseguido meu intento, mas eu não estava satisfeito, resolvi provoca-la mais ainda, quebrar toda a resistencia que ainda lhe restava, então comecei a cariciar seu corpo de novo, e a masturbar-lhe novamente, e por mais que eu insistisse que ela se soltasse ela continuava tensa, mas aos poucos ela foi se soltando, então eu lhe falei ao ouvido, Si, voce tá pelada e eu  tambem, estamos na cama e antes de transar a gente se beijou, e voce macha que  beijar outro homem que não é seu marido não é tão pecado quanto transar, agora que ja pecamos mesmo quero que se solte e vamos curtir nosso momento, com esse argumento senti que ela foi se soltando e liberou um pouco mais, se não se entregava totalmente pelo menos não dificultava mais quando eu ia penetrar, então finalmente comi de novo aquela bucetinha proibida agora já sem aquela resistencia inicial.
Mas eu estava decidido a ir mais longe, eu queria ver até onde ela me deixaria ir, depois de comer aquela buceta deitei-me ao seu lado de conchinha, comecei a caricia-la de novo, abracei-a por tras meu pau ja duro de novo estava entre suas nadegas e eu louco pra comer o cuzinho dela tambem, mas por ela ser crente achei que jamais me permitiria tal ato, mas fui com jeitinho lubrificando o seu cuzinho com fluidos da sua propria buceta que tava molhadinha, e também usei minha saliva, posicionei meu pau na portinha do seu cu e pra minha surpresa ela não disse nada então fui em frente, dei uma forçada até passar a cabeça do meu pau, ela não reclamou  então enfiei até entrar tudo, confesso que não tive muitas dificuldades em penetrar o que me levou a conclusão que ela já tinha feito anal antes, eu estava bem excitado que comecei a bombar, com ritmos cada vez mais forte enfiei tudo até so ficar as bolas de fora, e isso até eu gozar novamente, mas a Simone continuava passiva, o que pra mim não importava muito desde que ela me deixasse come-la e isso ela deixou.

Depois que transamos e estavamos nos arrumando para ir embora eu disse-lhe sorrindo, eitha baixinha valente.... ea não entendeu e perguntou valente porque? Foi então que lhe expliquei que era valente porque depois de eu comer a buceta ela tinha aguentado meu pau no cuzinho sem reclamar e lhe pérguntei se o  marido dela gostava de um cuzinho, no que ela me surpreendeu ao inocentemente me dizer que o marido não curtia por causa da religião etc e tal, dei um sorriso e num comentário até maldoso e lhe falei se o marido não curte anal,  então foi outra pessoa que  já esteve comendo aquele cuzinho porque eu tinha certeza de que não fui o primeiro, ela sorriu não confirmou nem desmentiu, o que me levou a conclusão que aquela crente toda comportada acima de qualquer suspeita  não era tão certinha assim, apesar da saia comprida, cabelos longos..., e o engraçado é que ela tinha mais medo de que um "irmão da igreja" descobrisse do que o próprio marido



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TRANSEI DENTRO PRESIDIO COM UM CONDENADO

 Minha historia é incrível, na verdade sou uma mulher sexualmente ativa, sempre fui até antes de casar-me e depois de algum tempo  mesmo sendo casada sem que meu marido soubesse eu procurei me satisfazer, tive vários homens em diferentes ocasiões,  um colega de curso, alguns que conheci pela internet, e vou relatar aqui duas ocasiões, com meu colega de curso e muito tempo depois foi com um preso, dentro da cadeia, esse relato  é veridico mas não vou citar cidades porque alguém conhecido poderia ler esse relato e ligar fatos e pessoas a mim.

Vou me descrever, sou descendente de alemães, sou uma mulher alta e grande tenho um corpo proporcional a minha altura, mas não sou nenhuma mulher do tipo beleza estonteante, diria que sou uma mulher normal, e meu corpo é proporcional a minha altura, talvez uns kilos a mais mas nada que seja exagerado, e como eu disse anteriormente sou sexualmente ativa e tenho minhas fantasias sexuais, ainda mais que com o o passar do  tempo o casamento vai se tornando rotina e eu não gosto desse tipo de rotina, principalmente em se tratando de sexo, e no sexo em casa parece que faltava alguma coisa, apesar de eu me permitir tudo com o marido sexualmente falando, oral, anal e fantasias de casais.. só que meu marido parece que não era tão ativo quanto eu, e em minhas fantasias eu queria era ser comida por um macho de verdade, um macho que me fizesse virar os olhos alguém que me comesse por frente por traz, que me fizesse subir as paredes, mas meu marido quando terminava ele se virava e dormia, eu quase sempre eu saia meio frustrada, eu amo meu marido, apesar das minhas aventuras eu jamais pensei em me separar, e apesar de ama-lo eu queria experimentar sensações novas

Eu moro numa cidade de porte médio no interior,  e na minha cidade tenho que me comportar porque tenho medo que alguém me reconheça, então eu sempre gostei de viajar para realizar minhas fantasias, e um dos primeiros casos foi quando por eu ser autônoma, então comecei a fazer cursos de especialização em minha área profissional  normalmente em outras cidades tipo a capital, mas esse relato em especifico ocorreu quando eu fui fazer um curso de especialização em próteses numa cidade  distante cerca de duas horas de viagem de carro, nessa época eu tinha 36 anos e   era  um curso extensivo com um 1 ano de duração, onde eu ia em um fim de semana por mês para realizar  as  provas e depois da revisão das aulas na quinta feira  era normal a gente sair a noite pra algum barzinho, ou point de balada, e tinha um carinha da nossa turma chamado José Carlos, que a turma chamava pelo apelido de Joca, e era bem mais novo que eu, uns 12 anos mais novo,  e depois de algum tempo que a gente fez amizade ele passou a dar em cima de mim, e por sermos de  cidades diferentes ficávamos hospedados no mesmo hotel então nas noites quando voltávamos das baladas íamos dormir, cada um em seu quarto, mas um dia acho que bebemos demais voltamos no mesmo táxi e quando a gente foi se despedir no corredor só estava eu e ele e ele falou ao pé do meu ouvido, Rose, vou tomar um banho e mais tarde  vou te visitar no seu quarto posso??? Eu em tom de brincadeira mas nem tanto  falei se for só uma visita pra bater papo  pode, ele falou então deixe a porta destrancada pra eu não ter que bater e assim fazer barulho,  só que eu sabia que o que ele queria  não era apenas conversar, ele queria era me comer, eu via isso em seus olhos sempre que estávamos juntos.
Naquela noite acabei fazendo o que ele sugeriu, não tranquei a porta com chave, as luzes já estavam apagadas e eu já estava  quase  dormindo quando a porta se abre, e mesmo intimamente eu sabendo que não era uma boa  transar com um colega de turma porque ainda  iriamos passar meses juntos, mas naquele dia eu arrisquei e deixei a porta aberta, ele mal entrou me viu na cama e se deitou ao meu lado, ficou meio desconfortável porque só tinha cama de solteiro no quarto mas começou a me abraçar e me apalpar toda, eu ainda meio que tentando frear os seus impulsos, mas eu já sabia que aquela transa seria inevitável, foi quando eu falei-lhe.. espera... vamos combinar uma coisa, ele disse o que? Eu falei, vou transar com você, mas vai ser só sexo, nada de envolvimento emocional você é solteiro mas eu sou casada, tudo bem.. ele concordou, ainda falei, e vai ser só esta vez tá.. novamente ele concordou, então eu estava de camisola de dormir, o que ele imediatante retirou, depois a calcinha, ele era tão jovem que nem se preocupou com as preliminares foi logo me beijando deitando-me na cama e tentando enfiar o pau dele em mim, diante do desconforto da cama, eu sugeri que colocasse os 2  colchões no chão e assim fizemos. logo em seguida ele veio por cima de mim e com toda sua juventude socou seu pou na minha xoxota e começou a bombar furiosamente, sempre me dizendo Rose vc não imagina o quanto desejei esse momento, e outras frases desse tipo, e não demorou muito para gozar, confesso que não  foi ruim, mas poderia ter sido melhor se ele tivesse feito pelo menos um pouco de preliminares como me chupar ou deixar eu chupar ele.

Ao contrário de muitas mulheres eu  gosto de sexo anal, confesso que gozo quando alguem me pega por traz e me masturba enquanto penetra, dai eu falei pra ele Joca, agora eu quero que voce me coma por traz... dai ele falou então fica de 4, mas eu tive que ensinar a ele isso também, e falei-lhe que se deitasse de barriga pra cima que eu mesma iria me ajeitar em cima da piroca dele, e pedi que ele me  masturbasse enquanto a gente estivesse metendo, isso deixou-o mais excitado ainda, seu pau tava duro que nem pedra, peguei um creme que eu sempre tenho na bolsa para essas ocasiões e lubrifiquei bem a piroca do Joca, depois lubrifiquei meu cuzinho, eu fui por cima dele segurei a pirca com uma das mãos coloquei a cabeça na porta do meu cu e comecei a me encaixar, fui soltando meu corpo e senti a piroca dele deslizando  pra dentro do meu corpo, até que eu senti que  seu membro estava todinho dentro do meu cuzinho, daí fui fazendo movimentos de sobe e desce, sobe e desce, enquanto ele me masturbava, até que gozei e jatos de meus líquidos escorriam abundantemente chegando a molhar a barriga do Joca.

É claro que apesar de eu ter dito que seria apenas uma vez e ele concordado, até o final do curso a gente transou mais umas 3 ou 4 vezes, isso porque eu o evitava, e as vezes eu dizia que estava menstruada  para desestimular  as intenções dele, porque alguem da idade dele e com o fogo dele seria todas as vezes que a gente se encontrasse mas eu não queria um amante fixo, queria alguém apenas  pra uma aventura eventual ,  por isso transava com ele só quando estava subindo pelas paredes, e assim foi até que eu conheci um cara da capital, e para ve-lo eu em casa dei uma desculpa que precisava recuperar uma matéria com a professora que morava lá e fui até ele, e fiquei dois dias na capital passeamos e transamos muito, depois conheci um cara de Minas na região histórica dei outra desculpa por ser fim de ano que a turma ia fazer esse passeio, mas na realidade ia só eu para encontra-lo, como eu disse sempre fui resolvida e decidida naquilo que eu quero,  passei um fim de semana lá também, transamos também, depois conheci um cara de Porto Alegre, dei um jeito e tambem fui, transamos, mas nessas transas todas eu procurava algo que não consegui encontrar em nenhum desses camaradas, depois que terminava era apenas uma transa e não tinha vontade de repetir.

E essa era minha forma de vida, até que alguns anos mais tarde eu prestei um concurso pra ser Agente de segurança feminino temporária em um presidio, e o meu trabalho era revistar as mulheres  dos presos que vinham visitar os presos, alem de mim eramos em varias mulheres agentes e tinha as veteranas, e foi assim que conheci o Jorjão, que era assim chamado não porque ele era grande, mas porque ele era  bombado ele fazia exercícios exaustivamente, e nas nossas rodas de conversa em dias que não havia tanto serviço, o que não faltava era fofocas sobre os presos e  as agentes mais antigas comentavam sobre as qualidades dos presos e diziam que o tal  Jorjão era um garanhão, do tipo que não era qualquer mulher que aguentaria a ferramenta dele, e entre outras conversas elas diziam  é que ele tinha um cacete tamanho xGG,  e que alias não era membro era um pé de mesa e qualquer mulher que caisse nas mãos dele mo minimo iria sair com a buceta ardendo, sem falar que se ele comesse o cu da tal essa iria sair mesmo era arrombada.

Uma delas falou que uma tal de Madalena,  tinha transado com o tal Jorjão, e outra completou, e não foi só ela sei de pelo menos tres que ja passaram pela suite do Jorjão, (suite era o nome que elas davam para o reservado onde os presos tinham direito a visitas intimas), e completou, inclusive as casadas mal amadas e davam risadas,a conversa sempre rendia, e vocês não imaginam o que sai de besteira numa roda de mulheres, confesso que as historias que elas contavam sempre me excitavam, mas como eu era novata não podia entrar em  detalhes para não dar bandeira, .. essas conversas se repetiam algumas vezes, e pelo modo que elas falavam provavelmente algumas daquelas mulheres ali se não todas ja tinham passado pela tal suite do Jorjão,   eu me perguntava como elas conseguiram transar sem que ninguem visse.

Então vim a descobrir por uma das tais agentes, que tudo acontecia nos pantões naquela área intima que não era difícil assim de alguém se esgueirar quando escurecia e o movimento se acalmava, o toque de recolher e apagar as luzes eram apenas as 22 horas então das 19 até as 22 horas era o melhor momento, e eram nesses intervalos que tudo acontecia, e eu resolvi que teria que experimentar o tal dote do Jorjão,  e só de imaginar a cena e a adrenalina minha calcinha molhava, e quantas e quiantas vezes eu me masturbei imaginando a cena, nem preciso dizer que isso foi me excitando de tal maneira que eu já me imaginava transando com o Jorjão....

Passaram se meses, até que surgiu uma oportunidade real de contato com o tal Jorjão, quando fiz a revista da mulher que vinha visita-lo, não sei se era mulher dele porque eu já tinha visto outras vezes ele recebendo a visita de outras mulheres, certa vez até arrisquei um comentário com as colegas, que o  Jorjão tirava o atraso quando essas mulheres vinham, e a minha colega sacana dizia ele não precisa esperar tanto, ele tem opção aqui mesmo, perguntei o que ela queria dizer com aquilo mas ela riu e respondeu digo o milagre mas não digo o santo,  a partir desse dia  as vezes eu conversava com ele, em determinadas ocasiões mas por ser presídio não podíamos ficar de bate papo com os presos, então um dia ele tomando banho de sol eu estava mais ou menos perto o observando e ele se aproximou e falou, e dai branquela, to vendo voce me secando que tal gostou do material e deu uma exibida pra mim, e se aproximando falou baixinho, se vc quiser experimentar é só me dar um toque e aparecer a noite  que eu dou um jeito de aparecer. isso mexeu com meu intimo, as minhas fantasias sexuais com ele estava ali ao meu alcance eu não precisaria mais me masturbar imaginando quando eu podia experimentar.

O tempo passava e cada vez que eu estava perto dele lá vinha ele me provocar, até que um dia eu falei, e se eu topar como faria pra ir lá no quartinho, ele falou-me  deixa comigo não vai ser a primeira vez pode perguntar as suas amigas, combinamos então que na hora da minha ronda  tudo iria acontecer, e ainda o provoquei, quero ver se voce é tão bom assim como dizem... ele respondeu... a madame vai perceber que o que falam não faz justiça, porque sou muito melhor...,  o desgraçado era convencido alem de tudo.

Quando todos se recolheram reinava  um silencio total, comecei a minha ronda quando me aproximei do lugar fui me esgueirando até a tal suite como chamavam o tal recinto que era bem apertado sem conforto nenhum, só  tinha uma cama, de solteiro feita de cimento e um colchão em cima... quando entrei tava tudo numa penumbra, meus olhos demoraram um pouco para se acostumar enquanto eu ainda estava tentando me adaptar senti alguem me agarrar por traz, me pegar forte e puxar contra si, quando ele se encostou em mim senti um volume enorme roçando minha bunda por cima da roupa, até que ele virou-me e beijou-me, e depois todo confiante me disse, eu sabia que a branquela casada não ia resistir a conhecer os atributos do negão aqui, e dizendo isso me pegou pelo cabelo me fez ajoelhar, tirou aquela piroca enorme pra fora e me fez chupar, eu estava sendo subjugada por um preso, mas estava excitada demais pra pensar nas consequencias, tratei de chupar aquela rola enorme que mal cabia na minha boca, e eu excitada como estava me doei a aquele momento, quem entra na chuva é pra se molhar senão fica em casa, ele pegou então no meu cabelo puxou minha cabeça contra aquela rola eu quase engasguei, e começou a meter na minha boca num movimenteo de vai e vem, numa dessas eu quase engasguei e dei uma mordida de leve, ele ficou bravo e falou, sua cadela se morder vai levar porrada, ele estava sendo bruto mas isso me excitava, então ele gozou despejando um jorro de porra na minha boca, quase engasguei, tentei engolir mas a metade escorreu pra fora.
Em seguida ele me pegou forte encostou-me na parede, levantou uma das minhas pernas, e enfiou aquela rola na minha chana assim, como estava dificil a penetração ele me levantou fez eu encaixar nele as duas pernas envolta em sua cintura, encostou-me na parede e enfiou aquela rola em mim, apesar da dificuldade foi se encaixando aos poucos, meio que desconfortavel pela posição mas estava excitante porque eu nunca tinha transado assim, ele era forte e musculoso, conseguia me segurar sem muta dificuldades, para depois deitarmos no colchão e segurando aquela pica na mão balançando contra meu corpo falou, agora voce vai ver o que um macho de verdade pode fazer, me jogou na cama e abriu minhas pernas colocando aquela cabeçorra enorme na entrada da minha chana, quando ele enfiou a cabeça senti um  desconforto, a pica do meu marido não chegava nem perto da pica do Jorjão, que me minvadia era enorme, grossa, enorme mesmo, não dava pra visualizar direito porque estava escuro mas deu pra sentir que era enorme e  quando eu estava chupando mal coube na minha boca  tive que usar das mãos, mas como eu estava excitada e toda molhada, ele era bruto socava forte parecia que eu tava tendo um filho ao contrario, eu estava sendo invadida, arrombada,   senti mais desconforto ainda quando ela socava com força e batia bem fundo em meu utero, mas passado o primeiro momento  logo eu estava gozando como uma doida, tive orgasmos multiplos, e o Jorjão continuava bombando cada vez mais forte, mais rápido, ele arfava em cima de mim, mas eu estava deslumbrada pela experiencia de estar sendo possuída de uma forma arriscada, proibida, se alguem nos pegasse eu engrentaria um processo disciplinar, poderia até perder o emprego, só sei que a  adrenalina foi a mil pelo fato  de estar fazendo escondido, pelo lugar, ou mesmo pelo tamanho daquela rola enorme me invadindo, ficamos assim até que o Jorjão gozou de novo.

Depois da gente ter transado comecei a me vestir e quando pensei que ja tínhamos acabado comecei a colocar a roupa ele olhou pra mim e disse calma ainda não terminei, eu  fiquei imaginando o que será que ele quer dizer com não terminei, ainda estava divagando em meus pensamentos quando ele me agarrou pela cintura, me virou de bruços sobre a cama, arrancou minha calcinha de novo e cuspiu na
minha bunda,  dizendo agora branquela, agora é aqui que quero brincar... me apavorei, apesar de eu gostar de fazer sexo anal sempre foi com penis tamanho normais, mas aquela rola era enorme, descomunal, com certeza iria me arrombar eu falei que  ele nem tentasse, mas minha negativa foi em vão, ele falou comigo não funciona assim, eu pego o que quero,  pode gritar pode fazer o que quiser mas vai me dar esse rabo, e dizendo isso foi me segurando meio que a força, eu travei as pernas pra que ele não conseguisse, mas foi em vão ele abriu meio na marra, cuspiu de novo e foi forçando a cabeça no meu cu, doeu pra caramba, mesmo porque eu tava tensa, dai ele falou Rose se você não relaxar vai ser pior vai doer bem mais,  ele estava certo, eu não podia gritar, o que seria de mim se outros presos soubessem, ou mesmo se  as minhas companheiras soubessem, mesmo sabendo que algumas delas já tinham transado com o Jorjão.

De qualquer forma seria humilhante eu cair na boca delas, resolvi aceitar a situação, ele então forçou a entrada do meu cu quando passou a cabeça eu urrei, travei os dentes lagrimas saíram dos meus olhos, ele colocou a mão na minha boca pra que eu não gritasse, ele entrou com aquela tora no meu buraco anal, sem dó nem piedade, falei-lhe então pedi por favor, que não enfiasse tudo eu não iria aguentar, e ainda pedi goza logo por favor, ele começou aquele movimento de vai e vem, bombou forte até gozar, e quando retirou o pau de dentro senti um alivio, todo o prazer que eu tive quando ele me penetrou a buceta, senti de dor quando ele me comeu o rabo, mas eu sai dali naquela noite satisfeita, com dor mas satisfeita por ter sido possuída por um homem bruto rude, mas que me deu muito prazer, fiquei arrombada e dolorida por uma semana até que as dores passassem.

Fiquei sem fazer sexo anal com meu marido por um bom tempo porque estava machucado e dolorido, agora quando transo com meu marido me lembro sempre da rola do Jorjão e o estrago que ela fez em mim, ainda bem que o coro do cuzinho e da buceta é elastico e volta a sua posição original, senão meumarido descobriria logo que outra rola maior que a dele tinha entrado no seu parque de diversão, e quanto ao Jorjão eu o evitei, uma vez só pra mim bastou, eu não queria mais ser enrabada por aquela rola por mais que me desse prazer na frente, ele não se contentava só na frente então melhor evitar, outra que se quizer de pra ele porque minha cota com ele acabou.
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A AMIGA DA MINHA FILHA AINDA ERA VIRGEM

Carol
Sara

Sou separado e tenho uma filha do primeiro casamento que ficou morando comigo, e depois  casei-me pela segunda vez, com uma mulher evangélica, que conheci quando fui convidado para uma campanha, foi onde conheci a Raquel, que era viúva e veio a se tornar minha mulher que frequentava uma dessas igrejas cheias de exigência onde as mulheres sempre usam saias compridas, não pode cortar cabelo nem usar maquiagem coisa e tal, claro que por ser assim do tipo certinha que fiquei atraído por essa mulher a ponto de casar com ela, embora as vezes eu frequentasse as reuniões com ela  nunca tive vontade se seguir religião nenhuma, principalmente a dela porque eu achava que não era pra mim, mas nunca impedi que minha mulher frequentasse onde desejasse, e a falência do meu primeiro casamento foi devido a minha primeira mulher ter tido problemas com bebidas e drogas e com isso a nossa filha Carol ainda criança ficou sob minha custódia, e foi a minha atual mulher que praticamente terminou de cria-la,e claro que ela sempre levava  a Miriam para a igreja, eu achava bom isso mesmo porque era melhor que minha filha frequentasse uma igreja do que festinhas e minha filha foi educada  segundo os preceitos dos ensinamentos deles  etc e tal...

E nessa tal igreja os pais eram tão rigorosos com os filhos principalmente as filhas que podiam namorar depois de certa idade e só namoravam com rapazes da própria igreja e com a aprovação dos pais, namorar um rapaz de fora nem pensar, mas no meu caso eu sempre fui bem resolvido e nunca impedi minha filha de nada, na verdade a minha mulher era ainda mais rigorosa com minha filha do que eu próprio.

Claro que todos os pais sempre tem mais cuidado com as filhas do que com filhos, mas no meu caso quando minha filha com 14 anos arranjou o primeiro namorico com um coleguinha da escola e não da igreja minha esposa ficou brava  e quando minha esposa falou desse episódio  claro que como pai fiquei meio numa saia justa, mas em vez de colocar  qualquer empecilho, eu conversei com ela e  disse a minha esposa não adianta a gente tentar impedir porque se eles quiserem irão namorar escondido etc e tal,   é melhor que a gente saber e acompanhar  do que ela fazer escondido, e no fim esse namorico não durou muito era coisa de adolescente mesmo.

Como todo adolescente tem um amigo do tipo inseparável  a Miriam, minha filha também tinha uma chamada, Rebeca que eram  da mesma igreja e que frequentava nossa casa assiduamente como se fosse  da própria família, tanto que  eu e minha esposa a tínhamos como uma filha, e eramos amigos dos pais dela.

Devido a um bom relacionamento pai/filha entre eu e minha filha então era comum que as duas viessem pedir conselhos e minha opinião para algumas perguntas até embaraçosas que ela não tinham coragem de perguntar aos seus pais justamente pelo fato deles serem bem fechados e rigorosos, essas perguntas eram quase sempre a coisas de adolescentes tipo namorar, ficar, beijar… e eu procurava aconselhar não de um ponto de vista  religioso, mas de um ponto de vista social, tal como beijar ou ficar era muito normal na adolescência, mas sexo esse elas deveriam  esperar o casamento, porque poderia ser que se arrependessem se se entregassem a pessoa errada, todavia se não conseguissem esperar o casamento então a camisinha seria indispensável tanto pra prevenir doenças como uma gravidez indesejável, isso sim seria muito mais difícil esconder dos pais.

E em um certo dia minha filha me disse que estava namorando, eu claro falei pra ela que eu nao me importava desde que o rapaz fosse boa pessoa de boa família e aquela coisa de pai, e pedi a ela que me apresentasse o rapaz, mas eu não comentei nada com minha esposa, até que um dia a Carol apareceu  em casa com um namorado e minha esposa quase teve um ataque mas eu lhe falei que ja sabia então minha esposa se acalmou, e permiti, que eles namorassem em casa.

Certo dia eu minha filha Carol e a Sarinha amiga dela estávamos conversando sobre namoros casamentos etc, então a Sarinha veio e me abraçou demoradamente e disse  que tinha inveja da Carol e disse ainda que  gostaria que o pai dela fosse mente aberta como eu, porque apesar delaestar quase completando os  18 anos os pais dela não permitiam que ela namorasse, e completou que tinha até  um da igreja mas o pai dela achava que ela era muito nova ainda, disse ainda que eles nem mesmo, se permitiam a que ela conversasse com qualquer estranho.religião deles.

E tudo aconteceu num janeiro, época de férias escolares minha esposa e filha e o garoto costumavam sempre tirar uns 15 dias pelo menos e foram passar  no sitio dos  pais dela que não era longe da capital,  enquanto eu fiquei trabalhando, e eu ia aos fins de semana,  quando numa tarde minha filha me ligou dizendo que a Sarinha ligou pra ela pedindo ajuda, ela achava que a Sarinha poderia estar em  apuros e perguntou se eu poderia ajuda-la, ainda perguntei porque eu e não os pais dela, foi quando a Carol me contou que a Sarinha tinha mentido aos pais dizendo que tinha ido dormir na nossa casa, claro por ser amiga da Carol ela ja tinha feito isso algumas vezes, mas na verdade a Sarinha tinha ido  se encontrar com um garoto, e parece que não deu certo por isso tinha ligado pra ela, e por ser noite a Carol me pediu que eu fosse busca-la e me deu o endereço, mas não soube me dar mais detalhes  do que tinha acontecido.

Preocupado como pai me vesti e sai apressadamente para busca-la quando cheguei ao local  vi que ela estava sentada na calçada e choramingando, quando me aproximei pelo cheiro forte percebi que ela tinha ingerido álcool,  ajudei ela a levantar-se apoiei em meu peito e fomos para o carro,  no caminho, ainda choramingando me contou que o garoto foi gentil e carinhoso com ela até que convenceu ela a ir na casa dele e ela foi achando que os pais dele estariam lá, mas quando chegou lá estava só ele um amigo e outro casal, que logo ligaram o som e começaram a beber   numa festinha particular, ela pra se enturmar bebeu um pouco também, e depois colocaram  um filme porno enquanto a bebida rolava solta,  ela disse que bebeu pouco mas devido a ela não estar acostumada foi  o suficiente pra ficar e se permitir que o namorado lhe beijasse e lhe tocasse, e nesse clima de  beijos o namorado quis tirar sua roupa e leva-la para o  quarto para..... ela deu um suspiro e falou o Sr. sabe para o que né. e continuou. como ela tinha se recusado todos eles começaram a tirar  sarro dela por ainda ser virgem e tentaram leva-la a força,  foi então que ela apavorada se debateu conseguindo  se livrar deles e fugiu correndo por vários quarteirões até que se cansou e pensou em pedir ajuda a alguem,  devido ao estado dela não podia ligar para casa e por isso ligou para a Carol imaginando que ela estaria em casa e pra ajuda-la

Eu ouvi tudo em silencio deixei ela desabafar depois enxuguei suas lagrimas nesse tempo ja estávamos chegando em casa, separei uma camiseta branca e um pijama short doll da Carol, dei pra ela e sugeri que fosse tomar um banho   pra tirar aquele cheiro de alcool do corpo enquanto ela tomava o banho liguei pra Carol pra contar o que tinha ocorrido, nesse meio tempo a Sarinha saiu do banheiro ja de  pijama e deitou-se na cama da minha filha, ela já estava refeita do susto, fui preparar  um lanche, e levei pra ela no quarto onde a Sarinha, foi quando percebi que a Sarinha ja era uma mulher linda e gostosa, tentei tirar aqueles pensamentos da minha cabeça, afinal eu era bem mais velho que ela e se isso não bastasse ela era amiga da Carol e da família.

Depois dela ter tomado o lanche que preparei perguntei se ela queria que eu a levasse pra casa, mas ela se recusou dizendo que havia dito para os pais que iria dormir em casa e que se ela voltasse pra casa não teria como explicar, e nesse clima ficamos ali conversando um tempão, eu tentando ouvir e dar conselhos a medida do possível, e por coincidência o pai dela ligou perto das 23 horas perguntando dela, eu percebi  um certo medo estampado no rosto da garota, então   eu conversei com o pai dela dizendo que ela estava em casa sim, que ele não se preocupasse, perguntei se ele queria falar com ela, ele disse que não precisava que tinha ligado só pra confirmar  e desligou.

Já era vem tarde então disse-lhe que eu iria meu quarto mas que ela ficasse tranquila porque o pior ja tinha passado, fui para o meu quarto e como sempre faço antes de dormir devido ao calor coloquei apenas um fino calção de dormir e fiquei sem camisa, coloquei um filme na netflix, configurei a TV para desligar automaticamente depois de um tempo  e quando estava quase adormecendo eis que ela bate a porta, dizendo que não estava conseguindo dormir e se eu não me importava da gente conversar um pouco mais, a visão daquela menina só de camiseta e shorts doll era deslumbrante, mexe com qualquer homem porque ao ve-la só de camiseta de malha fina sem sutiã com os bicos dos seus peitinhos quase saltando pra fora parecendo querer  furar aquela malha, o shorts doll ficou justinho em seu corpo acentuando suas coxas grossas eu roliças jamais havia visto a Sarinha  em roupas tão insinuantes alias eu nunca havia reparado como ela como mulher, pra mim sempre foi uma adolescente amiga da filha, mas ela era muito atraente, ainda mais com aqueles longos cabelos sedosos brilhantes emoldurando um rosto angelical e Juvenil, que davam o toque final.
Assentei-me em minha cama de forma que estava com as pernas esticadas em cima do colchão e as costa apoiada na cabeceira da cama, baixei o som da TV pra conversarmos, ela veio e se ajeitou assentando ao meu lado e olhando pra mim  começamos a conversar quando ela novamente começou a desabafar dizendo que ela já estava cansado de garotos imaturos,  da escola e da igreja,   se faziam de bonzinhos mas no fim só pensavam em aproveitar das meninas referindo ao garoto que tentou pega-la a força, e foi naturalmente se aninhando-se em meu tórax como se fosse filha procurando aconchego,   e   instintivamente eu a abracei e iniciei leve cafuné  em seus cabelos tentando conforta-la e lhe disse que ela era nova e bonita e  ela ia encontrar alguém bom e decente, mas que ela não tivesse pressa porque a pressa faz a gente fazer escolhas erradas, ela então olhou pra mim e falou o Senhor me acha bonita mesmo? Respondi claro que sim, dai ela me falou tomara que eu ache alguém que nem o Senhor, um homem maduro experiente, na hora eu estranhei aquela fala mas fiquei na minha.

Devido aquela conversa toda o fato de estarmos a sós e a posição que estávamos juntos na mesma cama, e mesmo sendo uma conversa quase de pai pra filha  foi impossível eu não ficar excitado, e meu pau que estava duro e com um volume  evidente de ereção,  ela percebeu isso, é claro que  fiquei todo sem jeito por mais que eu tentasse disfarçar,  eu continuava com o braço
em torno de seus ombros, torcendo pra que ela fosse embora logo, foi quando ela de uma forma provocante se virou e se ajeitou em meu colo de uma forma que seu braço ficou  sobre meu pau e virando-se de frente para mim, colocou ou outro braço  em meu ombro envolvendo-me  num abraço de forma que ficamos frente a frente e ela se posicionou muito próximo aos meus lábios claramente para que eu a beijasse, embora excitado tive muito medo de ir em frente, mas foi ela mesmo que se aproximou  até que nossos lábios se tocassem,  e eu dei uma bitoca delicadamente mas em seguida me veio uma sensação de culpa e me afastei, foi quando ela me disse o senhor não me quer? Porque?

Tentei argumentar que apesar de eu deseja-la não poderia acontecer nada entre nós, afinal eu era casado ela era amiga da minha filha,  que eu seria um canalha se me aproveitasse daquele momento expliquei  ela estava fragilizada e carente devido ao acontecido naquela noite etc e tal..., mas ela mesmo falou, sabe me cansei desses moleques, continuei argumentado que era casado etc.. mas ela estava ali em meus braços eu de pau duro, fiquei em silencio  então ela mesmo procurou meus lábios novamente, pensei comigo ja que estamos aqui vou  só dar uns beijos messa boquinha macia e não vai acontecer mais nada tal era meu medo, mas a carne é fraca, o que começou num leve beijo foi se transformando numa erupção de linguas, e a  garota
que eu imaginava inexperiente estava dona  da situação,  a partir desse momento o tesão falou mais alto,  deixei o pudor de lado e minhas mãos já desciam  por suas costas por dentro da camiseta tocando sua pele, da posição sentado a gente já estava deitado, eu  na horizontal e ela veio colocando uma de suas pernas sobre a minha, nossos quadris estavam colados, meu pau que estava em riste, e com sua buceta pressionada contra meu quadril, e o volume  se agigantava dentro do meu calção forçava a pélvis dela, eu beijava-a com furor, acariciando suas costas e sua bunda até que tirei sua blusinha tirando-a pelos braços acima da cabeça, deixando a mostra seus  dois seios lindos que mais pareciam duas maças, virei a na cama, e beijei-a todinha, desde seu pescocinho,  ombros, seios e cai de boca enquanto eu mamava ps seios sentia ela se contorcendo e gemendo  de tesão segurando forte minha cabeça com as duas mãos

Eu estava febril, segurei seu quadril e tirei o pijama dela logo a seguir veio a calcinha até metade das coxas descobrindo uma bucetinha linda, coberta apenas com uma leve penugem, quando comecei a retirar sua calcinha   ela mesma levantou um pouco o quadril, facilitando a sua retirada
estranhamente depois de tudo aquilo ela finalmente se deu cona de que estava nua e instintivamente tentou cruzar as pernas e cobrir seu corpo e seios  com as mãos, eu também não estava confortavel com aquela situação apesar do tesão e disse Sarinha acho melhor a gente parar com isso senão não vai ter volta, ela não disse nada, apesar da minha relutância não resisti a tentação daquela ninfeta e  subi por cima dela e voltei as caricias, beijando  sua boca com paixão e tesão, gentilmente tirei a mão dela de sobre o seu sexo e coloquei-as em minhas costas,  orientando-a para me acarinhar me livrei do calção e posicionado em cima dela agora era eu que pressionava minha pélvis entre suas pernas e com uma mão beliscava apertava sua nádega. Ela se contorcia e se entregava a meus carinhos entre suspiros e gemidos.

Sem pressa eu a beijei cada parte de seu corpo até chegar em seu ventre,  suas coxas, e lambia sua virilha e a pele interna até colocar meus lábios em sua xaninha e ela se contorcia, enfiei a língua em seu buraquinho vaginal e forcei como se fosse uma pica, continuei chupando e lambendo até ela se contorcer toda em em um orgasmo. que quando chegou ela puxou meus cabelos e  minha cabeça contra seu sexo fiz uma leve pausa para ela recuperar o folego, ela ficou estirada na cama enquanto eu discretamente, alcancei as camisinhas que guardava no criado mudo mas não coloquei baixei meu calção e  me ajoelhei em cima da cama ao lado dela quando ela abriu os olhos  e me viu de pau duro ela arregalou os olhos olhando fixamente para meu membro duro em riste,  puxei carinhosamente para próximo de mim e fui a conduzindo-a até ela ficar cara a  cara com meu pau, sem que ela disse palavra alguma delicadamente fiz ela abocanhar meu membro.o que ela meio que sem jeito o fez mas era inexperiente por isso  orientei-a como chupar, ela foi seguindo meus conselhos tal era minha excitação que eu estava quase gozando então  afastei a e comecei a colocar a camisinha  e deitei-a falei pra ela, Sarinha você sabe o que vai acontecer agora, ela respondeu que sim, perguntei se ela estava decidida mesmo ela respondeu que estava, então me posicionei entre suas pernas,e por cima dela fui  beijando seu rosto e sua boca com paixão.

Coloquei meu pau entre suas coxas e fui masturbando seu clitóris com a cabeça do meu pau,  provocando-a, com movimentos do meu pau nas coxas dela cujas pernas ainda estavam fechadas, meu tesão era tanto que já não raciocinava direito e nem me dava a conta da loucura que eu estava fazendo, joguei tudo pro ar e resolvi comer aquela bucetinha linda e gostosa e ao tentar penetra-la e encontrar resistência do seu himem, foi quando percebi que ela era virgem e recuei só então cai em minha razão novamente  e razão me fez recuar, porque ela era crente, só tinha 17 anos e amiga intima da familia, era muita responsabilidade, alem do que eu não gostaria de que um homem bem mais velho que nem eu fizesse o mesmo com minha filha eu estava numa crise de consciência, eu ia me contentar em gozar batendo uma punheta ja que eu estava excitado demais, mas ao tentar sair de cima dela ela puxou-me contra si  e me falou vem eu quero é que o senhor me faça  mulher, perguntei 
-  porque?
-  Porque estou cansada de ser motivo de gozação das amigas
-  Tem certeza de que está preparada pra ser deflorada? Voce quer mesmo se  tornar mulher. comigo?
- Ela sussurrou sim eu quero,
- Tem certeza não vai se arrepender depois
- Não eu já tomei a decisão, se não for com o senhor vai ser...  com outro  disse bem baixinho
entendi na hora que outra chance de tirar um cabacinho que nem aquela nunca mais ia aparecer , fiz ela prometer que jamais contaria a minha filha nem a ninguém, e ja que aquele cabacinho, estava ali a minha disposição, eu coloquei meu cacete na gruta dela bem na entrada, era 
apertadinho e enquanto beijava sua boca, fui enfiando dentro dela até enfrentar a resistência de seu cabacinho, tive certa dificuldade devido minha idade afinal eu ja não era mais tão jovem,  até que firmemente forcei mais forte  numa estocada firme meu pau dobrou um pouco mas finalmente senti vencer aquela barreira, eu acabava de ter tirado o cabacinho da colega da minha filha, era  fim da  sua virgindade enquanto ela reclamava um pouco da dor dei um tempo para ela acostumar antes de começar a bombar novamente, e então retomei em um vai e vem lento pontuado  até ela acomodar toda minha vara dentro dela e quando ela finalmente parou de gemer de dor, os gemidos  foram se tornando gemidos de prazer, e fui aumentando a velocidade e a intensidade de minhas estocadas, finalmente gozei.

Na manhã seguinte acordei mais cedo que ela, preparei o café levei na cama onde ela tomou, não resisti e falei Sarinha voce percebeu a loucura que fizemos?? Ela respondeu que sim, mas que ela não estava arrependida, principalmente porque na escola dela todas as meninas zoavam dela por ainda ser virgem, quanto ela terminou de tomar o café sentei a beira da cama e tomei-a em meus braços novamente e falei Sarinha vc quer fazer amor novamente comigo, ao receber o sim dela eu completei, só que tem uma coisa, voce vai ter que manter isso em segredo e vai ser nossa ultima vez, porque não podemos seus pais e voce são crentes, somos conhecidos e amigos, ela não disse nada só puxou minha cabeça e me beijou, ela que estava peladinha não foi dificil de eu me posicionar novamente dar outra bela de uma metida bem gostosa, ainda nessa manhã ela reclamou um pouco da ardência devido a ter perdido a virgindade na noite anterior.

Depois que a gente transou eu tive uma conversa séria com ela que era muito inexperiente, achei que ela ja que não era mais virgem acabaria aceitando o assédio de rapazes namoradinhos, então orientei que ela jamais transasse sem camisinha em hipotese nenhuma etc e tal, como se fosse seu pai...

Apesar de termos combinados que não rolaria nunca mais, bastou ter a primeira chance sozinhos que novamente acabamos indo pra cama de novo.


M XX

CRENTE CASADA, MARIDO TAPADO

Me chamo Joel, tenho 33 anos, 1,69 de altura ,tenho 92kg como estou acima do peso não sou o tipo que tem um corpo sarado e nem sou um cara não muito bonito, mesmo porque sou calvo, mas sou do tipo comunicativo, e tenho uma boa conversa  e por onde passo, sou do tipo que faço amizade facilmente e me enturmo  sempre com pessoas de ambos os sexos, e na minha opinião esse meu charme é que acaba conquistando as mulheres não pela beleza mas pela conversa, e toda mulher sempre gosta que alguém a ouça e a entenda, 


Vou contar então o que aconteceu comigo a uns 5 anos atras, na  época eu tinha meus 27 anos mais ou menos e a minha rotina era  tediosa eu diria porque trabalhava de segunda a segunda levantava cedo e voltava a noite, mesmo eu já tendo um carro gostava de ir trabalhar de ônibus pra economizar nas despesas e porque não tinha onde estacionar eu carro ficaria o dia todo na rua, e nessas idas e vindas um dia eu percebia uma morena linda que pegava o mesmo ônibus que eu e aparentava uns 23 a 25 aninhos, ela estava sempre sem maquiagem, tinha um rosto lindo e usava roupas sóbrias mas eu nunca tive a chance de conversar com ela.. mas eu sempre que ela vinha no mesmo ônibus eu ficava só observando, ela subia alguns pontos após o meu então o ônibus estava sempre cheio.

Um dia pra minha alegria o ônibus cheio como sempre eu estava assentado na poltrona do corredor então quando as pessoas passavam por ela ela se apertava contra meu ombro encaixando-o entre as coxas, isso me excitou de tal maneira, olhei pra cima ela estava com uns pacotes me ofereci para segurar os pacotes..  ela agradeceu e me deu os mesmos para eu segurar, após uns 115 minutos de viagem a pessoa que estava ao meu lado levantou-se e desceu, então eu me ajeitei para o canto e sugeri a ela que assentasse, ela claro assentou-se do meu lado, puxei assunto falamos do sol,chuva, televisão, trabalho,etc, notei uma bela duma aliança na mão esquerda dela, nos apresentamos seu nome era Debora, que apesar de ser casada mesmo assim, na hora de descer arrisquei e escrevi o meu telefone num papel e lhe entreguei, ela e olhou e disse "olha vc é muito simpático e mostrando a mão esquerda me disse eu sou casada. não perdi tempo e falei mas pode precisar de um amigo me liga assim mesmo quando precisar de uma amigo... ela riu e disse amigo é.... "vou pensar."  ela desceu  nos despedimos e eu desci no meu ponto.

A semana se passou claro que eu esperava  la de novo no ônibus mas parece que naquela semana não coincidiu nossos horários, na semana seguinte também,  e no decorrer dos dias já não vi mais ela e passei as duas semanas toda pensando naquela morena que eu tinha conversado no ônibus eu já tinha perdido as esperanças de ve-la novamente até que um dia  quase explodi de emoção quando a vi novamente no mesmo ônibus, no mesmo trajeto, estavamos ambos em pé me aproximei dei um jeito de puxar conversa com ela, ao perguntar  se tava tudo bem com ela, ela respondeu que mais ou menos eu quis saber o porque, mas ela desconversou, ao nos despedir eu falei ainda tem o meu numero? Ela disse que sim, então arrisquei novamente e falei, olha se precisar de um amigo pode me ligar, ela sorriu e disse pode deixar.... e naquele dia fui mais feliz pra casa, eu tinha visto a  morena dos sonhos... a semana seguinte passou e novamente nada de vê-la ou dela me ligar, e eu ficava ansioso para vê-la novamente.

Claro que eu ja tinha perdido as esperanças de receber sua ligação, mas  numa sexta feira meu telefone toca e era a Débora,  conversamos um pouco, falei pra ela da minha alegria pelo fato dela ter me ligado, e ao fim da conversa ela me surpreendeu me convidando para um evento, ela tinha recebido uma especie de convite profissional que ia acontecer no auditório de um hotel e era obrigatório ir com o marido senão não podia entrar, e já que o marido trabalhava por turno não poderia ir naquele dia e por ela estar curiosa achava que  seria uma oportunidade de aumentar a renda, e o evento  já  seria no dia seguinte a noite, e perguntou se eu tava a fim de ir com ela e me passar pelo marido dela, eu disse claro que sim, vai ser um prazer e ainda perguntei mas e o seu marido? Ela respondeu que ele trabalhava por turno e iria trabalhar naquela sexta, continuamos a conversa depois de algum tempo ela me disse que  estava sentindo-se sozinha e que seria bom ter um amigo  por perto, claro que na hora pensei será que ela não tem outros amigos, mas me contive pra não espanta-la, e antes de se despedir ela falou que tinha sonhado comigo naquela semana, eu quis saber o que, mas ela fez um certo charme e não disse desviando  a conversa , mas para mim significava que de alguma forma ela também pensava em mim.
No dia seguinte em vez de vir de ônibus eu fui de carro e  por volta das 8 da noite como combinamos ela estava  me esperando no local marcado, vestida a rigor como uma boa crente, usando uma  saia jeans, camisa manga longa e fechada até o pescoço, sapato de salto não muito alto, notei que ela estava bem cheirosa, tinha caprichado no perfume porque quando  ela entrou no carro aquele perfume tomou conta de tudo, a gente se cumprimentou e la fomos nos ao tal evento onde fomos bem recepcionados  escolhemos assentos mais afastados na ultima fileira,  longe do som mais alto, o evento na verdade era uma empresa tipo natura  querendo ampliar o quadro de vendas, daquele tipo piramide notei logo no inicio da apresentação,  quem indica mais gente alcança mais pontos e mais recompensas etc e tal, pra mim isso é esperteza só dá lucro a quem está no topo mas enfim, participamos da tal reunião que de tão maçante que estava acabamos entrando em conversas paralelas,  entre um assunto e outro falamos sobre família, ja que eu era separado e ela me falou mais da sua vida como um desabafo,  disse que  era casada a mais de 10 anos  o marido era muito ausente, já não dava muita atenção e não era como no início do casamento, acabamos entrando no assunto religião ela me contou que a família dela e eles eram evangélicos, que  tinha um filho, e que para ela estar ali naquele evento deixou com a mãe e avisou  o marido que iria ao evento, disse ainda que o marido nunca se deu bem com a sogra nem se importou em perguntar mais detalhes, bebemos um pouco, em certa altura da conversa vi seu semblante cair, notei um pingo de lagrima correr em seu olho, perguntei o porque, ela agradeceu a minha companhia e disse que eu estava sendo uma boa companhia e que ela não se sentia assim a a muito tempo, claro que  me animei pensei comigo essa crente tá no papo, fui levando em banho maria e a certa altura tentei lhe dar um beijo quando ela virou o rosto e me disse para desculpa-la e completou apesar de eu estar aqui com você, apesar dos problemas com meu marido  ainda sou uma mulher casada, e não pense que sou ingrata, agradeço e muito a sua agradável companhia, mas quero que você entenda que  não posso.

Por volta da meia noite a tal reunião não acabava nunca todo mundo perguntando coisas banais sem sentido, resolvemos ir embora, perguntei se queria que eu a levasse  pra casa da sua mãe, mas ela me disse que não precisava porque o filho era acostumado a dormir lá, e pediu que eu a levasse pra casa mesmo,  durante o trajeto eu que estava o tempo todo de pica dura comecei a passar a mão na  coxa dela enquanto dirigia e me surpreendi porque ela ela não fez nada para impedir meu ato, ela estava até aceitando minhas  caricias e por isso fui mais ousado
 Tentei enfiar a minha mão entre as suas coxas mas ela fechou as pernas, na hora achei que isso significava um não mas mesmo assim eu insisti e ela foi aos poucos aceitando aquela caricia até que eu avancei mais enfiei a mão por baixo da sua saia até  a calcinha, e percebendo que ela estava passiva, resolvi parar o carro numa rua secundária que estava deserta nenhuma viva alma circulando, afinal já passava da 01,30 da madrugada, percebendo que eu tinha parado ela perguntou porque eu  não lhe disse nada, só inclinei-me ao mesmo tempo que a puxei para mim e lhe beijei, um beijo bem tarado,  ela até resistiu, mas acabou por se entregar à aquele beijo,  onde nossas línguas se entrelaçaram, a essa altura minhas mãos já estavam dentro da sua blusa apalpando seus seios, e minha pica estava quase saltando pra fora de tanto tesão, mas quando tentei abrir sua blusa e seu sutiã ela recuou dizendo que ali não era lugar publico que tinha medo de causar escandalo referindo a possibilidade de ser vista ou coisa assim,

Não pensei duas vezes, funcionei meu carro e estava me dirigindo ao motel mais próximo mas mal eu tinha andado um quarteirão ela me perguntou onde eu estava indo já que aquela não era a direção da casa dela, lhe falei que pretendia ir a um motel, ela disse que  o horário estava avançado, falou que ainda tinha que pegar o filho na casa da sogra, foi quando eu falei, mas voce não disse que ele ia dormir lá, ela então usou de outro argumento que se a gente fosse naquela hora não  teria muito tempo pra aproveitar etc e tal, e me prometeu que a gente se encontraria em outro dia em que ela tivesse livre,  eu pensei comigo mesmo, ela está arranjando uma desculpa e se eu perder essa chance agora em outro dia ela vai desistir, e continuei nosso trajeto,  ela percebeu que eu não ia mudar de ideia e acabou concordando, mas  durante todo o trajeto ela ficou em silencio, não conversamos mais nada sobre nada, acho que ela estava  arrependida porque não tinha mais como evitar;
Quando entramos na suite minha pica estava em brasa,  achei que ela ia ficar retraída pelo menos por um tempinho ja que  durante o trajeto todo ela ficou no mais absoluto silencio, mas foi ela quem me surpreendeu quando se aproximou de mim, me beijou e disse, Joel, sei que é errado mas, agora não tem volta,  peguei ela no colo então encostei-a na parede  segurei-a no colo fiz ela enrolar a perna na minha cintura de forma que sua saia ficou toda na altura da cintura deixando suas coxas nuas que eu segurava e ainda de pé e  entre os abraços e as mãos bobas durante nossos amassos, ela tomou a iniciativa abriu meu zíper e tirar a minha calça até o chão, tirou minha pica dura  pra fora e segurou com as duas mãos arregaçou e começou a lamber  para logo depois enfiar tudo em sua boca  e começou a chupar freneticamente me levando as alturas, aquela mulher com carinha angelical se transformou  parecia alguém faminto a frente de um delicioso prato de comida, eu já estava quase  pra gozar naquela boquinha, tive que interromper aquela chupada, porque ela se afastou me olhou e pediu que eu não gozasse em 
sua boca, levantei  a sua saia e visualizei uma minuscula calcinha preta de rendas, para provoca-la  perguntei se eu podia tira-la e ela me falou claro que pode  eu deixo, tira e vem que eu  quero te sentir, ... eu doido como estava avancei e arranquei apressadamente aquela minuscula peça  que eu guardo até hoje, depois peguei-a e joguei ela na cama retirei a saia também e  me joguei em cima dela, tarado do jeito que eu estava fui e enfiei tudo duma só vez nela, e enquanto eu metia gostoso falei ao seu ouvido, você é safada, já veio preparada pra me dar e tava fazendo cu doce, ela falou... sim quando eu te liguei eu já esperava que isso acontecesse, alias quando eu sai de casa já tinha em mente porque eu tava muito carente mas eu estava na duvida, se eu ia ter coragem... falei que bom que teve coragem... ela me interrompeu,  para de falar e mete forte, mete que to carente... hoje quero tirar o atraso, eu que tava todo aceso não perdi tempo... bombei cada vez mais forte.. senti ela estremecer de prazer varias vezes... acabei gozando também...

Depois que gozamos, deitamos lado a lado e começamos a conversar, ela me disse que o marido dela era meio tapado em matéria de sexo, que só rolava de vez em quando e só da maneira tradicional, nada de oral, ou qualquer outro tipo de variação, entendi que ela se referia a anal ou coisa assim, então lhe falei, é assim é, então hoje vou te realizar e você vai ser minha putinha e vamos fazer sexo de todas as formas, ela disse vamos hoje sou sua eu já disse pode fazer comigo o que quiser, eu dei uma risadinha e falei tudo mesmo?? Ela disse sim tudo?? Nesse momento meu pau tava duro de novo porque eu cobiçava comer aquela bundinha gostosa que de destacava quando estava embaixo da sua saia jeans, mais ainda agora que estava nua se oferecendo ali na minha frente,  e lhe falei, comigo você vai experimentar emoções novas, 
então lhe coloquei de bruços ajeitei sua bundinha pra facilitar a penetração e perguntei, só por perguntar se podia, ela disse sim pode mas vai com jeitinho pra não machucar porque eu nunca deixei atras, perguntei nem com seu marido, ela respondeu ele acha que é errado, foi a minha deixa pra que minha pica ficasse como uma pedra de novo, eu ia tirar o cabacinho daquele cuzinho ainda virgem, lhe abri as nádegas com as mãos, dei uma cuspida no cuzinho pra lubrificar e apontei minha pica para aquele cuzinho rosado e comecei a enfiar, quando forcei um pouco ela deu um gemido aiiiiiiiiiii, vai devagar tá doendo aliviei a pressão falei pra ela relaxar pra que não doesse, perguntei se ela queria que eu parasse por causa da dor, ela respondeu que não, que queria ir até o fim mesmo que doesse ela iria aguentar, comecei a forçar bem devagar até que senti a cabeça passar, perguntei tá doendo eu paro, ela disse tá doendo mas não pare então enfiei mais um pouco quando senti que tava mais da metade dentro dela dei uma estocada firme e enfiei até o talo, nesse momento ela gritou de dor e reclamou da dor, mas como deitada contra a cama e eu agarrado forte em sua cintura, em cima ela não conseguiu tirar da reta, ela urrou não sei se de dor ou prazer, eu eu depois de bombar forte varias vezes ela já tinha acostumado com meu pau no seu cuzinho e já rebolava fiquei louco tarado e o cuidado inicial pra não machucar tinha ficado de lado, eu enfiava até onde eu conseguia e ela rebolava
Ao terminar a sessão de sexo lhe falei que ela tinha me surpreendido pelo fato de ser crente de ser casada etc e tal, ela me respondeu que antes de tudo era mulher e tinha desejos como todas as outras, a sociedade a condenaria mas... já estava feito... como não tínhamos muito tempo ela pediu pra que a levasse  logo pra casa porque já era muito tarde, perguntei se ela ainda ia buscar o filho  eu a levaria, ela falou que não iria direto pra casa o filho tava acostumado a dormir na avó.

Quando fui leva-la pra casa perguntei se ela queria que eu a deixasse um pouco antes ou depois, mas  como era de madrugada e o marido estava trabalhando ela preferiu que eu a deixasse na frente mesmo, sob o argumento de que se alguém visse saindo de um carro na frente de casa seria normal, anormal seria alguem ver ela saindo de um carro e terminar o trajeto a pé, e sabe que ela tinha razão. 


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