De inicio ela fez o maior cu doce não queria liberar nem a buceta mas depois liberou tudo até o cuzinho
Essa experiência que vou relatar começou na internet, eu sou cinquentão e eu conheci a Silvana por uma dessas coincidências da vida, foi no portão do colégio onde nossos filhos estudavam, ela era uma crente da Congregação que tinha 38 anos na época, e por eu tb ter sido criado em uma família crente só que de outra denominação, por isso encontramos afinidades em nossas conversas, depois que nossos filhos adolescentes entravam em aulas, a gente voltava pra casa e caminhávamos um bom pedaço juntos, já que morávamos mais ou menos pro mesmo lado, ela me contou que deixava as filhas no colégio e depois ficava todas as tardes sozinha cuidando dos afazeres de casa, logo depois de um tempo que a gente ja tinha criado uma amizade mais solida eu pedi o numero de seu whats, mas ela me pediu pra não adicionar ela por causa do marido e família e coisa e tal, eu compreendi, mas perguntei e se eu telefonar a tarde quando vc está sozinha tem algum problema, ela respondeu desde que não seja depois das 5 quando as filhas ja estariam em casa tudo bem.
E continuamos a manter contato e eu conversava com ela direto, até então eu tinha tido poucas experiências fora do casamento, mas conhecer a Silvana me proporcionou a experiência mais excitante e gostosa da minha vida, eu jamais achei que teria alguma coisa com ela, afinal ela era casada, e acima de tudo era crente de uma igreja bem rígida em suas doutrinas, daquelas que a mulher não podia usar calça comprida ou maquiagem de jeito nenhum, e muito menos cortar o cabelo, pra dizer a verdade a primeira vez que a vi, eu não vi nela nada que me atraísse, cabelos mal cuidados cheio de pontas , sem maquiagem e sempre usando uma rasteirinha e roupa simples e surrada, era a perfeita figura de uma crente daquelas que não tinha vaidade nenhuma, pra ser sincero eu até a achava até feinha e sem nenhum atrativo, mas não sei o porque de eu acabar me interessando por ela sexualmente, acho que o que me excitava era o fato dela ser aquele tipo de crente me excitava.
A Silvana, e outras tantas mulheres talvez por pressão da sociedade, da religião ou da profissão que as reprime e elas tem o peso da cobrança de serem exemplos de mulher certinha...., e uma mulher acima de qualquer suspeita, a Silvana era uma dessas mulheres, Quanto a mim eu fui criado em uma igreja crente mas não frequentava, e já fazia um bom tempo que eu não tinha tido nenhuma aventura sexual fora do casamento, mas quando conheci a Silvana e começamos a conversar com frequência, e com o passar do tempo nossas conversas já era mais intima e pessoal, até trocávamos algumas confidencias sexuais nos nossos casamento, tipo preferencias, preliminares e limites, mas.... ficava sempre nisso, ela sempre reclamava que com o marido trabalhando o dia inteiro ela sentia-se sozinha principalmente a tarde quando as filhas iam pro colégio ela brincava que ficava só ela e o gato em casa.
Um dia eu criei coragem e disse, ja que vc se sente sozinha todas as tardes que tal um dia desses pra espairecer, a gente pode sair pra algum lugar, podemos ir a um parque, ou shopping, voce pode escolher só pra sair um pouco de casa, mas ela sempre recusava dizendo que era arriscado, ela tinha medo que algum conhecido a visse passeando com outro homem que não era o seu marido e que ia pegar mal, além do que se ela aceitasse ela não ia sentir-se bem saindo com outro homem, e arranjava um monte de desculpas, mas eu sentia que la no fundo ela até queria mas não tinha coragem.
Eu insistia mas ela sempre dizia que era melhor não porque entre um homem e uma mulher casados amizade demais era arriscado e eu lhe perguntava arriscado porque? E ela com aquele jeitinho tímido dela dizia, voce sabe... um homem e uma mulher sozinhos coisas podem fugir ao controle, e eu insistia, o que vc acha que pode acontecer? E ela sempre com aquele jeito tímido dela dizia se eu aceitasse, voce poderia entender errado e querer mais do que a amizade, e era melhor não correr riscos, eu insistia em fazer ela falar o que pensava, peguntava e o que voce acha que poderia querer, e ela daquele jeito timido dizia, voce é homem e eu sei o que um homem casado quer quando convida uma mulher casada também, não é apenas amizade né, eu brincava com a situação dizendo, não vou negar meu desejo, ela ja sabia ou imaginava que eu ou qualquer outro que ela saisse tentaria leva-la a um motel , mas apesar das negativas eu percebi que ela tb tinha certas fantasias.
E eu tentei por várias que ela depois de deixar as filhas no colegio saisse comigo para um almoço ou coisa assim, e depois de muita insistência minha, um dia ela topou então eu propus pega-la com meu carro na casa dela ou em algum lugar proximno, mas ela me disse
que para que ninguém a visse comigo ela preferia ir sozinha até o shopping, onde a gente combinou .
Eu não estava acreditando, só o fato dela ter aceitada me deixava de pau duro, e o fato dela tomar essa precaução toda demonstrava que ela ja foi psicologicamente preparada para a possibilidade de algo mais, e que eu pretendia leva-la a um motel era fato, e agora eu tinha quase certeza de que com um pouquinho de conversa eu ia conseguir, eu nem acreditava que depois de tanto tempo insistindo eu estava quase conseguindo.
Quando cheguei lá ela estava nos corredores de um supermercado ali existente olhando os produtos e disfarçando, foi assim que ela tinha combinado comigo, porque caso alguém a visse era como se tivesse fazendo compras, ela mesma que tinha tomado essas precauções, o que me levava a quase certeza de sexo, nos cumprimentamos, saímos dali sem que ela tivesse comprado nada e fomos tomar um suco, e depois de termos tomado o suco caminhamos um pouco pelo próprio shopping onde eu lhe comprei uma lembrancinha.
Passamos cerca de 1 hora caminhando juntos e vendo vitrines no shopping, e eu empenhado em seduzi-la falei que a gente ainda tinha umas 3 horas até as meninas dela saírem do colégio e sugeri que a gente sair dali, ela perguntou onde a gente ia, eu disse não sei, só vamos passear um pouco de carro se acharmos alguma coisa interessante a gente para, ela não queria sair do shopping de jeito nenhum, até que concordou e saímos dali.
Por um tempo rodei sem destino, enquanto dirigia como quem não queria nada segurei sua mão e perguntei posso? Ela não disse sim mas também não disse não, e por um tempo fiquei segurando sua mão enquanto dirigia e ela até fazia caricias na minha mão, ainda que discretas, e baixar suas defesas, eu passava a mão em sua nuca fazendo um cafuné no seu cabelo, eu ia testando ela, até onde ela iria deixar eu chegar, em determinado momento eusoltei de sua mão e levei sobre seu joelho e comecei a acariciar sua perna até o meio de suas coxas, com isso seu vestido subiu um pouco deixando uma vista parcial de suas coxas e eu continuei, e ela permanecia quieta sem esboçar reação alguma, ... eu não resisti e falei-lhe, não está com medo? E ela, medo do que? Respondi aqueles medos que vc disse, aquela coisa de homem e mulher casados, e daquilo ue vc disse, sobre eu querer mais do que amizade com você? e você sabe que eu quero né!! Ela não disse nada e eu continuei acariciando suas coxas, mas quando eu tentei meter a mão por baixo da saia dentro da calcinha ela impediu que eu chegasse até meu objetivo que era enfiar o dedo, ela colocou sua mão em cima da minha impedindo que eu continuasse, mas não retirou minha mão de sua perna, apenas ajeitou melhor sua saia cobrindo suas coxas, mas não me impediu de que continuasse acariciando o joelho, mas não durou muito e eu ja dei um jeito de puxar de novo um pouco mais a saia pra cima e continuei massageando sua perna do joelho até a coxa e ela ja nem fazia mais menção de ajeitar o vestido nem recolher a perna por o outro lado, senti então que ela apesar de todo pudor já não estava mais na defensiva.
De pau duro parti para o tudo ou nada, segui rumo ao Motel, e ela só percebeu essa manobra quando já estávamos na portaria, A Silvana só olhou pra mim e disse, eu sabia que voce ia tentar isso, e quase que numa suplica disse:- por favor não, -eu sou casada, -amo meu marido, eu não posso, eu não quero e disse que se eu insistisse ela ia descer, mas eu ignorei-a, pedi uma suíte, então ela não fez nenhum escandalo nem desceu, apenas baixou a cabeça e falou-me quando aceitei o lanche não esperava isso de voce, não foi isso que combinamos voce sabe que eu não posso e nem quero trair meu marido, mas eu cheio de tesão olhei pra ela e disse, só pelo fato de estar sozinha no carro comigo e aceitar minhas caricias todas ja está traindo, só falta mesmo é a gente transar, então ela sem argumentos
ficou em silencio o portão abriu eu entrei, estacionei o carro na garagem, mas na garagem ela se recusava a sair do carro, tive que quase tirar ela do carro meio que a força segurei em sua mão e a conduzi para dentro do quarto com ela toda acanhada e eu apesar de estar de pau duro, e querrer ir logo ao ponto, preferi não forçar sa barra para que ela me desse a buceta porque o mais difícil eu tinha conseguido que era ter levado ela para o quarto do motel, agora só dependia de mim, então com jeitinho e toda paciencia e cuidado fiz ela sentar-se a beira da cama, conversamos um pouco, claro que o assunto foi a minha ousadia de ter levado ela, e ela insistia que ela não iria trair o marido comigo, e ficamos nessa discussão por um tempão.
A coisa estava travada e resolvi forçar um pouco mais e a deitei na cama, comecei a acaricia-la tal qual havia feito no carro, sem porem tentar em momento algum tirar sua roupa sem sua permissão, comecei acariciando suavemente seu pescoço, fui progredindo nessas caricias e logo já estava com minha mão dentro da sua blusa acariciando sua pele, seus seios e ela sem em momento algum dizer qualquer palavra, mas permanecia naquela posição deitada, calada com as mãos cobrindo o rosto.diante dessa passividade resolvi atreverp-me mais e tirei-lhe a blusa, a seguir o sutiã, e depois a saia sem que ela esboçasse qualquer reação em as minhas ações, ao contrario, depois de eu ter tirado seu sutiã ela apenas cobriu os seios com as mãos .Deixei-a só de calcinha e sapato na cama agora a minha disposição, a essa altura ela já estava submissa e resignada e sem dizer uma só palavra, aguardava meu próximo passo que foi retirar sua calcinha e comecar a beijar-la seu corpo todo, tentei chupar a sua buceta mas ela cheia de pudores não deixou dizendo que era nojento, me deitei ao seu lado e comecei a masturbar lhe mas ela fechou as pernas dificultando meu trabalho, quase que prendendo minha mão entre suas pernas mesmo assim continuei com o dedo, e fiquei tentando excita-la sem sucesso.
Diante dessa impassividade quase irritante ja que eu não estava conseguindo fazer com que ela se voluntariamente se entregasse a mim, de pau duro decidi comer sua buceta mesmo que ela não participasse, porque uma foda sempre é uma foda, e com todo aquele tesão que eu estava não faria a menor diferença, tentei colocar a cabeça do meu pau direto na buceta dela mesmo sem sua colaboração, pensei que ela deixaria ja que não tinha mais jeito mas ela travou as pernas, não abria de jeito nenhum para que eu pudesse meter o pau na sua buceta, e dizia-me Van, era assim que ela me chamava vc sabe que eu não posso, por favor não faz isso comigo, é pecado e eu não quero trair meu marido, mas eu estava decidido que ia comer a buceta dela nem que tivesse que forçar a parada, afinal ela estava ali pelada edeitada a minha frente e a minha disposição, eu fui por cima dela, ela não tinha mais como evitar de que eu a comesse, eu lhe abri as pernas meio que a força apesar dela tentar se fechar, consegui entrar com meu corpo por entre suas pernas e coloquei meu pau na porta da buceta e soquei, e que buceta apertadinha ela tinha.... parece que o marido ou tinha pau pequeno ou não usava com frequência, ela relaxou um pouco então soquei forte, soquei tudo até onde pude, até o talo e meti gostoso, e que foda gostosa foi aquela, em uma mulher proibida, - o fato dela em não colaborar por ser crente dava ainda mais tesão de forma que gozei até que bem rápido ........,
Depois que eu gozei sai de cima dela e ela permaneceu ali deitada com as mãos no rosto dizendo que não me perdoava por eu ter forçado a barra, e ter feito ela transar comigo, dizendo que era errado e estava arrependida de ter aceitado meu convite para lanchar no shopping, que aquilo tudo era pecado puxou o lençol cobriu seu corpo e permaneceu ali deitada ao meu lado, mas não satisfeito eu queria tirar o máximo proveito da situação, eu ja tinha comido a buceta mas eu queria mais e resolvi provoca-la quebrar o resto da resistência que ela ainda teimava em demonstrar.
Então então comecei a acariciar seu corpo de novo suavemente, e até lhe tocar na buceta de novo e iniciar uma masturbação, e por mais que eu tentasse ela ainda continuava tensa, mas aos poucos foi relaxando só que se recusava a se entregar totalmente a aquela transa, ela deixava que eu tomasse todas as iniciativas e ela só deixou eu comer ela porque eu a forcei.
Mas aos poucos ela foi se soltando, então eu lhe disse Silvana vc disse que era pecado transar com outro, como isso a gente ja fez então agora vamos curtir esse momento nos dois juntos, depois que eu disse isso senti que ela foi se soltando, mas não totalmente mas pelo menos já não dificultava mais minhas ações, e quando eu deitei por trás de conchinha e resolvi comer de novo aquela bucetinha proibida, e soquei meu pau outra vez na buceta dela por trás, só que dessa dessa vez sem resistência foi com muita vontade e enquanto eu metia na bucetinha por trás eu lhe beijei e ela retribuiu. essa foi a primeira vez que eu a beijei em
beijei e ela até retribuiu e essa foi a primeira todo o processo, eu fazia carinho nos peitinhos, e estava tarado por ela por isso caprichei e com meu pau duro eu enfiava e tirava na buceta, enfiava e tirava para roçar seu rego sem que ela percebesse dessa forma eu estava lubrificando o seu reguinho com seus próprios fluidos, eu estava era louco de vontade pra comer o cuzinho dela por isso decidi tentar, achei que isso ela ia negar com todas as suas forças, já que na buceta ela tinha me regulado, mas quando apontei a cabeça do meu pau na porta do seu cuzinho e dei uma forçadinha ela não me disse nada fui em frente na minha tentativa, encaixei meu pau no seu anelzinho e dei uma leve forçada, e ela já não mais tão passiva não reclamou, e para minha surpresa ela não reclamou, pelo contrario
deixou que eu a penetrasse um pouco mais, então fui em frente, mas agora com bastante cuidado e carinho fui pressionando o seu anelzinho ja tinha aos poucos até que a cabeça passou pelo anel, normnalmente quando a cabeça passa a mulher quase sempre reclama e pede pra ir com calma, mas foi de boa, e quando eu senti que tinha entrado a metade dei uma estocada mais forte e meu pau entrou tudo, e meu pau entrou, até com certa facilidade, e ela não reclamou pelo contrário aguentou firme.
Excitadíssimo segurei forte em sua cintura e comecei a dar estocadas ritmadas, cada vez mais forte nesse processo eu enfiei até o talo, ela meio que deu uma gemida mais forte, mas continuou firme, meu tesão era tanto que gozei de novo dentro do rego dela, depois continuei deitado de conchinha com meu pau dentro dela murchar lentamente, fiz e isso tudo, só que Silvana ainda continuava só pouca coisa mais solta do que no inicio, mas o suficiente pra eu saber que ela ja ter feito anal antes, o que pra mim não importava muito desde que eu tivesse conseguido comer ela e isso eu consegui frente e verso ....
Depois que transamos enquanto ela estava se arrumando para irmos embora eu comentei com ela que ela era pequena mas aguentou o tranco, ela não entendeu e perguntou porque eu disse aquilo, dai eu falei o porque: è assim Silvana, eu tenho o Pau grosso, na frente tudo bem as mulheres até gostam, mas atrás nem todas deixam, além de que jamais imaginei que voce sendo crente deixasse alguém te comer por trás. e ainda brinquei, seu marido é um felizardo, todo homem gosta de comer uma bunda.... a resposta dela é que me surpreendeu quando disse que ela até ja tinha feito com o marido mas ele não curtia muito etc e tal, ela disse fiz com voce porque voce que forçou a barra, dei um sorriso maroto e falei, mas voce ja deu o cuzinho pra outro não deu? Ela olhando pra mim disse, porque voce acha isso? è porque meu pau entrou até com certa facilidade, e se seu marido não curte anal isso só pode significar que
vc ja deu deu a bunda pra outro além do maridão, então ela deu um sorriso meio maroto e respondeu, é, já sim mas foi uma vez só, falei,.. duvido .... se fosse só uma vez meu pau não teria entrado tão facilmente e voce teria reclamado quando eu meti tudo até o talo, dai ela pediu pra mudar de assunto e eu parei, mas com a certeza de que aquela crente acima de qualquer suspeita em deu dia a dia tinha um passado, apesar da saia comprida, cabelos longos, de frequentar a igreja assiduamente ... quem diria eu não fui o primeiro caso, porque ela já tinha pulado a cerca antes







Um comentário:
Excelente conto 😃
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